Tag: NCAA

  • Lauren Betts faz 35 pontos no último jogo em casa e emociona

    Lauren Betts faz 35 pontos no último jogo em casa e emociona

    Cara, que noitaça da Lauren Betts! A pivô da UCLA simplesmente decidiu que não ia sair de casa perdendo, marcou 35 pontos (recorde pessoal) e ainda deixou todo mundo emocionado no Pauley Pavilion. Quinze de 19 nos arremessos — isso é quase 80% de aproveitamento, gente!

    O que mais me impressionou não foram só os números absurdos dela. Foram as palavras depois do jogo. “Essa comunidade me recebeu de braços abertos desde que transferi pra cá”, disse ela, claramente emocionada. “Os fãs me apoiaram em toda minha jornada. Nos meus desafios mentais, no basquete e em tudo… Ver todas aquelas pessoas acenando pra gente no final foi muito especial.”

    Olha, não vou mentir: me arrepiei aqui. Você vê que não é só sobre basquete, né? É sobre pertencimento, sobre encontrar seu lugar no mundo.

    Dominância total das Bruins

    O jogo em si foi uma aula de como se despedir em grande estilo. UCLA (33-1 na temporada — esse recorde é de outro planeta) abriu 9 a 0 e nunca mais largou o osso. Chegaram a ter 25 pontos de vantagem no primeiro tempo contra Oklahoma State.

    Lauren foi simplesmente monstruosa: 35 pontos, 9 rebotes, 5 assistências. E o mais bonito? Quando fez os 35 pontos com uma bandeja a 1:02 do fim, saiu de quadra ovacionada de pé. Que momento, hein?

    “É muito legal, não posso negar. É realmente muito legal”, ela disse sobre o recorde. “Mas sinto que os pontos não significam nada pra mim. Eu só quero ganhar jogos com esse time.”

    Família UCLA

    E teve um momento que me pegou de jeito: a irmã dela, Sienna Betts (que também joga na UCLA como caloura), falando sobre ver a irmã mais velha se despedir assim. “Estou muito feliz que ela conseguiu se despedir com chave de ouro no último jogo em casa. E feliz por todas as veteranas também.”

    Mano, imagina jogar no mesmo time que sua irmã na faculdade? E ainda por cima ver ela fazer o melhor jogo da carreira na despedida de casa? Cinema puro.

    Até a técnica adversária, Jacie Hoyt de Oklahoma State, teve que reconhecer: “Eles têm um time que acredito ser capaz de ganhar tudo.”

    E agora é Sweet 16 contra Minnesota na sexta, em Sacramento. Sinceramente? Do jeito que essa UCLA tá jogando, e com a Lauren Betts nesse nível absurdo, eu não duvido de nada. Vocês acham que elas conseguem chegar até a final?

  • Azzi Fudd meteu 34 pontos e pode ter fechado sua vaga como #1 do draft

    Azzi Fudd meteu 34 pontos e pode ter fechado sua vaga como #1 do draft

    Olha, eu não sei vocês, mas depois de ver Azzi Fudd destruir Syracuse com 34 pontos no último jogo em casa pela UConn, tô convencido: essa mina vai ser a primeira escolha do draft da WNBA de 2026.

    E cara, que jogaço foi esse! UConn atropelou Syracuse por 98 a 45 — sim, mais de 50 pontos de diferença — mas o show mesmo foi da Azzi. A garota empatou sua marca pessoal de pontos e ainda estabeleceu novo recorde pessoal com 8 cestas de três. OITO! Do jeito que ela tava arremessando, parecia que tava jogando NBA 2K no fácil.

    O show de três pontos que mudou tudo

    Sinceramente, eu sempre soube que a Azzi era monstro no arremesso — ela terminou a temporada acertando 45,4% das tentativas de três, o que é absurdo. Mas o que mais me impressionou foram as 5 assistências que ela distribuiu no jogo. Porque vamos combinar: a maior crítica que faziam dela era exatamente essa, que não armava tanto quanto deveria pra ser a #1.

    Pois é. Ela respondeu da melhor forma: na quadra. A média de 3,0 assistências por jogo nessa temporada foi recorde pessoal dela, e mostrar isso no jogo mais importante? Timing perfeito.

    Dallas Wings de olho na reunião

    E aqui vem a parte interessante: o Dallas Wings tem a primeira escolha do draft pelo segundo ano consecutivo. E adivinha quem já tá lá? Paige Bueckers, ex-companheira de equipe da Azzi em UConn. Coincidência? Eu acho que não.

    A química entre as duas sempre foi incrível, e imagina esse duo na WNBA? Seria um negócio de louco. Claro que tem outras candidatas fortes como Olivia Miles do TCU e Lauren Betts da UCLA, mas depois dessa performance…

    “Essa noite foi muito especial”, disse Azzi na transmissão da ESPN. “Não foi sobre mim, foi sobre esse time. Jogamos muito bem em equipe hoje.” Humilde até o fim, mas todo mundo sabe que foi ela quem carregou o piano nas costas.

    E aí, vocês acham que ela realmente fechou a primeira posição? Ou ainda tem espaço pra surpresa no draft?

  • G-Mac voltou pra casa: Syracuse aposta no passado glorioso

    G-Mac voltou pra casa: Syracuse aposta no passado glorioso

    Olha, quando eu vi essa notícia hoje de manhã quase derrubei o café. Gerry McNamara, o lendário G-Mac, voltou pra Syracuse como técnico principal! Cara, que jogada nostálgica da universidade.

    Para quem não lembra ou é mais novo no pedaço: McNamara foi aquele armador monstro que, ao lado do Carmelo Anthony, levou Syracuse ao título nacional em 2003. Eu tinha uns 15 anos na época e lembro de assistir aquela final contra Kansas até hoje. O cara simplesmente não errava de três — era absurdo.

    A volta do filho pródigo

    Agora, aos 42 anos, G-Mac assume o lugar de Adrian Autry, que foi demitido após três temporadas decepcionantes. E olha, não dá pra negar que Syracuse precisava de uma mudança urgente. O programa que já foi potência nacional estava patinando feio: 49 vitórias e 48 derrotas em três anos, cinco temporadas sem March Madness. Pra um time que costumava ser presença garantida no torneio, isso é de partir o coração.

    McNamara vem direto do Siena, onde fez um trabalho interessante nas últimas duas temporadas. Levou os Saints de volta ao NCAA Tournament depois de 14 anos — e quase derrubou Duke na primeira fase! Perdeu por apenas seis pontos (71-65) pro time que tinha muito mais tradição e investimento.

    Mais que nostalgia

    Sinceramente, acho que essa contratação vai além da nostalgia. McNamara conhece Syracuse como poucos — jogou lá, foi assistente por 14 anos sob o Jim Boeheim e mais uma temporada com Autry. O cara respirou basquete Orange a vida toda.

    E tem uma parada interessante rolando: Syracuse trocou de diretor atlético também. Bryan Blair assumiu o cargo e, pelos comentários por aí, a ideia é investir mais pesado no recrutamento de jogadores. Era algo que o programa estava precisando desesperadamente — não dá pra competir com Duke, North Carolina e companhia sem investimento.

    O fato do próprio Boeheim ainda estar por lá como assistente especial também ajuda. Imagina a sabedoria que esse cara pode passar pro G-Mac? São quase cinco décadas de experiência no programa.

    Vocês acham que McNamara consegue trazer Syracuse de volta ao topo? Eu tô otimista, não vou mentir. O cara tem DNA Orange correndo nas veias e já provou que sabe desenvolver um programa. Agora é ver se a torcida vai ter paciência — porque reconstruir não acontece do dia pra noite.

  • March Madness 2026: Refazendo as apostas após o tombo de Florida

    March Madness 2026: Refazendo as apostas após o tombo de Florida

    Cara, o March Madness não perdoa mesmo. A gente tava lá, todo mundo com Florida como favorito pra repetir o título, e do nada o Iowa aparece e mete uma enterrada na nossa cara. Literalmente destruiu os brackets de meio mundo.

    Eu confesso que também acreditava nos Gators. Time defendendo o título, cabeça de chave número 1… parecia moleza. Mas esporte é isso aí — uma hora você tá voando, na outra você toma um drible desconcertante e fica vendo a bola entrar de longe.

    A realidade bateu forte

    E agora? Bom, fazer o que né. Hora de repensar tudo e apostar nas novas cartas que restaram na mesa. Os especialistas da USA TODAY já refizeram as contas, e olha só que divisão de opiniões interessante:

    Michigan aparece como consenso absoluto no Midwest — todo mundo apostando neles. Faz sentido, o time tá jogando um basquete bonito de assistir. Mas eu fico pensando… não é meio arriscado apostar todas as fichas em um time só? Às vezes o azarão surge do nada.

    Já no Oeste, Arizona domina as previsões. Quatro dos seis especialistas apostam nos Wildcats. Houston também aparece forte no Sul — três apostas. É interessante ver como certas equipes criam essa unanimidade, sabe?

    As surpresas que podem rolar

    O que mais me chama atenção é a aposta em St. John’s no Leste. Paul Myerberg foi corajoso demais nessa. Enquanto todo mundo fica entre Duke, Michigan State e UConn, o cara vai lá e aposta na zebra. Ou ele é um visionário ou vai sofrer muito assistindo os jogos.

    Sinceramente? Acho que esse March Madness 2026 tá sendo um dos mais imprevisíveis dos últimos anos. A queda de Florida já provou que favorito não existe nessa competição. E vocês, o que acham? Quem vocês botam fé pra chegar no Final Four?

    Uma coisa eu tenho certeza: o Sweet 16 vai ser absurdo. Com tantas apostas diferentes dos especialistas, pelo menos alguns vão tomar porrada. E nós, como sempre, vamos estar aqui pipocando assistindo cada jogada.

  • Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Olha, março não é só sobre a loucura da March Madness não. Enquanto a galera tá de olho nos playoffs universitários, tem coisa séria rolando nos bastidores — o famoso carrossel de técnicos do basquete universitário americano.

    É aquela época do ano em que os programas apostam suas fichas em alguém que pode ser o próximo Phil Jackson ou… bem, mais um que vai durar três anos e sair pela porta dos fundos. E cara, é cada aposta!

    As fichas estão na mesa

    Vou ser sincero: prever se uma contratação vai dar certo é praticamente como jogar na mega-sena. Nos últimos 10 anos a gente viu contratações que eram “óbvias” como Archie Miller em Indiana e Chris Mack em Louisville virarem desastre total. E aí do nada aparece um Tommy Lloyd no Arizona — cara que nunca tinha sido técnico principal — e chega nas finais regionais no primeiro ano.

    É por isso que eu sempre falo: nesse negócio de basquete universitário, quem garante alguma coisa?

    Jerrod Calhoun em Cincinnati: nota A-

    Essa aqui eu curti demais. Cincinnati tá há anos patinando desde que o Mick Cronin vazou para UCLA em 2019, e finalmente parece que acertaram na contratação.

    O cara tem tudo que você quer num técnico: conhece a região (é de Ohio), se formou em Cincinnati, trabalhou com Bob Huggins nos tempos áureos do programa. Mas o principal — o cara sabe ganhar jogo.

    Na Division II ele fez 124-38 em cinco temporadas e chegou numa final nacional. Em Youngstown State, que é osso duro de roer, conseguiu ficar com saldo positivo (118-106). E no Utah State? 55-15 em duas temporadas com duas classificações para o torneio.

    Claro que Big 12 é outra pegada completamente — é uma das conferências mais insanas do país. Mas no papel, faz todo sentido. Cincinnati precisa de alguém que entenda a pressão e saiba o que é vestir essa camisa.

    Randy Bennett vai para Arizona State: mais uma nota A-

    Arizona State é um caso à parte. Imagina: universidade gigante, cidade massa (Phoenix), estrutura boa… e mesmo assim o time não consegue passar de um seed 10 desde 2009, quando James Harden ainda jogava lá. Absurdo, né?

    Bennett pode ser a solução. O cara pegou Saint Mary’s — que antes dele tinha ido apenas três vezes para o torneio na história — e levou 12 vezes em 22 temporadas. O estilo dele é aquele basquete raiz, físico, que frustra todo mundo.

    E aí, vocês acham que essas contratações vão colar? Eu tô apostando que pelo menos uma das duas vai surpreender todo mundo — mas sabem como é, né? No basquete universitário, a única certeza é que não tem certeza nenhuma.

  • Brackets destroídos: como foi a zoeira no March Madness 2026

    Brackets destroídos: como foi a zoeira no March Madness 2026

    Olha, quem nunca teve um bracket completamente destruído no March Madness que atire a primeira pedra. Este ano não foi diferente — aliás, foi ainda pior. Mais de 35 milhões de brackets foram pra cucuia nas duas primeiras rodadas, e eu tô aqui rindo (e chorando) vendo como os especialistas se deram.

    A pegadinha começou logo cedo com Iowa passando por cima da Florida como se fosse um treino. Aí veio Tennessee dando uma surra no Virginia (cabeça 3, né?) e pronto: acabaram os brackets perfeitos. Zero. Nenhum sobreviveu.

    Os acertos e as pipocadas dos especialistas

    Blake Toppmeyer chegou perto da perfeição nas primeiras rodadas (23 de 32 na primeira, 11 de 16 na segunda), mas cara… colocar BYU no Elite Eight foi tenso. Sim, AJ Dybantsa é um monstro, mas basquete é esporte coletivo. Por outro lado, ele cravou a zebra do VCU sobre North Carolina — esse foi de milhões.

    Matt Hayes também apostou no Arizona como campeão (parece que todo mundo tá nessa), mas se ferrou bonito com Florida no Final Four. McNeese no Sweet 16? Rapaz, ousadia tem limite. Perdeu logo na primeira pra Vanderbilt.

    E o Jordan Mendoza… coitado. Perdeu três times do Sweet 16 logo na primeira rodada. Wisconsin caindo pra High Point (que zebra absurda), Akron levando uma surra do Texas Tech, e BYU pipocando também. Deve tá até agora tentando entender o que aconteceu.

    Os craques da previsão

    Agora, Craig Meyer quase acertou tudo — 30 de 32 na primeira rodada, o que é simplesmente absurdo. O cara cravou High Point passando e Texas chegando no Sweet 16. Tava indo perfeito até… bom, até não estar mais.

    John Brice teve uma jogada genial: acertou toda a região Leste. Literalmente tudo. Claro que depois pipocou com Gonzaga no Elite Eight (quem nunca se queimou com os Zags, né?).

    Paul Myerberg foi o único corajoso a apostar no St. John’s como campeão. Ou ele é visionário ou tá completamente maluco — só vamos saber no final.

    E aí, galera, como tão os brackets de vocês? Conseguiram sobreviver às zebras ou já jogaram a toalha? Eu confesso que depois de ver Iowa destruindo Florida, já sabia que ia ser um March Madness diferente de tudo que a gente já viu.

  • Charles Barkley solta o sarcasmo sobre Kenny Smith virar técnico

    Charles Barkley solta o sarcasmo sobre Kenny Smith virar técnico

    Cara, o Charles Barkley não perdoa mesmo. O cara conseguiu zoar o Kenny Smith de um jeito que só ele sabe fazer — e olha que eles são amigões. A coisa toda começou quando alguém perguntou se o Kenny não queria assumir o comando de North Carolina no lugar do Hubert Davis.

    E aí que o Barkley soltou: “Kenny nem conseguiu passar o fim de semana de pé, Dan. O cara ficou doente no fim de semana”. Cruel? Talvez. Engraçado? Com certeza.

    A situação em North Carolina tá pegando fogo

    Olha, a pressão em cima do Hubert Davis é real. O técnico dos Tar Heels tá na corda bamba depois de ser eliminado logo na primeira rodada do March Madness pela VCU. Na minha opinião, é até meio injusto — o cara levou o time pra final nacional no primeiro ano dele, mas parece que a memória da galera é curta.

    Davis tem cinco anos de casa, com um cartel de 125 vitórias e 54 derrotas. Foi até eleito o melhor técnico da ACC em 2024. Mas vocês sabem como é: no basquete universitário americano, você é tão bom quanto seu último resultado.

    E o mais interessante? Alguns jogadores saíram em defesa do técnico. Seth Trimble e Henri Veesaar bateram o pé pelo treinador. Isso mostra que pelo menos no vestiário ele tem respaldo.

    Kenny Smith técnico? Aí já é viagem

    Sinceramente, a ideia do Kenny Smith virar técnico é bem maluca. O cara nunca treinou nem time de escolinha — zero experiência como assistente, quanto mais como principal. Claro, ele jogou em North Carolina de 1983 a 1987 e foi All-ACC três vezes, mas pular direto pra técnico principal de um programa desse nível seria loucura total.

    Por outro lado, tem uma coincidência interessante: o filho dele, Malloy Smith, acabou de se comprometer com os Tar Heels. Será que isso não pesou na especulação? Vai saber…

    Mas o Barkley teve razão quando ficou sério por uns segundos. Ele falou uma verdade dura: “Com esses jogadores de hoje — e não tô criticando eles, porque é diferente — você tem duas situações rolando. No universitário, você tem que pagar todos esses caras todo ano, e se eles não produzirem, quem vai levar a culpa é você.”

    E aí, vocês acham que o Kenny Smith teria peito pra aguentar essa pressão toda? Porque uma coisa é comentar jogo na TV, outra bem diferente é lidar com adolescente de 18 anos ganhando uma grana preta.

  • Arizona State contrata Randy Bennett e Saint Mary’s promove ex-pupilo

    Arizona State contrata Randy Bennett e Saint Mary’s promove ex-pupilo

    Olha, não esperava essa movimentação toda no basquete universitário americano esta semana, mas aqui estamos. Randy Bennett, o cara que transformou Saint Mary’s numa potência do basquete college, aceitou o desafio de treinar Arizona State.

    E quando digo transformou, é transformar mesmo. O homem pegou um programa que tinha feito 2-27 na temporada anterior e, em 24 anos, levou os Gaels para 12 March Madness. Doze! Isso é consistência de alto nível.

    Um trabalho que merece respeito

    Bennett, de 63 anos, é nativo do Arizona — então tem aquele gostinho especial de voltar pra casa. O que ele fez em Saint Mary’s foi simplesmente absurdo: venceu pelo menos 20 jogos em 18 das últimas 19 temporadas. Caramba! E ainda por cima desenvolveu aquela rivalidade épica com o Mark Few, do Gonzaga, que todo mundo que acompanha college basketball conhece.

    Sete vezes técnico do ano na WCC. Quatro títulos consecutivos da conferência na temporada regular. Na minha opinião, o cara merecia uma oportunidade num programa maior há tempos.

    “Seria preciso uma situação especial para deixarmos Saint Mary’s”, disse Bennett. E faz sentido — ele estava numa das melhores conferências do país e tinha construído algo sólido.

    Arizona State apostando pesado

    A contratação faz todo sentido pro Arizona State. Eles demitiram Bobby Hurley depois de 11 temporadas (só três participações no March Madness, convenhamos que é pouco). Agora apostaram num cara com currículo extenso e, principalmente, com conexões na Costa Oeste — fundamental pra recrutar bem.

    Graham Rossini, diretor atlético da ASU, destacou exatamente isso: o sucesso sustentado ao longo de décadas e a habilidade comprovada de identificar talentos internacionais. Vocês acham que Bennett vai conseguir levar esse mesmo padrão pra Tempe?

    E tem um detalhe interessante: Arizona State está numa vibe positiva no esporte universitário. O football chegou no College Football Playoff em 2024, e o basquete feminino também foi pro NCAA Tournament com uma técnica de primeiro ano.

    Enquanto isso, Saint Mary’s não ficou no vácuo. Promoveram Mickey McConnell, que jogou pelo Bennett de 2007 a 2011 e está na comissão técnica desde 2019. É aquela história clássica: ex-jogador que virou técnico e agora assume o programa. Sinceramente, acho uma boa — ele conhece a casa e a filosofia do trabalho.

    Vai ser interessante acompanhar como essas duas transições vão rolar. Bennett num programa maior, com mais recursos, mas também com mais pressão. E McConnell tentando manter o padrão Saint Mary’s que todos conhecemos.

  • Hannah Hidalgo é absurda: Notre Dame voa pro Sweet 16 com show da guard

    Hannah Hidalgo é absurda: Notre Dame voa pro Sweet 16 com show da guard

    Cara, a Hannah Hidalgo é simplesmente monstruosa. 26 pontos, 13 rebotes e 8 roubadas de bola na vitória de 83-73 sobre Ohio State ontem à noite. E o mais louco? A garota fala que nem sabe os próprios números — “eu só tô ali jogando bola”, disse ela. Que humildade absurda pra quem acabou de destroçar um time seeded mais alto no March Madness feminino.

    Com essa performance, Notre Dame garantiu vaga no Sweet 16 pela 15ª vez consecutiva. QUINZE VEZES SEGUIDAS. É tradição já, pessoal. A junior conseguiu seu oitavo double-double da temporada e mostrou mais uma vez por que é considerada uma das melhores guards do país.

    O show de Hidalgo vs o drama de Cambridge

    Olha, eu tenho que dar crédito pra Jaloni Cambridge de Ohio State — a garota fez 41 pontos. QUARENTA E UM. Foi um jogaço individual dela, acertando 13 de 25 arremessos e cinco bolas de três. Mas como ela mesmo disse depois: “41 pontos não importa com uma derrota”.

    E aí que tá o drama todo. Ohio State virou o primeiro time na história do torneio feminino a ser eliminado em casa três anos seguidos. Cara, que maldição é essa? O problema não foram os pontos — foram as 21 bolas perdidas que viraram 25 pontos pra Notre Dame. Cambridge sozinha perdeu sete bolas, igualando seu pior número da temporada.

    “A gente simplesmente não estava cuidando da bola. Precisávamos ser mais inteligentes”, lamentou ela. Sinceramente, dói ver uma performance individual tão absurda sendo desperdiçada por erros coletivos.

    Notre Dame controla quando precisa

    A partida teve seus momentos de tensão. Notre Dame abriu 50-37 no terceiro quarto, mas Ohio State reagiu com uma sequência de 12-4. Cambridge fez seis pontos seguidos e quase empatou o jogo — perdeu um lance livre que deixaria tudo 54 a 54.

    Mas aí que você vê a diferença de um time experiente. Notre Dame não se abalou e respondeu com uma sequência de 12-3 que praticamente definiu o jogo. A maior vantagem foi de 83-65 no finalzinho.

    Vanessa de Jesus fez 15 pontos, enquanto Iyana Moore e Cassandre Prosper contribuíram com 13 cada. Trabalho de equipe que faz a diferença nesses momentos decisivos.

    Agora Notre Dame espera o vencedor de Vanderbilt vs Illinois na próxima fase. E vocês, acham que as Fighting Irish têm time pra brigar pelo título esse ano? Com a Hidalgo jogando nesse nível, eu não duvido de nada.

  • Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Mano, que atropelo foi esse? South Carolina simplesmente destruiu USC por 101-61 e avançou pro Sweet 16 do March Madness feminino. Joyce Edwards com 23 pontos e 10 rebotes, Madina Okot fazendo mais um double-double (15 pontos e 15 rebotes) — o 22º da temporada, pasmem.

    Os Gamecocks começaram o jogo como se fosse treino: 13-0 logo de cara. USC nem teve tempo de respirar. No intervalo já estava 51-21, e aí vocês sabem como é — jogo acabou.

    O drama de JuJu Watkins

    Olha, não tem como não sentir pela JuJu Watkins. A garota que carregou USC nas costas nos últimos anos teve que assistir tudo do banco por causa da lesão no joelho. Imagina a frustração de ver seu time sendo atropelado assim e não poder fazer nada.

    Sem ela em quadra, os Trojans ficaram completamente perdidos contra a defesa sufocante de South Carolina. Jazzy Davidson, que tinha feito 31 pontos na estreia contra Clemson, conseguiu apenas 16 — e olhe lá, acertou só 5 de 15 arremessos.

    Okot é um monstro no garrafão

    Sinceramente, essa Madina Okot é surreal. 6’6″ de altura, veio do Mississippi State e tá fazendo South Carolina ainda mais dominante (se é que isso era possível). Dez pontos e 11 rebotes só no primeiro tempo. A mulher não dá sossego pra ninguém no garrafão.

    E tem mais: Raven Johnson, veterana de cinco anos, chegou aos 1.000 pontos na carreira no primeiro tempo. Jogando em casa pela última vez, a menina deve ter ficado emocionada. Colonial Life Arena explodindo de alegria.

    South Carolina agora pega Oklahoma no Sweet 16 — justamente um dos dois times que conseguiram bater os Gamecocks essa temporada (o outro foi Texas, que ganhou duas vezes). Vai ser interessante ver essa revanche em Sacramento. Vocês acham que South Carolina consegue se vingar?

    USC fechou a temporada de forma melancólica: cinco derrotas nos últimos seis jogos. Essa de ontem foi a maior goleada que eles já sofreram na história do torneio NCAA. Pesado.