Tag: New York Knicks

  • Stephon Marbury transformou avião em festa rumo ao Jogo 4 dos Knicks

    Stephon Marbury transformou avião em festa rumo ao Jogo 4 dos Knicks

    Cara, isso aqui é o tipo de coisa que só acontece quando o Knicks tá voando alto mesmo — literalmente! O Stephon Marbury pegou o microfone do avião e transformou o voo para Cleveland numa festa completa da torcida dos Knicks. Imagina a cena: centenas de fãs a 10 mil metros de altitude cantando “Go New York, Go New York, Go!” com o Starbury comandando tudo.

    “Depois do jogo. Depois do jogo, não antes do jogo, aí sim a gente vai à loucura”, disse Marbury pelo sistema de som do avião. E olha, eu vi o vídeo umas cinco vezes e ainda me arrepio. A energia desses caras tava simplesmente absurda.

    O show não parou por aí

    Mas o Marbury não se contentou só com o grito de guerra. O maluco virou apresentador de game show ali mesmo, fazendo perguntas sobre a história dos Knicks pros passageiros e distribuindo óculos especiais do time pro ganhador. Sinceramente? Esse é o tipo de conexão que jogador aposentado deveria ter com a torcida.

    E não é pra menos — Marbury jogou cinco temporadas pelos Knicks, fez média de 18,2 pontos por jogo e foi titular em 282 jogos. Não foi a fase mais vitoriosa da carreira dele, mas o cara sangra laranja e azul até hoje.

    A invasão de Cleveland tá real

    O que mais me impressiona é como a torcida dos Knicks lotou Cleveland no Jogo 4. Os ingressos lá estão mais baratos que no MSG, então os nova-iorquinos aproveitaram pra fazer uma verdadeira invasão. E funcionou — os Knicks já tinham ganhado 3-0 na série e estavam a uma vitória das Finais pela primeira vez desde 1999.

    “Significa tudo pra mim como um nova-iorquino nato, vivendo e morrendo a cada arremesso”, disse um torcedor que voou de Miami só pra ver o jogo. “Foram 27 anos desde 1999. Estou pronto pro jogo da vingança contra os Spurs.”

    Dez vitórias consecutivas nos playoffs, ganhando por uma média de 22,5 pontos de diferença. Vocês acham que essa torcida não merece mesmo sonhar alto? Porque eu já tô imaginando a festa se os Knicks chegarem às Finais…

  • Mitchell pede desculpas pra Cleveland: ‘Foi uma merda essa varrida’

    Mitchell pede desculpas pra Cleveland: ‘Foi uma merda essa varrida’

    Cara, eu não sei nem como começar essa. O Donovan Mitchell simplesmente pediu desculpas pra cidade inteira de Cleveland depois da varrida humilhante que os Knicks deram nos Cavaliers. E olha, ele não poupou palavras.

    “Peço desculpas pra cidade de Cleveland por ter sido assim, numa varrida. Isso é uma merda”, disse Mitchell pros repórteres depois do jogo 4. Foi direto no peito, sem enrolação.

    Sinceramente? Eu entendo a frustração do cara. Os Cavs chegaram nas finais da Conferência Leste, estavam com uma vantagem de 22 pontos no primeiro jogo… e aí entregaram tudo de bandeja. Foi doloroso de assistir, imagina jogar.

    A realidade doeu, mas Mitchell quer ficar

    O mais interessante é que mesmo depois dessa lambança toda, Mitchell deixou claro que quer continuar em Cleveland. “Eu amo estar aqui. Não sei de que outra forma dizer isso”, falou o cara.

    Mitchell ainda tem um ano garantido no contrato de 3 anos e $153.3 milhões, com opção de jogador pra temporada 2027-28. Ou seja, ele não vai sair como agente livre se quiser vazar. Mas pelo que ele disse, a intenção é ficar mesmo.

    E vocês acham que é a decisão certa? Porque olha, depois de uma varrida dessas, qualquer jogador estrela estaria pelo menos pensando em outras opções…

    James Harden também quer ficar (será que isso é bom?)

    Aí que fica interessante a coisa. O James Harden também disse que quer continuar nos Cavs. “Sim, 100%. Definitivamente pras duas perguntas. Acho que encontramos algo especial”, disse Harden quando perguntaram se ele quer e espera ficar.

    Mas mano… será que os fãs de Cleveland querem o Harden de volta? O cara teve mais uma performance patética nos playoffs. No jogo 4 foram só 12 pontos com 2/8 nos arremessos de quadra e 0/6 do perímetro. Cinco turnovers. É o padrão Harden em jogos decisivos, infelizmente.

    Na série toda ele teve aproveitamento de 38.1% nos arremessos e cometeu mais turnovers que cestas importantes. Aos 37 anos, com uma opção de $42.3 milhões pra próxima temporada, será que vale a pena apostar nele de novo?

    Olha, eu sei que basketball é um esporte de química e os caras parecem ter se entendido bem durante a temporada regular. Mas quando chegou a hora H, o time simplesmente derreteu. E isso dói.

    Agora é esperar pra ver o que a franquia vai fazer. Manter o núcleo e tentar de novo, ou mexer nas peças? Uma coisa é certa: depois dessa vexame, alguma coisa precisa mudar em Cleveland.

  • Clyde Frazier passa o bastão: ‘Brunson é o cara agora’

    Clyde Frazier passa o bastão: ‘Brunson é o cara agora’

    Cara, que momento absurdo ontem à noite! Ver o Clyde Frazier entregando o troféu de MVP das Finais do Leste pro Jalen Brunson ao lado do Patrick Ewing… arrepio total. Os Knicks acabaram de massacrar o Cavaliers por 130 a 93 no jogo 4 e carimbaram a vaga nas Finais da NBA depois de 27 anos. Vinte e sete anos, gente!

    E o Clyde, que é uma lenda viva do basquete, entendeu perfeitamente o peso do momento. Nas palavras dele: “Faz muito tempo. Passando a tradição adiante, entregando pro Jalen. Ele é o cara agora que tem que carregar isso. Você tem que capitalizar quando chega lá, então vamos ficar em cima dele.”

    O peso da responsabilidade

    Olha, eu fico pensando na pressão que deve ser pra um cara como o Brunson. Receber esse troféu das mãos de duas lendas absolutas dos Knicks? É tipo ganhar a bênção dos deuses do basquete de Nova York. O Clyde ganhou dois títulos nos anos 70, o Ewing foi o coração do time nos anos 90… e agora é a vez do Brunson tentar quebrar essa seca que já dura mais de meio século.

    Sinceramente, não sei se existe pressão maior no esporte americano do que liderar os Knicks numa Final da NBA. Madison Square Garden vai estar pegando fogo — literalmente e figurativamente.

    Brunson assumiu mesmo o protagonismo

    E tem que reconhecer: o garoto mereceu cada segundo desse reconhecimento. Nas semifinais do Leste, ele foi simplesmente monstruoso. Comandou o ataque com uma frieza absurda, distribui assistências como se fosse moleza e ainda conseguiu ser clutch nos momentos decisivos. É exatamente o tipo de liderança que os Knicks precisavam há décadas.

    O mais legal é ver como ele abraçou essa responsabilidade. Não tá fugindo da pressão, não tá jogando pra baixo do pano. Pelo contrário — quanto maior o palco, melhor ele joga. E vocês acham que ele aguenta a pressão de uma Final da NBA em Nova York?

    Agora é aguardar pra ver quem vai ser o adversário na decisão. Uma coisa eu posso garantir: depois de 27 anos, os Knicks tão com MUITA fome de título. E com o Brunson comandando esse time, vai ser no mínimo um jogaço pra assistir.

  • Cavs fazem história melancólica que não víamos desde 97

    Cavs fazem história melancólica que não víamos desde 97

    Cara, que vexame. Os Cleveland Cavaliers conseguiram uma façanha que ninguém queria: fazer o tipo errado de história nos playoffs. E olha que eu torcia pra eles chegarem longe esse ano…

    Imagina só a cena: dia 17 de maio, o Donovan Mitchell e a galera toda comemorando a classificação pras finais da Conferência Leste. Todo mundo eufórico, né? Oito dias depois — OITO DIAS — já estavam de férias. Os Knicks mandaram eles pra casa de um jeito que até doeu assistir.

    O vexame do jogo 4

    130 a 93. Em casa. Nas finais de conferência. Sinceramente, eu não esperava um colapso desses. O Mitchell deve ter ficado se perguntando o que diabos aconteceu com o time que vinha jogando tão bem durante a temporada.

    Mas o pior é que isso já é um padrão meio preocupante. Quatro anos consecutivos sem chegar nas finais da NBA. Quatro! O Mitchell chegou justamente pra quebrar essa escrita, mas parece que o problema é mais profundo do que só precisar de um craque.

    Os números que explicam tudo

    Sabe o que me chamou atenção? Os Cavs tomaram 20 pontos ou mais de bola perdida em DEZ jogos desses playoffs. Dez! De 18 jogos totais. Isso é mais da metade dos jogos sendo destruído no contra-ataque.

    E não é coincidência, não. Quando você usa duas torres no garrafão (como eles fazem com Mobley e Allen), fica complicado correr de volta pra defender. A quadra fica desbalanceada, os caras não conseguem acompanhar o ritmo do jogo moderno.

    E agora, qual é o plano?

    Na minha visão, a diretoria vai ter que mexer bastante no elenco. O core com Mitchell é bom, mas falta atleta, falta gente que defenda com intensidade. Vocês acham que eles vão conseguir manter essa formação ou precisam de uma reformulação mais drástica?

    Porque uma coisa é certa: do jeito que está não rola. Você não pode desperdiçar o prime do Mitchell assim. O cara veio pra Cleveland justamente pra brigar por título, e aí o time desaba nos momentos decisivos.

    Enfim, vai ser uma off-season bem movimentada em Cleveland. Espero que eles aprendam com esses erros e voltem mais preparados ano que vem. Porque talento não falta — o que falta é consistência mental nos playoffs.

  • 5 coisas que não existiam quando o Knicks foi às Finais pela última vez

    5 coisas que não existiam quando o Knicks foi às Finais pela última vez

    Gente, aconteceu. O New York Knicks voltou às Finais da NBA depois de 27 anos! Depois de varrer o Cleveland Cavaliers na Conference Final do Leste, os Knicks estão de volta ao palco principal pela primeira vez desde 1999.

    Cara, eu ainda tô processando isso. Vinte e sete anos, mano. Pra vocês terem noção de quanto tempo se passou, eu separei cinco coisas que simplesmente NÃO existiam quando o Knicks pisou nas Finais pela última vez. Preparem-se pra se sentirem velhos.

    Redes sociais eram ficção científica

    Em 1999, o máximo de “rede social” que existia era o MSN Messenger — e olhe lá. Facebook só veio em 2004, Twitter em 2006, e Instagram em 2010. TikTok? Esquece, só chegou em 2017. Na época, se você quisesse comentar sobre um jogo, tinha que ligar pro amigo ou esperar até segunda-feira no trabalho.

    Imaginem como seria a repercussão dessa classificação do Knicks nas redes hoje? O Twitter estaria pegando fogo, o Instagram cheio de stories comemorando… Em 99, o pessoal teve que comemorar na rua mesmo, old school.

    A TV era outro mundo

    Survivor ainda não existia (imaginem!), American Idol era um sonho distante, e reality shows eram coisa de filme futurista. MTV ainda passava música — pasmem! — e The Sopranos tinha acabado de estrear sua primeira temporada.

    Na época, se você perdesse o jogo, ferrou. Não tinha replay infinito, highlights no YouTube ou “melhores momentos” no Instagram. Era TV aberta, antena parabólica e muito improviso.

    Celular? Que celular?

    O iPhone só veio em 2007, gente. Em 99, se você tinha sorte, rolava um Nokia tijolão pra fazer ligação — e só. Mandar SMS custava os olhos da cara, e câmera no celular era coisa de desenho animado.

    BlackBerry tinha acabado de chegar, mas era praticamente um pager turbinado. Nada de WhatsApp, nada de stories, nada de lives comentando o jogo. O negócio era rádio e TV mesmo.

    Metade do time atual nem tinha nascido

    Aqui a coisa fica surreal: dos 18 jogadores do elenco atual do Knicks, nove nem tinham nascido quando o time foi às Finais pela última vez. NOVE! O mais novo, Pacôme Dadiet, nasceu em 2005 — seis anos depois das Finais de 99.

    Jordan Clarkson, que é o mais velho do time, tinha apenas sete anos na época. Ou seja, nem ele se lembra direito daquele time histórico. É uma geração completamente nova vivendo esse momento mágico.

    E aí, vocês acham que essa nova geração consegue trazer o título que tanto falta pro Knicks? Sinceramente, eu tô com uma expectativa danada. Depois de 27 anos, qualquer coisa pode acontecer — e tomara que seja coisa boa!

  • Cavaliers precisam demolir tudo? A varredura pros Knicks foi humilhante

    Cavaliers precisam demolir tudo? A varredura pros Knicks foi humilhante

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu com os Cavs. Uma varredura. VARREDURA. Em casa. Para os Knicks. 130-93 no último jogo. Sinceramente, dói até escrever isso.

    A pergunta que não quer calar: e agora, Cleveland? O que vocês vão fazer com esse time que parecia tão promissor?

    O teto baixo demais dos Cavaliers

    Olha, quando eles trocaram o Darius Garland pelo James Harden em fevereiro, eu já fiquei com o pé atrás. Garland era jovem, tinha futuro, era parte do núcleo que os Cavs vinham construindo. Trocar ele por um Harden de 35 anos? Na época já achei arriscado.

    E o técnico Kenny Atkinson foi honesto depois da humilhação: “Estou decepcionado pelo grupo. Normalmente eu diria que precisávamos de mais peças no elenco, mas não posso falar isso. A diretoria nos deu um elenco talentoso.”

    É isso aí. O problema não é talento — é que esse grupo chegou no seu limite. E esse limite, infelizmente, é uma semifinal de conferência. Igual ao Harden a carreira inteira: ótimo, mas nunca o melhor.

    A matemática cruel dos 170 milhões

    Agora vem a parte dolorosa. Os Cavs teriam que desembolsar 170 milhões de dólares pra manter Mitchell, Harden, Mobley e Jarrett Allen juntos na próxima temporada. Cento e setenta milhões! Pra um time que não conseguiu ganhar UM jogo sequer na final do Leste.

    O Harden tem uma opção de 42,3 milhões pra ficar. Se ele aceitar e eles tentarem de novo, o Mitchell (que tem mais um ano garantido) não vai ficar pensando em vazar? E se todo mundo já tá imaginando isso, por que não trocar ele agora enquanto ainda vale alguma coisa?

    Apostas malucas pra 2025

    E é aí que a coisa fica interessante. Os rumores tão voando: trocar o Mobley pelo Giannis? Trazer o LeBron de volta pra Cleveland? Cara, nenhuma das duas opções garante título, mas pelo menos seria divertido de assistir.

    Imagina o Mitchell jogando com o Giannis. Dois caras famintos por um anel, se carregando mutuamente. Talvez até o Harden e o LeBron entrem na brincadeira (seria a coisa mais louca da NBA nos últimos anos).

    Pode dar errado? Claro. Lembrem do Giannis com o Damian Lillard — prometeu muito e entregou pouco. Mas pelo menos eles tentariam algo diferente, né?

    Porque ficar com essa formação atual é aceitar que o máximo que conseguem é chegar numa final de conferência pra tomar sapatada. E convenhamos, Cleveland merece mais que isso. Os torcedores merecem mais que isso.

    E vocês, o que acham? Vale a pena apostar numa mudança radical ou é melhor ter paciência com esse núcleo? Porque sinceramente, depois dessa humilhação, qualquer coisa tá na mesa.

  • Torcida dos Knicks invade Cleveland atrás de ingressos baratos

    Torcida dos Knicks invade Cleveland atrás de ingressos baratos

    Olha só que loucura: a torcida dos New York Knicks literalmente invadiu Cleveland na véspera do jogo 4 das finais da Conferência Leste. E o motivo? Ingressos baratos, meu amigo. Enquanto no Madison Square Garden você precisa vender um rim pra assistir um jogo dos playoffs, em Cleveland os fãs conseguiram entrar por 150-200 dólares.

    É surreal ver essa onda laranja e azul tomando conta da cidade. Milhares de nova-iorquinos fizeram a peregrinação até Ohio pra ver os Knicks tentarem uma vaga nas finais da NBA pela primeira vez em 27 anos. Vinte e sete anos, cara! E se conseguirem, vão brigar pelo primeiro título em 53 anos.

    A diferença de preço é absurda

    Monica Martinez dirigiu seis horas pra chegar em Cleveland e nem estava planejando ficar. “É insano. Não estávamos nem planejando ficar”, disse ela. “Estendemos nossa viagem. Esperei 25 anos por isso, então vamos fazer tudo e com estilo.”

    Vernon Balanza, de Forest Hills, conseguiu ingresso pro jogo 3 por apenas 137 dólares. Compara isso com o MSG, onde o ingresso mais barato custa 500-600 dólares. “É caro demais”, ele disse sobre a arena mais famosa do mundo. “Mesmo assim, não consigo me convencer a pagar isso.”

    Sinceramente? Eu entendo perfeitamente. Se você é um fã de carteirinha mas não tem o orçamento de um executivo de Wall Street, essas viagens acabam sendo a única chance de ver seu time jogando eliminatórias ao vivo.

    Até ex-jogador entrou na onda

    O mais engraçado foi ver Stephon Marbury – lembram dele? – animando os passageiros num voo pra Cleveland. “Depois do jogo, não antes do jogo, nós vamos à loucura”, ele gritou. “Vai New York, vai New York!”

    Archer Batravil veio lá de Miami (é, nasceu no Brooklyn mas mora na Florida agora) e resumiu o sentimento: “Significa o mundo pra mim como nova-iorquino de nascença, vivendo e morrendo com cada arremesso. Já fazem 27 anos desde 1999. Tô pronto pro jogo da vingança contra os Spurs.”

    Falando nisso, vocês acham que os Knicks conseguem mesmo chegar nas finais? E se chegarem, será que aguenta os Spurs ou o Thunder na decisão? Essa temporada tá sendo um negócio muito louco pra quem acompanha a NBA de perto.

  • Brunson está a 4 vitórias de ser o maior ídolo da história dos Knicks

    Brunson está a 4 vitórias de ser o maior ídolo da história dos Knicks

    Cara, eu sei que pode soar absurdo, mas preciso falar isso: Jalen Brunson está a quatro vitórias de se tornar o maior ídolo da história dos New York Knicks. Sim, você leu certo. Quatro vitórias.

    Olha, eu cresci vendo Patrick Ewing quebrar meu coração ano após ano. Vi Carmelo Anthony tentar carregar aquele time nas costas. Acompanhei a saga infinita de promessas não cumpridas. Mas tem algo diferente com o Brunson que me faz acreditar que dessa vez é real.

    O peso da tradição em Nova York

    Os Knicks não são como outros times da NBA. Enquanto você entra no United Center e passa pela estátua do Jordan sabendo que aquela época acabou, no Madison Square Garden é diferente. Walt Frazier — o último cara que levantou um título por lá — ainda narra os jogos há quase 40 anos. É como se o passado e o presente vivessem juntos, esperando o momento de completar a história.

    Allan Houston ainda trabalha no front office. Stephon Marbury aparece nos jogos importantes. Até o Melo, que dividiu tanto a torcida, recebe aplausos hoje. É aquela coisa: “Once a Knick, always a Knick”. Todos ainda estão lá, torcendo, como se ainda pudessem ajudar a quebrar essa maldição de 53 anos sem título.

    Brunson é diferente dos outros

    Sinceramente? Eu estava cansado de ver os Knicks correndo atrás de estrelas que nunca quiseram estar lá. Tentaram o Kobe em 2004, passaram anos sonhando com LeBron, tomaram um fora histórico do Kevin Durant em 2019. Sempre pareceu forçado.

    Aí chega o Brunson. Um armador de 1,85m que todo mundo dizia que era “pequeno demais” pra liderar um time campeão. Mas ele ESCOLHEU ir pros Knicks. Não foi por dinheiro ou marketing — foi porque queria estar lá. O pai dele, Rick, jogou no time que chegou às finais de 1999. O padrinho é o Leon Rose, que hoje comanda a franquia. Era destino.

    E mano, olha os números: desde que chegou, os Knicks fizeram os playoffs quatro anos seguidos — algo que não rolava desde o século passado. Ganharam pelo menos uma série em cada uma dessas temporadas. Nenhum outro time na NBA hoje pode dizer isso.

    Por que ele pode ser o maior de todos

    Tá, eu sei que Patrick Ewing tem mais recordes individuais. Walt Frazier tem os títulos. Bernard King e Carmelo têm os títulos de cestinha. Mas tem algo que o Brunson tem que nenhum deles conseguiu: ele está construindo algo sustentável.

    Três vezes All-NBA consecutivas. Uma final de Conferência Este. E agora, olhando pra essas finais, eu sinto que é diferente. Não é só hype ou esperança cega de torcedor — é que finalmente temos alguém que abraçou completamente ser um Knick e fez isso dar certo.

    Vocês acham que ele consegue fechar essa história? Porque, cara, quatro vitórias. Só isso separa Jalen Brunson de se tornar uma lenda eterna no Garden.

  • Chuck destruiu os Cavaliers: ‘Eles desistiram no intervalo’

    Chuck destruiu os Cavaliers: ‘Eles desistiram no intervalo’

    Cara, o Charles Barkley não perdoou nada ontem à noite. Os Cavaliers acabaram de levar uma vassourada histórica dos Knicks nas finais da Conferência Leste — 4 a 0 — e o Chuck simplesmente decidiu dar uma aula de vocabulário no intervalo do Jogo 4.

    A situação foi tão constrangedora que ele pediu “tempo especial” durante o programa pra explicar o que significa “desistir” pros telespectadores. E olha, não é que ele literalmente colocou “ver também: Cavaliers no Jogo 4 contra os Knicks” na definição? Que pancada.

    A pancadaria começou cedo

    Os Cavaliers estavam jogando em casa, com a chance de pelo menos não levar uma vassoura completa. Mas aí os Knicks aplicaram uma sequência de 20-0 no primeiro tempo e foram pro intervalo ganhando de 68-49. Vinte pontos de diferença no intervalo de um jogo eliminatório em casa. Isso dói só de pensar.

    E o pior? Barkley mostrou vários lances dos jogadores dos Knicks correndo soltos na transição enquanto os caras de Cleveland simplesmente… caminhavam de volta. “Isso aqui é só questão de esforço”, falou o Chuck, e sinceramente, ele tava certo.

    Os números não mentem

    No final das contas, Nova York pegou 60 rebotes contra 33 de Cleveland. Sessenta rebotes! E marcaram 33 pontos de contra-ataque contra apenas 9 dos Cavaliers. Esses números são de uma surra tão grande que até dói ver.

    Placar final? 130 a 93. Uma diferença de 37 pontos em um jogo eliminatório. Eu já vi muita coisa nessa vida de fã de basquete, mas essa foi de doer mesmo.

    “Os jogadores nunca vão admitir que desistiram, mas vocês sabem o que mostra isso? As ações deles”, completou Barkley. E cara, ele tinha razão total. Quando você vê um time simplesmente parar de correr, parar de lutar pelos rebotes, é porque a cabeça já não tá mais ali.

    E aí, o que vocês acharam da bronca do Chuck? Pesado demais ou foi na medida certa pra um time que realmente entregou os pontos?

  • Knicks varrem Cavaliers e voltam às Finais da NBA após 27 anos!

    Knicks varrem Cavaliers e voltam às Finais da NBA após 27 anos!

    Gente, eu não acredito que tô escrevendo isso. Os New York Knicks estão de volta às Finais da NBA! Depois de 27 anos. VINTE E SETE ANOS!

    Ontem à noite, os Knicks simplesmente atropelaram o Cleveland Cavaliers por 130 a 93 no Jogo 4, completando uma varredura histórica nas Finais da Conferência Leste. Agora eles vão enfrentar o vencedor entre Oklahoma City Thunder e San Antonio Spurs nas Finais.

    A reviravolta que mudou tudo

    Olha, eu tava assistindo o Jogo 1 dessa série e quando vi os Knicks perdendo por 22 pontos no último quarto, pensei: “Pronto, acabou”. Mas aí veio aquela virada absurda que só o basquete proporciona. Desde então, Nova York simplesmente dominou.

    São 11 vitórias consecutivas agora — uma sequência que começou ainda na primeira rodada contra o Atlanta Hawks. Quando um time pega esse tipo de embalo nos playoffs, cara… é difícil de parar mesmo.

    Jalen Brunson foi eleito MVP das Finais da Conferência Leste por unanimidade. E não é à toa. O cara tem sido simplesmente monstruoso nesses playoffs.

    A construção de um campeão

    “Significa muito liderar os Knicks às Finais”, disse Brunson após o jogo. “Eu não estaria aqui sem meus companheiros de equipe, a confiança que eles depositaram em mim, essa comissão técnica, essa organização, essa torcida. Sem eles, nada disso seria possível.”

    Sinceramente, a trajetória dos Knicks nos últimos anos é digna de filme. Depois de chegarem às Finais da Conferência Leste na temporada passada (e perderem para o Indiana Pacers), eles tomaram uma decisão corajosa: dispensar Tom Thibodeau e apostar em Mike Brown.

    E olha que interessante: depois de alguns altos e baixos na temporada regular, os astros do time resolveram brilhar todos ao mesmo tempo exatamente quando mais importa. Isso é basquete de playoff, pessoal.

    A reconstrução começou em 2019, quando perderam Kevin Durant e Kyrie Irving na agência livre. Mas em vez de chorar, pivotaram inteligentemente: trouxeram Julius Randle e ajudaram ele a reabilitar a carreira. Randle virou All-NBA e levou os Knicks de volta aos playoffs em 2021.

    Depois veio Brunson em 2022, que rapidamente se tornou a cara da franquia. O resto do quinteto titular foi montado via trades: Josh Hart, OG Anunoby, Mikal Bridges e, por último, Karl-Anthony Towns — negociação que custou o próprio Randle e Donte DiVincenzo.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem quebrar o jejum de títulos que dura desde… nunca? Porque sim, eles nunca ganharam um título da NBA. Mas depois dessa campanha, eu tô começando a acreditar que pode ser a hora deles.