Tag: NBA Playoffs

  • Spurs na real viveram só UM mês ruim na temporada histórica

    Spurs na real viveram só UM mês ruim na temporada histórica

    Cara, que temporada foi essa dos Spurs! Eles voltaram pros playoffs depois de 2019 e vão enfrentar o Portland domingo que vem. Mas olha, se tem uma coisa que toda equipe de verdade precisa passar é por uma fase difícil — e janeiro foi exatamente isso para San Antonio.

    Depois daquela performance absurda do Julian Champagnie contra os Knicks pra fechar 2025, veio a ressaca. Wemby machucou o oblíquo naquele jogo e perdeu os dois primeiros de janeiro. Ganharam dos Pacers (que tavam uma porcaria mesmo) mas perderam em casa pro Portland.

    O mês da montanha-russa

    E aí começou aquela fase que todo torcedor conhece: ganha dois, perde dois, repete o ciclo. Bateram no Lakers mesmo com o Luka fazendo mais um triple-double monstro (38-10-10, o cara é um absurdo), depois foram lá em Boston e venceram os Celtics numa temporada que ninguém esperava muita coisa deles sem o Tatum.

    Ah, e quem lembra do Jeremy Sochan provocando o Jared Vanderbilt depois do jogo dos Lakers? Cara é puro entretenimento, não tem como não gostar.

    Mas aí veio a realidade: perderam pros Timberwolves e Thunder na estrada. Normal, né? Dois times playoff, jogando fora de casa… só que deu pra sentir que alguma coisa não tava fluindo como antes.

    O jogo que quase mata do coração

    O mais louco de janeiro foi contra os Wolves em casa. Mano, os Spurs abriram 25 pontos no intervalo! Fizeram 48 no segundo quarto — era pra ser goleada histórica. Só que aí… bem, vocês conhecem Anthony Edwards, né?

    O maluco fez 26 dos 55 pontos dele só no último quarto. VINTE E SEIS! Virou o jogo completamente. Mas o Wemby careca (lembram dessa fase?) entrou em modo superestrela e salvou com 39 pontos. Foi emoção até os últimos segundos, daquelas que a gente envelhece cinco anos numa noite.

    E o final de janeiro? Ah, essa foi boa: jogo em Charlotte teve que ser antecipado pro meio-dia por causa de uma nevasca. Perderam nos minutos finais, ficaram presos pelo tempo mesmo assim e ainda tiveram que jogar no dia seguinte. Se não é azar, eu não sei o que é.

    Toda equipe boa precisa de adversidade

    Sabe o que eu acho? Janeiro foi fundamental para essa temporada histórica dos Spurs. Todo time que quer ser grande de verdade precisa passar por uma fase difícil e sair mais forte do outro lado.

    E foi exatamente isso que aconteceu. Depois desse mês complicado (8-7, nada demais mas longe do padrão da temporada), eles emplacaram uma sequência que poucos times na história da NBA conseguiram fazer.

    O que vocês acham? Às vezes não é meio necessário passar por umas pedradas pra time crescer mesmo? Porque olhando pra trás, parece que janeiro foi o preço que eles pagaram pra virar um candidato real ao título.

  • Dillon Brooks quer sangue: pediu Warriors no play-in dos Suns

    Dillon Brooks quer sangue: pediu Warriors no play-in dos Suns

    Cara, o Dillon Brooks não tá nem aí pra diplomacia. O cara literalmente falou que queria enfrentar os Warriors no play-in — e ainda deixou bem claro o porquê: “Steph e Draymond. Só isso. E o Steve Kerr.”

    Olha, eu adoro essa sinceridade brutal do Brooks. O maluco simplesmente assumiu que torcia pros Warriors passarem pelos Clippers na quarta só pra poder meter a porrada neles na sexta. É esse tipo de rivalidade que faz a NBA ser absurda.

    A treta histórica continua

    Quem acompanha sabe que essa história vem de longe. Quando o Brooks ainda estava no Memphis, ele tomou aquela suspensão famosa por meter uma falta criminosa no Gary Payton II nos playoffs de 2022. O Steve Kerr ficou puto da vida — e com razão.

    A última vez que se encontraram foi em fevereiro, quando o De’Anthony Melton fechou a porta na cara do Brooks e os Warriors viraram um jogo que estavam perdendo por 14. Imagina a raiva que o cara deve ter guardado desde então.

    Mas o mais louco é que agora o cenário mudou completamente. O Brooks chegou nos Suns naquela negociação maluca de junho passado, quando trocaram o Kevin Durant pro Houston pelos Rockets. E olha, o resultado tá aí: 20.2 pontos por jogo, melhor média da carreira dele.

    Warriors com cara nova também

    Do outro lado, os Warriors também não são mais os mesmos. O Kristaps Porziņģis ainda não jogou junto com o Curry — imagina a ansiedade do Brooks pra ver como vai ser essa química.

    Mas quando perguntaram pro Brooks sobre enfrentar o Curry, ele mostrou respeito: “Um dos melhores de todos os tempos. Contra quem mais você quer jogar numa partida de eliminação?”

    Sinceramente, eu tô achando essa humildade meio suspeita vindo do Brooks. O cara que falou “Steph e Draymond, só isso” não vai chegar mansinho no jogo. E vocês acham que ele realmente mudou ou tá só guardando a artilharia pesada pra sexta?

    Uma coisa é certa: preparem a pipoca. Quando Brooks e Warriors se encontram, nunca é um jogo qualquer. É guerra.

  • Maxey cumpriu a promessa: levou os Sixers de volta aos playoffs

    Maxey cumpriu a promessa: levou os Sixers de volta aos playoffs

    Cara, eu não consegui parar de sorrir vendo o Tyrese Maxey ontem. O garoto simplesmente carregou os Sixers nas costas e os levou de volta aos playoffs depois daquela temporada desastrosa do ano passado. 109-97 contra o Magic no Play-In e pronto — sétima posição no Leste garantida.

    Olha só a loucura: os Sixers melhoraram 21 vitórias de uma temporada pra outra. Vinte e uma! E não foi porque montaram um time totalmente novo não — mantiveram 11 jogadores do elenco anterior. Era questão de orgulho provar que a temporada passada foi só azar mesmo.

    “Pissed off-ness” que funcionou

    O Nick Nurse já tinha avisado no começo da temporada que o time tava “puto” (nas palavras dele) com o que aconteceu em 24-25. E funcionou, meu amigo. Mesmo com Joel Embiid e Paul George perdendo 87 jogos combinados — sim, você leu certo, oitenta e sete — o time não desistiu.

    “Não foi fácil e não foi bonito, mas estamos aqui agora”, disse Nurse após a vitória. Sinceramente? Eu acho que foi exatamente isso que esse time precisava — passar por adversidade e provar que consegue superar.

    Maxey assumiu o protagonismo de vez

    Mas o cara que mais me impressionou foi o Maxey. Enquanto o Embiid vive na enfermaria e a disponibilidade dele pros playoffs é uma incógnita, o garoto de Kentucky simplesmente disse “deixa comigo” e partiu pra cima. 28 pontos de média na temporada — números de All-NBA mesmo.

    E o melhor de tudo? Ele tinha prometido pros companheiros que ia levar o time de volta aos playoffs. Prometeu pro Kyle Lowry em maio, pros jovens que nunca tinham jogado playoffs… O Dalen Terry chegou nele no shootaround e implorou: “Por favor, me leva lá. Já fiquei quatro anos seguidos só no Play-In”.

    Maxey olhou pra ele e disse: “Nós vamos pros playoffs, não se preocupa”.

    Mano, que pressão! (Imagina se ele não conseguisse cumprir?) Mas o cara bancou a parada e entregou exatamente o que prometeu. “Eu me desafiei no verão passado e sinto que consegui superar esse desafio”, disse após a vitória.

    Liderança na prática

    Vocês acham que existe forma melhor de se consolidar como líder de vestiário? O garoto fez promessas e cumpriu todas. Em um time onde o astro principal mal consegue ficar em quadra, Maxey assumiu a responsabilidade e mostrou que pode carregar essa equipe quando preciso.

    Agora é ver até onde conseguem ir nos playoffs. Com Embiid machucado e George também não 100%, vai depender muito do Maxey continuar nesse nível absurdo. Mas depois de uma recuperação dessas, quem duvida?

  • Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cara, chegou a hora da verdade para o Cleveland Cavaliers. Oito anos de altos e baixos, desde a saída do LeBron, passando pela chegada do Donovan Mitchell em 2022, aquele vexame contra o Pacers ano passado… e agora com o James Harden no lugar do Darius Garland desde fevereiro.

    Sinceramente? Nunca vi esse time tão completo quanto agora. É literalmente agora ou nunca para eles — e tudo começa contra o Toronto Raptors no sábado.

    O quinteto titular que pode dar certo

    Kenny Atkinson tem uma decisão difícil pela frente, mas na minha opinião ele deveria apostar em: Harden, Mitchell, Dean Wade, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Olha só que absurdo: nas 75 posses que esses cinco jogaram juntos, o Cavs teve um net rating de +38.9. É uma amostra pequena, mas cara… que números são esses?

    O Harden e o Mitchell já sabemos — dupla explosiva que pode resolver qualquer jogo. Mas é na defesa que esse quinteto fica monstruoso. Wade, Mobley e Allen formam uma muralha que ninguém passa fácil. Quando esses três estão em quadra juntos, a defesa do Cavs tem rating de 99.4. Para um time que patinou defensivamente durante boa parte da temporada, apostar nos seus melhores defensores faz todo sentido.

    O banco que pode fazer a diferença

    Saindo do banco, eu escalaria Sam Merrill, Max Strus, Keon Ellis e Jaylon Tyson. Pode parecer pouco conhecido para quem não acompanha de perto, mas esses caras são peças fundamentais.

    Merrill e Strus são especialistas no arremesso de 3 e trazem aquela pegada que todo time precisa nos playoffs. O Strus principalmente — o cara já passou por playoffs importantes e sabe fazer as jogadas certas na hora H.

    Agora, o Keon Ellis virou uma revelação defensiva, monstro! O cara pressiona a bola o tempo todo, rouba um monte e ainda acerta 36% das bolas de 3. Já o Tyson foi uma das poucas coisas boas quando o Cavs estava patinando no início da temporada.

    A grande decisão: deixar Schroder de fora

    E aí, vocês concordam em deixar o Dennis Schroder fora da rotação principal? Eu sei que é polêmico, mas o alemão não tá bem desde que chegou — só 40% nos arremessos de quadra e 29% de 3.

    Claro que o Atkinson pode usar ele em momentos específicos (experiência de playoffs nunca é demais), mas como titular fixo? Acho que não rola.

    Olha, na minha visão esse Cavaliers tem tudo para fazer barulho nesses playoffs. Profundidade no elenco, estrelas no seu auge, experiência… só falta encaixar as peças certas. E começar bem contra os Raptors é fundamental — porque se bobear logo de cara, já era.

    Será que o Atkinson vai ter coragem de fazer essas escolhas? Playoffs é isso aí — hora de apostar nas cartas certas.

  • Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Olha, eu vou ser sincero: quando vi o Jarrett Allen falando sobre o joelho dele após o treino de quinta, bateu uma preocupação. O cara é fundamental pro Cleveland e a gente sabe que ele vem sofrendo com lesões nesta temporada.

    “Está melhor”, foi a resposta dele quando perguntaram sobre o joelho machucado. Allen se lesionou no início de março durante a vitória contra o Detroit Pistons e, cara, deu pra perceber que ele voltou meio mancando mesmo. O pivot admitiu na época que estava jogando com dor — e quem acompanha NBA sabe que isso nunca é bom sinal.

    A real sobre as condições físicas

    Mas o que me chamou atenção foi a honestidade do Allen. Quando perguntaram se ele estaria limitado de alguma forma, o cara não enrolou:

    “Eu estaria mentindo se dissesse que espero estar 100%. Não acho que ninguém esteja 100% entrando nos playoffs. É assim mesmo.”

    Essa é a realidade crua da NBA, pessoal. Todo mundo joga machucado nos playoffs — mas tem diferença entre estar com uma fisgada e estar com o joelho pedindo arrego.

    Temporada complicada para o pivot

    E sinceramente? Foi uma temporada bem complicada pro Allen do ponto de vista físico. O cara jogou o menor número de jogos da temporada regular na carreira dele — apenas 56 partidas. Foram lesões nas mãos, nos joelhos… uma coisa atrás da outra.

    Mesmo assim, quando conseguiu jogar, mostrou serviço: 15.4 pontos e 8.5 rebotes por jogo, com impressionantes 63.8% de aproveitamento nos arremessos. Números de gente que sabe o que tá fazendo no garrafão.

    O Cleveland descobriu nesta temporada que é muito melhor time quando o Allen está em quadra e sendo protagonista. Agora a pergunta que fica é: ele vai conseguir manter esse nível nos playoffs mesmo mancando?

    Os Cavs estreiam na primeira rodada contra o Toronto Raptors no sábado à tarde. E aí, vocês acham que o Allen aguenta o tranco da pós-temporada com esse joelho machucado? Eu torço pra que sim, porque sem ele em alto nível, fica difícil pro Cleveland sonhar alto.

  • Curry vira super-herói e Warriors se salvam no Play-In numa loucura

    Curry vira super-herói e Warriors se salvam no Play-In numa loucura

    Cara, o Stephen Curry simplesmente não envelhece. Aos 38 anos, o cara continua sendo pura magia na quadra — e ontem à noite foi mais uma prova disso.

    Os Warriors estavam praticamente mortos. 13 pontos atrás no último quarto contra os Clippers, no jogo eliminatório do Play-In Tournament. Aí o Chef resolveu cozinhar. 35 pontos no final das contas, virada épica e vitória por 126-121. Os Clippers foram eliminados (e Oklahoma City ganhou uma loteria pick de brinde), enquanto Golden State avança pra enfrentar o Phoenix na sexta.

    O cara é uma lenda viva

    Olha, eu já vi o Curry fazer muita coisa absurda ao longo desses anos. Mas cara, de alguma forma ele sempre consegue superar as próprias loucuras. Teve apenas 8 pontos no primeiro tempo — normal pra ele começar devagar — mas no terceiro quarto meteu 16 pontos de uma vez. No quarto período, mais 11 e a virada histórica.

    Steve Kerr falou uma parada que resume tudo depois do jogo: “É pra isso que o Steph voltou. Todo mundo achando que ele deveria ter ficado de fora o resto da temporada… isso aqui é o que ele faz, é quem ele é.”

    Sinceramente, faz todo sentido. O cara ficou 27 jogos fora, voltou há menos de duas semanas e já tá fazendo essas coisas. É surreal.

    Aqueles arremessos impossíveis

    Não é só a quantidade de pontos, né? É o COMO ele fez. Teve uma cesta de três no terceiro quarto, um step-back por cima do John Collins que nem faz sentido fisicamente. O Kristaps Porzingis (que também jogou muito, diga-se) só riu de desespero no banco vendo aquilo.

    E a cesta que praticamente selou a vitória? Mais um arremesso impossível com menos de um minuto no relógio. Puro Curry sendo Curry.

    Agora é Phoenix na sexta-feira. Jogo único, vale vaga nos playoffs pra enfrentar o Thunder na primeira rodada. E olha… eu sei que pode soar meio doido, mas depois de ver o show de ontem, será que os Warriors não podem mesmo dar trabalho pro Oklahoma? Com o Curry assim, qualquer coisa pode acontecer.

    O que vocês acham? Dá pra sonhar com mais uma arrancada histórica dos Warriors nos playoffs, ou é pedir demais pro Chef aos 38 anos? Uma coisa é certa: enquanto o Curry estiver jogando assim, vale a pena assistir cada minuto.

  • Sixers vs Celtics OUTRA VEZ: calendário dos playoffs saiu

    Sixers vs Celtics OUTRA VEZ: calendário dos playoffs saiu

    Mano, eu nem sei mais o que dizer. Sixers e Celtics NOVAMENTE nos playoffs. Isso já virou tradição, né? A NBA divulgou hoje as datas da primeira rodada e… bom, lá vamos nós pra mais uma batalha épica entre esses dois times que se odeiam de paixão.

    Philadelphia conseguiu a 7ª colocação no Leste depois de passar pelo Play-In contra o Orlando Magic — que sufoco, hein? Agora vão encarar os Celtics como 2º colocados. E olha, sinceramente? Eu já tô com o coração na mão só de pensar.

    O calendário que vai acabar com nosso psicológico

    Jogo 1 vai ser domingo, dia 19 de abril, às 14h (horário de Brasília) em Boston. ABC vai transmitir, então pelo menos não vamos perder por falta de acesso. Mas jogar em Boston logo de cara? Rapaz…

    O Jogo 2 fica pra terça, dia 21, às 20h no Peacock e NBC Sports Network. Aí a série volta pra Filadélfia no dia 24 (Jogo 3) — esse vai passar na Amazon Prime, às 20h. Jogo 4 seria dia 26, também às 20h, mas na NBC normal.

    Se essa série for longe (e olha, conhecendo esses dois times, vai sim), Jogo 5 seria dia 26 de volta em Boston. Jogo 6 no dia 28 em Philly, e se rolar o caos total, Jogo 7 aconteceria dia 2 de maio.

    A rivalidade que nunca acaba

    Vocês sabem que essa é a 23ª série de playoffs entre Celtics e Sixers? VINTE E TRÊS! É literalmente o confronto mais comum na história dos playoffs da NBA. Eu perdi as contas de quantas vezes já sofri vendo esses jogos.

    E pode ter certeza que vai ter de tudo: briga, discussão, jogadas polêmicas, enterradas absurdas e o Paul Pierce aparecendo na TV falando alguma besteira. É Boston vs Filadélfia, gente. Não tem como ser diferente.

    O que me preocupa é que os Sixers chegaram meio cambaleando nessa situação de 7º colocado. Tiveram que suar pra caramba no Play-In, e agora vão pegar um Boston que teve a temporada inteira pra descansar e se preparar. Mas sabe como é… nos playoffs, qualquer coisa pode acontecer.

    E aí, acham que os Sixers conseguem surpreender? Ou vai ser mais uma temporada de sofrimento pra torcida da Filadélfia?

  • Paolo Banchero já admite: ‘Eles acabaram com a gente’

    Paolo Banchero já admite: ‘Eles acabaram com a gente’

    Olha, quando você ouve um cara do calibre do Paolo Banchero admitir que o time adversário “acabou com vocês”, você sabe que a coisa não tá boa. E foi exatamente isso que rolou depois da derrota do Orlando Magic por 109-97 para o 76ers na quarta-feira.

    O Magic chegou nesta semana com duas chances de garantir vaga nos playoffs da NBA. Perdeu uma. Agora sobrou apenas uma oportunidade — e ela vem contra justamente o Charlotte Hornets, time que tem sido o pesadelo de Orlando na temporada.

    A confissão que ninguém queria ouvir

    “Eles estão jogando muito bem. Eles acabaram com nosso traseiro esse ano”, disse Banchero após a derrota. “Então a gente tem que estar pronto, eu tenho que estar pronto.”

    E o italiano-americano não tá mentindo, não. Nos quatro confrontos desta temporada, o Magic até ganhou o primeiro lá em outubro. Mas depois? Tomou três derrotas seguidas por 15, 27 e 19 pontos de diferença. É de dar desespero em qualquer torcedor.

    Pior ainda: Banchero não jogou nada contra os Sixers. Apenas 18 pontos com 7/22 nos arremessos, perdeu todas as cinco tentativas de três e ainda entregou seis bolas. Se ele jogar assim na sexta contra Charlotte, pode ir despedindo dos playoffs mesmo.

    O problema tem nome: LaMelo Ball

    Do outro lado, o Hornets vem jogando um basquete absurdo. LaMelo Ball e Brandon Miller são capazes de explodir a qualquer momento — você sabe como é, né? Esses caras que quando esquentam a mão, não tem quem pare.

    E ainda tem o Kon Knueppel, que mesmo numa fase meio irregular, continua sendo um dos melhores rookies desta década. O garoto pode acordar inspirado e acabar com o sonho do Magic de uma vez.

    A real é que Orlando tem um problema sério com esse núcleo de armadores do Charlotte. E agora, com as costas contra a parede, vai ter que encontrar soluções rápido — ou vai ficar de fora dos playoffs mais uma vez.

    Vocês acham que o Magic consegue reverter esse histórico ruim contra Charlotte? Porque sinceramente, pelo jeito que o próprio Banchero falou, até ele tá com medo…

  • Embiid volta ao banco e Maxey vibra: ‘Foi gigante ter ele lá’

    Embiid volta ao banco e Maxey vibra: ‘Foi gigante ter ele lá’

    Olha, eu não sei vocês, mas ver o Embiid de volta no banco dos Sixers ontem foi emocionante demais. O cara acabou de fazer uma cirurgia de emergência no apêndice e mesmo assim foi lá dar aquela moral pro time na vitória contra o Orlando Magic nos play-ins.

    E pelo jeito que o Tyrese Maxey falou sobre ter o “Processo” de volta, dá pra sentir que fez toda a diferença no vestiário.

    A reação do Maxey diz tudo

    “Gigante, cara. Gigante”, foi assim que Maxey resumiu o que significou ter Embiid ali. E olha só que parada interessante: o Kyle Lowry ligou pra ele na segunda perguntando se seria legal o Joel aparecer no jogo. Maxey nem hesitou — “se ele conseguir, ele vai estar lá”.

    O mais legal é que nem precisaram pedir pro Embiid. O maluco simplesmente apareceu. Maxey até falou que ficou surpreso quando viu ele lá e deu aquele abração. Cara, isso é o que eu chamo de liderança. Mesmo machucado, mesmo sem poder jogar, o cara tá lá dando suporte pros companheiros.

    Presença que faz diferença

    Sinceramente? Eu acho que subestimamos o quanto um líder no banco pode influenciar um jogo. O Embiid pode não ter jogado nem um minuto, mas sua energia certamente contagiou os Sixers naquela vitória por dois dígitos sobre o Orlando.

    Agora a pergunta que não quer calar: será que ele vai conseguir voltar pra série contra o Boston Celtics? Olha, cirurgia de apêndice não é brincadeira, mas conhecendo o Embiid e o quanto ele é competitivo, ele vai fazer de tudo pra estar em quadra o mais rápido possível.

    Uma coisa é certa — mesmo de roupas normais no banco, o cara continua sendo peça fundamental desse time. E vocês, acham que os Sixers conseguem segurar os Celtics sem o Embiid em quadra? A série promete ser insana de qualquer jeito.

  • Maxey carrega os 76ers pros playoffs com Embiid na arquibancada

    Maxey carrega os 76ers pros playoffs com Embiid na arquibancada

    Cara, que noite especial para os fãs dos Sixers ontem! Tyrese Maxey simplesmente resolveu o jogo no quarto período e garantiu a vaga nos playoffs para Philadelphia — e olha que teve uma surpresa emocionante antes mesmo da bola subir.

    Joel Embiid, que tá se recuperando de uma apendicectomia de emergência da semana passada, decidiu aparecer no vestiário uma hora antes do jogo contra o Orlando Magic. Os companheiros nem sabiam se ele ia aparecer, mas quando viram o gigante entrando ali, foi aquele abraço coletivo. O próprio Maxey falou: “Eu dei um abraço bem grande nele. Fiquei feliz em vê-lo.”

    O show de Maxey no clutch time

    E aí que a coisa ficou bonita mesmo. Com Embiid assistindo da lateral, Maxey decidiu que era hora de mostrar por que virou All-Star titular essa temporada. O cara cravou 31 pontos na vitória por 109-97, sendo que sete pontos consecutivos no final do último quarto praticamente selaram o destino do Magic.

    “Foi só eu decidindo que queria ser agressivo”, explicou Maxey depois. E cara, deu pra ver a confiança dele — converteu 3 bolas de três e acertou 11 dos 25 arremessos. Esse mlk virou o maior pontuador de 3 pontos da história da franquia, imagina só!

    Edgecombe mostra que veio para ficar

    Mas não foi só o Maxey que brilhou não. V.J. Edgecombe, o rookie que os Sixers pescaram com a 3ª escolha do draft (uma das poucas boas do processo de reconstrução deles), mandou bem com 19 pontos e 11 rebotes. O moleque de 20 anos até tomou técnica por provocação depois de uma enterrada no terceiro período — e olha a resposta dele: “Eu estava meio doido hoje à noite. Acho que acontece quando você deixa uma criança jogar um jogo de tanta intensidade.”

    Sinceramente? Adoro essa atitude. Se tem que jogar wild pra ganhar, que jogue wild mesmo.

    Agora vem o teste de fogo: os Sixers pegam o Boston Celtics na primeira rodada, começando domingo. E cara, o histórico não ajuda muito — Philadelphia perdeu as últimas SEIS séries de playoffs contra Boston. A última vez que bateram os Celtics foi em 1982, imaginem!

    Vocês acham que esse time consegue quebrar a maldição contra os Celtics? Com Embiid ainda se recuperando e dependendo muito do Maxey, vai ser um desafio e tanto. Mas depois de uma temporada 24-58 no ano passado, só chegar nos playoffs já é uma vitória, né?