Tag: New York Knicks

  • Colin Cowherd diz que Brunson pode ser o melhor Knick da história

    Colin Cowherd diz que Brunson pode ser o melhor Knick da história

    Cara, o Colin Cowherd mandou uma que me deixou pensando aqui. O cara disse que o Jalen Brunson tem tudo pra ser o MELHOR jogador da história dos Knicks. Isso mesmo, melhor que o Ewing, melhor que qualquer um que já vestiu a camisa laranja e azul.

    E olha, depois do que eu vi no jogo 2 contra os Cavs (109-93, que sufoco), tô começando a concordar com o maluco.

    O cara que abriu mão de grana pra ganhar título

    A parada é a seguinte: Brunson literalmente deixou dinheiro na mesa em julho de 2024. Ele topou ganhar menos pra que o time pudesse contratar outros jogadores e montar um elenco de verdade. Que jogador faz isso hoje em dia? Sinceramente, acho que pouquíssimos teriam essa visão.

    Como o próprio Cowherd falou no programa dele: “Ele entende o panorama geral. Se ele conseguir um troféu, isso vai valer mais de 150 milhões de dólares na vida dele. Melhor Knick de todos os tempos.”

    E não é só papo furado não. O cara realmente entende que abrir mão de salário significa poder trazer gente como o Mikal Bridges. É pensar no coletivo, coisa rara no esporte hoje.

    Knicks na pole position das finais do Leste

    Com essa vitória sobre Cleveland, New York tá bem encaminhado pra chegar nas finais da conferência. Imagina só: Knicks nas finais da NBA pela primeira vez desde 1999? Seria absolutamente surreal.

    Brunson tá liderando esse time de uma forma que eu não via há anos no Madison Square Garden. O cara não precisa de holofotes nem de drama nas redes sociais – ele simplesmente joga. E joga pra caramba.

    “Algumas pessoas conseguem se destacar sem precisar de validação 24/7”, completou Cowherd. E é exatamente isso que diferencia o Brunson da galera.

    E aí, vocês acham que ele realmente tem potencial pra ser o maior da história da franquia? Eu tô quase convencido. Se trouxer um título pro Knicks depois de mais de 50 anos, cara… aí sim seria pra entrar direto no panteão dos imortais de Nova York.

    O jogo 3 contra os Cavs é no sábado. Vamos ver se conseguem fechar essa série e dar mais um passo rumo ao sonho.

  • Brunson abraça sua atriz favorita após show no Jogo 2 dos Knicks

    Brunson abraça sua atriz favorita após show no Jogo 2 dos Knicks

    Gente, essa amizade entre o Jalen Brunson e a Mariska Hargitay (sim, a capitã Benson de Law & Order SVU) é uma das coisas mais genuínas que eu já vi na NBA. Depois de mais uma exibição monstro no último quarto — cara marcou dois dígitos NOVAMENTE nos 12 minutos finais —, o armador dos Knicks foi direto abraçar sua atriz favorita na arquibancada.

    A cena toda foi filmada pelo Ben Stiller (que também é fã roxo dos Knicks) e, sinceramente, dá até pra sentir a energia positiva através da tela. Brunson destruiu os Cavaliers por 109 a 93 no Jogo 2, e a primeira coisa que fez foi correr pro abraço da Mariska. Que conexão mais linda, cara.

    Uma amizade que começou em 2024

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi nada parecido com essa relação. Os dois se conheceram em 2024 e desde então virou tradição: todo jogo importante, lá está a Hargitay na primeira fila torcendo, e lá vai o Brunson cumprimentar ela depois.

    A atriz até mandou um vídeo parabenizando o cara quando ele foi selecionado pro All-Star Game de 2025. “De uma capitã para outro, parabéns por se tornar All-Star da NBA”, disse ela. E a resposta do Brunson? “Essa é minha pessoa favorita no mundo todo.” Mano, que coisa mais fofa.

    O mais engraçado é que o próprio Ben Stiller já zoou o Brunson no podcast dele, falando que a Mariska recebe um abraço mesmo quando os Knicks perdem. Imagina a inveja dos outros famosos que torcem pelo time? (risos)

    Knicks voando alto nos playoffs

    E por falar em abraços pós-vitória, os Knicks estão dando muito motivo pra comemoração ultimamente. Depois de quase dar vexame perdendo por 2-1 pro Hawks na primeira rodada, o time emplacou NOVE vitórias seguidas nos playoffs. Nove!

    Agora estão 2 a 0 nas finais da Conferência Leste contra Cleveland, e eu tô começando a acreditar que esse pode ser o ano dos Knicks voltarem às finais. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo jogando fora de casa?

    O Jogo 3 vai ser em Cleveland, e as casas de apostas colocaram os Knicks como azarões por 2.5 pontos. Faz sentido — jogar na casa do adversário nunca é fácil, ainda mais numa final de conferência. Mas cara, do jeito que o Brunson tá jogando, eu não duvido de nada.

    Uma coisa é certa: se os Knicks ganharem o próximo, a Mariska vai ganhar mais um abraço especial do seu armador favorito. E nós vamos ganhar mais um momento wholesome numa NBA que às vezes anda meio pesada demais.

  • Celebridades lotam Madison Square Garden no jogo 2 Knicks x Cavs

    Celebridades lotam Madison Square Garden no jogo 2 Knicks x Cavs

    Gente, o Madison Square Garden virou praticamente um tapete vermelho ontem! Depois da vitória mágica no jogo 1, parecia que metade de Hollywood decidiu aparecer para o jogo 2 entre Knicks e Cavaliers.

    A famosa Celebrity Row estava bombando com uma galera pesada. Jason Sudeikis, Jason Bateman e Chris Rock marcaram presença, junto com os figurões de sempre: Timothée Chalamet, Ben Stiller, Tracy Morgan e o lendário Spike Lee. Cara, é isso que eu amo nos playoffs dos Knicks — não é só basquete, é um evento!

    Ben Stiller já acordou no hype

    O Ben Stiller tava tão animado que postou “LETS GO KNICKS” no X antes das 10h da manhã. Esse cara não brinca em serviço quando se trata do time dele. E olha, entendo perfeitamente — quando os Knicks tão bem, a cidade inteira vibra diferente.

    Mas o que mais me impressiona é ver as lendas do próprio time assistindo a nova geração. John Starks, Patrick Ewing, Stephon Marbury e o elegantíssimo Walt “Clyde” Frazier estavam lá, praticamente babando de orgulho. Aliás, o Starks e o Marbury quase invadiram a quadra de tanta empolgação no jogo 1 — imagina se eles entram em quadra pra comemorar? Seria épico!

    Lista VIP de dar inveja

    E não para por aí. No jogo 1, a festa já tinha sido absurda: Lenny Kravitz, Michael J. Fox com a esposa Tracy Pollan, galera de The Sopranos, Dustin Hoffman… Gente, é impressionante como os Knicks conseguem juntar essa multidão de famosos. Até o ex-prefeito Michael Bloomberg tava lá na primeira fila.

    Agora, tem uma história curiosa: o atual prefeito Zohran Mamdani preferiu sentar lá em cima — e olha, talvez tenha sido estratégico. O cara apareceu num jogo do Mets e o time emendou 11 derrotas seguidas. Coincidência? Talvez. Mas quando se trata de esporte, a gente não brinca com maldição, né não?

    Sinceramente, é isso que faz os playoffs de Nova York serem únicos. Não é só sobre basquete — é sobre toda a energia da cidade, as celebridades que cresceram torcendo pros Knicks, e essa mistura louca de esporte e entretenimento que só Manhattan consegue fazer. E vocês, acham que toda essa pressão e holofote ajuda ou atrapalha os jogadores?

  • Kenny Atkinson curva-se a Brunson: ‘Isso que grandes fazem’

    Kenny Atkinson curva-se a Brunson: ‘Isso que grandes fazem’

    Olha, eu não esperava isso do Cleveland. Depois de arrasar na temporada regular, os Cavs estão levando uma surra dos Knicks nos playoffs — e o técnico Kenny Atkinson já tá praticamente jogando a toalha.

    O Jalen Brunson simplesmente dominou o jogo 2 em Madison Square Garden. 19 pontos, 14 assistências. Quatorze! O cara leu a partida melhor que um professor de basquete. E o mais impressionante? Quando o Cleveland tentou pressionar ele, o monstro virou distribuidor.

    O elogio que dói

    Atkinson, que treinou o Brunson no passado, teve que engolir o orgulho: “Isso é o que grandes jogadores fazem, né? Eles leem o jogo, e o jogo ditou isso”. Cara, quando seu próprio técnico adversário te elogia publicamente, é porque você tá jogando MUITO.

    “Obviamente, estamos marcando mais ele, e ele achou outros caras. Temos que encontrar esse equilíbrio. Mas 14 assistências, mérito dele. Tiramos algumas opções de pontuação dele, fizemos blitz, demos diferentes marcações, e ele ainda fez as leituras certas.”

    Sinceramente? Achei meio fraco da parte do Atkinson. Tá certo que tem que reconhecer quando o adversário joga bem, mas públicamente assim… sei não.

    Josh Hart também destruiu

    Brunson não jogou sozinho. Josh Hart fez 26 pontos (recorde pessoal nos playoffs) e acertou 5 de 11 bolas de três. O cara tava numa noite inspirada — daquelas que você sabe que vai dar ruim pro time adversário.

    Os números do Cleveland foram constrangedores: 39% nos arremessos de quadra, 9 de 35 do perímetro. Nove! De trinta e cinco! É para fechar o livro e ir pra casa.

    O Madison Square Garden tava uma loucura, né? Aquela torcida é diferenciada. Quando os Knicks tão bem, o ginásio vira uma panela de pressão — e o Cleveland simplesmente não aguentou.

    E agora?

    Game 3 no sábado, em casa. Se o Cleveland não ganhar esse jogo, pode ir preparando as malas. Ninguém volta de 0-3 nos playoffs da NBA — bem, quase ninguém.

    Vocês acham que os Cavs conseguem reagir? Ou o Brunson vai continuar dando show e levando os Knicks pras Finais? Eu tô começando a acreditar que Nova York pode chegar longe mesmo.

  • Kenny Atkinson desabafa após vexame: ‘Sem energia pra acompanhar’

    Kenny Atkinson desabafa após vexame: ‘Sem energia pra acompanhar’

    Olha, eu não queria estar no lugar do Kenny Atkinson agora. O técnico do Cavs foi direto ao ponto depois de mais uma derrota pro Knicks: o time simplesmente não teve ‘juice’ suficiente pra competir. E sinceramente? Doeu ouvir isso, mas foi a mais pura verdade.

    Os Cavaliers estão numa situação que já virou marca registrada deles nos playoffs — 2 a 0 pra baixo jogando fora de casa. Só que dessa vez não é contra o Detroit mediano que depende só do Cade Cunningham. É contra um Knicks que tá voando, com nove vitórias seguidas desde a primeira fase dos playoffs. Completamente diferente.

    O colapso do terceiro quarto (de novo)

    A primeira metade até me deu esperança. O Cavs parecia ter acordado depois daquele vexame histórico no Jogo 1 — lembram? Perderam uma vantagem de 22 pontos. Estavam perdendo só por 53-49 no intervalo, totalmente no jogo.

    Aí veio o terceiro quarto e… cara, foi doloroso de assistir. Os Knicks simplesmente atropelaram, fizeram 11 pontos a mais e transformaram aquilo numa sauna. Final: 109 a 93, com direito a uma atuação coletiva absurda do time de Nova York.

    ‘Precisamos botar as pernas no lugar, pra ser sincero… definitivamente não tivemos a energia que precisávamos’, disse Atkinson na coletiva. Mano, quando o técnico fala assim, é porque a coisa tá feia mesmo.

    A diferença entre energia e execução

    O que mais me chamou atenção foi a movimentação de bola do Knicks. Foram 32 assistências em 44 cestas convertidas — isso é basquete de alto nível, gente. Enquanto isso, o Cavs tava lá com 38,8% nos arremessos de quadra e uns catastróficos 25,7% do perímetro.

    É aquela situação clássica: quanto mais o adversário acerta, mais fácil fica pra defesa se posicionar. E quando você não consegue fazer suas cestas, vira uma bola de neve que só piora.

    Vocês acham que voltar pra casa vai resolver? Porque olhando esse Knicks jogando desse jeito, não sei se apenas o fator quadra vai ser suficiente. O Cleveland precisa de muito mais que ‘juice’ — precisa de um milagre ou de uma atuação histórica dos seus craques.

    Se tem uma coisa que aprendi acompanhando esse Cavs é que eles são resilientes pra caramba. Mas mano, tá difícil de enxergar de onde vai sair a reação contra esse furacão que é o Knicks agora.

  • Schröder posta no Instagram após derrota e torcida detona

    Schröder posta no Instagram após derrota e torcida detona

    Cara, vocês viram o que o Dennis Schröder fez? O Cleveland perdeu de lavada para o Knicks ontem à noite por 109 a 93, ficou em desvantagem por 2-0 na série dos playoffs, e o alemão foi lá e postou uma foto no Instagram com a legenda “0-2”. Não é brincadeira.

    Olha, eu entendo que cada jogador lida com a derrota do jeito que consegue, mas isso aí foi de lascar. O jogo mal tinha acabado e o cara já estava no celular atualizando o placar da série. Os fãs não perdoaram nem um pouco.

    A performance que ninguém quer lembrar

    Schröder entrou no jogo como sexto homem e fez… 4 pontos, 4 rebotes e 3 assistências em 18 minutinhos. A missão principal dele era incomodar o Jalen Brunson na defesa — e até que estava indo bem até o quarto período, quando o Brunson simplesmente resolveu acabar com a festa dos Cavs.

    Dez pontos no último quarto só do Brunson. Dez! Enquanto isso, o Schröder estava lá vendo a banda passar. E depois ainda teve coragem de postar foto? Na moral, tem timing pra tudo na vida, mano.

    A internet não perdoa

    Os comentários no Instagram foram impiedosos. Um cara escreveu: “Por que você tá postando quando o time está sofrendo?” Outro mandou: “CARA, O JOGO ACABOU DE TERMINAR!”. Tem um que falou que ele atualiza o placar mais rápido que a ESPN — essa foi boa, não vou mentir.

    O mais pesado foi: “É por isso que você é trocado toda temporada”. Eitaaa! Essa doeu até em mim lendo aqui.

    Sinceramente? Cleveland já estava numa situação complicada. Perdeu uma vantagem de 22 pontos no Jogo 1 e agora está 2-0 atrás contra um Knicks que está jogando em casa e com tudo funcionando. A última coisa que o time precisava era de distração nas redes sociais.

    Vocês acham que isso afeta o psicológico do time? Porque uma coisa é certa: se o Schröder não melhorar drasticamente nos próximos jogos, essa postagem vai envelhecer muito mal. E olha que já está envelhecendo mal desde ontem à noite.

  • Mitchell nega cansaço após vexame: ‘A gente não tá cansado’

    Mitchell nega cansaço após vexame: ‘A gente não tá cansado’

    Olha, eu não sei vocês, mas depois de ver os Cavs levando uma surra de 109-93 dos Knicks no Jogo 2, a última coisa que eu queria ouvir era Donovan Mitchell falando que não estão cansados. Cara, se não é cansaço, então o que é?

    O Cleveland cavou um buraco de 0-2 no Madison Square Garden, e a performance foi de dar vergonha alheia. 39% nos arremessos de quadra? Trailing por 19 pontos? Os Knicks com Jalen Brunson e Josh Hart mandando no jogo dos dois lados da quadra?

    “Não estamos cansados”

    Quando perguntaram se o cansaço estava pesando pro time, Mitchell foi direto ao ponto: “Não estamos cansados. Não estamos cansados. Estamos prontos pro Jogo 3.” Repetiu duas vezes pra ter certeza que a galera entendeu.

    Sinceramente? Eu queria ter a confiança desse cara. Mitchell fez 26 pontos (líder do time) e 4 rebotes, convertendo 8 de 18 arremessos. Números até que decentes individualmente, mas o time como um todo… nossa.

    James Harden colaborou com 18 pontos, 6 rebotes e 2 assistências, enquanto Jarrett Allen pegou um double-double com 13 pontos e 10 rebotes. Mas não adiantou nada.

    O fantasma do Jogo 1

    A real é que os Cavs ainda estão assombrados pelo que rolou no Jogo 1. Imagina só: você tem 22 pontos de vantagem no último quarto e consegue perder na prorrogação. Na prorrogação eles fizeram apenas UMA cesta. Uma! É de cortar o coração.

    Mitchell até tentou passar confiança antes do Jogo 2, falando sobre como esse grupo estava preparado pra qualquer desafio nos playoffs. “Este grupo é ótimo porque não viemos aqui só pra ficar tipo ‘Ei!’ Vocês sacam? Nós construímos pra chegar nesse ponto.”

    Mas olhando a performance de ontem… será que construíram mesmo? Ou será que bateu aquela pressão clássica de quem nunca esteve nesse palco?

    Agora é Game 3 no sábado, no Rocket Arena. Os Cavs precisam de um milagre — ou pelo menos jogar como se realmente não estivessem cansados. Porque do jeito que as coisas estão, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo esperava.

    E aí, vocês acham que Mitchell tá certo ou é só pose mesmo?

  • Brunson revela qual é a grande vantagem dos Knicks nos playoffs

    Brunson revela qual é a grande vantagem dos Knicks nos playoffs

    Mano, os Knicks tão voando. Não tem outro jeito de descrever o que essa equipe tá fazendo nos playoffs. Nove vitórias consecutivas! E o mais impressionante? Eles tão aprendendo a ganhar de jeitos diferentes a cada jogo.

    A vitória por 109-93 sobre o Cleveland na segunda partida das finais da Conferência Leste foi mais uma demonstração disso. Os Cavs tentaram de tudo pra parar o Jalen Brunson — e conseguiram, de certa forma. Só que o cara simplesmente virou playmaker e distribuiu 14 assistências. Absurdo.

    O segredo que Brunson revelou

    Depois do jogo, o armador falou algo que me chamou muito a atenção. Pra ele, essa capacidade de se adaptar é exatamente a grande vantagem dos Knicks nessa caminhada:

    “Eu acho que isso é uma vantagem pra gente, aprender a jogar de forma diferente. Vai ter momentos que um plano de jogo vai ser diferente do próximo. Conseguir se ajustar, aprender e se ajustar durante o jogo é algo que a gente precisa continuar melhorando. Mas acho que temos feito um ótimo trabalho nisso.”

    E ele tá certo, cara. Nos playoffs, principalmente numa série de sete jogos, quem não consegue se adaptar acaba sendo eliminado. Lembra do que aconteceu com os Cavs na rodada anterior? Tomaram 2-0 do Detroit (que teve 60 vitórias na temporada regular) e conseguiram virar a série. Ou seja, os Knicks sabem que não podem relaxar.

    Por que isso é tão importante

    Sinceramente, acho que essa versatilidade dos Knicks é subestimada. Eles têm um elenco que permite diferentes abordagens táticas, e o Brunson tá sendo fundamental nisso. Quando não consegue marcar como de costume, ele vira distribuidor. Quando precisa ser o cestinha, ele assume essa responsabilidade.

    Olha, eu não esperava que os Knicks chegassem tão longe assim. Quebrar um jejum de 27 anos sem finais da NBA não é brincadeira. Mas do jeito que eles tão jogando, se adaptando e crescendo durante os playoffs, quem sabe a gente não vê Nova York de volta às finais?

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível e fechar a série contra Cleveland? Com essa versatilidade toda, eu tô começando a acreditar de verdade.

  • Cavaliers tomam pau dos Knicks e Kenny Atkinson já sabia por quê

    Cavaliers tomam pau dos Knicks e Kenny Atkinson já sabia por quê

    Cara, eu já imaginava que ia ser difícil pros Cavaliers, mas tomar uma surra de 109-93 pros Knicks no jogo 2 das finais da Conferência Leste? Kenny Atkinson nem se surpreendeu — e o motivo é simples: Cleveland simplesmente NÃO consegue acertar uma bola de três.

    “Sabíamos entrando nessa série que teríamos que acertar arremessos de 3”, disse Atkinson depois do jogo. E olha, ele estava certo. Os Cavaliers fizeram apenas 9 de 35 tentativas do perímetro (25,7%). Vinte e cinco por cento, gente! Isso depois de acertar só 32% no jogo 1.

    O pesadelo começou no terceiro quarto

    O jogo estava empatado no começo do terceiro período depois de uma bandeja do Donovan Mitchell. Aí que a coisa desandou completamente. Cleveland ficou CINCO MINUTOS sem pontuar — cinco minutos! — enquanto os Knicks meteram uma sequência de 18-0 que basicamente decidiu tudo.

    Nessa sequência, Jalen Brunson e Josh Hart sozinhos fizeram 16 dos 18 pontos dos Knicks. O Hart, que tava com apenas 26,7% de aproveitamento de três nos playoffs, simplesmente resolveu virar o Stephen Curry e acertou 5 de 11 do perímetro. Terminou com 26 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs.

    Sinceramente, quando um cara que não tava acertando nada de longe de repente vira uma metralhadora, você sabe que não é seu dia.

    Os números não mentem

    Brunson contribuiu com 19 pontos e 14 assistências (duplo-duplo), mesmo acertando só 7 de 16 arremessos. Karl-Anthony Towns fez 18 pontos e 13 rebotes, Mikal Bridges também botou 19 no placar. TODOS os titulares dos Knicks chegaram aos dois dígitos. Isso é o que eu chamo de basquete coletivo.

    Do lado dos Cavaliers, Mitchell liderou com 26 pontos, mas continuam as dúvidas sobre o estado físico dele — parece que ainda tá sentindo alguma coisa. Evan Mobley começou bem com 10 pontos só no primeiro quarto, mas depois sumiu: tentou apenas DOIS arremessos nos três quartos seguintes. James Harden ajudou com 18 pontos.

    E não foi só o arremesso de três que falhou. Cleveland acertou apenas 38,8% dos arremessos de quadra e perdeu 10 de 32 lances livres (68,8%). Quando você erra lance livre desse jeito, é porque o psicológico já foi pro espaço.

    Sequência histórica dos Knicks

    Os Knicks agora emplacaram nove vitórias consecutivas nos playoffs — a maior sequência desde que os Celtics ganharam 10 seguidos a caminho do título em 2024. Tá difícil parar esse time de Nova York.

    Agora os Cavaliers voltam pra casa precisando URGENTEMENTE vencer o jogo 3 no sábado. Porque se tomarem outra surra, aí sim a coisa fica preta. E vocês acham que eles conseguem se recuperar jogando em casa? Ou os Knicks vão manter esse ritmo alucinante?

    Uma coisa é certa: se Cleveland não melhorar drasticamente o aproveitamento de três pontos, pode ir se despedindo dos playoffs. Kenny Atkinson sabia disso antes da série começar, e agora tá vendo exatamente o que ele temia acontecer.

  • Mitchell elogia Hart após massacre dos Knicks: ‘Às vezes você tem que tirar o chapéu’

    Mitchell elogia Hart após massacre dos Knicks: ‘Às vezes você tem que tirar o chapéu’

    Olha, eu não esperava ver o Donovan Mitchell elogiando um cara que acabou de passar o rodo no time dele, mas é exatamente isso que rolou depois da surra que os Knicks aplicaram nos Cavaliers ontem à noite.

    Os Cavs levaram uma lavada de 109-93 no Jogo 2 das Finais da Conferência Leste, e o Josh Hart simplesmente resolveu virar o LeBron James por uma noite. O cara saiu de 13 pontos no Jogo 1 pra 26 no Jogo 2 — praticamente dobrou a produção.

    Hart vira pesadelo dos Cavs

    E que performance foi essa do Hart, meus amigos. 26 pontos com 10/21 nos arremessos de quadra e — pasmem — 5 bolas de três em 11 tentativas. O cara tava com a mão quente que nem churrasqueiro no domingo.

    A jogada que mais me chamou atenção foi aquela enterrada com giro que ele fez em cima do próprio Mitchell. Sinceramente, quando vi o replay, pensei: “cara, isso aí foi desrespeitoso”. E o mais louco? O próprio Mitchell reconheceu.

    “Às vezes você tem que tirar o chapéu”, disse Mitchell na entrevista pós-jogo. “Ele fez um movimento giratório com uma mão só em mim. Não que ele não seja capaz, mas às vezes é isso que acontece.”

    Mitchell também jogou bem, mas não foi suficiente

    Não é que o Mitchell tenha feito um jogo ruim, né pessoal. O cara marcou 26 pontos também, com 8/18 nos arremessos e praticamente perfeito da linha do lance livre (8/9). Mas quando seu time leva 16 pontos de diferença, individual bom não adianta nada.

    Agora os Cavs estão numa situação bem complicada: 2-0 atrás na série. E todo mundo que acompanha NBA sabe que essa estatística é cruel — nenhum time na história conseguiu virar uma série depois de estar perdendo por 3-0.

    O Jogo 3 vai ser no sábado, em Cleveland. Praticamente vida ou morte pros Cavaliers. Vocês acham que eles conseguem reagir jogando em casa, ou os Knicks vão fechar a conta?