Tag: NCAA

  • Tommy Lloyd rejeita North Carolina e fica no Arizona por 5 anos

    Tommy Lloyd rejeita North Carolina e fica no Arizona por 5 anos

    Cara, que novela foi essa! Tommy Lloyd finalmente botou fim na especulação e confirmou: vai ficar no Arizona pelos próximos cinco anos. E olha, não foi qualquer renovação não — o cara vai embolsar uma média de 7,5 milhões de dólares por temporada. Isso mesmo, 7,5 milhões!

    “Eu vou ficar no Arizona”, disse Lloyd numa coletiva na sexta-feira. E completou de um jeito que só quem ama o que faz consegue falar: “Basquete do Arizona, vocês sabem o que significa pra mim. Quando digo que é um lugar especial, isso sempre vem do fundo do meu coração.”

    Michael Jordan ligou? Lloyd diz que é balela

    A galera tava pirada com os rumores de que o próprio Michael Jordan tinha ligado pra convencer o técnico a ir pro North Carolina. Lloyd foi direto ao ponto: tudo invenção. E ainda mandou uma frase que vai ficar marcada:

    “Eu tomei a decisão de que o meu Michael Jordan é o Steve Kerr, e tenho orgulho de ser um Wildcat do Arizona.”

    Mano, que declaração de amor! Pra quem não lembra, Steve Kerr é ex-jogador histórico do Arizona e hoje técnico campeão da NBA com o Golden State Warriors.

    Os números não mentem: Lloyd é monstro

    E vocês acham que o Arizona tá pagando caro à toa? Nada disso. Em cinco temporadas à frente do time, Tommy Lloyd tem 148 vitórias e apenas 35 derrotas. Isso faz dele o técnico com mais vitórias na história do NCAA em suas primeiras cinco temporadas como head coach.

    Este ano então foi absurdo: título da temporada regular da Big 12, título do torneio da conferência e — pasmem — primeira Final Four do programa desde 2001. O Arizona encara Michigan no sábado, e sinceramente, depois dessa renovação, a confiança deve estar lá em cima.

    A diretora atlética Desiree Reed-Francois não economizou nos elogios: “Tommy Lloyd é o melhor técnico do basquete universitário, e temos uma forte convicção no futuro do basquete do Arizona sob sua liderança.”

    Desde que chegou do Gonzaga em 2021 — onde passou duas décadas como assistente principal do Mark Few — Lloyd conquistou três títulos de temporada regular e levou o time a quatro Sweet 16 em cinco participações no March Madness.

    E aí, o que vocês acham? Arizona fez certo em segurar o técnico com essa grana toda? Na minha opinião, pelo que o cara já entregou, tá mais que justificado.

  • Memphis contrata primeiro GM da história: revolução no basquete universitário

    Memphis contrata primeiro GM da história: revolução no basquete universitário

    Cara, isso aqui é histórico mesmo. O Penny Hardaway acabou de fazer algo que nenhum técnico de basquete universitário tinha feito antes: contratou um gerente geral oficial para o programa de Memphis. Gabriel Harris, que vinha comandando o Stockton Kings (time da G League), é agora o primeiro GM da história dos Tigers.

    Olha, eu sempre falei que o basquete universitário americano ia evoluir para ficar mais parecido com o profissional, mas não esperava que fosse acontecer tão rápido assim. Com toda essa mudança de NIL e portal de transferências, faz total sentido ter alguém dedicado só para montar elenco.

    O cara sabe o que faz

    E não é qualquer um não. Harris acabou de levar o Stockton ao título da G League em 2025 – sim, time campeão. Nos três anos que ficou por lá (dois como GM), o cara montou um elenco que teve o melhor aproveitamento da temporada regular: 24 vitórias em 34 jogos.

    Mas o que mais me impressiona é o olho clínico dele. Vários jogadores que passaram por suas mãos chegaram na NBA: Mason Jones conseguiu contrato com o Sacramento, Jaylen Nowell assinou com Memphis Grizzlies e Detroit Pistons, e Keon Ellis – que inclusive virou contrato fixo com os Kings.

    “A história, as expectativas e a tradição do basquete de Memphis foram o que me atraíram para essa oportunidade”, disse Harris. E realmente, Memphis sempre foi uma potência no universitário – lembram daquela campanha épica de 2008?

    Revolução silenciosa

    Na nova função, Harris vai cuidar de tudo que um GM profissional faria: montagem de elenco, operações de recrutamento, estratégia de divisão de receita e avaliação de jogadores. Basicamente, o Penny agora pode focar só em técnica enquanto Harris cuida da parte administrativa.

    O cara tem currículo pesado também: formado em Stanford (onde jogou por quatro anos e foi campeão do NIT em 2012), passou nove anos na Adidas como executivo de marketing. Tem diploma em psicologia comportamental, comunicação digital e ainda fez certificação em Data Science no MIT. Monstro, né?

    Sinceramente, acho que essa é uma tendência que vai pegar. Com o tanto de dinheiro rolando no basquete universitário hoje em dia, faz sentido profissionalizar a coisa. E vocês, acham que outros programas top vão seguir o exemplo de Memphis?

  • Bill Self fica no Kansas até 2027 após sustos cardíacos

    Bill Self fica no Kansas até 2027 após sustos cardíacos

    Galera, respirem aliviados — Bill Self vai continuar no Kansas! O técnico de 63 anos anunciou nesta quarta que fica à frente dos Jayhawks na próxima temporada, colocando fim a semanas de ansiedade entre os fãs.

    Sinceramente, não era certeza que ele ia voltar. Depois da eliminação precoce na March Madness (cara, perder pra St. John’s doeu), Self deixou no ar que precisava conversar com a família sobre o futuro. E não era pra menos.

    Os sustos que assombraram Lawrence

    O bagulho é sério: desde 2023, Self já passou por quatro procedimentos cardíacos. Quatro! Em 2023, teve que colocar dois stents depois de ser internado com dores no peito e problemas de equilíbrio. Perdeu o torneio da Big 12 e a March Madness inteira.

    No ano passado, mais dois stents. Em janeiro, foi parar no hospital de novo e perdeu o jogo contra Colorado. Imaginem a pressão que deve ser treinar no mais alto nível com esses problemas de saúde.

    “Eu amo o que faço. Mas quero me sentir bem fazendo isso”, disse ele após a eliminação. Mano, dá pra entender perfeitamente a hesitação.

    Por que isso importa tanto?

    Bill Self não é qualquer técnico. São 855 vitórias em 33 temporadas, dois títulos nacionais pelo Kansas e quatro Final Fours desde que chegou em Lawrence em 2003. O cara É o Kansas moderno.

    E olha, o timing da decisão é perfeito. O portal de transferências abre na terça, logo depois da final nacional. Agora os calouros e veteranos sabem que vão ter continuidade no comando. Isso vale ouro no basquete universitário atual, onde tudo muda o tempo todo.

    “Continuo focado e comprometido com Kansas e competindo por um título nacional”, disse Self no comunicado. Com “clareza renovada”, segundo ele.

    Vocês acham que ele consegue mais um título antes de pendurar as chuteiras? Com a saúde em primeiro lugar, claro, mas o cara ainda tem fome de vencer. E convenhamos, ver Self comandando Allen Fieldhouse por mais alguns anos é um presente pro basquete universitário.

  • Filho do técnico fecha a goleada de Michigan no Elite 8 – que momento!

    Filho do técnico fecha a goleada de Michigan no Elite 8 – que momento!

    Cara, eu vi muita coisa bonita no basquete universitário, mas o que rolou ontem em Chicago foi simplesmente emocionante demais. Charlie May, filho do técnico Dusty May, acertou uma bomba de 3 nos segundos finais da goleada de Michigan sobre Tennessee por 95 a 62 no Elite 8 do March Madness.

    Imagina a cena: time já ganhando de 30 pontos, 1 minuto e 2 segundos no relógio, e o garoto — que mal jogou na temporada — recebe a bola no cantinho e não perdoa. Swish! O banco de Michigan explodiu igual torcida de final de campeonato.

    O menino que quase não joga virou herói por um dia

    Vou ser sincero com vocês: Charlie May não é exatamente o craque do time. O cara é um ala de 1,95m no último ano, veio transferido da UCF quando o pai foi contratado por Michigan em 2024. Até domingo, tinha feito apenas 4 pontos na carreira inteira e convertido um único arremesso de quadra. Nesta temporada? Apenas 18 minutos em 7 jogos.

    Mas ó, foi justamente isso que tornou o momento ainda mais especial. As estrelas do time como Yaxel Lendeborg e Aday Mara comemoraram como se tivesse sido a cesta da classificação. E o narrador da CBS mandou um “Mayday em Chicago!” que ficou perfeito.

    Dusty May voltando ao Final Four

    E não é que o velho Dusty conseguiu de novo? Segunda vez em quatro anos que o cara leva um time ao Final Four — e em programas diferentes, né não? Em 2023, ele fez aquela corrida absurda com Florida Atlantic até a semifinal nacional, onde perderam no último segundo pro San Diego State.

    Agora com Michigan, o cara tá simplesmente destruindo todo mundo neste March Madness. Quatro vitórias por uma diferença combinada de 90 pontos! Só uma das vitórias foi por menos de 21 pontos de diferença. Isso é dominância total.

    Vocês acham que Michigan tem chances reais de título? Porque do jeito que eles tão jogando, vai ser bem difícil parar esse trem. E com esses momentos familiares no meio do caminho, dá até pra sonhar com algo especial acontecendo…

  • Cayden Boozer se culpa por eliminação de Duke: ‘Arruinei nossa temporada’

    Cayden Boozer se culpa por eliminação de Duke: ‘Arruinei nossa temporada’

    Cara, que peso nas costas de um garoto de 18 anos. Cayden Boozer, o calouro de Duke, assumiu toda a culpa pela eliminação do time na Elite Eight do March Madness. E olha, eu entendo o sentimento dele, mas sinceramente? Acho pesado demais.

    A situação foi assim: restando 7.5 segundos, Duke ganhando por dois pontos de UConn, e Boozer recebe a bola no meio da quadra. Ele tenta um passe para Pat Ngongba que estava completamente livre, mas Silas Demary consegue desviar a bola. Resultado? Braylon Mullins pega o rebote e METE uma bomba quase do meio da quadra com 1.8 segundo no cronômetro. Game over. 73-72 para UConn.

    O peso da responsabilidade

    “Eu poderia ter segurado melhor a bola e não ter perdido ela”, disse Boozer após o jogo. “Assumo toda a responsabilidade. Eu vi dois caras livres e estava só tentando fazer o passe chegar lá, mas poderia ter tido mais calma. A gente tinha tempo. Eu perdi a bola. Eu arruinei a temporada do nosso time.”

    Mano, escutar um garoto falar isso dói no coração. Qualquer um que já jogou basquete sabe como é carregar o peso de um erro no final do jogo. Mas aqui que tá — basquete é esporte coletivo, e uma temporada não se resume a um lance.

    Companheiros defendem o calouro

    Dame Sarr, companheiro de equipe, não deixou barato: “Eu nunca vou deixar ele falar isso de novo, porque ele não falhou com a gente de forma alguma. Ele nos levantou.” E o cara tem razão total.

    Boozer assumiu a titularidade depois que Caleb Foster quebrou o pé em 7 de março. E olha só o que o moleque fez: ajudou Duke a ganhar o torneio da ACC e os dois primeiros jogos do March Madness. Isso aí não é pouca coisa não.

    O técnico Jon Scheyer também tirou a pressão do garoto: “É fácil olhar para aquele lance — eu olho para todos os lances que aconteceram, especialmente no segundo tempo. Isso não é sobre um lance. É sobre cada lance que nos colocou naquela posição.”

    Vocês acham que é justo um calouro carregar esse peso todo? Na minha visão, o garoto mostrou personalidade e caráter assumindo a responsabilidade, mas basketball é jogo de equipe. Duke chegou longe com ele no comando — isso já é vitória pra um cara que nem deveria estar jogando se não fosse a lesão do Foster.

    March Madness é isso aí — um lance pode mudar tudo. Mas temporadas se constroem com 40 minutos de jogo, não com 7.5 segundos.

  • Mullins acerta de 35 metros no último segundo e UConn elimina Duke

    Mullins acerta de 35 metros no último segundo e UConn elimina Duke

    Cara, eu ainda não consigo acreditar no que acabei de ver. Braylon Mullins, um calouro que ninguém esperava muito, simplesmente decidiu fazer história ontem. O garoto roubou uma bola no meio da quadra e mandou uma bomba de 35 METROS no último segundo para dar a vitória pro UConn sobre Duke por 73-72. Trinta e cinco metros, gente. É quase da linha de meio de campo!

    E o mais absurdo? Os Huskies estavam perdendo por 19 pontos no primeiro tempo. Dezenove. Qualquer um teria desligado a TV pensando que já era. Mas não, esse time do UConn tem uma mentalidade diferente mesmo.

    A reviravolta mais maluca do torneio

    Duke tava controlando tudo. Cameron Boozer — que deve ser o jogador do ano da NCAA — fez 27 pontos e parecia que ia levar os Blue Devils pra mais uma Final Four. Ainda estavam ganhando por dois dígitos faltando só seis minutos pro fim.

    Aí que o UConn resolveu acordar pra vida. Tarris Reed Jr. fez 26 pontos mantendo o time vivo, e nos últimos quatro minutos choveu bola de três dos Huskies. Mas ninguém imaginava que ia terminar daquele jeito.

    Com 10 segundos no relógio, Silas Demary Jr. acertou apenas um dos dois lances livres, deixando Duke na frente por dois. Os Blue Devils só precisavam segurar a bola, mas Cayden Boozer tentou um passe no meio da quadra que foi interceptado. E aí o Mullins pegou a sobra e… BOOM.

    Duke quebra novamente na reta final

    Sinceramente, eu sinto até pena do Duke. É o segundo ano seguido que eles entregam uma liderança no final do March Madness. Ano passado perderam pro Houston tendo seis pontos de vantagem faltando 1:14. Agora isso. A pressão deve estar pesada demais nesses garotos.

    O mais louco é que essa jogada do Mullins aconteceu exatamente 36 anos depois do Christian Laettner eliminar UConn com outra cesta no último segundo. O karma deu a volta, né?

    Dan Hurley disse depois do jogo que “é cultura do UConn, coração do UConn”. E cara, ele tem razão. É a terceira Final Four deles em quatro anos. Esse time simplesmente não desiste nunca.

    Agora UConn vai enfrentar Illinois na semifinal, enquanto Michigan pega Arizona. E olha, mesmo sendo considerado azarão contra Illinois (odds de 2.5 pontos), depois do que eu vi ontem, não duvido mais de nada desse UConn. E vocês, acham que eles conseguem repetir o título do ano passado?

  • UConn elimina Duke no último segundo e vai pro Final Four

    UConn elimina Duke no último segundo e vai pro Final Four

    Cara, o que aconteceu ontem à noite foi simplesmente ABSURDO. UConn perdendo por 19 pontos no primeiro tempo, Duke dominando com os gêmeos Boozer metendo bola, e aí… BAM! Braylon Mullins resolve virar herói aos 39min59s e manda uma bomba de 35 pés pra classificar os Huskies pro Final Four.

    Olha, eu já vi muita coisa maluca no March Madness, mas essa aí foi de arrepiar. O moleque de 18 anos, CALOURO, pega a bola restando 0,4 segundos no relógio e decide que ia ser ele mesmo. Não teve hesitação, não teve medo — só mandou ver.

    A jogada que mudou tudo

    A situação era a seguinte: UConn perdendo por 2, restando 10 segundos. Os caras precisavam de um milagre. Aí o Silas Demery consegue desviar um passe do Cayden Boozer no meio da quadra, a bola sobra pro Mullins que passa pro Karaban. E aqui que fica interessante — o Karaban tinha a chance de tentar o arremesso, mas olhou pro Mullins e pensou: “Esse moleque tem mais chance que eu”.

    “Quando vi o Braylon, tive o instinto de passar pra ele”, disse o Karaban depois. “Tinha o Cam Boozer na minha frente, seria um arremesso mais difícil. Então passei pro Braylon e quando vi ele soltar a bola… cara, eu soube que ia entrar.”

    Sinceramente? Que atitude do veterano. Em um momento desses, muitos jogadores seriam egoístas e tentariam eles mesmos. Mas o Karaban mostrou porque UConn tem essa mentalidade vencedora.

    Duke dominou, mas não fechou

    Vamos dar o mérito: Duke jogou MUITO. Os gêmeos Boozer foram monstros — 42 pontos combinados. Cameron e Cayden simplesmente resolveram que iam acabar com o sonho de tricampeão da UConn. Por 39 minutos e meio, parecia que iam conseguir mesmo.

    O time do Hurley chegou a estar 19 pontos atrás no primeiro tempo. DEZENOVE! Qualquer um pensaria “acabou”. Mas essa experiência de ter ganho dois títulos seguidos faz diferença. Ball e Karaban, os únicos que sobraram daqueles times campeões, sabiam que não podia desistir.

    “Você só precisa continuar jogando”, disse o Ball. “O arremesso nem sempre vai entrar, mas você não pode parar de jogar.” E olha que ironia — ele e o Karaban fizeram um jogo horrível no ataque (5/21 combinados), mas apareceram na hora H.

    O sonho do moleque vira realidade

    O mais legal dessa história toda? O Mullins falou que essa era exatamente a jogada que ele sonhava quando era criança. “Você joga por esses momentos”, disse ele. “Você sonha com isso. Definitivamente pensava nisso na infância.”

    E aí que fica mais emocionante ainda — o Final Four vai ser em Indianápolis, a 30 minutos de onde o garoto cresceu. Mano, o roteiro tá escrito. UConn indo pro terceiro título em quatro anos, com um calouro da região decidindo no último segundo.

    Vocês acham que os Huskies conseguem fechar mais esse? Com essa mentalidade e essa experiência, eu não duvido de nada. O Hurley montou uma máquina de vencer, e jogadas como essa mostram que quando a coisa aperta, eles sempre dão um jeito.

    March Madness sendo March Madness. Por isso que a gente ama esse torneio maluco!

  • Braylon Mullins vira herói com arremesso do logo aos 0,4 segundos

    Braylon Mullins vira herói com arremesso do logo aos 0,4 segundos

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Elite Eight ontem à noite. UConn vs Duke, jogo pela vaga na Final Four, e um calouro chamado Braylon Mullins simplesmente resolveu entrar pra história do March Madness com um arremesso que eu vou lembrar pelo resto da vida.

    Imagina a cena: 0,4 segundos no relógio, UConn perdendo por 72-70, e o mlk pega a bola praticamente no logo da quadra e… SPLASH! 73-72 pros Huskies. Eu gritei tanto aqui em casa que acordei o cachorro do vizinho.

    A virada mais insana que você vai ver

    O mais louco de tudo? O Mullins tava 0 de 4 do perímetro antes desse arremesso. Zero! E quando mais precisou, mandou uma bomba que nem o Curry nos seus melhores dias. O próprio mlk disse na entrevista: “Só feliz de ver essa p*rra entrar”. Sem filtro, pura emoção.

    E olha, os Huskies mereceram essa. Saíram perdendo por 19 pontos (imagina a desgraça), chegaram a ficar 15 atrás no intervalo, mas voltaram como uma máquina no segundo tempo. Fizeram 44 pontos contra 28 do Duke na etapa final. Isso é caráter, meu amigo.

    A jogada do arremesso foi cinematográfica. Duke tinha 98,7% de chance de vitória segundo o ESPN Analytics – praticamente garantido, né? Aí o Cayden Boozer erra o passe, o Silas Demary Jr. rouba a bola, e o resto… bem, o resto vocês já sabem.

    Reed Jr. continua monstro neste torneio

    Enquanto todo mundo vai falar do Mullins (e com razão), não posso deixar passar batido o Tarris Reed Jr. O cara fez 26 pontos e 9 rebotes, continuando essa sequência absurda no torneio inteiro. É um dos caras que mais tem se destacado em todo o March Madness.

    Do lado do Duke, os gêmeos Boozer foram sensacionais também. Cameron com 27 pontos e Cayden com 15, mas não adiantou nada. Mais uma eliminação traumática pro Duke do Jon Scheyer – já é a terceira seguida que eles saem de forma dolorosa.

    Alex Karaban, que tem o RECORDE de vitórias no NCAA Tournament (17 na carreira), jogou mal a maior parte do tempo (5 pontos, 2 de 10 nos arremessos), mas acertou uma bomba crucial faltando 50 segundos pra deixar o jogo em 1 ponto de diferença. Veterano sendo veterano.

    UConn na Final Four de novo

    Agora é Final Four pra UConn pela terceira vez em quatro anos. Dan Hurley tá construindo uma dinastia moderna mesmo – bicampeões em 2023 e 2024, deram uma escorregada em 2025, mas voltaram com tudo.

    E o Mullins vai jogar a Final Four no estado natal dele, Indiana. Será que consegue mais uma mágica dessas? Contra Illinois na semifinal, com o vencedor pegando Michigan ou Arizona na decisão.

    Sinceramente, depois de um arremesso desses, eu tô começando a acreditar que esse UConn pode levar tudo de novo. Vocês acham que eles conseguem o terceiro título em quatro anos?

  • Sérvio de Iowa State vai testar as águas do Draft 2026

    Sérvio de Iowa State vai testar as águas do Draft 2026

    Olha só que interessante: Milan Momcilovic, o sérvio arremessador de Iowa State, confirmou que vai declarar para o Draft da NBA de 2026. Mas calma aí — não significa que ele vai sair da faculdade de vez. É mais um “vou ver se rola”, sabe?

    O cara teve uma temporada absurda pelos Cyclones. Média de 16.9 pontos por jogo, acertando QUASE METADE dos arremessos de 3 (48.6% em 7.6 tentativas por noite). Mano, isso é coisa de monstro. Com 2,03m de altura, ele tem aquele perfil que as franquias da NBA adoram: ala que estica a quadra e pode arremessar de qualquer lugar.

    A decisão ainda não tá batida

    “Provavelmente, definitivamente, vou testar o draft”, disse Momcilovic para o Cyclone Alert durante o torneio da Big 12. “Porque acho que tive um bom ano e arremessei muito bem.” Cara confiante, né?

    Mas ele mesmo admitiu que não sabe que tipo de feedback vai receber dos scouts. “Não sei que retorno vamos ter. Vamos ver se fico no draft ou volto. Isso ainda está para ser decidido.”

    Temporada que chamou atenção

    A campanha de Iowa State terminou no Elite Eight do March Madness, perdendo para Tennessee. Frustrante? Com certeza. Mas individualmente, Momcilovic mostrou evolução gigante. 50.6% de aproveitamento geral nos arremessos é coisa séria para um cara que puxa tanto de 3.

    Sinceramente, acho que ele tem potencial para ser selecionado, mas talvez ainda não no primeiro round. E vocês, acham que ele deveria ficar mais um ano na faculdade ou partir pro sonho da NBA mesmo? Eu, no lugar dele, testaria também — nunca se sabe quando uma oportunidade dessas aparece de novo.

  • Arizona volta ao Final Four após 24 anos com show de calouros

    Arizona volta ao Final Four após 24 anos com show de calouros

    Gente, eu não acreditei quando vi o placar final: Arizona 79 x 64 Purdue. Os Wildcats voltaram ao Final Four depois de 24 anos! Vinte e quatro anos, cara. A última vez foi em 2001, eu era praticamente criança ainda acompanhando March Madness.

    E o mais absurdo? Foram os calouros que carregaram o time nas costas. Koa Peat meteu 20 pontos, Ivan Kharchenkov adicionou 18 e Brayden Burries contribuiu com 14. Somando os três: 52 pontos. Mais da metade dos pontos do time saindo de garotos de primeiro ano. Isso é surreal.

    Tommy Lloyd fez história (e que história!)

    O técnico Tommy Lloyd tá vivendo um sonho, véi. Em cinco temporadas no comando do Arizona, o cara já tem 148 vitórias — recorde da NCAA para um técnico nos primeiros cinco anos. Superou até o Brad Stevens, que era considerado o padrão ouro nessa estatística.

    Mas o que me emocionou mesmo foi quando ele mencionou Lute Olson no pós-jogo. Olson morreu em 2020 e foi quem construiu toda a tradição do Arizona (incluindo o título de 1997). “Tem um cara bonito de cabelo branco olhando pra nós lá de cima e tá feliz”, disse Lloyd. Arrepiou.

    Purdue tentou, mas não deu conta

    Olha, o Purdue até esboçou uma reação no primeiro tempo com Daniel Jacobsen — um gigante de 2,24m que mal tinha jogado nos jogos anteriores. Por alguns minutos ele incomodou o garrafão do Arizona, mas não durou muito.

    A virada de chave veio no intervalo quando Lloyd fez algo que eu nunca tinha visto: mandou toda a comissão técnica sair do vestiário e deixou os jogadores conversarem sozinhos. “Vocês têm alguns minutos pra resolver essa parada e vamos chutar a bunda deles no segundo tempo”, foi basicamente isso que ele falou. Funcionou perfeitamente.

    Braden Smith, do Purdue, ainda quebrou o recorde histórico de assistências da NCAA esta temporada (terminou com 1.103), mas não conseguiu evitar a eliminação. Treze pontos com apenas 4 de 15 arremessos — não foi a noite dele.

    Agora é Indianapolis. Arizona com 13 vitórias consecutivas vai enfrentar quem sair de Michigan x Tennessee. Sinceramente? Depois de ver esses calouros jogando desse jeito, eu não duvido de mais nada. Vocês acham que eles conseguem chegar na final? Porque eu tô começando a acreditar…