Tag: NBA Playoffs

  • Luka na Espanha: o que ele tá fazendo lá que não pode nos EUA?

    Luka na Espanha: o que ele tá fazendo lá que não pode nos EUA?

    Olha, quando um cara do calibre do Luka Doncic pega um avião pra Espanha pra tratar uma lesão, você já sabe que a coisa é séria. E não, ele não foi lá fazer turismo — o esloveno está correndo atrás de tratamentos que simplesmente não existem nos Estados Unidos.

    A história é a seguinte: Luka machucou feio o posterior da coxa na última quinta contra o Thunder, lutando contra a lesão durante um tempo inteiro até não aguentar mais no terceiro quarto. Resultado? Lesão grau 2 no posterior com previsão de 4 a 6 semanas fora. Pra quem não sabe, isso significa que os Lakers podem ficar sem seu melhor jogador nos playoffs — e sinceramente, sem o Luka eles não são praticamente nada.

    O monstro que estava sendo em março

    Cara, o Luka estava absurdo em março. 600 pontos no mês, levando os Lakers a um recorde de 15-2. O cara estava jogando num nível de candidato a MVP, destruindo todo mundo que aparecia pela frente. E agora? Os Lakers já perderam pro Dallas por 134-128 no domingo de Páscoa, mostrando exatamente o que acontece quando você tira o motor do carro.

    É por isso que ele não está fazendo fisio tranquilo em Los Angeles ou na sede do time. O cara literalmente saiu do país atrás de tratamentos que aqui são restritos ou proibidos.

    A diferença entre EUA e Europa nos tratamentos

    Aqui vem a parte interessante: na Europa, principalmente na Espanha, Alemanha e Suíça, os caras têm muito mais liberdade pra usar tratamentos regenerativos. Terapia com plasma rico em plaquetas, células-tronco, exossomos — coisas que nos EUA ficam presas na burocracia do FDA por anos.

    E olha, o Luka não é o primeiro. Lembra do Kobe? O Black Mamba foi pra Alemanha em 2011 fazer tratamento no joelho com plasma rico em plaquetas. Funcionou. Depois voltou lá de novo pro tendão de Aquiles. LeBron fez algo parecido em 2023 quando machucou o pé — consultou um especialista no exterior e voltou sem precisar de cirurgia, levando os Lakers até a final do Oeste.

    A diferença agora é que o Luka não é um veterano tentando esticar a carreira. Ele É a carreira dos Lakers. Sem ele (e sem o Austin Reaves, que também está machucado por 4-6 semanas), o time está em modo sobrevivência total.

    E agora, os playoffs?

    O técnico J.J. Redick foi direto: “Nosso trabalho é estender a temporada pra que os dois possam voltar”. Ou seja, os Lakers vão ter que vencer uma série inteira dos playoffs — provavelmente contra Minnesota ou Houston — sem suas duas principais estrelas.

    Vocês acham que eles conseguem? Porque na minha opinião, sem o Luka, os Lakers viram um time completamente comum. E com a concorrência que tem no Oeste, isso pode significar uma eliminação precoce e humilhante.

    Enquanto isso, torçamos pra que esses tratamentos espanhóis façam milagre e tragam nosso MVP de volta o mais rápido possível. Porque playoff sem Luka Doncic é como churrasco sem picanha — até dá pra fazer, mas perde toda a graça.

  • Jokic monstro! Triple-double salva Nuggets em virada épica

    Jokic monstro! Triple-double salva Nuggets em virada épica

    Mano, eu ainda tô processando o que aconteceu em Denver ontem à noite. O Nikola Jokic simplesmente decidiu que não ia deixar os Nuggets perderem — e quando ele decide, não tem jeito mesmo.

    35 pontos, 13 rebotes e 13 assistências. Um triple-double absurdo que salvou Denver de uma derrota constrangedora. Os caras estavam perdendo por 16 pontos no último quarto pro Portland, cara. DEZESSEIS! E aí o sérvio monstro falou: “Não, hoje não.”

    A virada que ninguém esperava

    Portland tava voando no primeiro tempo. Toumani Camara meteu 30 pontos e os Blazers acertaram 25 bolas de três — recorde da franquia! Deni Avdija também tava on fire com 26 pontos e quase não errou da linha do lance livre. Sinceramente, eu já tava dando a partida como perdida pros Nuggets.

    Mas aí que mora a magia do basquete, né? Jokic acordou no quarto período, marcou 10 pontos e liderou uma sequência de 21 a 5 que deixou todo mundo de queixo caído. Aaron Gordon ainda acertou uma tripla decisiva pra empatar o jogo faltando pouco mais de um minuto.

    E vocês acham que acabou aí? Que nada! Overtime, baby!

    Jamal Murray fecha o caixão

    Na prorrogação foi show do Murray. O cara que já tinha sofrido tanto com lesões voltou pra mostrar por que é tão importante nesse time. Sete pontos na overtime, incluindo duas triplas que abriram o placar logo no começo do período extra.

    O final foi dramático: Murray com duas cestas da linha do lance livre e uma enterrada (135-128), e depois ainda deu uma assistência linda pro Jokic selar a vitória. Que dupla, meu amigo!

    Na briga pela terceira posição

    Com essa vitória — a nona seguida dos Nuggets — Denver subiu pra terceira posição do Oeste. É, galera, esse time tá pegando fogo no momento certo da temporada. Nove vitórias consecutivas iguala a maior sequência da era Jokic.

    Agora eles têm 51-28 de campanha, meio jogo à frente dos Lakers (50-28). O problema é que LA ainda tem a vantagem no confronto direto, então Denver precisa ficar pelo menos um jogo acima dos angelinos pra garantir a terceira colocação.

    Olha, eu não sei vocês, mas esse Nuggets tá com cara de time perigoso pros playoffs. Jokic jogando nesse nível, Murray voltando a ser decisivo, Gordon contribuindo… pode dar zebra aí no Oeste, hein?

    Portland, coitados, vinham de três vitórias seguidas e caíram pra nona posição. Mas que jogo fizeram! 25 triplas é coisa de maluco.

  • CJ McCollum quase fez milagre contra os Knicks com arremesso da outra quadra

    CJ McCollum quase fez milagre contra os Knicks com arremesso da outra quadra

    Mano, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks na segunda-feira! Terminamos com vitória dos Knicks por 108-105, mas cara, o que quase rolou no final foi de parar o coração.

    O Jalen Brunson foi absolutamente monstro no último quarto — 17 dos 30 pontos dele vieram nos 12 minutos finais. O cara simplesmente pegou o jogo nas costas e carregou os Knicks. Do outro lado, o Nickeil Alexander-Walker respondeu com 36 pontos pelos Hawks. Que batalha!

    O arremesso que quase mudou tudo

    Agora vem a parte boa da história. Faltando 1.2 segundos no cronômetro e os Hawks perdendo por três pontos, sem timeout restante. Situação impossível, né?

    Aí que entra o nosso querido CJ McCollum. O cara pega a bola no fundo da quadra, dá uns dois dribles e… MANDA UM MÍSSIL DE TRÊS QUARTOS DA QUADRA! E olha só: a bola ainda bateu na tabela e entrou!

    Por um segundo ali eu pensei: “Não acredito que esse maluco conseguiu empatar”. Mas aí veio a realidade — o arremesso não valeu porque o tempo já tinha acabado. Que coisa, hein? Às vezes o basquete é cruel assim mesmo.

    Hawks estão chegando forte pros playoffs

    Sinceramente, depois do All-Star break os Hawks viraram outro time. A chegada do McCollum deu aquela equilibrada que eles precisavam no perímetro, sem monopolizar a bola como o Trae Young fazia antes.

    E que dupla o Dyson Daniels e o Alexander-Walker formaram! O primeiro é um defensor que não dá moleza pra ninguém, enquanto o segundo virou aquele especialista em bolas de três que todo time precisa. Ah, e não posso esquecer do Jalen Johnson — o cara tá jogando um basquete que lembra um LeBron versão light.

    Vocês acham que os Hawks podem fazer barulho nos playoffs? Porque depois de ver esse jogo contra os Knicks, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar muita gente lá na pós-temporada. Ninguém vai querer pegar esses caras no primeiro round, isso eu garanto.

  • Cade Cunningham pode voltar antes dos playoffs após pulmão colapsado

    Cade Cunningham pode voltar antes dos playoffs após pulmão colapsado

    Galera, essa história do Cade Cunningham me deixou genuinamente preocupado. Pulmão colapsado é coisa séria, não é brincadeira — e agora finalmente temos uma luz no fim do túnel. O astro do Detroit Pistons foi considerado “duvidoso” antes de ser descartado da derrota de segunda-feira para o Orlando Magic, mas olha só: isso pode significar que ele volta antes dos playoffs começarem.

    Desde 19 de março que o Cade está fora por conta desse problema no pulmão esquerdo. Cara, quando eu soube da lesão, pensei “lá se vai a temporada histórica do Detroit”. Mas o protocolo de retorno já começou, e junto com ele, Isaiah Stewart (que tá fora desde 15 de março com uma distensão na panturrilha) também está progredindo.

    JB Bickerstaff otimista com os retornos

    O técnico J.B. Bickerstaff não quis cravar nada — e fez bem, né? — mas deixou claro que ambos estão “fazendo mais e mais a cada dia”. A frase dele que mais me chamou atenção foi: “sempre se trata de como você responde no dia seguinte”. É isso aí, uma lesão dessas é dia após dia mesmo.

    “Até agora, tudo bem. Eles estão dando passos na direção certa”, disse Bickerstaff. Sinceramente? Eu tô torcendo muito pra que dê tudo certo. Ver um jogador desse nível fora por algo tão sério mexe comigo.

    Detroit surpreendeu sem seu craque

    Aqui que a história fica absurda: o Detroit GARANTIU a primeira colocação no Leste sem o Cade! Isso mesmo, bateram o Philadelphia 76ers no sábado e fecharam como cabeça de chave número 1. Quem diria, hein?

    Antes da lesão, o menino estava cotado pra MVP — e com razão. 24.5 pontos e 9.9 assistências por jogo. Números de monstro. Agora imagina esse time, que já provou ser resiliente, com o Cade de volta pra uma corrida nos playoffs? Pode dar muito certo.

    Restam apenas três jogos na temporada regular. E aí, vocês acham que o Detroit consegue fazer barulho nos playoffs mesmo se o Cade não voltar 100%? Ou será que essa pausa forçada pode até ter sido boa pra ele descansar antes da pós-temporada?

  • Cavs destroem Memphis e chegam às 50 vitórias na temporada

    Cavs destroem Memphis e chegam às 50 vitórias na temporada

    Cinquenta vitórias. Cara, quando foi a última vez que vimos os Cavaliers chegarem nessa marca com tanta tranquilidade? Ontem à noite eles simplesmente atropelaram o Memphis por 142 a 126, e olha — fizeram isso descansando Mitchell e Harden!

    Evan Mobley foi o cara da noite com 24 pontos, mas quem me chamou atenção foi o Sam Merrill com 21. Esse menino tá crescendo no momento certo. E que bom ver o Jarrett Allen de volta ao quinteto titular depois de descansar contra o Indiana. 13 pontos, 2 tocos, e o mais importante: parecia estar se movimentando bem mesmo com essa preocupação no joelho.

    Banco em grande forma

    Sabe o que mais me impressionou? O banco dos Cavs. Quatro reservas em dois dígitos! Isso é profundidade, galera. Nae’Qwan Tomlin botou energia no primeiro quarto, Keon Ellis mandou uma bomba de 3 no finalzinho do segundo tempo, e até o veterano Larry Nance Jr. mostrou que ainda tem lenha pra queimar.

    Craig Porter Jr. (11 pontos, 8 rebotes, 6 assistências) e Tyrese Proctor aproveitaram os minutos extras sem Mitchell e Harden. E o Dennis Schroder? Monstro absoluto: 22 pontos e 11 assistências na armação. Quando você tem essa distribuição de pontuação, fica difícil de parar.

    Memphis sem estrutura, Cavs aproveitaram

    Olha, vamos ser justos — o Memphis estava jogando praticamente só com reservas e jogadores da G-League. Mas mesmo assim, era obrigação do Mobley dominar, e ele fez exatamente isso. 9/11 nos arremessos de quadra, com alguns movimentos no garrafão que mostraram evolução técnica. Se ele não jogasse bem contra esse time, aí sim seria preocupante.

    O mais legal é que, com os playoffs já garantidos e a quarta posição praticamente assegurada (principalmente depois do Hawks perder pros Knicks), dá pra ver que esse time tá encontrando o ritmo certo. Jogadores diferentes brilhando em momentos diferentes — isso é sinal de time bem treinado.

    Vocês acham que essa profundidade do banco vai fazer diferença nos playoffs? Porque sinceramente, eu tô começando a acreditar que esses Cavs podem incomodar muito mais gente do que o pessoal imagina. Próximo jogo é contra o Hawks em casa — pode ser prévia da primeira rodada dos playoffs. Vai ser interessante.

  • Banchero despeja 31 pontos e o Magic atropela os Pistons

    Banchero despeja 31 pontos e o Magic atropela os Pistons

    Olha só que absurdo o Paolo Banchero fez ontem à noite em Orlando. O cara simplesmente decidiu que ia destruir tudo e despejou 31 pontos na vitória do Magic sobre os Pistons por 123 a 107. E não foi só ele não — Desmond Bane também resolveu aparecer e contribuiu com 25 pontos numa performance que deixou Detroit comendo poeira.

    Magic mostrando que tá vivo na briga

    O que mais me chamou atenção foi a performance do Jalen Suggs. O moleque fez um double-double quase triplo: 12 pontos, 12 assistências, 6 rebotes e ainda por cima 3 roubadas de bola. Esse tipo de linha estatística que mostra que o jogador tá realmente controlando o jogo, sabe?

    E o Magic tá numa situação interessante. Com apenas três jogos restantes na temporada regular, eles podem terminar tanto em 6º quanto em 10º lugar na Conferência Leste. É essa loucura que a gente vê no meio da tabela — qualquer escorregada pode mudar tudo.

    Anthony Black voltou após 15 jogos fora por uma lesão abdominal e já mostrou serviço: 14 pontos em apenas 15 minutos. Sinceramente, esse tipo de eficiência vindo do banco é o que faz a diferença nos playoffs.

    Pistons poupando para os playoffs

    Agora, vamos falar dos Pistons. O time de Detroit já garantiu a primeira colocação da Conferência Leste no sábado passado, então tavam poupando meio mundo. Oito jogadores ficaram fora, incluindo nomes pesados como Tobias Harris, Duncan Robinson e Caris LeVert.

    O Cade Cunningham continua fora — já são 11 jogos consecutivos por causa de um pulmão colapsado, parada séria mesmo. Sem ele e outros titulares, sobrou pros caras como Jalen Duren e Daniss Jenkins carregarem o piano, e eles até que se viraram bem com 18 pontos cada.

    Mas 21 turnovers? Rapaz, isso aí é muita bola perdida. Kevin Huerter e Javonte Green ainda tentaram uma reação no final com 17 pontos cada, e por um momento até ficou emocionante — Jenkins acertou uma bomba de três que deixou o jogo em apenas 3 pontos de diferença faltando pouco mais de 4 minutos.

    Banchero mandando o recado

    Mas aí que o Banchero mostrou por que é considerado uma das jovens estrelas da liga. No terceiro quarto, ele comandou uma sequência de 12 a 0 que praticamente acabou com qualquer esperança dos Pistons. Foi bonito de ver — o cara simplesmente tomou conta da partida quando precisava.

    O Magic vem bem na temporada, ganhando quatro dos últimos cinco jogos. E olha, sem o Franz Wagner (que tá sendo poupado por causa de uma entorse no tornozelo), ainda conseguiram essa performance convincente.

    Vocês acham que o Magic consegue essa vaga direta pros playoffs? Com essa Conferência Leste maluca, qualquer coisa pode acontecer nos últimos jogos da temporada regular.

  • Última semana da temporada regular promete fogo na NBA

    Última semana da temporada regular promete fogo na NBA

    Cara, a temporada regular da NBA tá chegando ao fim e eu não sei vocês, mas tô com o coração acelerado. Tem tanta coisa em jogo que nem sei por onde começar. Playoff, MVP, jogadores bravos com seus times… é muita história pra contar.

    Sinceramente? Essa reta final promete ser mais nervosa que final de Brasileirão. E olha que isso é coisa séria.

    A briga pelo MVP que tá pegando fogo

    Vamos direto ao que interessa: SGA contra Wembanyama. Mano, que disputa absurda!

    O Shai Gilgeous-Alexander, que já é o atual MVP, largou 47 pontos numa vitória épica contra o Pistons e ainda teve a humildade de falar que deixaria “o jogo falar por ele”. Classe pura, né? Típico de quem já sabe que é monstro.

    Já o Wemby… olha, eu respeito demais a abordagem dele. O francesão foi direto: “defesa é 50% do jogo, ganhamos 4 de 5 jogos contra o Thunder na temporada, e impacto ofensivo não é só pontuação”. Na lata! Adoro quando um jogador assume que quer ganhar em vez de ficar nessa de falsa modéstia.

    O problema é que as casas de aposta não tão muito animadas com as chances do Wemby. SGA tá com odds de -2500 enquanto Victor tá em +1000. É uma diferença gigante, mas eu não duvido de nada quando se trata do aliens francês.

    A maldita regra dos 65 jogos

    Agora uma parada que tá me deixando pistola: essa regra idiota dos 65 jogos pra ser elegível aos prêmios. Anthony Edwards foi desqualificado semana passada. Cade Cunningham também ficou de fora no fim de semana.

    E o pior? Luka Dončić tá preso em 64 jogos por causa de uma lesão no posterior da coxa. O cara perdeu dois jogos porque o filho nasceu (imagina só, né?) e agora o empresário dele vai entrar com recurso alegando “circunstâncias extraordinárias”.

    Olha, eu entendo a NBA querer que os caras joguem mais, mas penalizar por nascimento de filho? Pelamor. Tem hora que essa liga exagera na dose.

    O que vem por aí

    Wembanyama precisa jogar pelo menos 3 dos últimos 4 jogos dos Spurs pra ficar elegível. Jokić e Kawhi Leonard têm que jogar todos os jogos restantes. É muita pressão, cara.

    E eu fico pensando: será que vale a pena forçar esses caras a jogar só por causa de uma regra? Lesão no final de temporada é coisa séria, ainda mais pensando nos playoffs.

    Honestly? Acho que a NBA deveria repensar essa parada dos 65 jogos. O basquete tá cada vez mais físico e os caras precisam de descanso. Não faz sentido penalizar quem cuida do próprio corpo.

    E vocês, o que acham dessa regra? Justo ou exagero da liga? Eu tô curioso pra ver como essa última semana vai desenrolar. Uma coisa é certa: não vai ter jogo mole!

  • Hawks pescam Bradley no mercado e se blindam pro playoff

    Hawks pescam Bradley no mercado e se blindam pro playoff

    Olha só que movimento interessante dos Hawks! O time de Atlanta acabou de contratar o pivô Tony Bradley pra reforçar o garrafão na reta final da temporada — e sinceramente, acho que foi uma jogada esperta pra quem tá correndo atrás de uma vaga melhor no playoff.

    O Bradley, que tem 2,08m e tá na sua oitava temporada na NBA, passou por mais times que eu consigo contar nos dedos. Começou a temporada na G League com o próprio College Park (time afiliado dos Hawks), mas acabou indo parar no Indiana Pacers, onde jogou 38 partidas e fez uma média de 4 pontos e 2.8 rebotes.

    Experiência que conta

    Tá, os números não impressionam mesmo. Mas vamos combinar uma coisa: às vezes você não precisa de um monstro nos números, você precisa de alguém que saiba o que tá fazendo quando a pressão aperta. E o Bradley tem isso — já jogou 20 partidas de playoff na carreira, passou por Utah, Philadelphia, OKC e Chicago. É veterano que sabe como a coisa funciona.

    Os Hawks estão na quinta colocação do Leste entrando no jogo de segunda contra os Knicks, então cada movimento conta. Vocês acham que essa contratação pode fazer diferença mesmo sendo só um role player?

    Caleb Houstan paga o pato

    Pra abrir vaga pro Bradley, a diretoria dos Hawks cortou o Caleb Houstan — que tinha assinado contrato two-way em outubro e depois foi efetivado em fevereiro. Cara, 2.3 pontos em 18 jogos… meio difícil de argumentar pra ficar mesmo.

    Na minha visão, é aquela situação clássica: time que tá pensando em playoff não pode se dar ao luxo de manter jovem que ainda tá aprendendo. Precisa de gente que já sabe como é jogar partida decisiva. E mesmo o Bradley não sendo nenhum All-Star, ele pelo menos já pisou em quadra de playoff 20 vezes.

    Agora é torcer pra que esse reforço no banco faça diferença quando a coisa apertar nos playoffs. Atlanta tem potencial pra incomodar, só precisa de mais consistência no garrafão.

  • Knicks em apuros: um mês sem vencer time forte antes dos playoffs

    Knicks em apuros: um mês sem vencer time forte antes dos playoffs

    Cara, vou ser bem direto: os Knicks estão com um problema sério e só agora que tá todo mundo percebendo. Eles não conseguem vencer um time acima de .500 há exatas quatro semanas. O último foi contra o Denver lá em 6 de março — desde então? Zero vitórias em cinco jogos contra times de playoff.

    Olha, eu entendo que todo time tem suas oscilações durante a temporada, mas essa sequência tá meio preocupante. Lakers, Clippers, Hornets, Thunder e Rockets — todos com campanha positiva, todos passaram o rodo nos caras de Nova York. E o pior: todos esses jogos foram fora de casa.

    A reta final decisiva chegou

    Agora vem o teste de fogo de verdade. Quatro jogos para fechar a temporada regular, todos contra times acima de .500: Hawks fora, depois Celtics, Raptors e Hornets em casa. É literalmente a última chance de mostrar que conseguem competir contra os grandes antes dos playoffs começarem.

    Josh Hart tentou passar uma vibe positiva depois do treino: “Para nós, é questão de manter o foco. É uma boa sequência para terminar a temporada e chegar afiado nos playoffs.” Mas sinceramente? Eu tô vendo mais como desespero disfarçado de otimismo.

    A situação fica ainda mais estranha quando você olha o contexto completo. Entre essas cinco derrotas contra times fortes, os Knicks emplacaram sequências de sete e duas vitórias seguidas. Contra quem? Times horríveis que tão claramente fazendo tanking. É como se fossem dois times diferentes dependendo do adversário.

    O problema vai além dos resultados

    E não é só perder que me incomoda — é COMO eles perdem. O ataque vira uma bagunça total, fica tudo concentrado no Jalen Brunson (que é monstro, mas não pode carregar o piano sozinho). Começam mal os jogos, a defesa de transição vira um queijo suíço…

    Mike Brown foi honesto na coletiva: “Temos que dar crédito para Charlotte, Oklahoma City e Houston, eles jogaram bem. Nós não jogamos bem nessas três partidas e merecemos perder.” Pelo menos alguém tá sendo realista na franquia.

    O técnico ainda mencionou uma questão interessante: eles não querem mostrar todas as jogadas para potenciais adversários de playoffs. Faz sentido estrategicamente, mas será que não é desculpa para performances ruins?

    Flashbacks do ano passado

    Landry Shamet tocou num ponto que eu acho crucial: “É um período desafiador que pouca gente fala. Você tá se preparando pros playoffs, mas tem que estar ligado a cada jogo.” Exato! Não dá pra simplesmente ignorar essas derrotas e torcer que nos playoffs seja diferente.

    Ano passado os Knicks também apanharam dos times fortes na temporada regular, principalmente dos Celtics. Nos playoffs foi outra história, é verdade. Mas contar com essa virada automática é perigoso demais, não acham?

    Essa última semana vai mostrar se os Knicks realmente têm condições de incomodar nos playoffs ou se vão ser só mais um time que fez barulho na temporada regular. Eu tô na torcida, mas confesso que tô com um pé atrás depois dessa sequência ruim.

  • Cavs ainda não sabem quem será o ala titular nos playoffs

    Cavs ainda não sabem quem será o ala titular nos playoffs

    Olha, se tem uma coisa que tá deixando todo mundo ansioso em Cleveland é essa indefinição no quinteto titular dos Cavaliers. A duas semanas dos playoffs, Kenny Atkinson ainda não bateu o martelo sobre quem vai ser o ala titular da equipe. E sinceramente? Isso me deixa um pouco preocupado.

    A situação é complicada mesmo. Depois de mexer tanto no elenco na trade deadline de fevereiro — incluindo a chegada bombástica do James Harden —, o time ainda tá tentando se entender em quadra. É como montar um quebra-cabeça gigante faltando pouquíssimo tempo.

    Cinco candidatos, uma vaga

    Atkinson foi bem direto quando perguntaram se Max Strus seria o titular fixo: “Não”. A posição vai ser flexível, e segundo o técnico, “você tem que conquistar a vaga”. Na minha opinião, isso tanto pode ser uma estratégia inteligente quanto um sinal de que ninguém realmente se destacou.

    Os candidatos são cinco: Max Strus, Dean Wade, Sam Merrill, Jaylon Tyson e Keon Ellis. Cada um com suas características, mas nenhum conseguiu cravar de vez a posição ao lado do quarteto base: Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Os números até existem, mas são meio irrelevantes pela amostra ridiculamente pequena. Wade teve um net rating de +23.2, Merrill chegou aos absurdos +55.3, mas estamos falando de 56 e 38 posses respectivamente. É muito pouco pra tirar qualquer conclusão séria.

    O problema Harden

    E tem outro detalhe que me chama atenção: Atkinson ainda tá descobrindo como usar o Harden da melhor forma. O cara chegou há pouco tempo e domingo fez apenas seu 24º jogo pelos Cavs. O técnico até admitiu que anda estudando vídeos antigos do Barba — dos tempos de Houston, Clippers, até dos Nets.

    “Estou roubando jogadas pós-timeout de Houston, vendo como era o espaçamento nos Clippers”, disse Atkinson. Cara, isso é preocupante a duas semanas dos playoffs, não acham?

    É uma situação delicada. Cleveland apostou todas as fichas no talento individual para resolver os problemas, mas basquete é sobre química também. E química leva tempo pra desenvolver — tempo que eles meio que não têm mais.

    Apostando no talento

    Por outro lado, quando o quarteto base joga junto, os números são monstruosos: 121.2 pontos por 100 posses no ataque (88º percentil) e apenas 100.6 sofridos na defesa (100º percentil). O net rating de +20.6 é coisa de outro planeta.

    O problema é que foram só 165 posses juntos. Pra vocês terem uma ideia, isso é menos de 4 jogos completos de dados.

    Atkinson até tentou soar otimista, falando que “é um bom problema ter opções”, mas eu não sei se compro essa. Nos playoffs, você precisa de certezas, de um quinteto que se conhece de olhos fechados. E os Cavs claramente ainda não têm isso.

    Vai ser interessante ver como essa indefinição vai se resolver quando a pós-temporada começar de verdade. Torço pra que o talento individual realmente resolva, porque se não resolver, pode dar ruim pro lado de Cleveland.