Tag: NBA Playoffs

  • Celtics x 76ers nos playoffs: Philly tá com tudo pra complicar!

    Celtics x 76ers nos playoffs: Philly tá com tudo pra complicar!

    E aí galera, já temos o primeiro confronto dos Celtics nos playoffs! Philadelphia 76ers, a sétima cabeça de chave, conseguiu passar pelo Orlando Magic no play-in e agora vai encarar Boston na primeira rodada. Sinceramente? Esse matchup pode ser bem mais perigoso do que muita gente imagina.

    Os 76ers venceram o Magic ontem à noite e garantiram a vaga. Agora é oficial: vai ser Celtics x Sixers, e eu já tô ansioso pra ver esse duelo.

    A programação tá definida

    O primeiro jogo será no domingo, dia 19 de abril, às 13h (horário de Brasília) no TD Garden. Depois, jogo 2 na terça, também em Boston. A série vai pra Philadelphia nos jogos 3 e 4, e aí pode rolar aquela tensão toda se a coisa apertar.

    Olha, pode parecer tranquilo no papel — afinal, os Celtics foram muito superiores na temporada regular com 56 vitórias contra 45 dos Sixers. Mas vocês lembram como foi o confronto direto entre eles? 2 vitórias pra cada lado, e três desses jogos foram decididos por uma única cesta. Uma. Cesta.

    Números não contam toda a história

    Tá, os Celtics terminaram com o segundo melhor ataque da liga e a quarta melhor defesa. Philadelphia ficou lá embaixo mesmo, 16º no ataque e 17º na defesa. No papel, parece mamão com açúcar.

    Mas aí que tá o perigo. Os 76ers tiveram uma temporada conturbadíssima, cheia de lesões, e ainda teve aquela suspensão de 25 jogos do Paul George que bagunçou tudo. Agora nos playoffs, com todo mundo (teoricamente) saudável, eles podem ser um bicho completamente diferente.

    Na minha visão, essa série pode ir longe. Philly tem talento de sobra quando está 100%, e playoff é outro campeonato — a gente sabe disso. Os Celtics são favoritos óbvios, mas eu não ficaria surpreso se essa série fosse até os sete jogos.

    E vocês, acham que Boston resolve fácil ou os 76ers podem dar trabalho? Eu tô com aquela sensação de que pode dar zebra…

  • Árbitro se lesiona e sai de quadra no Warriors vs Clippers

    Árbitro se lesiona e sai de quadra no Warriors vs Clippers

    Cara, que azar! O árbitro Ben Taylor teve que deixar o jogo entre Warriors e Clippers na madrugada de quinta-feira (horário brasileiro) por causa de uma lesão. E olha que momento — playoffs da NBA, jogo eliminatório, tudo pegando fogo em Inglewood.

    Taylor saiu mancando da quadra com 8min51s restantes no terceiro quarto e foi direto pro túnel. Deu pra ver que estava sentindo dor mesmo, o cara mal conseguia andar direito. Na minha opinião, é sempre complicado quando isso acontece num momento tão tenso do jogo.

    Substituição rápida salva o jogo

    Por sorte, a NBA sempre manda um quarto árbitro reserva pros jogos de playoff justamente pra essas situações. Sean Corbin entrou no lugar do Taylor após uma breve parada. E que diferença de experiência, hein? Taylor tem 11 anos de NBA, mas o Corbin é veteraníssimo — 31 temporadas apitando!

    Vocês já pararam pra pensar como deve ser estressante apitar um playoff da NBA? Imagina a pressão… E ainda por cima se machucar no meio do rolo todo.

    Clippers na frente no momento da saída

    Na hora que o Taylor saiu, os Clippers estavam ganhando por 61 a 53 no intervalo. Era aquele clássico jogo eliminatório — nono colocado (Clippers) contra décimo (Warriors) no play-in tournament. Quem perdesse, tchau temporada.

    Sinceramente, espero que a lesão do Taylor não seja nada grave. Árbitros também são parte do espetáculo, e ver um profissional experiente sair assim nunca é legal. Pelo menos o Corbin estava lá pra garantir que o jogo continuasse com qualidade.

    O que vocês acham? Esse tipo de situação pode influenciar no ritmo do jogo ou os caras nem sentem a diferença?

  • Drummond não tem medo dos Celtics: ’76ers têm time pra vencer’

    Drummond não tem medo dos Celtics: ’76ers têm time pra vencer’

    Olha, eu não sei vocês, mas essa confiança do Andre Drummond me deixou empolgado. Logo depois de despachar o Orlando Magic por 109 a 97 no play-in, o pivô dos 76ers já estava de olho no próximo desafio: nada menos que o Boston Celtics nos playoffs.

    E sabe o que mais me impressionou? A cara de pau (no bom sentido) do cara. Enquanto a galinha da Filadélfia estava comemorando a classificação, Drummond já estava com a cabeça no jogo seguinte. “Obviamente eles são um desafio difícil, mas como eu já disse antes: temos caras suficientes neste vestiário para nos ajudar a vencer jogos”, mandou o veterano pros repórteres.

    Tyrese Maxey roubou a cena

    Mas vamos falar do show que foi essa partida. Tyrese Maxey simplesmente resolveu o jogo com 31 pontos e ainda levou pra casa aquela corrente nova da Amazon Prime de melhor jogador. O moleque tá numa fase absurda!

    Drummond também fez a sua parte — 14 pontos, double-double com 10 rebotes e ainda acertou uma bomba de três no final do quarto período que praticamente selou a vitória. Sinceramente, quem esperava o Drummond mandando uma de três nos momentos decisivos?

    Clima esquentou no Wells Fargo Center

    A partida teve até uma confusãozinha que deixou tudo mais temperado. VJ Edgecombe e Jalen Suggs se estranharam depois de uma bandeja contestada, rolou aquela provocação básica e pronto — technical foul na mesa. Esse tipo de intensidade é exatamente o que eu quero ver nos playoffs.

    O terceiro período foi meio travado pros dois lados (Philly 20, Orlando 19), mas o importante é que os Sixers souberam quando acelerar. Cinco jogadores em dois dígitos, defesa funcionando… parece que o time do Nick Nurse tá começando a entender o recado.

    E aí, vocês acham que essa confiança toda do Drummond tem fundamento? Porque olha, os números não mentem: Boston tem 66 vitórias contra 50 dos Sixers no histórico geral. E quem não lembra daquela série de sete jogos em 2022-23 que os Celtics levaram?

    Mas sabe o que eu penso? Esse 76ers de 2026 tem uma cara diferente. Maxey jogando nesse nível, Drummond contribuindo de forma inteligente, e o grupo parece mais maduro. Vai ser um jogaço, podem apostar.

  • VJ Edgecombe manda indireta pra quem ficou em casa nos playoffs

    VJ Edgecombe manda indireta pra quem ficou em casa nos playoffs

    Cara, o VJ Edgecombe não perdeu tempo pra alfinetar geral depois que o Philadelphia 76ers carimbou vaga nos playoffs. O garoto de 20 anos foi simplesmente monstro na vitória sobre o Orlando Magic no Play-In Tournament — 19 pontos em 42 minutos — e depois ainda mandou uma dessas que todo mundo sentiu.

    “Vou ser honesto: é ótimo estar nos playoffs. Alguns times estão em casa, mas é ótimo estar nos playoffs”, disse o rookie. Olha, eu ri aqui. Sutil como um piano caindo do 10º andar.

    Jogou no limite (e além dele)

    E o moleque não tava só falando da boca pra fora não. Edgecombe jogou que nem um doido contra o Magic, tão físico que até levou um técnico. Mas sabe o que mais me impressionou? A maturidade dele pra falar sobre isso depois.

    “Cara, eu estava meio pirado hoje à noite mesmo”, admitiu o terceira escolha geral do Draft. “Mas consegui me acalmar um pouco. Acho que isso acontece quando você coloca um garoto num jogo de altíssima intensidade, mas eu estava me divertindo lá. Se eu tenho que jogar no limite pra gente ganhar, vou jogar no limite.”

    Sinceramente? Adoro essa mentalidade. O garoto entende que basquete de playoff é outra coisa completamente.

    E agora vem os Celtics

    Com Tyrese Maxey roubando as manchetes (como sempre), Edgecombe meio que voou sob o radar. Mas 42 minutos em quadra, defendendo e atacando sem parar? Nick Nurse confiou no rookie quando mais precisava, e o moleque entregou.

    Agora vem a série contra o Boston Celtics, e vocês acham que ele aguenta essa pressão toda? Porque uma coisa é jogar contra o Magic no Play-In, outra completamente diferente é encarar o time campeão na primeira rodada dos playoffs.

    Mas se ele mantiver essa energia — e essa língua afiada — quem sabe os torcedores dos Sixers não estão certos mesmo quando gritam “we want Boston”. Às vezes um rookie meio doido é exatamente o que você precisa pra bagunçar os planos do favorito.

  • AI ficou maluco com a bomba de três do Drummond contra o Magic

    AI ficou maluco com a bomba de três do Drummond contra o Magic

    Cara, eu não esperava isso nem em um milhão de anos. Andre Drummond — sim, AQUELE Drummond — mandando uma bomba de três no cantinho pra selar a vitória dos 76ers sobre o Magic por 109-97. E quem tava ali na primeira fila pra ver essa loucura? Allen Iverson.

    A reação do AI foi simplesmente perfeita. O cara ficou literalmente sem palavras vendo o gigantão de 2,08m acertando do perímetro. Pra quem acompanha há muito tempo como eu, ver o Drummond metendo de três é tipo ver um elefante voando — tecnicamente possível, mas você nunca espera presenciar.

    O pivô que virou atirador

    Olha, vou ser sincero: quando o Drummond chegou na NBA em 2012, ninguém — e eu digo NINGUÉM — esperava que ele fosse tentar arremessos de três. O cara passou os primeiros quatro anos da carreira sem nem cogitar sair do garrafão. Rodou por Detroit, Cleveland, Lakers, Sixers (na primeira passagem), Nets e Bulls sendo aquele pivotão raiz que só fazia enterrada e rebote.

    Mas o jogo mudou, né? E aparentemente o Drummond mudou junto. Nesta temporada ele tentou 1,4 arremessos de três por jogo com uns respeitáveis 36% de aproveitamento. Nada mal pra um cara que a gente sempre viu como “apenas” um reboteiro monstro.

    No jogo de quarta, o veterano de 30 anos jogou 31 minutos e fez uma partida completa: 14 pontos, 10 rebotes, três roubos de bola e três tocos. Double-double tranquilo, mas foi aquele três no finalzinho que roubou a cena.

    Sixers querem o Boston mesmo

    Com a vitória, os 76ers garantiram a sétima colocação no Leste e vão enfrentar o Celtics na primeira rodada dos playoffs. A torcida da Filadélfia até gritou “We want Boston” depois do jogo. Sinceramente? Acho que vão se arrepender dessa empolgação.

    Tyrese Maxey foi o cestinha da noite com 31 pontos em 11 de 25 arremessos, mas quem roubou os holofotes mesmo foi o Drummond com aquela bomba no momento certo. E vocês acham que ele vai continuar tentando de três nos playoffs? Porque se continuar acertando assim, os Celtics vão ter uma dor de cabeça extra pra resolver.

    Uma coisa é certa: ver o AI reagindo desse jeito me lembrou por que a gente ama esse esporte. Basquete é imprevisível, e às vezes são esses momentos absurdos que fazem toda a diferença.

  • Pistons chegam nos playoffs: tá na hora de acreditar mesmo

    Pistons chegam nos playoffs: tá na hora de acreditar mesmo

    Mano, finalmente chegou. Os Pistons tão de volta aos playoffs depois de 19 anos — DEZENOVE ANOS — e eu não consigo parar de sorrir aqui.

    Eles vão estrear no domingo contra quem sobreviver do play-in entre Magic, Sixers e Hornets na sexta. E olha, sinceramente? Não tô nem um pouco preocupado com essa primeira fase.

    Play-in? Relaxa aí

    Detroit é o primeiro colocado do Leste por um motivo, galera. Fizeram 9-2 contra esse trio na temporada regular — e uma das derrotas pro Orlando foi sem Cade Cunningham, Tobias Harris e outros titulares descansando.

    Charlotte até assusta pela chuva de três, mas esse tipo de coisa funciona melhor em jogo único do que numa série de sete jogos. Difícil manter o percentual alto por tanto tempo.

    Philadelphia tá sem Joel Embiid (pelo menos por enquanto). Tyrese Maxey é monstro, mas o resto do elenco não mete medo. E mesmo que o Embiid volte, ele não é mais aquele cara que destruía todo mundo na época de MVP.

    Orlando? Cara, tá tudo estranho lá. O talento existe — Paolo Banchero é absurdo —, mas o clima no vestiário tá pesado e eles terminaram a temporada mal. Não dá pra levar muito a sério.

    Por que a galera de Detroit tá tão desconfiada?

    Tem uma coisa estranha rolando. Nacionalmente eu até entendo a desconfiança — primeiro colocado sem tradição nos playoffs sempre gera aquela desconfiança. Mas localmente? Os próprios torcedores de Detroit parecem com medo.

    Deve ser trauma dos Tigers ano passado ou dos Lions que prometeram e não entregaram. Mas poxa, esse time não tá indo pros playoffs no escuro. Eles já passaram pelo batismo de fogo ano passado — e isso conta muito.

    Não vou falar que vão ganhar tudo (não vão), nem que chegam nas Finals (podem chegar), mas esse Pistons não é mais aquele time perdido de alguns anos atrás.

    Jalen Duren vai ser o diferencial

    Esse cara deu um salto absurdo essa temporada. All-Star, provavelmente vai fazer time All-NBA, e deveria ganhar o prêmio de jogador que mais evoluiu (mas não vai ganhar, né).

    A defesa dele vai ser crucial. Se conseguir se virar bem nos switches como fez na temporada regular, esse time pode ir longe mesmo. Contra Charlotte ou Philly sem Embiid, ele vai dominar o garrafão. Até contra Cleveland na segunda rodada os números impressionam: 21.7 pontos e 12.3 rebotes contra Mobley e Jarrett Allen.

    É uma vantagem gigante que Detroit tem.

    Vocês acham que os Pistons conseguem uma boa campanha ou vão decepcionar como sempre? Eu tô apostando numa chegada pelo menos na semifinal de conferência. Esse time é diferente, galera.

  • JJ Redick confia no Bronny pro playoff — será que rola?

    JJ Redick confia no Bronny pro playoff — será que rola?

    Olha, eu confesso que não esperava escrever isso hoje, mas o JJ Redick acabou de falar uma parada que me deixou intrigado: ele confia no Bronny James para os playoffs. Sim, aquele Bronny que foi escolhido quase no final do segundo round em 2024.

    A situação é a seguinte — os Lakers estão se preparando pra enfrentar os Rockets nos playoffs, e com o Luka Dončić e o Austin Reaves machucados, o garoto pode ganhar minutos de verdade. E cara, pelo jeito que o JJ falou, ele tá levando isso a sério mesmo.

    O desenvolvimento que ninguém viu vindo

    “Nós vamos precisar de todos para essa série”, disse o Redick depois do treino de quarta. “Ele tem que estar pronto. Eu acho que o Bronny melhorou muito. Nós confiamos nele.”

    E os números meio que comprovam isso. Nos últimos seis jogos da temporada regular, o moleque fez média de 7.2 pontos em 16.9 minutos por jogo. Não é nada absurdo, mas considerando de onde ele veio… é progresso.

    O mais interessante é que três dos quatro jogos de dois dígitos dele foram em abril. Coincidência? Eu acho que não. O garoto tá pegando ritmo na hora certa.

    Da G-League pro playoff — que salto!

    Sinceramente, quando o Bronny foi draftado, eu pensei: “Vai ficar uns dois anos na G-League e depois a gente vê”. Mas o JJ parece estar vendo algo que muita gente (eu incluído) não enxergou.

    “A parte do arremesso, eu acredito nela por causa de como ele arremessou bem nos últimos dois anos na G-League”, explicou o técnico. E olha, ele melhorou muito na defesa também — posicionamento corporal, marcação com e sem bola.

    Ano passado, o filho do LeBron só viu playoff de camarote, entrando só no lixo. Se ele jogar minutos importantes contra Houston, é uma evolução monstro mesmo.

    A real sobre as expectativas

    Vamos combinar uma coisa — não espera que o Bronny vá resolver os problemas dos Lakers nos playoffs. Mas numa série onde todo mundo conta, ter mais uma opção no banco pode fazer diferença.

    O que mais me chama atenção é a confiança do JJ Redick. O cara não é treinador de primeira viagem, sabe? Se ele tá falando que confia, é porque viu algo nos treinos e nos jogos recentes que vale a pena apostar.

    E vocês, acham que o Bronny aguenta a pressão de um playoff da NBA? Ou será que ainda é cedo demais? Eu tô curioso pra ver como isso vai desenrolar contra os Rockets.

  • Árbitro se machuca no Warriors x Clippers e vira meme na web

    Árbitro se machuca no Warriors x Clippers e vira meme na web

    Olha, já vi coisa estranha no basquete, mas árbitro se contundindo no meio de um jogo de play-in? Isso foi novidade até pra mim.

    Ben Taylor, veterano de 11 temporadas apitando na NBA, teve que sair mancando da quadra durante o terceiro quarto do Warriors x Clippers na quarta-feira. O cara simplesmente puxou o posterior da coxa e pronto — fim de papo pra ele no jogo.

    Do nada virou lesionado

    A situação foi meio bizarra, não vou mentir. Taylor começou a mancar e teve que abandonar a partida, sendo substituído pelo Sean Corbin, que era o árbitro reserva. Imaginem a cena: você tá ali concentrado no jogo tenso entre Warriors e Clippers, e de repente é o juiz que precisa de atendimento médico.

    O pessoal do Twitter não perdoou, né? Começou a zoar dizendo que “trouxeram um árbitro das arquibancadas” pra substituir o Taylor. Meme na certa.

    Experiência não livra ninguém

    Taylor tem 40 anos e já apitou 31 jogos de playoffs na carreira — ou seja, não é qualquer um. Mas lesão muscular não escolhe idade nem experiência. Acontece com qualquer atleta, e os árbitros também correm pra cima e pra baixo durante 48 minutos.

    Sinceramente, fico pensando: será que os juízes fazem aquecimento antes dos jogos igual os jogadores? Porque pelo visto deviam fazer, né? Uma distensão muscular dessas numa hora dessas é de lascar.

    E aí, vocês já tinham visto algo parecido? Árbitro se machucando no meio de um playoff é coisa rara mesmo. Espero que o Taylor se recupere logo — ainda tem muito basquete pela frente nessa pós-temporada.

  • 76ers no Play-In: 5 pensamentos antes do jogo decisivo

    76ers no Play-In: 5 pensamentos antes do jogo decisivo

    Olha, eu não sei se rio ou choro com essa situação dos Sixers. Mais uma temporada, mais um jogador estrela machucado na hora H, mais uma classificação sofrida pro Play-In Tournament. Hoje eles recebem o Orlando Magic na Filadélfia, e sinceramente? Tô com sentimentos mistos sobre tudo isso.

    O Magic tá desmoronando também?

    Por mais que a gente zoeira justificada com os Sixers (e cara, eles merecem), o Orlando pode estar numa situação ainda pior. Saiu uma notícia ontem que tem jogador estrela do Magic ameaçando pedir trade se não demitindo o técnico Jamahl Mosley no final da temporada.

    Não que o Nick Nurse esteja com o emprego garantido na Filadélfia, mas pelo menos não tem esse climão no vestiário. Vou torcer pra essa confusão toda explodir bem na cara deles hoje à noite!

    Mas cara, que situação hein? Dois times meio que se arrastando pro Play-In, cada um com seus problemas internos. É basquete de playoff, mas com aquele gostinho amargo de “podia ser melhor”.

    Tony Brothers apitando = receita para o caos

    Adivinha quem vai ser o árbitro principal dessa partida? Tony Brothers. Sim, aquele mesmo.

    Eu já tô me preparando psicologicamente pro desastre. Esse cara consegue virar qualquer jogo de cabeça pra baixo nos minutos finais. Vocês viram aquela partida dele mês passado que teve três expulsões no último quarto? Pois é.

    Honestly, com Tony Brothers apitando, qualquer um dos dois times pode ganhar por motivos completamente aleatórios. É quase como jogar dados.

    Uniforme retrô pra todos os jogos em casa

    Os Sixers vão usar aquele uniforme preto clássico pra todos os jogos de playoff em casa. Na minha visão, é meio forçado, sabe?

    Tipo, eu entendo a nostalgia — foi a última vez que eles foram relevantes nos playoffs de verdade. Mas usar em TODOS os jogos? Perde a magia, não acham?

    É igual os Eagles com aquele uniforme verde Kelly que todo mundo ama. Funciona porque é especial, aparece poucas vezes no ano. Agora imagina se usassem toda semana? Ia enjoar rapidão.

    Sou meio old school mesmo — sinto falta da época que time da casa sempre jogava de branco na NBA. Essas coisas de uniforme alternativo toda hora meio que perdeu o charme pra mim.

    Quem pode ser o herói improvável?

    Tirando o óbvio Tyrese Maxey, VJ Edgecombe e Paul George, quem vocês acham que pode aparecer pra decidir esse jogo?

    Eu vou de Dominick Barlow. O cara tem aquela energia de cachorro raivoso que pode fazer a diferença. Às vezes é isso que decide playoff — não é o cara mais talentoso, é o mais doido mesmo.

    Esses jogos de Play-In sempre têm essas surpresas. Lembro do ano passado quando aquele reserva do Heat destruiu todo mundo numa partida só. Basquete é isso aí — qualquer um pode ter seu momento de glória.

    Enfim, é isso. Os Sixers mais uma vez na corda bamba, dependendo de milagres e da incompetência alheia pra passar de fase. Nada novo no front, mas pelo menos ainda tô aqui torcendo como um otário. E aí, vocês acham que eles conseguem pelo menos passar do Magic?

  • Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Cara, quem diria que os Hawks iam conseguir virar essa chave? Depois de anos presos no limbo do play-in, Atlanta finalmente conseguiu uma vaga direta nos playoffs pela primeira vez desde 2020-21. E o mais louco? Fizeram isso justamente DEPOIS de trocar o Trae Young.

    Lembro quando o negócio foi anunciado em janeiro — Young pro Wizards por CJ McCollum e Corey Kispert. Na época, pensei: “pronto, mais um ano perdido pros Hawks”. O cara era literalmente a cara da franquia há sete anos, né?

    A reviravolta que ninguém esperava

    Mas aí que tá — às vezes você precisa perder pra ganhar. O técnico Quin Snyder falou uma coisa que me marcou: “Tivemos literalmente umas cinco versões diferentes do time”. E não tava exagerando não. Foram 25 formações iniciais diferentes na temporada. Absurdo.

    O negócio é que quando a poeira baixou, sobrou um grupo que realmente queria jogar junto. Onyeka Okongwu, Jalen Johnson (que virou All-Star pela primeira vez!), Dyson Daniels e Nickeil Alexander-Walker começaram a temporada juntos e criaram uma química incrível.

    McCollum chegou na troca do Young e assumiu a vaga do Zaccharie Risacher no quinteto. Trouxe aquela experiência que o time precisava — você sabe como é, veterano que já passou por playoff e sabe como é a pressão.

    A sequência que mudou tudo

    Em março, os caras emplacaram 13 vitórias em 15 jogos. Treze! Saíram daquela zona de rebaixamento direto pro play-in e foram brigar pela 5ª ou 6ª colocação. Foi uma loucura acompanhar.

    “É orgulhoso ver como nosso grupo se conectou em tão pouco tempo”, disse Snyder depois de uma vitória contra o Nets. E realmente, você via que era diferente. O cara que chegou ontem estava fazendo assistência pro que tava lá desde o começo.

    Daniels resumiu bem: “Os caras novos foram muito bons pra gente. Não só em quadra, mas no vestiário também. Todo mundo sabe seu papel agora. Todos jogando com vontade”.

    O teste contra os Knicks

    Agora vem o desafio de verdade — primeira rodada dos playoffs contra os Knicks. E olha, Nova York tem uma vantagem clara: continuidade. Aquele núcleo joga junto há anos, alguns desde a faculdade.

    Mas sinceramente? Acho que Atlanta pode surpreender. Momentum é uma coisa real no basquete, e os Hawks chegam voando. Okongwu falou uma verdade: “Demora pra construir química, mas temos caras aqui que querem trabalhar e jogar do jeito certo”.

    Vocês acham que esse novo Hawks consegue incomodar os Knicks? Eu tô curioso pra ver se essa identidade que eles forjaram sem o Young vai resistir à pressão dos playoffs.