Tag: NCAA

  • Brad Underwood realizou o sonho: levou Illinois ao Final Four

    Brad Underwood realizou o sonho: levou Illinois ao Final Four

    Mano, tem história que te emociona mesmo. O Brad Underwood é técnico há 39 anos — quase quatro décadas rodando o basquete universitário americano — e finalmente conseguiu levar seu time dos sonhos ao Final Four.

    No sábado (28), Illinois atropelou Iowa por 71-59 no Elite Eight e carimbou a vaga no Final Four pela primeira vez desde 2005. E o mais louco dessa história? Underwood sempre disse que treinar Illinois era seu emprego dos sonhos.

    O sonho que virou realidade

    Cara, imagina só a cena: o técnico todo emocionado na coletiva pós-jogo, quase chorando. “Eu vou ficar emotivo, mas faço isso há 39 anos, e você sonha com isso desde criança. Eu sonhava em fazer isso em Illinois”, disse Underwood.

    A história fica ainda melhor quando ele conta que a esposa comprou uma camisa do Brian Cook (ex-jogador de Illinois) pro filho Tyler quando ele tinha uns dois anos. Já dá pra sentir a paixão da família pelo programa, né?

    O mais impressionante é que Underwood não tem ligação óbvia com Illinois — não estudou lá, nunca treinou lá antes de 2017. Mas trabalhou 11 anos como assistente na Western Illinois (140 km de distância) e ficou de olho no programa durante os anos dourados com Lou Henson, Lon Kruger e Bill Self.

    A carta que comprova tudo

    Aqui vem a parte mais insana da história. Em 2013, quando Underwood foi contratado como técnico principal do Stephen F. Austin, no Texas, a secretária perguntou qual era o emprego dos sonhos dele.

    Ele respondeu: Illinois.

    A mulher anotou numa cartinha, datou, e guardou. Quatro anos depois, quando Underwood foi contratado por Illinois, ela mandou a carta de volta pra ele. Sinceramente, arrepio só de imaginar esse momento.

    Underwood pegou um programa que estava há quatro anos sem ir pro March Madness e transformou numa potência nacional. Antes mesmo desse Final Four histórico, Illinois já tinha ido pro torneio seis anos seguidos e chegado até o Elite Eight em 2024.

    “Eu nunca duvidei que chegaríamos ao Final Four”, disse o técnico. “Achei que tivemos outras equipes capazes. Mas também sei como é difícil fazer isso. Por isso, só posso dizer obrigado.”

    E aí, vocês acham que Illinois consegue ir além no Final Four? Depois de uma história dessas, eu já tô torcendo pro cara.

  • Arizona quebra maldição de 25 anos e volta ao Final Four!

    Arizona quebra maldição de 25 anos e volta ao Final Four!

    Cara, que alívio! Arizona finalmente quebrou essa maldição que parecia eterna. Os Wildcats atropelaram Purdue no segundo tempo por 79-64 e estão de volta ao Final Four depois de 25 anos. Vinte e cinco anos, pessoal!

    Olha, não foi fácil não. No primeiro tempo, os caras estavam perdendo por sete pontos — primeira vez que ficaram atrás neste March Madness todo. Purdue estava metendo bala de três (sete no primeiro tempo) e eu já tava começando a pensar “lá vamos nós de novo com Arizona”.

    A virada monstro do segundo tempo

    Mas aí que tá — esse time de Arizona é diferente. Eles eram 5-0 na temporada quando perdiam no intervalo. E fizeram 6-0 ontem.

    Saíram do vestiário como se tivessem tomado energético. Uma arrancada de 16-3 logo no começo do segundo tempo e pronto — viraram o jogo e não olharam mais pra trás. Purdue simplesmente desapareceu, cara. Fizeram apenas uma bola de três no segundo tempo (contra sete no primeiro). Uma!

    Os números falam por si: Arizona fez 48-26 no segundo tempo, com 51,6% de aproveitamento nos arremessos. Enquanto isso, Purdue murchou feio — só 32,1% de acerto.

    Koa Peat foi o cara da partida

    Koa Peat liderou a festa com 20 pontos e levou o prêmio de MVP da região Oeste. Quatro titulares fizeram double digits — essa profundidade toda que fez a diferença.

    Sinceramente, eu não esperava que fosse esse time de Arizona que quebraria a maldição. Eles tiveram várias equipes com potencial ao longo dos anos, cheias de futuros craques da NBA, mas sempre dava errado no March Madness. Seis eliminações consecutivas no Elite Eight! Sendo duas como cabeça de chave número 1.

    Agora é sonhar com o título

    O mais louco é que eles vão jogar o Final Four em Indianapolis — a mesma cidade onde conquistaram seu único título nacional em 1997. Coincidência? Eu acho que não.

    Purdue, coitados, voltam pra casa mais uma vez frustrados. Começaram a temporada como número 1 do país e não conseguem quebrar uma estatística horrível: 0-10 contra cabeças número 1 no March Madness. Zero em dez!

    Pelo menos Braden Smith se despede como líder histórico em assistências da NCAA com 1.103 passes para cesta. Não é pouca coisa.

    E aí, vocês acham que Arizona consegue ir até o fim dessa vez? Depois de 25 anos esperando, eles merecem pelo menos tentar, né?

  • Illinois quebra jejum de 21 anos e volta ao Final Four da March Madness

    Illinois quebra jejum de 21 anos e volta ao Final Four da March Madness

    Cara, que jogaço! Illinois acabou com o jejum de 21 anos e carimbou a vaga no Final Four da March Madness 2026. Os Fighting Illini atropelaram Iowa por 71 a 59 no Elite Eight, e eu confesso — não esperava uma dominada dessas no segundo tempo.

    O calouro Keaton Wagler foi simplesmente monstro, anotando 25 pontos e carregando o time nas costas quando precisou. Mas olha só que coisa linda: Andrej Stojaković, filho do ex-astro da NBA Peja Stojaković, colaborou com 17 pontos acertando 7 de 9 arremessos. DNA de atirador, né?

    O segundo tempo que mudou tudo

    O primeiro tempo foi equilibrado, com direito a sete empates e 13 trocas na liderança. Iowa até chegou a liderar por 51-50 faltando 7 minutos e 20 segundos. Aí que Illinois mostrou por que chegou até aqui.

    Os Illini aplicaram um 8 a 0 devastador enquanto Iowa não conseguia nem ver a cor da bola. Os caras ficaram quase 3 minutos sem pontuar e erraram 12 dos últimos 13 arremessos. Sinceramente, foi desesperador de assistir se você torcia pro Iowa.

    Rebote foi o segredo da vitória

    Sabe o que mais me impressionou? Illinois pegou 16 rebotes ofensivos — dezesseis! — que viraram 13 pontos de segunda chance. Quando você domina o garrafão dessa forma, fica difícil perder mesmo.

    Tomislav Ivišić ainda ajudou com 13 pontos e 2 tocos, mostrando que esse time de Illinois tem profundidade pra chegar longe. Do outro lado, Bennett Stirtz se despediu do basquete universitário com 24 pontos, mas jogou praticamente sozinho — ninguém mais do Iowa passou dos 10 pontos.

    Agora Illinois vai encarar o vencedor de Duke x UConn no Final Four, que rola nos dias 4 e 6 de abril em Indianapolis. A última vez que os Illini chegaram tão longe foi em 2005, quando tinham Deron Williams no elenco e chegaram até a final nacional.

    E aí, vocês acham que Illinois tem time pra brigar pelo título? Porque depois dessa performance, eu tô começando a acreditar…

  • Foster volta de lesão e salva Duke na Elite Eight — que jogaço!

    Foster volta de lesão e salva Duke na Elite Eight — que jogaço!

    Cara, eu ainda tô processando o que eu vi ontem à noite. Caleb Foster, do Duke, literalmente saiu de uma cirurgia no pé há 19 dias e decidiu que ia salvar o time na Elite Eight do March Madness. E olha que salvou mesmo.

    Os Blue Devils venceram St. John’s por 80 a 75, mas não foi nada fácil. St. John’s tava dominando — chegou a abrir 10 pontos de vantagem no segundo tempo. Eu já tava pensando: “Será que Duke vai ser eliminado assim, de primeira?” Aí que entra a magia do Foster.

    A volta mais improvável do ano

    O menino chegou na arena de patinete, gente. Patinete! Porque o pé ainda tá se recuperando da cirurgia. O técnico Jon Scheyer queria usar ele por apenas 8-10 minutos, só pra dar um descanso pro Cayden Boozer. Mas quando St. John’s começou a apertar, Foster virou o jogo.

    Primeira metade: zero pontos em 7 minutos. Segunda metade: 11 pontos cruciais, incluindo 7 pontos seguidos numa arrancada decisiva. E ainda acertou duas cestas fundamentais nos últimos 2 minutos e 15 segundos. Absurdo de determinação.

    “99% dos caras não voltariam a jogar nessas circunstâncias”, disse Scheyer depois do jogo. E tem razão — não existe estatística que meça o tamanho do coração desse garoto.

    Duke na Elite Eight de novo

    Com essa vitória, Duke avança para sua terceira Elite Eight consecutiva. Domingo eles enfrentam UConn, e sinceramente? Depois de ver essa performance do Foster, eu acredito em qualquer coisa.

    Isaiah Evans foi o cestinha da noite com 25 pontos, Cameron Boozer fez um double-double sólido (22 pontos e 10 rebotes), mas o protagonista mesmo foi Foster saindo do banco. St. John’s acertou 13 bolas de 3 — uma marca impressionante —, mas não foi suficiente.

    E aí, vocês acham que Duke consegue passar de UConn com Foster ainda se recuperando? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa próxima batalha. Uma coisa é certa: se depender de coração e garra, os Blue Devils têm de sobra.

  • Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Cara, que final absurdo de jogo! Ashlon Jackson simplesmente decidiu virar heroína e mandou uma bomba de 3 pontos no último segundo para classificar Duke às quartas de final do March Madness feminino. Duke 87 x 85 LSU. Puro drama.

    Olha, eu tava acompanhando esse jogo e quando vi que LSU tinha virado com 9 segundos no relógio, pensei “acabou pro Duke”. Mikaylah Williams tinha acabado de fazer dois lances livres e colocado as Tigers na frente. Aí que a magia aconteceu.

    O arremesso que parou Sacramento

    Com 2.6 segundos restantes, Duke tinha posse de bola. A bola foi pra Ashlon Jackson na lateral, bem na frente do banco do Duke. Ela fingiu pro corpo da Flau’Jae Johnson e — PÁ! — mandou a bomba que bateu na borda do aro, deu aquela voltinha de matar o coração e caiu. Puro cinema.

    Jackson terminou com 21 pontos, mas foram esses 3 finais que vão ficar na memória pra sempre. Duke (27-8) agora enfrenta UCLA nas quartas, e sinceramente? Depois de um final desses, esse time tá com uma confiança absurda.

    LSU fez sua parte, mas não foi suficiente

    As Tigers jogaram pra caramba. MiLaysia Fulwiley foi um monstro com 28 pontos, e Mikaylah Williams colaborou com 22. LSU (29-6) chegou a estar perdendo por 11 pontos no último quarto e conseguiu virar — só não conseguiu segurar.

    O que mais me impressiona é que essa LSU vinha de uma campanha histórica, marcando mais de 100 pontos em 16 jogos na temporada (recorde da NCAA). Kim Mulkey, com aquele terno roxo cheio de paetês que só ela mesmo usa, tentou de tudo no banco, mas não deu.

    Duke, por outro lado, mostrou que aquela derrota pro LSU no começo da temporada foi aprendizado. Desde aquela queda (que deixou eles com 3-6), os Blue Devils ganharam 24 dos últimos 26 jogos. Isso é de outro mundo.

    Taina Mair e Toby Fournier fizeram 22 pontos cada uma pelo Duke. Time equilibrado, time perigoso. E aí, vocês acham que Duke consegue passar de UCLA nas quartas? Vai ser outro jogaço garantido.

  • Sweet 16 pegou fogo! Elite Eight já tem seus primeiros classificados

    Sweet 16 pegou fogo! Elite Eight já tem seus primeiros classificados

    Cara, que noite louca foi essa no March Madness! O Sweet 16 tá sendo pura emoção e já temos quatro times garantidos no Elite Eight — e olha que surpresa: três deles são da Big Ten. Quem diria, né?

    O grande destaque foi Iowa fazendo história ao chegar no Elite Eight pela primeira vez em 39 anos. Imagina a emoção da torcida! Eles começaram derrubando os campeões defensores na segunda rodada e não pararam mais. Ontem foi a vez de Nebraska sentir o gosto amargo da eliminação.

    Purdue escapou por pouco

    Mas se tem um jogo que quase parou meu coração foi Purdue x Texas. O Longhorns tava com cara de zebra até os segundos finais, quando Trey Kaufman-Renn apareceu com uma enterrada salvador nos últimos segundos. 79-77 pro Purdue. Monstro demais!

    E o Arizona? Cara, esse time mostrou porque é cabeça de chave número 1. Destruiu Arkansas por 109-88. Foi uma aula de basquete. Quando o Arizona tá no ritmo, é difícil segurar mesmo.

    Illinois surpreende e Duke volta com Foster

    Illinois também deu um show ao vencer Houston por 65-55. Nada mal derrubar um time que tava jogando praticamente em casa, com toda aquela pressão da torcida.

    Agora a coisa fica ainda mais interessante. Duke volta com Caleb Foster, o armador que tava machucado — embora não vá começar como titular. E aí, vocês acham que isso faz diferença contra St. John’s?

    Michigan State encara UConn num duelo que promete muito. Dois programas tradicionais, experiência de sobra no March Madness. Vai ser guerra no garrafão.

    Na minha opinião, Iowa State tem tudo pra continuar a temporada dos sonhos, mas Tennessee não vai facilitar. E se Joshua Jefferson voltar de lesão pros Cyclones? Aí a coisa muda de figura completamente.

    O que mais me impressiona é ver como esses caras jogam machucados mesmo. Jordan Pope do Iowa State jogou 33 minutos com o pé quebrado! Isso é dedicação ou loucura? Talvez os dois.

    Quem vocês acham que chega no Final Four? Eu tô com um palpite que pode dar zebra ainda…

  • Oats dispensa UNC e quer fazer história no Alabama

    Oats dispensa UNC e quer fazer história no Alabama

    Olha, quando vi as especulações rolando sobre o Nate Oats possivelmente indo para North Carolina, já imaginei que ia dar em nada. E não é que o cara foi lá e mandou a real?

    “Absolutamente nenhum motivo” — essas foram as palavras do técnico do Alabama quando perguntaram sobre uma possível saída. Cara, que rispidez gostosa de se ver!

    Oats deixou bem claro que tem um objetivo muito específico em Tuscaloosa: trazer o primeiro título nacional de basquete para o Alabama. E sinceramente? Faz todo sentido. O cara já levou o time até a Final Four — coisa que ninguém esperava há alguns anos. Por que não tentar terminar o trabalho?

    Dinheiro não é problema

    A situação financeira do técnico também tá bem resolvida. Ele assinou um contrato novo em 2024 que vai até 2030, com aumentos automáticos de meio milhão de dólares todo dia 15 de março. Dinheiro que fala né?

    O mais engraçado foi ele admitir que é “honesto demais” com a administração. Disse que não tá procurando vazar e que eles não precisam se desesperar pra “consertar um contrato muito bom” que ele já tem. Monstro being monstro.

    Vocês acham que ele vai conseguir mesmo levar Alabama ao topo? Porque olhando o que ele construiu lá, não duvido nada.

    UNC vai ter que procurar em outro lugar

    North Carolina agora vai ter que virar a página e procurar outro nome. E convenhamos — perder um cara que já provou que consegue montar programa competitivo no SEC não deve estar sendo fácil de engolir.

    Oats ainda disse que fica lisonjeado quando mencionam seu nome para outras vagas, mas que não tá afim de ficar “pulando de galho em galho”. Cara focado no projeto, gosto disso.

    Alabama fechou a temporada regular com força total e agora parte pro March Madness querendo mostrar que aquela Final Four não foi sorte. E com o técnico garantindo que fica, a torcida pode sonhar alto mesmo.

  • Arizona faz MASSACRE histórico e está a um passo da Final Four

    Arizona faz MASSACRE histórico e está a um passo da Final Four

    Mano, que show de basquete foi esse do Arizona ontem! Os Wildcats simplesmente destruíram Arkansas por 109 a 88 e carimbaram vaga na Elite Eight pela primeira vez desde 2015. E olha, não foi só uma vitória — foi uma aula de basquete coletivo que entrou pra história do March Madness.

    Seis caras pontuaram pelo menos 14 pontos. SEIS! Isso nunca tinha acontecido na história do torneio da NCAA. Os calouros Brayden Burries e Koa Peat foram os cestinhas com 21 cada, mas todo mundo contribuiu: Ivan Kharchenkov (15), Jaden Bradley, Motiejus Krivas e Tobe Awaka (14 cada).

    Aproveitamento absurdo de arremessos

    O Arizona converteu 64% dos arremessos de quadra. Sessenta e quatro por cento! Pra vocês terem uma ideia de como isso é monstruoso: foi o maior aproveitamento numa fase Sweet 16 ou posterior desde 2016, quando Villanova acertou 71% contra Oklahoma na Final Four.

    “Eu sinto que isso é o que nos torna tão especiais, porque qualquer um pode explodir em qualquer dia. Todo mundo contribui do seu jeito”, disse Burries. E o Peat completou: “Esse foi o basquete mais divertido que eu já joguei, honestamente”.

    Arkansas não teve chances

    Olha, o Arkansas até tentou. O calouro Darius Acuff Jr. fez 28 pontos, mas sozinho não dá, né? O resto do time simplesmente não conseguiu acompanhar o ritmo alucinante do Arizona. E pasmem: essa foi a maior derrota de John Calipari em 85 jogos de March Madness como técnico principal. O cara é veterano e nunca tinha levado uma surra dessas no torneio.

    Arizona já liderava por 54-43 no primeiro tempo e simplesmente não deu chances no segundo. Abriu 18 pontos de vantagem logo no começo da segunda etapa e foi só administrar.

    Agora vem o grande teste: sábado tem Arizona x Purdue pela vaga na Final Four. Os Wildcats entram como favoritos por 5,5 pontos — e sinceramente, depois de uma performance dessas, eu não apostaria contra eles.

    Se ganharem, será a primeira Final Four desde 2001, quando perderam o título nacional justamente pro Duke. E aí, vocês acham que esse time equilibrado do Arizona consegue chegar lá? Porque eu tô começando a acreditar…

  • Arizona massacra Arkansas e mostra que pode quebrar jejum histórico

    Arizona massacra Arkansas e mostra que pode quebrar jejum histórico

    Cara, o que aconteceu em San José ontem foi simplesmente brutal. Arizona destruiu Arkansas por 109-88 no Sweet 16 do March Madness, e não foi nem um pouco perto disso que o placar sugere.

    John Calipari, técnico do Arkansas, basicamente previu a própria desgraça. Antes do torneio começar, ele já sabia que Arizona era o pior possível adversário para o seu time. E olha, o cara estava certíssimo — foi uma surra do início ao fim.

    Quando você sabe que vai dar ruim

    “Arizona é realmente muito bom”, disse Calipari depois do jogo. Mano, que understatement! O time estava voando o mês inteiro, fazendo enterradas como se fosse o Lob City dos Clippers e arremessando como os Splash Bros do Warriors. Darius Acuff Jr. estava mostrando por que vai ser estrela da NBA.

    Mas aí veio a realidade: Arizona atirou 63.8% do campo — a melhor marca contra um time de conferência forte na temporada. Só tentaram 8 bolas de 3, mas acertaram 5. E ainda por cima foram 39 vezes na linha de lance livre. Absurdo!

    Tommy Lloyd, técnico do Arizona, até tentou ser humilde, mas os números não mentem. O time jogou o seu melhor basquete quando mais importava.

    A maldição de 25 anos pode acabar?

    Aqui que fica interessante, galera. Arizona não vai ao Final Four desde 2001. Vinte e cinco anos! É uma maldição que assombra Tucson há décadas. O time já chegou no Elite Eight cinco vezes desde então e sempre deu zebra.

    Mas sinceramente? Eu tô começando a acreditar que esse time de 2026 é diferente. Eles têm 35 vitórias, empatando o recorde do programa de 1987-88. Os calouros estão jogando como veteranos, e o time todo parece estar encaixado no momento perfeito.

    O problema é que Arizona já esteve nessa posição antes e sempre decepcionou. Agora vão enfrentar Purdue no Elite Eight — um time experiente, com jogadores que sabem o que é chegar num Final Four.

    O show dos calouros

    Koa Peat, um dos calouros sensação, resumiu tudo: “Fomos lá e jogamos o nosso basquete Arizona. Tudo se encaixou.” E realmente se encaixou mesmo. Os pivôs dominaram o garrafão, os armadores correram a quadra toda, e Arkansas simplesmente não teve resposta para nada.

    A frustração foi tanta que rolaram duas faltas técnicas (uma no próprio Calipari) e duas faltas flagrantes. O Arkansas simplesmente desmoronou conforme o jogo foi passando.

    E aí, vocês acham que dessa vez Arizona finalmente quebra o jejum? Ou vão dar mais uma de sempre e parar no Elite Eight? Eu tô torcendo para que esse time histórico consiga fazer história de verdade dessa vez. Com esse nível de jogo, fica difícil apostar contra eles.

  • Iowa é a nova Cinderela do March Madness — e minha nossa, que história!

    Iowa é a nova Cinderela do March Madness — e minha nossa, que história!

    Cara, eu tô ainda processando o que aconteceu com Iowa no March Madness. Sério mesmo. Uma seed 9 nas quartas de final pela primeira vez em 39 anos? Isso é coisa de filme, pessoal.

    Os Hawkeyes acabaram com Nebraska por 77-71 e se tornaram a NONA seed 9 na história a chegar no Elite Eight. Nove. Em toda a história do torneio. E olha que não é qualquer David vs Golias — é um time da Big Ten, mas que tava meio esquecido até pouco tempo atrás.

    O técnico que veio da Division II e virou mestre do March

    A história fica mais louca ainda quando você descobre que o técnico Ben McCollum e o armador Bennett Stirtz estavam jogando na Division II há apenas dois anos. Division II, galera! Northwestern Missouri State. Quem é que conhecia?

    McCollum levou o Stirtz de lá pra Drake no ano passado, onde deram aquela zebra contra Missouri na primeira rodada. Aí quando acabou o torneio, McCollum migrou pro Iowa e — advinha — Stirtz foi atrás do técnico dele. “Esse é meu cara”, disse Stirtz sobre McCollum. E vice-versa.

    Olha, eu não esperava essa parceria dar tão certo assim tão rápido. 20 pontos e 4 assistências do Stirtz contra Nebraska? O garoto tá jogando como se conhecesse a pressão do March Madness a vida toda.

    13 bolas de três — Nebraska não teve resposta

    O que mais me impressionou foi como Iowa resolveu o jogo: 13 cestas de três pontos. Treze! Contra uma das melhores defesas do país. E o mais louco? Eles só assumiram a liderança nos últimos dois minutos, quando Stirtz acertou uma bomba e logo em seguida Tate Sage mandou outra.

    Nebraska até tentou responder — fizeram 36 bolas de três em três jogos do torneio, incluindo umas pancadas absurdas do Pryce Sandfort (que curiosamente já jogou em Iowa antes de se transferir). Sandfort fez 25 pontos, mas sozinho não dá, né?

    E tem um detalhe interessante: Iowa mandou pra casa Florida, que era o atual campeão nacional. Mandou embora mesmo, sem dó. Essa temporada os Hawkeyes tavam meio perdidos há um mês antes do torneio começar, mas chegou March e eles simplesmente despertaram.

    Sinceramente, acho que ninguém esperava Iowa chegar tão longe. Uma Cinderela clássica? Não é bem isso — afinal, são da Big Ten. Mas dentro deste torneio que tá sendo bem “normal” até agora, eles viraram o maior underdog que restou.

    E aí, vocês acham que Iowa consegue chegar na Final Four? Porque do jeito que McCollum e Stirtz tão jogando, eu não duvidaria de mais nada…