Tag: NBL

  • Joe Ingles se aposentou da NBA e tomou uma decisão que me emocionou

    Joe Ingles se aposentou da NBA e tomou uma decisão que me emocionou

    Cara, quando vi que o Joe Ingles tinha decidido voltar pra Austrália depois da eliminação dos Timberwolves, confesso que bateu uma nostalgia aqui. O veterano de 38 anos assinou um contrato de duas temporadas com o Melbourne United da NBL australiana, e sinceramente? Não podia ter escolhido melhor forma de encerrar a carreira.

    Pra quem não lembra, os Wolves foram eliminados pelos Spurs na segunda rodada dos playoffs — levaram uma sapatada de 30 pontos no jogo 6, perdendo por 139 a 109. Terceira vez seguida que não conseguem chegar nas finais de conferência, mesmo com um time que tinha tudo pra brigar lá em cima.

    De volta às origens

    O que mais me impressiona na história do Ingles é como ele fez esse caminho todo. Saiu da Austrália em 2009, não foi draftado (imagina a frustração), rodou pela Europa até que o Jazz apostou nele em 2014. E olha no que deu: 12 temporadas na NBA, média de 40,9% nas bolas de três — um arremessador que qualquer técnico adoraria ter no banco.

    Nos últimos dois anos em Minnesota, o australiano não jogava muito, mas quem acompanha sabe que o valor dele ia muito além dos números. Ajudou demais no desenvolvimento do Anthony Edwards e dos outros jovens do time. É aquele cara que você quer no vestiário, sabe?

    O legado de um guerreiro

    7.7 pontos, 3.0 rebotes e 3.3 assistências por jogo na carreira. Números modestos? Talvez. Mas o Ingles sempre foi muito mais que estatísticas. Jogou no Jazz, Bucks, Magic e Wolves — e em todo lugar que passou, era querido pela galera. Aquele humor australiano meio ácido, mas com o coração gigante.

    Agora ele volta pro Melbourne United, time que terminou em quinto na temporada passada com 20-13. E vocês sabem o que mais me emociona nisso? Ele começou a carreira profissional no Melbourne South Dragons antes de ir pra NBA. É como se estivesse fechando um ciclo perfeito.

    Enfim, boa sorte pro velho Joe lá embaixo. Merece demais essa volta por cima em casa. E quem sabe a gente não vê ele dando umas clínicas de arremesso na NBL? Tenho certeza que ainda tem muito basquete pra mostrar.

  • Joe Ingles volta pra casa: veterano assina com Melbourne United

    Joe Ingles volta pra casa: veterano assina com Melbourne United

    Olha, não sei vocês, mas eu sempre tenho um carinho especial pelos caras que fazem essa volta pra casa depois de uma carreira longa. E é exatamente isso que o Joe Ingles tá fazendo agora — o australiano de 37 anos acabou de assinar um contrato de duas temporadas com o Melbourne United, da liga australiana NBL.

    A volta às origens depois de quase 20 anos

    Cara, que história bonita. O Ingles começou a carreira profissional justamente em Melbourne, em 2006, jogando pelo South Dragons (que nem existe mais). E adivinhem? Já ganhou título por lá. Depois disso, foi literalmente dar uma volta no mundo — Espanha (Granada e Barcelona), Israel (Maccabi Tel Aviv) e finalmente chegou na NBA em 2014.

    Na minha opinião, poucos caras tiveram uma trajetória internacional tão rica quanto a dele. E agora, quase duas décadas depois, volta pra onde tudo começou. Isso é lindo, gente.

    A passagem pela NBA que ficou na memória

    Quem acompanha NBA sabe que o Ingles foi peça fundamental naqueles times do Utah Jazz que incomodaram todo mundo no Oeste. O cara era o típico veterano inteligente — não era o mais atlético, mas sabia ler o jogo como poucos. Arremesso de três certeiro, passes cirúrgicos e uma defesa sempre no lugar certo.

    Sinceramente, aquela lesão no joelho em 2022 foi uma pena. Depois disso, passou por Milwaukee, Orlando e Minnesota, mas nunca mais foi o mesmo jogador. Aos 37 anos, com tanta rodagem, faz todo sentido escolher voltar pra casa em vez de ficar se arrastando na NBA.

    “Melbourne sempre foi minha casa”

    O que mais me chamou atenção na declaração dele foi a parte emocional. “Voltar pra onde minha carreira profissional começou há quase 20 anos é algo que não considero garantido”, disse o Ingles. “Muito coisa aconteceu desde então, mas Melbourne sempre pareceu casa.”

    E aí, vocês acham que ele ainda tem lenha pra queimar? NBL é uma liga competitiva, mas obviamente não tem o nível físico da NBA. Pro Ingles, que sempre foi mais cerebral que atlético, pode ser o ambiente perfeito pra estender a carreira e ainda contribuir bastante.

    Uma coisa é certa: Melbourne United tá ganhando um cara com experiência de sobra e que conhece a casa como ninguém. Vai ser interessante acompanhar se ele consegue repetir aquele título de 2006, agora como veterano experiente. A temporada da NBL começa em setembro, então logo logo vamos ver o “Jingles” de volta às quadras australianas.

  • Cotton vai defender a Austrália — e criar um problemão na seleção

    Cotton vai defender a Austrália — e criar um problemão na seleção

    Olha só que situação interessante rolando na Austrália. Bryce Cotton, aquele armador americano que virou uma lenda no basquete australiano, finalmente vai vestir a camisa verde e dourada da seleção nas eliminatórias da Copa do Mundo.

    O cara se naturalizou australiano no ano passado depois de anos jogando por lá profissionalmente. E sinceramente? Faz todo sentido. Cotton tem sido um monstro absoluto na NBL australiana, onde joga pelo Perth Wildcats e já ganhou praticamente tudo que tinha pra ganhar.

    “Não levo isso de forma leviana”

    A declaração do Cotton foi bem emocionante, não vou mentir: “Representar a seleção masculina de basquete da Austrália pela primeira vez é algo que não levo de forma leviana. Vindo de onde eu venho, essa oportunidade significa muito para mim e minha família. A Austrália me abraçou desde o primeiro dia”.

    Cara, você consegue sentir a gratidão nas palavras dele. É bonito de ver um jogador que realmente abraçou um país e agora tem a chance de retribuir.

    Mas aí que vem o pepino…

    Aqui é onde a coisa fica complicada — e interessante. Pelas regras da FIBA, cada país só pode ter UM jogador naturalizado no elenco em competições grandes. E advinha? A Austrália tem dois: Cotton e Matisse Thybulle.

    Sim, aquele mesmo Thybulle que já jogou na NBA pelo Philadelphia 76ers e Portland Trail Blazers. Dois americanos naturalizados, mas só uma vaga disponível para Copa do Mundo e futuras Olimpíadas.

    Na minha visão, essa é uma daquelas decisões que não tem resposta certa. Cotton é um scorer nato, um cara que pode resolver jogos sozinho — já vi ele fazendo isso várias vezes na NBL. Thybulle tem experiência NBA e é um defensor espetacular, desses que conseguem mudar o rumo de uma partida só com roubadas de bola.

    E aí, pessoal, quem vocês escolheriam? O veterano da NBA com defensive skills ou o fenômeno da NBL que sabe como ninguém colocar a bola na cesta? Vai ser uma decisão difícil para o técnico australiano, isso eu garanto.

    Uma coisa é certa: seja qual for a escolha, a Austrália vai ter um baita reforço naturalizado. Cotton já provou seu valor no basquete australiano, e agora terá a chance de mostrar isso também vestindo verde e dourada.

  • Karim Lopez pode fazer história como 1º mexicano na 1ª rodada do Draft

    Karim Lopez pode fazer história como 1º mexicano na 1ª rodada do Draft

    Mano, que história absurda! Imagina só: um moleque de 5 anos em Hermosillo, no México, desenhando ele mesmo jogando na NBA. Parece clichê de filme, né? Mas é exatamente isso que aconteceu com Karim Lopez, que ontem declarou oficialmente pro Draft de 2026.

    E olha, não é só mais um sonho americano não. O cara pode fazer história como o PRIMEIRO mexicano nascido no país a ser escolhido na primeira rodada do Draft da NBA. Isso é gigante, pessoal!

    O gigante de 2,06m que ninguém esperava

    Lopez tem 2,06m de altura e uma envergadura que parece ter sido feita sob medida pra NBA moderna. Tá ranqueado em 11º no big board da ESPN — ou seja, não é promessa não, é realidade batendo na porta.

    O mais louco dessa história toda? O cara saiu do México aos 14 anos, foi pra Espanha jogar no Joventut Badalona (que time, hein!), e depois partiu pro pau na NBL australiana defendendo o New Zealand Breakers. Duas temporadas lá, enfrentando marmanjo todo dia.

    Os números da última temporada foram interessantes: 11,9 pontos e 6,1 rebotes com 49% de aproveitamento. Não são números de MVP, mas pra quem tá se preparando pra NBA, mostra consistência. E ainda estabeleceu recorde de pontos numa temporada pelo programa NBL Next Stars com 358 pontos.

    Ainda tem trabalho pela frente, mas o teto é alto

    Sinceramente? O garoto ainda precisa melhorar o arremesso e o trabalho de pés — típico de jogador alto em desenvolvimento. Mas cara, ele tem aquela dureza mental que só quem passou perrengue consegue ter. Voltou de uma lesão nas costas no verão passado e meteu 32 pontos em janeiro como se fosse recado: “Tô aqui, ó”.

    “Quero mostrar pros times da NBA quem eu sou. Tem coisas que as pessoas ainda não viram”, disse Lopez. E olha, eu acredito nele. Qualquer um que sobrevive dois anos na NBL australiana — que é pancada pura — tem estrutura pra aguentar os 82 jogos da temporada regular da NBA.

    Vocês acham que ele consegue mesmo quebrar essa barreira histórica? Porque se conseguir, vai ser muito mais que individual. Imagine quantos moleques no México vão se inspirar nisso!

    O Draft de 2026 vai ser em junho, e eu já tô ansioso pra ver se essa história de desenho de criança vira realidade na TV. Seria monstro demais ver Lopez vestindo a camisa de algum time da NBA como pioneiro mexicano na primeira rodada.