Tag: Philadelphia Sixers

  • VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    Olha só que notícia boa chegou pra gente! VJ Edgecombe, o jovem dos Sixers, foi nomeado finalista para o prêmio de Rookie of the Year da temporada 2025-26. E sinceramente? Mereceu demais.

    O garoto de 20 anos dividirá a disputa com Cooper Flagg (Dallas Mavericks) e Kon Knueppel (Charlotte Hornets). Três nomes que movimentaram a liga nesta temporada, mas vamos combinar — só um deles levou seu time pros playoffs, né?

    Os números não mentem

    Edgecombe foi simplesmente um monstro durante toda a temporada regular. Liderou TODOS os rookies em minutos jogados — o que já diz muito sobre a confiança que o Philadelphia depositou nele desde o começo.

    Em 75 jogos, o cara cravou médias de 16.0 pontos, 5.6 rebotes, 4.2 assistências e 1.4 roubadas de bola. Entre os calouros que jogaram pelo menos 20 partidas, ficou em terceiro lugar tanto em pontos quanto em assistências por jogo. E pasmem: foi o primeiro em roubos de bola por partida.

    Pra mim, essa versatilidade defensiva faz toda a diferença. Não é só meter a bola na cesta — o maluco contribui em ambos os lados da quadra.

    A concorrência é pesada

    Flagg nos Mavs teve números um pouco melhores no ataque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Mas convenhamos, Dallas teve uma temporada horrível com 26 vitórias e 56 derrotas. Fica mais fácil inflar os números quando seu time não disputa nada, não acham?

    Já Knueppel em Charlotte mostrou que o arremesso de 3 continua sendo sua marca registrada — 42.5% do perímetro é coisa de outro mundo. Cravou 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências por jogo. Pena que os Hornets não passaram do play-in do Leste.

    E aí está a grande diferença: dos três finalistas, só Edgecombe conseguiu levar sua equipe para os playoffs de verdade. Tá, o Sixers tomou uma surra no primeiro jogo contra Boston (ai, que dor), mas chegaram lá.

    Tradição em ROY

    Se Edgecombe levar essa, será o quarto Rookie of the Year da história dos Sixers. A franquia já teve Allen Iverson (1997), Michael Carter-Williams (2014) e Ben Simmons (2018) levando o prêmio.

    Cara, imaginem se ele realmente ganhar? Seria o coroamento perfeito para uma temporada de estreia sensacional. O resultado sai em breve, e eu tô aqui na torcida — vocês acham que ele tem chances reais de levar?

  • Tatum destruiu os Sixers no Jogo 1 e mandou o recado

    Tatum destruiu os Sixers no Jogo 1 e mandou o recado

    Cara, depois de tudo que o Jayson Tatum passou nos últimos meses, ver ele jogar assim no Jogo 1 contra os Sixers foi de arrepiar. 25 pontos, 11 rebotes e 7 assistências — o homem voltou com tudo mesmo.

    Pra quem não lembra, faz seis meses que ninguém sabia se o Tatum voltaria a tempo dos playoffs. Lesão no tendão de Aquiles é coisa séria, né? E o cara mesmo admitiu que teve dias que nem sabia se ia jogar nessa temporada.

    A volta por cima

    “Tem muitos dias que eu não tinha certeza se ia jogar essa temporada, muito menos ter a chance de jogar hoje”, falou o Tatum depois da goleada de 123-91 sobre a Filadélfia. Mano, só de imaginar a cabeça do cara durante esses meses…

    Ele jogou só 16 partidas na temporada regular. Dezesseis! Cada jogo foi praticamente um teste pra ver se conseguiria estar pronto pros playoffs. E que preparação hein — 21.8 pontos de média e liderando o time em rebotes (10 por jogo).

    Lembro até do primeiro jogo dele de volta, contra os Mavericks em março. O homem errou a primeira enterrada! Imagina a pressão. Mas ontem à noite foi completamente diferente.

    Show de bola contra os Sixers

    Logo no primeiro quarto, o Tatum já mandou ver: 10 pontos, 7 rebotes e 4 assistências. Duas cestas de fade away — uma por cima do Andre Drummond, outra no Tyrese Maxey. E aquela enterrada com as duas mãos no final do primeiro quarto? Monstro demais.

    O mais legal é que ele passou o Kobe Bryant em arremessos de 3 convertidos nos playoffs (chegou a 293). É isso aí — história pura sendo escrita.

    Quando saiu de quadra faltando mais de 7 minutos, com o placar 108-78, a torcida de Boston se levantou toda. Merecido demais. Foram 32 minutos em quadra parecendo que nunca tinha parado de jogar.

    O ponto de virada

    Segundo o próprio Tatum, o momento que ele realmente acreditou que daria tempo foi lá em 10 de fevereiro, há mais de 9 semanas. “Foi quando me designaram para o G-League e tivemos aquele scrimmage. Foi realmente a primeira vez que pensei ‘oh, eu posso voltar esse ano’”.

    E com o Joel Embiid fora, os Sixers estavam pedindo arrego mesmo. O Tatum não teve dó — caçou as trocas de marcação, abusou da defesa da Filadélfia e ainda distribuiu o jogo. Três das quatro bolas de 3 do Sam Hauser saíram de passes dele. E aquele passe pro Neemias Queta? Candidato a jogada da noite fácil.

    Agora ele tá a três performances de 25-10-5 de igualar o recorde do Larry Bird na história dos Celtics (26). Com essa forma toda, não duvido que chega lá ainda nessa série.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque pelo que vi ontem, o Tatum tá com uma fome danada de título.

  • Celtics dominam Sixers sem dó: Tatum voltou e quer sangue

    Celtics dominam Sixers sem dó: Tatum voltou e quer sangue

    Olha, eu já sabia que ia ser difícil pros Sixers sem o Embiid, mas o que rolou ontem em Boston foi simplesmente um massacre. 123 a 91. Cento e vinte e três a noventa e um! Dá pra acreditar nisso?

    Cara, desde 1982 — quando os Sixers conseguiram bater o Celtics num jogo 7 histórico — esses dois times se enfrentaram seis vezes nos playoffs. Adivinha quem ganhou todas? Isso mesmo, Boston. E pelo que vi no jogo 1, essa série pode muito bem virar a sétima.

    Tatum voltou querendo guerra

    O Jayson Tatum simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo que aquela lesão no tendão de Aquiles ficou no passado. 25 pontos, 11 rebotes, 7 assistências em apenas 32 minutos de quadra. O cara jogou como se nunca tivesse se machucado.

    “Eu entendo a magnitude da lesão”, disse Tatum depois do jogo. E ele tem razão — voltou de uma das piores lesões que um jogador pode ter. Sinceramente, eu achava que ele ia demorar mais pra pegar o ritmo, mas o monstro tá jogando num nível absurdo.

    Na minha visão, esse Celtics com Tatum 100% é candidato real ao título. A forma como dominaram os Sixers sem força foi assustadora.

    Sixers sem Embiid = missão impossível?

    Vamos ser honestos: Philadelphia sem Joel Embiid é outro time. Completamente diferente. O cara passou por uma apendicectomia de emergência no dia 9 de abril e tá fora por tempo indeterminado.

    Os números não mentem: 2 de 16 do perímetro no primeiro tempo. Dois de dezesseis! Como você quer ganhar dos Celtics errando tudo de três? E pior: deram 22 pontos de vantagem em bolas perdidas (22 a 3). Isso é receita pra desastre contra qualquer time, imagine contra Boston.

    O Nick Nurse, técnico dos Sixers, resumiu bem: “Muita coisa deu errado, com certeza. Os minutos ao redor [do período bom] foram absolutamente inaceitáveis.”

    Vocês acham que os Sixers conseguem pelo menos tornar a série competitiva? Eu tô começando a achar que vai ser 4-0 mesmo, não vou mentir. Boston tá jogando um basquete perfeito e Philadelphia… bem, tá tentando.

    O jogo 2 é terça-feira, em Boston de novo. Se os Celtics ganharem, pode ir preparando as malas, Philly. Série encerrada.

  • Maxey cumpriu a promessa: levou os Sixers de volta aos playoffs

    Maxey cumpriu a promessa: levou os Sixers de volta aos playoffs

    Cara, eu não consegui parar de sorrir vendo o Tyrese Maxey ontem. O garoto simplesmente carregou os Sixers nas costas e os levou de volta aos playoffs depois daquela temporada desastrosa do ano passado. 109-97 contra o Magic no Play-In e pronto — sétima posição no Leste garantida.

    Olha só a loucura: os Sixers melhoraram 21 vitórias de uma temporada pra outra. Vinte e uma! E não foi porque montaram um time totalmente novo não — mantiveram 11 jogadores do elenco anterior. Era questão de orgulho provar que a temporada passada foi só azar mesmo.

    “Pissed off-ness” que funcionou

    O Nick Nurse já tinha avisado no começo da temporada que o time tava “puto” (nas palavras dele) com o que aconteceu em 24-25. E funcionou, meu amigo. Mesmo com Joel Embiid e Paul George perdendo 87 jogos combinados — sim, você leu certo, oitenta e sete — o time não desistiu.

    “Não foi fácil e não foi bonito, mas estamos aqui agora”, disse Nurse após a vitória. Sinceramente? Eu acho que foi exatamente isso que esse time precisava — passar por adversidade e provar que consegue superar.

    Maxey assumiu o protagonismo de vez

    Mas o cara que mais me impressionou foi o Maxey. Enquanto o Embiid vive na enfermaria e a disponibilidade dele pros playoffs é uma incógnita, o garoto de Kentucky simplesmente disse “deixa comigo” e partiu pra cima. 28 pontos de média na temporada — números de All-NBA mesmo.

    E o melhor de tudo? Ele tinha prometido pros companheiros que ia levar o time de volta aos playoffs. Prometeu pro Kyle Lowry em maio, pros jovens que nunca tinham jogado playoffs… O Dalen Terry chegou nele no shootaround e implorou: “Por favor, me leva lá. Já fiquei quatro anos seguidos só no Play-In”.

    Maxey olhou pra ele e disse: “Nós vamos pros playoffs, não se preocupa”.

    Mano, que pressão! (Imagina se ele não conseguisse cumprir?) Mas o cara bancou a parada e entregou exatamente o que prometeu. “Eu me desafiei no verão passado e sinto que consegui superar esse desafio”, disse após a vitória.

    Liderança na prática

    Vocês acham que existe forma melhor de se consolidar como líder de vestiário? O garoto fez promessas e cumpriu todas. Em um time onde o astro principal mal consegue ficar em quadra, Maxey assumiu a responsabilidade e mostrou que pode carregar essa equipe quando preciso.

    Agora é ver até onde conseguem ir nos playoffs. Com Embiid machucado e George também não 100%, vai depender muito do Maxey continuar nesse nível absurdo. Mas depois de uma recuperação dessas, quem duvida?

  • Sixers vencem sem Embiid e ainda sonham em escapar do play-in

    Sixers vencem sem Embiid e ainda sonham em escapar do play-in

    Cara, que noite foi essa dos Sixers! Com o Embiid no hospital se recuperando de uma cirurgia de apendicite (sim, você leu certo), o Philadelphia foi lá e meteu 105 a 94 nos Pacers. E olha, não foi só mais uma vitória qualquer não — essa pode ter salvado a temporada deles.

    A situação na conferência leste tá pegando fogo. Os Sixers estão na 8ª posição com 44 vitórias e 37 derrotas, mas ainda têm uma chance microscópica de escapar do play-in. Pra isso rolar, eles precisam ganhar do Bucks no domingo E torcer pra Toronto perder pros Nets (que são horríveis) E pros Magic caírem pros Celtics.

    Tyrese Maxey carregou o piano

    O Maxey foi simplesmente monstro: 32 pontos. Mesmo jogando com o dedo mindinho enfaixado (que o tirou de ação boa parte de março), o cara não deu mole. Tá, ele acertou só 1 de 10 bolas de três, mas compensou na raça e na criatividade.

    Paul George também apareceu bem depois de uma noite terrível contra os Rockets (só 7 pontos). Fez 21 pontos e mostrou que tá se adaptando ao sistema do Nick Nurse. E tem que falar do VJ Edgecombe também — 16 pontos, 9 rebotes e 5 assistências. Esse moleque tem futuro.

    A situação do Embiid preocupa

    Olha, eu não vou mentir: ver o Embiid no hospital na véspera dos playoffs é de arrepiar. Apendicite não é brincadeira, e o time ainda não deu prazo pra volta dele. Sem o MVP candidato, os Sixers viram um time completamente diferente — mais dependente da criação individual e menos dominante no garrafão.

    Mas deu pra ver que o Andre Drummond pode segurar as pontas. Foram 8 pontos e 9 rebotes no primeiro tempo, e o time foi +24 quando ele tava em quadra. Não é o Embiid, mas pelo menos não deixa o buraco na defesa.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem essa combinação maluca pra escapar do play-in? Sinceramente, acho difícil, mas já vi coisa mais louca acontecer na NBA. Uma coisa é certa: com ou sem play-in, sem o Embiid saudável vai ser complicado fazer barulho nos playoffs.

    O jogo decisivo é domingo contra os Bucks. Se não conseguirem o milagre, pelo menos garantiram que não podem cair abaixo da 8ª posição. Considerando como a temporada começou turbulenta, já é alguma coisa.

  • 76ers perdem mais um: Payne fora por 2 semanas na pior hora

    76ers perdem mais um: Payne fora por 2 semanas na pior hora

    Cara, os 76ers não conseguem uma folga mesmo. Quando você pensa que finalmente as coisas tão se acertando com Embiid, Maxey e Paul George voltando, aí vem mais uma pancada.

    Cameron Payne se machucou no jogo contra o Detroit (que os Sixers perderam feio por 116-93) e vai ficar fora por pelo menos duas semanas com lesão no posterior da coxa. Ou seja: temporada regular acabou pra ele, e provavelmente vai perder o início dos playoffs também.

    Quando a profundidade faz diferença

    Olha, o Payne não era peça fundamental no esquema do Nick Nurse, mas convenhamos — num time que vive no departamento médico, qualquer jogador disponível vale ouro. E o cara mostrou que tem jogo quando precisou.

    Lembro daquele jogaço de 32 pontos que ele fez mais cedo na temporada, quando metade do time tava machucado. Foi um show à parte. Na média da temporada foram 7.4 pontos, 2.0 rebotes e 2.6 assistências em 17 minutos — números modestos, mas ele sempre estava pronto quando chamado.

    Sinceramente, não dá pra não reconhecer o profissionalismo do cara. Chegou em fevereiro, sabia que ia ser terceira opção no garrafão dos armadores, mas nunca reclamou.

    Corrida pelos playoffs esquentando

    A boa notícia? Os 76ers estão conseguindo subir na tabela do Leste. Depois de passar por aquele inferno todo com o trio de estrelas machucado, agora estão na sexta colocação — vaga direta pros playoffs se a temporada acabasse hoje.

    O Nick Nurse tá literalmente espremendo tudo que pode dos caras principais. Rotação de nove jogadores no máximo, com Drummond e Bona dividindo os minutos de backup do Embiid no garrafão. É tudo ou nada agora.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter essa pegada até abril? Porque com o histórico de lesões que eles têm, qualquer machucadinho pode estragar tudo de novo.

  • Sixers despencam pro play-in após apanhar dos Pistons por 23 pontos

    Sixers despencam pro play-in após apanhar dos Pistons por 23 pontos

    Cara, que vexame foi esse dos Sixers ontem à noite. Perderam por 116 a 93 pros Pistons e agora estão na sétima colocação do Leste, direto na zona do play-in. Com quatro jogos restantes na temporada regular, o negócio tá feio mesmo.

    Olha, eu não esperava que fosse tão doloroso assim. Os Sixers (43-35) caíram meio jogo atrás dos Raptors (43-34) e agora precisam de uma milagrosa para fugir dessa situação constrangedora do play-in tournament. Enquanto isso, os Pistons seguem voando como primeiro colocados com 57-21.

    Sem Embiid, a defesa virou um queijo suíço

    Joel Embiid não jogou — lesão no oblíquo e ainda por cima doente. No segundo jogo consecutivo, o cara simplesmente não tinha condições. Andre Drummond entrou no lugar dele, mas vamos ser honestos aqui: quando o MVP não tá, essa defesa dos Sixers vira uma peneira completa.

    Logo no primeiro quarto deu pra ver o estrago. Detroit acertou os primeiros 8 arremessos — isso mesmo, TODOS os primeiros 8! Cada jogador titular dos Pistons fez pelo menos uma cesta. Duncan Robinson ainda teve a audácia de fazer uma bandeja corrida pra abrir 19 a 13.

    Tyrese Maxey até tentou segurar a onda com 14 pontos só no primeiro período, mas não adiantou nada. Paul George também começou bem (9 dos primeiros 13 pontos da equipe), mas depois sumiu completamente do jogo.

    O desastre foi crescendo aos poucos

    No segundo quarto, Nick Nurse ainda tentou mexer na rotação — colocou Cameron Payne e Justin Edwards, que nem tinham jogado na vitória contra os Timberwolves. VJ Edgecombe até empatou o jogo em 52 a 52 com uma bela de três, mas foi só ilusão.

    Tobias Harris (que bizarro ver ele do outro lado, né?) meteu 19 pontos e ajudou os Pistons a abrirem 10 de vantagem ainda no segundo quarto. Aí o Payne se machucou no intervalo (distensão no posterior da coxa direita) e nem voltou pro segundo tempo. Simplesmente não tava pra ser mesmo.

    Na segunda etapa foi um massacre total. George começou a errar tudo, incluindo dois turnovers absurdos. Quando Harris acertou mais uma de três e abriu 93 a 72, Nick Nurse praticamente desistiu da partida. Com 4 minutos e 56 segundos restantes, tirou Maxey, George e Edgecombe de quadra.

    Sinceramente? Foi constrangedor ver os Sixers desistirem assim. Daniss Jenkins ainda fez 16 pontos e 14 assistências pelos Pistons, como se não bastasse o vexame.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que esse time consegue se recuperar a tempo de fugir do play-in? Com essa defesa sem o Embiid e George ainda irregular, tá difícil de acreditar…

  • Sixers sem Embiid apanham dos Pistons e complicam playoffs

    Sixers sem Embiid apanham dos Pistons e complicam playoffs

    Cara, que decepção. Os Sixers foram atropelados pelos Pistons ontem à noite, perdendo por 116-93 em Detroit. E olha, sem o Embiid em quadra por conta de uma lesão no oblíquo, já dava pra imaginar que seria complicado, mas não esperava uma surra dessas.

    O resultado deixa a situação meio tensa na briga pelos playoffs. Com 43 vitórias e 35 derrotas, Philly agora está meio jogo atrás dos Raptors na disputa pela sexta posição no Leste. E vocês acham que conseguem se recuperar a tempo?

    Paul George começou fogo, mas não sustentou

    O único cara que realmente apareceu no começo foi o Paul George. Monstro fez 20 pontos com 5 rebotes, acertando 7 dos 14 arremessos. No primeiro quarto, o cara simplesmente não errava – estava com 9 pontos nos primeiros 4 minutos de jogo. Absurdo.

    Tyrese Maxey também deu sua contribuição com 23 pontos, mas não foi suficiente. O garoto VJ Edgecombe batalhou pra conseguir 19 pontos (7/18 nos arremessos), mas a coisa desandou no segundo tempo.

    Do lado dos Pistons, quem comandou foi o velho conhecido Tobias Harris – que, por sinal, foi vaiado a cada toque na bola pelos torcedores de Philly. O cara fez 19 pontos e deve ter adorado esse reencontro com a antiga casa.

    Detroit dominou o garrafão

    O que mais me chamou atenção foi como os Pistons atacaram a área. Segundo as estatísticas, eles fizeram 57% dos arremessos no garrafão – a média da liga é só 31,4%. Sem o Embiid pra proteger o aro, Detroit simplesmente fez a festa lá embaixo.

    Andre Drummond tentou fazer o que podia na defesa, mas não conseguiu impor aquela presença intimidadora que o Embiid tem naturalmente. Os Pistons acertaram os primeiros 8 arremessos do jogo! Oito seguidos, cara. Como você compete assim?

    Na minha visão, o problema não foi só a ausência do Embiid. Os Sixers cometeram muitas faltas desnecessárias no primeiro quarto, colocando Detroit na linha de lance livre 12 vezes. Maxey, por exemplo, acertou o antebraço de um cara tentando um arremesso de 3 – falta completamente evitável.

    Lesões complicando tudo

    E pra piorar, o Cam Payne se machucou perseguindo uma bola perdida e teve que sair de jogo com uma lesão no posterior da coxa. Sinceramente, acho que essa sequência de lesões está matando qualquer chance consistente que os Sixers tinham de fazer barulho nos playoffs.

    Johni Broome também estava fora com uma lesão no menisco. Do lado dos Pistons, Cade Cunningham (pulmão) e Isaiah Stewart (panturrilha) não jogaram, mas pelo jeito não fizeram falta.

    O mais frustrante é que os Sixers até tiveram momentos bons no segundo quarto, chegando a diminuir a diferença pra apenas 2 pontos. Mas quando o Paul George saiu pra descansar, a coisa desmoronou completamente. A diferença de qualidade sem ele em quadra ficou muito óbvia, especialmente na defesa.

    Agora é torcer pra que o Embiid volte logo e os caras consigam se recuperar nessa reta final. Porque do jeito que está, vai ser complicado fazer alguma coisa nos playoffs – se é que conseguem chegar lá.

  • Embiid pistola por não jogar: ‘Me proibiram de jogar basquete’

    Embiid pistola por não jogar: ‘Me proibiram de jogar basquete’

    Cara, o Joel Embiid tava P-I-S-T-O-L-A mesmo. E olha que eu entendo o cara — imagina você se sentindo bem pra jogar e a franquia simplesmente falar ‘não, você não vai entrar em quadra hoje’. É de ficar maluco mesmo.

    O pivô camaronês perdeu a goleada do Philadelphia 76ers sobre o Washington Wizards na quarta-feira (153-131) por conta de uma doença, mas deixou bem claro que não concordou nem um pouco com a decisão.

    A revolta do gigante

    ‘Eu estava puto’, disse Embiid na sexta. ‘Eu queria jogar basquete. Eles não me deixaram jogar basquete. Então essa pergunta é mais pro Daryl Morey.’ Mano, quando o jogador joga a responsabilidade pro GM assim, é porque o negócio tá quente mesmo.

    Segundo o próprio Embiid, ele realmente estava doente nos dias anteriores ao jogo — foram três dias no total. Mas na hora H, ele se sentia melhor e queria entrar em quadra. O problema? Perdeu o aquecimento da manhã e isso pesou na decisão da franquia.

    ‘Me senti melhor indo pra Washington’, explicou o pivô. ‘Não consegui ir no shootaround matinal. Mas quando descobri depois que não ia jogar, me pegou de surpresa. Me deixou puto. Mas não importa o que eu penso. Tenho que seguir as direções.’

    Entre a saúde e a vontade de jogar

    Olha, eu fico dividido nessa situação. Por um lado, entendo a frustração do Embiid — o cara é competitivo, quer estar em quadra, ainda mais numa temporada que o Philadelphia precisa de cada vitória. Por outro lado, a franquia tem que pensar no longo prazo, né?

    A gestão dos Sixers tomou a decisão baseada no fato de que Embiid estava doente há três dias e perdeu o aquecimento. Considerando o histórico de lesões do cara, faz sentido ser cauteloso. Mas será que não exageraram um pouco?

    Na sexta-feira, Embiid voltou à ativa na vitória sobre o Minnesota Timberwolves por 115-103. Fez 19 pontos, 11 rebotes e 7 assistências — um double-double sólido, nada demais, mas mostrando que estava mesmo em condições de jogar.

    E aí, pessoal, vocês acham que a franquia foi muito conservadora ou fez certo em preservar o seu astro? Essa tensão entre jogador e direção nunca é um bom sinal, principalmente quando estamos falando de um cara que já tem um relacionamento complicado com a organização.

  • Embiid voltou destruindo: Sixers massacram Bulls por 157-137

    Embiid voltou destruindo: Sixers massacram Bulls por 157-137

    Cara, que volta foi essa do Embiid! O cara ficou 13 jogos fora, volta e mete 35 pontos como se nada tivesse acontecido. Os Sixers simplesmente obliteraram o Chicago Bulls ontem à noite: 157 a 137. Pra vocês terem noção do absurdo, essa foi a maior pontuação da franquia desde 1986!

    E não foi só o Joel não. Paul George, que estava cumprindo aquela suspensão gigante de 25 jogos, também voltou com tudo: 28 pontos, 6 rebotes, 4 assistências e ainda roubou 4 bolas. O homem estava com saudades da bola laranja.

    A química voltou do nada

    Olha, eu não esperava que eles iam se entrosar tão rápido assim. Embiid acertou 12 de 17 arremessos — o cara é um monstro mesmo. E o PG, depois de começar meio travado, foi soltando o braço durante o jogo até chegar naqueles 28 pontos.

    O VJ Edgecombe também merece destaque. 22 pontos com 7 de 9 nos arremessos. O moleque tá se adaptando bem com os veteranos de volta, e aquela enterrada que ele transformou em bandeja no meio do lance foi de outro mundo.

    Sinceramente, ver esses caras jogando juntos de novo me dá esperança. Os Sixers estão com 40-33 agora e podem empatar na sexta colocação se o Hawks perder. Não é a temporada que a gente sonhou, mas dá pra sonhar com os playoffs ainda.

    Defesa funcionou (pelo menos no começo)

    Uma coisa que me chamou atenção foi a intensidade defensiva que eles começaram o jogo. George já saiu roubando bola, Embiid dominando o garrafão… Infelizmente não conseguiram manter o mesmo pique o jogo todo, mas já é um sinal positivo.

    O Chicago até tentou reagir com Josh Giddey fazendo 23 pontos, mas não teve jeito. Quando você tem Embiid e PG jogando assim, é difícil parar mesmo.

    E aí, vocês acham que essa volta dos dois grandes pode ser o que faltava pros Sixers chegarem forte nos playoffs? Porque se eles mantiverem esse nível, vão dar trabalho pra qualquer um no Leste.