Tag: NBA Playoffs

  • Cavs vencem Warriors sem graça, mas garantem playoffs na força

    Cavs vencem Warriors sem graça, mas garantem playoffs na força

    Olha, não foi bonito de ver, mas vitória é vitória, né? O Cleveland Cavaliers conseguiu bater o Golden State Warriors por 118-111 numa partida bem travada e cheia de erros dos dois lados. O negócio é que quando você está brigando por vaga nos playoffs, não importa se foi feio — o que vale são os dois pontos no final.

    Warriors sem peças principais facilitaram a vida

    Os Warriors entraram em quadra bem desfalcados, sem o Steph Curry e outros caras importantes, além de estar jogando no segundo jogo consecutivo. Sinceramente, era para os Cavs terem dominado muito mais do que dominaram. Mas aí que tá — basketball é isso mesmo, às vezes você não consegue finalizar o adversário quando deveria.

    O Cleveland controlou o jogo durante quase três quartos inteiros. Chegaram a abrir 13 pontos no segundo quarto e ainda tinham 12 de vantagem no meio do terceiro. Parecia que ia ser tranquilo, mas… aí veio o quarto período.

    Quarto período quase custou caro

    Cara, o que foi aquele último quarto? Os Cavs simplesmente pararam de defender e ainda tomaram umas marcações polêmicas dos árbitros. Teve uma sequência que eles levaram uma falta flagrante E duas técnicas numa jogada só. Absurdo! Os Warriors aproveitaram essa bagunça toda para virar o placar e chegaram a abrir 4 pontos.

    Mas é aí que se vê o caráter do time, né? Mesmo com tudo dando errado, conseguiram se reorganizar nos momentos decisivos. O Max Strus foi monstro no clutch time, acertando duas bolas de 3 fundamentais — a última praticamente selou o jogo faltando menos de um minuto.

    E vocês viram como o Jarrett Allen e o James Harden apareceram na hora H? Esses caras sabem o que é responsabilidade em momento de pressão.

    Problemas que preocupam

    Agora, não dá para passar pano para alguns problemas gritantes. Os Cavs perderam 15 bolas de ataque — quinze! O Harden e o Donovan Mitchell sozinhos perderam 9. Muitas dessas foram por pura falta de concentração, coisa básica mesmo.

    A defesa também está sofrendo com a falta de tamanho nas alas. Com Dean Wade (tornozelo) e Jaylon Tyson (dedo do pé) machucados, o técnico Kenny Atkinson tem sido obrigado a escalar quatro armadores juntos. Isso naturalmente deixa o time mais vulnerável na defesa.

    Falando em números individuais: Mitchell liderou com 25 pontos, Strus meteu 24 (sendo 6 de 10 do perímetro — que pancada!), e Harden contribuiu com 19. Do lado dos big men, Mobley fez um double-double discreto com 12 pontos e 10 rebotes, enquanto Allen pegou 13 rebotes mas teve problemas nos lances livres de novo.

    Pelo lado dos Warriors, Gui Santos e Brandon Podziemski fizeram 25 pontos cada um. Kristaps Porzingis ajudou com 16 pontos e 7 rebotes. O Draymond Green teve uma noite apagada no ataque (8 pontos em 3-11 arremessos), mas quase fez um triple-double com 9 rebotes e 9 assistências.

    Com essa vitória, os Cavs garantiram pelo quarto ano seguido uma vaga no top-6 dos playoffs. Agora é focar no próximo jogo contra o Indiana Pacers em casa, no domingo de Páscoa às 18h. Será que conseguem resolver esses problemas de turnovers e lance livre até lá?

  • SGA humilhou os Lakers: goleada histórica de 43 pontos!

    SGA humilhou os Lakers: goleada histórica de 43 pontos!

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite em Oklahoma City. Os Lakers levaram uma surra histórica do Thunder por 139-96 — uma diferença de 43 pontos que deixou até eu com dó do LeBron.

    Shai Gilgeous-Alexander, que tá numa temporada absolutamente monstruosa, anotou 28 pontos e simplesmente deu um show. O cara é atual MVP da liga e tá provando por que merece repetir o prêmio. Mas o mais louco? Ele nem forçou tanto — fez isso de forma natural, controlando o ritmo do jogo como um maestro.

    Luka sumiu do mapa

    O duelo individual mais esperado da noite era SGA contra Luka Dončić, que chegava numa sequência absurda de cinco jogos com mais de 40 pontos em sete partidas. Cara, o Luka é artilheiro da temporada, mas ontem pareceu um jogador comum. Terminou com apenas 12 pontos contra a defesa sufocante do Thunder.

    Doze pontos. O cara que tava destruindo a liga inteira ficou com 12 pontinhos. A defesa de Oklahoma City merece todos os aplausos — foi uma aula de como parar um superstar.

    Thunder imparável, Lakers em choque

    Isaiah Joe foi outro que resolveu participar da festa, acertando seis bolas de três e terminando com 20 pontos. O Thunder acertou 53,9% dos arremessos e transformou o que deveria ser um jogaço entre duas equipes em alta numa demonstração de força.

    Os números do Thunder são de dar inveja: 16 vitórias em 17 jogos. Dezesseis! Os Lakers vinham de quatro vitórias seguidas e 13 em 14 partidas, mas levaram um banho de realidade.

    LeBron James, aos 41 anos (sim, o cara continua jogando em alto nível), fez apenas 13 pontos. Austin Reaves foi o que mais pontuou pelos Lakers com 15, mas sinceramente, nem adiantaria se fizesse 50. Foi uma noite daquelas pra esquecer.

    O mais impressionante? No primeiro tempo, o Thunder já liderava por 82-51. Oitenta e dois a cinquenta e um! No intervalo! Lu Dort começou pegando fogo logo no primeiro quarto com 14 pontos, e daí pra frente foi só humilhação.

    Na minha opinião, essa derrota mostra que os Lakers, mesmo com LeBron ainda jogando, têm limitações sérias quando enfrentam times que estão realmente funcionando como máquinas bem oleadas. E vocês, acham que essa surra vai afetar o psicológico dos Lakers pros playoffs?

  • Hornets atropela os Suns e rookie quebra recorde histórico de 3pts

    Hornets atropela os Suns e rookie quebra recorde histórico de 3pts

    Olha, eu não esperava isso dos Hornets ontem à noite, mas que massacre foi aquele! Charlotte destruiu Phoenix por 127 a 107, e o destaque ficou para o rookie Kon Knueppel, que quebrou um recorde que parecia intocável.

    Miles Bridges foi o cestinha da noite com 25 pontos, mas sinceramente a grande história foi o garoto Knueppel. O cara, que foi a quarta escolha do Draft vindo de Duke, acertou quatro bolas de três e chegou aos 261 arremessos convertidos na temporada. Quebrou o recorde de 260 que pertencia ao Kemba Walker desde 2018-19!

    O momento histórico que incendiou Charlotte

    A galera em Charlotte estava louca esperando esse momento. Knueppel havia perdido duas tentativas abertas no último período, aí veio aquela bola de três do canto — e pronto. Recorde quebrado, torcida em delírio. Essa é a magia do basquete, né?

    LaMelo Ball distribuiu o jogo todo (15 pontos e 11 assistências), Brandon Miller meteu 17 pontos, e Coby White ajudou com 19. Time funcionando como um relógio suíço.

    Phoenix até tentou, mas não rolou

    Os Suns começaram pegando fogo — 17 de 28 arremessos no primeiro quarto pra abrir 41 a 33. Pensei: “lá vamos nós pra mais um jogo maluco”. Mas Charlotte respondeu na altura, e na segunda metade foi só administração.

    Devin Booker fez 22 pontos, Jalen Green chegou aos 25, mas não teve jeito. Charlotte acertou 18 de 39 tentativas do perímetro (um absurdo de 46%!) e dominou completamente os rebotes: 47 a 31. Quando você perde a batalha dos rebotes por essa diferença, já sabe como termina a história.

    Aliás, curiosidade: Collin Gillespie também quebrou um recorde ontem, mas pelo lado dos Suns. Ele superou as 226 bolas de três de Quentin Richardson na temporada 2004-05. Pelo menos Phoenix levou alguma coisa boa da noite!

    Playoffs cada vez mais próximos

    Esse resultado mexe muito com os playoffs. Charlotte (41-36) está na oitava posição no Leste, ainda brigando pra sair do play-in. Phoenix (42-35) segue em sétimo no Oeste, mas cada derrota complica a situação.

    Na minha visão, os Hornets estão encontrando o timing certo pra essa reta final — sete vitórias nos últimos nove jogos. E com Knueppel jogando assim? Cara, esse garoto pode ser o X da questão nos playoffs.

    Vocês acham que Charlotte consegue escapar do play-in tournament? Com esse ataque de três pontos funcionando, eu não duvido de nada!

  • Luka se machuca feio e Lakers tomam saraivada histórica do Thunder

    Luka se machuca feio e Lakers tomam saraivada histórica do Thunder

    Cara, que noite desastrosa pros Lakers. E quando eu falo desastrosa, é DESASTROSA mesmo. Perderam por 43 pontos pro Thunder (139-96) e ainda viram o Luka Dončić sair de quadra mancando com uma lesão no posterior da coxa esquerda.

    O esloveno sentiu o músculo pela primeira vez no final do primeiro tempo, mas tentou continuar jogando. Só que no meio do terceiro quarto a coisa ficou feia — ele se dobrou de dor, deitou na linha de fundo e tampou o rosto com as mãos. Imagem triste demais, gente.

    A noite de pesadelo do Luka

    Olha, mesmo antes da lesão já não estava sendo nada fácil pro cara. Saiu de quadra com apenas 12 pontos (3/10 nos arremessos, 1/7 de três), 7 assistências e 6 erros de ataque. Seis turnovers! O Luka que a gente conhece não é esse.

    Nos 26 minutos que ele ficou em quadra, os Lakers foram massacrados por 25 pontos. Vinte e cinco! É como se o time simplesmente desaparecesse quando ele estava jogando mal.

    Amanhã ele vai fazer ressonância magnética pra saber a extensão da lesão. Sinceramente? Eu tô preocupado. Lesão no posterior é complicada, e com os playoffs chegando…

    Shai destruiu qualquer chance de MVP

    E se você achava que essa poderia ser uma batalha épica entre candidatos ao MVP, o Shai Gilgeous-Alexander mostrou quem manda. O cara fez 28 pontos, 7 rebotes, 7 assistências e APENAS 1 erro de ataque nos três primeiros quartos. Simplesmente um monstro.

    Pra vocês terem uma ideia do contraste: enquanto o Luka estava tendo sua pior noite da temporada, o Shai estava dando um show de eficiência contra os atuais campeões da NBA.

    E o timing não podia ser pior pros Lakers. Depois de um março ABSURDO (15-2 de campanha, com Luka fazendo 37.5 pontos por jogo e sendo eleito o melhor jogador da Conferência Oeste), eles começam abril tomando uma das maiores surras da temporada.

    Vocês acham que essa lesão pode comprometer as chances dos Lakers nos playoffs? Porque, convenhamos, sem o Luka em plena forma, fica muito difícil competir com esses times de elite do Oeste.

  • Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Cara, que jogaço foi esse entre Pistons e Timberwolves na noite de quinta! E olha que nem Anthony Edwards nem Cade Cunningham estavam em quadra por lesão. Mesmo assim, os dois times entregaram um show e Detroit levou a melhor por 113 a 108 em casa.

    O grande nome da noite? Daniss Jenkins, que tá sendo a revelação absurda dos Pistons nesta temporada. O cara meteu 26 pontos (acertando os dois arremessos de 3 que tentou), pegou 5 rebotes e distribuiu 8 assistências. Simplesmente monstro.

    Duren comandou o garrafão

    Mas não foi só Jenkins que brilhou. Jalen Duren fez um double-double sensacional: 22 pontos e 14 rebotes, além de 4 assistências e 2 tocos. O pivô tá jogando um basquete maduro demais para a idade dele.

    E o Ausar Thompson? Recém-eleito Jogador Defensivo do Mês, o cara quase fez um triple-double: 7 pontos, 9 rebotes, 9 assistências, 2 roubadas e 3 tocos. Defesa e distribuição no mais alto nível.

    O jogo tava equilibrado demais — 54 a 54 no intervalo e Minnesota ainda ganhando por 80 a 79 no fim do terceiro quarto. Os times trocavam a liderança o tempo todo até que Julius Randle (que fez 27 pontos pelos Wolves) colocou Minnesota na frente por 87 a 83 na lance livre.

    Pistons explodiu no final

    Aí que veio a magia dos Pistons. Parcial de 20 a 5 que definiu o jogo! Duncan Robinson fechou a sequência com uma bomba de 3 que abriu 103 a 92 faltando 3 minutos. Minnesota ainda tentou reagir e chegou a ficar a apenas 3 pontos (109-106), mas Detroit foi cirúrgico na linha do lance livre.

    Sinceramente? Tô impressionado com esse Detroit. Sem Cunningham há 9 jogos, o time fez 7-2 e mantém 4,5 jogos de vantagem sobre Boston na liderança do Leste. São 56 vitórias em 77 jogos — números de candidato real ao título.

    Do lado de Minnesota, além dos 27 de Randle, Ayo Dosunmu e Naz Reid fizeram 19 cada. Reid ainda acertou 4 de 8 do perímetro. Mas os Wolves caíram para 46-30 e seguem brigando por posição no Oeste.

    Única preocupação para Detroit: Tobias Harris saiu no segundo quarto com uma contusão no joelho esquerdo e não voltou mais. Com Cunningham e Isaiah Stewart já no departamento médico, essa possível lesão do Harris pode complicar.

    E aí, vocês acham que Detroit consegue manter esse nível sem as principais estrelas? Os playoffs prometem ser uma loucura!

  • Novo dono dos Blazers promete mudança: ‘chega de paciência’

    Novo dono dos Blazers promete mudança: ‘chega de paciência’

    Olha, parece que a fase de ‘projeto’ do Portland Trail Blazers chegou ao fim. Tom Dundon, o novo dono do time, não tá com paciência pra ficar desenvolvendo jovem não — ele quer é vencer, e vencer agora.

    “Nós tentamos passar essa mensagem nos últimos dias: aquilo foi divertido, e provavelmente necessário, mas é mais divertido ganhar”, disse Dundon na quinta-feira. Cara, eu até entendo o cara. Imagina você comprar um time por 4,25 bilhões de dólares (isso mesmo, bilhões!) pra ficar vendo moleque aprender a jogar basquete profissional.

    A nova era chegou em Portland

    E não é só conversa não. Dundon já provou que sabe o que faz no esporte. O cara transformou o Carolina Hurricanes (NHL) numa máquina de fazer dinheiro e ganhar jogos. Agora vendeu uma parte do time por 332 milhões só pra poder se dedicar aos Blazers. Sinceramente? Eu tô curioso pra ver no que vai dar.

    Os Blazers tão com 39 vitórias e 38 derrotas, brigando por uma vaga no play-in no Oeste — que como vocês sabem, tá sempre um inferno. Meio jogo atrás do Lakers pro oitavo lugar. Se conseguirem essa posição, é só ganhar um jogo pra ir pros playoffs de verdade.

    E os jovens talentos?

    Não é que Dundon vai mandar embora todo mundo não. Scoot Henderson, Shaedon Sharpe, Toumani Camara e Donovan Clingan continuam sendo o futuro do time. Mas a diferença é que agora eles vão ter que crescer rápido, porque paciência mesmo acabou.

    “Se essa oportunidade existir, eu sou provavelmente mais agressivo que a maioria”, falou o novo dono. E pelo jeito, o GM Joe Cronin quase fechou uma negociação bombástica no trade deadline — imaginem se fosse o que? Damian Lillard de volta? (Tá, isso é viagem minha, mas deixa eu sonhar.)

    O mais interessante é que Dundon não tá falando besteira. O cara sabe que se não conseguir montar um time competitivo, vai ter que “dar um passo pra trás” — e isso geralmente significa rebuild de novo. Pelo bem dos fãs de Portland, que já sofreram demais, espero que ele acerte na primeira tentativa.

    E aí, vocês acham que os Blazers conseguem fazer barulho ainda nesta temporada? Ou vai ser mais uma temporada de “quase”?

  • Abril vai definir se o Suns vai pros playoffs ou pra casa

    Abril vai definir se o Suns vai pros playoffs ou pra casa

    Cara, chegou a hora da verdade pro Phoenix Suns. Abril vai ser o mês que vai dizer se esse time consegue se classificar pros playoffs ou se vai passar as férias cedo assistindo os outros jogarem. E olha, depois do que rolou em março, eu tô bem apreensivo.

    O mês passado foi uma montanha-russa total. Os caras emendaram quatro vitórias seguidas, aí do nada perderam cinco jogos em sequência — a maior sequência negativa da temporada. No final das contas? 8 vitórias e 8 derrotas. Ou seja, ficaram no mesmo lugar: sétimos no Oeste.

    A programação que vai definir tudo

    Vamos aos fatos: restam alguns jogos cruciais pela frente. Primeiro, eles terminam essa trip fora de casa enfrentando Charlotte e Chicago. Interessante que já pegaram esses dois times em março e dividiram — ganharam de Charlotte por 111 a 99, mas tomaram uma surra feia do Bulls por 105 a 103. Aquele jogo contra Chicago foi de dar vergonha alheia, bicho. Menos de 40% nos arremessos de quadra.

    Depois vem o drama em casa. Dia 7 de abril contra Houston e dia 8 contra Dallas — os últimos dois jogos da temporada regular no Footprint Center. E aqui tem um plot twist interessante: vai ser o retorno do Kevin Durant pra Phoenix.

    O reencontro com KD

    Sinceramente? Vai ser tenso. Durant foi um dos maiores jogadores a vestir a camisa dos Suns, mas a saída dele foi meio traumática. O cara jogou pra caramba, fez dupla com Booker, mas o time só ganhou UMA série de playoffs. Uma! Com todo o talento que tinha no elenco, foi frustrante demais.

    A torcida vai receber como? Vai ter vaia ou aplausos? Vai ser transmitido nacionalmente pela NBC, então o mundo inteiro vai ver. Eu tenho curiosidade pra saber como vai ser essa atmosfera.

    Fechando contra gigantes

    Os dois últimos jogos são contra Lakers e Thunder. Engraçado que são os únicos times que o Suns enfrenta cinco vezes na temporada por causa do In-Season Tournament. E ambos podem ser adversários na primeira rodada dos playoffs — principalmente o Thunder.

    O problema é que nessa altura do campeonato, se as posições já estiverem definidas, pode rolar aquela situação clássica de técnico poupar jogador. Aí complica tudo na hora de analisar essas partidas.

    Se tudo continuar como está, Phoenix vai disputar o Play-In pela primeira vez na história da franquia. Vai ser histórico, mas não do jeito que eles queriam, né? A expectativa era brigar por posições mais altas na tabela.

    E aí, vocês acham que o Suns aguenta a pressão ou vai entregar o ouro nos últimos jogos? Porque se tem uma coisa que esse time mostrou esse ano é que pode ser imprevisível pra caramba.

  • Curry finalmente voltando? Warriors podem ter o Chef de volta pros playoffs

    Curry finalmente voltando? Warriors podem ter o Chef de volta pros playoffs

    Gente, parece que finalmente temos boas notícias sobre o Stephen Curry! Depois de 25 jogos fora — vinte e cinco! — por causa de uma lesão no joelho direito, o Chef parece estar chegando perto de voltar às quadras pros Warriors.

    Olha, eu não vou mentir: tava começando a ficar preocupado com essa lesão. Síndrome de dor patelo-femoral com contusão óssea não é brincadeira, e ver o cara que estava liderando o time com 27.2 pontos por jogo parado desde 30 de janeiro… dava um aperto no coração.

    Sinais positivos finalmente aparecem

    Mas aí que vem a parte boa da história. No último dia 1º de abril, antes do jogo contra o San Antonio Spurs, o Curry foi visto fazendo atividades de aquecimento na Chase Center. E não é que no dia 31 de março ele participou de um scrimmage 5×5 completo?

    O técnico Steve Kerr disse que “ele estava bem” e que “se sentia bem”. Cara, depois de quase três meses sem ver o Curry em ação, qualquer notícia positiva já me deixa animado. Kerr ainda falou que vão ter outro treino nos próximos dias — é o próximo passo do protocolo.

    Timing perfeito pros playoffs?

    E aqui que fica interessante: os Warriors já garantiram vaga no play-in tournament. Sinceramente, acho que não poderia ter timing melhor. O time vai reavaliar o Curry no fim de semana, e se tudo der certo, ele pode voltar justamente na hora mais importante da temporada.

    Imaginem só: Curry voltando 100% pros playoffs depois de descansar por quase três meses. O cara vai estar com fome de jogo, descansado, e os Warriors vão ter seu principal armador de volta na hora H.

    Vocês acham que ele consegue voltar ao mesmo nível de antes da lesão? Eu tô otimista, mas confesso que sempre fica aquele friozinho na barriga quando um jogador fica tanto tempo parado. Ainda mais o Curry, que já não é mais novinho — mesmo sendo um monstro em quadra.

    Uma coisa é certa: se o Chef voltar no seu melhor nível, os Warriors viram automaticamente um dos times mais perigosos desse play-in. E olha que eu não tô exagerando — estamos falando do Stephen Curry, gente!

  • Hawks atropela Magic e já tem 17 vitórias em 19 jogos

    Hawks atropela Magic e já tem 17 vitórias em 19 jogos

    Mano, o Atlanta Hawks tá numa fase que até eu tô começando a acreditar. 130 a 101 no Orlando Magic ontem à noite, e olha que não foi nem perto de ser jogo. Foi o 17º triunfo em 19 partidas — sinceramente, quem diria isso no começo da temporada?

    Nickeil Alexander-Walker simplesmente decidiu que ia ser noite de gala: 32 pontos. O cara tava com o braço quente que nem chaleira no fogão. E não foi só ele não — Jalen Johnson colaborou com 18 pontos e 14 rebotes, quase fazendo mais um triple-double (ficou só dois passes a menos). O moleque tá numa temporada absurda, já são 13 triple-doubles na bagagem.

    Segundo quarto demolidor

    A coisa ficou feia pro Magic mesmo foi no segundo período. 47 pontos dos Hawks em 12 minutos, convertendo 17 de 24 arremessos. Tipo, como você defende isso? O Jonathan Kuminga ainda quebrou o empate de 32-32 com uma bomba de três, e daí pra frente foi só sofrência pra torcida do Orlando.

    Alexander-Walker fez 17 pontos só nesse quarto. E teve um momento que foi hilário (pro Hawks): quatro minutos com o Magic sem conseguir fazer nem um pontinho enquanto seis jogadores diferentes de Atlanta iam marcando. Deve ter sido tortura pra quem tava no Amway Center vestindo azul.

    Wagner volta mas não salva

    Ah, e teve o retorno do Franz Wagner — primeira partida desde 11 de fevereiro por causa daquela entorse chata no tornozelo. O alemão fez 12 pontos em 20 minutos, até que não foi mal considerando que ficou praticamente dois meses parado. Mas já era tarde demais, né? O estrago tava feito.

    A situação na divisão Sudeste tá ficando interessante. Os Hawks agora têm 3.5 jogos de vantagem sobre o Magic faltando cinco rodadas (seis pro Orlando). E detalhe: varreu a série sazonal por 4 a 0. Ou seja, dominaram completamente.

    Teve até confusão no final, com o Goga Bitadze tomando falta flagrante 2 e sendo expulso por derrubar o Jock Landale pelos ombros. Frustração pura — quando o jogo já tá 110-89, só sobra isso mesmo.

    E aí, vocês acham que esse Hawks consegue manter esse ritmo nos playoffs? Porque olhando esses números, tá difícil apostar contra…

  • Pistons quebra jejum de 18 anos e técnico já quer mais

    Pistons quebra jejum de 18 anos e técnico já quer mais

    Cara, eu não acreditei quando vi isso. Os Detroit Pistons acabaram de conquistar o primeiro título de divisão desde 2008 — dezoito anos, gente! E sabe o que mais me impressionou? A reação do técnico J.B. Bickerstaff depois da vitória por 127-116 contra os Raptors.

    “Nós esperamos mais”, disse ele. Simples assim.

    Olha, eu entendo perfeitamente a posição do cara. Você tem um time que saiu de 14 vitórias e 48 derrotas há apenas duas temporadas pra 55-21 agora. É uma transformação absurda, mas Bickerstaff tá certo — isso é só o começo.

    Jalen Duren foi monstro na noite decisiva

    E que noite foi essa do Duren, hein? 31 pontos com 12 acertos em 13 arremessos. Doze de treze! O garoto simplesmente não errou quase nada. Daniss Jenkins também fez sua parte com 21 pontos e 5 assistências — dupla que tá crescendo junto e mostrando que Detroit tem futuro.

    “Sabíamos que estávamos tentando fazer algo especial esse ano”, falou Jenkins. E completou com uma mentalidade que eu adorei ouvir: “Vamos comemorar hoje à noite e voltar ao trabalho amanhã”.

    Expectativas lá em cima agora

    Sinceramente, eu não esperava ver os Pistons brigando por coisa séria tão cedo. Mas olha só onde eles chegaram — e o técnico já tá falando em “fazer estrago” nos playoffs. É essa mentalidade que separa times mediocres dos que realmente querem algo grande.

    Vocês acham que Detroit consegue surpreender nos playoffs também? Porque com esse Duren jogando desse jeito e um elenco que claramente comprou a ideia do técnico, eu não duvido de mais nada vindo desse time.

    Dezoito anos esperando por isso. Agora é hora de mostrar que não foi sorte.