Tag: NCAA

  • Jaquez voa até Phoenix pra ver irmã fazer história em título da UCLA

    Jaquez voa até Phoenix pra ver irmã fazer história em título da UCLA

    Cara, que momento sensacional! Enquanto o Miami Heat descansava no domingo, Jaime Jaquez Jr. não pensou duas vezes: pegou um avião e voou até Phoenix para ver sua irmã Gabriela fazer história na final do NCAA feminino.

    E que história! A UCLA conquistou seu primeiro título nacional feminino de todos os tempos, atropelando South Carolina por 79 a 51. Uma surra dessas que a gente adora ver quando é do nosso time, né?

    Gabriela foi um monstro na final

    A irmã mais nova do nosso querido Jaime simplesmente decidiu que seria dela mesmo. 21 pontos (8 de 14 arremessos), 10 rebotes e 5 assistências. Double-double com facilidade e ainda distribuiu bola pra galera. Sinceramente? Performance de gente grande nos momentos que mais importam.

    O mais legal é que ela entrou para um clube bem seleto: apenas a quinta jogadora na história a conseguir pelo menos 20 pontos, 10 rebotes e 5 assistências numa final nacional. Tá ao lado de lendas como Breanna Stewart e Dawn Staley — que, ironia do destino, era justamente a técnica do South Carolina que levou essa surra.

    Irmão babão e com razão

    Jaime não conseguia conter a emoção na entrevista depois do jogo. “Não tenho palavras para descrever. É uma sensação incrível, me sinto no topo do mundo só de ter assistido esse jogo”, disse o cara, claramente emocionado.

    E olha, ele tem toda razão de estar orgulhoso. Lembram que no ano passado a UCLA caiu no Final Four? Pois é, usaram aquela dor como combustível e voltaram mais fortes. Na minha visão, isso mostra o caráter dessa garota — e pelo visto é de família mesmo.

    “Não é todo dia que sua irmã joga uma final nacional, ainda mais pela sua alma mater”, completou Jaime. É, imagino mesmo que deve ser um mix de emoções absurdo ver sua irmãzinha brilhando no mesmo lugar onde você fez história também.

    Vocês imaginam a festa que deve estar rolando na casa dos Jaquez? Dois filhos fazendo sucesso no basquete universitário e profissional… Os pais devem estar explodindo de orgulho!

    Gabriela fechou a temporada senior com médias sólidas: 13.3 pontos, 5.4 rebotes e 2.0 assistências por jogo. Números que não gritam, mas quando importou mesmo — na final — ela apareceu grande. Isso que separa os bons dos especiais.

  • Lendeborg vai jogar machucado na final: ‘Vou estar em quadra’

    Lendeborg vai jogar machucado na final: ‘Vou estar em quadra’

    Cara, isso que é raça! Yaxel Lendeborg saiu machucado da semifinal contra o Arizona no sábado — lesão no ligamento do joelho E torção no tornozelo — e mesmo assim já garantiu: vai encarar UConn na grande final de segunda.

    “Eu vou estar naquela quadra naquele jogo”, disse o pivô do Michigan. E olha, pelo jeito que ele falou, não tem discussão.

    Jogou machucado e ainda fez a diferença

    O mais impressionante é que o cara jogou apenas 14 minutos contra o Arizona (duas faltas bobas no início) e mesmo assim conseguiu 11 pontos. Imagina se tivesse 100%?

    O preparador físico do Michigan, Chris Williams, disse que está “muito confiante” que o Lendeborg vai conseguir jogar segunda. A lesão “se apresentou bem” — seja lá o que isso significa em termos médicos, mas parece positivo.

    Mudança de papel na final

    Agora vem a parte interessante. Lendeborg sabe que não vai poder fazer tudo que fazia antes. “Não senti muita dor na pisada. Então quando eu jogar segunda, vou ser um arremessador de canto de 3 pontos”, explicou.

    Sinceramente? Isso pode até ser vantagem pro Michigan. UConn vai se preparar pra enfrentar um pivô tradicional no garrafão, e aí o cara aparece esticando de 3. É estratégia pura.

    Vocês acham que ele aguenta os 40 minutos de uma final de March Madness machucado assim? Eu acho que a adrenalina vai falar mais alto — e Michigan vai precisar de cada centímetro dele pra parar UConn.

  • Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Olha só que loucura: Nate Oats acabou de assinar uma extensão de contrato com Alabama que vai deixar ele entre os cinco técnicos mais bem pagos do basquete universitário americano. O acordo vai até a temporada 2031-32 — ou seja, mais oito anos pela frente.

    Sinceramente? Merecido demais.

    O que esse cara fez em Alabama é coisa de outro mundo

    Desde que assumiu o programa em 2019, Oats transformou Alabama numa máquina de resultados. Cinco aparições no Sweet 16 consecutivas e uma chegada histórica ao Final Four. Cara, isso não é sorte — é trabalho.

    E tem um detalhe que me impressiona: em 2023, Alabama conseguiu sua primeira cabeça de chave número 1 na história do March Madness. Primeira vez, pessoal! Imaginem a pressão que foi e como ele soube lidar com tudo isso.

    Eu lembro quando ele chegou em Alabama vindo de Buffalo — muita gente duvidou. “Mais um técnico de programa pequeno que não vai conseguir dar o salto”, diziam por aí. Que bobagem. O cara provou que sistema de jogo bem montado e desenvolvimento de jogadores funciona em qualquer lugar.

    Vale cada centavo desse contrato

    Vocês acham que Alabama está pagando caro demais? Eu discordo completamente. Num esporte onde consistência é tudo, ter um técnico que te leva pro Sweet 16 todo ano é ouro. E olhem que estamos falando da SEC, uma das conferências mais brutais do país.

    O que mais me impressiona no trabalho do Oats é como ele consegue fazer os caras jogarem como um time de verdade. Não é só sobre recrutar cinco estrelas — é sobre fazer eles funcionarem juntos. E isso, meus amigos, é a marca de um técnico especial.

    Alabama acertou em cheio com essa renovação. Com estabilidade até 2032, Oats pode planejar a longo prazo e continuar construindo esse programa que virou uma potência nacional. E aí, acham que ele consegue levar o título nacional pros Crimson Tide?

  • UCLA Destruiu South Carolina e Fez História no Basquete Feminino!

    UCLA Destruiu South Carolina e Fez História no Basquete Feminino!

    Cara, que noite foi essa em Cleveland! A UCLA simplesmente destruiu South Carolina por 79-51 e conquistou o primeiro título nacional da história do basquete feminino da universidade. E olha, não foi só uma vitória — foi uma demonstração de força total.

    Vocês conseguem imaginar a emoção da técnica Cori Close? A mulher esperou anos por esse momento, e quando finalmente chegou, o time dela não deu chance pro adversário. 79-51, gente. Setenta e nove a cinquenta e um!

    Dominação Total no Garrafão

    Lauren Betts foi simplesmente monstruosa no garrafão. A pivô da UCLA mostrou por que é uma das melhores do país, dominando completamente o lado defensivo e criando espaços ofensivos que deixaram South Carolina perdida em quadra.

    E sabe o que mais me impressionou? A forma como esse time joga junto. Nada de estrelismo, nada de forçar jogada individual. Foi basquete coletivo do início ao fim — exatamente o que você espera de um time campeão.

    South Carolina Não Conseguiu Reagir

    Sinceramente, eu não esperava ver South Carolina tomando uma surra dessas. Estamos falando de uma das potências do basquete feminino universitário, mas a defesa da UCLA foi simplesmente sufocante. Os Gamecocks não conseguiam nem respirar em quadra.

    Essa foi a segunda pior derrota de South Carolina na história do March Madness. Isso diz tudo sobre como a UCLA jogou ontem à noite. Foi um daqueles jogos em que tudo deu certo pro time vencedor.

    História Pura na Califórnia

    O mais emocionante de tudo isso é pensar na história da UCLA. Estamos falando da universidade de John Wooden, lenda do basquete universitário masculino. Agora as mulheres também têm sua bandeira no teto do ginásio.

    Ann Meyers Drysdale e todas as ex-jogadoras que ajudaram a construir esse programa devem estar chorando de emoção hoje. Décadas de trabalho finalmente coroadas com o título máximo.

    E aí, pessoal — vocês acham que a UCLA consegue repetir a dose ano que vem? Com esse time jogando desse jeito, não duvido de nada!

  • UCLA quebra jejum histórico e vai para primeira final da NCAA

    UCLA quebra jejum histórico e vai para primeira final da NCAA

    Cara, que jogaço absurdo! UCLA acabou de fazer história ao vencer o Texas por 51-44 e garantir sua primeira final de campeonato nacional da NCAA. Primeira vez, pessoal! Depois de anos tentando, as Bruins finalmente conseguiram.

    E olha, não foi bonito de se ver, não. Um jogo durão, travado, daqueles que a gente torce o nariz mas que mostra o quanto essas meninas querem ganhar. Lauren Betts foi o diferencial com 16 pontos e 11 rebotes — um double-double decisivo quando mais precisava.

    A revanche perfeita

    O mais louco dessa história? UCLA estava invicta até novembro, quando perdeu justamente para o Texas por 76-65. Desde então, foram 30 vitórias consecutivas. Trinta! E agora, na semifinal, conseguiram a revanche na hora que mais importava.

    “Tudo que você pode pedir é uma oportunidade de jogar seu melhor basquete por um campeonato nacional”, disse a técnica Cori Close. Simples assim, né? E elas tiveram essa chance.

    Ataque travado de ambos os lados

    Sinceramente, foi um dos jogos mais feios que já vi em uma Final Four. Madison Booker, a estrela do Texas, fez apenas 6 pontos em 3 de 23 arremessos. Três de vinte e três, gente! A menina errou 17 tentativas seguidas — recorde individual da Final Four.

    O técnico do Texas, Vic Schaefer, resumiu bem: “Não conseguimos acertar um arremesso hoje à noite”. Ele ainda disse que isso vai assombrar ele até o dia que morrer. Pesado, mas é assim mesmo — quando você chega tão perto e não consegue…

    UCLA não jogou bem também, viu? 23 turnovers é muita bola perdida para uma semifinal. Mas quando importou, no último quarto, elas fizeram uma sequência de 7-0 que decidiu tudo. Kiki Rice acertou uma bomba de três, Gabriela Jaquez fez a bandeja, e pronto — vantagem de dois dígitos.

    Final histórica pela frente

    Agora é UCLA contra South Carolina na final de domingo. Dois programas gigantes, mas com histórias bem diferentes. South Carolina já é campeã, UCLA nunca foi. Vocês acham que as Bruins conseguem completar essa jornada incrível?

    Lauren Betts disse uma coisa que me marcou: “No ano passado levamos aquela derrota muito a sério. Estou orgulhosa do crescimento e de como mantivemos um padrão alto o ano todo”. É isso aí — crescimento, resiliência, e agora uma chance histórica de ser campeã.

    Que final nos espera no domingo!

  • UConn na final de novo? Esses caras são monstros mesmo

    UConn na final de novo? Esses caras são monstros mesmo

    Olha, eu já sabia que o UConn era bom, mas essa sequência tá ficando absurda. Os Huskies acabaram de atropelар Illinois por 71-62 no Final Four e — pasmem — vão pra sua terceira final de March Madness em quatro anos. Terceira em quatro!

    Pra vocês terem noção do que isso significa: a última vez que um time conseguiu três títulos nacionais em quatro temporadas foi a lendária UCLA do John Wooden em 1975. Estamos falando de quase 50 anos atrás, pessoal.

    O show de Tarris Reed Jr.

    O cara que comandou a festa foi Tarris Reed Jr., que meteu 17 pontos e praticamente carregou o UConn nas costas quando precisou. Braylon Mullins também deu sua contribuição com 15 pontos, incluindo 4 bolas de três em 7 tentativas — um aproveitamento de 57% que dói no adversário.

    E o mais impressionante? No primeiro tempo, o UConn não cometeu uma única perda de bola. Zero turnover. Isso é coisa de time que tá jogando num nível diferenciado mesmo.

    Illinois tentou, mas não deu

    Não vou mentir, Illinois assustou no final. Os Huskies chegaram a abrir 14 pontos de vantagem no segundo tempo, mas Illinois conseguiu diminuir pra apenas 4 pontos faltando menos de cinco minutos. Meu coração nem aguenta essas viradas malucas do March Madness!

    Mas aí que tá — o UConn mostrou por que é bicampeão. Não se desesperou, manteve a cabeça fria e fechou o jogo. Illinois até tentou correr atrás, mas terminou com apenas 106 pontos por 100 posses — quase 30 pontos abaixo da média da temporada deles.

    Sinceramente, vocês acham que alguém consegue parar esse UConn na final? Porque do jeito que eles tão jogando, vai ser difícil viu…

  • Calouro do UConn é monstro na semifinal e leva time para a final

    Calouro do UConn é monstro na semifinal e leva time para a final

    Cara, esse Braylon Mullins é absurdo. O calouro do UConn simplesmente decidiu virar protagonista no Final Four e mandou os Huskies para mais uma final do March Madness com uma performance que me deixou de queixo caído.

    Na vitória por 71-62 contra Illinois na semifinal, o garoto de 18 anos não esperou o final dramático como fez contra Duke na semana passada — ele começou metendo duas bombas de três logo nos primeiros três minutos. Pronto, jogo encaminhado.

    O show começou cedo

    “Eu sabia que precisava arremessar com confiança depois do que rolou domingo passado”, disse Mullins após o jogo. E olha, funcionou perfeitamente. Ver as duas primeiras bolas entrando deve ter dado uma confiança absurda pro moleque.

    O mais impressionante? Esse garoto estava numa seca braba antes — tinha convertido apenas 11 de 59 tentativas de três nos últimos nove jogos. Mas sabe como é, jogador clutch nasce pronto. No momento que importa, ele aparece.

    Jaylin Stewart, que joga junto com ele, resumiu bem: “Quando ele acertou a primeira, eu meio que já sabia que ia ser um bom dia. Quando ele está agressivo, é meio imparável, para ser honesto.”

    O arremesso que selou tudo

    Com Illinois conseguindo diminuir uma vantagem de 14 pontos para apenas 4 no finalzinho, o que você acha que aconteceu? Mullins apareceu de novo com mais uma bomba de três da lateral para matar o jogo de vez.

    Sinceramente, eu não sei o que mais me impressiona: a frieza de um calouro em momentos assim ou a capacidade dele de ignorar completamente uma má sequência e simplesmente jogar. O cara terminou com 15 pontos, acertando 4 de 7 tentativas do perímetro.

    “Ele tem a mentalidade mamba de ir para a próxima jogada”, disse Malachi Smith sobre o companheiro. E cara, não tem como discordar. Mesmo quando não estava acertando nada no torneio (5 de 25 de três nos quatro primeiros jogos), continuou atirando sem medo.

    UConn na briga pelo hepta

    Agora os Huskies estão a uma vitória do sétimo título nacional da história do programa. Vão enfrentar o vencedor entre Michigan e Arizona na final, e com um Mullins jogando nesse nível, fica difícil apostar contra Connecticut.

    O mais louco é que o garoto é de Greenfield, Indiana — praticamente jogando em casa nessa semifinal em Indianapolis. A família toda estava lá vendo ele brilhar no maior palco do basquete universitário americano.

    “Ele é um dos melhores calouros do país. Um dos melhores jogadores do país, honestamente”, disparou Stewart. E olha, depois do que a gente viu hoje, fica difícil discordar dessa afirmação.

    Vocês acham que esse UConn consegue o hepta? Com Mullins jogando assim, eu tô começando a acreditar cada vez mais…

  • Dan Hurley não entendeu nada das vaias após classificar UConn

    Dan Hurley não entendeu nada das vaias após classificar UConn

    Cara, o Dan Hurley é mesmo um personagem à parte no basquete universitário americano. Depois de classificar UConn para mais uma final do March Madness com vitória de 71-62 sobre Illinois, o técnico levou umas vaias no Lucas Oil Stadium e ficou completamente perdido.

    “Eles estão me vaiando?”, perguntou ele no meio de uma entrevista com a repórter Tracy Wolfson, da CBS. “Eu não sei por que estão me vaiando.”

    Sinceramente? Eu ri demais com a cara de confuso dele. O homem acabou de levar seu time para a terceira final de NCAA em quatro anos e não consegue entender por que a torcida rival não gosta dele.

    O técnico que todo mundo ama odiar

    Olha, quem acompanha o basquete universitário sabe que o Hurley é daqueles técnicos que esquenta muito na beira da quadra. O cara vive protestando, gesticulando, brigando com árbitro – é pura paixão. E isso obviamente não agrada as torcidas adversárias.

    Durante o jogo mesmo, as câmeras flagraram ele reclamando de uma falta ofensiva contra Eric Reibe e levando vaia na sequência. Normal, né? Faz parte do show do March Madness.

    “Eu recebo muito mais reações negativas nas redes sociais do que quando encontro pessoas na vida real”, disse Hurley antes do jogo. “Porque quando encontro pessoas normais, elas olham pra mim e começam a rir ou sorrir. Ou falam: ‘Você é o cara dos vídeos. Parece meio louco, mas acho que é gente boa’.”

    Números que impressionam

    Brincadeiras à parte, o que o Hurley tem feito com UConn é absurdo. O homem está invicto no Final Four pelos Huskies: 5 vitórias em 5 jogos. No geral do March Madness, são 18 vitórias e apenas 3 derrotas.

    Agora ele vai buscar mais um título na segunda-feira. E vocês acham que ele vai conseguir? Eu tô apostando que sim – e provavelmente vai levar mais umas vaias no caminho, porque né… faz parte do personagem.

    É isso que eu amo no basquete universitário americano: tem drama, tem emoção, tem técnico maluco que não entende por que está sendo vaiado. Puro entretenimento!

  • South Carolina acaba com temporada perfeita de UConn em jogo tenso

    South Carolina acaba com temporada perfeita de UConn em jogo tenso

    Olha, eu não esperava uma pancadaria dessas na Final Four feminina, mas South Carolina simplesmente destruiu o sonho perfeito de UConn ontem à noite. 62-48 para as Gamecocks, que acabaram com a invencibilidade das Huskies e avançaram para a final do campeonato nacional.

    E o mais louco? O técnico Geno Auriemma saiu da quadra sem cumprimentar ninguém de South Carolina depois de uma discussão feia com Dawn Staley no fim do jogo. Cara, nunca vi isso em uma Final Four.

    A vingança veio gelada

    As jogadoras de South Carolina carregaram essa sede de revanche desde a derrota na final do ano passado. A preparadora física Molly Binetti literalmente deixava o placar daquela final nas TVs da academia toda manhã às 6h. Imagina acordar e ver sua derrota todo santo dia?

    “A gente via isso na nossa cara, então mesmo eu não tendo vivido aquilo, eu tive que absorver essa dor porque sabia que era maior que eu”, disse Ta’Niya Latson, que chegou ao programa essa temporada.

    E funcionou. South Carolina desmontou um ataque que vinha fazendo 87 pontos por jogo. Sarah Strong, a jogadora do ano pela AP, ficou com míseros 11 pontos. Azzi Fudd, que é um monstro, conseguiu apenas 8 pontos em 3 de 15 arremessos. UConn terminou com 31% de aproveitamento nos arremessos – simplesmente não dava nada certo.

    O jogo ficou feio (literalmente)

    A partida foi física demais. South Carolina não arremessou muito melhor (37%), mas a defesa delas foi sufocante. No terceiro quarto rolou de tudo: Sarah Strong teve a camisa rasgada durante uma jogada – ela saiu com a 21 e voltou com uma 55 em branco porque não tinha reposição.

    Auriemma ficou pistola e desabafou ao vivo para a ESPN: “Foram seis faltas marcadas no quarto, todas contra a gente. E elas estão batendo pra caramba nas nossas jogadoras o jogo inteiro”. O cara estava realmente nervoso.

    Na minha visão, o jogo saiu de controle no terceiro quarto. South Carolina abriu 10 pontos, UConn respondeu com três bolas de três seguidas, mas as Gamecocks seguraram e foram para o último período com 5 pontos de vantagem.

    A discussão que ninguém esperava

    Quando o jogo acabou, Auriemma foi em direção a Staley para o cumprimento de praxe. Só que deu ruim. Os dois começaram a discutir ali mesmo, assistentes tiveram que intervir, e Auriemma simplesmente deu as costas e foi direto para o vestiário sem cumprimentar ninguém.

    Dawn Staley ficou na dela depois: “Não tenho ideia do que aconteceu. Mas vou te falar uma coisa: eu tenho caráter. Se fiz algo errado pro Geno, não foi de propósito”.

    Sinceramente? Nunca vi um técnico sair assim de uma Final Four. Auriemma é lenda do basquete feminino, mas ali ele pisou na bola. As jogadoras dele ficaram sozinhas na quadra enquanto ele já estava no vestiário.

    South Carolina vai para sua terceira final consecutiva sob Dawn Staley. Quatro finais em cinco anos – os números dessa mulher são absurdos. E vocês, acham que UConn volta mais forte na próxima temporada ou essa derrota vai marcar o programa?

  • Fred Hoiberg é eleito técnico do ano e faz história em Nebraska

    Fred Hoiberg é eleito técnico do ano e faz história em Nebraska

    Olha, eu confesso que não esperava ver Nebraska brigando por prêmio de técnico do ano quando a temporada começou. Mas Fred Hoiberg simplesmente fez mágica no programa dos Cornhuskers e foi eleito o técnico do ano pela Associated Press — e cara, que história bonita.

    Hoiberg recebeu 17 votos de um painel de 61 jornalistas, deixando Jon Scheyer (Duke) com 13 votos para trás. Tommy Lloyd, do Arizona, ficou em terceiro com 11 votos. Mas o que torna isso especial vai muito além dos números.

    Uma volta pra casa histórica

    A conexão de Hoiberg com Nebraska é de arrepiar. O cara nasceu em Lincoln, os pais se formaram lá, e olha só isso: o avô materno dele, Jerry Bush, foi técnico dos Cornhuskers de 1953 a 1963. O avô paterno deu aula na universidade por 30 anos. É Nebraska no DNA mesmo.

    Quando assumiu em 2019, o programa estava destruído — uma classificação pro March Madness em 21 temporadas. As duas primeiras campanhas dele? Um desastre: 7 vitórias e 45 derrotas combinadas. Imagina a pressão que o cara não sentiu.

    A temporada dos sonhos

    Mas 2024 foi diferente. Completamente diferente. Nebraska fez 28 vitórias na temporada — recorde do programa na Big Ten com 15 triunfos. E olha que detalhe emocionante: o filho dele, Sam Hoiberg, estava no time como armador titular.

    O time começou com 20 vitórias consecutivas (20!) e chegou ao 5º lugar no ranking da AP — a melhor posição da história do programa. No March Madness, finalmente quebraram o jejum: primeira vitória em torneio NCAA em nove tentativas, atropelando Troy por 76-47.

    A jornada terminou no Sweet 16 com derrota para Iowa, mas sinceramente? Ninguém lá tava reclamando. “Quando a dor passar, e uma hora vai passar, esses caras merecem muito crédito pelo que fizeram pelo basquete de Nebraska”, disse Hoiberg depois da eliminação.

    Montando o quebra-cabeça perfeito

    A fórmula do sucesso teve ingredientes interessantes: Pryce Sandfort (transferido de Iowa), o holandês Rienk Mast no garrafão, e claro, Sam Hoiberg comandando a armação. “Levou tempo pra chegar aqui, mas era questão de trazer os jogadores certos, especialmente aqueles que a torcida pudesse abraçar”, explicou o técnico.

    Vocês acham que Nebraska consegue manter esse nível? Eu tô curioso pra ver como o programa vai se comportar agora que finalmente voltou ao mapa do basquete universitário americano. Uma coisa é certa: Fred Hoiberg fez algo que poucos imaginavam ser possível em Lincoln.