Tag: NBA Playoffs

  • Robinson e Clarkson viraram os líderes que os Knicks precisavam

    Robinson e Clarkson viraram os líderes que os Knicks precisavam

    Olha, eu nunca pensei que fosse escrever isso, mas Mitchell Robinson está se tornando uma das vozes mais importantes do vestiário dos Knicks. E não, não é brincadeira.

    Todo mundo conhece o Mitch pelo lado palhaço — aquele cara que não se leva muito a sério e sempre tá fazendo gracinha. Mas ultimamente, ele tem sido um dos jogadores mais vocais criticando alguns problemas preocupantes do time e cobrando mudanças antes dos playoffs.

    “Os caras estão começando a confiar muito mais em mim”, disse Robinson após o treino no sábado. “Eles confiam em mim, então estou falando o que vejo e coisas que acho que podemos melhorar. Ser mais vocal está vindo naturalmente.”

    A cobrança que precisava vir

    Depois daquela vitória sofrida por apenas um ponto contra o Brooklyn Nets — que tá claramente perdendo de propósito pra pegar pick alto —, o Robinson foi direto: “Nossa abordagem tem que melhorar. Não podemos só olhar pro record deles e falar ‘vamos dar uma surra’. Temos que ser melhores em tudo.”

    E aí que vem o mais interessante. Após a derrota pros Hornets na quinta, o cara foi pro Instagram e desabafou: “nem importa se não mudarmos nossa abordagem, não vamos fazer nada especial, continuem com essa besteira, eu incluído.”

    Cara, isso é liderança de verdade. Ele não tá só apontando o dedo pros outros — tá se colocando na roda também.

    Clarkson entrando na conversa

    E não é só o Robinson. Jordan Clarkson, que recentemente voltou a ganhar minutagem na rotação, também está se destacando como líder. O técnico Mike Brown foi bem claro sobre isso:

    “Liderança pode vir de várias formas diferentes. Um cara como Jordan Clarkson está começando a se separar e mostrar que é um dos líderes do time. Só porque você é titular, só porque pontua muito ou defende bem, não significa necessariamente que você é líder.”

    Brown continuou: “Líderes não têm medo de falar a verdade. Fazem o que dizem. E o Jordan, que passou por muita coisa, que se manteve pronto mesmo quando estava fora, agora falar na frente do grupo — isso é liderança real.”

    Sinceramente? Faz todo sentido. O Clarkson já rodou a liga toda, sabe o que é pressão, e não tem nada a perder falando as verdades.

    Vozes além dos óbvios

    Claro que Brunson é o capitão oficial. Hart é o maior falador. Towns, pela importância, tem que ser influente. Mas Mikal Bridges e OG Anunoby não são muito de falar — o que deixa um buraco que Robinson e Clarkson podem preencher perfeitamente.

    E vocês sabem o que eu acho? Isso pode ser exatamente o que os Knicks precisavam. Às vezes as melhores lideranças vêm de onde menos esperamos. Robinson é o cara que mais tempo tem de Knicks no elenco atual, conhece a casa como ninguém. Clarkson tem quilometragem de sobra na NBA.

    A questão agora é: será que essa nova dinâmica vai funcionar nos playoffs? Porque uma coisa é falar bonito no treino, outra é segurar a bronca quando a pressão apertar de verdade. Mas pelo menos agora eles têm mais vozes no vestiário — e isso nunca é ruim.

  • Bucks fora dos playoffs: Doc Rivers culpa lesões pelo fiasco

    Bucks fora dos playoffs: Doc Rivers culpa lesões pelo fiasco

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso. Os Milwaukee Bucks — MILWAUKEE BUCKS — estão oficialmente fora dos playoffs pela primeira vez desde 2016. É de doer o coração mesmo.

    A eliminação veio depois de uma surra histórica de 127-95 para o San Antonio Spurs do Wembanyama no sábado. 29 vitórias e 44 derrotas. Décimo primeiro lugar no Leste. Um desastre completo.

    Doc Rivers não esconde a frustração

    “Tem sido decepcionante, obviamente”, disse Doc Rivers pros repórteres, e olha, pelo menos ele não tentou dourar a pílula. O técnico foi direto: desde que chegou em Milwaukee, não teve um período sequer com o time saudável.

    E não estamos falando de reservas machucados não — foram os caras principais. Giannis fora desde 15 de março, Damian Lillard foi dispensado antes mesmo da temporada começar. Como você monta um time competitivo assim?

    A declaração mais impactante do Doc? “Nós temos apenas uma estrela, enquanto todos os outros times têm duas ou três.” Pesado demais. É como jogar com uma mão amarrada nas costas.

    O futuro incerto de Giannis

    Agora vem a pergunta que não quer calar: o que acontece com o Greek Freak? O co-proprietário Wes Edens já foi claro — ou renovam com Giannis ou ele é trocado. Não tem meio termo.

    Sinceramente, se eu fosse o Giannis, estaria pensando sério sobre meu futuro. O cara já ganhou título, MVP, foi campeão de tudo que podia em Milwaukee. Mas e agora? Aos 31 anos, ele vai querer desperdiçar mais um ano numa reconstrução?

    Pelo menos alguém se destacou

    Nem tudo foi negativo. Doc Rivers elogiou bastante o Bobby Portis pela liderança durante essa temporada complicada. “Ele foi um profissional durante todo o ano”, disse o técnico.

    Os jovens Ryan Rollins, Pete Nance e Ousmane Dieng também ganharam experiência valiosa. Mas convenhamos — quando você está elogiando jovens numa temporada que deveria ser de título, é porque a coisa desandou mesmo.

    E vocês, acham que Giannis fica ou vaza? Porque, olhando friamente, é difícil culpar o cara se ele quiser ir embora. Milwaukee teve sua chance de ouro e deixou escapar por entre os dedos.

  • Harris comanda, Pistons destroem Wolves e disparam na liderança do Leste

    Harris comanda, Pistons destroem Wolves e disparam na liderança do Leste

    Cara, os Pistons estão voando! Na vitória de 109-87 sobre os Timberwolves ontem, Detroit mostrou por que está brigando sério pela primeira colocação no Leste. Tobias Harris foi o cara da partida com 18 pontos, mas o que mais me impressiona é como esse time está jogando coletivamente.

    Sinceramente? Eu não esperava ver os Pistons nessa posição há uns dois anos atrás. Mas olha só: nove vitórias em 11 jogos e uma vantagem de quatro jogos sobre os Celtics na liderança da conferência. Isso é coisa séria!

    Jogo coletivo que emociona

    O que mais me chamou atenção foi a distribuição dos pontos. Harris liderou com 18, mas teve cinco caras fazendo pelo menos dois dígitos. Daniss Jenkins e Ronald Holland II meteram 13 cada um, e o pivô Jalen Duren fez um double-double sólido: 10 pontos e 13 rebotes.

    Essa distribuição ofensiva é o que separa times bons de times especiais na NBA. Quando você não depende só de uma estrela, fica muito mais difícil de parar.

    Minnesota sem seus principais

    Do outro lado, Minnesota está vivendo um pesadelo com lesões. Anthony Edwards perdeu o sexto jogo seguido por causa de inflamação no joelho direito — e olha que ele é praticamente o motor ofensivo dos Wolves. Jaden McDaniels e Ayo Dosunmu também ficaram fora.

    Detroit também teve baixa importante: Cade Cunningham continua fora (pulmão colapsado, algo bem sério), mas a diferença é que os Pistons conseguiram se adaptar melhor às ausências.

    Donte DiVincenzo foi praticamente um exército de um homem só para Minnesota, acertando cinco bolas de três e terminando com 22 pontos. Rudy Gobert fez sua parte com 14 pontos e 12 rebotes, mas não foi suficiente. Os Wolves erraram MUITO: apenas 32% dos arremessos de quadra. É difícil ganhar assim.

    E aí, vocês estão acreditando nesse Pistons? Porque eu tô começando a ver esse time fazendo barulho nos playoffs do Leste. Com essa consistência e jogo coletivo, podem incomodar muito os favoritos.

  • Curry pode estar fora da temporada — e os Warriors sabem disso

    Curry pode estar fora da temporada — e os Warriors sabem disso

    Olha, eu não queria escrever isso, mas parece que o Stephen Curry pode mesmo não voltar mais nesta temporada. Steve Kerr finalmente falou a real: estão acabando os jogos pra trazer o cara de volta.

    “Não vamos trazer ele de volta pro Play-In. Ele precisa jogar alguns jogos, e precisamos dar uma preparação pra ele se isso for funcionar. E estamos ficando sem jogos, é justo dizer isso”, disse o técnico dos Warriors na sexta-feira.

    Cara, desde 30 de janeiro que o Curry não joga. JANEIRO. O último jogo foi contra o Detroit Pistons, e desde então é só “joelho de corredor” e esperança. Os Warriors falam que ele tá “day-to-day”, mas sinceramente? Tá parecendo mais “season-to-season”.

    A matemática cruel dos Warriors

    Os números não mentem: Golden State tem 35-38 de campanha e tá na 10ª posição no Oeste. Dois jogos atrás do Clippers pro 8º lugar, com apenas nove partidas restando. Monstro, a conta não fecha.

    E o mais louco? O Curry tá doido pra voltar. Em 15 de março, depois de um jogo contra o Knicks (que ele obviamente não jogou), ele mandou: “Não é quem somos. Se temos algo pra jogar, nós jogamos. Então estou trabalhando pra voltar”.

    Essa determinação do cara é absurda. Kerr até comparou com o futuro: “Ele provavelmente vai ser assim quando tiver 78 anos, voltando de uma lesão que afetou o jogo de golfe dele”.

    A janela se fechando

    Aqui é onde fica tenso: se o Curry não conseguir fazer um treino 5×5 completo na próxima semana, é praticamente certeza que a temporada acabou pra ele. E olha, sendo realista aqui — mesmo que ele volte, será que dá tempo de entrosar e fazer diferença nos playoffs?

    Os Warriors disseram que ele pode participar de scrimmages nos “próximos dias”. Mesma promessa que fizeram no fim de semana passado, antes de recuarem de novo. Tá começando a soar como disco arranhado, né?

    A real é que ver o Curry fora dos playoffs seria surreal. O cara que revolucionou o basquete, que tem quatro anéis, assistindo os Warriors tentarem se classificar sem ele? Não bate.

    Vocês acham que ele deveria forçar a volta mesmo sem estar 100%, ou é melhor pensar na próxima temporada? Porque sinceramente, eu tô dividido entre querer ver o mago de volta e saber que pode ser mais prejuízo que benefício neste momento.

  • Doc Rivers desabafa sobre temporada dos Bucks: lesões e rumores do Giannis

    Doc Rivers desabafa sobre temporada dos Bucks: lesões e rumores do Giannis

    Cara, que temporada decepcionante pros Bucks. Ontem mesmo eles foram oficialmente eliminados dos playoffs depois de perder em casa pro Spurs — e olha que o San Antonio nem tá fazendo uma temporada das melhores.

    Doc Rivers não conseguiu esconder a frustração quando perguntaram sobre o que deu errado em Milwaukee. E sinceramente? Dá até pra entender o cara.

    Sem saúde, sem chance

    “Desde que cheguei aqui, não tive um período sequer com todos saudáveis”, desabafou o Rivers. “E não era qualquer jogador não — era o Giannis, era o Dame. Você torce pra conseguir jogar assim mesmo, mas simplesmente não deu.”

    O técnico bateu numa tecla interessante: enquanto outros times têm duas, três estrelas, Milwaukee este ano ficou praticamente só com uma. Quando o Giannis ou o Lillard saía machucado, o time simplesmente desmoronava. E convenhamos, lesão dos caras principais é algo que todo time da NBA tem que saber lidar melhor.

    Os rumores pesaram

    Agora vem a parte mais interessante do desabafo. Rivers admitiu que “toda a conversa e essas coisas provavelmente não ajudaram”. Traduzindo: os rumores de troca do Giannis pesaram no vestiário.

    Imagina só a situação — você é um jogador tentando se concentrar na temporada enquanto toda semana sai uma notícia diferente sobre seu craque querendo vazar do time. Complicado demais. E o pior é que os rumores tinham fundamento, né? O próprio Giannis deixou claro que queria competitividade.

    Pelo menos alguns pontos positivos

    Mas nem tudo foram lágrimas no papo do Rivers. Ele elogiou alguns jovens que apareceram na temporada: Ryan Rollins, Pete Nance e Ousmane Dieng. “São os pontos positivos que eu sempre tento enxergar”, falou o técnico.

    E teve uma reflexão interessante sobre o A.J. Green, que meio que virou saco de pancadas da torcida. Rivers assumiu que o cara jogou minutos demais por falta de opção e que isso prejudicou o desenvolvimento dele. Pelo menos reconheceu, né?

    O Bobby Portis também ganhou elogios especiais. Rivers disse que o cara foi um profissional exemplar o ano todo, sempre tentando liderar e manter o grupo unido. E olha, considerando a bagunça que foi essa temporada, isso não deve ter sido fácil.

    Agora é esperar pra ver o que os Bucks vão fazer na offseason. Vocês acham que o Giannis fica mesmo ou essa história de troca vai esquentar de vez?

  • Bucks fora dos playoffs: fim de uma era em Milwaukee?

    Bucks fora dos playoffs: fim de uma era em Milwaukee?

    Cara, não dá pra acreditar no que aconteceu ontem em Milwaukee. Os Bucks foram oficialmente eliminados dos playoffs com uma surra de 127-95 do San Antonio — e sinceramente, doeu assistir isso.

    Nove anos seguidos de playoffs. NOVE. Desde que pegaram o Giannis no draft em 2013, os Bucks eram uma das franquias mais sólidas da liga. Agora? Fora da pós-temporada pela primeira vez desde… bem, desde antes do Greek Freak explodir no cenário.

    Giannis machucado e as polêmicas

    O mais frustrante é que o Giannis tá fora há seis jogos por causa dessa hiperextensão no joelho esquerdo. O cara jogou apenas 36 partidas nesta temporada — e olha que estamos quase no fim. É impossível competir no Leste sem seu melhor jogador, né não?

    Mas aí que a coisa fica interessante (e complicada). Rolou toda aquela treta com o sindicato dos jogadores acusando os Bucks de querer ‘tankar’ o resto da temporada. Vocês lembram? O NBPA basicamente mandou um recado dizendo que Milwaukee queria sentar o Giannis de propósito. Polêmica forte.

    Na minha visão, é uma situação delicada. Por um lado, entendo preservar o cara pra próxima temporada. Por outro, meio que abandonar a temporada assim… sei lá, não parece muito com a mentalidade dos Bucks que a gente conhece.

    San Antonio voando alto

    Enquanto isso, os Spurs continuam nessa sequência monstruosa — oito vitórias seguidas! E olha só: 13 vitórias nas últimas 14 partidas. Pra quem acompanha, sabe que eles tão a apenas dois jogos do Thunder na liderança do Oeste.

    O Stephon Castle fez um triple-double absurdo (22 pontos, 10 assistências, 10 rebotes) e o Wembanyama… meu Deus, que jogador. 23 pontos, 15 rebotes, 6 assistências. Esse francês de 2,24m é simplesmente irreal.

    Vocês acham que os Spurs têm chances reais de incomodar lá em cima? Porque eu tô começando a acreditar nesse time jovem.

    Pro Milwaukee, agora é pensar em 2024-25. Com o Giannis saudável e talvez alguns ajustes no elenco, dá pra sonhar em voltar aos playoffs. Mas cara, que fim de temporada amargo pra uma franquia que a gente tava acostumado a ver brigando lá em cima.

  • Jalen Williams voltou, mas a cabeça ainda tá no processo

    Jalen Williams voltou, mas a cabeça ainda tá no processo

    Cara, que situação interessante a do Jalen Williams no Thunder. O cara voltou há apenas 3 jogos depois de ficar 15 partidas fora por lesões no posterior da coxa direita, e ontem contra o Bulls foi o melhor jogo dele desde que retornou: 18 pontos, 8 assistências, 6 rebotes. Números sólidos, né?

    Mas o mais interessante foi o que ele disse depois da vitória por 131-113. Williams foi super honesto sobre o que realmente tá atrapalhando ele — e não é o físico, não.

    O inimigo tá na cabeça

    “A maior questão pra mim é mental. Da última vez que eu lesionei, eu tava me sentindo bem. E acabei machucando tentando alcançar um passe”, disse Williams. Olha, eu entendo perfeitamente isso aí.

    Qualquer um que já teve uma lesão mais séria sabe como é. Você volta fisicamente pronto, mas a cabeça fica ali, no cantinho, sussurrando: “e se acontecer de novo?”. É uma parada que só passa com tempo e repetição.

    “É uma daquelas coisas que com o tempo, quanto mais você pratica, para de pensar nisso. É onde eu tô agora, não pensando mais. Posso fazer mais dos meus movimentos normais, parar, sem ficar com isso na cabeça”, completou o jogador.

    Thunder na briga pelo primeiro lugar

    E olha, o timing da volta do Williams não podia ser melhor. O Thunder tá brigando pela primeira posição do Oeste com apenas 2 jogos de vantagem sobre o San Antonio Spurs. Com 8 partidas restantes na temporada regular, cada jogo importa pra caramba.

    O técnico Mark Daigneault, aliás, mandou uma resposta interessante quando perguntaram se ele tava mais pressionado por causa da posição na tabela: “Se sua urgência aumenta baseada na classificação, então sua urgência não era alta o suficiente desde o começo”.

    Cara durão esse Daigneault, hein? Mas faz sentido — o Thunder ganhou 13 dos últimos 14 jogos. Tá funcionando a filosofia deles.

    Com Shai Gilgeous-Alexander liderando o ataque (25 pontos ontem) e Williams voltando ao seu nível, vocês acham que o Thunder tem chance real de brigar pelo título? Sinceramente, esse time tá me impressionando cada vez mais. A juventude tá amadurecendo na hora certa.

  • 9 coisas que os Lakers precisam resolver nas últimas 9 partidas

    9 coisas que os Lakers precisam resolver nas últimas 9 partidas

    Olha, os Lakers voltaram pra casa com aquela sensação gostosa de dever cumprido — 5 vitórias em 6 jogos numa viagem de quase duas semanas. Tá, isso consolidou o 3º lugar deles no Oeste, mas sinceramente? Ainda tem MUITA coisa pra resolver antes dos playoffs chegarem.

    Com apenas 9 jogos restantes na temporada regular, vou listar aqui as questões que mais me preocupam (e empolgam) como fã dos Lakers:

    Rebote defensivo tá uma bagunça

    Cara, mesmo ganhando 13 dos últimos 15 jogos, o rebote defensivo dos Lakers despencou. Antes do All-Star break eles eram 7º lugar (70,3%), agora estão em 17º (68,9%). Em março então? 22º colocado. Vinte e dois!

    O JJ Redick falou a real: “A gente precisa parar de ficar só olhando a bola e conhecer melhor quem são os caras que vão brigar pelo rebote”. Traduzindo: tão dormindo na jogada.

    LeBron perseguindo mais um recorde histórico

    O Rei continua quebrando recordes como se fosse brincadeira. Já passou o Robert Parish em jogos disputados na temporada regular, e agora tá a DUAS vitórias de empatar com Kareem Abdul-Jabbar no recorde de vitórias combinadas (temporada regular + playoffs).

    São 1.226 vitórias do LeBron contra 1.228 do Kareem. Duas vitórias, gente. Duas! E olha que ele já é o maior vencedor dos playoffs na história (183 vitórias).

    Luka Dončić na corrida do MVP

    O esloveno tá simplesmente monstruoso em março. Média de 36,9 pontos por jogo, acertando 48,4% dos arremessos e 38,1% das bolas de três. Teve uma sequência de 11 jogos consecutivos com pelo menos 30 pontos — recorde da carreira dele.

    Chegou até o 2º lugar na corrida do MVP antes de cair pra 4º. Vocês acham que ele consegue ultrapassar os favoritos?

    Saúde vs. resultados: o dilema final

    Os Lakers controlam o próprio destino pra garantir o 3º lugar no Oeste. Mas como gerenciar as lesões nessa reta final? O técnico JJ Redick foi direto: “Vamos com tudo, mas sendo inteligentes”.

    Marcus Smart já perdeu três jogos seguidos por causa do tornozelo. Rui Hachimura tava fora por problemas na panturrilha. DeAndre Ayton também teve que descansar por dores nas costas.

    Outras tretas pra acompanhar:

    Com 47-26 de campanha, se ganharem 6 dos últimos 9 jogos, terão a melhor temporada desde 2010-11 (57 vitórias). Jake LaRavia pode jogar os 82 jogos da temporada — algo cada vez mais raro na NBA moderna. E Austin Reaves tá tendo uma das temporadas mais eficientes de um armador na liga.

    Cara, eu tô ansioso demais pra ver como essa reta final vai desenrolar. Os Lakers têm potencial pra fazer barulho nos playoffs, mas precisam resolver essas questões básicas primeiro. E aí, vocês acham que eles conseguem chegar nos playoffs com esse embalo?

  • Scottie Barnes comandou show e os Raptors atropelaram New Orleans

    Scottie Barnes comandou show e os Raptors atropelaram New Orleans

    Cara, o Scottie Barnes tá jogando um basquete de outro mundo! Ontem à noite em Toronto, o cara simplesmente decidiu que ia ser protagonista e comandou uma vitória convincente dos Raptors sobre os Pelicans por 119 a 106.

    23 pontos e 12 assistências. Double-double completíssimo do jovem que, na minha opinião, tá amadurecendo na velocidade da luz. E olha que ele teve uma ajuda e tanto — RJ Barrett, Sandro Mamukelashvili e J’Kobe Walter marcaram 18 pontos cada um. Quando um time tem essa distribuição de pontuação, fica difícil parar mesmo.

    Jakob Poeltl também brilhou no garrafão

    E não posso deixar de falar do nosso conhecido Jakob Poeltl. O cara fez 18 pontos e 11 rebounds — mais um double-double pra conta. Esse austríaco naturalizado canadense tá sendo fundamental pros Raptors na briga pelos playoffs.

    Do lado de New Orleans, o Zion Williamson até tentou. Fez 22 pontos com 9 acertos em 13 tentativas de campo e foi perfeito nos lances livres (4/4). Mas sinceramente, quando o time adversário tá numa noite inspirada como os Raptors estavam, fica complicado segurar sozinho. Saddiq Bey ajudou com 19 pontos, mas não foi suficiente.

    Situação na classificação esquenta

    Essa vitória deixa Toronto numa situação interessante na conferência Leste. Eles estão em sexto lugar, um jogo à frente do Philadelphia 76ers que não jogou ontem. E vocês sabem como funciona: os seis primeiros colocados de cada conferência garantem vaga direta nos playoffs, sem passar pelo play-in.

    Já os Pelicans… nossa, tá complicado. Quarta derrota seguida no geral e quinta consecutiva jogando fora de casa. E ainda por cima estavam sem Trey Murphy III (tornozelo) e Dejounte Murray (Aquiles). Toronto também tinha baixa importante, com Immanuel Quickley fora por lesão no tendão de Aquiles.

    O que mais me chamou atenção foi como os Raptors dominaram o segundo quarto. Fizeram uma corrida de 25-8 logo no início do período e foram pro intervalo ganhando de 59-44. Quinze pontos de vantagem que eles conseguiram manter até o final.

    Barnes foi especialmente letal no terceiro quarto, marcando 13 dos seus 23 pontos. E o Mamukelashvili? Saindo do banco e acertando três bolas de três. Isso é o que eu chamo de contribuição coletiva.

    Agora é aguardar os próximos jogos — tanto Pelicans quanto Raptors jogam no domingo. New Orleans recebe o Houston Rockets em casa, enquanto Toronto encara o Orlando Magic. E aí, acham que os Raptors conseguem manter esse embalo?

  • Thunder atropela Bulls com sequência absurda de 22-0

    Thunder atropela Bulls com sequência absurda de 22-0

    Cara, que noite para o Oklahoma City Thunder! O time simplesmente resolveu destruir o Chicago Bulls por 131-113, e a história toda começou com uma sequência de 22 pontos CONSECUTIVOS no segundo tempo. Vinte e dois a zero. É isso mesmo que vocês leram.

    Shai Gilgeous-Alexander marcou 25 pontos, mas olha que curioso: o cara não teve sua melhor noite nos arremessos (8/24). Mas sabe o que é mais impressionante? Mesmo assim, ele manteve a sequência histórica de 134 jogos consecutivos com pelo menos 20 pontos. Monstro!

    A virada épica do Thunder

    O jogo estava equilibrado — Bulls até chegaram a liderar por 67-62 no intervalo com Collin Sexton pegando fogo (16 pontos só no primeiro tempo). Mas aí veio a magia do Thunder no terceiro quarto.

    Jaylin Williams acertou uma bola de três que colocou Oklahoma City na frente (89-88), e daí pra frente foi só pancadaria. O Thunder fechou o terceiro período com uma sequência de 15-0 e quando a poeira baixou no quarto final, a vantagem já era de 102-80. Chicago ficou quase sete minutos sem pontuar — imaginem a frustração!

    Elenco se mobiliza sem Chet

    Jalen Williams voltou depois de quase dois meses fora por causa de uma contusão no quadril direito, e que volta! 18 pontos, 8 assistências e 6 rebotes no primeiro jogo em casa desde janeiro. O garoto mostrou que estava com saudades.

    Com Chet Holmgren fora também por problema no quadril, Cason Wallace assumiu a responsabilidade e mandou 21 pontos. Esse banco do Thunder é uma coisa absurda de forte.

    Do lado dos Bulls, Sexton fez 22, Tre Jones contribuiu com 21, e Isaac Okoro adicionou 20. Mas a grande decepção foi Josh Giddey — ex-Thunder que tá tendo uma temporada irregular. Apenas 5 pontos em 1/11 nos arremessos. Ouch.

    Vocês acham que o Thunder consegue segurar a vantagem sobre o San Antonio na briga pela vantagem de quadra nos playoffs? Com nove jogos restantes e dois de frente, a pressão tá real. Mas jogando assim, fica difícil parar esse trem de Oklahoma City!