Tag: NBA Playoffs

  • Lakers x Rockets: série perigosa pros texanos mesmo sem Luka

    Lakers x Rockets: série perigosa pros texanos mesmo sem Luka

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa série entre Rockets e Lakers tem tudo pra ser uma pegadinha pros caras de Houston. E eu explico o porquê.

    Os Rockets estão numa situação que eu chamo de “lose-lose”, sabe? Se eles ganharem a série, todo mundo vai falar que foi moleza porque os Lakers estavam machucados e sem o Luka Doncic. Agora, se perderem – aí meu amigo, vão falar que eram fraude mesmo e que precisam refazer todo o time em volta do Kevin Durant.

    É aquela pressão clássica da NBA: expectativa alta demais acaba custando emprego de técnico e gerente geral.

    Lakers jogando sem pressão nenhuma

    Enquanto isso, os Lakers tão voando baixinho e jogando com dinheiro da casa, como se diz por aí. Ninguém espera que o LeBron sozinho carregue esse time nas costas até longe nos playoffs. Então qualquer vitória que eles conseguirem já vai ser lucro.

    E essa mentalidade de “não temos nada a perder” é perigosíssima, galera. Time relaxado, jogando livre, sem medo de errar… já vi muito favorito se dar mal assim.

    Elenco dos Lakers não é só LeBron e figurantes

    Aliás, quem acha que é só o King e um monte de ruim tá muito enganado. Olha só esse elenco: Marcus Smart (ex-Defensor do Ano), Deandre Ayton no garrafão, Rui Hachimura que é monstro quando tá bem, Luke Kennard metendo bola de três, Jarred Vanderbilt fechando a defesa…

    Cara, esse time tem peças interessantes. Claro que não é um super team, mas também não dá pra subestimar não.

    E o mais preocupante pra Houston? Kevin Durant tá como “questionável” no relatório médico. Steven Adams e Fred VanVleet já estão fora confirmados. Do lado dos Lakers, sem Luka Doncic e Austin Reaves, mas mesmo assim…

    A linha de apostas tem Houston como favorito por 5.5 pontos. Parece razoável, mas eu sinceramente acho que essa série vai ser mais apertada do que todo mundo imagina. Os Rockets precisam entrar focados desde o primeiro minuto, porque se bobear, os Lakers podem dar o troco logo no jogo 1.

    E vocês, o que acham? Rockets resolvem fácil ou os Lakers podem dar trabalho mesmo desfalcados?

  • Magic atropela e vai enfrentar os Pistons nos playoffs

    Magic atropela e vai enfrentar os Pistons nos playoffs

    Cara, que exibição do Orlando Magic ontem! Eles simplesmente destruíram o Charlotte Hornets por 121 a 90 e garantiram a 8ª posição nos playoffs. E olha, não foi só uma vitória — foi uma aula de basquete.

    31 pontos de diferença. Trinta e um! Jamais vi uma surra dessas em um play-in game. O Paolo Banchero mostrou por que é considerado um dos jovens talentos mais promissores da liga, liderando a pontuação com 25 pontos. O Franz Wagner também fez a sua parte com 18 pontos, 7 rebotes e 6 assistências — dupla alemã-italiana funcionando perfeitamente.

    Magic jogando como se a vida dependesse disso

    O técnico Jamahl Mosley resumiu tudo depois do jogo: “Quando você joga com desespero e urgência, sabendo que ou vai pra casa ou estende a temporada, é isso que acontece. Não tem segunda chance.”

    E ele tá certíssimo. Vi o Magic jogando com uma intensidade absurda, principalmente na defesa. O LaMelo Ball até tentou segurar os Hornets com 23 pontos, mas sozinho não dá pra ganhar jogo na NBA, né?

    Charlotte continua na seca

    Dez anos. Dez temporadas seguidas fora dos playoffs para Charlotte. Sinceramente, fico com pena dos torcedores deles — é muito tempo sem ver o time brigar por algo maior. Têm talento individual, mas falta consistência coletiva.

    Agora o Magic vai enfrentar os Pistons no domingo, e cara, vai ser interessante. Na temporada regular eles empataram em 2-2, então promete ser uma série equilibrada. Vocês acham que Orlando consegue manter esse nível de jogo contra Detroit?

    Pra mim, esse Magic tem tudo pra incomodar. Time jovem, com fome, e agora com confiança lá em cima depois dessa goleada histórica. Vai ser show!

  • Warriors eliminados no play-in: fim melancólico pra era Curry?

    Warriors eliminados no play-in: fim melancólico pra era Curry?

    Cara, que dor no peito assistir os Warriors sendo eliminados assim. 111-96 pro Phoenix Suns no play-in da Conferência Oeste, e pronto — temporada 2025-26 acabou do jeito mais frustrante possível.

    O que mais me incomoda? Não foi nem a derrota em si, foi VER como aconteceu. Golden State tomou 18 pontos de diferença logo no primeiro quarto e nunca conseguiu se recuperar completamente. Até tentaram uma reação no segundo período, diminuindo pra 5 pontos no intervalo, mas os Suns foram implacáveis nos dois últimos quartos.

    Curry sumiu na hora H

    E o Steph? Mano, depois daquela apresentação monstruosa contra os Clippers na quarta-feira, ele simplesmente desapareceu quando mais precisavam dele. Apenas 17 pontos com 4/16 nos arremessos de quadra e 3/10 do perímetro. Pro padrão dele, foi um desastre.

    Sinceramente, não dá pra culpar só ele — a defesa dos Suns fez um trabalho primoroso. Mas numa partida eliminatória, você espera que o melhor arremessador da história apareça, né?

    Quem tentou carregar o piano foi Brandin Podziemski com 23 pontos (líder da equipe), Kristaps Porziņģis com 11 e De’Anthony Melton com 16. Mas sem o Curry no ritmo dele, não teve jeito.

    Draymond sendo Draymond

    E o Draymond Green? 5 pontos, 6 assistências, 2 rebotes e… expulsão nos segundos finais por discutir com Devin Booker (que também foi pra rua). Cara, o Dray acumulou 5 faltas e ainda arranjou confusão. Típico dele — às vezes ajuda, às vezes atrapalha.

    Agora os Suns vão enfrentar o Oklahoma City Thunder, primeiro colocado do Oeste, numa série que promete. Enquanto isso, os Warriors vão pra casa pensar no que deu errado.

    Offseason decisiva chegando

    E olha, a situação em Golden State tá complicada pra próxima temporada. Steve Kerr não tem contrato renovado ainda, então nem sabemos se ele continua. Draymond, Al Horford e Melton têm opções de jogador pra exercer. Porziņģis, Gary Payton II e Seth Curry viram agentes livres.

    Pra piorar, Jimmy Butler III vai perder boa parte da próxima temporada se recuperando de uma lesão no ligamento cruzado, e Moses Moody também deve ficar fora a maior parte do ano por causa de uma ruptura no tendão patelar.

    A pergunta que não quer calar: será que essa foi uma das últimas chances reais de título dessa geração dos Warriors? Com Curry fazendo 38 anos ano que vem, o tempo tá correndo contra eles.

    Mike Dunleavy e a diretoria têm muito trabalho pela frente pra transformar esse time que mal conseguiu se classificar pro play-in num verdadeiro candidato aos playoffs. E vocês, acham que os Warriors ainda têm mais uma corrida de título no tanque com essa formação?

  • Kerr se emociona e diz ‘não sei o que vai acontecer’ para Curry e Draymond

    Kerr se emociona e diz ‘não sei o que vai acontecer’ para Curry e Draymond

    Cara, que momento difícil de assistir. A temporada dos Warriors acabou ontem no play-in contra o Suns, e os microfones da Prime Video pegaram uma conversa que simplesmente partiu o coração de qualquer fã de basquete.

    Steve Kerr abraçou Stephen Curry e Draymond Green nos segundos finais da derrota e disse: “Eu não sei o que vai acontecer a seguir, mas amo vocês até a morte. Obrigado. Eu aprecio vocês.” Mano, até o Dirk Nowitzki que estava comentando o jogo se emocionou ouvindo isso.

    O fim de uma era dourada?

    Olha, é impossível não ficar nostálgico vendo essa cena. Esse trio — Kerr, Curry e Draymond — construiu uma das dinastias mais impressionantes da NBA moderna. Desde 2014, foram quatro títulos da NBA, seis finais e uma revolução no basquete mundial. Agora, com Curry aos 38 anos e Green aos 36, todo mundo tá se perguntando: será que é o fim?

    O próprio Kerr foi bem direto sobre a situação. O contrato dele expirou e ele não tá fazendo drama — reconhece que “esses empregos todos têm data de validade”. Na minha opinião, isso mostra a maturidade de quem já conquistou tudo que podia conquistar.

    Green pode sair mesmo

    E o Draymond? O cara tem uma opção de jogador para a próxima temporada e tá sendo cotado como possível moeda de troca. Sinceramente, depois de ver ele partir pra cima do Devin Booker no banco (sim, ele conseguiu ser expulso mesmo já tendo saído do jogo por faltas), eu não sei se os Warriors ainda têm paciência com essas explosões.

    Green até falou que espera “ter feito o suficiente para ainda estar aqui”. Cara, você ajudou a ganhar quatro títulos — acho que já fez mais que o suficiente, não é?

    O que vocês acham? Os Warriors devem apostar em uma renovação total ou tentar manter esse núcleo histórico junto por mais um tempo? Porque uma coisa é certa: ver esses caras se despedindo assim dói no peito de qualquer um que acompanhou essa jornada incrível.

  • Draymond pode ter se despedido dos Warriors do jeito que veio

    Draymond pode ter se despedido dos Warriors do jeito que veio

    Olha, se o Draymond Green realmente deixar o Golden State Warriors depois dessa temporada, pelo menos foi embora sendo ele mesmo até o fim. E vocês sabem como ele é, né?

    Os Warriors caíram ontem pro Phoenix Suns por 111-96 no play-in, e o fim da temporada teve tudo a ver com a personalidade explosiva do Draymond. No finalzinho do quarto período, quando o jogo já tava decidido, ele arrumou briga com o Devin Booker e acabou expulso pelo Scott Foster – sim, aquele mesmo árbitro que já virou meme na NBA.

    A confusão que ninguém esperava

    Primeiro o Draymond fez uma falta dura no Booker longe da bola, cometeu a sexta falta e saiu do jogo. Até aí, normal. Ele foi pro banco, deu um abraço no Stephen Curry e no Steve Kerr – momento bonito, né? Doze temporadas juntos, quatro títulos… Mas aí que a coisa desandou.

    Em vez de ficar quieto no banco, o Draymond começou a trocar umas palavrinhas com o Booker na linha do lance livre. A discussão esquentou rapidinho, e o Booker precisou ser segurado. O Foster não pensou duas vezes e deu técnica dupla, expulsando os dois.

    Sinceramente? Típico do Draymond. O cara não consegue deixar passar, mesmo quando o jogo já era. Saiu de quadra provocando a torcida, como sempre faz. Terminou com 5 pontos, 6 assistências, 2 rebotes e 5 turnovers – uma noite pra esquecer mesmo.

    E agora, qual o futuro dele?

    A grande pergunta é: será que foi a última vez que vimos o Draymond com a camisa dos Warriors? Ele tem uma opção de jogador no contrato dele de US$ 27,7 milhões, mas quer uma extensão. E pelo que eu acompanho, ele já tava disponível no trade deadline.

    Se ele não exercer a opção e virar agente livre, ou se exercer e ficar com contrato expirando, os Warriors podem muito bem trocar ele. Faz sentido, pensando em montar um time mais jovem ao redor do Curry nos últimos anos da carreira do cara.

    Até o Steve Kerr tá com contrato vencendo. Imagina se os dois saem juntos? Seria o fim de uma era mesmo. Quatro títulos, uma dinastia que marcou época… mas tudo tem fim na NBA.

    E vocês, acham que o Draymond fica ou vai embora? Eu tenho a impressão que depois dessa confusão toda, a saída dele ficou ainda mais provável. O cara é único, mas às vezes unique demais pode ser problema também.

  • Warriors acabou? Suns elimina Golden State e vai pegar o Thunder

    Warriors acabou? Suns elimina Golden State e vai pegar o Thunder

    Cara, que noite foi essa em Phoenix. Os Suns simplesmente deram um banho nos Warriors e mandaram a galera de Stephen Curry pra casa mais cedo. 111 a 96, sem dó nem piedade. E o mais louco? Agora eles vão encarar nada menos que o atual campeão Thunder na primeira rodada dos playoffs.

    Jalen Green foi absolutamente monstro na partida. 36 pontos com 14 de 20 nos arremessos — e olha só esse dado que me deixou de queixo caído: 8 de 14 do perímetro. Oito bolas de três! O cara simplesmente não errava nada. Devin Booker contribuiu com 20 pontos, mas a estrela mesmo foi o Green.

    A defesa que sufocou Curry

    E o que dizer da marcação em cima do Curry? O homem de 38 anos simplesmente não conseguiu respirar em quadra. Apenas 17 pontos com 4 de 16 nos arremessos. Jordan Goodwin foi uma peste na defesa — 19 pontos, 9 rebotes e impressionantes 6 roubos de bola. Esse cara foi fundamental pra neutralizar o ataque dos Warriors.

    Vocês viram a confusão entre Booker e Draymond Green? Os dois levaram dupla técnica e foram expulsos no último quarto. Sinceramente, acho que isso até ajudou os Suns, porque o time já estava controlando mesmo.

    Golden State tentou, mas não conseguiu

    Olha, eu não vou mentir: por um momento achei que os Warriors iam conseguir mais uma virada épica. Eles já tinham revertido uma desvantagem de 13 pontos contra os Clippers na quarta-feira, então quando o Curry acertou aquela bola de três pra deixar 85 a 78, pensei “lá vamos nós de novo”.

    Mas os Suns responderam na lata — sete pontos seguidos e praticamente selaram o jogo ali. Phoenix chegou a abrir 69 a 53 no terceiro quarto, perdeu um pouco do controle, mas soube administrar quando precisou.

    Brandin Podziemski foi o cestinha dos Warriors com 23 pontos, mas não deu pro gasto. Kristaps Porzingis jogou mancando por causa de uma torção no tornozelo e conseguiu apenas 11 pontos em 15 minutos.

    E aí, galera? Acham que os Suns têm chance contra o Thunder? Vai ser uma série e tanto, porque Oklahoma City não é brincadeira não. Mas depois de uma performance dessas, quem sabe o time de Phoenix não surpreende mais uma vez?

  • Hornets quebram o coração da torcida na hora H dos playoffs

    Hornets quebram o coração da torcida na hora H dos playoffs

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu com o Charlotte Hornets na sexta-feira. Sério mesmo. A gente passou o ano inteiro vendo esse time jogar um basquete absurdo, atropelando todo mundo pelo caminho, e aí quando chega na hora H dos playoffs… essa lambança acontece.

    Olha, vou ser sincero com vocês: depois daquela vitória épica contra o Miami Heat no primeiro jogo do play-in, eu realmente acreditei que tinha algo mágico rolando. 127 a 126 na prorrogação, com arremessos impossíveis entrando — parecia que o Hornets tinha uma proteção divina mesmo. A torcida em Charlotte já tava sonhando com os playoffs de verdade.

    O pesadelo contra o Orlando Magic

    Mas aí veio a realidade. E que realidade cruel, meu amigo.

    O que rolou contra o Orlando Magic foi de partir o coração. 121 a 90. Cento e vinte e um a noventa! Uma surra histórica justamente no jogo mais importante da temporada. O Hornets simplesmente não apareceu pra jogar — já no primeiro quarto tavam tomando uma cacetada e nunca conseguiram se recuperar.

    E o mais doído? Se ganhassem, iam enfrentar o Detroit Pistons na primeira rodada dos playoffs. Detroit! Um adversário totalmente no alcance deles. A vaga tava ali, na mão, e eles deixaram escapar da pior forma possível.

    Torcida desabafa nas redes

    A torcida do Hornets não perdoou mesmo, né? As redes sociais ficaram uma loucura depois do jogo, e eu entendo perfeitamente a revolta do pessoal. Um torcedor resumiu bem: “Foi um final muito triste. Sorte melhor na próxima temporada.”

    Outro foi mais direto na crítica: “Não eram tão bons quanto a mídia fazia parecer, mas essa performance foi de dar nojo mesmo. Ninguém esperava uma coisa dessas.” E é verdade, cara. Ninguém — eu disse NINGUÉM — esperava que o Hornets ia entregar os pontos desse jeito.

    Tem gente já pensando na próxima temporada: “Final difícil. Não estavam preparados pro basquete físico dos playoffs. Mas se os titulares ficarem saudáveis, consigo ver a gente nos playoffs como sexto colocado ano que vem.”

    Na minha opinião? O Hornets teve tudo pra fazer uma temporada histórica e desperdiçou na reta final. É frustrante demais ver um time com tanto potencial não conseguir executar quando mais precisava. Vocês acham que eles conseguem se recuperar dessa decepção na próxima temporada?

  • Wolves x Nuggets: Jokic pode destruir de novo nos playoffs

    Wolves x Nuggets: Jokic pode destruir de novo nos playoffs

    E lá vamos nós de novo para mais um capítulo dessa rivalidade que tá ficando boa demais! Os Minnesota Timberwolves desembarcam em Denver para encarar os Nuggets no primeiro jogo da série de playoffs, e cara… eu já tô com o coração na mão.

    Olha, vou ser sincero: o Nikola Jokic simplesmente vira um monstro quando joga contra os Wolves. Os números não mentem, pessoal. Na temporada regular, o sérvio teve médias absurdas de 35.8 pontos, 15 rebotes e 11.3 assistências nos quatro jogos contra Minnesota. TRINTA E CINCO PONTOS de média! Isso é coisa de maluco.

    O Joker não perdoa os Wolves

    O mais impressionante? Jokic passou da marca de 52 pontos + rebotes + assistências em três dos quatro confrontos. No jogo de Natal, o cara fez 56/16/15 — praticamente ganhou o jogo sozinho com os pontos. Na temporada passada, entregou um triple-double monstro de 61/10/10.

    Eu não sei o que os Timberwolves fizeram pro Jokic, mas o homem claramente guarda alguma mágoa. Suas duas maiores pontuações das últimas temporadas? Adivinha contra quem foram…

    E o Rudy Gobert vai ter que marcar ele. Sinceramente, acho que o francês vai sofrer. O Jokic espalha o jogo com o arremesso de três e ainda tem aquela visão de jogo que deixa qualquer defensor perdido.

    Ant pode responder à altura?

    Anthony Edwards teve a melhor temporada da carreira — 28.8 pontos por jogo e jogando num nível All-Star. O garoto tem mostrado que não se intimida em Denver, fazendo 37+ pontos em seis dos últimos sete jogos contra os Nuggets.

    Mas aqui entre nós: vai ser suficiente pra parar essa máquina de Denver? Os Nuggets terminaram a temporada com dez vitórias seguidas. Dez! Claro que só cobriram o spread em cinco desses jogos, mas mesmo assim…

    Os Wolves vinham bem também, com seis vitórias e quatro derrotas ATS nos últimos dez, mesmo com lesões importantes. Jaden McDaniels e o próprio Edwards perderam alguns jogos no final da temporada.

    O que esperar do Jogo 1?

    Essa série promete ser um jogaço. É a terceira vez em quatro anos que esses times se enfrentam nos playoffs — já virou tradição. E vocês sabem como é primeiro jogo de série: todo mundo nervoso, querendo impor o ritmo.

    Eu apostaria numa partida alta, viu? Minnesota passou do total de pontos em quatro dos últimos cinco jogos, e Denver fez isso em oito dos últimos dez. Com os dois times praticamente 100%, vai rolar bola pra todo lado.

    O que mais me chama atenção é como o Jokic vira uma máquina de triple-double contra os Wolves especificamente. Foram 34 triple-doubles na temporada (recorde da NBA!), e três deles contra Minnesota. Coincidência? Eu acho que não.

    Edwards também tem aquele talento especial pra roubar bolas — liderou os Wolves com 1.4 roubos por jogo. Nos últimos dois confrontos com Denver, fez três roubadas em cada. Pode ser um fator decisivo.

    Minha sensação? Vai ser um jogo bem disputado, com os Nuggets levando vantagem em casa, mas os Wolves não vão facilitar nada. Jokic vai fazer a diferença, como sempre faz contra esse time. Mas se o Ant aparecer no seu melhor nível… aí a coisa fica interessante!

  • Bridges explica por que playoffs da NBA são um ‘jogo de xadrez’

    Bridges explica por que playoffs da NBA são um ‘jogo de xadrez’

    Cara, o Mikal Bridges mandou uma real sobre a diferença entre temporada regular e playoffs que todo mundo que acompanha NBA precisa ouvir. O ala do Knicks comparou os playoffs com um jogo de xadrez — e olha, não podia ter escolhido metáfora melhor.

    “É ainda mais detalhado”, disse Bridges sobre a preparação para os playoffs. “É legal, você joga 82 jogos, um jogo diferente todo dia, cidade diferente, isso e aquilo, mas o que eu sempre sinto sobre os playoffs é que é sempre bom focar em apenas um time e conseguir se concentrar neles e no que temos que fazer — como um jogo de xadrez.”

    Knicks x Hawks: O duelo que promete

    Os Knicks estão se preparando para enfrentar o Atlanta Hawks na primeira rodada, começando no sábado no Madison Square Garden. Quatro anos consecutivos de playoffs — quem diria isso há uns anos atrás, né?

    Na minha opinião, essa é a melhor fase do Knicks desde aqueles times históricos. Eles chegaram nas finais da conferência no ano passado, depois de duas semifinais consecutivas. Tá na cara que esse time finalmente encontrou uma identidade.

    O interessante é que entre Knicks e Hawks esse ano, Nova York levou 2 de 3 jogos, ganhando os dois em Atlanta (inclusive um na última semana da temporada regular). Só perderam um em casa mesmo.

    Experiência que conta

    “Acho que foi bom termos jogado contra eles”, comentou Bridges sobre o confronto da última semana. “Parecia um jogo de playoff também, estando naquela arena com os fãs deles e nossos fãs, final de temporada e dois times realmente bons jogando e batalhando.”

    Sinceramente, eu adoro quando os jogadores falam assim — dá pra sentir que eles realmente entendem o momento. Miles McBride completou o raciocínio de uma forma que achei muito madura: “Tentamos não olhar para o passado no sentido de que erramos necessariamente, focamos mais em: este é nosso desafio este ano.”

    E faz sentido, porque o Detroit que eles enfrentaram ano passado não tem nada a ver com esse Hawks. Cada série é uma história diferente.

    Vocês acham que os Knicks finalmente conseguem chegar nas finais esse ano? Com Bridges falando desse jeito, parece que a mentalidade tá no lugar certo. O jogo de xadrez começou — agora é ver quem joga melhor as peças no tabuleiro do Madison Square Garden.

  • Thunder não fala em bi: a receita de OKC pra repetir o título

    Thunder não fala em bi: a receita de OKC pra repetir o título

    Olha, eu já vi muito campeão da NBA se achar o dono da quadra no ano seguinte e acabar levando um banho de realidade logo na primeira rodada dos playoffs. Por isso que tô impressionado com a postura do Oklahoma City Thunder nesta temporada.

    O Thunder é o atual campeão da NBA. Tem também o quinto elenco mais jovem da liga. Essa combinação? Normalmente é receita pra desastre total.

    A maldição do “eu primeiro”

    Pat Riley chamava isso de “a doença do eu” — quando os jogadores começam a pensar mais nos próprios números, nos próprios toques na bola, no próprio salário. Acontece até com veteranos experientes. O basquete coletivo que ganhou o anel vai pro espaço, e junto com ele a chance de repetir.

    Mas sinceramente? OKC não tá dando essa vibe nem um pouco.

    “Acho que é isso que nos torna tão bons, o fato de termos tantos caras que jogam pelo coletivo”, falou Jaylin Williams. “Ninguém entra pensando ‘vou chutar 25 vezes hoje porque fulano tá machucado’. Todo mundo pensa em fazer o que o time precisa pra ganhar.”

    Proibido falar em bicampeonato

    O técnico Mark Daigneault instalou uma filosofia meio chata mas eficiente: foco nas coisas pequenas que as grandes vão acontecer. Todo treinador fala isso, né? A diferença é que do Shai Gilgeous-Alexander pra baixo, TODO MUNDO comprou a ideia.

    E sabe o que mais me impressiona? Eles literalmente NÃO falam sobre repetir o título no vestiário. É assunto proibido.

    “A gente tenta não pensar assim”, disse Lu Dort. “Óbvio que somos os atuais campeões, mas tentamos nem pensar nisso. Ainda temos que bater cada time quatro vezes pra avançar.”

    Pode soar chatão esse papo de “processo” e “bons hábitos”, mas tá funcionando. Esses caras lembram muito o San Antonio dos tempos do Tim Duncan — sem drama, sem ego, só trabalhando duro nos detalhes. Duncan tem cinco anéis pra provar que funciona.

    Continuidade é tudo

    Uma coisa que OKC tem e a maioria dos times não consegue mais na era do salary cap: continuidade no elenco. O núcleo que vai tentar o bi já ganhou junto. Até jogadores como Ajay Mitchell, que agora tem papel maior, já conhecem o sistema por dentro.

    “Definitivamente ajuda”, confirmou Dort. “Ter praticamente os mesmos caras da temporada passada… nossa química só melhora.”

    Até as lesões que pegaram o time — Jaylin Williams, Alex Caruso, Isaiah Hartenstein — viraram oportunidade pro Daigneault testar combinações diferentes.

    Vocês acham que essa postura mental vai segurar a pressão dos playoffs? Porque uma coisa eu sei: ficar falando em repetir título antes da hora é a maneira mais rápida de não repetir título nenhum.