Tag: New York Knicks

  • Mitchell Robinson quebrou o dedo e Rick Barry tem a solução maluca

    Mitchell Robinson quebrou o dedo e Rick Barry tem a solução maluca

    Cara, o Mitchell Robinson tá numa sinuca de bico das grandes. O pivô do Knicks quebrou o mindinho da mão direita — e ninguém sabe direito como isso aconteceu. O time só disse que não foi em jogo nem treino, mas aí cortaram o assunto quando perguntaram mais detalhes. Mistério total.

    O problema é que o Robinson já era péssimo nos lances livres ANTES de quebrar o dedo. Durante esses playoffs, ele acertou apenas 13 de 43 tentativas. Isso dá uns 30,2% de aproveitamento. É de chorar, gente.

    E agora, com o dedo quebrado e usando uma órtese na mão, as coisas podem ficar ainda piores. É aí que entra Rick Barry na história.

    O cara que virou lenda atirando ‘de vovó’

    Barry, que tem 82 anos e foi 12 vezes All-Star, ligou pra dizer que tem a solução perfeita pro Mitchell: arremessar por baixo. Isso mesmo, aquele estilo ‘de vovó’ que todo mundo zoava na escola.

    Olha, eu sei que parece loucura, mas o cara tem moral pra falar isso. Barry acertou 89,3% dos lances livres na carreira dele — e fazia tudo por baixo. “Ele deveria ter mudado pra esse estilo antes mesmo de quebrar o dedo”, disse Barry.

    A parada é que, segundo Barry (e alguns físicos que ele citou), arremessar por baixo é cientificamente superior. Você tem mais controle da bola e cria um arco melhor. Principalmente pros pivôs grandões como o Robinson, que às vezes parecem que tão jogando bolinha de tênis no aro.

    Será que funcionaria mesmo?

    Barry tá convencido de que o dedo quebrado seria irrelevante se o Mitchell mudasse o estilo. “Todo o toque e sensibilidade vem dos outros dedos”, explicou. “Você junta as mãos e a bola sai rolando com o movimento do braço. O mindinho não tem nada a ver com isso.”

    Sinceramente, faz sentido. Mas aí vem a pergunta: será que o Robinson toparia fazer isso poucos dias antes das Finais? Barry acha que sim, que dá pra aprender rápido. “É uma técnica simples, é tudo sobre sensibilidade”, disse.

    O problema é o que todo mundo já imagina: o ego. Nenhum jogador da NBA quer ser zoado pelos colegas por arremessar “de vovó”. Barry fica pistola com isso: “Joguem o ego no armário”, desabafou.

    E vocês, acham que o Mitchell deveria tentar? Ou é loucura demais mudar tudo a essa altura do campeonato? Eu tô curioso pra ver se ele vai ter coragem — porque pior que 30% de aproveitamento é difícil ficar, né?

  • Robinson posta foto bizarra de ‘cura divina’ no dedo machucado

    Robinson posta foto bizarra de ‘cura divina’ no dedo machucado

    Gente, vocês viram essa loucura que rolou no Instagram? Mitchell Robinson, pivô dos Knicks, postou uma imagem completamente surreal onde Jordan Clarkson aparece “curando” o dedo machucado dele com uma luz divina. Sim, vocês leram certo.

    O Robinson passou por uma cirurgia no dedo mindinho depois da varredura nos Cavaliers nas Finais da Conferência Leste. E olha, ninguém sabe direito como ele se machucou — o técnico Mike Brown disse que não foi em jogo nem treino. Mistério total.

    A foto que tá virando meme

    Aí que entra a genialidade (ou loucura) do Jordan Clarkson. O cara criou uma montagem onde ele tá examinando a mão do Robinson no banco dos Knicks, só que o dedo machucado aparece iluminado como se tivesse recebido uma bênção divina. Tipo aquelas imagens religiosas, sabe?

    Robinson até agradeceu o brother no post: “Obrigado, irmão” com emoji de coração azul e mãos rezando. Sinceramente? Achei genial da parte do Clarkson. O cara tem senso de humor.

    O problema real dos lances livres

    Agora, falando sério… se essa “cura” fosse real mesmo, eu pediria pro Clarkson trabalhar mais é nos arremessos de lance livre do Robinson. O cara é um monstro no rebote e na defesa, mas nos lances livres? Rapaz, é sofrimento puro.

    Na temporada regular ele converteu apenas 40,8% dos lances livres. Nos playoffs então? Piorou ainda mais — só 30,2%. É tanto que os adversários fazem falta nele de propósito, estratégia clássica do “Hack-a-Robinson”.

    Os Knicks tão descansando agora depois de passar fácil pelos Cavaliers, e a expectativa é que o Robinson esteja disponível pra Final da NBA. Vai ser contra Spurs ou Thunder — eles decidem no sábado no jogo 7 da Conferência Oeste.

    E aí, galera, vocês acham que a “cura divina” do Clarkson vai funcionar nos lances livres também? Porque se funcionar, eu quero saber o Instagram dele pra mandar pro meu time do coração aqui no Brasil!

  • 27 anos depois: o mundo era outro quando o Knicks chegou na final pela última vez

    27 anos depois: o mundo era outro quando o Knicks chegou na final pela última vez

    Cara, vocês conseguem imaginar? A última vez que o New York Knicks chegou numa final da NBA foi em 1999. Vinte e sete anos atrás. Pra vocês terem uma ideia de quanto tempo é isso: o mundo ainda estava pirando com o bug do milênio, as Torres Gêmeas ainda dominavam o skyline de Manhattan e todo mundo ouvia CD no discman.

    Agora que o Knicks finalmente voltou pra final em 2026 (sim, essa é uma notícia do futuro que chegou até nós), dá pra ter uma noção absurda de como tudo mudou. E quando eu falo tudo, é TUDO mesmo.

    Nova York virou outra cidade

    Primeiro, o óbvio: o skyline de Manhattan não é mais o mesmo. As Torres Gêmeas caíram no 11 de setembro, e no lugar delas agora temos o One World Trade Center. É um marco que simboliza toda a transformação que a cidade passou.

    E não é só a paisagem que mudou. Em 1999, o prefeito era o Rudy Giuliani – aquele mesmo que depois virou advogado do Trump e se meteu em todas as confusões. Agora em 2026, quem manda na Big Apple é o Zohran Mamdani, um democrata socialista. Monstro como a política americana deu uma guinada, né?

    O Madison Square Garden também passou por uma reforma pesada entre 2011 e 2013 – quase 1 bilhão de dólares gastos pra deixar a arena moderna. Hoje em dia os torcedores escaneiam ingresso no celular, imaginem só. Em 99 era tudo papel mesmo.

    O time que trouxe a magia de volta

    Esse Knicks de 2026 tá comandado pelo Jalen Brunson, que virou o cara da franquia. O time tem também Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges, Josh Hart e OG Anunoby. Sinceramente? Esse elenco tá muito mais robusto que aquele de 99.

    O que mais me impressiona é como eles conseguiram varrer o Cleveland Cavaliers na final do Leste. Varreu, gente! 4-0. Isso mostra o nível que esse time chegou. Desde aquela campanha histórica de 99, quando perderam pra San Antonio na final, os torcedores do Knicks esperaram quase três décadas pra ver o time de volta ao palco principal.

    A cultura pop também era outra

    Pra vocês terem uma ideia de como era diferente: em 99, a Lauryn Hill tinha acabado de ganhar o Grammy de Álbum do Ano com “The Miseducation of Lauryn Hill” – aquele disco que é um clássico até hoje. Em 2026, foi o Bad Bunny que levou o prêmio com “Debí Tirar Más Fotos”.

    Na época, “Shakespeare in Love” ganhou o Oscar de melhor filme. Agora foi “One Battle After Another”, com Leonardo DiCaprio. E olhem só que louco: em 99 a Jennifer Lopez estava no topo das paradas com “If You Had My Love”, enquanto em 2026 é o Drake com uma música chamada “Janice STFU” (risos, só podia ser o Drake mesmo).

    É impressionante pensar que uma geração inteira de fãs do Knicks nasceu, cresceu e virou adulta sem ver o time numa final. Agora essa galera finalmente vai poder viver essa experiência que parecia impossível.

    E aí, vocês acham que depois de 27 anos de sofrimento, o Knicks finalmente vai conseguir o título? Eu tô com uma expectativa absurda, mas também com aquele medinho de sempre…

  • Knicks na Final da NBA: festa merecida, mas cadê o anel?

    Knicks na Final da NBA: festa merecida, mas cadê o anel?

    Mano, que loucura ver a galera do Knicks tomando as ruas de Nova York comemorando a classificação pra Final da NBA. Sinceramente? Eles merecem essa festa — são mais de 50 anos sofrendo com essa franquia.

    Mas olha só, eu fico meio divided sobre isso tudo. Por um lado, é massa demais ver a torcida explodindo de alegria depois de décadas comendo o pão que o diabo amassou. Por outro lado… cara, é só uma classificação pra Final. Onde tá o troféu?

    A dor que todo torcedor conhece

    Eu entendo perfeitamente os fãs dos Knicks, não vou mentir. Como torcedor que acompanhou o Warriors sendo uma piada absoluta por décadas, sei exatamente como é viver só de esperança. É aquela coisa de ir no jogo torcer pra não passar vergonha, sabe?

    Lembro dos Warriors vendendo ingresso junto com combo de hot dog — quatro cachorros-quentes, quatro saquinhos de batata e quatro ingressos por uma mixaria. Era triste, mas era o que tinha. A diferença é que quando o Warriors finalmente decolou, eles dominaram a liga por uma década inteira. Três títulos, recordes históricos, mudaram o jogo pra sempre.

    Mas peraí — 53 anos sem título?

    Aqui que a coisa fica pesada pros Knicks. O último título deles foi em 1973! Nixon ainda era presidente, cara. Walt Frazier jogava de calça boca de sino. Desde então, DEZOITO franquias diferentes levantaram o troféu Larry O’Brien.

    Celtics construiu dinastias múltiplas. Lakers também. Bulls do Jordan aconteceu. Spurs aconteceu. Heat aconteceu. Warriors aconteceu. Até Raptors e Cavaliers conseguiram um. E os Knicks? Nada.

    É por isso que eu fico meio reticente com essa festa toda. Claro, classificar pra Final após décadas é gigante, mas… vocês acham que alguém respeitava o Cavaliers de 2018 só porque chegou na Final? Cara, era o LeBron James e mesmo assim ninguém ligava — porque no final das contas, quem lembra de vice-campeão?

    Agora é a hora da verdade

    Então é isso — os Knicks estão a quatro vitórias de escrever uma das histórias mais bonitas do esporte. Imaginem só: depois de mais de meio século, finalmente conquistar o título em casa, no Madison Square Garden, com aquela torcida insana que nunca desistiu.

    Seria poético demais, não acham? Mas até lá, é só festa de classificação mesmo. E olha, eu torço pra que eles consigam — porque não tem nada mais massa no basquete do que ver uma torcida sofrida finalmente ter seu momento de glória.

    Agora me digam: vocês acreditam que os Knicks conseguem fechar essa parada ou vai ser mais uma decepção histórica?

  • KAT compra card da Anne Hathaway e vira meme antes das Finals

    KAT compra card da Anne Hathaway e vira meme antes das Finals

    Gente, vocês já viram coisa mais aleatória que essa? O Karl-Anthony Towns, nosso pivô dos Knicks, acabou de virar assunto no Instagram porque… comprou um card autografado da Anne Hathaway. Sim, a atriz do “O Diabo Veste Prada”.

    Olha, eu já vi muito jogador gastando dinheiro com coisa estranha, mas essa aí foi nova até pra mim. O cara postou no Instagram mostrando o card da Anne com a camisa do Philadelphia Eagles e escreveu: “Um fã hardcore do Eagles e um fã hardcore dos Knicks!?!? É, eu sou fã hardcore da Anne Hathaway pra vida toda.”

    A conexão mais bizarra da NBA

    Mas ó, a história fica ainda mais doida. Acontece que o KAT e a Anne trabalharam juntos no filme “O Diabo Veste Prada 2” — sim, o nosso pivô virou ator. E aparentemente a experiência marcou tanto o cara que ele decidiu virar colecionador de cards da parceira de set.

    E tem mais: os dois são de Nova Jersey e sofreram juntos como fãs dos Knicks a vida toda. Imagina só a conversa dos dois nos bastidores: “Anne, você lembra da última vez que chegamos nas Finals?” “Karl, eu tinha 16 anos…”

    Superstição ou só amor pela Anne?

    Aqui vem a parte que tá deixando todo mundo maluco: desde que “O Diabo Veste Prada 2” estreou nos Estados Unidos (1º de maio), os Knicks varreram tanto o Sixers quanto o Cavaliers. Coincidência? Sei não, hein…

    Sinceramente, se a Anne Hathaway virar nosso amuleto da sorte para quebrar esse jejum de 53 anos sem título, eu vou estar aqui aplaudindo de pé. O cara tá tão confiante que já tá se preparando psicologicamente para as Finals comprando memorabilia da nossa “musa inspiradora”.

    E olha que o KAT vai precisar mesmo de toda inspiração possível. Com o Mitchell Robinson machucado (dedo quebrado), o cara virou praticamente nossa peça mais importante lá dentro. Nada de pressão, né Karl?

    Vocês acham que a Anne vai aparecer na torcida usando camisa dos Knicks? Porque eu já tô imaginando ela gritando “DEFENSE” no Madison Square Garden…

  • Mitchell Robinson quebra o dedo e fica fora das Finais indefinidamente

    Mitchell Robinson quebra o dedo e fica fora das Finais indefinidamente

    Olha, se não é azar… Mitchell Robinson, pivô do New York Knicks, quebrou o dedo mindinho da mão direita esta semana e não tem previsão de volta. E pasmem: isso aconteceu bem na véspera das Finais da NBA, que começam na terça-feira.

    O mais bizarro de tudo? Ninguém sabe como diabos ele se machucou. Serio, zero informação sobre como foi. Deve ter sido uma parada boba, daquelas que a gente faz em casa e fica se batendo depois.

    Na hora mais importante do ano

    Cara, o timing não podia ser pior. Robinson seria peça fundamental nas Finais, especialmente pra marcar os pivôs grandes do Oklahoma City Thunder ou San Antonio Spurs – quem quer que avance. O cara é um monstro no rebote ofensivo, pegou média de 4.2 por jogo nesta temporada. Pode parecer pouco, mas quem entende de basquete sabe que isso é coisa de elite.

    E aí, como os Knicks vão se virar sem ele na pintura? Sinceramente, acho que vai doer muito. Robinson não é só rebote – ele intimida, protege o aro, faz o trabalho sujo que não aparece na estatística mas que ganha jogo.

    Histórico complicado com lesões

    Infelizmente, essa não é a primeira vez que Robinson fica de fora em momentos cruciais. O cara tem um histórico bem complicado com lesões ao longo da carreira na NBA. É frustrante pra ele, pro time e pra gente que acompanha.

    Na minha visão, isso muda completamente a dinâmica das Finais. Os Knicks vão ter que improvisar no garrafão e torcer pra que alguém consiga fazer pelo menos metade do que Robinson faria. Vocês acham que dá pra compensar essa ausência? Eu tô bem pessimista, não vou mentir.

    Agora é rezar pra que seja só uma fratura simples e ele volte logo. Mas com as Finais batendo na porta, cada jogo perdido pode ser decisivo pra temporada inteira.

  • Robinson se machuca e Knicks ficam no sufoco antes das Finals

    Robinson se machuca e Knicks ficam no sufoco antes das Finals

    Cara, os Knicks finalmente chegaram nas Finals depois de 27 anos — e aí vem essa notícia pra estragar a festa. Mitchell Robinson quebrou o dedo mindinho da mão direita e não tem previsão de volta. Simplesmente não tem.

    O timing não poderia ser pior, né? O cara vem sendo peça fundamental na corrida dos playoffs, jogando praticamente todos os jogos (13 de 14) e sendo o principal big man saindo do banco. Não são números espetaculares — 5.3 pontos e 5.5 rebotes por jogo — mas quem acompanha sabe que o Robinson faz muito mais que as estatísticas mostram.

    E agora, quem vai parar Wemby ou Chet?

    Olha, eu vou ser sincero: isso é um problemão gigante pros Knicks. Eles vão enfrentar ou o Thunder (com Chet Holmgren) ou o Spurs (com Victor Wembanyama). Dois monstros de 2,20m que simplesmente dominam o garrafão. Sem o Robinson pra ajudar na defesa, o Karl-Anthony Towns vai ter que dar conta sozinho — e todo mundo sabe que defesa não é exatamente o forte do KAT.

    A alternativa é dar mais minutos pro Ariel Hukporti, mas sejamos realistas: o cara é praticamente um rookie na experiência de playoffs. Jogar nas Finals contra Wemby ou Chet? É pedir muito, na minha opinião.

    Tem jeito de resolver?

    A boa notícia é que ainda tem uns dias até as Finals começarem. Talvez — só talvez — consigam inventar alguma solução pra Robinson jogar com o dedo enfaixado. Já vi maluco jogar com coisa pior, mas um dedo quebrado num pivô? Complicado.

    Sinceramente, essa lesão pode decidir o título. Os Knicks esperaram 27 anos pra voltar às Finals e agora vão ter que se virar sem um dos caras mais importantes da rotação defensiva. Vocês acham que conseguem dar um jeito ou essa vai ser a pedra no sapato que vai custar o anel?

  • Robinson quebra o dedo e pode desfalcar Knicks na Final da NBA

    Robinson quebra o dedo e pode desfalcar Knicks na Final da NBA

    Olha só que situação complicada pros Knicks: Mitchell Robinson quebrou o dedo mindinho da mão direita e não tem previsão de retorno. E adivinha? A Final da NBA começa na próxima quarta-feira.

    A informação vazou ontem através da AP, porque o time ainda não anunciou oficialmente. Típico dos Knicks, né? Sempre deixando a gente no suspense quando se trata de lesões dos jogadores.

    O que aconteceu com o Robinson?

    Pelo que deu pra ver nas imagens, o cara se machucou na segunda-feira durante o jogo contra Cleveland. Lá pelos 5:35 do terceiro quarto, ele tentou pegar um rebote de uma bola perdida do Mikal Bridges, desceu meio esquisito e ficou balançando a mão direita. Continuou jogando até faltar uns 7 minutos pro final, mas dava pra ver que algo não tava certo.

    Sinceramente? Não sei se foi corajoso ou meio inconsequente dele continuar em quadra depois de sentir dor. Mas conhecendo o Mitchell, o cara é durão mesmo.

    Que problema isso causa pro time?

    Bom, os Knicks estão voando nestes playoffs — 12 vitórias em 14 jogos, ganhando por uma média absurda de quase 20 pontos por partida. Têm 11 vitórias consecutivas, que é a terceira maior sequência da história em uma mesma pós-temporada.

    Robinson não é titular, mas é uma peça importante saindo do banco. Principalmente quando o Karl-Anthony Towns entra em problemas de faltas — que acontece bastante, vamos ser honestos. O cara tá fazendo 5.3 pontos e 3.0 rebotes nestes playoffs.

    O problema é que ele virou alvo fácil pra estratégia do “Hack-a-Robinson” por causa dos lances livres. O cara tá convertendo só 30% (13 de 43 tentativas). É de doer, mano. Mas mesmo assim, ter ele disponível faz diferença na rotação.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem levar o título mesmo sem o Robinson 100%? A Final vai ser contra Oklahoma City ou San Antonio, dependendo de quem passar na conferência oeste. Vai ser um jogaço de qualquer forma.

  • Robinson quebra o dedo e pode perder as Finals dos Knicks

    Robinson quebra o dedo e pode perder as Finals dos Knicks

    Mano, que azar do caramba. O Mitchell Robinson, que estava tendo uma temporada relativamente saudável depois de anos quebrando por aí, agora vai e quebra o dedinho mindinho da mão direita bem na véspera das Finals da NBA.

    Segundo o The Athletic, não tem previsão de volta e ainda não sabem nem quando exatamente ele se machucou. O timing não podia ser pior — os Knicks estão nas Finals pela primeira vez desde 1999 (sim, eu ainda era criança) e agora podem perder o único reserva experiente no garrafão.

    O drama da profundidade no banco

    Olha, eu sei que o Robinson não é mais o titular — esse papel é do KAT agora. Mas cara, ele ainda é importante demais pra esse time. Estava fazendo 5.7 pontos e 8.8 rebotes com 72% de aproveitamento de quadra. Nada espetacular, mas é o tipo de produção sólida que você precisa saindo do banco.

    O problema é que se ele não jogar, quem sobra? O Ariel Hukporti, um alemão de segundo ano que mal viu a quadra nesta temporada. Estamos falando de um cara que jogou apenas 70 minutos em TODOS os playoffs. É jogar ele na fogueira das Finals ou improvisar alguma coisa.

    Knicks imparáveis até agora

    A ironia é que este time dos Knicks estava voando. Onze vitórias consecutivas desde que estavam perdendo por 2-1 pro Hawks no primeiro round. Depois disso? Varreu todo mundo: Sixers, Cavaliers… um show de bola que ninguém esperava.

    Sinceramente, acho que essa lesão não vai parar os Knicks, mas definitivamente complica. O Tom Thibodeau vai ter que ser criativo com as rotações, e vocês sabem como ele é teimoso com o banco curto dele.

    E aí, acham que os Knicks conseguem levar o título mesmo com esse perrengue? Ou essa lesão vai ser o fator que decide tudo?

  • Stephen A. Smith detona colegas da ESPN por duvidar dos Knicks

    Stephen A. Smith detona colegas da ESPN por duvidar dos Knicks

    Gente, o Stephen A. Smith tá pistola. E quando digo pistola, é PISTOLA mesmo. O cara simplesmente detonou meio mundo da ESPN no Twitter porque os colegas de trabalho dele não tão acreditando nos Knicks como ele.

    Olha só o que ele postou: “Tô cheio dessa blasfêmia que tô ouvindo no Get Up do Kendrick Perkins, Monica McNutt, Vince Goodwill, Mike Greenberg e, claro, o diabólico Michael Wilbon. Já querendo dizer pros fãs dos Knicks que a temporada é um sucesso. Eles NÃO são os que sofreram desde 1973. Eles não entendem. Mas vão entender, especialmente no First Take hoje de manhã. É melhor!!!”

    O homem tá convicto de que os Knicks levam tudo

    Sinceramente? Eu entendo a revolta do Stephen A. O cara é fã dos Knicks há décadas, viu esse time passar por cada vexame possível e imaginável. Agora que finalmente chegaram nas Finais da NBA (varreu os Cavaliers, por sinal), os próprios colegas dele já tão querendo baixar a expectativa.

    No First Take de ontem, ele cravou: “Eles vão ganhar o título! É isso que eu tô falando”. Mesmo admitindo que Nova York seria azarão contra qualquer adversário da Conferência Oeste, o homem tá convicto.

    E vocês, acham que ele tá certo em brigar com os colegas? Eu acho que depois de 50 anos de sofrimento, o torcedor dos Knicks tem o direito de sonhar alto mesmo.

    Thunder na frente, mas ainda não acabou

    Enquanto isso, lá no Oeste a coisa tá esquentando. O Oklahoma City Thunder abriu 3-2 contra o San Antonio Spurs nas Finais da Conferência Oeste, ganhando o Jogo 5 por 13 pontos de diferença. Agora volta pra San Antonio pro Jogo 6.

    Os Knicks tão descansando até dia 3 de junho, quando começam as Finais da NBA. Esse tempo de descanso pode ser fundamental – enquanto Thunder e Spurs se matam no Oeste, Nova York tá recuperando as energias.

    A real é que não importa quem venha do Oeste, vai ser uma final épica. Stephen A. Smith já deixou claro que não aceita meio termo: ou é título ou não é nada. E depois de tanto tempo sofrendo, quem pode culpar o cara?