Tag: New York Knicks

  • Knicks e Rangers vão se separar: esquema de US$ 13,5 bi dos Dolans

    Knicks e Rangers vão se separar: esquema de US$ 13,5 bi dos Dolans

    Cara, enquanto os Knicks estão voando nas finais da NBA (que loucura, né?), por trás dos panos está rolando uma movimentação bilionária que pode mudar tudo. Os donos do time, a família Dolan, querem separar os Knicks dos Rangers em empresas diferentes. Estamos falando de US$ 13,5 bilhões em jogo aqui.

    O plano dos Dolans que ninguém esperava

    Em fevereiro, o conselho da Madison Square Garden Sports aprovou um plano pra explorar essa separação. James Dolan, o CEO (e filho do falecido patriarca da família), disse que isso daria “flexibilidade estratégica” pra cada empresa. Traduzindo: eles acham que vão ganhar mais dinheiro assim.

    Na semana passada rolou o próximo passo — eles protocolaram os documentos na SEC, a nossa “CVM” americana. Sinceramente? Não é a primeira vez que os Dolans fazem isso. Eles são meio que especialistas em fatiar empresas pra tentar aumentar o valor das ações.

    O velho Charles Dolan (que morreu em 2024 aos 98 anos) construiu o império da família com televisão a cabo, fundou a HBO e transformou a Cablevision numa potência que foi vendida por US$ 18 bilhões em 2016. O cara era um visionário, não dá pra negar.

    Por que separar agora?

    Aqui que fica interessante. A MSGS (a empresa que controla ambos os times) está sendo negociada por muito menos do que os times valem individualmente. O valor de mercado atual é de US$ 9,6 bilhões, mas o Knicks vale US$ 9,85 bilhões e o Rangers US$ 3,65 bilhões segundo o Sportico. Ou seja, tem um “desconto Dolan” de 29% aí.

    Olha, eu entendo a lógica. Times de esporte sempre foram negociados abaixo do valor real quando estão na bolsa. O Manchester United é o exemplo clássico — as ações ficaram patinando em US$ 13 até os rumores de venda em 2022, quando dobraram de preço.

    E vocês acham que vai dar certo? Porque separar times que dividem até o estádio parece meio complicado, não? Os Knicks e Rangers vão ter que pagar aluguel pro Madison Square Garden — que pertence a OUTRA empresa dos Dolans (sim, eles têm várias).

    O quebra-cabeças das empresas Dolan

    Pra entender essa jogada, precisa ver o histórico. Desde 2010 os Dolans vêm fatiando o império: primeiro separaram o MSG da Cablevision, depois criaram a MSG Network, depois separaram os times dos locais de entretenimento, e por aí vai.

    Agora querem mais uma fatia. A família também tem aquela Sphere maluca em Las Vegas (que custou uma fortuna mas é impressionante, admito).

    No fim das contas, ainda falta aprovação das ligas — NBA e NHL precisam dar o ok. E mesmo que role, será que realmente vai resolver o problema do “desconto Dolan”? Ou os investidores vão continuar desconfiando da família?

    Uma coisa é certa: com os Knicks finalmente competitivos de novo (primeira final desde 1999!), o timing não podia ser melhor pra mexer no valor da franquia.

  • Knicks na final da NBA: 6 presos em festa épica no Madison Square Garden

    Knicks na final da NBA: 6 presos em festa épica no Madison Square Garden

    Gente, eu não acredito que tô escrevendo isso. Os Knicks estão na final da NBA pela primeira vez em 27 anos! VINTE E SETE ANOS, pessoal. E obviamente a galera de Nova York fez a festa que tinha que fazer.

    Mas olha só a loucura: seis pessoas foram presas do lado de fora do Madison Square Garden na segunda-feira, depois que os Knicks destruíram o Cleveland Cavaliers por 130 a 93 e carimbaram a vaga na final. A torcida literalmente enlouqueceu — e quando eu digo enlouqueceu, é porque teve gente subindo em poste de luz, bloqueando trânsito e pulando barreira da polícia.

    A festa virou bagunça (mas que festa!)

    Os vídeos que tão circulando são surreais. Tem um moleque que não deve ter nem 15 anos escalando um poste como se fosse o King Kong. Dois policiais desceram o sarrafo nele assim que o garoto desceu. A torcida ao redor começou a gritar “Soltem ele!” e vaiar os policiais.

    Sinceramente? Eu entendo a revolta. Imagina você esperar quase três décadas pra ver seu time chegar na final e aí vem alguém querendo estragar sua festa. Claro que não pode quebrar a cidade, mas cara… é o Knicks na final!

    Teve gente subindo no letreiro do Garden, nos painéis luminosos, fazendo a maior baderna. Um dos caras que tava lá disse uma coisa que me emocionou: “Isso é incrível! Eu esperei anos por isso. Amo o Jalen Brunson.”

    Brunson MVP e os Knicks voando alto

    Falando em Jalen Brunson, que performance monstruosa! O cara foi eleito MVP da série por unanimidade depois de liderar essa campanha histórica. Desde que chegou em Nova York, ele virou o líder que os Knicks precisavam. E que liderança, hein?

    O jogo em si foi um massacre. 130 a 93 nos Cavaliers. Os Knicks simplesmente resolveram não dar chance pro adversário respirar. Foi uma exibição de basquete que fez qualquer fã se emocionar — e olha que eu torço pro Lakers, mas reconheço qualidade quando vejo.

    NYPD tentou evitar, mas não rolou

    A polícia de Nova York até tentou se antecipar. Eles cancelaram a festa oficial que sempre rola do lado de fora do Garden porque a torcida tava ficando muito agitada nos jogos anteriores. Nas duas primeiras partidas da série, já tinham tido problemas e seis prisões só na segunda partida.

    O pessoal da polícia chegou a sugerir que fizessem a festa no Central Park, no Summer Stage. Mas convenhamos: qual torcedor fanático vai querer assistir longe da casa do seu time? Impossível.

    A galera se juntou mesmo assim. E pelo que vi, teve festa alternativa no Radio City Music Hall também, mas lá ficou mais controlado.

    E aí, pessoal, vocês acham que os Knicks conseguem levar o título depois de tanto tempo? Eu tô genuinamente curioso pra ver como vai ser essa final. Uma coisa é certa: Nova York vai parar se eles ganharem o campeonato.

  • Clarkson finalmente chegou nas Finais – mas não foi com o Jazz

    Clarkson finalmente chegou nas Finais – mas não foi com o Jazz

    Cara, que ironia do basquete. Jordan Clarkson, que passou cinco temporadas e meia em Utah sendo um dos queridinhos da torcida, finalmente chegou nas Finais da NBA. Só que agora ele tá vestindo a camisa do New York Knicks, entrando poucos minutos por jogo e marcando 3 pontos numa noite que deve estar sendo uma das mais especiais da vida dele.

    Na segunda-feira, os Knicks varreram os Cavaliers e garantiram vaga nas Finais pela primeira vez desde 1999. E o Clarkson? Lá estava ele no banco, comemorando com o time que finalmente o levou aonde o Jazz nunca conseguiu.

    A transformação de estrela para coadjuvante

    Olha só como o basquete é louco. Aos 33 anos, o Clarkson virou praticamente um mascote nos Knicks – média de 8,6 pontos na temporada regular e 5,4 nos playoffs. Longe daquele cara que ganhava prêmio de Sexto Homem do Ano em Utah e carregava o time nas costas quando precisava.

    Mas sabe o que é mais impressionante? Ele já tinha chegado numa Final antes, em 2018 com os Cavaliers. Só que naquela época foi diferente – foi trocado no meio da temporada pelos Lakers e basicamente virou banco de banco contra os Warriors. Agora ele tá vivendo isso de uma forma completamente diferente.

    O que Utah não conseguiu entregar

    Sinceramente, dói um pouco ver isso acontecer. O Clarkson foi um monstro em Utah, virou ídolo da torcida, ganhou prêmio individual, mas nunca nem chegou numa final de conferência com o Jazz. As últimas três temporadas por lá foram praticamente um desperdício – times em reconstrução que não tinham chance nenhuma de chegar longe.

    E agora? O cara sai de Utah, aceita um papel menor em Nova York, e boom – Finais da NBA. Às vezes o timing no basquete é tudo, né?

    Claro que ele provavelmente não vai jogar muito contra San Antonio ou Oklahoma City (quem passar na outra chave), mas cara… estar ali, naquele palco, depois de tudo que passou? Isso já é uma vitória gigante pra ele.

    Vocês acham que ele vai ter pelo menos uns minutinhos decisivos nas Finais? Porque seria épico ver o veterano entrando numa hora crucial e fazendo a diferença. O basquete às vezes escreve essas histórias mágicas mesmo.

  • Josh Hart brinda com vinho após Knicks massacrarem os Cavs

    Josh Hart brinda com vinho após Knicks massacrarem os Cavs

    Cara, tem coisa mais massa que comemorar uma classificação pra final da NBA tomando um vinhozinho na coletiva? Josh Hart simplesmente decidiu que ia celebrar da forma mais elegante possível depois dos Knicks destruírem os Cavaliers por 130-93 no jogo 4, fechando a série em 4×0.

    O cara apareceu na entrevista coletiva com um boné dos Knicks escrito “NBA Finals”, roupa social e uma taça de vinho na mão. Sinceramente? Respeito total. Depois de uma temporada tão doida quanto essa, o homem merece comemorar.

    A turma de Villanova dominando

    E não foi só o Hart não. Mikal Bridges e Jalen Brunson, seus ex-companheiros de Villanova, estavam lá também comemorando. Esses três juntos nos Knicks é algo que eu nunca pensei que ia ver, mas que tá funcionando absurdamente bem.

    “Eu não acho que alguma coisa mudou do dia pra noite”, disse Hart quando perguntaram sobre a sequência de 11 vitórias após ficarem atrás por 2-1 contra os Hawks na primeira rodada. “Este é um time que não tem ego.”

    Momento comédia na coletiva

    Mas o melhor momento foi quando Hart zoou um repórter que tava comendo chicken wings durante a entrevista. Mano, imagina a cena: o cara tentando fazer pergunta com os dedos sujos de molho!

    “Eu tô vendo, não fala nada”, disse Brunson quando perceberam.

    “Você não entra aqui chupando os dedos”, completou Hart enquanto a galera morria de rir. “Você tem que fazer pergunta e foi buscar chicken wings? Jamais. Você não ganha nada. Mas esses wings estão batendo forte.”

    A situação toda foi hilária, mas também mostra como esse time tá relaxado e confiante. E olha, depois de varrer os Cavs dessa forma, eles têm todo o direito de estar.

    De banco para protagonista

    Hart teve uma montanha-russa nessa série. Foi pro banco no jogo 1 (aquela virada histórica de 22 pontos dos Knicks), mas voltou com tudo no jogo 2: 26 pontos em 10-21 do campo. O cara provou que esse time tem profundidade absurda.

    E falando em profundidade, Landry Shamet meteu 11-12 de três pontos nas finais da conferência. Onze de doze! Isso é quase desrespeitoso com a defesa adversária.

    Agora os Knicks vão esperar pra saber quem enfrentam na final. Thunder e Spurs tão empatados 2-2, então vai ser decisão mesmo. E aí, vocês acham que os Knicks conseguem levar o título depois de tantos anos? Eu tô começando a acreditar nessa história toda.

    Uma coisa é certa: se chegarem lá, a festa vai ser épica. E provavelmente com mais vinho envolvido.

  • Cavs defendem Kenny Atkinson após vexame: ‘A gente ama o Kenny’

    Cavs defendem Kenny Atkinson após vexame: ‘A gente ama o Kenny’

    Olha só que situação bizarra: os Cavaliers acabaram de tomar uma varrida humilhante dos Knicks nos playoffs e quem tá sendo crucificado? O técnico Kenny Atkinson. Mas aí que vem o plot twist — os próprios jogadores saíram em defesa dele de uma forma que até me surpreendeu.

    Donovan Mitchell foi direto ao ponto e disse que acha “hilário” o pessoal criticando o Atkinson. Cara, imagina a situação: você acaba de ser eliminado de forma vexatória e ainda tem que defender seu técnico publicamente.

    “A gente ride com o Kenny”

    “Fizemos algo que não fazíamos desde 2018”, disparou Mitchell. “Eu amo o Kenny. Nós amamos o Kenny. A gente ride com o Kenny, e no final das contas é isso que importa. Eu sei que ele é de Long Island, ele tá nem aí… Estamos juntos nisso.”

    Sinceramente? Não sei se isso é lealdade genuína ou só uma cortina de fumaça pra não criar mais drama interno. Mas o que me chama atenção é que até James Harden — que já passou por uns perrengues com técnicos — saiu em defesa do cara.

    “Ele é o técnico dos jogadores definitivo, ele entende, ele conhece seu time”, disse Harden. “Acho que ele fez um trabalho incrível me integrando o mais rápido possível.”

    Mas e aí, quem tem razão?

    Olha, vamos ser honestos aqui. O Atkinson realmente merece todo esse hate? Por um lado, o cara conseguiu levar os Cavs mais longe do que eles tinham ido em anos. Passaram por duas rodadas de playoffs — não é qualquer um que faz isso com esse time.

    Por outro lado… mano, aquele colapso no Jogo 1 contra os Knicks foi de doer o coração. E os comentários dele sobre analytics não pegaram bem mesmo. Quando você é técnico da NBA e as coisas dão errado, você vai virar saco de pancadas — é a lei do esporte.

    Mas o Mitchell fez uma colocação interessante: “É culpa nossa. É definitivamente culpa nossa. Não é do Kenny.”

    E vocês, o que acham? Os jogadores tão certos em defender o técnico ou é só marketing pra não jogar mais lenha na fogueira? Porque uma coisa eu sei: se eles começarem mal a próxima temporada, essa união toda pode ir por água abaixo bem rapidinho.

    No final das contas, temporada foi irregular mas teve seus méritos. Agora é esperar pra ver se essa “love story” entre jogadores e técnico vai sobreviver aos altos e baixos que vêm por aí.

  • Leon Rose chora no banco: Knicks estão de volta às Finais da NBA!

    Leon Rose chora no banco: Knicks estão de volta às Finais da NBA!

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi Leon Rose desabando em lágrimas nas arquibancadas de Cleveland ontem, quase chorei junto. O homem que reconstruiu o New York Knicks do zero estava ali, abraçado com o filho, vendo o time que ele moldou com as próprias mãos varrer os Cavaliers e chegar às Finais da NBA pela primeira vez desde 1999.

    Que momento absurdo. Sinceramente, quem acompanha NBA há mais tempo sabe o quanto os Knicks eram piada nos últimos anos. E ver o Leon Rose, esse cara que normalmente fica nas sombras, se derretendo de emoção… mano, isso é basquete puro.

    De agente a salvador dos Knicks

    Leon Rose assumiu como presidente dos Knicks em março de 2020, numa situação que — vamos ser honestos — era praticamente impossível. O time vinha de uma sequência ridícula de fracassos, especialmente depois que perdeu Kevin Durant e Kyrie Irving em 2019. Imagina a pressão?

    Mas o cara foi cirúrgico. Trouxe Tom Thibodeau como técnico, conseguiu levar o time aos playoffs em 2021 (primeira vez desde 2013!), e aí que começou a magia de verdade. Jalen Brunson em 2022 — que contratação monstro. OG Anunoby no meio da temporada. E as trocas mais corajosas? Mandou Julius Randle embora pra pegar Karl-Anthony Towns e ainda conseguiu Mikal Bridges dos Nets.

    O mais impressionante pra mim foi quando ele demitiu o próprio Thibodeau no ano passado e trouxe Mike Brown. Decisão difícil, mas que deu certo. Vocês acham que foi fácil dispensar o cara que te ajudou a sair do buraco?

    A promessa que virou realidade

    Lembro perfeitamente da carta que Leon Rose mandou pros torcedores quando assumiu o cargo. O cara falou: “Queremos criar uma organização vencedora que dê aos fãs dos Knicks e à cidade de Nova York o time que vocês merecem.”

    Na época, eu pensei: “Ah, mais um discurso de dirigente.” Que bom que eu estava errado.

    Agora os Knicks estão a quatro vitórias do primeiro título desde 1973. Cinquenta e um anos, galera. Uma geração inteira de nova-iorquinos nunca viu o time levantar um troféu da NBA. E o Leon Rose — que começou a carreira como agente de jogadores — pode ser o cara que vai quebrar essa maldição.

    O adversário nas Finais ainda não está definido. Thunder e Spurs estão empatados 2-2 na Conferência Oeste, com jogo decisivo hoje à noite em Oklahoma City. Mas independente de quem vier pela frente, uma coisa é certa: os Knicks chegaram pra brigar de igual pra igual.

    Que história linda, né? De agente dos bastidores a presidente campeão — se tudo der certo. O choro do Leon Rose ontem foi de pura emoção, e eu entendo perfeitamente. Quando você ama basquete de verdade, momentos assim te pegam desprevenido mesmo.

  • Brunson expulsa Josh Hart de entrevista e viraliza na web

    Brunson expulsa Josh Hart de entrevista e viraliza na web

    Cara, que momento! O Jalen Brunson mal tinha terminado de levantar o troféu da Conferência Leste e já estava protagonizando uma das cenas mais engraçadas que eu vi nos playoffs.

    Olha só a situação: os Knicks acabaram de DESTRUIR o Cavaliers por 130-93, completando uma varredura histórica na final da Conferência Leste. Primeira vez na Finals desde 1999, galera! E o que acontece? O Josh Hart, que é amigo de longa data do Brunson desde os tempos de Villanova, resolve se intrometer na entrevista pós-jogo.

    A amizade que todo mundo queria ter

    Vocês já viram aqueles amigos que não conseguem ficar longe um do outro? É exatamente essa a vibe do Brunson e do Hart. O cara tava ali do lado da repórter, sorrindo que nem bobo, esperando pra aparecer na TV nacional. Só que o recém-coroado MVP da final da Conferência Leste não tava afim de dividir os holofotes.

    A reação do Brunson foi PERFEITA. Antes mesmo da repórter fazer a primeira pergunta, ele olhou pro Hart e mandou um “sai fora” clássico, apontando o dedo. E o melhor? O Hart levantou as duas mãos em rendição, tipo “beleza, beleza, a entrevista é sua”, e saiu de cena rindo.

    New York está em êxtase

    Sinceramente, acho que esse momento mostra exatamente por que esse time dos Knicks é tão especial. A química entre esses caras é absurda. Eles se divertem juntos, brigam juntos, e agora vão pra Finals juntos.

    E vocês, o que acharam dessa? Eu não consigo parar de rir com a cara do Hart sendo “expulso” pelo próprio amigo. É esse tipo de momento que faz a gente lembrar que, no fim das contas, são só caras normais realizando o sonho de uma vida inteira.

    Agora é aguardar pra ver se essa dupla de Villanova consegue trazer o primeiro título da NBA pro Madison Square Garden desde 1973. Vai ser jogaço!

  • Ex-Wizards chegam às Finais pelo 18º ano seguido — que bizarrice é essa?

    Ex-Wizards chegam às Finais pelo 18º ano seguido — que bizarrice é essa?

    Gente, eu preciso contar uma das estatísticas mais malucas da NBA pra vocês. Os New York Knicks chegaram às Finais de 2026, e adivinhem? Landry Shamet, Dillon Jones e Trey Jemison III — todos ex-Washington Wizards — estão no elenco. Isso significa que pelo 18º ano consecutivo, um ex-jogador dos Wizards vai disputar as Finais da NBA.

    Dezoito anos, pessoal. DEZOITO. Desde 2009.

    Como diabos isso é possível?

    Olha, eu tô aqui tentando entender como um time que mal consegue chegar aos playoffs tem essa maldita sorte com ex-jogadores. É como se todo mundo que sai de Washington de repente vira monstro e consegue chegar às Finais. Coincidência? Eu sinceramente duvido.

    A lista é absurda: começou em 2009 com Tyronn Lue pelo Orlando Magic, passou por lendas como Juwan Howard e Mike Miller no Miami Heat (que dominaram o começo da década de 2010), Shaun Livingston no auge do Golden State Warriors, e mais recentemente Kristaps Porzingis conquistando o título pelo Boston Celtics ano passado.

    E o mais louco? Alguns desses caras nem ficaram muito tempo em Washington. Shamet jogou apenas uma temporada (2023-24), Dillon Jones também só uma temporada (2025-26), e mesmo assim estão lá brigando pelo anel.

    Os Wizards são uma escola de talentos escondida?

    Cara, isso me faz pensar: será que o problema dos Wizards não é desenvolver jogador, mas sim conseguir manter eles? Porque olhando essa lista, tem muito talento que passou por lá. Bobby Portis foi campeão pelo Milwaukee em 2021, KCP e Jeff Green levaram o Denver ao título em 2023…

    É quase como se Washington fosse uma universidade do basquete — você vai lá, aprende, se desenvolve, e depois vai conquistar o mundo em outro lugar. Frustrante pra caramba pro torcedor dos Wizards, imagino.

    E agora temos três caras do New York Knicks que podem quebrar a seca de títulos da franquia. Shamet, que é um especialista de perímetro, Jones que vem se mostrando uma peça versátil, e Trey Jemison III completando esse trio bizarro.

    Vocês acham que essa sequência vai continuar? Porque honestamente, com a quantidade de jogadores que passam pelos Wizards todo ano, é bem possível que em 2027 a gente tenha outro ex-Washington brigando pelo anel. É matemática pura — quanto mais você espalha suas peças pelo tabuleiro, maior a chance de uma delas chegar ao destino final.

    Enfim, torçam pelos Knicks nas Finais. Não só porque seria incrível ver Nova York campeã depois de tanto tempo, mas também porque essa estatística maluca dos Wizards merece continuar viva.

  • Brunson leva Knicks às Finals pela 1ª vez em 25 anos!

    Brunson leva Knicks às Finals pela 1ª vez em 25 anos!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu. Os New York Knicks estão nas Finals da NBA! Pela primeira vez desde 1999, galera. E o cara que comandou essa loucura? Jalen Brunson, que acabou de ser eleito MVP das finais da Conferência Leste depois de destroçar o Cleveland Cavaliers por 4-0.

    Sinceramente? Eu não acreditava quando os Knicks apostaram pesado no Brunson em 2022. Contrato de quatro anos, 104 milhões de dólares para um cara que era “só” o segundo armador dos Mavericks. Muita gente riu. Eu meio que ri também, não vou mentir.

    O que o Brunson fez foi absurdo

    Nas finais do Leste, o cara teve médias de 25.5 pontos e 7.8 assistências. Mas não é só número — é a forma como ele comandou esse time. No jogo 1, os Knicks estavam perdendo por 22 pontos no último quarto. Vinte e dois! E o que o Brunson fez? Marcou 38 pontos e virou aquela partida de cabeça pra baixo.

    “Ele simplesmente trabalha. É um exemplo disso todos os dias”, disse Karl-Anthony Towns. E olha, vindo do KAT, que já jogou com cara fera, isso significa muito.

    A química dos ex-Villanova é monstro

    Uma coisa que me chamou atenção foi ver o Brunson ali na coletiva ao lado do Josh Hart e do Mikal Bridges — os três ex-Villanova que agora formam o núcleo dos Knicks. Que negócio lindo, cara. Essa química que eles construíram na faculdade tá sendo fundamental agora.

    “Não tem outro armador com quem eu gostaria mais de estar nessa posição do que o J.B.”, falou o Bridges. Mano, dá até arrepio ver essa união.

    O técnico Mike Brown (que foi contratado no verão passado) conta uma história engraçada: o Brunson treinava tão intenso nos treinos matinais que ele teve que mudar os próprios hábitos de sono pra acompanhar! O cara comparou a determinação do Brunson com a do Stephen Curry e Tim Duncan. Nada mal de comparação, né?

    Agora é tudo ou nada nas Finals

    Com Towns, Hart, Bridges e Brunson, os Knicks montaram um time que tá a quatro vitórias do primeiro título desde 1973. Cinquenta e um anos, galera!

    Vocês acham que eles conseguem? Eu tô começando a acreditar mesmo. Esse Brunson me convenceu — o cara tem aquela mentalidade de campeão que você não ensina. E convenhamos, depois de varrer o Cavs dessa forma, eles chegam nas Finals com confiança lá em cima.

    Agora é esperar pra ver quem vai ser o adversário. Mas uma coisa eu já posso falar: os Knicks não chegaram nas Finals só pra passear.

  • Harden insiste que Cavs era melhor que Knicks mesmo após varrida

    Harden insiste que Cavs era melhor que Knicks mesmo após varrida

    Olha, eu já vi muito jogador mal perdedor na minha vida, mas o que o James Harden falou depois da varrida pros Knicks foi de outro nível. O cara levou 4 a 0 nas finais da Conferência Leste e AINDA acha que o Cleveland tinha o melhor time. Sério mesmo, James?

    “Foi 4 a 0, mas eu genuinamente sinto que somos o melhor time”, disse o barbudo na entrevista pós-jogo. Cara, eu entendo que dói perder, principalmente sendo varrido, mas os números não mentem. Os Knicks ganharam a série por uma diferença TOTAL de 77 pontos. Isso dá uma média de quase 20 pontos por jogo!

    A troca que não deu certo

    Vamos contextualizar aqui. O Cleveland apostou todas as fichas quando trocou o Darius Garland — um moleque de 26 anos que era peça fundamental do time — pelo Harden de 36 anos. Na teoria, fazia sentido. Na prática? Bom, vocês viram o resultado.

    O que mais me impressiona é como o time desabou completamente no Rocket Arena. Durante quase todos os playoffs de 2026, eles transformaram a casa deles numa fortaleza. Aí chegaram os Knicks e… 130 a 93 no Jogo 4. Em casa. Uma humilhação dessas proporções.

    Orgulho ou negação?

    Sinceramente, eu não sei se isso é orgulho ou pura negação. O Harden sempre foi conhecido por essa personalidade forte, esse ego gigante que o levou ao Hall da Fama. Mas, cara, tem hora que você precisa olhar no espelho e admitir: “Ó, tomamos um chocolate e o adversário era melhor mesmo.”

    Não foi nem questão de azar ou alguns lances duvidosos. Os Knicks simplesmente dominaram em TODOS os aspectos do jogo. Defesa, ataque, rebotes, intensidade — foi uma aula de basquete. E olha que eu sou fã do Harden desde os tempos de Oklahoma City.

    O problema é que agora o Cleveland vai ter que voltar pra prancheta de desenho. Quinta temporada tentando chegar lá e nada. Precisam de mais jogadores 3-and-D, mais atletismo, mais… tudo, na verdade.

    E vocês, o que acham? O Harden tá certo de manter essa confiança ou é só mal perdedor mesmo? Porque pelo que eu vi, os Knicks foram superiores do primeiro ao último minuto.