Tag: NBA Playoffs

  • PG13 volta após suspensão: será que o tempo parado ajudou?

    PG13 volta após suspensão: será que o tempo parado ajudou?

    Olha, eu não esperava essa. Paul George voltando de uma suspensão por substância banida? O cara que contrataram pra ser a terceira estrela dos Sixers ao lado do Embiid e do Maxey tá passando mais tempo fora de quadra do que jogando.

    Desde que assinou o contrato milionário em 2024, PG13 jogou apenas 68 partidas pelos Sixers. Mesmo se jogar os 10 jogos restantes da temporada, não vai completar nem 82 jogos em DUAS temporadas combinadas. Monstro de numbers, né? Mas não do jeito que a torcida esperava.

    O drama por trás da suspensão

    O veterano de 35 anos foi suspenso por 25 jogos após usar uma substância banida. E cara, quando você vê ele explicando o motivo, dá até pena. “Ser um atleta profissional e saber que seu corpo não tá onde precisa estar… isso afeta o lado mental”, disse PG na coletiva.

    Sinceramente, dá pra entender a frustração do cara. Imagina você sendo contratado como a peça que faltava pro time brigar pelo título e aí seu joelho não colabora. A mente começa a pirar mesmo.

    “Peço desculpas à cidade de Filadélfia, à minha família, meus companheiros e toda a organização”, falou George, bem arrependido na reapresentação.

    Os Sixers sobreviveram sem ele?

    Aqui que fica interessante: o time fez 13-12 sem o PG. Não é um aproveitamento absurdo, mas considerando que não foi só ele que se machucou (porque nesse time TODO MUNDO se machuca), até que foi decente.

    Tão na zona do play-in com 39-33, mas só 1,5 jogo atrás do quinto lugar. Com 10 jogos restantes, ainda dá pra sonhar com vaga direta nos playoffs. A pergunta é: George volta em forma pra ajudar nessa reta final?

    “Estou muito melhor fisicamente”, garantiu o ala-armador. “Esses 25 jogos foram exatamente o que meu corpo precisava pra se curar.” Será mesmo? Porque já ouvi essa história antes…

    A última chance de provar seu valor

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa é praticamente a última chance do PG13 mostrar que valeu a pena a aposta dos Sixers. O cara teve momentos brilhantes – como aquele jogo contra o Milwaukee onde cravou 9 bolas de três (recorde da franquia!). Mas consistência? Essa tem sido a grande questão.

    O retorno é quarta-feira contra o Chicago Bulls. Vai ser interessante ver se o joelho aguenta e se a cabeça tá no lugar. Porque se der certo, os Sixers ainda podem incomodar nos playoffs. Se não der… bem, aí já sabemos como essa história termina.

    E aí, vocês acham que Paul George consegue se redimir nessa reta final? Ou o drama das lesões vai continuar assombrando Filadélfia?

  • Dean Wade tem que assumir a titularidade dos Cavs nos playoffs

    Dean Wade tem que assumir a titularidade dos Cavs nos playoffs

    Olha, eu sei que pode soar controverso, mas Dean Wade precisa ser titular nos playoffs dos Cavs. Sim, eu disse isso mesmo.

    Com a temporada caminhando pro final, Kenny Atkinson tem uma decisão difícil pela frente: quem vai completar o quinteto ao lado de James Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen? E sinceramente, por mais que todo mundo fique doido quando o Wade não acerta os arremessos, ele é a peça que faz mais sentido.

    Por que Wade é a escolha certa

    O cara tem 2,06m, pesa 104kg e é uma versão melhorada do famoso “3&D” – defende, rebota e espaça a quadra. E o mais importante: ele não precisa da bola nas mãos. Vocês já viram quem tá do lado dele em quadra? Harden, Mitchell, Mobley… são caras que vivem com a bola. Wade faz o trabalho sujo.

    “Não deixem as estatísticas ditarem a opinião sobre o Wade”, essa é a realidade. Enquanto ele tiver cumprindo o papel – defendendo, brigando pelo rebote e tomando as decisões certas – ele é o cara certo pro trabalho. E junto com Mobley e Allen, forma um trio defensivo que dá trabalho pra qualquer ataque da liga.

    A concorrência existe, mas…

    Max Strus voltou de lesão e tá mostrando serviço – 8,8 pontos, 7,0 rebotes em 23,5 minutos por jogo. O problema é que ele ainda tá voltando do departamento médico e ninguém sabe se aguenta o ritmo dos playoffs.

    Jaylon Tyson também aparece como opção, mas convenhamos: o cara ainda tá se adaptando às mudanças de papel durante a temporada. Nos playoffs, você não tem tempo pra experimentos.

    Atkinson mesmo já deu a dica: “Provavelmente temos que chegar a nove jogadores na rotação”. E quando você pensa em quem pode fazer o trabalho pesado contra os melhores times da liga, Wade se destaca.

    Eu entendo a frustração da galera quando ele erra os arremessos abertos, mas o cara tá há cinco temporadas jogando com Mobley e Allen. Essa química não se constrói do dia pra noite.

    E vocês, acham que Wade aguenta ser o quinto titular dos Cavs nos playoffs? Ou preferem apostar na volta por cima do Strus?

  • Judge vai destroçar tudo em 2026? Minhas 3 previsões mais ousadas

    Judge vai destroçar tudo em 2026? Minhas 3 previsões mais ousadas

    Cara, o Aaron Judge simplesmente não para de impressionar. Terceiro MVP na carreira ano passado, batendo o Cal Raleigh que mandou 60 bombas — e olha que isso já é coisa de monstro. Agora todo mundo fica se perguntando: o que esperar do cara em 2026?

    Sinceramente, fazer previsão “ousada” pro Judge hoje em dia é quase impossível. O cara já ganhou três MVPs, já passou dos 60 home runs, já chegou na World Series… Mas sempre tem aquela baleia branca pra caçar, né? E no caso dele, sabemos qual é: um anel de campeão mundial.

    60 home runs de novo? Eu acredito

    Olha, ele já fez isso uma vez em 2022 (62, na verdade — recorde da Liga Americana). E eu acho que vai repetir a dose em 2026. Os números não mentem: desde 2021, o Judge mandou 249 bombas, uma média de 55.9 por temporada completa de 162 jogos.

    A diferença agora é que ele vai ter proteção melhor no lineup. Cody Bellinger e Ben Rice — dois canhotos que podem dar aquela ajuda fundamental. Os Yankees estão apostando pesado no Rice como primeira base titular, e se der certo, vai ser uma mão na roda pro Judge. Afinal, ter ameaças canhotas ao redor faz toda a diferença na hora de receber bolas boas pra rebater.

    E vamos combinar: apenas 10 temporadas de 60+ home runs na história da MLB. Sammy Sosa (3) e Mark McGwire (2) são os únicos com múltiplas campanhas dessas. Judge pode ser o primeiro “limpo” a repetir a façanha — sem aquelas polêmicas de substâncias proibidas.

    Finalmente uma Luva de Ouro no Bronx

    No World Baseball Classic, o Judge mostrou o braço eliminando dois corredores tentando chegar na terceira base desde o campo direito. Os caras simplesmente esqueceram a regra número 1 da AL East: “Não corra quando o Judge está por perto”.

    O mais louco é que ele já deveria ter uma Luva de Ouro, mas em 2024 teve que ir pro campo central pra abrir espaço pro Juan Soto. Foi lá que rolou aquela deixada de bola no Jogo 5 da World Series que manchou um pouco a narrativa defensiva dele. Soma isso com a lesão no cotovelo que o tirou do campo direito por semanas…

    Mas agora a história é outra. O Judge no campo direito do Yankee Stadium é simplesmente diferente — muito mais fácil que aquela loucura do Fenway Park onde o Wilyer Abreu ganhou a Luva de Ouro ano passado. Na minha visão, 2026 é o ano dele finalmente levar esse prêmio pra casa.

    Hora de calar a boca sobre os playoffs

    Essa narrativa de que o Judge “murcha” nos momentos decisivos já encheu o saco, né? OPS de .822 nos playoffs seria excelente pra maioria dos jogadores, mas comparado com o 1.028 dele na temporada regular, parece pouco.

    O WBC foi uma oportunidade de mudar isso, mas ele foi 1-8 com cinco strikeouts nos dois jogos finais. Inclusive bateu out logo depois do home run empatatudo do Bryce Harper na final. Doeu até em mim assistindo.

    Mas olha, os Yankees só ficaram fora dos playoffs uma vez na carreira do Judge — em 2023, quando ele se machucou batendo na parede do Dodger Stadium. Se ele se manter saudável, o time chega longe. E quando chegar lá, eu tenho certeza que vai ser diferente.

    E aí, vocês acham que 2026 é o ano do Judge finalmente conquistar tudo? Porque na minha opinião, todos os elementos estão alinhados pra isso acontecer.

  • Paul George se desculpa e vê lado positivo na suspensão: ‘Estou melhor’

    Paul George se desculpa e vê lado positivo na suspensão: ‘Estou melhor’

    Olha, eu não esperava isso do Paul George. O cara acabou de se desculpar publicamente por uma suspensão de 25 jogos por violar o programa antidrogas da NBA — mas sabe o que mais me impressionou? A forma como ele encarou tudo isso.

    George perdeu quase dois meses de temporada depois de usar uma “medicação imprópria” para lidar com problemas de saúde mental. Pesado, né? Mas na coletiva de terça-feira, véspera do seu retorno contra o Bulls, o veterano de 35 anos mostrou uma maturidade absurda.

    “Sou humano e cometi um erro”

    “Ser um atleta profissional cobra seu preço, e meu corpo não estava onde eu queria que estivesse”, explicou PG-13. “Obviamente eu tinha expectativas para mim mesmo, e isso levou à decisão ruim naquele momento. Mas, novamente, como já disse ao longo da minha carreira ao lidar com saúde mental: eu não sou um super-herói. Sou humano e cometi um erro.”

    Cara, essa transparência é o que falta no esporte às vezes. O monstro se abriu sobre suas lutas internas e não tentou minimizar nada.

    Quando perguntaram sobre qual substância ele usou, George manteve a privacidade — e fez certo. São detalhes pessoais mesmo. O que importa é que ele assumiu o erro e está disposto a seguir em frente.

    Sixers se viraram sem as estrelas

    E olha só que loucura: durante a suspensão do George, os Sixers fizeram 13-12. Nada mal considerando que Joel Embiid também ficou fora 13 jogos por lesão no oblíquo e Tyrese Maxey perdeu os últimos nove por conta de um dedo machucado.

    Quem salvou a pátria? Os garotos. O rookie VJ Edgecombe foi simplesmente absurdo, fazendo mais de 35 pontos em dois dos últimos três jogos. Isso que é revelar jogador na pressão!

    Com 39-33, Philadelphia está em sétimo no Leste, mas apenas 1.5 jogos atrás da quinta posição. Dá pra sonhar com algo melhor que o play-in, né?

    A volta do PG-13

    George disse que está se sentindo “explosivo e forte” novamente. Depois de tantas lesões — começou a temporada fora por causa de uma cirurgia no joelho, perdeu o início da temporada passada por contusão óssea —, o cara finalmente parece estar 100%.

    “Estou em um lugar muito melhor fisicamente. Esses 25 jogos foram exatamente o que eu precisava para meu corpo se curar”, admitiu.

    Sinceramente? Talvez essa pausa forçada tenha sido uma bênção disfarçada. O veterano está descansado, com a cabeça no lugar e pronto para ajudar nos playoffs. E vocês, acham que os Sixers conseguem fazer barulho na pós-temporada com George de volta?

  • Os Lakers na briga: quem deve ganhar pra ajudar LA nos playoffs?

    Os Lakers na briga: quem deve ganhar pra ajudar LA nos playoffs?

    Olha, vou ser sincero — o fim da sequência de vitórias dos Lakers contra o Pistons doeu um pouco, mas não tanto quanto poderia. Por quê? Porque o resto da Conferência Oeste tá numa mesmice total, e isso pode ser uma baita oportunidade para o time de LA.

    A situação atual da guerra no Oeste

    Os Lakers estão na terceira posição com 46-26, e conseguiram manter uma distância segura dos times que estão grudados ali embaixo. E cara, quando eu falo grudados, é grudados mesmo:

    Lakers na terceira com 46 vitórias, Nuggets e Wolves empatados em quarto com 44-28, Rockets logo atrás com 43-28, e os Suns meio perdidos com 40-32. É uma diferença de apenas 6 vitórias entre o terceiro e o sétimo colocado — absurdo isso!

    O mais interessante? Enquanto LA fez 9-1 nos últimos 10 jogos (monstro!), a concorrência patinou feio. Wolves, Rockets e Suns fizeram 5-5, e até os Nuggets — que todo mundo sabe que são perigosos — conseguiram apenas 6-4.

    Os jogos que todo fã dos Lakers deveria acompanhar

    Agora vem a parte divertida: torcer para quem nos próximos dias? Porque com essa briga toda, cada resultado pode mudar completamente o cenário dos playoffs.

    Nuggets x Suns (terça) — Sinceramente, acho que os Suns já estão praticamente destinados ao play-in. Então é torcer para Phoenix, mesmo sabendo que Denver tem aquele potencial de campeão. Os Nuggets estão instáveis — batem nos Spurs mas perdem pro Grizzlies que tá tankeando. Vai entender.

    Rockets x Wolves (quarta) — Esse aqui é o dilema real. Os Lakers têm o tiebreaker contra os dois times, mas… vocês preferem enfrentar quem nos playoffs? Houston seria um adversário mais “tranquilo” na primeira rodada, então uma derrota deles seria ideal. Mas se quiserem uma revanche com os Wolves, aí é o contrário.

    Independente de quem torcer, esse jogo promete ser um jogaço. Dois times desesperados brigando por posição — é receita certa para um showzaço.

    A conta é simples

    Com cerca de 10 jogos restantes na temporada regular, mais uma semana forte dos Lakers pode praticamente garantir a vantagem de casa na primeira rodada. E olha, depois daquela campanha de 9-1, eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo.

    O que vocês acham? Quem preferem enfrentar nos playoffs — Rockets ou Wolves? E será que os Lakers conseguem manter esse ritmo até o final da temporada?

  • Lakers podem disparar no Oeste com rivais se matando

    Lakers podem disparar no Oeste com rivais se matando

    Olha só que situação interessante: enquanto os Lakers perderam a sequência de vitórias na última (que dor aquela derrota pros Pistons, né?), os principais rivais do Oeste estão literalmente se matando entre si essa semana. E eu tô aqui esfregando as mãos.

    A conferência continua um caos delicioso. Lakers na 3ª posição com 46-26, seguidos pelos Nuggets (44-28), Wolves (44-28), Rockets (43-28) e Suns (40-32). A diferença é pequena, mas o timing não poderia ser melhor pra galera de Los Angeles.

    Por que os Lakers podem dormir tranquilos

    Nos últimos 10 jogos, LA fez 9-1. Monstro demais. Enquanto isso, os concorrentes diretos estão patinando feio — Wolves, Rockets e Suns com 5-5 cada, e os Nuggets nem isso conseguem com 6-4.

    Com apenas 10 jogos restantes na temporada regular, uma semana forte dos Lakers pode praticamente garantir o mando de quadra no primeiro round dos playoffs. E sinceramente? Depois do que vi contra Detroit, acho que eles voltam mais focados.

    Os jogos pra ficar de olho

    Nuggets x Suns (terça): Phoenix já tá praticamente condenado ao play-in, então torço pros Suns meterem uma enterrada no Denver. Os Nuggets são perigosos quando engrenuram, mas têm sido irregulares — ganharam do Spurs mas perderam pros Grizzlies que tão fazendo tanking. Vai entender.

    Rockets x Wolves (quarta): Esse é complicado de torcer. Lakers têm tiebreaker sobre os dois, mas quem vocês preferem enfrentar no primeiro round? Houston parece mais “matável” no papel, mas Minnesota sempre dá trabalho. Independente do resultado, vai ser jogaço.

    O que me deixa mais animado é ver que LA manteve a distância mesmo perdendo. Enquanto os outros se degladiam, os Lakers podem simplesmente fazer o dever de casa e consolidar a posição. Às vezes o melhor é deixar os rivais brigarem entre si, não acham?

  • Suns x Nuggets: última chance de evitar a varrida na temporada?

    Suns x Nuggets: última chance de evitar a varrida na temporada?

    Olha, vou ser sincero com vocês: o Phoenix Suns tá numa situação complicada. Com 40 vitórias e 32 derrotas, o time do Arizona precisa URGENTE embalar uma sequência boa antes dos playoffs. E adivinha contra quem eles jogam hoje? Contra o Denver Nuggets, que já passou o rodo no Suns duas vezes nesta temporada.

    O jogo rola às 22h (horário do Arizona) no Mortgage Matchup Center, em Phoenix, com transmissão da NBC. E cara, essa pode ser a última chance dos Suns evitarem uma varrida humilhante na temporada regular.

    A realidade é cruel para o Suns

    Os números não mentem: Phoenix está 3,5 jogos atrás do Houston Rockets na briga por uma vaga entre os seis primeiros do Oeste. Com apenas 10 jogos restantes na temporada regular, a matemática tá ficando cruel. Na minha visão, eles vão mesmo terminar em sétimo — o que significa play-in e vida mais difícil.

    E o pior? O Suns tá há quase um mês sem dois titulares importantes. Enquanto isso, os Nuggets (44-28) estão jogando com força total pela primeira vez em 2026 e começaram a mostrar cara de candidato ao título de novo.

    A diferença de tamanho entre os times é absurda. Nikola Jokic e companhia vão ter vida fácil no garrafão contra um Suns que vai depender de caras como Oso Ighodaro, Khaman Maluach e Rasheer Fleming para segurar a melhor ofensiva da NBA.

    Jokic é o pesadelo dos Suns

    Nos dois jogos anteriores desta temporada, o sérvio monstro simplesmente destruiu Phoenix. Os Nuggets passaram de 130 pontos nas duas partidas, transformando o que deveria ser jogo em treino. Ambos os confrontos rolaram antes de dezembro — época em que Ighodaro ainda não tinha dado o salto de qualidade que vemos hoje.

    A boa notícia? A defesa de Denver é apenas a 21ª da liga, com rating de 120.2. Ou seja, se Devin Booker, Jalen Green e Collin Gillespie estiverem com a mão quente, dá pra fazer um jogaço de muitos pontos.

    Mas sejamos realistas: a menos que os Nuggets tenham uma noite péssima, os Suns vão precisar ganhar um jogo apertado. E aí que mora o perigo — nas últimas cinco derrotas seguidas (até vencerem Toronto no domingo), Phoenix sofreu justamente no quarto período.

    A chave está nos erros

    Se tem uma coisa que pode salvar o Suns é forçar erros. Eles precisam pressionar Denver, causar o caos que esse time ama quando está no seu melhor. Jordan Goodwin e Ryan Dunn têm que liderar essa pressão maluca.

    Ofensivamente, a estratégia é atacar o próprio Jokic. Ele não é um grande bloqueador, mas tem mãos excepcionais e força muitos erros. Os Suns não podem dar bobeira e entregar cestas fáceis no contra-ataque.

    Vocês acham que Phoenix consegue evitar a varrida? Sinceramente, acho difícil. Jokic tá jogando um basquete de outro planeta, e os Nuggets parecem estar encontrando o ritmo na hora certa. Minha previsão: Nuggets vencem por 125 a 121, num jogo emocionante mas que deixa os fãs do Suns com gosto amargo na boca.

    Pelo menos vai ser divertido de assistir!

  • Spurs ganhou em Miami e tá assustando até os próprios fãs

    Spurs ganhou em Miami e tá assustando até os próprios fãs

    Olha, eu vou confessar uma coisa: às vezes tenho medo de ficar muito animado com esse San Antonio Spurs. É sério. Quando um time tá funcionando tão perfeitamente assim, a mente já vai direto pro “peraí, que pegadinha é essa?”

    Mas aí você olha os números e… 16-2 desde o All-Star break. Dezesseis vitórias e duas derrotas. É de maluco.

    Miami era pra ser o teste real

    A partida contra o Heat era aquele jogo clássico de “vamos ver se é real mesmo”. Miami em casa, lutando por playoff, com aquela famosa Heat Culture™ que todo mundo conhece. Era o cenário perfeito pros Spurs pisarem na casca de banana e tomarem uma surra de trabalho.

    E sabe o que aconteceu? Spurs liderou do começo ao fim. Trinta pontos de vantagem no pico da partida. A maior vantagem que qualquer time visitante conseguiu em Miami na temporada toda.

    Eu fiquei esperando o momento que o Heat ia acordar e mostrar por que são perigosos em casa. Não veio. Os caras simplesmente foram atropelados por um time que parece ter descoberto a fórmula secreta do basquete.

    Wembanyama continua sendo um alienígena

    Minha teoria era que uma hora a maré ia virar pro Victor. Que Bam Adebayo, que é monstro defensivo, ia encontrar uma forma de parar ele. Que teoria nada — 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos. E olha só que absurdo: ele se tornou apenas o terceiro jogador na história da NBA a chegar em 4 mil pontos e 300 cestas de três nos primeiros 175 jogos da carreira.

    Terceiro. Na. História.

    Mas tá bom, quando o Wemby sai de quadra é que a coisa desanda, né? Errado de novo. Keldon Johnson e Dylan Harper combinaram 42 pontos saindo do banco. O segundo time não só segurou o rojão — enterrou Miami de vez.

    Os números contam a história: 17 rebotes ofensivos contra 6 do Heat. Venceram no garrafão por 60-40. Foi uma demonstração de força física que transformou cada arremesso errado numa nova chance de pontuar.

    O problema de ser bom demais

    Sabe qual é a parada mais estranha? Não consigo achar defeito nenhum gritante nesse time. E isso me deixa nervoso pra caramba (eu sei, sou ansioso mesmo). Quando você consegue apontar “ah, eles não arremessam bem de três” ou “falta físico”, pelo menos você sabe onde os adversários vão tentar furar. Você tem algo concreto pra se preocupar.

    Mas não tem. Os Spurs têm detalhezinhos aqui e ali, pontos cegos teóricos, mas nada gritante. Nada que você olhe e fale “é aqui que vão pegar eles nos playoffs”.

    E aí fico eu aqui, torcedor que acompanha NBA há anos, tentando encontrar pelo em ovo e não achando nada. É uma experiência meio surreal assistir seu time jogar tão bem que você mesmo fica desconfiado.

    Vocês tão sentindo isso também? Essa mistura estranha de euforia com paranoia? Porque sinceramente, faz tempo que um time não me deixava tão animado E tão nervoso ao mesmo tempo.

  • Charlotte explodindo no ataque pode massacrar Sacramento hoje

    Charlotte explodindo no ataque pode massacrar Sacramento hoje

    Cara, o Charlotte Hornets tá simplesmente voando nessa reta final da temporada. 11 vitórias em 14 jogos? Segundo melhor net rating da NBA no período? E hoje eles recebem o Sacramento Kings no Spectrum Center — que na minha opinião vai ser um massacre.

    Olha, eu não esperava que os Hornets chegassem nesse nível tão cedo na temporada, mas LaMelo Ball tá jogando como um monstro. Nos últimos cinco jogos, o cara tá metendo 25.2 pontos por noite e acertando 42.1% das bolas de três. Quarenta e dois por cento! E marcou 29+ pontos em três desses cinco jogos.

    Sacramento sem defesa alguma

    Sinceramente, não sei como o Kings ainda consegue perder de tanto ponto assim. Eles têm a terceira pior defesa da liga e são praticamente os últimos em porcentagem efetiva de arremesso dos adversários. É como deixar a porteira aberta pro gado passar.

    E os Hornets sabem aproveitar essas oportunidades. Nos últimos três jogos, Buzz City (como chamam Charlotte) tá fazendo média de 130 pontos com 52.9% de aproveitamento nos arremessos de quadra. É absurdo!

    Brandon Miller: a revelação do ano

    Mas o que mais me impressiona é a evolução do Brandon Miller. Nos últimos 15 jogos, o garoto tá acertando quase 50% das tentativas de três — e olha que são 7.8 tentativas por jogo! Acertou 4+ bolas de três em três jogos seguidos.

    Com LaMelo distribuindo as bolas e Miller pegando fogo de longe, essa dupla pode fazer estrago contra qualquer defesa. E contra Sacramento… bom, acho que vocês já entenderam onde quero chegar.

    O Kings tá basicamente jogando por jogar nesse fim de temporada. As vitórias recentes deles vieram contra Nets e Jazz — times que também não tão competindo por nada. É diferente de enfrentar um Hornets que briga por posição nos playoffs.

    E aí, galera — acham que Charlotte consegue passar dos 124.5 pontos hoje à noite? Pra mim é quase certeza, considerando como eles vêm jogando e a defesa porosa do Sacramento.

  • Paul George pede desculpas por teste positivo e volta aos 76ers

    Paul George pede desculpas por teste positivo e volta aos 76ers

    Olha, não é todo dia que um astro da NBA precisa se desculpar publicamente por um teste de doping positivo. Paul George fez exatamente isso ontem, pedindo desculpas aos fãs dos Philadelphia 76ers, à organização e à própria família pela “decisão ruim” que resultou numa suspensão de 25 jogos.

    O cara foi suspenso no final de janeiro por violar o programa antidrogas da NBA, e agora volta justamente quando o time mais precisa dele — nas últimas 10 partidas da temporada regular, com os playoffs se aproximando.

    A explicação que todo mundo queria ouvir

    George não entrou em detalhes sobre qual substância ele usou (e sinceramente, melhor assim), mas foi bem honesto sobre o que o levou a essa situação. Segundo ele, tudo começou com uma lesão no joelho durante a offseason que o limitou fisicamente — e isso acabou afetando seu lado mental.

    “A coisa mais difícil é quando seu corpo não está onde você sabe que precisa estar”, disse George. “Isso afeta o lado mental, sabendo que você está limitado.”

    Cara, eu entendo a pressão que deve ser. O cara assinou um contrato de 212 milhões por 4 anos, chegou na Filadélfia como o grande reforço e teve uma das piores temporadas da carreira. Apenas 16.2 pontos em 41 jogos na temporada passada — o pior desde que era novato.

    O preço da suspensão

    A suspensão custou caro pro PG-13: cerca de 11,7 milhões de dólares do salário de 51,7 milhões. Isso dá quase 470 mil por jogo perdido. Dinheiro que dói no bolso, mas que provavelmente doeu menos que decepcionar os fãs.

    Enquanto George estava fora, os Sixers fizeram campanha de 13-12 — nada espetacular, mas considerando que também jogaram sem Joel Embiid (lesionado há 13 jogos), até que se viraram bem. Estão em 7º no Leste com 39-33.

    E aí, vocês acham que o George consegue realmente fazer a diferença nessa reta final? O cara disse que está se sentindo “explosivo” de novo e pronto pra ser o “cara focal” do time. Considerando que Embiid e Tyrese Maxey também estão machucados, vai ser praticamente tudo nas costas do veterano de 35 anos.

    Eu, particularmente, quero ver se ele consegue voltar ao nível que mostrou naquela partida contra o Milwaukee antes da suspensão — 32 pontos com 9 bolas de três. Aquilo sim foi o Paul George que a gente conhece.

    O primeiro teste é amanhã contra o Chicago Bulls. Vamos torcer pra que essa história toda tenha pelo menos um final feliz nos playoffs.