Tag: NCAA

  • Calouro do Illinois já mira o Draft 2026 – e tá certo!

    Calouro do Illinois já mira o Draft 2026 – e tá certo!

    Gente, o basquete universitário americano não para de me surpreender. Keaton Wagler, calouro do Illinois, acabou de se declarar para o Draft da NBA de 2026. Isso mesmo, 2026! O garoto tem apenas uma temporada na NCAA e já tá de olho na liga.

    E olha, sinceramente? Ele tem razão pra sonhar alto.

    Os números não mentem

    Wagler jogou 37 partidas pelos Fighting Illini e simplesmente mandou ver. Médias de 17.9 pontos, 5.1 rebotes e 4.2 assistências por jogo. Pra um calouro, isso é coisa de monstro.

    Mas o que mais me impressiona são os percentuais de arremesso: 44.5% nos arremessos de quadra, 39.7% nas bolas de três e 79.6% nos lances livres. Cara, essas são eficiências de veterano! Um ala-armador de 1,98m que arremessa assim já chama atenção de qualquer olheiro da NBA.

    Quinto no ranking da ESPN

    A ESPN não brinca em serviço – Wagler tá ranqueado como quinto melhor prospecto para o Draft de 2026. Considerando que ainda faltam dois anos, essa posição mostra o tanto que os especialistas acreditam no potencial dele.

    O que mais me chama atenção é a versatilidade. Com quase 2 metros de altura, ele consegue jogar tanto de ala quanto de armador. Essa flexibilidade posicional é ouro na NBA moderna, onde os times procuram jogadores que podem fazer múltiplas funções.

    E aí, vocês acham que ele tem potencial pra ser uma escolha de lottery no Draft? Eu tô começando a acreditar que sim. Claro, ainda tem muito basquete pela frente, mas os fundamentos já estão lá. Agora é ver se ele consegue manter essa evolução nos próximos dois anos em Illinois.

    Uma coisa é certa: vamos ficar de olho nesse garoto. Com números assim logo na primeira temporada, Wagler pode ser mais uma surpresa positiva vinda do basquete universitário.

  • Calouro de Stanford quebra recorde e vai pro Draft da NBA

    Calouro de Stanford quebra recorde e vai pro Draft da NBA

    Gente, vocês conhecem a história do Ebuka Okorie? Esse cara simplesmente chegou em Stanford sem NENHUMA oferta de universidade grande — veio lá de New Hampshire, onde quase ninguém dava bola pra ele. E olha só: fechou a temporada como o 8º maior pontuador de TODA a NCAA. Absurdo.

    O garoto anunciou quinta-feira que vai declarar pro Draft da NBA, e cara, depois do que ele fez não tem como culpar. 23.2 pontos por jogo na primeira temporada universitária. Pra vocês terem uma ideia, entre os calouros só perdeu pra dois caras que já são considerados escolhas garantidas na loteria: AJ Dybantsa (BYU) e Darius Acuff Jr. (Arkansas).

    Do zero ao herói em Stanford

    A história dele é daquelas que a gente ama ver no basquete. Chegou em Stanford praticamente desconhecido e já na estreia meteu 26 pontos contra Portland State. Mas o negócio ficou sério mesmo quando ele destruiu North Carolina com 36 pontos numa vitória que ninguém esperava.

    E o cara não parou por aí não. Fez 40 pontos contra Georgia Tech jogando em casa, e terminou a temporada com OITO jogos de 30+ pontos. Isso quebrou o recorde de calouros da ACC que era do Marvin Bagley III, que jogou em Duke. Olha o nível.

    Números que impressionam

    Os 719 pontos que ele fez ficaram como o terceiro maior total de uma única temporada na história de Stanford. Só perdeu pra Adam Keefe (1991-92) e Chasson Randle (2014-15). E não foi só pontuação não — 3.6 rebotes, 3.6 assistências e 1.6 roubos de bola por jogo.

    Sabem quem foi o último cara a atingir essas médias combinadas? Ja Morant em 2018-19, quando ainda estava em Murray State. Ou seja, o Okorie tá em boa companhia.

    O que mais me impressiona é como ele melhorou o arremesso de três durante a temporada. Nos últimos 12 jogos, acertou 46.9% das tentativas do perímetro. Sinceramente, não esperava essa evolução tão rápida.

    As projeções colocam ele como uma escolha do final da primeira rodada do Draft. Na minha opinião, pode ser uma pechincha pra quem conseguir draftar ele. Um cara que chegou do nada e fez o que fez em Stanford… esse tipo de mentalidade e trabalho duro é exatamente o que os times da NBA procuram.

    E aí, vocês acham que ele consegue se estabelecer na NBA ou deveria ter ficado mais um ano na faculdade?

  • Malone recusou Carolina do Norte várias vezes até aceitar vaga de US$ 50 mi

    Malone recusou Carolina do Norte várias vezes até aceitar vaga de US$ 50 mi

    Olha só que história louca: Michael Malone quase deixou escapar uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano. O cara que foi demitido do Denver Nuggets recusou North Carolina várias vezes antes de finalmente aceitar comandar os Tar Heels por seis anos e US$ 50 milhões.

    Na coletiva de apresentação desta terça, Malone revelou que quando o diretor atlético Steve Newmark primeiro entrou em contato, ele nem levou a sério. Pensou que era só uma cortesia, sabe? “Cada vez que eu dizia não, eu me arrependia”, confessou o técnico. “Eu pensava: acho que estou cometendo um erro.”

    A reviravolta no Final Four

    A situação mudou completamente durante o Final Four. Tommy Lloyd (Arizona) e Dusty May (Michigan) — que eram as principais opções da Carolina — tiraram seus nomes da disputa. Aí sim a coisa ficou séria.

    Newmark e o diretor de operações Eric Hoots literalmente voaram de Indianapolis até a casa do Malone no Colorado no domingo de Páscoa. Imagina a cena: os caras cruzaram o país inteiro pra tentar convencer o técnico.

    “Muito mais tempo do que queríamos ele lá”, brincou Malone sobre a reunião que durou cinco horas. “Minha primeira reação quando disseram que queriam voar de Indianapolis foi tipo, não… mas estou tão feliz que eles vieram, porque mudou minha opinião e a da minha esposa.”

    O fator família pesou muito

    Aqui que a história fica ainda mais interessante. A filha dele, Bridget, joga vôlei na própria UNC e falou diretamente pro pai: “aceita essa vaga”. Além disso, o pai falecido do Malone, Brendan (que também era técnico), sempre foi um admirador de North Carolina e do lendário Dean Smith.

    Sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente tanto da Carolina quanto do Malone. Ele estava sem emprego na NBA desde que saiu dos Nuggets, e a UNC conseguiu um técnico experiente que conhece o basquete de alto nível. US$ 50 milhões por seis anos não é brincadeira — mostra o quanto eles acreditam no cara.

    E aí, vocês acham que o Malone vai conseguir devolver North Carolina ao topo do basquete universitário? A pressão vai ser gigantesca, especialmente com esse salário astronômico.

  • Michigan domina UConn e fatura o título da NCAA

    Michigan domina UConn e fatura o título da NCAA

    Cara, que temporada absurda do Michigan! Os Wolverines fecharam com chave de ouro uma campanha histórica ao bater UConn por 69-63 na final da NCAA de ontem à noite. E olha, desde novembro eu já sabia que esse time era diferente.

    Lembram quando Elliot Cadeau soltou aquela frase antes da final do Players Era Championship? “Somos o melhor time já montado”. Na época até pensei: “calma lá, garoto”. Aí os caras saíram de lá e destruíram Gonzaga por 40 pontos de diferença. Quarenta, gente. Foi aí que eu percebi: esse moleque não tava falando à toa.

    Cadeau brilha na decisão

    E na final nacional, quem mais ia ser o protagonista? Cadeau fechou com 19 pontos e levou o prêmio de Most Outstanding Player – mais que merecido. O cara simplesmente comandou Michigan durante toda essa campanha monstruosa.

    Sinceramente, desde aquela vitória sobre Gonzaga lá em novembro, Michigan foi simplesmente o time mais dominante do país. E vocês viram como eles jogaram ontem? Mesmo com UConn pressionando no final, os Wolverines mantiveram a frieza e fecharam a conta.

    Uma temporada para a história

    Olha, eu acompanho NCAA há anos e posso dizer: essa foi uma das campanhas mais impressionantes que já vi. Michigan entrou nessa temporada com expectativas altas, mas ninguém esperava esse nível de dominância.

    UConn até tentou uma reação no segundo tempo – e olha que eles são bicampeões nacionais, não é qualquer um. Mas Michigan tinha aquela confiança de time grande, sabe? Aquela tranquilidade de quem sabe que é superior.

    No final das contas, os Wolverines provaram que Cadeau tava certo desde o começo. Talvez eles realmente fossem “o melhor time já montado”. E aí, vocês acham que Michigan consegue repetir essa mágica ano que vem?

  • Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Meus amigos, acabou! Michigan é campeão da NCAA 2026 e que final foi essa contra UConn, hein? Os Wolverines quebraram um jejum de 37 anos — desde 1989 que eles não levantavam o troféu do March Madness. E cara, eles mereceram muito.

    Quem acompanha basquete universitário sabe o que significa esse momento. Aquela sensação de ver o ‘One Shining Moment’ no final do torneio, com os melhores lances, as emoções, os choros… É tradição desde 1987, e sinceramente? Este ano não decepcionou nem um pouco.

    Os momentos que marcaram o torneio

    Olha só que loucura foi esse March Madness. Chase Johnston, do High Point, metendo uma bandeja no último segundo pra derrubar Wisconsin (cabeça de chave 5!) na primeira rodada. Absurdo, né? Mas o lance que mais me arrepiou foi o Otega Oweh acertando uma bomba lá do meio da quadra pra forçar a prorrogação e salvar Kentucky. Monstro!

    E Duke? Coitados. Perderam a chance de ir pra Final Four pelo segundo ano consecutivo. Braylon Mullins mandou uma de três pontos que mandou UConn pra semifinal, depois que Cayden Boozer perdeu a bola no último segundo. Basquete universitário é isso aí — um segundo você tá no céu, no outro…

    Michigan finalmente volta ao topo

    Mas vamos falar do que realmente importa: Michigan campeão! Cara, que temporada espetacular eles fizeram. Aday Mara no garrafão fazendo a diferença, o time jogando junto… 37 anos esperando por esse momento.

    Vocês viram aquela disputa de bola no início do jogo entre o Tarris Reed Jr. (UConn) e o Mara? Ali você já sentia que seria um jogaço. E foi mesmo — duas equipes que chegaram na final merecendo estar lá.

    Na minha opinião, esse foi um dos melhores March Madness dos últimos anos. Teve de tudo: zebras, jogadas impossíveis, drama até o último segundo. E agora Michigan pode comemorar como campeão nacional.

    E aí, pessoal — quem de vocês tava torcendo pros Wolverines? Esse jejuito de quase 40 anos sendo quebrado foi emocionante demais!

  • Jaquez voa até Phoenix pra ver irmã fazer história em título da UCLA

    Jaquez voa até Phoenix pra ver irmã fazer história em título da UCLA

    Cara, que momento sensacional! Enquanto o Miami Heat descansava no domingo, Jaime Jaquez Jr. não pensou duas vezes: pegou um avião e voou até Phoenix para ver sua irmã Gabriela fazer história na final do NCAA feminino.

    E que história! A UCLA conquistou seu primeiro título nacional feminino de todos os tempos, atropelando South Carolina por 79 a 51. Uma surra dessas que a gente adora ver quando é do nosso time, né?

    Gabriela foi um monstro na final

    A irmã mais nova do nosso querido Jaime simplesmente decidiu que seria dela mesmo. 21 pontos (8 de 14 arremessos), 10 rebotes e 5 assistências. Double-double com facilidade e ainda distribuiu bola pra galera. Sinceramente? Performance de gente grande nos momentos que mais importam.

    O mais legal é que ela entrou para um clube bem seleto: apenas a quinta jogadora na história a conseguir pelo menos 20 pontos, 10 rebotes e 5 assistências numa final nacional. Tá ao lado de lendas como Breanna Stewart e Dawn Staley — que, ironia do destino, era justamente a técnica do South Carolina que levou essa surra.

    Irmão babão e com razão

    Jaime não conseguia conter a emoção na entrevista depois do jogo. “Não tenho palavras para descrever. É uma sensação incrível, me sinto no topo do mundo só de ter assistido esse jogo”, disse o cara, claramente emocionado.

    E olha, ele tem toda razão de estar orgulhoso. Lembram que no ano passado a UCLA caiu no Final Four? Pois é, usaram aquela dor como combustível e voltaram mais fortes. Na minha visão, isso mostra o caráter dessa garota — e pelo visto é de família mesmo.

    “Não é todo dia que sua irmã joga uma final nacional, ainda mais pela sua alma mater”, completou Jaime. É, imagino mesmo que deve ser um mix de emoções absurdo ver sua irmãzinha brilhando no mesmo lugar onde você fez história também.

    Vocês imaginam a festa que deve estar rolando na casa dos Jaquez? Dois filhos fazendo sucesso no basquete universitário e profissional… Os pais devem estar explodindo de orgulho!

    Gabriela fechou a temporada senior com médias sólidas: 13.3 pontos, 5.4 rebotes e 2.0 assistências por jogo. Números que não gritam, mas quando importou mesmo — na final — ela apareceu grande. Isso que separa os bons dos especiais.

  • Lendeborg vai jogar machucado na final: ‘Vou estar em quadra’

    Lendeborg vai jogar machucado na final: ‘Vou estar em quadra’

    Cara, isso que é raça! Yaxel Lendeborg saiu machucado da semifinal contra o Arizona no sábado — lesão no ligamento do joelho E torção no tornozelo — e mesmo assim já garantiu: vai encarar UConn na grande final de segunda.

    “Eu vou estar naquela quadra naquele jogo”, disse o pivô do Michigan. E olha, pelo jeito que ele falou, não tem discussão.

    Jogou machucado e ainda fez a diferença

    O mais impressionante é que o cara jogou apenas 14 minutos contra o Arizona (duas faltas bobas no início) e mesmo assim conseguiu 11 pontos. Imagina se tivesse 100%?

    O preparador físico do Michigan, Chris Williams, disse que está “muito confiante” que o Lendeborg vai conseguir jogar segunda. A lesão “se apresentou bem” — seja lá o que isso significa em termos médicos, mas parece positivo.

    Mudança de papel na final

    Agora vem a parte interessante. Lendeborg sabe que não vai poder fazer tudo que fazia antes. “Não senti muita dor na pisada. Então quando eu jogar segunda, vou ser um arremessador de canto de 3 pontos”, explicou.

    Sinceramente? Isso pode até ser vantagem pro Michigan. UConn vai se preparar pra enfrentar um pivô tradicional no garrafão, e aí o cara aparece esticando de 3. É estratégia pura.

    Vocês acham que ele aguenta os 40 minutos de uma final de March Madness machucado assim? Eu acho que a adrenalina vai falar mais alto — e Michigan vai precisar de cada centímetro dele pra parar UConn.

  • Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Olha só que loucura: Nate Oats acabou de assinar uma extensão de contrato com Alabama que vai deixar ele entre os cinco técnicos mais bem pagos do basquete universitário americano. O acordo vai até a temporada 2031-32 — ou seja, mais oito anos pela frente.

    Sinceramente? Merecido demais.

    O que esse cara fez em Alabama é coisa de outro mundo

    Desde que assumiu o programa em 2019, Oats transformou Alabama numa máquina de resultados. Cinco aparições no Sweet 16 consecutivas e uma chegada histórica ao Final Four. Cara, isso não é sorte — é trabalho.

    E tem um detalhe que me impressiona: em 2023, Alabama conseguiu sua primeira cabeça de chave número 1 na história do March Madness. Primeira vez, pessoal! Imaginem a pressão que foi e como ele soube lidar com tudo isso.

    Eu lembro quando ele chegou em Alabama vindo de Buffalo — muita gente duvidou. “Mais um técnico de programa pequeno que não vai conseguir dar o salto”, diziam por aí. Que bobagem. O cara provou que sistema de jogo bem montado e desenvolvimento de jogadores funciona em qualquer lugar.

    Vale cada centavo desse contrato

    Vocês acham que Alabama está pagando caro demais? Eu discordo completamente. Num esporte onde consistência é tudo, ter um técnico que te leva pro Sweet 16 todo ano é ouro. E olhem que estamos falando da SEC, uma das conferências mais brutais do país.

    O que mais me impressiona no trabalho do Oats é como ele consegue fazer os caras jogarem como um time de verdade. Não é só sobre recrutar cinco estrelas — é sobre fazer eles funcionarem juntos. E isso, meus amigos, é a marca de um técnico especial.

    Alabama acertou em cheio com essa renovação. Com estabilidade até 2032, Oats pode planejar a longo prazo e continuar construindo esse programa que virou uma potência nacional. E aí, acham que ele consegue levar o título nacional pros Crimson Tide?

  • UCLA Destruiu South Carolina e Fez História no Basquete Feminino!

    UCLA Destruiu South Carolina e Fez História no Basquete Feminino!

    Cara, que noite foi essa em Cleveland! A UCLA simplesmente destruiu South Carolina por 79-51 e conquistou o primeiro título nacional da história do basquete feminino da universidade. E olha, não foi só uma vitória — foi uma demonstração de força total.

    Vocês conseguem imaginar a emoção da técnica Cori Close? A mulher esperou anos por esse momento, e quando finalmente chegou, o time dela não deu chance pro adversário. 79-51, gente. Setenta e nove a cinquenta e um!

    Dominação Total no Garrafão

    Lauren Betts foi simplesmente monstruosa no garrafão. A pivô da UCLA mostrou por que é uma das melhores do país, dominando completamente o lado defensivo e criando espaços ofensivos que deixaram South Carolina perdida em quadra.

    E sabe o que mais me impressionou? A forma como esse time joga junto. Nada de estrelismo, nada de forçar jogada individual. Foi basquete coletivo do início ao fim — exatamente o que você espera de um time campeão.

    South Carolina Não Conseguiu Reagir

    Sinceramente, eu não esperava ver South Carolina tomando uma surra dessas. Estamos falando de uma das potências do basquete feminino universitário, mas a defesa da UCLA foi simplesmente sufocante. Os Gamecocks não conseguiam nem respirar em quadra.

    Essa foi a segunda pior derrota de South Carolina na história do March Madness. Isso diz tudo sobre como a UCLA jogou ontem à noite. Foi um daqueles jogos em que tudo deu certo pro time vencedor.

    História Pura na Califórnia

    O mais emocionante de tudo isso é pensar na história da UCLA. Estamos falando da universidade de John Wooden, lenda do basquete universitário masculino. Agora as mulheres também têm sua bandeira no teto do ginásio.

    Ann Meyers Drysdale e todas as ex-jogadoras que ajudaram a construir esse programa devem estar chorando de emoção hoje. Décadas de trabalho finalmente coroadas com o título máximo.

    E aí, pessoal — vocês acham que a UCLA consegue repetir a dose ano que vem? Com esse time jogando desse jeito, não duvido de nada!

  • UCLA quebra jejum histórico e vai para primeira final da NCAA

    UCLA quebra jejum histórico e vai para primeira final da NCAA

    Cara, que jogaço absurdo! UCLA acabou de fazer história ao vencer o Texas por 51-44 e garantir sua primeira final de campeonato nacional da NCAA. Primeira vez, pessoal! Depois de anos tentando, as Bruins finalmente conseguiram.

    E olha, não foi bonito de se ver, não. Um jogo durão, travado, daqueles que a gente torce o nariz mas que mostra o quanto essas meninas querem ganhar. Lauren Betts foi o diferencial com 16 pontos e 11 rebotes — um double-double decisivo quando mais precisava.

    A revanche perfeita

    O mais louco dessa história? UCLA estava invicta até novembro, quando perdeu justamente para o Texas por 76-65. Desde então, foram 30 vitórias consecutivas. Trinta! E agora, na semifinal, conseguiram a revanche na hora que mais importava.

    “Tudo que você pode pedir é uma oportunidade de jogar seu melhor basquete por um campeonato nacional”, disse a técnica Cori Close. Simples assim, né? E elas tiveram essa chance.

    Ataque travado de ambos os lados

    Sinceramente, foi um dos jogos mais feios que já vi em uma Final Four. Madison Booker, a estrela do Texas, fez apenas 6 pontos em 3 de 23 arremessos. Três de vinte e três, gente! A menina errou 17 tentativas seguidas — recorde individual da Final Four.

    O técnico do Texas, Vic Schaefer, resumiu bem: “Não conseguimos acertar um arremesso hoje à noite”. Ele ainda disse que isso vai assombrar ele até o dia que morrer. Pesado, mas é assim mesmo — quando você chega tão perto e não consegue…

    UCLA não jogou bem também, viu? 23 turnovers é muita bola perdida para uma semifinal. Mas quando importou, no último quarto, elas fizeram uma sequência de 7-0 que decidiu tudo. Kiki Rice acertou uma bomba de três, Gabriela Jaquez fez a bandeja, e pronto — vantagem de dois dígitos.

    Final histórica pela frente

    Agora é UCLA contra South Carolina na final de domingo. Dois programas gigantes, mas com histórias bem diferentes. South Carolina já é campeã, UCLA nunca foi. Vocês acham que as Bruins conseguem completar essa jornada incrível?

    Lauren Betts disse uma coisa que me marcou: “No ano passado levamos aquela derrota muito a sério. Estou orgulhosa do crescimento e de como mantivemos um padrão alto o ano todo”. É isso aí — crescimento, resiliência, e agora uma chance histórica de ser campeã.

    Que final nos espera no domingo!