Tag: NCAA

  • Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cara, que história bonita essa do Cincinnati. O programa acabou de anunciar Jerrod Calhoun como novo técnico — e olha só que loucura: o cara é ex-aluno da própria universidade. Volta pra casa depois de 22 anos, agora como comandante do time que ele torcia quando era estudante.

    Calhoun estava fazendo um trabalho monstro no Utah State. Nos últimos dois anos, o time dele foi 55-15 e se classificou pro March Madness nas duas temporadas. Nada mal, né? A última participação acabou no domingo passado, com derrota pro Arizona por 78-66 na segunda rodada. Mesmo assim, temporada de 29-7 e títulos da temporada regular e do torneio da Mountain West.

    A trajetória até chegar aqui

    O que mais me impressiona na história do Calhoun é a paciência. O cara se formou em Cincinnati em 2004, foi assistente estudantil do Bob Huggins por um ano. Depois seguiu Huggins pra West Virginia, onde ficou como assistente de 2007 a 2012. Aí foi construindo nome devagar: técnico principal do Fairmont State (Divisão II) de 2012 a 2017, onde fez 124-38 e chegou na final nacional em 2017. Detalhe curioso: um dos assistentes dele por três anos foi Joe Mazzulla — sim, o atual técnico do Boston Celtics.

    No Youngstown State, de 2017 a 2024, teve campanha de 118-106. Números modestos, mas sempre evoluindo. Até que chegou a chance no Utah State e mostrou que estava pronto pro próximo nível.

    O desafio que espera em Cincinnati

    Agora a bronca: Cincinnati não vai pro March Madness há SETE anos. Sete! É a maior seca do programa em mais de três décadas. Pra quem já teve dois títulos nacionais e foi potência nos anos 90 e 2000 com Huggins, isso dói.

    Wes Miller foi demitido no início do mês depois de cinco temporadas com 100-74. Desde que entraram na Big 12 em 2024-25, os Bearcats têm 37-31 no geral e apenas 16-22 na conferência. Ou seja, Calhoun herda um programa histórico, mas que precisa de uma reconstrução séria.

    Vocês acham que a conexão emocional com a universidade vai ajudar o Calhoun a reconectar os fãs com o programa? Sinceramente, eu acho que sim. Às vezes é isso que um programa precisa — alguém que entende o DNA do lugar e tem aquela fome de provar que pode fazer a diferença exatamente onde tudo começou pra ele.

  • Kentucky feminino quebra jejum e vai pro Sweet 16 após jogo épico

    Kentucky feminino quebra jejum e vai pro Sweet 16 após jogo épico

    Cara, que jogaço! Kentucky acabou de quebrar um jejum de 10 anos sem ir pro Sweet 16 do basquete feminino universitário, e foi do jeito mais emocionante possível: vencendo West Virginia por 74 a 73, literalmente no sufoco.

    Teonni Key foi simplesmente monstruosa — 19 pontos e 10 rebotes. Mas quem realmente decidiu foi Clara Strack, que fez um double-double absurdo: 18 pontos e 15 rebotes. A garota é All-American por algum motivo, né?

    O drama todo

    Kentucky chegou a abrir 14 pontos de vantagem no terceiro quarto (62-48), e eu já tava pensando “matou a parada”. Ledo engano. West Virginia veio com tudo no último período, principalmente com Sydney Shaw metendo 11 dos seus 23 pontos nos 10 minutos finais.

    O negócio ficou tenso mesmo quando Jordan Harrison acertou dois lances livres faltando 1:20, deixando West Virginia a apenas um ponto (72-71). Meu coração não aguenta essas coisas.

    E o final? Gia Cooke teve a bola na mão com 8 segundos restantes, fez uma jogada bonita pela esquerda e… perdeu um arremesso de 12 pés que quase entrou. “Nove de cada dez vezes essa bola entra”, disse Shaw depois. Foi aquela uma em dez que não rolou.

    Kentucky mostra personalidade

    O mais impressionante foi como Kentucky segurou a pressão. Jogando fora de casa, com quase 13 mil torcedores contra, e ainda conseguiu controlar o jogo nos momentos decisivos. Kenny Brooks, técnico dos Wildcats, tem apenas dois anos no cargo e já levou o time ao Sweet 16. Cara sabe o que tá fazendo.

    “Basketball é um jogo de sequências, especialmente em março”, disse Key depois da partida. E ela tem razão — esse tipo de experiência em jogos apertados faz toda diferença.

    Kentucky dominou completamente no rebote (39-23), o que foi fundamental pra vitória. Strack foi um problema sério no garrafão que West Virginia não conseguiu resolver.

    Agora é Texas

    O prêmio por essa vitória épica? Um encontro com Texas no sábado, em Fort Worth. E olha, vai ser complicado — Kentucky já perdeu duas vezes pro Longhorns nesta temporada.

    Mas depois de uma vitória dessas, quem sabe não rola a surpresa? West Virginia estava invicto há sete jogos e mesmo assim Kentucky encontrou um jeito de vencer.

    Sinceramente, fazia tempo que eu não via um jogo de basquete feminino universitário tão emocionante quanto esse. E vocês, acham que Kentucky tem chances reais contra Texas, ou foi só uma noite mágica mesmo?

  • Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Gente, que show foi esse da Azzi Fudd ontem à noite! A menina simplesmente resolveu colocar fogo no parquete do Gampel Pavilion e meteu 34 pontos na despedida de casa — igualando o seu melhor jogo da carreira. Oito cestas de três pontos. Oito!

    O resultado? UConn 98 x 45 Syracuse, e as Huskies garantiram mais uma vaga no Sweet 16. Detalhe: é a 32ª vez consecutiva que elas chegam nessa fase. Trinta e duas vezes seguidas, pessoal. É de outro planeta mesmo.

    Primeiro tempo histórico

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete feminino, mas o que a Fudd fez no primeiro tempo foi absurdo. Vinte e seis pontos e seis bolas de três em apenas 20 minutos de jogo. O técnico Geno Auriemma — que já ganhou tudo nessa vida — disse que foram “os melhores 20 minutos de basquete que eu vi em muito, muito tempo”.

    E não é pra menos. A garota estava simplesmente inspirada. “Minhas companheiras estavam me encontrando, fazendo bloqueios perfeitos. Eu nem estava pensando. Estava livre — então arremessa”, disse ela depois do jogo.

    Syracuse tentou, mas não teve jeito. O time visitante ficou mais de 10 minutos sem acertar um arremesso de quadra no primeiro tempo. Dez minutos! UConn fez uma sequência de 31-0 que praticamente acabou com o jogo — 53 a 8 no placar.

    Quase batendo recordes

    A pergunta que todo mundo estava fazendo era se a Fudd ia quebrar o recorde de pontos em jogos do torneio NCAA que pertence à ex-companheira de time dela, Paige Bueckers (40 pontos em 2025). No final, ela ficou com 34 — que coincidentemente foi exatamente a mesma marca que a Bueckers fez no último jogo dela em casa.

    As oito cestas de três ficaram a uma unidade do recorde do torneio, que está nas mãos de três jogadoras diferentes. Cara, imagina se ela acerta mais uma? Seria perfeito demais.

    Sarah Strong contribuiu com 18 pontos e nove rebotes, e Blanca Quinonez saiu do banco para fazer outros 18. É essa profundidade de elenco que torna UConn tão difícil de parar — quando uma não está funcionando, sempre tem outra pronta pra resolver.

    Despedida emocionante

    Depois de cinco anos defendendo a camisa das Huskies, Fudd fez questão de curtir cada segundo da despedida. Posou para fotos com a torcida estudantil, absorveu todo o carinho da galera. “Gampel foi minha casa nos últimos cinco anos. Algumas pessoas dizem que nenhum lugar se compara, e realmente não se compara — o ambiente, a multidão, os fãs, tudo sobre este lugar é incrível”.

    Sinceramente? Que forma linda de se despedir de casa. Com uma atuação dessas, ela vai ser lembrada pra sempre pelos torcedores de UConn.

    Agora é Sweet 16 contra North Carolina — curiosamente, só a segunda vez na história que esses times se enfrentam no torneio NCAA. A última foi em 1994, quando as Tar Heels levaram a melhor e foram campeãs nacionais. Será que UConn consegue manter essa sequência absurda de 52 jogos seguidos invictas? Eu não apostaria contra elas, não.

  • Mikayla Blakes quase faz triple-double histórico e leva Vanderbilt ao Sweet 16

    Mikayla Blakes quase faz triple-double histórico e leva Vanderbilt ao Sweet 16

    Cara, que jogão da Mikayla Blakes! A garota simplesmente destruiu Illinois ontem à noite e levou Vanderbilt para o Sweet 16 pela primeira vez desde 2009. E olha que ela quase fez história individual também — ficou a uma assistência do primeiro triple-double da carreira.

    25 pontos, 10 rebotes e 9 assistências. Monstro demais! Ainda catou 4 roubadas de bola. A menina tava jogando videogame na vida real, não é possível. E o mais legal? Quando ela saiu de quadra faltando 2 minutos e 12 segundos, todo mundo no ginásio sabia que tinha presenciado algo especial.

    Vanderbilt imparável em casa

    Sabe o que mais me impressiona nessa temporada de Vanderbilt? O time não perdeu NENHUM jogo em casa. Zero. Nada. 18 jogos, 18 vitórias no Memorial Gym. Isso é o que eu chamo de fazer a casa valer!

    E não é só essa temporada não. Vanderbilt agora tem um aproveitamento absurdo de 16-2 em jogos do March Madness jogando em casa. Sinceramente, quem vai enfrentar esse time em Nashville tem que ir preparado para uma guerra, porque a torcida e o ambiente fazem toda a diferença.

    Illinois até tentou, mas foi atropelado no primeiro quarto. Os Fighting Illini erraram 11 arremessos consecutivos — 13 dos últimos 15 do período. Quando você erra assim contra um time que tá voando, não tem jeito.

    Rumo aos 30 vitórias históricas

    Com 29 vitórias na temporada, Vanderbilt tá a uma vitória de igualar as temporadas de 30 triunfos de 1993 (que chegaram no Final Four) e 2001-02. Ou seja, estamos falando de fazer história no programa.

    Agora o desafio é Notre Dame no Sweet 16, na sexta-feira. Os Fighting Irish passaram por Ohio State mais cedo e chegam como cabeça de chave 6. Vai ser um jogaço em Fort Worth.

    E vocês viram que Blakes é a líder nacional em pontuação com média de 27.1 por jogo? A garota já quebrou o recorde de pontos em uma temporada de Vanderbilt na primeira rodada do torneio. AP All-American, jogadora do ano da SEC… ela tá colecionando prêmios como quem coleciona cartas de Pokémon.

    O engraçado é que ela começou o jogo errando os três primeiros arremessos. Mas ao invés de forçar, ficou ajudando as companheiras até encontrar o ritmo. Justine Pissott aproveitou e meteu 18 pontos com quatro bolas de três. Aubrey Galvan contribuiu com 12.

    Illinois, que veio pro torneio como o time mais jovem da competição (tiveram que substituir quatro titulares), lutou mas não conseguiu acompanhar o ritmo. Berry Wallace fez 18, Cearah Parchment e Jasmine Bown-Hagger adicionaram 12 cada, mas não foi suficiente.

    Agora é torcer para Vanderbilt continuar essa jornada mágica. Quem sabe não pintam no Final Four depois de tanto tempo?

  • Troca de técnicos esquenta o basquete americano: Bennett sai e leva ASU

    Troca de técnicos esquenta o basquete americano: Bennett sai e leva ASU

    E quando você pensa que a temporada já acabou, vem essas movimentações pra mexer com o coração da gente. Randy Bennett, que comandava o Saint Mary’s há anos (e muito bem, diga-se de passagem), acaba de assinar com o Arizona State. Cinco anos de contrato. Sim, CINCO.

    Olha, na minha visão isso é uma jogada de mestre do ASU. O Bennett não é qualquer um, não — o cara transformou o Saint Mary’s numa máquina de fazer jogadores e surpreender gigantes no March Madness. Quantas vezes não vimos os Gaels botando medo em times muito mais badalados?

    Mickey McConnell assume o legado

    Agora, no Saint Mary’s, quem assume é Mickey McConnell. E olha que história interessante: o cara JOGOU para o Bennett entre 2007 e 2011. Imagina só essa conversa quando se encontraram pela última vez como técnico e jogador, e agora o McConnell vai estar na mesma cadeira que o antigo treinador ocupava.

    McConnell já estava na comissão técnica desde 2019, então não é como se fosse um total desconhecido. Mas a pergunta que não quer calar é: será que ele consegue manter o mesmo nível que o Bennett construiu ao longo dos anos?

    Arizona State pensa grande

    Pra falar a verdade, achei surpreendente o ASU conseguir fisgar o Bennett. O cara estava super bem estabelecido no Saint Mary’s, tinha construído uma cultura sólida lá. Mas cinco anos de contrato não é brincadeira — mostra que o Arizona State tá pensando em um projeto a longo prazo.

    E vocês, o que acham? Bennett vai conseguir levar essa mesma receita de sucesso para o deserto do Arizona, ou vai ser um daqueles casos onde o que funciona em um lugar não necessariamente cola em outro?

    Uma coisa é certa: o basquete universitário americano nunca para de nos surpreender. Mal acabou uma temporada e as peças já estão se movimentando para a próxima. Vamos ficar de olho pra ver como essas duas contratações vão render.

  • Gerry McNamara volta pra casa: Syracuse acerta com ídolo do título 2003

    Gerry McNamara volta pra casa: Syracuse acerta com ídolo do título 2003

    Cara, que história linda é essa? Gerry McNamara tá voltando pra casa. O Syracuse acabou de acertar com o cara que foi FUNDAMENTAL no título de 2003 da universidade. Depois de quase fazer uma das maiores zebras da história do March Madness com o Siena, o cara tá de volta ao lugar onde virou lenda.

    O quase milagre que chamou atenção de todo mundo

    Vocês viram o que aconteceu quinta-feira passada? O McNamara quase — QUASE — fez o Siena derrubar o Duke, cabeça de chave número 1 geral do torneio. Os Saints foram o primeiro 16º colocado na história a abrir vantagem de dois dígitos no primeiro tempo contra um 1º colocado. Absurdo!

    Foi essa performance que fez o Syracuse olhar pro cara e pensar: “É ele mesmo que a gente precisa.” Bryan Blair, diretor atlético do programa, passou a semana toda conversando com o McNamara, tanto virtualmente quanto pessoalmente. E olha só que interessante — a universidade se comprometeu com investimentos em NIL (Name, Image, Likeness) que devem ficar no top 3 da conferência ACC. Ou seja, tão levando a sério mesmo.

    A lenda que nunca saiu de lá

    Pra quem não conhece a história toda, deixa eu contar: Gerry McNamara é simplesmente UM DOS MAIORES da história do Syracuse. O cara ajudou a levar o time ao título nacional de 2003, teve a camisa 3 aposentada em 2023 e até hoje detém os recordes do programa em arremessos de 3 convertidos e minutos jogados. Três vezes no time ideal da Big East, jogou TODOS os 135 jogos da carreira universitária.

    Depois de uma passagem rápida como profissional, ele voltou pro Syracuse em 2009 como assistente graduado. Em 2011, virou assistente técnico do lendário Jim Boeheim. Quando o Adrian Autry assumiu em 2023 (substituindo Boeheim), McNamara foi promovido a técnico associado antes de aceitar o desafio no Siena em 2024.

    E no Siena? Fez um trabalho sólido: 37 vitórias e 30 derrotas em duas temporadas. Nada espetacular, mas construiu algo ali.

    Hora da reconstrução

    McNamara chega pra substituir justamente o Autry, que foi demitido no começo do mês. E olha, não foi à toa — 49 vitórias e 48 derrotas em três temporadas, sem uma classificação sequer pro March Madness. Esta temporada? 15-17, segunda temporada perdedora consecutiva. Pra vocês terem noção, desde 1968-69 o Syracuse não tinha duas temporadas seguidas com mais derrotas que vitórias.

    Na minha opinião, essa contratação faz todo sentido. O cara conhece a casa, tem o DNA Orange correndo nas veias e mostrou no torneio que sabe motivar um time a jogar acima das expectativas. E aí, vocês acham que ele consegue trazer o Syracuse de volta aos tempos dourados? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa volta por cima.

  • UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    Olha, pessoal, segunda-feira vai ter jogaço no March Madness feminino, e eu sinceramente não sei se posso chamar de “jogo” o que vai rolar no Pauley Pavilion. UCLA (#1) recebe Oklahoma State (#8) no Round of 32, e as odds estão tão desequilibradas que até eu fiquei com dó das Cowgirls.

    UCLA -26.5 pontos de vantagem. VINTE E SEIS E MEIO. Cara, isso não é linha de aposta, é quase um pedido de desculpas antecipado para quem vai assistir esperando emoção.

    As Bruins estão voando

    E não é à toa essa confiança toda da casa. As Bruins têm um recorde absurdo de 32-1 na temporada — uma derrota apenas! Lauren Betts, a gigante de 2,01m no garrafão, está fazendo uma temporada monstro com 16.4 pontos e 8.6 rebotes por jogo. A menina acerta 63.8% dos arremessos, gente. É quase matemático: ela pega a bola perto da cesta, ela converte.

    Na primeira rodada, elas literalmente passaram o rodo no California Baptist: 96 a 43. Cinquenta e três pontos de diferença! E o mais louco? Foi com as irmãs Betts — Lauren e Sienna — fazendo double-double juntas. Família talentosa, ein.

    Kiki Rice na armação também está voando, distribuindo 4.5 assistências por jogo e mantendo a ofensa das Bruins funcionando como um relógio suíço. UCLA lidera o país em assistências (22.3 por jogo), o que mostra como esse time joga junto.

    Oklahoma State: a esperança vem do perímetro

    Agora, se você torce pelas Cowgirls, a esperança existe — mas é bem específica. Elas fazem mais de 81 pontos por jogo (14º lugar nacional) e acertam 35% das bolas de três. Se pegarem fogo do perímetro logo cedo, podem pelo menos tornar o primeiro tempo interessante.

    Micah Gray comanda o ataque de três armadores que Oklahoma State gosta de usar. É um estilo bem diferente: enquanto UCLA domina no garrafão, as Cowgirls vivem da velocidade e do arremesso de longa distância.

    Mas olha, sendo bem realista aqui: como você para Lauren Betts por 40 minutos? A menina é uma parede no garrafão, ainda bloqueia quase 2 arremessos por jogo. E quando Oklahoma State errar umas três seguidas (porque vai errar), UCLA vai sair correndo e pode abrir 20 pontos num piscar de olhos.

    Minha previsão? Massacre controlado

    Vocês acham que as Cowgirls conseguem cobrir essa linha de 26.5 pontos? Eu tenho minhas dúvidas, mas March Madness é isso aí — sempre pode ter surpresa.

    Minha expectativa é que Oklahoma State segure uns 15-20 minutos, talvez até fique próximo no primeiro tempo se estiver acertando de três. Mas no segundo tempo, a superioridade física e técnica de UCLA vai falar mais alto.

    Previsão final: UCLA 88 x 62 Oklahoma State. As Bruins seguem firmes rumo ao Sweet 16 (seria o quarto consecutivo), e as Cowgirls voltam pra casa sabendo que deram o melhor que tinham.

    O jogo vai passar na ESPN às 22h (horário de Brasília) de segunda. Para quem curte basquete feminino de alto nível, vale a pena conferir — mesmo que seja só para ver Lauren Betts fazendo escola no garrafão.

  • Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Mano, que final absurdo! Alvaro Folgueiras, um garoto espanhol de 22 anos, simplesmente decidiu quebrar o jogo contra o atual campeão nacional da NCAA. Com 4.5 segundos no relógio, ele recebeu de Bennett Stirtz e mandou uma bomba de três que derrubou o Florida por 73-72. Iowa no Sweet 16 pela primeira vez desde 1999!

    Olha só que história incrível: antes da jogada final, Folgueiras chegou no Stirtz e falou “Eu vou estar pronto e vou fazer essa bola”. E fez mesmo, o maluco! O técnico Ben McCollum resumiu perfeitamente: “confiança irracional”.

    A história que emociona

    Mas o que mais me pegou foi saber da história do Alvaro. Cara saiu de Málaga aos 16 anos, sem falar inglês, só com o sonho de jogar basquete nos EUA. O pai morreu quando ele tinha apenas 9 anos, e a mãe Beatriz trabalhava até 14 horas por dia pra sustentar os filhos.

    E adivinha só — a mãe dele estava na quadra domingo, vendo o filho jogar presencialmente pela primeira vez em dois anos. Depois da buzina final, o Folgueiras correu direto pros braços dela. Emociona até quem tá só assistindo pela TV.

    “Ela mandou um garoto de 16 anos pra América sem saber inglês, sem nada além de sonhos e fome de vencer”, disse Folgueiras depois do jogo. “Essa é pra ela e pro meu pai. Ele tá assistindo lá de cima.”

    Zebra histórica no March Madness

    Gente, vocês têm noção do tamanho dessa zebra? Iowa era cabeça 9, Florida era o número 1 geral e atual campeão. Desde 1979, quando começaram as chaves por ranking, Iowa só tinha batido um cabeça 1 uma vez antes disso.

    E sabe quando foi a última vez que alguém fez uma cesta decisiva nos últimos 5 segundos contra um número 1? Kris Jenkins pela Villanova contra North Carolina na final de 2016. Ou seja, estamos falando de algo histórico mesmo.

    Folgueiras terminou com 14 pontos e 5 rebotes saindo do banco (que jogador do sexto homem!), enquanto Stirtz contribuiu com 13 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. Iowa dominou o garrafão contra um Florida que tinha goleado por 59 pontos na primeira rodada.

    “Acho que ninguém acreditava na gente fora do nosso vestiário”, disse Stirtz. E olha, depois dessa eu também tô acreditando nesse time de Iowa. Vocês acham que eles conseguem ir ainda mais longe no torneio?

  • Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Olha, Charlotte não tá brincando em serviço. A universidade acabou de contratar Wes Miller como novo técnico do basquete masculino por cinco anos, e sinceramente? Essa contratação me deixou curioso pra ver no que vai dar.

    Miller vem direto de Cincinnati, onde passou os últimos cinco anos mas acabou sendo mandado embora no início do mês. E por quê? Simples: nunca conseguiu levar os Bearcats pro March Madness. Cara, cinco temporadas e zero classificações pro torneio mais importante do basquete universitário americano. Isso dói.

    O cara sabe jogar, mas…

    Não vou mentir — o currículo do Miller não é ruim não. Em Cincinnati ele ganhou 20 ou mais jogos em duas temporadas e este ano fechou 9-9 na Big 12 (que é uma conferência pesada, galera). Mas convenhamos: no basquete universitário americano, se você não vai pro March Madness, é como se a temporada não tivesse existido.

    “Wes Miller é um líder comprovado com profundo conhecimento do jogo”, disse o diretor atlético Kevin White. Tá, beleza, mas será que ele vai conseguir quebrar essa maldição de não chegar no torneio?

    UNC Greensboro foi seu grande momento

    Antes de Cincinnati, Miller foi um monstro em UNC Greensboro. Dez anos lá, 185 vitórias contra 135 derrotas. Nos últimos cinco anos foi ainda melhor: 125-43. Três títulos da Southern Conference e duas idas pro March Madness.

    Cara jogou em North Carolina sob o comando de Roy Williams e foi campeão nacional em 2005 — ou seja, sabe o que é ganhar no mais alto nível. E tem conexão forte com a região, que é importante pra recrutar.

    “Charlotte está em ascensão”, disse Miller na apresentação. “Vamos colocar tudo que temos no desenvolvimento dos nossos atletas.” Bonito de falar, né? Agora é ver se funciona na prática.

    E agora, será que cola?

    Miller substitui Aaron Fearne, que foi demitido semana passada depois de três temporadas bem complicadas. Fearne até começou bem (19-12 no primeiro ano), mas depois foi só ladeira abaixo.

    Na minha visão, essa contratação é uma aposta interessante. Miller provou que consegue ganhar no nível mid-major, tem experiência em conferências fortes e conhece a região. Mas aquela marca de não conseguir classificar pra March Madness em Cincinnati me deixa com uma pulga atrás da orelha.

    E vocês, acham que Miller vai conseguir colocar Charlotte no mapa do basquete universitário? Cinco anos é tempo suficiente pra mostrar serviço, isso é fato.

  • Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Cara, nunca pensei que estaria escrevendo isso sobre Bill Self. O técnico do Kansas, aos 63 anos, deixou no ar uma possível aposentadoria após a eliminação dolorosa para St. John’s por 67-65 na segunda rodada do March Madness.

    E olha, não é por birra ou frustração com o time. Self foi bem claro: é uma questão de saúde. “Preciso ser capaz de fazer isso me sentindo bem e saudável para fazer um trabalho decente”, disse o veterano técnico. Sinceramente, isso me pegou desprevenido.

    A saúde em primeiro lugar

    Quem acompanha o basquete universitário sabe que Self vem lidando com problemas de saúde nos últimos anos. O cara foi hospitalizado em janeiro — isso não é brincadeira. Aos 63, depois de décadas na beira da quadra, o corpo cobra mesmo.

    “Vou voltar pra casa, conversar com a família e ver o que está acontecendo”, explicou Self. É uma decisão difícil pra qualquer técnico, ainda mais pra alguém que ama tanto o que faz. Mas saúde não se brinca, né?

    Kansas patinando no torneio

    Vamos ser honestos aqui — Kansas não vem fazendo bonito no March Madness. Quatro anos consecutivos sem passar da segunda rodada. Para um programa tradicionalmente forte como esse, é frustrante demais.

    O próprio Self admitiu a inconsistência: “Os últimos dois anos não foram… bem, incluindo este ano… tem sido inconsistente e não tão bom. Obviamente é decepcionante.” É difícil ouvir isso de um cara que já conquistou tanto no basquete universitário.

    O mais louco é que em uma dessas temporadas eles eram cabeça de chave número 1, mas Self teve que se afastar por problemas de saúde e não terminou a temporada. Imagina a frustração!

    E aí, vocês acham que Self vai mesmo pendurar as chuteiras? Seria o fim de uma era no basquete universitário americano. O Kansas sem Bill Self seria estranho demais de imaginar.