Tag: NBA Playoffs

  • Por que os Knicks podem surpreender nos playoffs (e não é pelo que você imagina)

    Por que os Knicks podem surpreender nos playoffs (e não é pelo que você imagina)

    Olha, vou ser honesto com vocês: quando eu penso nos Knicks como candidatos ao título, minha primeira reação é dar uma risadinha. Brunson é baixinho pra defender, o ataque às vezes trava do nada, o arremesso de 3 some nos piores momentos… Parece mais um time montado no FIFA do que um verdadeiro contender.

    Mas aí eu vi uma estatística que me fez parar pra pensar. E talvez devesse fazer vocês pensarem também.

    O quarto período é território dos Knicks

    Cara, esses caras são simplesmente monstros no último quarto. Não tô exagerando: eles são o primeiro colocado da liga em rating defensivo no quarto período — e por uma margem significativa. Primeiro em net rating também, com 11.6 pontos de diferença. Isso é absurdo.

    Sétimos em ataque no quarto período, primeiros em rebotes totais no período final. Desde aquela vergonha em casa contra os Mavericks em janeiro (vocês lembram daquele vexame?), eles são quartos em net rating nos “clutch minutes” — aqueles momentos decisivos que definem jogos.

    E sabe o que mais me impressiona? Eles têm a menor porcentagem de turnovers nesses momentos. Pode ser por causa do sistema meio travado que eles usam no final dos jogos, mas funciona.

    Já provaram que sabem sofrer

    Lembram do Natal contra os Cavaliers? Daquelas viradas épicas contra os Celtics na temporada passada? Da série contra os Pistons nos playoffs?

    Esse time já passou por cada tipo de pressão que vocês podem imaginar. Eles sabem jogar feio quando precisa, sabem ganhar no suor. E isso, sinceramente, vale mais que muito rating ofensivo bonito por aí.

    Claro, seria muito melhor se eles não precisassem correr atrás do prejuízo todo jogo. Seria ótimo se começassem bem as partidas ao invés de cavarem um buraco pra depois tentar sair. Mas nos playoffs? Quando cada posse vale ouro?

    A verdade que ninguém quer admitir

    Olha, eu sei que tem time com mais talento. Sei que tem elenco mais completo, mais profundo, com menos fraquezas óbvias. Mas basketball de playoff é diferente, galera.

    É sobre quem aguenta a pressão. Quem não desaba quando o jogo aperta. Quem sabe fazer a jogada certa quando todo mundo tá nervoso. E nesse quesito, os Knicks já provaram do que são capazes.

    E aí, vocês acham que eles conseguem usar essa força mental pra fazer barulho nos playoffs? Ou vão continuar sendo aquele time que promete mas não entrega quando importa?

  • KD resolve no clutch e Rockets fazem 8 seguidas!

    KD resolve no clutch e Rockets fazem 8 seguidas!

    Mano, o Kevin Durant simplesmente não envelhece. Com 29 pontos na vitória por 113-102 sobre o Philadelphia 76ers, o KD comandou mais uma vitória dos Houston Rockets — agora são OITO seguidas. Oito!

    E olha, não foi moleza não. Os Sixers chegaram a encostar no placar no último período, mas aí que o Durant mostrou por que é lenda viva. Na hora que Houston mais precisou, ele mandou duas bolas de 3 decisivas que calaram a torcida visitante.

    Sixers sem Embiid sofrem no garrafão

    O que complicou mesmo a vida do Philadelphia foi a ausência do Joel Embiid. Cara, imagina só: o cara teve apendicite na madrugada e foi operado em Houston mesmo! Indefinidamente fora, segundo os médicos. Sem o gigante no garrafão, os Sixers ficaram bem vulneráveis ali dentro.

    Tyrese Maxey tentou carregar o piano com 23 pontos, e o jovem VJ Edgecombe ajudou bem com 21. Mas convenhamos — sem o Embiid, fica difícil competir com esse elenco dos Rockets que tá voando.

    Houston voa rumo aos playoffs

    Jabari Smith Jr. e Amen Thompson deram aquela força com 19 pontos cada. Sinceramente, esse time de Houston tá me impressionando. Já garantiram vaga nos playoffs e agora brigam por posicionamento com Lakers e Denver no Oeste.

    O mais louco foi que Philadelphia até tentou uma reação épica no último quarto — fizeram uma sequência de 16-0 que deixou tudo em 101-94. Eu já tava pensando “será que vai dar zebra?”. Mas aí o KD resolveu o jogo com aquelas duas bombas de 3 que mencionei.

    Os Sixers agora estão empatados com Charlotte na oitava posição do Leste. Com Embiid fora por tempo indefinido, vocês acham que eles conseguem se classificar? Vai ser tenso…

  • Suns garantem 7º seed, mas isso vale alguma coisa mesmo?

    Suns garantem 7º seed, mas isso vale alguma coisa mesmo?

    Os Phoenix Suns garantiram a sétima colocação na Conferência Oeste depois de baterem o Dallas na última quarta. E aí, parabéns pra eles, né? Conquistaram o “direito” de sediar um cara ou coroa de alto risco no Play-In Tournament. Porque é isso que essa parada é — um cara ou coroa mascarado de basquete competitivo.

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: não consigo me empolgar com esse negócio do Play-In. É pura invenção do Adam Silver pra criar mais conteúdo, mais drama, mais grana. Time que batalhou 82 jogos na temporada regular agora tem que apostar tudo numa noite só? Uma enterrada errada, um tornozelo torcido, uma arbitragem duvidosa e tchau, temporada acabou.

    A máquina de fazer dinheiro

    E claro que agora tem patrocínio até no nome — “SoFi Play-In Tournament”. Porque não dá pra ter nada puro no esporte hoje em dia, né? Tudo tem que virar produto, tem que ser monetizado até o último segundo de quadra.

    Quer saber o que me incomoda mais? Times que fizeram o dever de casa durante seis meses inteiros agora precisam provar que merecem os playoffs numa partida única. Isso faz sentido pra vocês? Pra mim, não.

    É tipo jogar fora tudo que aconteceu na temporada regular. Todas aquelas vitórias suadas em fevereiro, jogos de madrugada, lesões superadas… Agora vale menos que uma noite de sorte ou azar no Play-In.

    Mas os números não mentem

    Tudo bem, já desabafei. Agora vamos aos fatos: desde que inventaram essa parada em 2021, o 7º seed sempre se classificou pros playoffs. Sempre. Taxa de 100% de aproveitamento pra chegar na primeira rodada.

    Quando hospedam o primeiro jogo do Play-In, os times na sétima colocação têm um histórico de 8 vitórias em 10 jogos. As únicas zebras foram em 2023 (Hawks bateram o Heat) e 2024 (Pelicans perderam pros Lakers). Mas mesmo nesses casos, Heat e Pelicans se recuperaram e avançaram.

    Então, estatisticamente falando, os Suns estão numa boa. A matemática tá do lado deles. Mas vocês sabem como é basquete — papel aceita tudo, quadra que não aceita.

    E sinceramente? Mesmo com esses números favoráveis, continuo achando injusto um time que batalhou pra ter campanha melhor que times de 0,500 ter que provar alguma coisa num jogo eliminatório. Mas fazer o quê, né? As regras são essas agora.

    O que vocês acham? Curtem esse formato do Play-In ou também preferiam o sistema antigo dos playoffs?

  • Knicks dão resposta épica e mantêm sonho da 2ª posição vivo

    Knicks dão resposta épica e mantêm sonho da 2ª posição vivo

    Que noite foi essa no Madison Square Garden! Os Knicks simplesmente resolveram mostrar serviço quando mais precisavam e derrubaram os Celtics por 112-106, mantendo viva a briga pela segunda posição no Leste. E olha, não foi qualquer vitória não — foi daquelas que você assiste e pensa: “cara, esse time tem personalidade”.

    Josh Hart foi simplesmente monstruoso no último quarto. 15 dos seus 26 pontos vieram nos momentos decisivos, incluindo duas bombas de 3 nos últimos 42 segundos que praticamente selaram o jogo. Jalen Brunson fez a sua parte também: 25 pontos e 10 assistências, comandando o time como um verdadeiro general.

    O retorno emotional de Tatum ao MSG

    Agora, vamos falar do elefante na sala. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden pela primeira vez desde aquela lesão terrível no tendão de Aquiles nos playoffs da temporada passada. O cara admitiu que estava nervoso — e olha, quem não estaria, né?

    Mesmo assim, Tatum mostrou que é craque: 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências. Por pouco não fez um triple-double no retorno ao palco da sua lesão. Tem que respeitar a coragem do garoto.

    Mas sinceramente? Deu pra perceber que ele ainda não está 100%. A ausência do Jaylen Brown (machucado) pesou demais pro Boston, mesmo com Payton Pritchard (23 pontos) e Baylor Scheierman (20 pontos, 6/7 de 3) fazendo a parte deles.

    A corrida pelo 2º lugar esquentou de vez

    Agora a matemática fica interessante. Os Knicks (52-28) ficaram a apenas dois jogos dos Celtics (54-26) com duas partidas restantes para cada time. E o mais importante: New York tem a vantagem no confronto direto depois de ganhar a série por 3-1.

    Ou seja, se os Knicks ganharem os próximos dois jogos (Toronto e Charlotte) e Boston tropeçar duas vezes (New Orleans e Orlando), a segunda posição vai pro MSG. Improvável? Talvez. Impossível? Definitivamente não.

    O que mais me impressiona é como esse time do Mike Brown evoluiu. Eles já têm mais vitórias agora do que na temporada passada inteira sob o Thibodeau (51-31). E convenhamos, derrotar justamente os Celtics — time que eles eliminaram nos playoffs do ano passado — tem um gosto especial.

    Vocês acham que os Knicks conseguem essa façanha nas últimas duas rodadas? Eu tô começando a acreditar que esse time pode surpreender muito gente nos playoffs, independente de onde termine na classificação.

  • Embiid vai pra mesa de cirurgia bem na reta final da temporada

    Embiid vai pra mesa de cirurgia bem na reta final da temporada

    Cara, não dá pra acreditar no azar do Joel Embiid. O cara estava finalmente voltando ao seu melhor nível depois de uma temporada perdida, e aí… apendicite. Cirurgia de emergência em Houston, bem quando o Philadelphia 76ers mais precisa dele.

    Pior timing impossível, gente. Os Sixers estavam se preparando pra enfrentar o Rockets numa partida crucial quando o Embiid apareceu na lista de lesionados como “illness”. Algumas horas depois veio a bomba: apendicite aguda, direto pro centro cirúrgico.

    O momento não podia ser pior

    Olha só a situação: Philadelphia (43-36) está literalmente brigando pra não cair no play-in tournament. Eles estão apenas um jogo atrás do sexto colocado Toronto Raptors, com três jogos restantes na temporada regular. E agora perdem seu principal jogador por tempo indeterminado.

    O mais frustrante é que o Embiid estava jogando bem pra caramba essa temporada. Média de 26.9 pontos e 7.7 rebotes em 38 jogos – números que mostram que ele estava recuperando aquela forma de MVP depois da temporada catastrófica do ano passado, quando jogou apenas 19 partidas por causa dos problemas no joelho esquerdo.

    Sixers vivendo um pesadelo de lesões

    E não é só o Embiid, né? Os Sixers têm lidado com ausências o tempo todo. Paul George acabou de voltar há algumas semanas depois de cumprir uma suspensão de 25 jogos da NBA. Sinceramente, esse time parece que foi amaldiçoado.

    Agora eles ainda têm jogos contra Indiana na sexta e Milwaukee no domingo – dois times que já estão focados em melhorar suas posições no draft lottery, ou seja, não vão facilitar nada.

    Com essa cirurgia do Embiid, as chances de Philadelphia escapar do play-in ficaram bem complicadas. E olha que aos 32 anos, cada temporada perdida pesa mais na carreira do cara. Vocês acham que ele consegue voltar a tempo dos playoffs?

    O mais provável agora é que os Sixers acabem mesmo no play-in tournament da semana que vem. Os jogos seriam na terça (disputa do 7º-8º lugar) ou quarta (9º-10º lugar), e depois na sexta (8º-9º lugar). Sem o Embiid, vai ser osso.

  • Sixers brigando pra escapar do play-in — cenários pros últimos 3 jogos

    Sixers brigando pra escapar do play-in — cenários pros últimos 3 jogos

    Olha só a situação delicada que o Philadelphia 76ers se meteu. Com apenas três jogos restantes na temporada regular, o time está na oitava posição do Leste e precisa suar a camisa pra não cair no play-in tournament. E sinceramente? As contas não estão nada fáceis.

    A conferência Leste tá um caos entre a quinta e décima posições. Os Hawks lideram com 45-35, seguidos pelos Raptors (44-35), Magic (44-36), Sixers (43-36), Hornets (43-37) e Heat (41-38). É praticamente uma guerra de cada um por si.

    Se os Sixers ganharem os 3 jogos restantes

    Aqui a coisa fica interessante. Pra fazer 46-36, eles precisam primeiro bater o Houston Rockets — que tem 50 vitórias — jogando FORA de casa. Depois vem Pacers e Bucks em casa, dois times que já tão fora dos playoffs do Leste.

    Pro sexto lugar (e fugir do play-in), bastaria o Toronto perder pelo menos um jogo dos três restantes. Já pra quinta posição, a matemática complica: os Hawks teriam que perder pros Cavs E pro Heat, enquanto os Raptors fariam no máximo 2-1.

    O mais louco? Se chegasse em 46-36, nenhum outro time conseguiria alcançar os Sixers. O Orlando Magic até poderia chegar nas 46 vitórias, mas Philly ganhou no confronto direto — e isso que importa no desempate.

    E se perderem um jogo?

    Aí meu amigo, a coisa aperta. Com 45-37, eles automaticamente ficariam abaixo do Atlanta (que varreu o confronto direto). Pra garantir o sexto lugar, precisariam torcer pra Toronto fazer 1-2 ou 0-3, E o Magic tropeçar também.

    Os desempates com três ou quatro times empatados em 45-37 viram uma matemática absurda. Pode até importar contra QUAL time eles perderam — se foi pro Rockets (Oeste) ou pros times do Leste. É scoreboard watching na veia, rezando pra várias peças se encaixarem.

    Charlotte ainda pode se meter nessa bagunça batendo Pistons e Knicks. Mas se for só Sixers vs Hornets em 45-37, Philly leva porque ganhou a série — inclusive com aquela virada épica no dia 28 de março.

    Cenário pesadelo: só 1 vitória nos últimos 3

    Com 44-38, as chances de fugir do play-in são microscópicas. Precisariam que Raptors perdessem TODOS os jogos, Magic também zerassem, e Charlotte fizesse no máximo 1-1.

    Mesmo assim, ficaria aquele empate maluco em 44-38 entre quatro times. Os critérios de desempate são uma loucura total — primeiro vai por líder de divisão (que nenhum seria), depois por aproveitamento nos jogos entre os empatados.

    E vocês acham que o time aguenta essa pressão toda? Porque olhando os números, parece que o play-in tá mais próximo do que gostaríamos. Se fizerem 2-1, já vão precisar de muito milagre. Se fizerem 1-2… bem, aí é quase certo que vão ter que passar pelo play-in pra chegar nos playoffs de verdade.

    Pelo menos se zerrarem tudo (0-3), ainda ficam entre oitavo e décimo. Não é o fim do mundo, mas pra um time com pretensões maiores, seria bem decepcionante terminar a temporada dessa forma.

  • McDaniels volta antes do esperado e fala sobre recuperação relâmpago

    McDaniels volta antes do esperado e fala sobre recuperação relâmpago

    Olha, eu não esperava ver o Jaden McDaniels de volta tão cedo. O cara estava fora há seis jogos por causa de uma lesão no joelho e todo mundo achava que ia demorar bem mais pra ele voltar. Mas quarta-feira lá estava ele, em quadra contra o Orlando Magic.

    Mesmo com a derrota por 132-120 (que doeu, não vou mentir), ver McDaniels jogando 19 minutos e fazendo 18 pontos foi um alívio tremendo. 8 de 16 nos arremessos — nada mal pra quem estava parado há quase duas semanas, né?

    A mentalidade que fez a diferença

    Depois do jogo, McDaniels explicou como conseguiu acelerar a recuperação: “Continuei trabalhando, ficando na sala de musculação, mesmo não podendo fazer muito na quadra. Quando podia treinar, aproveitava ao máximo. Ficar mais forte, voltar saudável. Me sinto ótimo, é um tributo a todos que me ajudaram.”

    Cara, isso aí é mentalidade de guerreiro. Enquanto outros jogadores ficam em casa assistindo Netflix (não que eu julgue), McDaniels estava ralando na academia. E olha que o timing não podia ser melhor.

    Wolves precisavam mesmo dessa volta

    Com Anthony Edwards ainda machucado no joelho e sendo preservado dia a dia, ter McDaniels de volta é fundamental. O cara vem fazendo uma temporada sólida: 14.8 pontos, 4.2 rebotes e 2.7 assistências por jogo. Não são números que explodem a cabeça, mas é aquele jogador que você sabe que vai aparecer quando precisar.

    E contra Orlando a situação estava complicada mesmo. Além do Ant-Man fora, Rudy Gobert foi poupado e Julius Randle estava com dores na mão. Basicamente, era quase um time reserva em quadra.

    A salvação veio do Terrence Shannon Jr., que simplesmente resolveu fazer o jogo da vida dele: 33 pontos saindo do banco! 11 de 14 nos arremessos, 5 de 7 do perímetro. Números absurdos pra um cara que ninguém esperava muito.

    Playoffs já no horizonte

    O lado bom? Minnesota já garantiu a sexta posição no Oeste. Se os playoffs começassem hoje, eles pegariam Denver Nuggets, Lakers ou Houston Rockets na primeira rodada. Sinceramente, prefiro evitar os Nuggets — Jokic dá trabalho pra qualquer um.

    Vocês acham que McDaniels consegue manter esse ritmo até os playoffs? Com Edwards voltando logo e essa dupla funcionando, os Wolves podem incomodar qualquer um no Oeste. A temporada regular tá quase acabando, mas o show de verdade ainda tá por vir.

  • Tatum volta ao MSG onde se machucou — e os Knicks tremem

    Tatum volta ao MSG onde se machucou — e os Knicks tremem

    Cara, que jogo vai ser essa quinta-feira no Madison Square Garden. Jayson Tatum volta pela primeira vez ao palco do seu pesadelo — onde rompeu o tendão de Aquiles no ano passado contra os próprios Knicks. E olha, não é qualquer volta não.

    O cara se recuperou de uma lesão que normalmente tira um jogador por uma temporada inteira em tempo recorde. Dezesseis jogos desde que voltou, e os Celtics estão 13-2 quando ele joga. Absurdo.

    A pressão está no ar

    Pra ser sincero, esse jogo tem cara de preview dos playoffs. Se os Knicks perderem, já era — acabou a briga pela segunda posição no Leste. Os Cavaliers estão colados, meio jogo atrás, e vocês sabem como é: uma escorregada e despenca na classificação.

    Karl-Anthony Towns falou uma coisa que eu concordo totalmente: “Agora é o presente, depois a gente vê o futuro”. Cara centrado. Mas deve estar nervoso — vai ter que marcar um Tatum motivado pra caramba.

    E tem mais: Jaylen Brown pode nem jogar (tendinite no Aquiles esquerdo), mas quando os dois estão em quadra juntos… monstro. É uma das duplas mais mortais da liga. Os Knicks montaram o time pensando nisso — OG Anunoby e Mikal Bridges como especialistas defensivos pra tentar segurar esses caras.

    O trauma do MSG

    Olha só o que o Tatum falou sobre voltar ao Madison: “Não estou exatamente empolgado pra jogar lá. Da última vez foi uma experiência traumática”. Imagina o psicológico do cara.

    Mas sabe o que eu acho? Isso pode ser combustível puro. Nada como uma revanche no lugar onde você se machucou pra mostrar pra todo mundo (e pra você mesmo) que voltou mais forte.

    Towns, por outro lado, tá respeitoso: “É uma honra jogar contra um dos melhores”. Mikal Bridges elogiou a recuperação relâmpago do Tatum. Mas Jaylen Brown? Esse aí é pura provocação com os Knicks.

    Brown, o vilão que a gente ama odiar

    O cara não perdoa. Falou que os fãs dos Knicks são “insuportáveis”, que Tom Thibodeau entregou segredos do time, mandou um “F*** the Knicks” numa live… (risos) Esse cara vive pra irritar Nova York.

    E disse mais: que a eliminação do ano passado “foi como morrer” e que “esse ano é uma história diferente”. Rapaz, a provocação tá no sangue.

    Sinceramente? Espero que os dois joguem. Tatum voltando onde se machucou, Brown falando que é ano de vingança, Knicks lutando pela classificação… Tem tudo pra ser um jogaço histórico. E vocês, acham que o Tatum vai conseguir superar o trauma do MSG?

  • Carter Bryant pegou fogo e fez Wemby surtar no banco dos Spurs

    Carter Bryant pegou fogo e fez Wemby surtar no banco dos Spurs

    Cara, que noite foi essa do Carter Bryant! O rookie dos Spurs simplesmente decidiu que ia destruir no final do quarto período, cravando várias bolas de três e ajudando San Antonio a fechar uma vitória de 112-101 sobre o Portland. E o melhor de tudo? Victor Wembanyama no banco comemorando como se fosse gol do Brasil na Copa.

    Olha, eu já tinha visto o Bryant jogar antes, mas ontem à noite foi diferente. O garoto, que foi a 14ª escolha do Draft de 2025, fez sua melhor partida na carreira profissional — 17 pontos, 5 rebotes, 4 assistências e um absurdo 5/6 do perímetro. Cinco de seis nas bolas de três! Isso não é real.

    Wemby vibrou mais que torcida brasileira

    A reação do Wembanyama foi o que mais me chamou atenção. O francesão estava no banco (não jogou essa partida), mas quando o Bryant cravou mais uma de três, ele simplesmente surtou de alegria. Pra mim, isso mostra que o vestiário dos Spurs tá unido mesmo. Não é todo dia que você vê um superstar vibrando tanto com o sucesso de um companheiro rookie.

    A ESPN até postou o vídeo no X, e sinceramente? Deu pra sentir a energia positiva que rola nesse time. Essa química vai ser fundamental nos playoffs, podem anotar.

    Na hora certa, o rookie aparece

    Bryant pegou fogo justamente no final da temporada regular — os Spurs têm só mais dois jogos pela frente. Timing perfeito, né? San Antonio já garantiu a segunda colocação no Oeste com 61 vitórias (agora são 61-19), então o garoto tá aproveitando essas últimas partidas pra mostrar serviço antes dos playoffs.

    E olha, faz todo sentido ele estar pegando confiança agora. Os Spurs precisam desesperadamente de arremessadores do perímetro pra complementar o domínio interno do Wembanyama. Carter Bryant pode ser justamente essa peça que faltava no quebra-cabeças de San Antonio.

    Vocês acham que o rookie vai conseguir manter esse nível nos playoffs? Porque se conseguir, os Spurs ficam ainda mais perigosos no Oeste. E com Wemby torcendo assim no banco, a confiança do garoto só tende a crescer.

  • Spurs fazem história e chegam a 60 vitórias — algo não visto desde 2008

    Spurs fazem história e chegam a 60 vitórias — algo não visto desde 2008

    Gente, eu sabia que os Spurs iam melhorar nesta temporada, mas isso aqui tá passando dos limites. 60 vitórias. SESSENTA! O time que ano passado ganhou só 34 jogos agora tá brigando pela primeira colocação do Oeste.

    E olha só que loucura: San Antonio se tornou apenas o quarto time na história da NBA a chegar nas 60 vitórias depois de ter perdido os playoffs na temporada anterior. Os outros foram os Celtics (2007-08 e 1979-80) e o Suns (2004-05). Ou seja, isso aí é raridade mesmo.

    Wemby e Castle viraram monstros

    O Victor Wembanyama tá jogando como se fosse de outro planeta — literalmente. O francês tá tendo uma temporada de MVP no terceiro ano dele, e isso com apenas 21 anos nas costas. Absurdo demais.

    E o Stephon Castle? Cara, esse garoto ganhou o prêmio de Rookie do Ano ano passado e tá provando que não foi sorte. Tá jogando um basquete maduro, fazendo as jogadas certas na hora certa. Esses dois juntos formam uma dupla que vai dar dor de cabeça na liga por muito tempo.

    Sem falar na chegada do De’Aaron Fox, que trouxe aquela liderança que o time precisava. O cara tem experiência de playoffs e tá ajudando os mais novos a entenderem como é que se joga no alto nível.

    O retorno do “Spurs Way”

    Eu não vou mentir: quando o Popovich se aposentou, fiquei preocupado se o time conseguiria manter aquela cultura vitoriosa de San Antonio. Mas o Mitch Johnson tá mostrando que aprendeu direitinho com o mestre.

    A forma como ele conseguiu fazer o Devin Vassell, Keldon Johnson, Julian Champagnie e todo o resto da turma comprarem a ideia do basquete coletivo é impressionante. Cada um no seu papel, ninguém tentando ser mais do que é.

    Na vitória de quarta contra o Portland (112-101), deu pra ver isso na prática. Movimento de bola, defesa sólida, todo mundo contribuindo. É o DNA dos Spurs voltando com força total.

    Vocês acham que esse time tem potencial pra incomodar os favoritos nos playoffs? Eu sinceramente acho que sim. Wemby já calou a boca de quem falava sobre falta de experiência, e com esse apoio todo ao redor dele, qualquer coisa pode acontecer.

    Os Spurs estão de volta, pessoal. E isso é uma notícia excelente pro basquete — a liga fica mais divertida quando San Antonio tá brigando lá em cima.