Tag: NBA Playoffs

  • Tatum volta ao MSG onde se machucou: ‘Só mais um jogo’

    Tatum volta ao MSG onde se machucou: ‘Só mais um jogo’

    Olha, eu sei que o Jayson Tatum tá falando que é “só mais um jogo”, mas convenhamos — voltar ao Madison Square Garden depois de rasgar o tendão de Aquiles no mesmo lugar não deve ser nada fácil. O cara vai enfrentar os fantasmas na quinta-feira quando o Celtics pegar os Knicks.

    Foi lá mesmo, há quase um ano, que o Tatum sofreu aquela lesão traumática que deixou todo mundo de coração na mão. E agora? Agora ele tem que voltar e mostrar que superou tudo isso. Sinceramente, acho que ele tá sendo corajoso demais ao dizer que não tá animado com o jogo.

    A volta tem sido absurda

    Desde que voltou há um mês contra o Dallas, o cara tem sido simplesmente monstruoso. Boston tá com 13 vitórias e apenas 2 derrotas com ele em quadra. Treze e duas, gente! E o mais legal é ver ele melhorando a cada jogo.

    No começo da volta, ele tava meio travado mesmo — arremessando abaixo dos 50% nos primeiros 10 jogos. Mas nas últimas cinco partidas? O bicho acordou. Contra o Charlotte ontem, fez 23 pontos com 8 de 15 nos arremessos. Tá voltando ao nível que a gente conhece.

    E não é só pontuação não. O Tatum tá fazendo de tudo: rebote, assistência, defesa… É impressionante como ele nunca perdeu essa visão de jogo completo. Por isso que ele é craque mesmo.

    MSG: o bicho-papão que precisa ser enfrentado

    “Eu sabia que em algum momento teria que superar esse obstáculo”, disse o Tatum. E cara, ele tem razão. Não dá pra ficar fugindo do Madison Square Garden pro resto da carreira. Mas imagina a cabeça dele…

    A lesão aconteceu no quarto período do jogo 4 da semifinal contra os próprios Knicks. E advinha só? Se os playoffs começassem hoje, seria exatamente essa a matchup de novo na segunda rodada. O destino tem dessas coisas, né?

    O que eu acho mais interessante é como ele tá lidando com tudo isso. “Não tô necessariamente pulando jogos específicos. Decidi voltar a jogar, então é só mais um jogo na agenda.” Mano, que frieza! Mas por baixo dessa casca, imagino que deve estar um nervosismo danado.

    Celtics na briga pelo segundo lugar

    Com a vitória de ontem, Boston praticamente garantiu a segunda posição no Leste. Uma vitória na quinta já confirma tudo. E olha, com o Tatum voltando nesse nível, os Celtics têm tudo pra fazer barulho nos playoffs.

    “Estamos acelerando na hora certa”, falou o Tatum. E não é que ele tem razão? Pós All-Star Break é quando os times que querem brigar pelo título começam a mostrar a que vieram. E esse Celtics com Tatum de volta tá com uma cara muito boa.

    E aí, vocês acham que o nervosismo vai atrapalhar ele no MSG? Ou será que essa pressão toda vai fazer o Tatum explodir e mostrar pra todo mundo que superou o trauma de vez? Quinta-feira a gente descobre!

  • Spurs nos playoffs após 7 anos: quem vocês querem enfrentar?

    Spurs nos playoffs após 7 anos: quem vocês querem enfrentar?

    Gente, eu ainda não acredito que estou escrevendo isso. Os San Antonio Spurs vão disputar os playoffs pela primeira vez em SETE anos! Sete! Parece que foi ontem que estávamos sofrendo com as temporadas horríveis pós-era Tim Duncan.

    E o mais absurdo? Não só voltaram, como conseguiram vantagem de mando de quadra nas duas primeiras rodadas. Sinceramente, quem previu isso no começo da temporada estava mentindo ou é vidente.

    O caminho provável na primeira rodada

    Pelo jeito, vamos enfrentar quem sair vencedor do primeiro jogo do Play-In. Provavelmente será entre Suns, Clippers e Trail Blazers — e olha, de todos esses, prefiro MIL vezes pegar os Clippers. Os Spurs foram perfeitos contra eles na temporada: 3-0. Três a zero! Kawhi Leonard deve estar tendo pesadelos com San Antonio até hoje (desculpa, não resisti).

    Contra os Suns ficou 2-2, e contra Portland 1-1 — com o último confronto rolando ainda nesta quarta. Vai ser interessante ver como os caras se saem nesse último teste antes dos playoffs.

    Segunda rodada: aí a coisa complica

    Se passarmos da primeira (e vamos passar, né?), provavelmente vamos dar de cara com o Denver Nuggets. Cara, os caras acabaram de vencer os Spurs na prorrogação e lideram o confronto direto por 2-1. Jokic é simplesmente um monstro, e aquele time sabe jogar playoff.

    A única esperança é que os Lakers despencaram depois das lesões do Luka Doncic e Austin Reaves, permitindo que Denver subisse para a terceira posição. Se por acaso Denver tropeçar na primeira rodada, aí enfrentaríamos o Minnesota Timberwolves — que também não é moleza, hein. Perdemos 2-1 para eles na temporada.

    Mas olha, depois de sete anos no ostracismo, qualquer adversário é bem-vindo. O importante é que os Spurs estão DE VOLTA ao palco principal da NBA. E vocês, qual matchup preferem ver? Quem acham que é o caminho mais realista para um título? Eu sei que parece loucura falar em título agora, mas… e se der certo?

  • Stevens não se surpreende com o sucesso dos Celtics sem Tatum

    Stevens não se surpreende com o sucesso dos Celtics sem Tatum

    Olha só, eu confesso que não esperava essa dos Celtics quando a temporada começou. Com o Jayson Tatum fora por conta da lesão no tendão de Aquiles e as saídas pesadas de Jrue Holiday, Kristaps Porzingis e Al Horford, todo mundo (inclusive eu) achava que seria um ano de transição em Boston.

    Mas o Brad Stevens, que hoje é presidente de operações do time, nunca descartou a possibilidade de brigar lá em cima. E cara, como ele estava certo.

    Jaylen Brown virou o monstro que sempre poderia ser

    Com o Tatum fora, o Jaylen Brown simplesmente decidiu que era a hora dele. E que temporada absurda ele tá fazendo! Médias de carreira em pontos (28.7), rebotes (7.0) e assistências (5.2). O cara tá literalmente no papo de MVP — e olha que a concorrência tá feroz.

    Desde que o Tatum voltou no início de março, o Brown continuou nesse nível estratosférico, o que aliviou demais a pressão no ombro do companheiro. Tatum já emplacou cinco jogos seguidos com 20+ pontos antes do jogo de terça. Vocês acham que essa dupla pode levar Boston ao título?

    A profundidade que ninguém esperava

    Mas não é só a dupla de estrelas que tá funcionando. Neemias Queta — sim, o português — saiu de quarto reserva para titular e virou um dos pivôs mais eficientes da liga. Absurdo a evolução desse cara.

    Payton Pritchard, Sam Hauser, Jordan Walsh… Todo mundo dando um step up quando precisa. Isso que é basquete coletivo, galera. E o Joe Mazzulla? Tá sendo cotado para técnico do ano por uma razão.

    “Eu me sinto exatamente igual ao início da temporada”, disse Stevens. “Quando chegarmos aos playoffs, será a mesma coisa. É um jogo de cada vez.”

    Essa mentalidade do Stevens sempre me impressionou. O cara não se empolga, não vende ilusão. Só trabalha e deixa o basquete falar. E sinceramente? Com essa postura, Boston pode surpreender muito nos playoffs.

    A conferência Leste tá uma loucura, mas se tem um time que eu não descartaria de jeito nenhum numa série de playoffs, são esses Celtics. Eles têm tudo: estrelas que performam, banco que contribui, técnico que entende o jogo e uma mentalidade vencedora.

  • Dosunmu brilha, Wolves goleiam Pacers e ficam perto dos playoffs

    Dosunmu brilha, Wolves goleiam Pacers e ficam perto dos playoffs

    Olha, eu não esperava que o Ayo Dosunmu fosse ser o protagonista de uma noite dessas. O cara simplesmente destruiu os Pacers ontem, anotando 24 pontos na goleada dos Timberwolves por 124 a 104. E o mais impressionante? Fez isso sem Anthony Edwards em quadra.

    Dosunmu estava em um desses dias que tudo que ele tentava, entrava. Junto com Julius Randle (19 pontos) e Bones Hyland (também 19), formaram um trio que não deu chance alguma para Indiana. Sinceramente, foi uma aula de como jogar basquete coletivo.

    Edwards fora, outros dentro

    O mais legal dessa vitória foi ver como Minnesota conseguiu funcionar mesmo sem sua estrela principal. Edwards já perdeu 9 dos últimos 11 jogos por causa do joelho direito, e McDaniels também continua no departamento médico. Mas cara, é isso que separa os bons times dos ruins — profundidade de elenco.

    Rudy Gobert fez sua parte no garrafão com 12 rebotes, e Hyland distribuiu 7 assistências. É esse tipo de performance coletiva que me faz acreditar que Minnesota pode fazer barulho nos playoffs.

    Pacers seguem na luta contra o histórico

    Do outro lado, os Pacers continuam naquela situação complicada. Ethan Thompson foi o cestinha com 17 pontos, Obi Toppin e Jalen Slawson contribuíram com 14 cada, mas não adiantou nada. O time está 4-22 nos últimos 26 jogos — números absurdos de ruins.

    A situação é tão complicada que Indiana ainda precisa de duas vitórias para não quebrar o recorde negativo de vitórias na história da franquia na NBA. É de dar dó, mas é o esporte.

    O jogo nunca foi páreo, na real. Minnesota abriu vantagem dupla ainda no primeiro quarto e administrou tranquilo. Quando os Pacers tentaram uma reação no terceiro período (chegaram a encostar em 77-67), os Wolves responderam com um parcial brutal de 25-5 que sepultou qualquer chance de virada.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue manter esse ritmo quando Edwards voltar? Porque se conseguir, esse time pode incomodar bastante no Oeste.

  • Heat volta pro play-in pelo 4º ano seguido – e olha que eles não queriam

    Heat volta pro play-in pelo 4º ano seguido – e olha que eles não queriam

    Cara, o Miami Heat conseguiu a proeza de ir pro play-in tournament pelo quarto ano consecutivo. E não, não é motivo de orgulho — pelo menos não pra eles.

    A situação se confirmou na derrota feia pra Toronto por 121-95 na terça-feira. Com essa, o Heat não consegue mais terminar no top 6 do Leste, ou seja: play-in obrigatório de novo.

    “Somos melhores que isso”

    O Bam Adebayo tinha falado há algumas semanas que “somos melhores do que ficar no play-in”. E sinceramente? Ele tem razão. Um time que chegou nas finais em 2023 não deveria estar nessa posição.

    Mas a realidade é dura: 13 vitórias e 20 derrotas contra os outros times do Leste que vão pros playoffs. Isso dói, né?

    O Erik Spoelstra não escondeu a frustração: “Estamos desapontados por não conseguirmos trazer outro nível de espírito competitivo”. Traduzindo: eles sabem que têm potencial pra mais.

    Pelo menos sabem jogar play-in

    Olha, se tem uma coisa que o Heat sabe fazer é sobreviver no play-in. Das três vezes que foram, passaram todas. No ano passado, como 10º colocado, ganharam dois jogos fora de casa pra garantir vaga. Em 2023, usaram o play-in como trampolim pra chegar nas finais da NBA — perdendo pro Denver, mas chegaram lá.

    Então experiência eles têm. A questão é: dá pra continuar dependendo disso? Na minha opinião, não. Um time com a tradição do Heat deveria estar brigando por posição mais alta na tabela.

    E vocês, acham que o Heat consegue repetir o milagre de 2023 e fazer uma campanha histórica saindo do play-in? Ou chegou a hora de admitir que esse núcleo precisa de mudanças?

    O play-in rola de 14 a 17 de abril. O Heat já garantiu vaga, agora é ver se consegue fazer alguma mágica de novo — porque com esse retrospecto contra times bons do Leste, vai precisar de muito mais que sorte.

  • JB mete 35 pontos e Celtics dominam Hornets na reta final

    JB mete 35 pontos e Celtics dominam Hornets na reta final

    Meu amigo, o Jaylen Brown tá numa sequência absurda. Ontem contra o Charlotte foram mais 35 pontos na conta, com 9 rebotes de quebra. O cara simplesmente não para de fazer cesta — já são 10 jogos seguidos marcando 26 ou mais pontos. Tá numa fase que tudo que arremessa, entra.

    O Boston fechou o jogo em 113 a 102, mas não foi moleza não. Os Hornets chegaram a abrir 11 pontos de vantagem no primeiro tempo, deixando a torcida do TD Garden meio nervosa. Só que aí chegou o terceiro quarto — e vocês sabem como é, né? Celtics são especialistas em virar o switch quando precisa.

    A dupla dinâmica funcionou de novo

    O Tatum também fez a sua parte, cravando 23 pontos. E olha que interessante: os dois ficaram em quadra o quarto inteiro. Brad Stevens não quis saber de descanso — e fez bem, porque os Hornets estavam incomodando bastante.

    Do outro lado, o LaMelo Ball fez um jogaço também. 36 pontos, o segundo jogo consecutivo passando dos 30. O moleque tem talento demais, mas sozinho não dá. Brandon Miller ajudou com 20, Miles Bridges fez um double-double (13 pontos e 12 rebotes), mas não foi suficiente.

    Playoff em vista

    Com essa vitória, Boston praticamente garantiu a segunda posição na Conferência Leste. E tem mais: eles fecharam a série da temporada regular contra Charlotte em 2-1. Por que isso importa? Simples — existe uma boa chance dos dois se encontrarem logo na primeira rodada dos playoffs.

    Sinceramente, acho que seria um confronto interessante. Os Hornets têm jogadores que podem incomodar qualquer um quando estão no dia, mas a experiência e a consistência dos Celtics fazem a diferença. O que vocês acham? Hornets conseguiriam levar pelo menos dois jogos numa série contra Boston?

    Ah, e tem um detalhe que me chamou atenção: Kon Knueppel, que está na briga pelo Rookie of the Year, teve uma noite para esquecer. Só 5 de 16 arremessos convertidos, terminando com apenas 13 pontos. Acontece — até os melhores têm seus dias ruins.

  • Heat vai pro play-in de novo — e dessa vez não conseguiu esconder a decepção

    Heat vai pro play-in de novo — e dessa vez não conseguiu esconder a decepção

    Olha só que situação. O Miami Heat tá de volta ao play-in tournament pela quarta vez consecutiva. Quarta! E dessa vez, diferente das outras, deu pra ver que o desânimo bateu mesmo.

    A matemática cruel se confirmou ontem à noite na derrota por 121-95 pro Toronto Raptors — uma surra que garantiu que Miami não consegue mais chegar no top-6 do Leste. Ou seja: play-in ou nada.

    “Somos melhores que isso”

    Umas semanas atrás, o Bam Adebayo tinha falado uma coisa que ficou na cabeça: “somos melhores que estar no play-in”. Na época pensei: será mesmo? Porque sinceramente, pelos números que o time vinha apresentando, já dava pra desconfiar que essa história ia acabar mal.

    E Erik Spoelstra não escondeu a frustração depois da terceira derrota consecutiva pro Raptors na temporada (0-3, viu só): “Estamos desapontados, com certeza, por não conseguirmos trazer outro nível de espírito competitivo.” Traduzindo: time não jogou nada.

    Pelo menos têm experiência nisso

    Se tem uma coisa que não dá pra falar é que o Heat não tem experiência com play-in. Cara, eles empataram o recorde de participações com 4 vezes — junto com Atlanta e Golden State. É muita competência pra chegar sempre nessa situação limite, não vou mentir.

    Mas aqui vem a parte interessante: Miami sempre passou do play-in. Sempre. Na temporada passada, como 10º colocado, ganhou dois jogos fora de casa e garantiu a vaga. Em 2024, foi 1-1 e passou. E em 2023? Também 1-1, mas aí foi longe — chegou até as Finais da NBA contra o Denver.

    O problema é que dessa vez a vibe tá diferente. O time tá 13-20 contra as outras nove equipes do Leste que vão pros playoffs. Treze e vinte! É um número que dói de ver.

    Vocês acham que o Heat consegue fazer a mágica mais uma vez? Porque sinceramente, por mais que tenham essa experiência toda, o momento do time não tá dos melhores. Spoelstra falou que “temos espírito, nossos caras se recuperam”, mas também admitiu que precisam “chegar no nível da competição”.

    O play-in tá aí. De novo. E dessa vez vai ser interessante ver se a experiência compensa o momento ruim ou se finalmente a sorte acaba.

  • Quais times fora dos playoffs têm mais chance de chegar em 2027?

    Quais times fora dos playoffs têm mais chance de chegar em 2027?

    Olha, uma coisa que eu sempre falo é que a NBA muda muito mais rápido do que a gente imagina. Na temporada passada, 10 times ficaram fora dos playoffs. Nesta temporada? Seis desses times conseguiram uma vaga no Play-In ou nos playoffs mesmo: Hornets, 76ers, Suns, Blazers, Spurs e Raptors.

    E cara, com as mudanças na loteria chegando, a coisa vai ficar ainda mais maluca. Times que antes tankavam de propósito agora vão ter que pensar duas vezes. Imagina só: uma NBA onde todo mundo tenta ganhar de verdade?

    Vou ranquear aqui os 10 times que ficaram fora da festa este ano, do menos provável ao mais provável de chegar nos playoffs em 2027.

    Os Casos Perdidos (Por Enquanto)

    10. Sacramento Kings

    Mano, os Kings são uma piada triste. Nos últimos 20 anos, eles foram pros playoffs UMA vez. Uma! Isso é 95% de fracasso, e olha que tem temporada aí que eles tentaram ganhar mesmo.

    A situação é tão feia que eles já estão acima do luxury tax antes mesmo de fazer o draft e completar o elenco. O DeMar DeRozan tem garantia parcial no contrato e deve ser dispensado ou trocado. O Sabonis estava no mercado no deadline e provavelmente vai estar de novo.

    Sacramento tá entrando numa reconstrução. Ou melhor, nunca saiu da reconstrução que começou há duas décadas.

    9. Chicago Bulls

    Ah, Chicago… O parceiro espiritual de Sacramento. Os Bulls demitiram o GM e o VP executivo na segunda-feira – sinal de que a coisa tá feia mesmo.

    Quantos jogadores do elenco atual você acha que vão estar no time campeão que eles esperam construir um dia? Josh Giddey e Matas Buzelis, talvez o Jalen Smith como reserva. Só isso.

    Eles trocaram algumas peças importantes no deadline, mas esperaram demais e receberam migalhas. É o típico time sem ambição nenhuma.

    O Caso Interessante

    8. Memphis Grizzlies

    Os Grizzlies podem ter começado uma reconstrução trocando Desmond Bane e Jaren Jackson Jr., mas não acho que vão tankar de verdade. Com as novas regras da loteria, essa estratégia pode nem funcionar mais.

    O Ja Morant ainda tá lá, mesmo com aquele contrato arriscado que ninguém quer pegar. O cara perdeu um pouco da explosão pra chegar no garrafão, mas ainda pode dar a volta por cima. Numa amostra pequena, os Grizzlies ganharam por 18,4 pontos a cada 100 posses dos adversários.

    Sinceramente? Acho que Memphis pode surpreender. Eles têm três picks de primeira rodada em 2027 pra trabalhar, então podem se dar ao luxo de deixar as coisas fluírem naturalmente.

    E vocês, o que acham? Algum desses times consegue dar a volta por cima, ou vão continuar na fila do pão? Com essas mudanças na loteria, pode ser que vejamos algumas surpresas absurdas na próxima temporada.

  • Tim Legler acredita que os 76ers podem ser a surpresa dos playoffs no Leste

    Tim Legler acredita que os 76ers podem ser a surpresa dos playoffs no Leste

    Cara, o Tim Legler tá mexendo com o psicológico da galera do Leste. O ex-jogador e analista da ESPN foi lá e cravou: os Philadelphia 76ers podem ser o azarão que vai bagunçar os playoffs na Conferência Leste. E olha, depois de acompanhar essa temporada maluca, eu tô começando a concordar com ele.

    Por que apostar nos Sixers?

    A lógica do Legler é simples mas faz sentido: os quatro primeiros do Leste podem se bater de igual pra igual. Então o negócio é só classificar e torcer pro melhor de sete. “A chave é: apenas se classificar. Conseguir uma série melhor de sete, se você é Philadelphia”, disse ele.

    E cara, quando o time tá com todo mundo disponível, eles realmente impressionam. Lembra daquela vitória de 115-103 contra o Minnesota na sexta passada? Os caras jogaram um basquete que deu gosto de ver. Claro que depois levaram uma surra de 116-93 do Detroit no sábado, mas isso é NBA — um dia você tá voando, no outro toma uma pancada.

    O que me chama atenção é que pela primeira vez na temporada, parece que todo mundo tá saudável ao mesmo tempo. E quando os Sixers conseguem isso, vira outra equipe completamente.

    Nick Nurse mexendo nos esquemas

    O técnico Nick Nurse também tá vendo as coisas mudarem no ataque. Segundo ele, a defesa mais consistente tá liberando o ataque pra fluir melhor. “Acho que começamos a jogar um pouco mais inteligentemente no ataque. Vimos algumas coisas que podíamos conseguir, e fizemos um bom trabalho executando”, falou o canadense.

    Na minha visão, isso faz toda diferença nos playoffs. Time que consegue ajustar durante o jogo e encontrar soluções sempre tem chance. E olha que o Nurse conhece playoff — o cara já ganhou um título com o Toronto.

    Sinceramente? Eu não sei se eles vão longe mesmo, mas numa série de sete jogos, qualquer coisa pode acontecer. Vocês acham que os Sixers conseguem incomodar os favoritos do Leste?

    Agora é ver como eles se saem contra o San Antonio na segunda. Mais um teste pra ver se essa consistência é real ou se foi só ilusão mesmo.

  • Hawks aprendem lição valiosa na derrota apertada pros Knicks

    Hawks aprendem lição valiosa na derrota apertada pros Knicks

    Cara, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks na segunda! 108-105 para Nova York, mas sinceramente? Atlanta saiu mais fortalecida dessa derrota do que muitos times saem de vitória.

    O clima estava de playoffs mesmo — torcida gritando, pontuação indo e voltando, e aqueles arremessos decisivos que fazem a gente segurar a respiração. E o Nickeil Alexander-Walker captou exatamente isso depois da partida.

    A mentalidade de playoff que faltava

    “Acho que a maior lição é que isso nos prepara para os playoffs”, disse Alexander-Walker. “É um time bom, e agora sabemos o quanto podemos melhorar. Conhecemos os pontos fortes deles, eles conhecem os nossos — é questão de fazer os ajustes se enfrentarmos eles de novo.”

    E olha, tem chance real disso acontecer nos playoffs. Dependendo de como termina essa última semana da temporada regular, Hawks e Knicks podem se encontrar novamente — só que aí vai valer tudo.

    O que mais me impressionou foi como Atlanta reagiu. Eles tinham 5 pontos de vantagem faltando 3 minutos, aí veio aquela violação dos 24 segundos e uma bola perdida do CJ McCollum que virou o jogo. Mas cara, para um time sem experiência de playoffs juntos, eles pareciam veteranos ali.

    Jalen Johnson vê o lado positivo

    “É basquete de playoff agora”, falou Jalen Johnson. “Nossa execução nos últimos 5 minutos — se continuarmos aprimorando isso, vamos estar numa posição muito melhor.”

    Alexander-Walker, que viveu essas situações tensas com o Minnesota nas últimas duas temporadas, ficou orgulhoso de como o time reagiu. “Não importa a experiência de cada um, todo mundo se manteve focado tentando ganhar o jogo”, disse ele.

    E é isso que eu mais gosto nesse Hawks. Eles trataram a segunda metade da temporada como se fosse playoff — e isso tá fazendo diferença. Ainda precisam de algumas vitórias para garantir uma posição entre os seis primeiros, mas a mentalidade já mudou.

    Próximo teste: Cleveland

    “Todo mundo sabe da urgência”, completou Johnson. “Desde o All-Star break cada jogo importa. Temos que esquecer essa derrota, mas levar as lições para Cleveland.”

    Vocês acham que essa experiência vai fazer diferença quando os Hawks chegarem nos playoffs de verdade? Eu tô convencido que sim. Às vezes uma derrota ensina mais que dez vitórias fáceis.