Tag: New York Knicks

  • Kenny Atkinson entregou os Cavaliers pro Knicks no Jogo 1

    Kenny Atkinson entregou os Cavaliers pro Knicks no Jogo 1

    Cara, eu não consigo tirar o Jogo 1 da cabeça. Os Cavaliers estavam ganhando por 22 pontos — VINTE E DOIS — e conseguiram entregar de bandeja pros Knicks. E o principal culpado? Kenny Atkinson, que simplesmente assistiu o time desmoronar sem fazer nada.

    Vamos aos fatos: Cleveland estava dominando. Donovan Mitchell chuva de três (acertou 4), Evan Mobley fazendo double-double (15 pontos, 14 rebotes), até o James Harden estava colaborando com 15 pontos. Parecia que os Cavs iam sair na frente na série e colocar pressão nos favoritos Knicks.

    A virada que mudou tudo

    Mas aí veio o terceiro quarto. Cleveland fez 35 pontos, estava tudo lindo… até que não estava mais. Os Knicks fizeram uma virada histórica de 22 pontos e forçaram a prorrogação. E na prorrogação? Os Cavaliers fizeram apenas 3 pontos. TRÊS.

    Jalen Brunson simplesmente resolveu virar o Michael Jordan no quarto período: 15 pontos, 7 de 9 nos arremessos. O cara estava imparável. E onde estava o Atkinson? Provavelmente pensando no que ia jantar, porque pediu timeout foi nada.

    Olha, eu entendo que às vezes o técnico confia no time pra resolver, mas quando você vê uma virada de 22 pontos acontecendo na sua cara, você PRECISA parar o jogo, reagrupar, fazer alguma coisa. Qualquer coisa!

    As consequências da passividade

    E agora? Os Cavaliers perderam o Jogo 3 por 121-108, estão com 2-1 pra baixo e praticamente com um pé na rua. A intensidade que eles mostraram na virada contra os Pistons (saíram de 2-0 atrás) simplesmente sumiu.

    O pior de tudo é que esse time dos Cavs tem talento pra chegar nas Finais, sério. Mas a estratégia defensiva é de chorar — James Harden virou saco de pancada dos Knicks, que atacam ele o jogo inteiro. Enquanto isso, Jalen Brunson fica livre pra fazer o que quer na quadra.

    No Jogo 3, foi um festival: Brunson com 30 pontos e 6 assistências, Mikal Bridges com 22, OG Anunoby com 21… até o Landry Shamet apareceu com 14 pontos. Quando todo mundo do time adversário está jogando bem, é sinal de que sua defesa não está funcionando.

    Vivem e morrem pelo três

    E no ataque? Cleveland continua com aquela tática previsível de viver e morrer pela bola de três. Erraram 29 das 41 tentativas no Jogo 3 — quase 30% de aproveitamento. É muita dependência pra uma coisa que não está funcionando.

    Sinceramente, acho que os Cavaliers perderam a série naquele Jogo 1. Ter 22 pontos de vantagem e entregar assim… isso marca psicologicamente. Os Knicks ganharam confiança e os Cavs nunca mais foram os mesmos.

    Kenny Atkinson pode ser um bom técnico, mas nessa série ele está sendo completamente superado pelo Mike Brown. E o pior é que tinha tudo pra dar certo — era só não deixar aquela virada histórica acontecer.

    Vocês acham que ainda dá tempo dos Cavaliers reagirem, ou a série já era?

  • Knicks a um passo das Finals! Cavs no desespero após 3×0

    Knicks a um passo das Finals! Cavs no desespero após 3×0

    Mano, eu tô vendo algo que achei que nunca mais ia ver na minha vida: o New York Knicks praticamente garantido nas Finals da NBA. Ontem eles atropelaram o Cleveland Cavaliers por 121-108 no Jogo 3 das finais da Conferência Leste, e agora tá 3-0 na série.

    Pra vocês terem noção do buraco que Cleveland se meteu: NUNCA um time conseguiu virar uma série depois de estar perdendo por 3-0. Nunca! Apenas três equipes na história conseguiram pelo menos forçar um Jogo 7 saindo de 3-0. E contra esse Knicks que tá voando? Esquece.

    Brunson comandando o show

    Jalen Brunson foi simplesmente monstruoso: 30 pontos e 6 assistências em 41 minutos. O cara tá carregando esse time nas costas e fazendo parecer fácil. Do lado dele, Mikal Bridges contribuiu com 22 pontos acertando 11 de 15 arremessos — um aproveitamento absurdo.

    Karl-Anthony Towns deu aquela largada quente no primeiro quarto com 11 pontos, mas depois meio que sumiu e terminou só com 13. Sinceramente, com Brunson jogando desse jeito, nem precisa forçar tanto o KAT.

    O que mais me impressiona é a consistência desse Knicks. Eles abriram 10 pontos logo no primeiro quarto (37-27), deixaram os Cavs chegarem perto no segundo, mas quando precisaram acelerar no terceiro quarto, simplesmente dispararam 13 pontos na frente.

    Sequência histórica dos Knicks

    Cara, esse time tá numa sequência que dá arrepio: 10 vitórias consecutivas! A última derrota foi lá em abril, contra o Atlanta Hawks. E olha só esse dado que me deixou de queixo caído: antes do jogo de ontem, os Knicks tinham o melhor saldo de pontos (212) em qualquer período de nove jogos na história da NBA — incluindo temporada regular E playoffs.

    É a sexta vez na história da franquia que eles conseguem cinco ou mais vitórias por dupla diferença nos playoffs. “Nossa mentalidade não mudou”, disse Brunson. “Estamos tentando melhorar a cada dia”.

    Cleveland no desespero total

    Os Cavaliers? Rapaz, tão completamente perdidos. Nem lideraram o placar uma única vez no jogo. A linha de três foi um desastre: 12 de 41 arremessos (29%). Com esse aproveitamento, não dá pra competir com ninguém, quanto mais com um Knicks inspirado desse jeito.

    O próximo jogo é na segunda-feira, dia 25, às 20h no horário de Brasília, com transmissão da ESPN. Os Knicks precisam de apenas mais uma vitória pra chegar às Finals pela primeira vez desde 1999 — ou seja, desde que eu era criança praticamente!

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue pelo menos evitar a varredura? Ou os Knicks vão fechar na segunda mesmo e partir pro título? Porque do jeito que esse time tá jogando, eu não duvidaria nada de eles levarem tudo este ano.

  • Lendas dos Knicks assistem vitória épica em Cleveland – Finals à vista!

    Lendas dos Knicks assistem vitória épica em Cleveland – Finals à vista!

    Cara, que noite foi essa em Cleveland! Os Knicks não só ganharam o jogo 3 das finais da Conferência Leste por 121 a 108, como tiveram uma plateia VIP de arrepiar. Patrick Ewing, Walt Frazier, John Starks e Allan Houston — todos lá, juntinhos na arquibancada, torcendo como verdadeiros fãs.

    Sério, imagina a emoção desses caras assistindo o time que eles ajudaram a construir chegando tão perto de uma final da NBA? Ewing principalmente, que carregou essa franquia nas costas por anos e nunca conseguiu o anel. Agora tá ali vendo essa nova geração dos Knicks fazer o que ele sempre sonhou.

    KAT começou destruindo, mas Brunson roubou o show

    Karl-Anthony Towns resolveu começar o jogo no modo destruição total. Primeira bola? Dentro. Logo depois encaixou um fadeaway no James Harden que foi simplesmente absurdo. 11 pontos só no primeiro quarto — o cara tava pegando fogo.

    Mas aí os Cavaliers fizeram o ajuste defensivo (como sempre fazem quando um cara tá cozinhando) e o KAT esfriou um pouco. Terminou com 13 pontos, que não é ruim, mas longe daqueles primeiros minutos mágicos.

    Quem assumiu as rédeas foi o Jalen Brunson. Monstro. 30 pontos em 41 minutos de quadra, carregando o ataque dos Knicks quando mais precisavam. Esse cara tem uma frieza mental que impressiona — parece que quanto maior a pressão, melhor ele joga.

    O banco deu caldo e agora é só mais uma vitória

    Mikal Bridges contribuiu com 22 pontos (segundo maior pontuador), OG Anunoby botou 21 no placar, e até o Landry Shamet saindo do banco fez 14 pontos. Esse time dos Knicks tá com uma profundidade que faz tempo que a gente não via em Nova York.

    E agora? Uma vitória. Uma vitória separa os Knicks da sua primeira final da NBA desde 1999. Vocês lembram de 99? Eu era criança, mas sei que foi contra o Spurs e o Tim Duncan. Agora, 27 anos depois, essa nova geração tem a chance de fazer história.

    Sinceramente, com esses veteranos ali na arquibancada passando energia positiva e esse time jogando com tanta garra, eu tô começando a acreditar que pode dar certo. E aí, acham que os Knicks vão conseguir fechar a série no próximo jogo?

  • Brunson massacra em Cleveland e Knicks chegam a 3-0 na série

    Brunson massacra em Cleveland e Knicks chegam a 3-0 na série

    Cara, eu tô até tremendo aqui escrevendo isso. Os Knicks acabaram de DESTRUIR os Cavaliers em Cleveland e agora tão a um jogo de varrer a série. 3-0, meus amigos. Três a zero.

    O Jalen Brunson simplesmente resolveu mostrar pro mundo inteiro por que ele merece estar na conversa de melhor armador da liga. 30 pontos, 6 assistências — e o mais impressionante? Fez isso jogando na casa do adversário, com toda a torcida de Cleveland gritando contra.

    Sinceramente, eu já esperava que o Brunson fosse bem, mas o cara tá jogando num nível All-NBA mesmo. Desde que chegou aos Knicks, ele transformou completamente a franquia. E olha que não é pouca coisa — estamos falando de um time que não chega nas finais desde 1999. 1999, pessoal. Eu nem tinha nascido direito.

    Mikal Bridges apareceu quando precisava

    Mas não foi só o Brunson não. O Mikal Bridges também decidiu entrar na festa e marcou 22 pontos com 6 rebotes. E ainda teve 2 roubos de bola e 2 tocos. O cara defendeu E atacou. Isso que eu chamo de jogador completo.

    O que mais me impressiona nos Knicks é a consistência ofensiva que eles mostraram na série toda. Ganharam os dois primeiros jogos em casa (o que era esperado), mas agora foram lá em Cleveland e simplesmente dominaram do começo ao fim.

    Cleveland não conseguiu reagir

    Os Cavaliers tentaram usar o fator casa, mas cara… não rolou. A torcida de Cleveland fez a parte dela, gritaram, xingaram, fizeram barulho. Mas quando o time não consegue fazer uma sequência de cestas pra embalar, não tem jeito.

    Vocês acham que Cleveland ainda consegue reagir? Porque olha, virar uma série de 0-3 é praticamente impossível na NBA. Aconteceu só uma vez na história dos playoffs. UMA VEZ.

    O que me deixa mais empolgado é ver os Knicks jogando com essa confiança toda. Eles sabem que estão a 48 minutos de chegar nas finais da Conferência Leste pela segunda vez consecutiva. E dessa vez, cara, eu sinto que eles têm tudo pra ir além.

    New York Rise mesmo. Que fase absurda dos Knicks!

  • Cavs na lona: Knicks abrem 3-0 e deixam Cleveland à beira do abismo

    Cavs na lona: Knicks abrem 3-0 e deixam Cleveland à beira do abismo

    Olha, eu não queria ser pessimista, mas depois de ver os Cavs levarem uma surra de 121-108 dos Knicks no Jogo 3, fica difícil manter a esperança. Cleveland tá na lona, cara. 3-0 na série e, se vocês acompanham basquete como eu, sabem que NUNCA — repito, NUNCA — um time voltou de uma desvantagem de 3-0 nos playoffs da NBA.

    E sinceramente? Não é nem questão de talento. Os Knicks simplesmente sabem o que estão fazendo em quadra. Eles têm sistema, têm disciplina, têm pegada de time que quer título. Enquanto isso, os Cavs parecem exatamente o que são: um time montado na última hora na trade deadline, tentando colar os pedaços.

    Nova York dominou do começo ao fim

    O jogo já começou mostrando quem mandava na parada. Knicks abriram 9-1 logo de cara — e olha que foi em Cleveland, na casa dos Cavs! Isso me lembrou aqueles jogos do Brasil nas Olimpíadas quando a gente já sabia que ia dar ruim nos primeiros minutos.

    Cleveland até esboçou uma reação no segundo quarto, empatou em 50 a 50, mas foi só ilusão. Os Knicks fecharam forte o primeiro tempo e foram pro intervalo com 6 pontos de vantagem. No terceiro quarto, aí que a coisa feia mesmo aconteceu.

    Nova York simplesmente pisou no acelerador. Transformaram cada defesa em ataque rápido, cada rebote em contra-ataque. A diferença chegou a 13 pontos e os milhares de torcedores dos Knicks que viajaram pra Ohio começaram aqueles cânticos de “Let’s go Knicks” no Rocket Arena. Constrangedor pra torcida de casa.

    Brunson continua imparável

    Jalen Brunson tá jogando num nível absurdo. 30 pontos no Jogo 3, mantendo a média altíssima da série. O cara simplesmente não erra quando importa. Mikal Bridges e OG Anunoby ajudaram com 22 e 21 pontos respectivamente — que trio, meu Deus.

    Do lado dos Cavs, Evan Mobley foi o cestinha com 24 pontos (pelo menos alguém apareceu), Mitchell fez 23 mas com aproveitamento ruim (9/21 nos arremessos), e Jarrett Allen contribuiu com 17. James Harden? 19 pontos, mas 5 turnovers também. Veterano que é veterano não pode dar bobeira dessas em playoffs.

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, foi honesto na coletiva: “Eles foram o time mais físico, foram muito superiores”. E complementou reconhecendo a qualidade do adversário: “Eles estão jogando um basquete de playoffs fantástico. Nove vitórias seguidas nos playoffs é muito difícil de conseguir”.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem o milagre? Honestamente, eu tô achando difícil. Não é impossível ganhar um jogo, mas quatro seguidos contra esse time dos Knicks? Precisariam de uma mudança radical de postura.

    O Jogo 4 é segunda-feira, 20h, em Cleveland. Atkinson resumiu bem a situação: “Vamos buscar uma vitória e depois vemos o que acontece”. Realista, né? Porque se perder na segunda, acabou. E pelo que vi até agora, os Knicks não vão facilitar nada.

  • KAT e Bridges: Knicks tem que jogar ‘desesperados’ mesmo liderando 2-0

    KAT e Bridges: Knicks tem que jogar ‘desesperados’ mesmo liderando 2-0

    Olha, eu não sei vocês, mas quando você tá liderando 2-0 numa final de conferência, a última coisa que deveria estar fazendo é falando em jogar “desesperado”. Mas é exatamente isso que Karl-Anthony Towns e Mikal Bridges estão pregando antes do jogo 3 contra o Cleveland.

    “A gente tem que executar num nível alto, ter aquele desespero que tivemos contra Philly e Atlanta”, disse o KAT. “Obviamente, a gente só precisa acertar os arremessos.”

    E o Bridges completou: “Temos que continuar jogando desesperados. Eu sei que é mais fácil pro time que tá perdendo de 0-2 jogar mais desesperado, mas não podemos ser nós. Continuar fazendo o que estamos fazendo. Todos os playoffs, mantendo o desespero independente da situação. Pra gente, é 0-0.”

    A verdade por trás dos 27 pontos de vantagem

    Sinceramente? Eles têm razão em estar preocupados. Por mais que o New York tenha vencido os dois primeiros jogos por uma margem combinada de 27 pontos, os jogos foram muito mais apertados do que parece no papel.

    No jogo 1, cara, eles estavam perdendo de 22 pontos no último quarto! Foi o Jalen Brunson que virou completamente monstro, fez uma sequência absurda e forçou a prorrogação pra roubar a vitória. No jogo 2, começaram perdendo de novo no primeiro quarto, mas dominaram completamente o segundo e terceiro períodos.

    É aquela coisa: placar mente, mas quem acompanha sabe que Cleveland tá longe de estar morto nessa série.

    KAT virou facilitador e tá adorando

    Uma parada que eu achei interessante é como o papel do Towns mudou ao longo dos playoffs. Contra Atlanta e Philadelphia, ele virou praticamente um armador — média de 8,6 assistências nos últimos três jogos contra os Hawks, 7,5 por jogo na varredura contra os Sixers.

    Mas agora contra Cleveland, que tem mais tamanho pra marcar ele, o Brunson voltou a comandar a ofensiva (14 assistências no jogo 2, imaginem!). E o KAT? Tá de boa com isso.

    “Sempre disse que estou disposto a me sacrificar e fazer o que for preciso pra impactar as vitórias”, falou Towns. “Essa é a benção do nosso grupo. Temos várias maneiras e sistemas que podemos usar pra conseguir a vitória.”

    Olha, eu acho isso aí fundamental. Time que quer chegar longe precisa ter essa versatilidade, essa falta de ego. E pelos playoffs do Knicks até agora, parece que eles encontraram essa fórmula.

    Vocês acham que essa mentalidade de “desespero” mesmo liderando vai funcionar? Ou pode acabar virando ansiedade demais? O jogo 3 é hoje às 21h, em Cleveland, e pode definir muito do rumo dessa série.

  • Bridges ressurge e leva os Knicks perto das finais da NBA

    Bridges ressurge e leva os Knicks perto das finais da NBA

    Cara, eu preciso falar sobre o Mikal Bridges. O cara simplesmente acordou na hora certa e tá carregando os Knicks rumo às finais da NBA. E olha que há um mês atrás eu tava aqui duvidando se ele justificava toda aquela troca maluca que o time fez.

    Na conferência pós-jogo, depois de ver o Josh Hart acertar cinco bolas de três e colocar os Knicks em vantagem de 2-0 nas finais do Leste, o Bridges falou uma coisa que me chamou atenção: “É questão de mentalidade forte. Continuar confiando no seu jogo, no seu trabalho”.

    A pressão do negócio da década

    Vocês lembram da negociação né? Os Knicks praticamente hipotecaram o futuro pra tirar o Bridges do Brooklyn. Foram picks de primeira rodada de 2025, 2027, 2029 e 2031, mais outro pick de 2025, uma troca em 2028 e ainda uma segunda rodada. E depois ainda deram 150 milhões de extensão pra ele.

    Quando o cara não tá jogando bem, a torcida fica pistola. É natural. Mas o Bridges é tipo aquele jogador que quando tá funcionando, ninguém percebe muito – ele só faz o trabalho sujo, marca os caras mais perigosos, corre como um desgramado na transição e acerta os arremessos de canto.

    O momento da virada

    Sinceramente, eu não esperava que ele ia ressurgir assim nos playoffs. A temporada regular dele foi meio morna – 14,4 pontos por jogo, números mais baixos desde os tempos de Phoenix quando ele era a quarta opção. E ele tava evitando muito o contato, quase não indo pra linha de lance livre.

    Mas playoffs é outra história, né? O cara simplesmente entendeu que era agora ou nunca. E tá respondendo à pressão de uma forma absurda.

    O mais impressionante é como ele consegue impactar sem necessariamente aparecer nas estatísticas malucas. Ele não vai fazer 35 pontos como o Brunson ou pegar 15 rebotes como o Towns, mas quando você vê o jogo, percebe que ele tá em tudo.

    Rumo às finais?

    Com essa vantagem de 2-0 sobre Cleveland, os Knicks tão com um pé nas finais da NBA. E muito disso tem o dedo do Bridges. O cara simplesmente decidiu que não ia deixar aquela troca virar piada na internet.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar a série? Porque se conseguirem, vai ser em grande parte por causa desse ressurgimento do Bridges na hora H. O cara pode não ser o astro principal, mas tá sendo o sexto homem perfeito quando mais precisam dele.

  • Mitchell sumiu no vestiário e quase deu um infarto na gente

    Mitchell sumiu no vestiário e quase deu um infarto na gente

    Gente, que susto foi esse? Donovan Mitchell simplesmente saiu de quadra no meio do segundo quarto do Jogo 3 das finais da Conferência Leste e foi direto pro vestiário. Meu coração quase parou.

    As câmeras da ESPN flagraram o cara caminhando em direção aos vestiários e, cara, todo mundo já pensou o pior. Ainda mais numa série decisiva contra os Knicks — imagina perder o Mitchell justamente agora?

    O alívio veio rápido

    Mas olha, graças a Deus foi só um susto. A própria ESPN reportou depois que ele não estava acompanhado de nenhum médico ou fisioterapeuta, o que já era um bom sinal. E realmente, em poucos minutos o monstro voltou pro banco e ainda entrou em quadra antes do final do segundo quarto.

    Sinceramente? Provavelmente foi só uma necessidade fisiológica mesmo, sabe como é. Ou quem sabe ajustar alguma coisa no equipamento. Mas no calor do momento, com a tensão dos playoffs, qualquer movimento estranho do seu craque já deixa todo mundo em pânico.

    Por que esse susto mexe tanto com a gente?

    É que o Mitchell tem sido absolutamente fundamental pra essa campanha dos Cavaliers. O cara tá carregando o time nas costas, e perder ele numa série contra os Knicks seria praticamente o fim das pretensões de título de Cleveland.

    Vocês viram como a torcida ficou? O pessoal do Twitter já tava entrando em desespero coletivo. E eu não culpo ninguém — quando você vê seu astro sumindo no vestiário no meio de um jogo decisivo, o coração dispara mesmo.

    No final das contas, foi só mais um daqueles momentos que fazem os playoffs da NBA serem tão intensos. Todo detalhe importa, cada segundo conta, e qualquer coisa fora do normal vira notícia na hora.

  • Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cara, tem coisa mais frustrante no basquete do que um time que erra tudo e fica falando que “o processo estava certo”? Porque é exatamente isso que tá rolando com o Cleveland Cavaliers nas finais da Conferência Leste.

    Olha só a situação: depois de entregar uma vantagem de 22 pontos no primeiro jogo e perder o segundo por 109-93 (errando 26 de 35 arremessos de três!), TODO MUNDO do Cavs saiu repetindo a mesma ladainha sobre “processo”.

    O mantra do “processo”

    Técnico Kenny Atkinson? “Nosso processo estava certo, só não foi uma boa noite de arremesso.” James Harden? “Apenas não acertamos os chutes.” Donovan Mitchell? “Nosso processo estava certo.” Jarrett Allen? “Vocês vão ouvir isso várias vezes: o processo estava certo.”

    Mano, até parece disco riscado! E o mais engraçado é que os Knicks colocaram um outdoor gigante no Madison Square Garden zoando exatamente isso — uma propaganda do Nike com o Jalen Brunson e a frase “TOO MUCH TO PROCESS” (processo demais).

    Sinceramente, eu entendo a lógica deles. No segundo jogo, Cleveland teve 2 de 12 em arremessos “abertos” de três pontos e 6 de 19 nos “completamente abertos”. São chutes que normalmente eles acertam, né? Sam Merrill e Max Strus são atiradores elite que não devem repetir esse 1 de 11 de três tão cedo.

    Mas será que é só isso mesmo?

    O problema é que existe uma linha tênue entre confiar no processo e ser teimoso demais. O próprio Atkinson admitiu que “existe um ponto onde você tem que dizer ‘ok, os números não significam tanto agora, precisamos fazer algo diferente’”.

    Josh Hart, dos Knicks, mandou uma frase que eu achei genial sobre análises: “Em certo ponto, elas são como um poste para um bêbado: você pode se apoiar nelas, mas elas não vão te levar pra casa.”

    E aí, vocês acham que Cleveland tá certo em manter a fé no processo ou deveria mudar alguma coisa? Porque olhando de fora, parece que os Knicks encontraram a receita para parar esse ataque. Brunson tá comandando o show em Nova York, e se o Cavs continuar errando chutes abertos, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imaginou.

    Jogo 3 é em Cleveland no sábado. Vamos ver se o “processo” finalmente funciona ou se os Knicks vão pra cima de 3-0.

  • Stephen A. Smith não acredita nos Knicks nas Finais da NBA

    Stephen A. Smith não acredita nos Knicks nas Finais da NBA

    Olha só que loucura: os Knicks estão a duas vitórias das Finais da NBA pela primeira vez desde 1999, dominaram o jogo 2 contra Cleveland por 109-93, e mesmo assim o Stephen A. Smith tá preocupado com eles. Isso mesmo, preocupado.

    O cara simplesmente olhou pro que tá rolando no Oeste e falou: “Ó, quando eu vejo Oklahoma City e San Antonio, eu vejo os dois melhores times do basquete”. E aí já era pro Knicks na cabeça dele.

    Por que o Stephen A. tá pessimista?

    A parada é que ele não tá subestimando New York à toa não. Na real, ele até admite que os Knicks podem ganhar de San Antonio, mas aí vem o “mas” — e esse “mas” é pesado. Segundo ele, não é nem por causa do Wembanyama que os Spurs são perigosos.

    “É por causa do Stephon Castle, do Devin Vassell, do Dylan Harper, do Julian Champagnie e do Sexto Homem do Ano, Keldon Johnson”, explicou Smith. Cara, quando você lista assim, realmente impressiona a profundidade que San Antonio tem no perímetro.

    E tem um detalhe que me chamou atenção: ele falou que Castle tá com responsabilidades de armador e já teve 20 turnovers nos dois primeiros jogos. Isso pode ser uma brecha pro Knicks explorarem, não acham?

    O Thunder também assombra

    Sobre Oklahoma City, o Stephen A. foi direto: “Eu sou uma das pessoas que acreditam que os Knicks perderiam pro OKC”. Sinceramente, entendo o ponto dele. O Thunder tem uma energia absurda e jogadores jovens que não sentem pressão.

    Mas aqui entre nós — será que ele não tá sendo meio pessimista demais? Os Knicks chegaram até aqui por algum motivo, né? O Jalen Brunson tá jogando um basquete monstruoso nos playoffs, a defesa tá funcionando (limitaram Cleveland a 93 pontos!), e o Madison Square Garden tá pegando fogo.

    E se o De’Aaron Fox voltar?

    Um ponto que o Stephen A. levantou e que me deixou pensando: “Se você tem todas as peças no lugar, se De’Aaron Fox conseguir jogar… San Antonio e OKC são provavelmente os dois melhores times do basquete”.

    Fox machucado realmente muda tudo. Com ele em quadra, os Spurs ficam ainda mais perigosos. Mas olha, lesão faz parte do jogo, e os Knicks também tiveram que lidar com problemas assim durante a temporada.

    O que vocês acham? Stephen A. Smith tá certo em duvidar dos Knicks, ou será que ele tá subestimando a força que New York pode ter numa possível Final? Uma coisa é certa: se chegarem lá, vai ser um jogaço independente do adversário.

    Enquanto isso, a série no Oeste continua empatada em 1-1, com jogo 3 na sexta à noite. E os Knicks? Bem, eles têm que focar primeiro em fechar a série contra Cleveland antes de pensar em Finals.