Tag: NBA Playoffs

  • Mikal Bridges promete ser gigante nos playoffs do Knicks de novo

    Mikal Bridges promete ser gigante nos playoffs do Knicks de novo

    Olha, vou ser bem direto aqui: o Mikal Bridges tá cansado de ser o alvo das críticas dos torcedores do Knicks. E sinceramente? Eu entendo ele.

    O cara foi trocado por CINCO picks de primeira rodada — cinco! — e desde então fica ouvindo cobrança toda semana. Mas aqui vai uma: nos playoffs do ano passado, foi justamente o Bridges que salvou a pátria em vários momentos decisivos.

    Quando importa, ele aparece

    Lembram do roubo de bola no Jaylen Brown nos segundos finais da prorrogação do Jogo 1 contra o Celtics? Foi ele. E do steal no Jayson Tatum para selar o Jogo 2 da mesma série? Bridges de novo. Sem falar na cesta que empatou o Jogo 6 contra o Pistons com 35 segundos restantes — numa partida onde fez 25 pontos.

    “Playoffs são divertidos, tem muito mais intensidade, muita agressão, muito pensamento”, disse Bridges recentemente. “É sempre divertido jogar nos playoffs. Só tento fazer o que for preciso para vencer.”

    E quando perguntaram se ele eleva o nível na pós-temporada, a resposta foi na lata: “Eu gostaria de elevar. Acho que todo jogador gostaria. Só tento ser o melhor que posso e fazer o que for preciso para ajudar o time.”

    A pressão da troca pesada

    Vamos combinar uma coisa — a pressão em cima dele é absurda. Karl-Anthony Towns também leva porrada, mas o Bridges lidera esse ranking de “criticados” por causa daqueles cinco picks. Na minha visão, isso é meio injusto.

    O técnico Mike Brown deixou bem claro a hierarquia ofensiva: Jalen Brunson primeiro, KAT segundo, e aí vem todo mundo. Geralmente o OG Anunoby fica em terceiro, então sobra pro Bridges ser a quarta opção. E olha, Josh Hart até defendeu o parceiro, dizendo que ele poderia pontuar mais se recebesse mais arremessos, mas não é isso que pedem dele.

    “Sacrifício pelos seus irmãos”, disse Bridges após o treino. “Colocar o corpo na linha, fazer o que for preciso para ajudar os companheiros.”

    Vocês acham que é fácil ser uma quarta opção depois de ser trocado por cinco picks? Eu não acho. Mas o cara abraçou a função.

    DNA de playoff

    Aqui que tá o lance: independente de como ele joga durante a temporada regular, quando chega nos playoffs o bicho pega. O Knicks tem um time veterano, e o Bridges tem tanta experiência de pós-temporada quanto qualquer um ali.

    “É meio que o que eu conheço”, disse ele. “É do meu DNA.”

    E é mesmo. O cara pode não estar cravando 20+ pontos todo jogo na temporada regular, mas nos momentos que definem campeonatos? Aí ele vira outro jogador. Defesa sufocante, roubadas de bola nos momentos certos, cestas decisivas.

    Olha, eu tô curioso pra ver como vai ser nestes playoffs. Se o Bridges repetir as atuações do ano passado, muita gente vai ter que engolir as críticas. E sinceramente? Torço pra que isso aconteça. O cara merece.

  • Magic atropela Hornets por 31 pontos e quebra recorde histórico

    Magic atropela Hornets por 31 pontos e quebra recorde histórico

    Olha, eu já vi muito massacre na NBA, mas o que o Orlando Magic fez com o Charlotte Hornets ontem foi de outro mundo. 121 a 90. Trinta e um pontos de diferença num jogo eliminatório do play-in. Absurdo!

    Paolo Banchero foi simplesmente monstro, anotando 25 pontos e comandando uma verdadeira aula de basquete. O cara tá crescendo na hora certa, e isso me lembra muito aqueles jogadores que explodem nos playoffs — sabe quando o talento encontra o momento perfeito?

    Recorde que ninguém esperava

    A vitória por 31 pontos se tornou a maior diferença da história dos jogos de play-in. Cara, quando você pensa que já viu de tudo na NBA, aparece um negócio desses. O Magic construiu uma vantagem de 35 pontos ainda no primeiro tempo. Trinta e cinco! Como é que você explica isso?

    LaMelo Ball até tentou reagir no terceiro quarto (fez 21 dos seus 23 pontos ali), mas já era tarde demais. O garoto ficou zerado no primeiro tempo e quando acordou, o jogo já tinha virado passeio. Três faltas cedo te prejudicam mesmo, né?

    Magic volta aos playoffs depois de dois fracassos

    Agora o Orlando garantiu a 8ª posição e vai enfrentar o Detroit Pistons numa série melhor de sete jogos. Sinceramente? Depois do que vi ontem, acho que esse time pode surpreender. Eles foram eliminados na primeira rodada nas duas últimas temporadas, mas esse time tem cara de quem aprendeu com os erros.

    E olha só a estatística que me impressiona: o Magic não vence uma série de playoffs desde 2010. Catorze anos! É muito tempo, cara. Uma geração inteira de fãs que nunca viu esse time ganhar uma série. Será que chegou a hora?

    Os Hornets, coitados, continuam na seca desde 2016. Eles até tinham ganhado os últimos três jogos da temporada regular contra o Magic, mas futebol… ops, basquete não se joga no papel. Na hora H, quem apareceu foi Orlando.

    Wendell Carter Jr. contribuiu com 10 pontos, mas o show mesmo foi do Banchero. O garoto tá amadurecendo no momento certo, e vocês acham que ele consegue manter esse nível contra Detroit? Porque se conseguir, essa série pode ser bem mais disputada do que a galera imagina.

  • Magic humilha Hornets e avança pros playoffs — que show!

    Magic humilha Hornets e avança pros playoffs — que show!

    Cara, que massacre! O Orlando Magic simplesmente destruiu o Charlotte Hornets por 121 a 90 no play-in e garantiu vaga nos playoffs. Sinceramente, eu não esperava uma diferença tão absurda assim.

    Paolo Banchero foi um monstro — 25 pontos, 5 rebotes, 6 assistências. O garoto tá mostrando por que foi a primeira escolha do draft há uns anos. Franz Wagner também deu show com 18 pontos e 7 rebotes, e o Wendell Carter Jr. acertou as duas tentativas de 3 que fez. Quando o pivô tá acertando de longe, vocês sabem que a coisa tá feia pro adversário.

    Primeiro quarto de pesadelo para Charlotte

    O negócio já ficou definido logo no começo. Magic abriu 38 a 16 no primeiro quarto — isso mesmo, VINTE E DOIS pontos de diferença. Os caras acertaram 67% dos arremessos enquanto Charlotte só conseguiu 25%. Uma diferença brutal.

    O mais impressionante? Orlando forçou 4 turnovers e fez 2 tocos só no primeiro período. A defesa estava simplesmente sufocando os Hornets. Miles Bridges até tomou uma técnica de frustração, empurrando o próprio companheiro Desmond Bane depois de uma falta. Quando o jogador fica nervoso com o próprio time, vocês sabem que a coisa desandou.

    LaMelo Ball sumiu de campo

    O LaMelo Ball, que é o cara do Charlotte, conseguiu apenas 2 pontos no primeiro tempo. Duas faltas pessoais limitaram muito o jogo dele. Na minha visão, quando seu principal armador não consegue organizar o ataque, não tem como competir em alto nível.

    O Magic não deu mole nem com a vantagem gigante. Desmond Bane mergulhando em bolas perdidas, Jamal Cain (que nem titular é) fazendo enterradas em contra-ataques… Era um verdadeiro show de basquete.

    Ball até reagiu no segundo tempo e terminou com 23 pontos, mas o estrago já estava feito. Brandon Miller acertou 4 de 7 tentativas de 3, e o rookie Kon Knueppel — que tá na briga pelo prêmio de calouro do ano — fez 11 pontos.

    Com essa derrota, Charlotte estende um jejum absurdo: são 10 temporadas consecutivas fora dos playoffs. Dez! É o maior jejum da NBA atualmente. E olha que esse ano eles surpreenderam todo mundo chegando no play-in com um ataque explosivo.

    Agora o Magic vai enfrentar o Detroit Pistons — sim, os Pistons que são os primeiros colocados do Leste (quem diria, né?). O jogo 1 é domingo às 18h30. Durante a temporada regular os times empataram 2-2, então pode ser uma série bem disputada. Vocês acham que Orlando consegue repetir essa performance contra Detroit?

  • KD vs LeBron: O 4º encontro nos playoffs pode ser o último

    KD vs LeBron: O 4º encontro nos playoffs pode ser o último

    Cara, quando eu penso que já vi de tudo na NBA, vem essa série Rockets vs Lakers e me dá aquele arrepio. Kevin Durant contra LeBron James nos playoffs pela quarta vez na carreira — e sinceramente? Pode ser a última.

    Olha só que loucura: a primeira vez foi em 2012, quando o LeBron estava no Miami Heat e destruiu o Thunder do KD nas Finals. Depois vieram 2017 e 2018, com o Durant no Warriors supertime passando o rodo no Cavaliers do Rei. E agora? KD nos Rockets enfrentando um Lakers completamente quebrado.

    LeBron aos 41 ainda carregando piano nas costas

    O mais absurdo de tudo isso é ver o LeBron, aos 41 anos, maior pontuador da história da NBA, tentando carregar esse time do Lakers mais uma vez. E não é qualquer time quebrado não — eles perderam Luka Dončić e Austin Reaves com lesões sérias há duas semanas.

    Imagina a situação: seu cestinha principal e seu segundo melhor jogador machucados, e você tem que enfrentar os Rockets com o KD no auge aos 37 anos. É tipo jogar videogame no modo impossível.

    “A gente vai tentar fazer essa temporada durar o máximo possível para que esses caras possam voltar”, disse o técnico JJ Redick. Cara, eu admiro a esperança, mas lesão de grau 2 no posterior e no oblíquo não é brincadeira não.

    KD quer fazer história em Houston

    Do outro lado, o Durant está numa situação completamente diferente. Os Rockets estão inteiros, jogando um basquete coletivo absurdo com o Ime Udoka comandando. KD mesmo falou: “É sempre massa jogar contra grandes jogadores, mas todo mundo sabe que é muito mais que um jogador só”.

    E é isso que me deixa pensando: será que esse é realmente o último dance entre esses dois monstros? LeBron falou que vai jogar até os 43, mas cara, olhando esse Lakers… não sei não.

    O mais louco é que eles são o 1º e 5º maiores pontuadores da história. Duas lendas que definiram uma geração inteira de basquete. Durant com seus dois anéis no Warriors, LeBron com seus quatro títulos espalhados por aí.

    Rockets são favoritos e com razão

    Vou ser sincero com vocês: por mais que eu torça por uma mágica do LeBron (porque convenhamos, ele já fez coisa impossível antes), os Rockets são favoritos pesados nessa série. Time saudável, quinta posição no Oeste, e jogando um basquete que dá gosto de ver.

    “É horário nobre”, disse o Udoka. “Dois dos melhores, ainda fazendo isso nessa altura da carreira.” Cara, ele não tá errado. Ver esses dois gladiadores se enfrentando depois de tantos anos é um privilégio.

    E aí, o que vocês acham? O LeBron consegue mais um milagre ou o KD vai finalmente eliminar o Rei numa série de playoffs? Jogo 1 é no sábado à noite, e eu já sei que não vou dormir cedo.

  • LeBron vs KD: pode ser o último duelo dos gigantes nos playoffs

    LeBron vs KD: pode ser o último duelo dos gigantes nos playoffs

    Cara, que momento é esse? LeBron James e Kevin Durant vão se enfrentar nos playoffs pela quinta vez na carreira — e sinceramente, pode ser a última. Lakers contra Rockets, quarto contra quinto colocado no Oeste, começando neste sábado.

    Olha, eu fico emocionado só de pensar. A primeira vez foi lá em 2012, nas Finais. LeBron tinha 27 anos e acabara de ganhar seu terceiro MVP. KD? Apenas 23 anos, mas já era o cestinha da liga. Que duelo épico foi aquele.

    A nostalgia que dói no coração

    Quatorze anos se passaram desde então. Quatorze! E aqui estamos nós, vendo esses dois monstros ainda mandando muito aos 41 (LeBron) e 37 anos (KD). Como o técnico do Rockets, Ime Udoka, disse: “é horário nobre”. E não é que é mesmo?

    Os números do confronto histórico entre eles nos playoffs são absurdos. Em 14 jogos diretos, LeBron fez média de 31.9 pontos, 10.3 rebotes e 9 assistências. Durant não fica atrás: 31.6 pontos, 8.1 rebotes e 4.8 assistências. Dois extraterrestres.

    Na minha visão, o que mais impressiona é como eles mantêm esse nível. LeBron acabou de quebrar uma sequência histórica — pela primeira vez em 21 anos não vai fazer o All-NBA. Mas mano, com 41 anos, o cara ainda joga desse jeito? É de outro planeta.

    As batalhas épicas do passado

    Lembram de 2012? LeBron destruiu o Thunder do KD nas Finais, ganhando em 5 jogos. Mas Durant teve sua vingança. Quando foi para o Golden State, encontrou LeBron novamente nas Finais de 2017 e 2018 — e ganhou os dois títulos.

    Ah, aquele jogo 1 de 2018… LeBron fez 51 pontos (51!), 8 rebotes, 8 assistências. Uma apresentação de gala absoluta. E perdeu por causa do J.R. Smith, que achou que o Cavs estava ganhando quando estava empatado. Deu até meme, mas na real foi de partir o coração.

    Durant disse recentemente que o “Miami Heat LeBron” foi o cara mais difícil que ele já teve que marcar. E LeBron? Quando perguntaram qual versão do KD era mais complicada, ele foi direto: “Cara, qualquer versão”.

    Pode ser o último dance?

    Vocês acham que essa pode ser realmente a última vez? LeBron com 41, KD com 37… o tempo não para pra ninguém, né? Mas olhando eles jogarem, parece que ainda têm combustível no tanque.

    O que me deixa mais animado é que esses dois caras respeitam demais um ao outro. Não é só rivalidade — é admiração mútua entre dois dos maiores de todos os tempos. E nós temos o privilégio de acompanhar mais um capítulo dessa história.

    Lakers contra Rockets, LeBron contra Durant. Não sei vocês, mas eu já estou contando as horas. Pode não ser a última vez, mas se for, que seja épica como sempre foram esses confrontos.

  • LaMelo diz que não tem treta com Bam: ‘É só basquete’

    LaMelo diz que não tem treta com Bam: ‘É só basquete’

    Cara, o LaMelo Ball finalmente se pronunciou sobre aquela jogada polêmica com o Bam Adebayo — e sinceramente? Eu meio que acredito nele.

    O armador do Hornets foi multado em 60 mil dólares (35 mil pela falta flagrante 2 e mais 25 mil por falar palavrão na entrevista pós-jogo), mas escapou da suspensão pro jogo decisivo contra o Magic. E olha, considerando que o Charlotte não vai aos playoffs há nove anos — NOVE! — foi um alívio pra torcida.

    “Só queria saber se ele tá bem”

    O que me chamou atenção foi o tom do LaMelo falando sobre o Bam. O cara parecia genuinamente preocupado: “Principalmente só quero ter certeza de que ele está bem. Não queremos ninguém machucado nesta liga nunca.”

    E vocês sabem como é, né? Quando alguém se machuca por causa da sua jogada, mesmo que sem querer, fica aquele peso na consciência. O LaMelo até tentou falar com o Bam depois do jogo, ficou esperando do lado do vestiário do Heat… mas imagina a situação: time eliminado, temporada acabada, cara machucado. Normal que o Bam não quisesse papo.

    Histórico ou coincidência?

    Agora, o que complicou as coisas foi quando apareceu um vídeo de janeiro de 2024 — LaMelo fazendo uma jogada meio suspeita no Bam de novo. Aí já fica difícil defender, né?

    Mas o armador do Hornets foi categórico: “É tudo basquete. Sinto que o Bam sabe. Nunca tivemos nada rolando, sabe? Eu nunca tive realmente nada com ninguém.”

    Olha, eu acompanho o LaMelo desde que chegou na NBA e, sinceramente, nunca vi ele como jogador sujo. Impulsivo? Com certeza. Às vezes meio inconsequente? Também. Mas sujo mesmo? Não sei não.

    Spoelstra deu a palavra final

    E o Erik Spoelstra, técnico do Miami, meio que confirmou minha impressão. Mesmo puto com a jogada (e com razão), ele foi claro: “Não acho que ele seja um jogador sujo. Foi uma jogada suja e perigosa, deveria ter sido marcada na hora. Mas não foi, e agora seguimos em frente.”

    Isso aí é classe, viu? Spoelstra podia ter desandado a falar mal do garoto, mas escolheu ser profissional.

    No fim das contas, o LaMelo tá focado no que importa: quebrar a seca de nove anos sem playoffs do Charlotte. E convenhamos, seria absurdo se ele perdesse esse jogo por conta de uma jogada que — na minha visão — foi mais desajeitada que maldosa.

    E aí, vocês acham que foi intencional ou só azar mesmo? Eu tô no time do “azar”, mas admito que aquele vídeo de 2024 deixou a situação meio complicada…

  • O conselho do Hakeem que mudou a mentalidade do Wembanyama

    O conselho do Hakeem que mudou a mentalidade do Wembanyama

    Cara, vocês viram o que o Wembanyama falou sobre o conselho que recebeu do Hakeem Olajuwon? Eu fiquei impressionado com a simplicidade e ao mesmo tempo a força da mensagem.

    “Você não precisa esperar para ganhar. Pode fazer isso agora mesmo. Se você é bom o suficiente, vai fazer seu time vencer de qualquer jeito.” Pronto. Simples assim. Mas vindo do Dream, né… a coisa tem outro peso.

    A lição do maior pivô de todos os tempos

    Olha, eu sempre acreditei nessa história de que time jovem precisa “amadurecer” antes de brigar por título. Mas o Hakeem sabe do que tá falando — o cara chegou na NBA em 1984 e já no primeiro ano levou o Houston Rockets de 29 vitórias para 48. Absurdo, né?

    E é exatamente isso que tá acontecendo com o Spurs agora. Seis temporadas seguidas sem conseguir nem 35 vitórias, e de repente — BOOM — 62-20. Ficaram apenas dois jogos atrás do Thunder, que são os atuais campeões. Dois jogos!

    O que mais me impressiona é como o Wemby internalizou essa mentalidade. Não é só sobre técnica ou físico (que ele obviamente tem de sobra com seus 2,24m). É sobre acreditar que você pode mudar tudo AGORA, não daqui a três anos.

    Os números não mentem

    E sinceramente, quando você olha os números dele nessa temporada… cara, é de outro mundo mesmo. 25 pontos, 11.5 rebotes, 3.1 assistências e líder da liga em tocos com 3.1 por jogo. Shooting 51.2% dos arremessos e 34.9% das bolas de três.

    Com 22 anos. Vinte e dois!

    O elenco ao redor dele também não tá brincando. De’Aaron Fox no All-Star, Stephon Castle como Rookie of the Year, Keldon Johnson disputando o Sixth Man of the Year… É um time completo, cara. Não é só o show do Wembanyama (embora ele seja o grande diferencial).

    E aí, vocês acham que o Spurs realmente pode surpreender e levar tudo nessa primeira participação nos playoffs do Wemby? Eu tô começando a acreditar. Principalmente depois de ver como ele absorveu a lição do Hakeem. Às vezes a mentalidade faz toda a diferença — e parece que esse monstro francês tem mentalidade de campeão desde cedo.

  • Spoelstra se irrita com críticas após eliminação dolorosa do Heat

    Spoelstra se irrita com críticas após eliminação dolorosa do Heat

    Cara, que dor no peito foi ver o Heat ser eliminado assim, né? Perder por UM ponto na prorrogação pro Charlotte Hornets no Play-In… sinceramente, essas são as derrotas que mais doem. 127 a 126 e tchau temporada.

    Erik Spoelstra não gostou nem um pouco das críticas que vieram depois. E olha, eu entendo o cara perfeitamente — seis anos consecutivos de playoffs não é brincadeira nessa liga. Agora galera tá falando que foi uma temporada perdida? Spoelstra mandou a real:

    “Eu realmente senti que poderíamos ter tido de quatro a seis vitórias a mais, mas isso não aconteceu. Isso também poderia ter mudado como nos sentíamos sobre este time.”

    A dura realidade da NBA

    O técnico foi direto ao ponto sobre como é difícil manter o sucesso na NBA. E cara, ele tem razão. Quantos times conseguem ir aos playoffs seis anos seguidos? É coisa de time grande mesmo.

    “Não gostamos nem um pouco dessa sensação de estar fora no meio de abril. Mas também acho que vocês não podem simplesmente descartar ou desacreditar isso dizendo como é horrível que fizemos playoffs seis anos seguidos e não ganhamos um título. Este é um negócio difícil, e não há muitos times que conseguem fazer isso todo ano.”

    Mano, quando você para pra pensar… desde aquela final em 2023 contra o Denver (que dor), o Heat vem sofrendo. Duas eliminações seguidas na primeira rodada e agora nem pros playoffs chegaram. Mas 43-39 é uma melhora de seis vitórias em relação à temporada passada.

    Os garotos deram trabalho

    Uma coisa que eu gostei foi o Spoelstra destacar os jovens. Jaime Jaquez Jr., Kel’el Ware, Pelle Larsson e Kasparas Jakucionis… esses moleques têm potencial. E vocês, acham que o Heat consegue se reerguer na próxima temporada com essa base jovem?

    Olha, eu não sei vocês, mas acho que o Spoelstra tá certo em defender o trabalho. Seis anos de playoffs consecutivos não é pouca coisa, mesmo sem título. Agora é hora de renovar e voltar mais forte — porque cultura Heat não morre assim não.

  • Por que os Spurs acham que vão quebrar a regra da experiência

    Por que os Spurs acham que vão quebrar a regra da experiência

    Olha, eu sei que vocês vão achar que estou viajando, mas os San Antonio Spurs realmente acreditam que podem furar essa história de que time jovem não ganha título. E sabe de uma coisa? Eu tô começando a acreditar neles também.

    A regra é conhecida: Michael Jordan levou seis tentativas até quebrar o jejum. LeBron perdeu seis vezes seguidas antes de ganhar com o Heat. Todo craque passou por isso — você precisa sofrer antes de aprender a ganhar. Mas os Spurs de 2026 acham que são diferentes.

    “Por que não a gente?” perguntou Julian Champagnie quando questionado sobre essa pressão da inexperiência. E cara, a confiança desse garoto é absurda. 62 vitórias na temporada regular não é brincadeira — especialmente com um elenco que ainda tá aprendendo a jogar junto.

    Wemby mudou tudo

    Vamos ser honestos: Victor Wembanyama é um monstro diferente de tudo que a NBA já viu. O francês de 2,21m não é só alto — ele é um alienígena que joga basquete. E quando você tem um cara desses protegendo o garrafão, rodeado de defensores físicos como Stephon Castle, Dylan Harper e o próprio Champagnie, a matemática muda.

    “A diferença é que muitos times jovens não têm a defesa no ponto”, explicou De’Aaron Fox. “Com Vic no time, temos uma das melhores defesas da liga.” Terceira melhor defesa da temporada regular, quarta melhor em meia quadra. Números que impressionam.

    E aqui que fica interessante: playoffs é sobre defender quando os arremessos não caem. Quando você tem uma noite fria de 3 pontos (e vai acontecer), precisa segurar o adversário do outro lado. Os Spurs construíram exatamente isso.

    O trabalho que ninguém vê

    Mas não é só talento — esses caras ralaram mesmo. A história do Champagnie é perfeita pra entender a mentalidade do time. O garoto chegou da St. John’s como arremessador puro, aí o Popovich sentou ele e mandou a real: “Seu arremesso vai ser inútil se você não souber defender.”

    Pop foi mais direto ainda — disse pro cara ser “nasty” na defesa. E Champagnie comprou a briga, foi pra G League, suou, voltou diferente. Esse é o ADN dos Spurs: não importa se você é rookie ou veterano, vai ralar.

    “No começo eu não tinha certeza se ia conseguir”, admitiu Champagnie rindo. “Era um nível totalmente diferente.” Mas ele viu Keldon Johnson, Devin Vassell e principalmente Wembanyama colocando a cabeça no lugar desde o primeiro dia. Cultura se constrói assim.

    Sinceramente? Eu ainda acho que a experiência conta muito em playoffs. Mas quando você tem Wemby fazendo coisas que desafiam a física, um técnico que já ganhou cinco títulos e uma defesa top 3 da liga… cara, talvez eles tenham razão mesmo.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem quebrar essa maldição da juventude? Ou vão ter que esperar mais alguns anos igual todo mundo?

  • Chris Paul manda a real pros Clippers após eliminação

    Chris Paul manda a real pros Clippers após eliminação

    Cara, o Chris Paul não perdoou. Literalmente poucos minutos depois dos Clippers serem eliminados dos playoffs, o CP3 foi lá no Instagram e mandou uma indireta que doeu na alma da franquia de Los Angeles.

    O veterano, que teve uma separação meio conturbada dos Clippers nesta temporada, não perdeu tempo. Logo após o Warriors meter 126 a 121 no Intuit Dome e eliminar LA, Paul postou aquele meme clássico — sabe qual é? O cara de terno preto e óculos escuros no velório, com aquela cara de “vim só pra ter certeza mesmo que morreu”.

    A treta que culminou nisso tudo

    Olha, eu até entendo o lado do CP3. O cara foi uma lenda dos Clippers entre 2011 e 2017, voltou em julho de 2025 achando que ia ter uma segunda lua de mel com o time… e deu no que deu.

    Paul jogou míseros 16 jogos antes de ser mandado pra casa durante uma viagem da equipe em dezembro. Os rumores dizem que ele se desentendeu feio com o técnico Ty Lue. Imagina a situação: um dos maiores armadores da história da NBA sendo simplesmente dispensado no meio da temporada?

    Depois disso, foi trocado pro Toronto, dispensado dias depois e decidiu pendurar as chuteiras. Triste demais ver uma carreira acabar assim, mas o cara pelo menos saiu dando a última palavra.

    Internet não perdoa

    A galera na internet pegou pesado com o meme do Paul. Um fã escreveu no X: “CP3 teve a última risada no ano da sua aposentadoria”. E sinceramente, eu acho que ele mereceu essa.

    Clippers sempre foi aquele time que promete muito e entrega pouco nos momentos decisivos. Ver eles sendo eliminados logo na primeira rodada, depois de toda essa confusão com uma lenda como o Chris Paul… é de doer.

    Vocês acham que o CP3 exagerou na provocação ou foi justo? Na minha opinião, depois de tudo que rolou, o cara tinha todo direito de mandar essa indireta. Aposentadoria é pra isso mesmo — falar a real sem se preocupar com consequências.