Tag: Phoenix Suns

  • Hornets atropela os Suns e rookie quebra recorde histórico de 3pts

    Hornets atropela os Suns e rookie quebra recorde histórico de 3pts

    Olha, eu não esperava isso dos Hornets ontem à noite, mas que massacre foi aquele! Charlotte destruiu Phoenix por 127 a 107, e o destaque ficou para o rookie Kon Knueppel, que quebrou um recorde que parecia intocável.

    Miles Bridges foi o cestinha da noite com 25 pontos, mas sinceramente a grande história foi o garoto Knueppel. O cara, que foi a quarta escolha do Draft vindo de Duke, acertou quatro bolas de três e chegou aos 261 arremessos convertidos na temporada. Quebrou o recorde de 260 que pertencia ao Kemba Walker desde 2018-19!

    O momento histórico que incendiou Charlotte

    A galera em Charlotte estava louca esperando esse momento. Knueppel havia perdido duas tentativas abertas no último período, aí veio aquela bola de três do canto — e pronto. Recorde quebrado, torcida em delírio. Essa é a magia do basquete, né?

    LaMelo Ball distribuiu o jogo todo (15 pontos e 11 assistências), Brandon Miller meteu 17 pontos, e Coby White ajudou com 19. Time funcionando como um relógio suíço.

    Phoenix até tentou, mas não rolou

    Os Suns começaram pegando fogo — 17 de 28 arremessos no primeiro quarto pra abrir 41 a 33. Pensei: “lá vamos nós pra mais um jogo maluco”. Mas Charlotte respondeu na altura, e na segunda metade foi só administração.

    Devin Booker fez 22 pontos, Jalen Green chegou aos 25, mas não teve jeito. Charlotte acertou 18 de 39 tentativas do perímetro (um absurdo de 46%!) e dominou completamente os rebotes: 47 a 31. Quando você perde a batalha dos rebotes por essa diferença, já sabe como termina a história.

    Aliás, curiosidade: Collin Gillespie também quebrou um recorde ontem, mas pelo lado dos Suns. Ele superou as 226 bolas de três de Quentin Richardson na temporada 2004-05. Pelo menos Phoenix levou alguma coisa boa da noite!

    Playoffs cada vez mais próximos

    Esse resultado mexe muito com os playoffs. Charlotte (41-36) está na oitava posição no Leste, ainda brigando pra sair do play-in. Phoenix (42-35) segue em sétimo no Oeste, mas cada derrota complica a situação.

    Na minha visão, os Hornets estão encontrando o timing certo pra essa reta final — sete vitórias nos últimos nove jogos. E com Knueppel jogando assim? Cara, esse garoto pode ser o X da questão nos playoffs.

    Vocês acham que Charlotte consegue escapar do play-in tournament? Com esse ataque de três pontos funcionando, eu não duvido de nada!

  • Ex-Villanova quebra recorde histórico dos Suns nas bolas de 3

    Ex-Villanova quebra recorde histórico dos Suns nas bolas de 3

    Gente, vocês viram o que o Collin Gillespie fez ontem à noite? O cara simplesmente quebrou um recorde que estava há mais de 20 anos nas mãos do Quentin Richardson nos Suns. Duzentas e vinte e sete bolas de três em uma temporada. É ou não é de arrepiar?

    Olha, eu acompanho esse moleque desde Villanova e sempre soube que ele tinha potencial. Mas sinceramente? Não imaginava que ele fosse explodir dessa forma na NBA. O garoto tá acertando 40,7% dos arremessos de três — isso é coisa de monstro mesmo.

    De undrafted a recordista

    A história do Gillespie é inspiradora pra caramba. Passou despercebido no draft de 2022 (como é que isso aconteceu?), assinou uns contratos two-way por aí, Denver, Summer League… o famoso “ralé” da NBA. Até que em 2024 os Suns deram uma chance real pra ele.

    E cara, que temporada ele tá tendo! Médias de 13.1 pontos e 4.8 assistências, jogando em 75 jogos (56 como titular). Quem diria que um cara que ninguém draftou ia se tornar peça fundamental de um time como Phoenix?

    O DNA Villanova funcionando

    Não é à toa que Gillespie sabe jogar basquete. O cara foi campeão nacional em 2018 com Villanova, chegou em duas Final Fours e foi eleito melhor jogador da Big East duas vezes. Isso aí não se perde, né?

    O mais impressionante é a consistência: 227 cestas de três em 557 tentativas. Isso dá uma média de quase 3 bolas de três por jogo, mantendo um aproveitamento absurdo. E o lance livre? 87,1% de aproveitamento. Esse cara não erra quase nada quando tem espaço.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível nas próximas temporadas? Porque se conseguir, Phoenix pode ter encontrado uma peça valiosa pra montar algo especial. O recorde do Richardson durou mais de 20 anos — agora é a vez do Gillespie escrever sua própria história no deserto.

  • Suns visitam Hornets numa batalha direta por vaga nos playoffs

    Suns visitam Hornets numa batalha direta por vaga nos playoffs

    Quinta-feira vai ter pegação direta entre duas equipes que estão brigando pra não cair no Play-In. Phoenix Suns (42-34) desembarca em Charlotte pra enfrentar os Hornets (40-36) numa partida que pode definir muito coisa na reta final da temporada regular.

    E olha, a situação tá complicada pros dois lados, mas por motivos diferentes. Os Suns tão numa fase ruim — só 3 vitórias nos últimos 10 jogos. Sinceramente, esperava mais desse time com Durant e Booker. Já Charlotte tá voando: 7 vitórias em 10 jogos e jogando um basquete bonito de se ver.

    Durant e Booker contra o jovem talento de Charlotte

    A batalha vai ser no perímetro. Phoenix tem a dupla mais experiente e letal: Kevin Durant (24.8 pontos por jogo) continua jogando como se tivesse 25 anos, e Devin Booker (25.7 pontos) é simplesmente um monstro no ataque.

    Do outro lado, Charlotte aposta na juventude. LaMelo Ball tá fazendo uma temporada sólida com quase 20 pontos e 7 assistências por partida, e Brandon Miller (19 pontos por jogo) tá emergindo como uma verdadeira estrela. Esse garoto tem futuro.

    O que mais me impressiona nos Hornets é a defesa em casa — só 105.3 pontos sofridos por jogo nos últimos dez. Isso é coisa séria, especialmente considerando que Phoenix tem um dos ataques mais explosivos da liga.

    Onde Phoenix pode fazer a diferença

    Os Suns são segundos colocados em rebotes ofensivos na NBA. Se conseguirem dominar o garrafão e dar segunda chance pro Durant e Booker, a coisa pode ficar feia pros Hornets.

    Mas Charlotte tem uma arma poderosa: o arremesso de três. São 16.2 bolas triplas convertidas por jogo em média. E a defesa de Phoenix não tá lá essas coisas pra fechar no perímetro — algo que pode ser fatal contra um time que vive da linha dos três pontos.

    Tyus Jones vai ser fundamental pro Phoenix. Com 7.4 assistências por jogo, ele precisa organizar o ataque e facilitar a vida dos astros do time.

    Vocês acham que Phoenix consegue se recuperar dessa fase ruim logo numa partida tão importante? Porque na minha visão, jogar fora de casa contra um Charlotte em alta não vai ser moleza.

    A partida começa às 20h (horário de Brasília) e promete ser um jogaço. Duas equipes com urgência de vitória, jogadores de alto nível e uma vaga direta nos playoffs em jogo. É exatamente esse tipo de jogo que faz a gente amar a NBA.

  • Gillespie quebra recorde histórico dos Suns mesmo na derrota

    Gillespie quebra recorde histórico dos Suns mesmo na derrota

    Cara, teve um momento especial no jogo de ontem que quase passou despercebido no meio da surra que os Hornets deram nos Suns. Collin Gillespie quebrou o recorde histórico da franquia de Phoenix para arremessos de 3 convertidos em uma temporada.

    Foi no segundo quarto da derrota por 127-107 que o armador acertou sua 227ª bola de três na temporada, superando as 226 que Quentin Richardson tinha feito lá em 2004-05. Mais de 20 anos depois, né? E olha que o Richardson era conhecido justamente por essa especialidade.

    Noite amarga com gosto doce

    O engraçado é que foi uma daquelas noites ruins pro Gillespie – ele acertou apenas 2 de 7 tentativas do perímetro e terminou com só 6 pontos. Mas fazer o quê, às vezes os recordes chegam assim mesmo, nos momentos mais inesperados.

    E teve mais história sendo escrita nessa partida: Kon Knueppel, o rookie dos Hornets, também quebrou o recorde de bolas de 3 da franquia de Charlotte. Dois recordes numa partida só – isso não é coisa que você vê todo dia, galera.

    Gillespie na história dos Suns

    Sinceramente, quando o Gillespie chegou em Phoenix, poucos imaginavam que ele iria deixar sua marca assim na história da franquia. O cara sempre foi conhecido pela constância no arremesso, mas superar o Richardson? Isso é coisa séria.

    Agora a pergunta que fica: será que ele consegue esticar esse número ainda mais até o final da temporada? Com alguns jogos pela frente, dá pra sonhar com as 250 bolas de três. Vocês acham que ele chega lá?

    Uma pena que o recorde tenha vindo numa derrota tão feia assim. Os Suns tão numa fase complicada e precisam de muito mais que recordes individuais pra voltar aos trilhos.

  • Abril vai definir se o Suns vai pros playoffs ou pra casa

    Abril vai definir se o Suns vai pros playoffs ou pra casa

    Cara, chegou a hora da verdade pro Phoenix Suns. Abril vai ser o mês que vai dizer se esse time consegue se classificar pros playoffs ou se vai passar as férias cedo assistindo os outros jogarem. E olha, depois do que rolou em março, eu tô bem apreensivo.

    O mês passado foi uma montanha-russa total. Os caras emendaram quatro vitórias seguidas, aí do nada perderam cinco jogos em sequência — a maior sequência negativa da temporada. No final das contas? 8 vitórias e 8 derrotas. Ou seja, ficaram no mesmo lugar: sétimos no Oeste.

    A programação que vai definir tudo

    Vamos aos fatos: restam alguns jogos cruciais pela frente. Primeiro, eles terminam essa trip fora de casa enfrentando Charlotte e Chicago. Interessante que já pegaram esses dois times em março e dividiram — ganharam de Charlotte por 111 a 99, mas tomaram uma surra feia do Bulls por 105 a 103. Aquele jogo contra Chicago foi de dar vergonha alheia, bicho. Menos de 40% nos arremessos de quadra.

    Depois vem o drama em casa. Dia 7 de abril contra Houston e dia 8 contra Dallas — os últimos dois jogos da temporada regular no Footprint Center. E aqui tem um plot twist interessante: vai ser o retorno do Kevin Durant pra Phoenix.

    O reencontro com KD

    Sinceramente? Vai ser tenso. Durant foi um dos maiores jogadores a vestir a camisa dos Suns, mas a saída dele foi meio traumática. O cara jogou pra caramba, fez dupla com Booker, mas o time só ganhou UMA série de playoffs. Uma! Com todo o talento que tinha no elenco, foi frustrante demais.

    A torcida vai receber como? Vai ter vaia ou aplausos? Vai ser transmitido nacionalmente pela NBC, então o mundo inteiro vai ver. Eu tenho curiosidade pra saber como vai ser essa atmosfera.

    Fechando contra gigantes

    Os dois últimos jogos são contra Lakers e Thunder. Engraçado que são os únicos times que o Suns enfrenta cinco vezes na temporada por causa do In-Season Tournament. E ambos podem ser adversários na primeira rodada dos playoffs — principalmente o Thunder.

    O problema é que nessa altura do campeonato, se as posições já estiverem definidas, pode rolar aquela situação clássica de técnico poupar jogador. Aí complica tudo na hora de analisar essas partidas.

    Se tudo continuar como está, Phoenix vai disputar o Play-In pela primeira vez na história da franquia. Vai ser histórico, mas não do jeito que eles queriam, né? A expectativa era brigar por posições mais altas na tabela.

    E aí, vocês acham que o Suns aguenta a pressão ou vai entregar o ouro nos últimos jogos? Porque se tem uma coisa que esse time mostrou esse ano é que pode ser imprevisível pra caramba.

  • Tom Izzo quase virou técnico dos Suns – e seria uma loucura total

    Tom Izzo quase virou técnico dos Suns – e seria uma loucura total

    Olha, imaginem só essa: Tom Izzo, o cara que é praticamente uma lenda do basquete universitário americano, quase — QUASE — virou técnico do Phoenix Suns na última offseason. E eu aqui pensando que já tinha visto de tudo na NBA.

    O veterano técnico do Michigan State confirmou que recebeu uma proposta séria dos Suns. Mat Ishbia, que é o dono do time e jogou com Izzo na faculdade, obviamente queria trazer seu antigo treinador pra Arizona. Faz sentido, né? Quando você tem uma conexão dessas, você pelo menos tenta.

    A decisão mais difícil da carreira

    “Tive mais de algumas ofertas da NBA, analisei uma ano passado com o Phoenix – meu ex-jogador Mat Ishbia”, disse Izzo. “Foi difícil, foi uma coisa muito difícil de recusar… conversamos seriamente sobre isso.”

    Cara, dá pra sentir o peso da decisão na fala do cara. E olha que ele não é novato nessas situações — Cavaliers, Hawks, Bulls e Nets já tentaram tirá-lo de Michigan State antes. Mas essa dos Suns parece que foi a que mais balançou mesmo.

    E tem mais: Brian Gregory, que é o GM dos Suns agora, era assistente do Izzo quando Michigan State ganhou o título nacional em 2000. A conexão era total, mano.

    Jordan Ott aproveitou a chance

    No final, a vaga ficou com Jordan Ott — que ironicamente também veio do programa do Izzo em Michigan State. O cara trabalhou anos com Tom antes de migrar pra NBA. É quase como se fosse um “presente” indireto do próprio Izzo pros Suns.

    E sinceramente? Ott tá fazendo um trabalho do caramba. Os Suns estão brigando firme pelos playoffs no Oeste, já passaram e muito das expectativas da temporada (eram só 31,5 vitórias previstas). Phoenix tá voando.

    Mas fico aqui imaginando: como seria Tom Izzo comandando Kevin Durant, Devin Booker e companhia? O cara que fez Michigan State chegar no Sweet 16 esse ano poderia ter dado uma chacoalhada interessante naquele elenco carregado de estrelas.

    Vocês acham que ele se arrepende da decisão? Ou será que prefere mesmo a estabilidade e o carinho da torcida universitária?

  • Izzo quase foi técnico do Suns – revelação bombástica!

    Izzo quase foi técnico do Suns – revelação bombástica!

    Cara, acabei de ler uma parada que me pegou completamente de surpresa. Tom Izzo, o lendário técnico da Michigan State, quase — QUASE — virou técnico do Phoenix Suns no ano passado!

    O próprio Izzo revelou no programa do Dan Patrick que “conversou seriamente” com Mat Ishbia, dono do Suns, sobre assumir o comando técnico da equipe. E olha só a conexão: Ishbia foi jogador (walk-on) da Michigan State quando Izzo ganhou o título nacional em 2000. Imagina a pressão emocional?

    A decisão mais difícil da carreira

    “Isso foi difícil”, admitiu Izzo. “Foi uma coisa muito difícil de recusar porque… eu meio que queria ir com ele.”

    Quando perguntaram se o Suns ofereceu o cargo pra ele, Izzo foi diplomático: “Conversamos seriamente sobre isso, vamos dizer assim.” Ou seja, rolou proposta séria mesmo.

    Cara, imagina o Izzo comandando Durant, Booker e Beal? Seria absolutamente surreal ver um dos maiores técnicos universitários da história tentando traduzir sua magia no college para a NBA.

    Michigan State invadiu Phoenix

    O mais interessante é que o Suns tá praticamente virando uma filial da Michigan State. Jordan Ott (que acabou sendo contratado) foi assistente graduado e coordenador de vídeo dos Spartans. Brian Gregory, GM do time, também passou anos como assistente em Michigan State. E ainda contrataram Mateen Cleaves, ex-estrela dos Spartans, como técnico de desenvolvimento.

    Sinceramente? Acho que seria fascinante ver o Izzo na NBA. O cara tem 71 anos, levou Michigan State para 28 torneios da NCAA consecutivos e 8 Final Fours. Mas será que o estilo college dele funcionaria com os egos da NBA?

    No final das contas, Izzo ficou em East Lansing perseguindo seu segundo título nacional. E vocês, acham que ele fez a escolha certa? Ou perdeu a chance da vida de testar seu talento no maior palco do basquete mundial?

  • Suns desperdiçam vantagem e perdem pro Magic numa gelada histórica

    Suns desperdiçam vantagem e perdem pro Magic numa gelada histórica

    Cara, que frustração. O Phoenix Suns tinha TUDO pra ganhar do Orlando Magic ontem, mas resolveu esfriar na hora H e perdeu por 115-111. Cinco minutos sem acertar uma cesta sequer no final do jogo — cinco minutos! É de dar nos nervos.

    O Devin Booker fez a parte dele, né? 34 pontos, como sempre carregando esse time nas costas. Mas sinceramente, só o Collin Gillespie conseguiu ajudar em double digits entre os titulares. O resto? Sumiu quando mais precisava.

    A montanha-russa emocional do jogo

    O primeiro tempo foi um sofrimento. Suns começaram fazendo apenas duas cestas nos primeiros cinco minutos (duas!), e o Magic abriu 20-8. Parecia que ia ser um massacre, mas Phoenix mostrou personalidade e diminuiu pra 28-21 no final do primeiro quarto.

    No intervalo, a coisa estava feia: 70-56 pro Magic. Mas aí que vem o plot twist — no terceiro quarto os Suns acordaram pra vida. Jordan Goodwin (que jogaço do cara!) começou a voar pela quadra toda, ancorando a defesa enquanto o Dillon Brooks estava com problemas de falta.

    O mais louco? Phoenix conseguiu empatar em 94-94 no final do terceiro. Primeira vez que empataram o jogo inteiro. E no quarto período, finalmente tomaram a primeira liderança com uma enterrada do Rasheer Fleming.

    O pesadelo dos últimos minutos

    Tudo estava encaminhado. Jogo equilibrado, indo e voltando, nenhum time conseguindo abrir mais que uma posse. Aí que veio o apagão total.

    Mais de cinco minutos sem acertar NENHUMA cesta. Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas isso aí foi de chorar. É segunda noite de back-to-back, ok, mas não justifica uma gelada dessas na reta final.

    O Magic teve 25 turnovers (vinte e cinco erros de ataque!), os Suns tiveram 20. Com essa diferença, deveria ter sido vitória tranquila. Mas não, resolveram esfriar justo quando não podia.

    E agora, play-in ou playoffs?

    Com essa derrota, Phoenix chegou aos 42-34 na temporada. A situação tá complicada — cada vez mais parece que vão ter que passar pelo play-in. A questão agora é se vão ser 7º ou 8º colocados, porque a vantagem pros Clippers é de apenas 2.5 jogos.

    Vocês acham que esse time aguenta a pressão de um play-in? Porque sinceramente, com essas geladas na reta final, fico preocupado. O Booker faz milagre, mas basquete é esporte coletivo.

    Na quinta-feira tem Charlotte pela frente, terceiro jogo em quatro noites. Pelo menos da última vez que se enfrentaram, Phoenix ganhou fácil por 111-99. Torcer pra que a memória muscular funcione e o ataque volte a fluir.

    Que raiva dessa derrota, cara. Tinha tudo pra dar certo.

  • Magic quebra jejum com vitória suada sobre os Suns de Booker

    Magic quebra jejum com vitória suada sobre os Suns de Booker

    Olha, eu não esperava que o Magic ia conseguir quebrar essa sequência horrível, mas eles foram lá e venceram os Suns por 115-111 numa partida que foi muito mais dramática do que deveria ser.

    Desmond Bane comandou a parada com 21 pontos, enquanto Jalen Suggs fez um daqueles jogos completos que a gente ama ver: 20 pontos, 8 rebotes e 7 assistências. Cara, o Suggs tá evoluindo demais nessa temporada, virou um jogador completamente diferente.

    Devin Booker quase estraga tudo

    Do lado dos Suns, o Devin Booker fez o que sempre faz — marcou 34 pontos e quase arrancou a vitória sozinho. O maluco acertou uma bomba de três pontos faltando apenas 3,1 segundos pro fim, deixando o jogo em apenas dois pontos de diferença. Meu coração não aguenta essas emoções.

    Sorte que o Tristan da Silva foi na linha de lance livre e converteu os dois arremessos que selaram a vitória. Ufa!

    Paolo Banchero fazendo o básico bem feito

    O Paolo teve mais uma noite sólida: 19 pontos, 9 rebotes e 8 assistências. Quase um triple-double! O garoto tá cada vez mais maduro, assumindo a responsabilidade quando o jogo aperta. E olha que o Magic cometeu absurdos 25 turnovers — imagina se tivessem cuidado melhor da bola?

    Wendell Carter Jr. também deu sua contribuição com 15 pontos e 12 rebotes. Double-double básico, mas essencial.

    Uma curiosidade: Dillon Brooks voltou a jogar depois de quebrar a mão num jogo contra… o próprio Magic! O cara voltou meio nervoso, levou um técnico logo com 1m29s de jogo e terminou com apenas 9 pontos em 22 minutos cheios de faltas.

    Sinceramente, essa vitória pode ser o que o Magic precisa pra ganhar confiança. Eles só tinham vencido uma das últimas nove partidas — números de time brigando pra não ir pro play-in. Mas quando você tem talento como Banchero, Suggs e agora o Bane contribuindo, sempre pode dar zebra.

    E vocês, acham que o Magic consegue embalar e brigar por uma vaga melhor nos playoffs? Ou foi só mais uma vitória isolada?

  • Magic recebe o Suns em jogo crucial pra fugir do play-in

    Magic recebe o Suns em jogo crucial pra fugir do play-in

    Olha, eu tô com uma sensação boa sobre esse jogo entre Magic e Suns hoje à noite. Os dois times estão naquela correria pra não cair no play-in — Phoenix em 7º no Oeste, Orlando em 8º no Leste. É aquele tipo de partida que define temporada.

    O Suns vem de uma goleada no Memphis ontem (131-105), mas jogar fora de casa tem sido complicado pra eles — só 18 vitórias em 36 jogos longe de Phoenix. Já o Magic perdeu feio pro Toronto no domingo (139-87), mas em casa é outra história: 22-14 no Kia Center.

    Devin Booker vs Paolo Banchero: o duelo das estrelas

    As projeções apontam Booker fazendo uns 25 pontos, enquanto Paolo Banchero deve chegar nos 24. Sinceramente? Acho que o italiano vai ter uma noite especial. Ele tá jogando um basquete absurdo essa temporada e, com a torcida em casa, pode fazer a diferença.

    O Phoenix tem média de 112.7 pontos por jogo, enquanto Orlando marca 115.3. Não são números espetaculares, mas os dois times sabem marcar quando precisam.

    Over parece certeza nesse confronto

    A linha está em 224.5 pontos totais, e cara… eu tô vendo os dois times passando fácil disso. Nos últimos dois jogos entre eles, sempre passou do total. No Magic, isso aconteceu em 20 dos últimos 37 jogos em casa.

    Olhando os elencos, Phoenix deve ter pelo menos cinco caras fazendo 10+ pontos, assim como Orlando. É muita gente que sabe jogar bola dos dois lados.

    O Magic é favorito por 2 pontos — uma diferença mínima que mostra como o jogo tá equilibrado. Vocês acham que os donos da casa conseguem segurar a pressão? Eu tô apostando que sim, especialmente com Paolo comandando o ataque e a torcida empurrando.

    Vai ser daqueles jogos que define quem dorme tranquilo e quem fica nervoso pensando no play-in. E olha, eu não perderia esse duelo por nada!