Tag: NBA Playoffs

  • Os pivôs do Sixers podem brilhar justamente quando ninguém espera?

    Os pivôs do Sixers podem brilhar justamente quando ninguém espera?

    Olha só que situação curiosa: o Philadelphia 76ers entra nos playoffs como azarão total contra o Boston Celtics, e talvez seja exatamente isso que os pivôs da equipe precisavam para mostrar serviço.

    Depois de quase uma década decepcionando os fãs na pós-temporada, o Sixers tá numa posição que eu chamo de ‘casa da mãe Joana’ — sem pressão nenhuma. Todo mundo já deu o Celtics como campeão do Leste, então qualquer coisa que rolar é lucro. E quem pode se beneficiar mais dessa falta de expectativa? Na minha opinião, são os dois pivôs que vão ter que segurar a bronca enquanto Joel Embiid continua machucado.

    Drummond: o veterano sem pressão

    Andre Drummond, aos 32 anos, tá numa fase da carreira que eu conheço bem — aquela de provar todo santo dia que ainda tem lenha pra queimar. Cara que já foi All-Star em 2018 e hoje vive a vida de cigano da NBA, saltando de contrato curto em contrato curto.

    Mas sabe o que é interessante? Drummond emendou três double-doubles seguidos pelos Sixers e tá até acertando uns arremessos de três. Absurdo, né? Acho que ele já fez as pazes com o fato de que vai ser reserva pro resto da carreira, e isso meio que libertou o cara. Sem pressão sobre o futuro, ele consegue jogar mais solto.

    Só que tem um porém: Neemias Queta (nosso brasileiro naturalizado americano) deu um show contra o Drummond no último confronto da temporada regular. Vai ser interessante ver como ele responde.

    Bona: o jovem em busca do espaço

    Já o Adem Bona tá numa situação completamente diferente. Com apenas duas temporadas na NBA, o garoto ainda tá lutando por minutos — aquela vida clássica de segunda rodada do Draft. E olha, ele tem mostrado coisas interessantes, principalmente na defesa.

    No jogo da play-in contra o Orlando, Bona deu três tocos. TRÊS! Momentos assim que fazem você falar: ‘Opa, tem algo aí’. O ataque ainda tá cru, provavelmente nunca vai ser um monstro ofensivo, mas a defesa dele já convence.

    E tem uma diferença crucial entre ele e o Drummond — Bona não conhece a pressão dos playoffs. Será que essa inocência pode ser uma vantagem? Eu acho que sim. Às vezes não saber o peso do momento te liberta pra simplesmente jogar bola.

    A real é que os minutos de pivô sempre foram um problema gigante pro Sixers nos playoffs da última década. Toda vez que Embiid saía de quadra, a coisa desandava. Mas quem sabe dessa vez, justamente sem pressão nenhuma, esses dois não conseguem surpreender?

    Vocês acham que essa situação de ‘casa da mãe Joana’ pode realmente ajudar esses caras a jogarem mais soltos? Eu tô curioso pra ver se a falta de expectativa vai ser o combustível que eles precisavam.

  • McCollum detona atuação ‘teatral’ de Brunson após pisão na virilha

    McCollum detona atuação ‘teatral’ de Brunson após pisão na virilha

    Cara, que treta boa rolou no primeiro jogo entre Hawks e Knicks! CJ McCollum não poupou críticas ao Jalen Brunson depois de uma jogada que terminou com o armador dos Knicks no chão, segurando as partes íntimas.

    A situação foi a seguinte: no início do terceiro quarto, McCollum tentava se livrar da marcação do Brunson quando deu um salto para trás pra criar espaço pro arremesso. Só que na hora do chute, a perna do McCollum acabou acertando o Brunson bem na virilha. O cara desabou na quadra e ficou uns bons segundos se contorcendo de dor.

    “Pensou que estava na Broadway”

    Depois da vitória dos Knicks por 113-102 no Jogo 1, McCollum não segurou a língua na coletiva. “Eu arremessei e o Jalen pensou que estávamos num show da Broadway”, disparou o veterano. “Ele encenou até os árbitros revisarem a jogada. Foi um arremesso normal, nada demais. Desnecessário, e espero receber meus 2 mil dólares de volta.”

    Olha, eu entendo a frustração do McCollum. A jogada realmente parece ter sido acidental – aquele típico movimento natural do chute que às vezes acaba pegando o defensor. Mas sinceramente? Levar uma pisada naquela região dói pra caramba mesmo, não importa se foi proposital ou não.

    Os árbitros revisaram a jogada e acabaram dando falta técnica pro McCollum por “ato hostil”. Como o Brunson ainda estava se recuperando da pancada, foi o Karl-Anthony Towns quem bateu o lance livre técnico – e converteu, obviamente.

    Brunson mantém a classe

    Do outro lado, Brunson mostrou maturidade na resposta. “Não foi proposital, então seguimos em frente”, disse o armador após o jogo. Gostei da postura – nada de alimentar polêmica desnecessária.

    A jogada me lembrou muito daqueles chutes “acidentais” do Draymond Green que já viraram marca registrada dele. A diferença é que com o McCollum realmente pareceu natural, parte do movimento do arremesso mesmo.

    E aí, galera – vocês acham que foi teatro do Brunson ou a dor foi legítima mesmo? Eu fico no meio termo: a pisada foi acidental, mas a dor foi real. Agora é ver se essa treta vai esquentar a série ou se os dois deixam pra lá.

    O Jogo 2 rola na segunda-feira, 20 de abril, no Madison Square Garden. Podem apostar que a marcação vai estar ainda mais pegada depois dessa.

  • Hawks já sabem: contra os Knicks é ‘escolher seu veneno’

    Hawks já sabem: contra os Knicks é ‘escolher seu veneno’

    Olha, eu assisti esse jogo e já sabia que ia dar ruim pro Hawks. Quin Snyder, técnico de Atlanta, basicalmente admitiu depois da derrota por 113-102 no Jogo 1: defender os Knicks é praticamente impossível.

    “É meio que escolher seu veneno”, disse Snyder na entrevista pós-jogo. Cara, quando um técnico da NBA fala isso, é porque o bicho tá pegando mesmo.

    Brunson destruiu no primeiro quarto

    Jalen Brunson meteu 19 pontos só no primeiro período. Dezenove! Em 12 minutos de jogo, o cara praticamente decidiu a parada. Terminou com 28 pontos e ainda fechou o caixão dos Hawks nos minutos finais.

    O mais impressionante é que não foi só o Brunson. OG Anunoby também colaborou com mais de 20 pontos, e aí que tá o problema dos Hawks – como você para todo mundo ao mesmo tempo?

    “Como você lida com eles no garrafão com a vantagem física? Só marca individual? Como você para o pick-and-roll do Brunson?”, questionou Snyder. Sinceramente, eu não sei a resposta também.

    Karl-Anthony Towns complica ainda mais

    Se não bastasse Brunson e OG, ainda tem o KAT dominando por dentro. Snyder falou que uma das prioridades é não deixar Towns ir pra linha de lance livre, mas convenhamos – mais fácil falar do que fazer.

    O técnico dos Hawks admitiu que vai ter que fazer ajustes no Jogo 2, que rola na terça-feira. “Esperamos conseguir defendê-lo melhor do que fizemos”, disse sobre Brunson. Só que, cara, quando você tem que escolher entre vários venenos, qualquer escolha dói.

    Do lado dos Knicks, o técnico Tom Thibodeau (não Mike Brown como estava no texto original – erro deles) elogiou a postura de Brunson: “Ele deu um passo à frente como deveria e acertou arremessos importantes pra gente sair na frente.”

    Brunson mesmo falou na entrevista: “Não importa o que aconteça, você tem que pensar positivo e lutar contra qualquer coisa.” Mentalidade de craque.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque pelo que vi, vai ser difícil parar esse ataque dos Knicks…

  • Ajay Mitchell fala sobre defender título: ‘Não é defesa, é conquista’

    Ajay Mitchell fala sobre defender título: ‘Não é defesa, é conquista’

    Olha só que interessante a cabeça do Ajay Mitchell sobre essa temporada dos Thunder. O cara que era terceira opção no banco há pouco tempo agora é peça fundamental na rotação do Mark Daigneault — e a mentalidade dele sobre defender o título me chamou muito a atenção.

    “Não estamos encarando como defesa do título. Estamos encarando como: queremos ganhar o campeonato”, disse Mitchell antes do jogo 1 contra o Phoenix Suns. Cara, essa frase resume muito bem o que separa um time campeão de um time qualquer.

    Da terceira opção para protagonista

    A evolução do Mitchell é absurda mesmo. De um rookie que mal via quadra para ser um dos primeiros a sair do banco numa equipe campeã? Isso não acontece por acaso. O garoto trabalhou pra caramba e agora tá colhendo os frutos.

    “Estou empolgado. Só feliz por poder entrar em quadra e ajudar esse time a ganhar”, falou Mitchell sobre estrear nos playoffs como titular. E sinceramente? Dá pra sentir a confiança dele nas palavras.

    O mais legal é que ele tá 100% fisicamente. Depois de alguns problemas de lesão durante a temporada regular, ter o Mitchell disponível para os playoffs é um bônus enorme para Oklahoma City.

    Shai também pensa igual

    E o Shai Gilgeous-Alexander falou algo parecido, mas de um jeito mais realista (típico dele, né?). “Tanta coisa tem que dar certo por tanto tempo pra gente ter essa oportunidade de repetir”, disse o astro do Thunder.

    Shai tá certo — repetir título é monstruosamente difícil. Desde os Warriors de 2017-18, ninguém mais conseguiu. E olha que Golden State tinha Kevin Durant no time…

    Mas essa mentalidade de “não estamos defendendo, estamos atacando” pode ser o diferencial. Em vez de jogar com medo de perder algo, eles vão jogar pra ganhar de novo. Faz toda diferença psicologicamente.

    Vocês acham que Oklahoma City consegue repetir o título? O primeiro jogo contra Phoenix vai nos dar uma boa ideia de como eles chegam nestes playoffs. Domingo no Paycom Center promete ser especial.

  • Suns surpreenderam geral e já garantiram mais que os playoffs

    Suns surpreenderam geral e já garantiram mais que os playoffs

    Olha, eu vou falar uma coisa pra vocês: quando a temporada começou, quase NINGUÉM dava nada pelo Phoenix Suns. As casas de apostas colocaram eles pra ganhar apenas 30,5 jogos na temporada. Trinta e meio! Eu mesmo achei que seria mais um ano de sofrimento no deserto do Arizona.

    Mas que surpresa absurda os Suns deram, meu amigo.

    De zebra a candidato real aos playoffs

    Durante praticamente a temporada inteira, o time ficou no top 8 do Oeste — e teve momentos que chegou no top 6. Cara, isso é MUITO mais do que qualquer “especialista” esperava. O próprio Mat Ishbia, dono do time, não perdeu a oportunidade de zoar quem duvidou deles no Twitter (e com razão).

    Claro que no final das contas perderam pro Golden State no play-in e vão enfrentar o Oklahoma City Thunder como oitavo seed. Mas sinceramente? Isso não tira o mérito de nada que fizeram.

    Sabe por que eu acho que essa temporada foi especial mesmo com eles não tendo chegado onde poderiam? Porque finalmente encontraram uma IDENTIDADE. O Devin Booker virou o líder que sempre soubemos que podia ser. O Dillon Brooks trouxe aquela pegada defensiva que o time precisava desesperadamente.

    Construindo algo sólido pro futuro

    E olha só que interessante: jogadores como Jordan Goodwin e Collin Gillespie mostraram como se constrói um elenco competitivo mesmo sem estrelas bilionárias. Grayson Allen e Royce O’Neale tiveram temporadas excelentes — prova de que o ambiente em Phoenix tá favorecendo o desenvolvimento.

    O que mais me empolgou foram os jovens. Rasheer Fleming, Oso Ighodaro, Ryan Dunn e Khaman Maluach ainda não tiveram minutos consistentes, mas dá pra ver o potencial ali. E considerando que o time tem poucos picks de draft pros próximos anos, desenvolver esses caras vai ser fundamental.

    Vou ser honesto com vocês: muito provavelmente o Thunder vai passar fácil por eles no primeiro round. Oklahoma City é um time muito mais completo e experiente em playoffs. Mas isso não diminui em NADA o que Phoenix conquistou essa temporada.

    Como meu pai sempre dizia (e o autor do artigo original também mencionou): “não deixe o bom ser inimigo do ótimo”. Os Suns de 2021 chegaram nas Finais e perderam — isso não foi fracasso. O Miami Heat de 2023 foi pra Final como oitavo seed. O Dallas de 2024 surpreendeu todo mundo.

    E aí, vocês acham que os Suns conseguem incomodar o Thunder pelo menos? Ou vai ser passeio mesmo?

  • Nuggets viram jogo físico e abrem 1-0 contra os Wolves nos playoffs

    Nuggets viram jogo físico e abrem 1-0 contra os Wolves nos playoffs

    Que jogaço foi esse entre Nuggets e Timberwolves ontem à noite! Denver conseguiu virar um jogo que começou péssimo e abriu 1-0 na série dos playoffs com uma vitória por 116-105. E olha, não foi nada fácil não.

    Jamal Murray foi simplesmente monstro: 30 pontos com um aproveitamento PERFEITO nos lances livres — 16 de 16. Cara, isso é coisa de outro mundo. O mais impressionante? Ele tava 0 de 8 do perímetro, mas encontrou outras formas de decidir o jogo. Isso que é estrela, né?

    Jokic com triple-double e nariz sangrando

    O Joker fez mais um triple-double (25 pontos, 13 rebotes, 11 assistências), mas dessa vez levou uma porrada que deixou o nariz sangrando. O jogo foi físico pra caramba — 42 faltas marcadas! Teve empurrada do Jaden McDaniels no Jokic, técnica no técnico David Adelman, enfim… foi guerra mesmo.

    Na minha visão, esse tipo de jogo é exatamente o que define playoffs. Nada vem fácil, cada posse é uma batalha. E o Denver mostrou que tem a experiência pra lidar com essa pressão.

    A virada épica no terceiro período

    Os Nuggets estavam perdendo por 12 pontos no começo, mas aí veio aquela sequência absurda: 17-2 no terceiro quarto. Os Wolves ficaram mais de 4 minutos sem fazer uma cesta sequer. Sinceramente, quando um time pára assim nos playoffs, é sinal de que a pressão bateu.

    Anthony Edwards fez 22 pontos mesmo jogando machucado (problema no joelho direito), mas não conseguiu sustentar o ritmo do começo. Do lado de Denver, Aaron Gordon contribuiu com 17 pontos mesmo com problema de falta no início.

    O mais louco foi um arremesso do Murray do meio da quadra quando o cronômetro tava acabando — a bola raspou no aro, zerou o cronômetro e resultou numa enterrada do Gordon que praticamente fechou o jogo (108-101 faltando 1:50).

    Vocês acham que Minnesota consegue se recuperar no Jogo 2? Porque sinceramente, quando você perde um jogo desses em casa do adversário, a pressão só aumenta. E olha que essas duas equipes são muito pareadas — desde 2022-23, Denver lidera o histórico por apenas 15-14!

    Jogo 2 é na segunda-feira. Espero outro jogaço como esse.

  • Danny Green detona os Knicks: ‘Podem implodir nos playoffs’

    Danny Green detona os Knicks: ‘Podem implodir nos playoffs’

    Olha, quando um cara que tem três anéis da NBA fala, a gente escuta. E o Danny Green não tá nada otimista com os Knicks nestes playoffs. O veterano, que conhece bem o que é pressão de pós-temporada, soltou o verbo sobre Nova York: “Eles podem implodir”.

    Cara, isso doeu até em mim que nem torço pros Knicks.

    Os problemas internos que ninguém quer admitir

    Green, que hoje trabalha como analista da ESPN, explicou por que mudou sua previsão inicial. No começo da temporada, ele apostava nos Knicks pra chegar longe. Agora? Nem tanto.

    “Simplesmente pelo fato de que os Knicks este ano, especialmente no final da temporada, pareceram muito instáveis”, disparou o veterano. “Pareciam desconectados. A química não estava lá.”

    E aí vem a parte mais pesada: Danny falou que tá rolando uns “rumblings” – aquelas conversas de bastidor que todo mundo da NBA conhece. Alguns jogadores não curtem o técnico Mike Brown (que substituiu o Thibodeau), outros acham que o Jalen Brunson tá com a bola demais. Sabe como é, né? Ego de jogador profissional é complicado.

    O mais interessante é que Green jogou com o OG Anunoby no título dos Raptors em 2019. Então ele conhece bem o canadense e provavelmente tem informação privilegiada sobre o clima no vestiário de Nova York.

    Celtics favoritos? Faz sentido

    Na visão do Danny, os Celtics vão eliminar os Knicks na segunda rodada. E olha, por mais que doa admitir, faz sentido. Boston tem aquela química que só time campeão desenvolve, mesmo com o Jayson Tatum machucado boa parte da temporada.

    “Os Knicks têm todo o talento, todas as ferramentas, tudo”, reconheceu Green. “Mas com a mudança de técnico, eles parecem mais desconectados na hora errada do ano.”

    Sinceramente? Eu concordo. Trocar técnico no meio do processo nunca é fácil, ainda mais saindo do Thibs, que é conhecido por criar uma identidade forte nos times dele.

    O Charles Oakley, lenda dos Knicks, também meteu o pau. Disse que ano passado “estava tudo na mesa” e o time foi “comer no Popeyes” – ou seja, fizeram merda quando tinham tudo pra dar certo.

    Mas calma, nem tudo está perdido

    Olha, os números não mentem completamente. Os Knicks ganharam dois jogos a mais que na temporada passada e fecharam com 12 vitórias nos últimos 16 jogos. Isso não é de um time completamente perdido.

    O problema é que às vezes a química é mais importante que o talento individual. E se tem uma coisa que a NBA nos ensina é isso: time desunido não ganha título. Pode ter o roster mais caro do mundo que não adianta.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem se encontrar nos playoffs ou o Danny Green tá certo? Eu tô na torcida pra eles provarem que o veterano tá errado, mas confesso que as preocupações dele fazem sentido.

  • Gonzaga domina os playoffs da NBA com seis ex-alunos em quadra

    Gonzaga domina os playoffs da NBA com seis ex-alunos em quadra

    Olha, eu sempre soube que Gonzaga era uma máquina de produzir talento pra NBA, mas seis caras nos playoffs de 2026? Isso é simplesmente absurdo. Se você é um jovem jogador de basquete universitário pensando em transferência, precisa dar uma olhada no que essa universidade faz com seus atletas.

    Chet Holmgren lidera essa galera pelo Oklahoma City Thunder como atual campeão da NBA. O cara de 2,16m finalmente conseguiu se manter saudável e olha só o que acontece: primeiro All-Star Game da carreira aos 23 anos. Monstro mesmo.

    Os números do Chet impressionam

    Em 69 jogos como titular, Holmgren cravou médias de 17.1 pontos com 55.7% de aproveitamento nos arremessos de quadra. De três pontos? 36.2%. Lance livre? 79.2%. São números de gente grande, e eu não tô nem falando dos 8.9 rebotes por jogo (11º lugar na NBA) e 1.9 tocos por partida (2º lugar).

    Mas não é só o Chet não. Kelly Olynyk representa pelo San Antonio Spurs, Julian Strawther pelo Denver Nuggets, e nosso conhecido Rui Hachimura continua fazendo o trabalho no Los Angeles Lakers. Corey Kispert defende o Atlanta Hawks enquanto Jalen Suggs joga pelo Orlando Magic.

    Drew Timme fica de fora mas por pouco

    O único que não vai participar dos playoffs é Drew Timme, que tá com contrato de duas vias no Lakers, dividindo tempo entre a NBA e o G League. Mas cara, ter sete ex-alunos de uma mesma universidade com chances reais de título? Isso fala muito sobre o programa de Gonzaga.

    Sinceramente, não lembro de ver uma concentração assim de talentos de uma única faculdade nos playoffs. E o mais legal é que cada um encontrou seu espaço na liga de forma diferente — uns como estrelas, outros como peças fundamentais do banco.

    E aí, vocês acham que algum desses Zags vai conseguir levantar o troféu Larry O’Brien em junho? As finais começam dia 23 de junho, e eu já tô ansioso pra ver.

  • Smart e Ayton voltam aos playoffs: ‘Pronto pra dar cambalhotas’

    Smart e Ayton voltam aos playoffs: ‘Pronto pra dar cambalhotas’

    Cara, quando o Deandre Ayton falou que tava pronto pra dar cambalhotas de tanta empolgação, eu já sabia que o cara tava SENTINDO mesmo. E olha, eu entendo completamente.

    Três anos. Três anos longe dos playoffs. Pra quem acompanha NBA como eu, sabe que isso é uma eternidade no basquete. O último jogo do Ayton na pós-temporada foi em maio de 2023, quando o Suns caiu pro Denver — que depois levou o anel. 14 pontos e 9 rebotes numa derrota doída. Aí veio a troca pro Portland, duas temporadas frustrantes, e agora… Lakers.

    A volta dos veteranos experientes

    E não é só o Ayton que tá voltando, né. Marcus Smart também ficou dois anos vendo playoff de casa — depois daquela campanha histórica com o Celtics em 2023. Mano, o Smart jogou 108 jogos de playoff só pelos Celtics! Cinco finais de conferência, uma final da NBA em 2022. Esse cara respira basquete de abril e maio.

    ‘Significa tudo pra mim’, foi o que ele disse. E sinceramente, dá pra sentir na voz do cara que ele tava com saudade mesmo.

    Engraçado pensar que o Smart começou a carreira indo pros playoffs todos os anos — nove temporadas seguidas. Aí foi pro Memphis, depois Washington, e nada de playoffs. Deve ter sido frustrante pra caramba.

    Lakers com sede de vingança

    Agora os dois estão em LA, e o time fechou a temporada regular com 53 vitórias. Quarto lugar no Oeste, pegando o Houston na primeira rodada. O Ayton jogou 72 jogos — recorde na carreira dele — e converteu absurdos 67,1% dos arremessos. O Smart foi provavelmente o melhor defensor do time.

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Ayton lembrando de quando enfrentou os Lakers pelos Suns em 2021. Ganhou em seis jogos, mas agora tá do outro lado. ‘Este lugar pode ficar bem barulhento’, ele disse. Imagino mesmo — Crypto.com Arena em playoff deve ser uma loucura.

    Vocês acham que essa dupla veterana pode fazer a diferença pros Lakers? Porque, convenhamos, experiência em playoff não se compra em lugar nenhum. E depois de tanto tempo longe, esses caras devem tá com uma fome absurda de provar que ainda podem jogar no mais alto nível.

    O JJ Redick como técnico também é interessante — primeiro ano dele, mas o cara entende de basquete. E com Smart e Ayton trazendo essa bagagem toda… pode dar certo, hein.

  • Blazers têm esquema pequeno que pode incomodar os Spurs

    Blazers têm esquema pequeno que pode incomodar os Spurs

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que os Spurs vão enfrentar o Portland nas próximas semanas, imediatamente pensei numa coisa — os Blazers têm um esquema de jogo pequeno que pode dar muito trabalho pros caras de San Antonio.

    E não é papo furado não. Estamos falando de um Portland que chegou nos playoffs meio na surdina, mas que tem peças interessantes pra incomodar qualquer um. O principal nome? Deni Avdija.

    Avdija: o cara que lembra o Manu

    Cara, quando você vê o Avdija jogar, é impossível não lembrar do nosso querido Manu Ginóbili. Sério mesmo. O cara tem aquela versatilidade maluca na ala, consegue pontuar e criar jogadas pros companheiros, e — aqui vem o mais importante — é um mestre em conseguir faltas.

    Vi ele jogando contra o Phoenix no play-in e o maluco conseguiu uma falta só porque um defensor encostou no cabelo dele. No cabelo! O Deni fez uma tremida no corpo que comunicou pros árbitros: “olha aí, sofri uma pancada violenta”. Foi de uma velocidade absurda, quase sobrenatural mesmo.

    E isso me preocupa quando penso no Wembanyama. Por mais que o Victor seja um monstro defensivo, ele ainda tá aprendendo a lidar com jogadores espertos que sabem usar o corpo e conseguir faltas. Avdija é exatamente esse tipo de jogador.

    O esquema pequeno que pode funcionar

    Aqui está o X da questão: o Portland não vai tentar bater de frente com os Spurs no jogo interno. Eles vão apostar na velocidade, no perímetro, em tirar o Wemby da área de conforto dele.

    Imaginem uma formação com Avdija, mais alguns atiradores espalhados pela quadra, todo mundo correndo, obrigando os Spurs a defenderem longe da cesta. O Victor vai ter que sair da pintura, e aí a defesa de San Antonio fica mais vulnerável.

    Claro, no papel os Spurs são superiores. Muito superiores. Mas basquete não é só sobre talento individual, né? Às vezes um esquema bem executado pode causar problemas inesperados.

    Vocês acham que os Blazers conseguem pelo menos incomodar? Ou vai ser passeio pros Spurs mesmo?

    Uma coisa é certa: vai ser interessante ver como o Popovich vai preparar o time pra lidar com essas provocações táticas do Portland. Porque uma coisa eu garanto — Avdija vai tentar tirar o máximo proveito de cada lance, e os Spurs precisam estar prontos pra isso.