Tag: Phoenix Suns

  • Booker meteu 37 e garantiu vaga nos playoffs para o Suns

    Booker meteu 37 e garantiu vaga nos playoffs para o Suns

    Cara, que jogaço! Devin Booker simplesmente resolveu assumir o controle ontem à noite e meteu 37 pontos na vitória do Phoenix Suns sobre o Dallas por 112 a 107. Com essa vitória, os Suns garantiram a 7ª posição na Conferência Oeste e vão ter duas chances em casa no play-in. Não é pouca coisa não.

    O mais impressionante? O Suns quase entregou tudo no terceiro quarto. Estavam ganhando de 71-53 (uma diferença absurda!) quando os Mavericks fizeram uma sequência de 18-1 e voltaram pro jogo. Sinceramente, eu já tava pensando “lá vamos nós de novo” – vocês sabem como é o Suns com essas derretidas, né?

    Dallas quase fez a virada histórica

    Os caras do Dallas até conseguiram virar o placar no último quarto! Max Christie acertou uma de três e colocou eles na frente 95-93. Mas aí o Booker falou “não é hoje” e o Phoenix respondeu com uma sequência de 9-0 que foi fatal.

    O momento decisivo veio quando John Poulakidas (cara, esse nome é complicado) acertou um arremesso de três e deixou tudo em 110-107 faltando pouco mais de um minuto. Dallas tinha tudo pra empatar na posse seguinte, mas o Oso Ighodaro – que nome maneiro – apareceu com uma tocoada no Moussa Cisse que salvou o jogo. Dillon Brooks ainda fechou com uma bandeja nos segundos finais.

    Flagg teve uma noite para esquecer

    Olha, eu não esperava isso mas o Cooper Flagg – que tá na briga pelo prêmio de Rookie do Ano – teve uma das piores noites da temporada. Só 11 pontos em 4 de 19 arremessos. Pra piorar, o Khaman Maluach (seu ex-companheiro de Duke) ainda deu uma enterrada nele no último quarto. Que humilhação!

    Falando no Maluach, o pivô de 2,16m fez sua primeira partida como titular na temporada e pegou 14 rebotes. Não é mole não. E ainda por cima tocou o próprio Flagg – imaginem a zoação no grupo do WhatsApp de Duke depois disso.

    Uma pena que a vitória pode ter custado caro pro Suns. Jalen Green (joelho) e Jordan Goodwin (tornozelo) se machucaram no primeiro tempo e não voltaram. O Green já perdeu um monte de jogos essa temporada por lesões, principalmente no posterior da coxa. Tomara que não seja nada sério porque os playoffs tão aí.

    E aí, vocês acham que o Phoenix consegue passar do play-in? Com o Booker jogando nesse nível, eu tô começando a acreditar…

  • Suns querem varrer os Mavs e Cooper Flagg é o nome do jogo

    Suns querem varrer os Mavs e Cooper Flagg é o nome do jogo

    Olha, depois daquela pancada que os Suns tomaram dos Rockets na última partida — um colapso no quarto período que doeu até em mim assistindo —, eles têm a chance perfeita de se redimir hoje à noite contra os Mavericks. E sinceramente? Não tem desculpa pra não ganhar esse jogo.

    Os Mavs estão com 25-54, já com as malas prontas pro recesso, enquanto Phoenix precisa de mais uma vitória pra garantir a sétima posição no Oeste. É literalmente David contra Golias, só que o Golias aqui são os Suns.

    Cooper Flagg vai ser o show da noite

    Mas peraí — tem um cara que vai fazer esse jogo valer a pena assistir. Cooper Flagg, o rookie sensação que tá brigando pelo prêmio de Calouro do Ano, é simplesmente um monstro. O moleque fez 51 pontos contra o Magic (se tornando o mais novo da história a passar dos 50) e depois emendou com 45 contra os Lakers.

    Cara, 51 pontos! Aos 19 anos! Eu lembro quando pensei que LeBron era absurdo chegando jovem na liga, mas isso aí é de outro planeta. E o pior (ou melhor?) é que ele vai ser exatamente o jogador que os Suns vão ter que parar hoje.

    Phoenix já dominou Dallas duas vezes nesta temporada e quer fazer a ‘limpeza’ completa. Na última vez que se enfrentaram, os Suns chegaram a abrir 31 pontos no segundo período, mas relaxaram e quase pagaram o pato — os Mavs voltaram no jogo principalmente pela transição (27-10 em pontos de contra-ataque) e lance livre (42 tentativas contra apenas 9 dos Suns).

    A defesa vai decidir tudo

    A chave pro Suns é simples: defender sem fazer falta e voltar rápido na transição. Os Mavericks não conseguem pontuar bem no ataque posicionado, então se Phoenix conseguir parar os contra-ataques, vai ser moleza.

    O problema é que depois daquele vexame contra Houston — onde lideravam por 3 no último período e simplesmente derreteram —, será que os caras vão ter cabeça pra focar? Porque se bobear com esse Dallas ‘de férias’, o Clippers pode muito bem roubar essa sétima posição.

    Mark Williams e Dillon Brooks estão de volta ao lineup completo, então teoricamente os Suns têm tudo pra dominar. Mas vocês sabem como é: no basquete, qualquer relaxada pode virar tragédia.

    E aí, acham que Phoenix consegue fechar essa série sem sustos ou o jovem Flagg vai aprontar mais uma das suas? Eu aposto numa vitória tranquila dos Suns — algo como 118 a 106 —, mas confesso que vou ficar de olho nos números do rookie dos Mavs. Esse menino promete muito barulho nos próximos anos.

  • Flagg vs Booker: Mavs visitam Suns em duelo de gerações

    Flagg vs Booker: Mavs visitam Suns em duelo de gerações

    Olha, eu sei que o Dallas tá numa temporada complicada, mas essa partida de hoje contra o Phoenix tem tudo pra ser especial. Cooper Flagg, o rookie sensação, encara Devin Booker no Footprint Center, e sinceramente? Não consigo tirar os olhos desse garoto.

    O Mavs (25-54) tá longe dos playoffs, isso é óbvio. Mas cara, ver o Flagg jogando assim na primeira temporada é absurdo. O moleque tá fazendo 21.2 pontos e 6.6 rebotes por jogo — números que muitos veteranos gostariam de ter. E olha que ele tá fazendo isso num time desfalcado, com Kyrie Irving e Dereck Lively II fora por lesão.

    Phoenix precisa da vitória

    Do outro lado, o Suns (43-36) tá desesperado por essa vitória. Eles querem garantir uma posição melhor nos playoffs, e depois daquela tropeçada contra Houston… bom, não podem se dar ao luxo de bobear com Dallas.

    Devin Booker tá tendo mais uma temporada monstro, com média de 25.9 pontos. O cara é uma máquina de pontos, e com a torcida em casa, espero que ele apareça grande. Mas vou ser sincero: estou curioso pra ver como o Flagg vai se comportar contra uma defesa mais organizada.

    O que esperar do jogo

    O Phoenix tem vantagem clara no papel. Time mais experiente, jogando em casa, e com um elenco mais completo. Mark Williams no garrafão (11.6 pontos, 8.0 rebotes) dá aquela proteção que falta pro Dallas.

    Mas e o Klay Thompson? O veterano ainda tem fogo no braço (14.5 pontos, 42.8% nos triplos), e se ele esquentar a mão junto com o Flagg… aí pode dar trabalho pros Suns.

    Na minha opinião, Phoenix ganha. Eles têm mais qualidade e estão jogando por algo importante. Mas espero que seja um jogaço, com o Flagg mostrando por que todo mundo tá falando dele.

    Vocês acham que o rookie consegue incomodar mesmo contra um time playoff? Eu acho que sim. Esse garoto é diferente.

    Onde assistir: O jogo rola às 22h (horário de Brasília) na quarta-feira, com transmissão disponível em plataformas de streaming esportivo.

  • Spurs nos playoffs após 7 anos: quem vocês querem enfrentar?

    Spurs nos playoffs após 7 anos: quem vocês querem enfrentar?

    Gente, eu ainda não acredito que estou escrevendo isso. Os San Antonio Spurs vão disputar os playoffs pela primeira vez em SETE anos! Sete! Parece que foi ontem que estávamos sofrendo com as temporadas horríveis pós-era Tim Duncan.

    E o mais absurdo? Não só voltaram, como conseguiram vantagem de mando de quadra nas duas primeiras rodadas. Sinceramente, quem previu isso no começo da temporada estava mentindo ou é vidente.

    O caminho provável na primeira rodada

    Pelo jeito, vamos enfrentar quem sair vencedor do primeiro jogo do Play-In. Provavelmente será entre Suns, Clippers e Trail Blazers — e olha, de todos esses, prefiro MIL vezes pegar os Clippers. Os Spurs foram perfeitos contra eles na temporada: 3-0. Três a zero! Kawhi Leonard deve estar tendo pesadelos com San Antonio até hoje (desculpa, não resisti).

    Contra os Suns ficou 2-2, e contra Portland 1-1 — com o último confronto rolando ainda nesta quarta. Vai ser interessante ver como os caras se saem nesse último teste antes dos playoffs.

    Segunda rodada: aí a coisa complica

    Se passarmos da primeira (e vamos passar, né?), provavelmente vamos dar de cara com o Denver Nuggets. Cara, os caras acabaram de vencer os Spurs na prorrogação e lideram o confronto direto por 2-1. Jokic é simplesmente um monstro, e aquele time sabe jogar playoff.

    A única esperança é que os Lakers despencaram depois das lesões do Luka Doncic e Austin Reaves, permitindo que Denver subisse para a terceira posição. Se por acaso Denver tropeçar na primeira rodada, aí enfrentaríamos o Minnesota Timberwolves — que também não é moleza, hein. Perdemos 2-1 para eles na temporada.

    Mas olha, depois de sete anos no ostracismo, qualquer adversário é bem-vindo. O importante é que os Spurs estão DE VOLTA ao palco principal da NBA. E vocês, qual matchup preferem ver? Quem acham que é o caminho mais realista para um título? Eu sei que parece loucura falar em título agora, mas… e se der certo?

  • Booker e a regra dos 65 jogos: injusta ou necessária?

    Booker e a regra dos 65 jogos: injusta ou necessária?

    Cara, a situação do Devin Booker com essa regra dos 65 jogos tá me deixando meio revoltado, não vou mentir. O cara jogou 66 partidas na temporada — sessenta e seis! — mas pode ficar de fora do All-NBA por causa de umas tecnicalidades absurdas.

    Vamos aos fatos: desde 2023, a NBA implementou essa regra que diz que um jogador precisa aparecer em pelo menos 65 jogos para ser elegível aos prêmios individuais. Até aí, ok. Mas tem um detalhe cruel: dessas 65 partidas, pelo menos 63 precisam ter mais de 20 minutos jogados, e no máximo duas podem ter entre 15-20 minutos.

    O problema do Book

    Booker tem 62 jogos completos na conta. Saiu machucado em duas partidas — uma contra os Lakers em dezembro (menos de 10 minutos) e outra contra os Spurs em fevereiro (também menos de 10). Como não jogou nem os 15 minutos mínimos nessas duas, elas simplesmente não contam pra regra.

    Resultado? Mesmo se ele jogar os quatro últimos jogos da temporada regular e ficar mais de 20 minutos em cada um, vai chegar apenas a 64 jogos “elegíveis”. Um a menos que o necessário.

    Sinceramente, isso é revoltante. O cara literalmente se machucou defendendo o time e agora pode perder a chance de ser All-NBA por causa de uma regra burocrática. Que mensagem isso passa pros jogadores?

    Quem mais se ferrou

    E olha, não é só o Booker não. Luka Dončić também tá com 64 jogos — se não fosse aquela suspensão por excesso de técnicas, estaria elegível. Curry jogou só 40 partidas. Anthony Edwards tá com 60 e mesmo jogando tudo que resta não consegue chegar lá.

    O mais absurdo? Cade Cunningham, que tava tendo uma temporada monstro e era candidato real ao All-NBA First Team, parou nos 61 jogos.

    Isso muda completamente o cenário. Com tanto craque de fora, Booker de repente vira uma opção mais atrativa. Os números dele não são espetaculares — 25.8 pontos, 45.5% nos arremessos, 33% de três — mas são sólidos. E numa liga onde disponibilidade virou luxo, ser consistente vale ouro.

    A regra faz sentido?

    Olha, eu entendo a intenção da liga. Querem os astros em quadra, querem que os fãs vejam os jogadores que pagaram pra ver. Faz sentido até.

    Mas essa rigidez toda me incomoda. Lesão faz parte do esporte, sempre fez. Punir um cara que se machucou no jogo me parece injusto demais.

    Pelo que soube, os Suns vão tentar um recurso — afinal, o Booker tecnicamente jogou 66 partidas, saiu só por lesão. Os Lakers aparentemente vão fazer o mesmo pro Luka.

    E aí, vocês acham que essa regra dos 65 jogos é justa? Ou deveria ter exceções pra lesões que acontecem durante o jogo? Pra mim, é hora de revisar essa parada. O basquete não funciona no vácuo — machucado acontece, sempre vai acontecer.

    No fim das contas, se o Booker ficar de fora do All-NBA por causa disso, vai ser uma das maiores injustiças da temporada. O cara deu o sangue pelo time a temporada toda.

  • Suns no play-in: por que o 8º lugar seria um pesadelo total

    Suns no play-in: por que o 8º lugar seria um pesadelo total

    Olha, vou ser sincero com vocês: a situação do Phoenix Suns tá meio complicada pra playoffs de 2026. Eles estão grudados na 7ª colocação do Oeste e vão ter que passar pelo play-in — aquele mata-mata nervoso que pode tanto manter eles onde estão quanto mandar pro 8º lugar… ou direto pra casa.

    E o pior cenário possível? Cair justamente pro 8º lugar.

    Por que o 8º lugar seria um pesadelo

    Cara, imagina só: você luta o campeonato inteiro, consegue se classificar, aí tem que encarar logo de cara o Oklahoma City Thunder — os caras que são os atuais campeões e estão voando na temporada. Só seis vezes na história da NBA um 8º colocado conseguiu derrubar o 1º. Seis vezes! Isso é praticamente missão impossível.

    O problema do Suns é que eles tão meio desencontrados ainda. Tá, o Dillon Brooks e o Mark Williams voltaram de lesão essa semana, mas vocês sabem como é: química de time não se constrói da noite pro dia. Ver o Devin Booker, Jalen Green e Brooks jogando juntos ainda é meio experimental.

    Enquanto isso, se eles ficarem na 7ª posição, vão pegar o Los Angeles Clippers no play-in. E olha, com o Kawhi Leonard em jogos decisivos, a coisa fica bem mais complicada. O cara simplesmente vira outro jogador nos playoffs.

    Thunder: o confronto que ninguém quer em Phoenix

    Sinceramente? Enfrentar o Thunder seria de partir o coração. Nos três jogos da temporada regular, Oklahoma City ganhou 2 de 3. Mas o mais assustador não é nem isso — é COMO eles ganharam.

    Lembram daquele jogo da NBA Cup? Os Suns perderam por 49 pontos. Quarenta e nove! Tá, o Booker não jogou, mas mesmo assim… é muita pancada. No último confronto, em janeiro, foi uma diferença de 24 pontos e dominaram do começo ao fim.

    O grande problema do Phoenix é no garrafão. Mesmo com Mark Williams, Oso Ighodaro e Khaman Maluach, eles são um dos piores times em pontos de segunda chance permitidos entre os classificados pros playoffs (15.4 por jogo). E contra o Thunder, que tem um time gigante, isso vira um pesadelo.

    Não bastasse isso, vocês vão enfrentar a melhor defesa da liga em rating defensivo E um dos ataques mais dinâmicos. É praticamente jogar contra a perfeição em ambos os lados da quadra.

    E aí, vocês acham que o Suns consegue dar a volta por cima no play-in e evitar esse confronto monstro com o Thunder? Ou será que a experiência dos playoffs vai pesar contra eles mais uma vez?

  • Booker meteu 30 pontos e salvou o Suns contra Bulls desfalcado

    Booker meteu 30 pontos e salvou o Suns contra Bulls desfalcado

    Olha, eu não esperava que fosse ser assim tão suado, mas o Suns conseguiu bater o Bulls por 120 a 110 em Chicago numa partida que teve muito mais drama do que deveria ter.

    Devin Booker fez a sua parte com 30 pontos, mas quem me impressionou mesmo foi o Jalen Green com 25. O cara tá encaixando direitinho no esquema do Suns desde que chegou — e eu sinceramente achava que ia demorar mais pra ele se adaptar.

    O susto que ninguém esperava

    A coisa tava tranquila no terceiro quarto. Suns ganhando de 13, eu já pensando “beleza, mais uma vitória fácil”. Aí os Bulls resolveram acordar pra vida com uma corrida de 11-0 que deixou todo mundo de cabelo em pé.

    Rob Dillingham foi quem começou a bagunça com uma bandeja de costas linda, depois enterrou uma de 3 e ainda converteu lance livre. De repente, o jogo que parecia decidido virou uma guerra de 109 a 108 pros Suns.

    Foi aí que o Dillon Brooks mostrou por que contrataram ele. Acertou um fade away, meteu uma de 3 e ainda deu um toco que fechou qualquer chance dos Bulls. O cara simplesmente decidiu que não ia perder esse jogo — e olha que ele tinha vindo de duas derrotas seguidas (Orlando e Charlotte) que devem ter incomodado bastante.

    Bulls desfalcado, mas lutou até o fim

    Chicago jogou sem Josh Giddey (lesão no posterior da coxa) e Matas Buzelis (doente), que são praticamente os caras mais importantes do time hoje. Mesmo assim, Tre Jones fez 29 pontos numa apresentação monstruosa.

    Collin Sexton contribuiu com 18 pontos e 9 rebotes, enquanto Leonard Miller cravou um double-double com 17 pontos e 10 rebotes. Cara, o Miller até tentou virar o jogo no finalzinho — teve duas chances de bandeja e uma rebatida, mas o Brooks tava inspirado na defesa.

    A sequência final foi cruel pros Bulls. Erraram quatro arremessos seguidos, começando com uma tentativa de 3 do Yabusele. O Sexton pegou o rebote, mas o Miller perdeu a bandeja, errou a rebatida e ainda levou um toco do Brooks. Aí o Booker não perdoou: bomba de 3 pra fazer 117 a 108 e acabar com qualquer esperança de Chicago.

    Sétima derrota seguida pros Bulls. Tá difícil a situação em Chicago, mas pelo menos eles mostraram que não vão entregar os pontos de graça. E vocês, acham que o Suns consegue manter essa pegada quando pegar times mais fortes?

  • Mike D’Antoni no Hall da Fama? Era questão de tempo mesmo

    Mike D’Antoni no Hall da Fama? Era questão de tempo mesmo

    Galera, chegou a notícia que muita gente já esperava: Mike D’Antoni vai ser induzido ao Basketball Hall of Fame! O cara que revolucionou o basquete moderno com aquele estilo louco de “Seven Seconds or Less” finalmente vai ter o reconhecimento que merece.

    Pra quem acompanha NBA há um tempo, sabe que o D’Antoni é um dos técnicos mais influentes da história recente. O maluco praticamente inventou esse basquete de hoje que a gente vê — espaçamento, arremessos de 3, transição rápida. Era o “small ball” antes mesmo da galera saber que isso existia.

    Os anos mágicos em Houston

    Aqui nos Rockets (2016-2020), o D’Antoni fez história. Cara, 217 vitórias em 318 jogos — um aproveitamento de 68,2% que é ABSURDO. É o maior winning percentage da história da franquia, ficando na frente até do lendário Rudy Tomjanovich.

    E aquela temporada 2017-18? Monstro demais. 65 vitórias em 82 jogos, James Harden MVP, e o Rockets chegando a 7 pontos de eliminar os Warriors do Kevin Durant na semifinal do Oeste. Se o Chris Paul não tivesse se machucado… cara, acho que teríamos visto um final completamente diferente.

    Na minha visão, aquele time dos Rockets era uma máquina ofensiva perfeita. O D’Antoni pegou o Harden e transformou ele no MVP mais dominante que a gente viu em anos recentes. Era triple-double atrás de triple-double, enterradas, arremessos de 3 impossíveis — um show à parte.

    O legado de um visionário

    Sinceramente acho que o D’Antoni não ganha o crédito que merece. O cara mudou a NBA pra sempre. Aquele Phoenix Suns dos anos 2000 com Steve Nash? Era outro planeta. Correria pura, bandeja atrás de bandeja, jogadas que deixavam todo mundo de queixo caído.

    Olha, eu sei que ele nunca ganhou um anel como técnico — e isso dói um pouco quando a gente pensa no quão perto chegou. Mas vamos ser honestos: quantos técnicos podem dizer que mudaram a cara do basquete mundial? É um grupo bem seleto, e o D’Antoni definitivamente faz parte dele.

    A cerimônia vai rolar nos dias 14 e 15 de agosto de 2026 em Springfield. E vocês, acham que era questão de tempo mesmo ou demoraram pra reconhecer o trabalho do cara? Pra mim, já deveria ter rolado há um tempo — mas melhor tarde do que nunca, né?

  • Gillespie quebra recorde histórico dos Suns mas time perde feio

    Gillespie quebra recorde histórico dos Suns mas time perde feio

    Olha, tem noite que você faz história individual mas o time despenca. Foi exatamente isso que rolou com Collin Gillespie ontem à noite.

    O armador do Phoenix quebrou o recorde de cestas de 3 pontos em uma temporada na franquia, mas os Suns levaram uma surra de 127-107 dos Hornets em Charlotte. Gillespie acertou sua 227ª bola do além no segundo quarto, superando as 226 que Quentin Richardson tinha feito lá em 2004-05.

    Recorde amargo

    “É uma grande conquista”, disse Gillespie depois do jogo. “E eu sou extremamente grato a todos aqui por me ajudarem, mas no final das contas, isso não significa muito agora com a derrota.”

    E cara, dá pra entender a frustração do cara. Imagina quebrar um recorde que durou mais de 20 anos e ainda assim sair de quadra com gosto amargo? Ele terminou com apenas 6 pontos, acertando só 2 de 7 arremessos de 3. Não foi a noite mais inspirada.

    Na minha visão, isso mostra como o Phoenix tá passando por um momento complicado. Gillespie admitiu que precisa “começar a encontrar o ritmo de novo — ofensivamente, defensivamente, na pressão”. Os Suns perderam 6 dos últimos 7 jogos fora de casa. Isso não é coincidência não.

    Charlotte também fez história

    Mas não foi só Gillespie que quebrou recorde na noite. O rookie Kon Knueppel, dos Hornets, também entrou para a história da franquia ao acertar sua 261ª bola de 3, superando o recorde que era de Kemba Walker (260 em 2018-19).

    O moleque de 20 anos precisava de 4 cestas de 3 entrando no jogo, errou duas muito abertas no último quarto — deve ter ficado nervoso — mas conseguiu acertar a que importava com assistência do Grant Williams.

    Sinceramente, é legal ver esses recordes sendo quebrados, mas será que os Suns conseguem dar a volta por cima nessa reta final? O que vocês acham — Gillespie vai conseguir manter esse ritmo de fora e ainda ajudar o time a se classificar pros playoffs?

  • Rookie dos Hornets quebra recorde histórico de 3 pontos na franquia

    Rookie dos Hornets quebra recorde histórico de 3 pontos na franquia

    Cara, que noite foi essa em Charlotte! O rookie Kon Knueppel simplesmente fez história na NBA — quebrou o recorde de cestas de 3 pontos em uma temporada pelos Charlotte Hornets. E olha que não foi moleza, hein?

    O garoto de Duke, que foi a 4ª escolha do Draft, chegou a 261 bolas de três na temporada, superando as 260 que Kemba Walker havia feito lá em 2018-19. O mais legal? Quebrou o recorde com uma bela de uma cesta do canto da quadra, depois de ter errado duas oportunidades abertas mais cedo no quarto período. Pressão? Que nada.

    Hornets voando alto

    Mas não foi só o Knueppel que brilhou nessa vitória de 127 a 107 sobre os Suns. Miles Bridges meteu 25 pontos, LaMelo Ball distribuiu 11 assistências (além dos 15 pontos), e Coby White ajudou com mais 19. Brandon Miller também colaborou com 17 pontos. Time jogando coletivo e destruindo.

    Sete vitórias em nove jogos — os Hornets tão numa pegada boa mesmo. E com um rookie quebrando recordes assim, imagina o que vem pela frente?

    Suns também fizeram história

    Engraçado que na mesma partida, Phoenix também viu um recorde ser quebrado. Collin Gillespie superou as 226 cestas de três de Quentin Richardson (temporada 2004-05) e estabeleceu nova marca da franquia. Mas cara, fazer história numa derrota de 20 pontos deve doer um pouco, né?

    Jalen Green até tentou com 25 pontos, Devin Booker ajudou com 22, mas não deu. Os Suns perderam seis dos últimos sete jogos fora de casa — tá complicado pra eles longe do deserto.

    Sinceramente, acho que esse Knueppel vai ser uma pedra no sapato dos adversários por muito tempo. Duke sempre forma grandes atiradores, e esse moleque já tá provando que veio pra ficar. Vocês acham que ele consegue manter essa consistência de fora na próxima temporada?