Tag: NBA Playoffs

  • Celtics voltaram a ser candidatos ao título com Brown dominando

    Celtics voltaram a ser candidatos ao título com Brown dominando

    Cara, quem disse que os Celtics iriam afundar sem o Jayson Tatum estava completamente errado. Completamente.

    Olha só a situação: todo mundo prevendo que Boston ia virar piada da liga com o Tatum se recuperando da lesão no tendão de Aquiles que ele sofreu nos playoffs do ano passado. Galera falando que seria um “ano perdido”, que o time acabaria no draft lottery depois de perder peças importantes do título de 2024 como Jrue Holiday, Porzingis e Al Horford.

    E o que aconteceu? Os caras conquistaram a 50ª vitória pelo quinto ano consecutivo. Cinquenta vitórias em um “ano de transição”.

    Jaylen Brown assumiu as rédeas e virou monstro

    O Jaylen Brown não só pegou a responsabilidade de liderar o time — ele literalmente explodiu. Médias de carreira: 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências. Esses números são de candidato a MVP, galera.

    “Obviamente minha mentalidade era chegar e competir. Mas a forma como o grupo se juntou tão rapidamente… não demorou muito. Achei que demoraria um pouco mais”, admitiu o Brown. E sinceramente, eu também não esperava que eles se adaptassem tão rápido assim.

    O mais impressionante é que todo mundo contribuiu. Derrick White sendo uma muralha na defesa (liderou todos os armadores da NBA em arremessos contestados), Payton Pritchard se ajustando perfeitamente, Sam Hauser mantendo a mira quente de três, e o Neemias Queta — nosso brasileiro — crescendo muito no primeiro ano como titular.

    A volta de Tatum mudou tudo (para melhor)

    Quando o Tatum voltou em março, muita gente ficou com o pé atrás. Será que ia bagunçar a química que o time tinha construído? Será que o Brown ia conseguir dividir o protagonismo?

    A resposta veio na quadra: 21.8 pontos, 10 rebotes e 5.1 assistências em 16 jogos. O cara voltou e se encaixou como uma luva. “É impressionante a velocidade com que ele voltou ao seu nível, mantendo o foco em permanecer saudável”, disse o técnico Mazzulla.

    E vocês sabem qual foi o momento mais simbólico da volta dele? O jogo no Madison Square Garden contra os Knicks — o primeiro lá desde a lesão. Tatum falou que esses momentos fortaleceram o amor pelo basquete que ele tinha medo de perder durante a reabilitação.

    “Você passa por altos e baixos mentalmente quando sofre uma lesão, especialmente uma como a que eu tive. Momentos de dúvida… Mas definitivamente há um senso de gratidão”, admitiu Tatum.

    Agora os Celtics estão como segundo seed do Leste e prontos para mais uma campanha de playoffs. A dupla Brown-Tatum já jogou junta por nove temporadas — mais que lendas como Russell-Cousy (7 anos) e até Shaq-Kobe (8 anos).

    E aí, vocês acham que eles conseguem repetir o título de 2024? Porque pelo que estou vendo, esse time está faminto e mais maduro que nunca.

  • NBA favorecendo Lakers? Fãs acusam Silver de manipular playoffs

    NBA favorecendo Lakers? Fãs acusam Silver de manipular playoffs

    Gente, que polêmica! Os fãs da NBA tão revoltados com Adam Silver e eu sinceramente entendo o por quê. A liga divulgou o calendário da primeira rodada dos playoffs de 2026 e… cara, os Lakers ganharam uma folga suspeita demais.

    Olha só que esquema: LA vai começar a série contra os Rockets no sábado, mas depois ganha DOIS DIAS inteiros de descanso antes do Jogo 2. E não para por aí — mais dois dias off antes do Jogo 3, e o Jogo 5 só vai rolar no dia 29 de abril.

    Calendário “conveniente” demais

    Agora vem a parte suspeita. Austin Reaves (lesão no oblíquo) e Luka Dončić (problema no posterior da coxa) tão fora desde 2 de abril. O JJ Redick, técnico dos Lakers, disse que os dois ficam “por tempo indefinido”, mas os médicos estimaram cerca de um mês para volta.

    Fazendo as contas? O Jogo 5 marca EXATAMENTE quatro semanas da lesão dos dois caras. Coincidência? Eu duvido muito.

    “Adam Silver, seu esperto”, escreveu um fã no Reddit. “A gente vê o que você fez aí e agradece.” Outro postou no X: “Três folgas de dois dias pros Lakers, eles querem mesmo que o Luka jogue na primeira rodada” — e ainda colocou emoji de peixe, insinuando que tem coisa podre aí.

    Teoria da conspiração ou cuidado médico?

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi um calendário tão “generoso” assim. Se rolar Jogos 6 e 7, eles acontecem nos dias 1 e 3 de maio — ou seja, mais de um mês completo pros dois voltarem caso precise de um jogo decisivo.

    Na minha visão? A NBA sempre teve seus favoritos, mas isso aqui tá muito na cara. Os Lakers são uma das franquias que mais vendem, mais audiência, mais grana. É business, pessoal.

    E vocês, acham que é coincidência ou o Silver realmente deu uma mãozinha pros Lakers? Porque sinceramente, esse calendário tá mais suspeito que arbitragem de final de Copa do Mundo.

    Uma coisa eu garanto: se o Luka e o Reaves voltarem justamente no Jogo 5, a internet vai pegar fogo. E eu vou estar aqui pipocando vendo a confusão!

  • NBA admite erro gigante: LaMelo deveria ter sido expulso

    NBA admite erro gigante: LaMelo deveria ter sido expulso

    Olha só que situação absurda rolou na NBA. A liga saiu publicamente pra admitir que os árbitros erraram feio no jogo entre Charlotte e Miami. LaMelo Ball deveria ter sido expulso por uma falta flagrante em Bam Adebayo — e isso pode ter mudado completamente o resultado da partida.

    O que aconteceu foi o seguinte: no segundo quarto, LaMelo puxou o tornozelo do Bam de forma completamente desnecessária, causando uma lesão nas costas que tirou o pivô do Heat do jogo. E os três árbitros da partida (Zach Zarba, Curtis Blair e Gediminas Petraitis) simplesmente não viram nada. Nada!

    A polêmica que definiu tudo

    A NBA classificou a jogada como “contato desnecessário e imprudente” e disse que deveria ter sido falta flagrante tipo 2 — ou seja, expulsão automática. Se tivesse sido marcada na hora, Miami ganharia dois lances livres e a posse de bola. Mas não foi.

    E o pior? Charlotte ganhou de 127 a 126 na prorrogação, com LaMelo fazendo a bandeja decisiva. O próprio cara que deveria ter sido expulso acabou decidindo o jogo. Miami foi eliminada e perdeu sua melhor chance nos playoffs sem o Bam em quadra.

    Sinceramente, eu fico impressionado como uma jogada dessas passa despercebida. Erik Spoelstra, técnico do Heat, não poupou críticas: “Não acho que isso pertence ao jogo, derrubar caras, palhaçadas”. E ele tá certo, né?

    LaMelo já tinha histórico

    O mais bizarro é que não foi a primeira vez. Em janeiro de 2024, LaMelo já tinha feito algo parecido com o Bam — agarrou a perna dele durante uma transição. Na época, Adebayo tropeçou mas não caiu. Agora não teve a mesma sorte.

    LaMelo foi multado em 60 mil dólares: 35 mil pela falta e mais 25 mil por usar palavrões em entrevista depois do jogo. Ah, e teve também um lance onde ele bateu no mascote do Charlotte na comemoração, mas a NBA nem comentou isso (vai entender).

    Vocês acham que a NBA deveria ter algum mecanismo pra revisar jogadas assim mesmo quando não são marcadas na hora? Porque pela regra atual, como não houve apito, não rolou revisão no replay. Miami ficou literalmente sem recurso.

    O Charlotte segue vivo nos playoffs e vai enfrentar Orlando na sexta-feira. LaMelo pode jogar normalmente, mesmo com toda essa polêmica. Já o Heat… bem, temporada encerrada por causa de um erro de arbitragem que a própria liga admitiu.

  • Kenny Atkinson não quer entregar quem vai ser o ala do Cavs

    Kenny Atkinson não quer entregar quem vai ser o ala do Cavs

    Olha, eu adoro essa abordagem do Kenny Atkinson com o Cleveland Cavaliers. O cara simplesmente não quer entregar quem vai ser o titular na posição 3, e sinceramente? Acho genial.

    Os Cavs tiveram nada menos que 41 formações iniciais diferentes na temporada regular. Quarenta e uma! Isso por causa de lesões e aquelas trocas malucas no deadline que mexeram com todo mundo. E mesmo assim, com os playoffs começando no sábado, Atkinson ainda não bateu o martelo sobre quem vai completar o quinteto ao lado de James Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Estratégia ou indecisão?

    Quando perguntaram de novo na quarta-feira quem seria o ala titular, o técnico foi esperto: “Não quero falar algo agora e depois mudar”. Cara, isso é psicologia pura. Deixa todo mundo na expectativa, inclusive o adversário.

    A real é que vai depender do matchup. E olha que interessante — se o Immanuel Quickley, armador titular do Toronto Raptors, não jogar por causa da lesão no posterior, isso pode mudar completamente a estratégia dos Cavs para o jogo 1.

    Dean Wade, Max Strus, Sam Merrill e Jaylon Tyson já ganharam chances na posição durante a temporada. Cada um traz algo diferente pro jogo, e isso que é o mais legal dessa situação toda.

    Quem vocês acham que deveria começar?

    Na minha visão, essa flexibilidade pode ser a arma secreta do Cleveland nos playoffs. Imagina só — o adversário não sabe se vai enfrentar a defesa mais física do Wade, o arremesso mortal do Strus, ou a energia do Tyson?

    Como o próprio Atkinson falou: “Essa posição vai ser flexível tanto para começar quanto para terminar os jogos. Você tem que conquistar”.

    Monstro isso aí. Competição interna saudável e deixa o time sempre alerta. Só vamos descobrir mesmo quando a bola subir no sábado, e olha que nem assim tá garantido que vai ser o mesmo cara durante toda a série.

  • Edwards quer trazer energia do Garnett pros playoffs após temporada morna

    Edwards quer trazer energia do Garnett pros playoffs após temporada morna

    Cara, o Anthony Edwards tá tentando canalizar o espírito do Kevin Garnett pra salvar essa temporada meio sem graça dos Timberwolves. E olha, eu entendo a estratégia.

    A cena aconteceu na semana passada quando o KG voltou ao Target Center depois de oito anos. Edwards correu pra dar um abraço no lendário ala-pivô, que é simplesmente o maior Timberwolf da história. “Foi gigantesco ter ele de volta no ginásio”, disse Edwards após o treino. “Esperamos que ele volte pros playoffs pra nos dar energia.”

    E energia é exatamente o que esse time precisa, não vou mentir. Depois de chegar nas finais da Conferência Oeste nos últimos dois anos, Minnesota tá entrando nos playoffs contra o Denver no sábado com uma bagagem meio pesada — uma temporada regular bem morna nos últimos três meses.

    Edwards carregando o piano sozinho

    Assim como o Garnett carregou aqueles times antigos (lembram da final do Oeste em 2004?), hoje é o Edwards que tem que ser o motor dessa máquina. E sinceramente? Ele fez a parte dele estatisticamente.

    O cara meteu médias de 28.8 pontos por jogo com 48.9% nos arremessos e 39.9% de três — todos recordes pessoais na carreira. Mas mesmo assim, ele admitiu que às vezes o time parecia que tava só “tentando passar pela temporada pra chegar nos playoffs”.

    Isso é preocupante, pessoal. Quando um jogador do calibre do Edwards fala isso, é porque a coisa tava feia mesmo.

    Defesa que sumiu no mapa

    A maior regressão foi na defesa — coisa que dói na alma de qualquer fã de basquete. Os Wolves terminaram em oitavo lugar no rating defensivo depois de estar em sexto em 2024-25 e em PRIMEIRO em 2023-24. Absurdo como um time regride assim.

    “Quando nosso grupo não tem escolha, normalmente aparece”, disse o Rudy Gobert. E é isso aí — agora não tem mais desculpa, não tem mais “ah, é só temporada regular”.

    Edwards pelo menos tá descansado. Jogou apenas 61 partidas (recorde negativo da carreira) por causa de dores no joelho, mas usou o tempo pra se cuidar. Tá com 218 libras — o peso mais baixo desde os 18 anos.

    “Não joguei muito no último mês, então tô tentando voltar à forma”, disse Edwards.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem ligar a chave quando a coisa apertar? Ou essa temporada morna vai se estender pros playoffs?

  • Avdija explode com 41 pontos e leva Blazers aos playoffs

    Avdija explode com 41 pontos e leva Blazers aos playoffs

    Cara, o Deni Avdija simplesmente resolveu virar o monstro na hora H! 41 pontos, 12 assistências e 7 rebotes na vitória por 114-110 sobre o Phoenix Suns. E não foi qualquer vitória não — foi a que garantiu os Blazers nos playoffs pela primeira vez desde 2021.

    Olha, eu não vou mentir: não esperava isso do Avdija. O cara vinha oscilando na segunda metade da temporada regular, mas quando a pressão apertou, ele mostrou por que foi All-Star pela primeira vez na carreira. Foi um daqueles jogos que a gente vai lembrar pra sempre.

    A ressurreição de Portland

    Três anos. Três anos os Blazers ficaram de fora dos playoffs depois daquela eliminação dolorosa pro Denver Nuggets em 2021. E agora? Voltaram com tudo, garantindo a 7ª colocação no Oeste — que tá cada vez mais maluco.

    “É a melhor coisa que já aconteceu comigo na carreira até agora”, disse o Avdija depois do jogo. E dá pra entender a emoção do cara, né? Primeira vez nos playoffs como protagonista absoluto.

    A defesa de Portland também merece destaque. Conseguiram limitar o Devin Booker a apenas 17 arremessos de quadra, terminando com 22 pontos. Isso é trabalho de equipe, pessoal. Jalen Green até fez 35 pontos pros Suns, mas não foi suficiente.

    Wembanyama nos playoffs

    Agora vem a parte interessante: Blazers vs Spurs na primeira rodada. Victor Wembanyama fazendo sua estreia nos playoffs. Sinceramente, eu tô ansioso pra ver como o francês vai se comportar na pós-temporada.

    As odds não tão favorecendo Portland não — Spurs são favoritos com -2500. Mas basquete é isso aí, qualquer coisa pode acontecer. E depois do que o Avdija fez ontem, quem sabe o que mais vem por aí?

    Enquanto isso, os Suns vão enfrentar o vencedor de Clippers x Warriors na quarta-feira. Los Angeles é favorito com -208, mas Golden State sempre tem aquela magia dos playoffs.

    Vocês acham que Portland tem chance real contra San Antonio? Ou foi só um momento de brilho do Avdija?

  • Wolves prontos pra ‘virar a chave’ depois de temporada irregular

    Wolves prontos pra ‘virar a chave’ depois de temporada irregular

    Cara, o Anthony Edwards viu a ovação que o Kevin Garnett tava recebendo da torcida dos Wolves e correu pra dar um abraço no lendário ala. Oito anos longe de Minneapolis, e o KG voltou pra dar aquela energia que só ele sabe dar.

    “Ele é o maior Timberwolf de todos os tempos”, disse o Ant-Man depois do treino. “Foi gigante ter ele de volta no ginásio, e espero que ele apareça nos playoffs pra nos dar mais energia.”

    E olha, energia é exatamente o que esse time precisa.

    Experiência existe, mas cadê a consistência?

    Depois de chegar nas finais da Conferência Oeste nos últimos dois anos, os Wolves têm toda a experiência do mundo pra fazer barulho nesses playoffs. O problema? Os últimos três meses foram meio… meh.

    “Sabemos que time podemos ser e quem fomos. A questão é se conseguimos manter isso”, admitiu o técnico Chris Finch. “Você nunca quer ser um time que precisa ‘virar a chave’, mas temos uma chave pra virar, e temos que fazer isso agora.”

    Sinceramente? Meio preocupante quando seu próprio técnico fala isso, né não?

    O motor desse time continua sendo o Edwards — quatro vezes All-Star, líder nato. Mas ele mesmo reconhece que fez parte do problema durante algumas fases ruins da temporada.

    Edwards admite: “Só querendo chegar nos playoffs”

    “Às vezes parecia que estávamos só tentando passar pela temporada regular pra chegar nos playoffs”, confessou o Edwards, que fez sua melhor temporada estatística: 28.8 pontos por jogo, 48.9% nos arremessos, 39.9% de três (todos recordes pessoais).

    Os números são monstruosos, mas o cara tá certo — dava pra sentir que faltava aquele gás extra durante a temporada.

    O que mais me preocupa é a defesa. Saíram do 1º lugar em 2023-24 pro 8º lugar agora. Isso não é só estatística, é perda de identidade mesmo. O Rudy Gobert, que já levou três prêmios de Melhor Defensor, sabe que a coisa tá séria:

    “Quando nosso grupo não tem escolha, geralmente aparece. Mais uma vez está tudo nas nossas mãos.”

    Ant-Man descansado e em forma

    Uma notícia boa: o Edwards jogou apenas 61 jogos (recorde pessoal negativo) por causa de dores no joelho, mas aproveitou pra se cuidar. Perdeu peso, chegou aos 218 libras — o mais baixo desde os 18 anos.

    “Não joguei muito no último mês”, disse ele, “então tô tentando voltar pro ritmo.”

    Olha, eu tô curioso pra ver se esse time consegue mesmo “virar a chave” contra o Denver no sábado. Vocês acham que dá pra confiar nos Wolves depois dessa temporada irregular? Experiência eles têm, talento também… mas será que o foco vai aparecer quando mais precisar?

  • Play-in da NBA tá pegando fogo: 76ers vs Magic e Warriors vs Clippers

    Play-in da NBA tá pegando fogo: 76ers vs Magic e Warriors vs Clippers

    Galera, a coisa tá esquentando na NBA! O play-in tournament continua hoje com dois jogaços que podem definir quem vai pros playoffs de verdade.

    No Leste, temos Orlando Magic contra Philadelphia 76ers — e olha, essa é uma daquelas batalhas que pode ir pra qualquer lado. Os dois times terminaram a temporada regular com 45 vitórias e 37 derrotas cada. Coincidência? Acho que não.

    Magic chegando com moral

    O Magic vinha numa sequência absurda de cinco vitórias seguidas antes de perder o último jogo da temporada pros Celtics (que estavam poupando todo mundo, né). Sinceramente, acho que esse time de Orlando tá mais maduro do que a galera imagina.

    Já os 76ers ganharam os dois últimos jogos depois de perder três seguidos. Meio instável, mas quando funciona… funciona mesmo. A Filadélfia levou a melhor no confronto direto da temporada, mas os times não se enfrentam desde janeiro — ou seja, tudo pode acontecer.

    No Oeste: lenda contra lenda

    E do lado de lá, prepara o coração: Warriors contra Clippers. Stephen Curry versus Kawhi Leonard. Dois ex-MVPs das Finais se enfrentando no play-in — primeira vez na história que isso acontece, segundo a ESPN.

    O Leonard teve uma das melhores temporadas da carreira: 27.9 pontos, 6.4 rebotes e 1.9 roubadas de bola por jogo. Monstro. Já o Curry jogou apenas 43 partidas por causa de uma lesão no joelho (a menor marca desde 2019-20), mas ainda assim cravou 26.6 pontos por jogo. Esse cara é diferenciado.

    Os Clippers ganharam três dos quatro confrontos diretos na temporada regular. Mas Warriors em jogo decisivo? Eu não duvido de nada.

    E agora, quem passa?

    No Leste, quem ganhar entre Magic e 76ers pega o segundo colocado Boston Celtics. Quem perder ainda tem chance: joga contra o Charlotte Hornets (que eliminou o Miami Heat ontem de virada, 127-126 na prorrogação — que jogaço!).

    No Oeste, a situação é parecida. Vencedor de Warriors x Clippers encara o Phoenix Suns na sexta. O perdedor? Vai pra casa. Já que o Portland Trail Blazers surpreendeu todo mundo ontem e eliminou os Suns por 114-110.

    Cara, eu tô ansioso demais pra esses jogos. O play-in sempre entrega emoção, e hoje não vai ser diferente. Vocês acham que os veteranos Warriors conseguem se impor, ou os Clippers vão mostrar que são o time mais completo?

  • Draymond Green comendo mosca: Warriors de novo no Play-In

    Draymond Green comendo mosca: Warriors de novo no Play-In

    Cara, tem coisa mais engraçada que ver o Draymond Green ter que engolir as próprias palavras? O cara que um dia disse que “lutar por uma vaga no Play-In não me motiva nem um pouco” tá aí de novo, precisando dessa droga de torneio pra manter a temporada viva.

    Lembro perfeitamente de 2021 quando ele soltou essa. Os Warriors estavam na 9ª posição, e o Draymond basicamente cuspiu no Play-In na frente dos repórteres. Na época eu até entendi – o maluco tinha três anéis, tinha destruído todo mundo por anos seguidos. Pra ele, aquilo era tipo um jogo de aquecimento.

    A vida dá voltas que nem bola na tabela

    Três anos depois, em 2024, já com quatro títulos no currículo, ele mudou o discurso e chamou o Play-In de “a melhor coisa já criada” – mas no mesmo fôlego disse que odiava aquela porcaria. Clássico Draymond: contraditório até o último fio de cabelo.

    E agora? 2026, Warriors com 37-45 de campanha, décima colocação. Décima. Os caras que costumavam passar direto pros playoffs agora tão pedindo carona pro Play-In Mountain, como se fosse favor.

    Olha, sinceramente acho que essa humildade forçada faz bem pro Draymond. O basquete tem dessas – quando você acha que tá acima de alguma coisa, a vida te coloca no seu devido lugar rapidinho.

    Warriors precisam mais que tudo

    A real é que Golden State tá desesperado. Dois anos seguidos dependendo do Play-In! Imagina se alguém falasse isso em 2017 pros Warriors? Os caras iam rir na sua cara.

    Mas agora não tem mais essa de “não me motiva”. Quando você termina a temporada regular com campanha negativa, qualquer chance de estender a temporada vira questão de vida ou morte. E o Draymond sabe disso melhor que ninguém – o cara odeia perder mais que qualquer coisa no mundo.

    Na quarta-feira ele vai ter a chance de mostrar isso debaixo dos holofotes do Play-In. Será que consegue levar esses Warriors pra mais uma jornada nos playoffs? Vocês acham que ainda têm lenha pra queimar ou é só saudade mesmo?

    Uma coisa eu garanto: ver o Draymond tendo que se humilhar pro Play-In depois de falar tanta merda é quase tão divertido quanto um triple-double do cara.

  • Blazers na playoffs e Kon Knueppel no banco: o drama do Play-In

    Blazers na playoffs e Kon Knueppel no banco: o drama do Play-In

    Cara, o Play-In Tournament já começou e que loucura! Portland Blazers garantiu vaga na playoffs pela primeira vez desde 2021, derrubando o Phoenix Suns numa virada épica de 11 pontos no último quarto. Sinceramente? Eu não esperava isso dos Blazers — eles tavam mortos no jogo e de repente… BAM! Deni Avdija simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta.

    E que noite maluca foi essa. Do outro lado, Charlotte Hornets e Miami Heat protagonizaram um jogaço clássico desses que a gente vai lembrar por anos. LaMelo Ball finalmente conseguiu sua primeira vitória em playoffs — o garoto tava com esse macaco nas costas há tempos.

    O Heat perdeu, mas pode ter ganhado

    Olha, pode parecer loucura, mas o Miami Heat perdendo pode ter sido a melhor coisa que aconteceu com eles. Sério mesmo. Quatro anos seguidos no Play-In é frustrante pra um time acostumado a brigar por título. Agora eles garantem uma posição no Draft da NBA, e sabem como é — os dois últimos times que ganharam na loteria (Mavericks e Hawks) tinham perdido no Play-In.

    Pat Riley deve estar até aliviado. Esse elenco atual não tem cara de time campeão, mas com uma pick boa no draft… aí a conversa muda completamente. Imaginem se conseguirem pescar um Giannis Antetokounmpo com essa pick na mão?

    Kon Knueppel e o banco de reservas

    Agora vem a parte triste da história. Kon Knueppel, que vinha fazendo uma temporada de rookie absurda, teve uma das piores noites da carreira. Acabou no banco, vendo o jogo de longe enquanto seus companheiros brigavam por uma vaga na pós-temporada.

    O mais doloroso? As chances dele no Rookie of the Year podem ter ido pro espaço. Como os jogadores ainda podem votar (por causa daquela confusão toda com a regra dos 65 jogos), uma atuação dessas no momento mais importante do ano pesa — e muito. Injusto? Talvez. Mas é assim que funciona na NBA.

    O garoto vai ter mais chances de se redimir na sexta-feira, mas primeira impressão em playoffs é tudo. E a dele não foi das melhores, não vou mentir.

    Agora é torcer pros próximos jogos. Warriors e Clippers se enfrentam, Philadelphia pega o Orlando, e ainda temos mais três vagas pra definir. Vocês acham que os Blazers conseguem fazer algum barulho nos playoffs ou foi só um momento de sorte?