Tag: Oklahoma City Thunder

  • Thunder atropela os Suns por 35 pontos e mostra que tá em outro nível

    Thunder atropela os Suns por 35 pontos e mostra que tá em outro nível

    Cara, o Oklahoma City Thunder não brinca em serviço. Os caras simplesmente destruíram o Phoenix Suns por 119-84 no Game 1 dos playoffs, e eu já tô vendo que essa série pode ser bem curta mesmo.

    O mais louco? Isso já virou tradição pra eles. Ano passado, na primeira partida da pós-temporada, eles fizeram a mesma coisa — massacraram o Memphis Grizzlies por 51 pontos de diferença. Agora foram 35 de vantagem contra os Suns. Segundo a ESPN, só eles e o Lakers de 86/87 conseguiram começar duas pós-temporadas consecutivas ganhando por mais de 35 pontos.

    Defesa sufocante e muita pressão

    A receita do Thunder é simples mas devastadora: pressão total na defesa. Os caras forçaram 19 turnovers dos Suns e converteram isso em 34 pontos. Pra vocês terem noção do absurdo: foi 34-2 na vantagem de pontos vindos de erros do adversário. Trinta e quatro a DOIS, gente!

    “Cada vez que você joga contra eles, tem que valorizar a bola, valorizar as posses, tem que conseguir um arremesso — e nós não fizemos isso”, disse o técnico do Suns, Jordan Ott. E olha, ele não tá errado não. A fisicalidade do Thunder é de outro mundo.

    Jalen Williams foi monstro com 22 pontos, 7 rebotes e 6 assistências, enquanto Shai Gilgeous-Alexander — o atual MVP — fez 25 pontos mesmo arremessando mal (5/18 de quadra) e nem precisou jogar o último período.

    Suns cansados ou Thunder imparáveis?

    Tem que ser justo com Phoenix: os caras tiveram que suar no play-in contra o Golden State na sexta, viajar no sábado e encarar o primeiro colocado geral às 14h30 de domingo. Não é desculpa, mas cansa mesmo.

    “Eles estão um pouco mais cansados, então isso provavelmente tem algo a ver”, admitiu o próprio SGA. “Mas ainda temos que fazer nosso trabalho e sair lá para vencer.”

    O jogo até começou equilibrado — Suns fizeram os primeiros 5 pontos. Mas durou uns 2 minutos isso aí. O Thunder assumiu o controle e não largou mais: 15 pontos na frente no final do primeiro quarto, 21 no intervalo, 31 no fim do terceiro. Uma aula de basquete.

    Devin Booker tentou explicar o que aconteceu: “Tenho certeza de que esses caras levam os jogos da temporada regular a sério, mas eles sentem que esta é a época do ano. Eles estão tentando ir atrás de novo.”

    E aí, vocês acham que os Suns conseguem reagir no Game 2? Porque sinceramente, vendo essa exibição do Thunder, tô achando difícil. Esses caras estão jogando num nível completamente diferente — e olha que nem forçaram tanto assim. Quando o atual campeão da NBA tá nesse ritmo, é complicado pra qualquer um.

  • Ajay Mitchell fala sobre defender título: ‘Não é defesa, é conquista’

    Ajay Mitchell fala sobre defender título: ‘Não é defesa, é conquista’

    Olha só que interessante a cabeça do Ajay Mitchell sobre essa temporada dos Thunder. O cara que era terceira opção no banco há pouco tempo agora é peça fundamental na rotação do Mark Daigneault — e a mentalidade dele sobre defender o título me chamou muito a atenção.

    “Não estamos encarando como defesa do título. Estamos encarando como: queremos ganhar o campeonato”, disse Mitchell antes do jogo 1 contra o Phoenix Suns. Cara, essa frase resume muito bem o que separa um time campeão de um time qualquer.

    Da terceira opção para protagonista

    A evolução do Mitchell é absurda mesmo. De um rookie que mal via quadra para ser um dos primeiros a sair do banco numa equipe campeã? Isso não acontece por acaso. O garoto trabalhou pra caramba e agora tá colhendo os frutos.

    “Estou empolgado. Só feliz por poder entrar em quadra e ajudar esse time a ganhar”, falou Mitchell sobre estrear nos playoffs como titular. E sinceramente? Dá pra sentir a confiança dele nas palavras.

    O mais legal é que ele tá 100% fisicamente. Depois de alguns problemas de lesão durante a temporada regular, ter o Mitchell disponível para os playoffs é um bônus enorme para Oklahoma City.

    Shai também pensa igual

    E o Shai Gilgeous-Alexander falou algo parecido, mas de um jeito mais realista (típico dele, né?). “Tanta coisa tem que dar certo por tanto tempo pra gente ter essa oportunidade de repetir”, disse o astro do Thunder.

    Shai tá certo — repetir título é monstruosamente difícil. Desde os Warriors de 2017-18, ninguém mais conseguiu. E olha que Golden State tinha Kevin Durant no time…

    Mas essa mentalidade de “não estamos defendendo, estamos atacando” pode ser o diferencial. Em vez de jogar com medo de perder algo, eles vão jogar pra ganhar de novo. Faz toda diferença psicologicamente.

    Vocês acham que Oklahoma City consegue repetir o título? O primeiro jogo contra Phoenix vai nos dar uma boa ideia de como eles chegam nestes playoffs. Domingo no Paycom Center promete ser especial.

  • Suns surpreenderam geral e já garantiram mais que os playoffs

    Suns surpreenderam geral e já garantiram mais que os playoffs

    Olha, eu vou falar uma coisa pra vocês: quando a temporada começou, quase NINGUÉM dava nada pelo Phoenix Suns. As casas de apostas colocaram eles pra ganhar apenas 30,5 jogos na temporada. Trinta e meio! Eu mesmo achei que seria mais um ano de sofrimento no deserto do Arizona.

    Mas que surpresa absurda os Suns deram, meu amigo.

    De zebra a candidato real aos playoffs

    Durante praticamente a temporada inteira, o time ficou no top 8 do Oeste — e teve momentos que chegou no top 6. Cara, isso é MUITO mais do que qualquer “especialista” esperava. O próprio Mat Ishbia, dono do time, não perdeu a oportunidade de zoar quem duvidou deles no Twitter (e com razão).

    Claro que no final das contas perderam pro Golden State no play-in e vão enfrentar o Oklahoma City Thunder como oitavo seed. Mas sinceramente? Isso não tira o mérito de nada que fizeram.

    Sabe por que eu acho que essa temporada foi especial mesmo com eles não tendo chegado onde poderiam? Porque finalmente encontraram uma IDENTIDADE. O Devin Booker virou o líder que sempre soubemos que podia ser. O Dillon Brooks trouxe aquela pegada defensiva que o time precisava desesperadamente.

    Construindo algo sólido pro futuro

    E olha só que interessante: jogadores como Jordan Goodwin e Collin Gillespie mostraram como se constrói um elenco competitivo mesmo sem estrelas bilionárias. Grayson Allen e Royce O’Neale tiveram temporadas excelentes — prova de que o ambiente em Phoenix tá favorecendo o desenvolvimento.

    O que mais me empolgou foram os jovens. Rasheer Fleming, Oso Ighodaro, Ryan Dunn e Khaman Maluach ainda não tiveram minutos consistentes, mas dá pra ver o potencial ali. E considerando que o time tem poucos picks de draft pros próximos anos, desenvolver esses caras vai ser fundamental.

    Vou ser honesto com vocês: muito provavelmente o Thunder vai passar fácil por eles no primeiro round. Oklahoma City é um time muito mais completo e experiente em playoffs. Mas isso não diminui em NADA o que Phoenix conquistou essa temporada.

    Como meu pai sempre dizia (e o autor do artigo original também mencionou): “não deixe o bom ser inimigo do ótimo”. Os Suns de 2021 chegaram nas Finais e perderam — isso não foi fracasso. O Miami Heat de 2023 foi pra Final como oitavo seed. O Dallas de 2024 surpreendeu todo mundo.

    E aí, vocês acham que os Suns conseguem incomodar o Thunder pelo menos? Ou vai ser passeio mesmo?

  • Gonzaga domina os playoffs da NBA com seis ex-alunos em quadra

    Gonzaga domina os playoffs da NBA com seis ex-alunos em quadra

    Olha, eu sempre soube que Gonzaga era uma máquina de produzir talento pra NBA, mas seis caras nos playoffs de 2026? Isso é simplesmente absurdo. Se você é um jovem jogador de basquete universitário pensando em transferência, precisa dar uma olhada no que essa universidade faz com seus atletas.

    Chet Holmgren lidera essa galera pelo Oklahoma City Thunder como atual campeão da NBA. O cara de 2,16m finalmente conseguiu se manter saudável e olha só o que acontece: primeiro All-Star Game da carreira aos 23 anos. Monstro mesmo.

    Os números do Chet impressionam

    Em 69 jogos como titular, Holmgren cravou médias de 17.1 pontos com 55.7% de aproveitamento nos arremessos de quadra. De três pontos? 36.2%. Lance livre? 79.2%. São números de gente grande, e eu não tô nem falando dos 8.9 rebotes por jogo (11º lugar na NBA) e 1.9 tocos por partida (2º lugar).

    Mas não é só o Chet não. Kelly Olynyk representa pelo San Antonio Spurs, Julian Strawther pelo Denver Nuggets, e nosso conhecido Rui Hachimura continua fazendo o trabalho no Los Angeles Lakers. Corey Kispert defende o Atlanta Hawks enquanto Jalen Suggs joga pelo Orlando Magic.

    Drew Timme fica de fora mas por pouco

    O único que não vai participar dos playoffs é Drew Timme, que tá com contrato de duas vias no Lakers, dividindo tempo entre a NBA e o G League. Mas cara, ter sete ex-alunos de uma mesma universidade com chances reais de título? Isso fala muito sobre o programa de Gonzaga.

    Sinceramente, não lembro de ver uma concentração assim de talentos de uma única faculdade nos playoffs. E o mais legal é que cada um encontrou seu espaço na liga de forma diferente — uns como estrelas, outros como peças fundamentais do banco.

    E aí, vocês acham que algum desses Zags vai conseguir levantar o troféu Larry O’Brien em junho? As finais começam dia 23 de junho, e eu já tô ansioso pra ver.

  • Thunder x Suns: OKC pega favorito pesado nos playoffs

    Thunder x Suns: OKC pega favorito pesado nos playoffs

    Cara, que começada de playoffs hein? O Thunder, atual campeão e primeira cabeça de chave da temporada, recebe o Phoenix Suns logo de cara — e olha só que spread maluco: -13.5 pontos pros donos da casa. É muita confiança nas casas de apostas, não acham?

    Suns chegam cansados, mas com sangue no olho

    A situação é interessante porque o Suns mal teve tempo de respirar. Há menos de 48 horas eles eliminaram o Warriors no play-in, enquanto o Thunder estava em casa descansando e assistindo Netflix. Por um lado, Phoenix chega com momentum total — aquela sensação de “já que chegamos até aqui, vamos com tudo”. Por outro, cara, deve ser exaustivo física e mentalmente.

    O que mais me impressiona é como esse time do Suns conseguiu chegar nos playoffs depois de trocar o Kevin Durant no meio do ano passado. Ninguém apostava muito neles, mas aqui estão. Jordan Ott, técnico novato, tá fazendo um trabalho interessante.

    O duelo Shai vs Dillon Brooks vai ser épico

    Agora vem a parte boa: como você para o atual MVP da liga? Shai Gilgeous-Alexander tá numa temporada absolutamente monstro, e vai ter pela frente o Dillon Brooks — que sabemos que não tem medo de ninguém. Vai ser guerra psicológica pura.

    Mas mesmo se o Brooks conseguir incomodar o SGA (e olha que é difícil), ainda sobra o Chet Holmgren e o Jalen Williams pra resolver. O Thunder tem um depth assustador, enquanto o Suns… bem, vamos ser sinceros, eles dependem muito do Devin Booker fazer mágica.

    E falando no Booker — ele vai precisar de uma performance MVP pra conseguir roubar esse primeiro jogo. 13.5 pontos de diferença é coisa pra caramba, mesmo jogando fora de casa.

    A defesa do Thunder foi a melhor da temporada regular, então não vai ser moleza. Vocês acham que o Suns consegue surpreender logo no primeiro jogo, ou vão precisar de alguns ajustes antes de incomodar de verdade?

    Uma coisa é certa: depois de 24 anos, ter a NBA de volta na NBC/Peacock já deixa tudo mais emocionante. Vai ser às 15h30 (horário de Brasília) de domingo, e eu sinceramente não vejo a hora de ver se esse spread gigante faz sentido ou se o Suns vai mostrar que chegou pra brigar mesmo.

  • Meu ranking dos playoffs: Wemby e Spurs lideram a briga pelo título

    Meu ranking dos playoffs: Wemby e Spurs lideram a briga pelo título

    Os playoffs da NBA começaram e, cara, que delícia ver essa paridade toda. Lembro quando era fácil cravar quem ia ganhar — hoje em dia qualquer time pode esquentar na hora certa e ir longe. Mas óbvio que tem hierarquia, né?

    Resolvi separar os 16 times em três categorias baseado no potencial real de título. E olha, algumas surpresas me chamaram atenção nessa análise.

    Os Pesos Pesados

    Estes são os monstros que não dependem de sorte — eles fazem acontecer.

    1. San Antonio Spurs

    Wembanyama é simplesmente absurdo. O cara transformou essa defesa numa coisa de outro mundo — Kirk Goldsberry soltou um dado que me deixou de queixo caído: quando o Wemby tá em quadra, a eficiência de arremesso dos adversários fica abaixo de 50%. Isso é coisa de maluco!

    Dos últimos 25 campeões da NBA, 23 terminaram no top-5 tanto no ataque quanto na defesa. Adivinha quais são os únicos dois times que conseguiram isso essa temporada? Spurs e Celtics. E olha que San Antonio ainda tem elenco pra todo lado — não é só o Wemby carregando piano.

    Eles venceram o OKC quatro vezes na temporada regular. Quatro! Na minha visão, perderam uma oportunidade gigante de não bater o Denver no último jogo da temporada regular, porque agora vão ter que enfrentar Nuggets E Thunder em sequência. Mas sinceramente? Acho que o efeito Wembanyama é tão grande que eles levam tudo mesmo.

    2. Oklahoma City Thunder

    Shai Gilgeous-Alexander provavelmente vai levar o MVP — e com razão. O cara é uma máquina de fazer cestas, principalmente nos momentos decisivos, e praticamente nunca perde bola. A defesa do Thunder é a mais chata de enfrentar nos playoffs.

    Ganharam 64 jogos mesmo com Jalen Williams (segundo melhor jogador deles) fazendo só 33 partidas por lesão. Isso diz tudo sobre a profundidade do elenco.

    Nos playoffs, sempre aposte no time com mais maneiras de ganhar. OKC pode te massacrar na transição, pode te destruir no meio da quadra, pode jogar grande, pequeno, trocar tudo… São camaleões táticos.

    3. Boston Celtics

    Enquanto todo mundo tá no final de uma temporada longa, Jayson Tatum tá só esquentando os motores. Deve chegar na segunda rodada fresco que só, e dali pra frente os Celtics parecem o time mais completo do Leste.

    Tatum, Jaylen Brown e Derrick White funcionando bem é um Big Three que briga com qualquer um. E Joe Mazzulla já provou que sabe o que tá fazendo — levar esse time a 56 vitórias não foi sorte.

    E os Outros Candidatos?

    Denver continua perigoso com o trio Jokić-Murray-Gordon, mas algo me diz que essa não é a temporada deles. Miami sempre assombra todo mundo nos playoffs, mas precisa de mais consistência.

    E vocês, quem acham que leva essa? Eu tô com os Spurs — Wemby vai fazer história mais cedo do que todo mundo imagina. O garoto é diferenciado demais pra esperar.

  • Thunder favorito? Spurs e Celtics que tão dando dor de cabeça nas casas de apostas

    Thunder favorito? Spurs e Celtics que tão dando dor de cabeça nas casas de apostas

    Olha, pode até ser que o Oklahoma City Thunder seja o favorito nas casas de apostas pra repetir o título (+110), mas quem tá realmente mexendo com o psicológico dos bookmakers são os times logo abaixo deles na tabela.

    E não é difícil entender o porquê. San Antonio (+500) e Boston (+550) começaram a temporada como zebras completas e agora tão ali brigando lá em cima. Denver fecha o grupo dos favoritos com +900, mas aí já tem um pulo enorme pro Cleveland e New York, que aparecem com 17-1 e 18-1.

    Wembanyama virou o pesadelo dos traders

    Cara, os Spurs começaram a temporada com odds de 65-1 no DraftKings. Sessenta e cinco pra um! E olha onde eles tão agora. Victor Wembanyama simplesmente decidiu que 2025-26 seria a temporada dele, se manteve saudável, e transformou San Antonio numa máquina.

    “Não consigo nem imaginar como deve estar a planilha de alguns outros sites”, disse o David Lieberman, do Caesars, pra ESPN. “Eles ficaram com odds de 50-1 ou mais durante quase o ano todo.”

    A galera sacou logo cedo que esse seria o ano dos Spurs e meteu a grana. Resultado? San Antonio é o time que mais recebeu apostas tanto pro título da NBA quanto pra conferência oeste no BetMGM e DraftKings. Mesmo com os bookmakers tentando se proteger baixando as odds, o povo continuou apostando no francesão.

    Celtics: a surpresa que ninguém esperava

    Agora, o Boston é outro caso interessante. Com Jayson Tatum praticamente fora a temporada toda por causa de uma lesão no tendão de Aquiles, todo mundo esperava uma temporada de reconstrução. DraftKings deu 60-1 pra eles no começo da temporada — chegaram até 80-1 em alguns momentos.

    Só que aí o time conseguiu se manter competitivo o ano todo, Tatum voltou na hora certa, e agora eles são favoritos pra sair do Leste (+155). Sinceramente? Eu não esperava essa dos Celtics, mas aqui estamos.

    “Eram um time que não tinha o elenco completo, não parecia que teria o elenco completo, e agora tão com força máxima entrando nos playoffs”, comentou Johnny Avello, do DraftKings.

    Thunder na pole, mas sem pressão

    O mais engraçado é que Oklahoma City, mesmo sendo favorito, não tá dando dor de cabeça pros bookmakers. Como eles foram favoritos praticamente a temporada toda, as odds sempre foram curtas, então não tem tanto dinheiro concentrado neles.

    “Entre os verdadeiros candidatos, OKC é o melhor resultado no mercado de futuros”, disse Anthony Parenti, do BetMGM. “Estamos na posição invejável de poder torcer pro favorito ganhar tudo.”

    E aí, galera, vocês acham que o Thunder repete ou algum desses azarões vai surpreender? Eu tô com um pressentimento de que esses playoffs vão ser especiais — principalmente com Wembanyama jogando no nível que tá jogando.

  • Thunder não fala em bi: a receita de OKC pra repetir o título

    Thunder não fala em bi: a receita de OKC pra repetir o título

    Olha, eu já vi muito campeão da NBA se achar o dono da quadra no ano seguinte e acabar levando um banho de realidade logo na primeira rodada dos playoffs. Por isso que tô impressionado com a postura do Oklahoma City Thunder nesta temporada.

    O Thunder é o atual campeão da NBA. Tem também o quinto elenco mais jovem da liga. Essa combinação? Normalmente é receita pra desastre total.

    A maldição do “eu primeiro”

    Pat Riley chamava isso de “a doença do eu” — quando os jogadores começam a pensar mais nos próprios números, nos próprios toques na bola, no próprio salário. Acontece até com veteranos experientes. O basquete coletivo que ganhou o anel vai pro espaço, e junto com ele a chance de repetir.

    Mas sinceramente? OKC não tá dando essa vibe nem um pouco.

    “Acho que é isso que nos torna tão bons, o fato de termos tantos caras que jogam pelo coletivo”, falou Jaylin Williams. “Ninguém entra pensando ‘vou chutar 25 vezes hoje porque fulano tá machucado’. Todo mundo pensa em fazer o que o time precisa pra ganhar.”

    Proibido falar em bicampeonato

    O técnico Mark Daigneault instalou uma filosofia meio chata mas eficiente: foco nas coisas pequenas que as grandes vão acontecer. Todo treinador fala isso, né? A diferença é que do Shai Gilgeous-Alexander pra baixo, TODO MUNDO comprou a ideia.

    E sabe o que mais me impressiona? Eles literalmente NÃO falam sobre repetir o título no vestiário. É assunto proibido.

    “A gente tenta não pensar assim”, disse Lu Dort. “Óbvio que somos os atuais campeões, mas tentamos nem pensar nisso. Ainda temos que bater cada time quatro vezes pra avançar.”

    Pode soar chatão esse papo de “processo” e “bons hábitos”, mas tá funcionando. Esses caras lembram muito o San Antonio dos tempos do Tim Duncan — sem drama, sem ego, só trabalhando duro nos detalhes. Duncan tem cinco anéis pra provar que funciona.

    Continuidade é tudo

    Uma coisa que OKC tem e a maioria dos times não consegue mais na era do salary cap: continuidade no elenco. O núcleo que vai tentar o bi já ganhou junto. Até jogadores como Ajay Mitchell, que agora tem papel maior, já conhecem o sistema por dentro.

    “Definitivamente ajuda”, confirmou Dort. “Ter praticamente os mesmos caras da temporada passada… nossa química só melhora.”

    Até as lesões que pegaram o time — Jaylin Williams, Alex Caruso, Isaiah Hartenstein — viraram oportunidade pro Daigneault testar combinações diferentes.

    Vocês acham que essa postura mental vai segurar a pressão dos playoffs? Porque uma coisa eu sei: ficar falando em repetir título antes da hora é a maneira mais rápida de não repetir título nenhum.

  • Wemby e os Spurs podem ganhar tudo em 2026? Experiência é superestimada

    Wemby e os Spurs podem ganhar tudo em 2026? Experiência é superestimada

    Cara, eu tô impressionado com o que os Spurs estão fazendo esta temporada. Sério mesmo. Vegas deu 44.5 vitórias pra eles antes da temporada começar — eles fecharam com 62-20, o segundo melhor recorde da NBA. E ainda tem gente duvidando se eles podem ganhar tudo?

    O Wembanyama simplesmente não liga pra teto baixo. O monstro de 2,24m tá construindo um caso sólido pro MVP e levando San Antonio direto pro páreo de título. Mas aqui que fica interessante: mesmo destruindo as expectativas, as casas de aposta ainda não compraram a ideia totalmente.

    Os números não mentem

    Segundo o BetMGM, os Spurs têm +450 pra levar o título (18% de chance implícita). Não tá ruim, mas ainda fica bem atrás do Oklahoma City Thunder, atual campeão, que tem 44% de chance. Mais que o dobro!

    Só tem um probleminha nessa matemática: os Spurs massacraram o Thunder nos confrontos diretos. Ganharam quatro dos cinco jogos, e três dessas vitórias foram por dupla diferença. Como é que explica isso?

    A resposta que todo mundo dá é sempre a mesma: “Ah, mas eles não têm experiência de playoffs.” E foi exatamente isso que perguntaram pro Wemby depois de uma performance de 40 pontos. A resposta dele? “Não temos experiência, né? Que se dane.”

    Experiência tá superestimada?

    Olha, eu acho que o francês tem razão. A NBA moderna tá completamente diferente da que a gente conhecia. LeBron e Curry dominaram por quase uma década, mas agora? Sete anos consecutivos com campeões diferentes. A liga nunca teve tanta paridade assim.

    Os Spurs têm idade média de 25,4 anos — praticamente a mesma do Thunder (25,2). Dylan Harper, Stephon Castle, Keldon Johnson… galera jovem que nunca pisou num playoff da NBA. Mas será que isso é realmente um problema?

    Harrison Barnes (33 anos) é praticamente o veterano do time, com anel de 2015 pelo Warriors. De’Aaron Fox tem 28 e jogou playoffs uma vez só pelo Sacramento. Luke Kornet tem um anel de 2022 pelo Boston no banco.

    Segundo a pesquisa do Yahoo Sports, os Spurs coletivamente têm apenas 5.615 minutos de experiência em playoffs — quarto menor do campo. Parece assustador no papel, mas e se isso for na verdade uma vantagem?

    A fórmula da temporada moderna

    Pensa comigo: quantos times “experientes” a gente viu tropeçar nos últimos anos? A NBA virou uma liga de ritmo alucinante, onde atletismo e energia muitas vezes valem mais que “know-how”.

    E o Wemby? O cara tá jogando num nível absurdo. Defesa alien, arremesso de 3 funcionando, criação pra outros jogadores evoluindo… sinceramente, eu não sei se experiência vai importar quando você tem um monstro desses no seu time.

    Vocês acham que a juventude dos Spurs vai pesar contra eles, ou pode ser justamente o combustível que eles precisam pra surpreender todo mundo? Porque uma coisa eu garanto: subestimar o Wembanyama em 2026 pode ser um erro caro pra muita gente.

  • Jared McCain emocionado para estrear nos playoffs pelo Thunder

    Jared McCain emocionado para estrear nos playoffs pelo Thunder

    Cara, que história bonita essa do Jared McCain. O garoto que chegou no Oklahoma City Thunder no meio da temporada, vindo daquela confusão toda na Philadelphia, agora tá pronto para viver o sonho de todo jogador da NBA: playoffs pela primeira vez na carreira.

    “Estou super animado. Primeiro, estou orgulhoso de mim mesmo por terminar a temporada”, falou McCain depois da derrota por 135-103 pro Phoenix Suns no último jogo da temporada regular. E olha, dá pra sentir a emoção na voz do moleque.

    De Philadelphia para Oklahoma — que mudança

    McCain foi trocado pelos Sixers bem no meio da segunda temporada dele na liga, e sinceramente? Melhor coisa que podia ter acontecido. No Thunder, ele encontrou um sistema que funciona, um time que tá brigando pelo título há três anos seguidos.

    Em 30 jogos com a camisa do Thunder, McCain teve médias sólidas: 8.3 pontos por jogo com aproveitamentos de 42.5% nos arremessos de quadra, 38.5% nas bolas de três e 86.4% nos lances livres. Números que mostram eficiência, né?

    O sonho virando realidade

    “Eu assisti playoffs a vida toda, e vai ser super divertido fazer parte disso”, disse McCain. E cara, isso é o que mais me emociona no basquete — ver um jogador realizando o sonho que todo moleque que joga bola tem.

    O Thunder fechou a temporada regular com impressionantes 64 vitórias e apenas 18 derrotas, garantindo pela terceira vez seguida a primeira colocação da Conferência Oeste. Shai Gilgeous-Alexander, o astro do time, falou que essa conquista tem gosto ainda mais especial depois de todas as dificuldades que enfrentaram.

    “Repetir algo e fazer de novo sempre é um pouco mais difícil”, disse SGA. “A liga melhora. Os jogadores melhoram. Para nós ainda termos o melhor recorde geral através disso, com altos e baixos, diz muito sobre o time.”

    E aí, galera, vocês acham que McCain vai conseguir ajudar o Thunder nessa caminhada pelo título? O moleque tem talento e chegou num time que sabe o que tá fazendo. Vai ser interessante acompanhar!