Tag: playoffs NBA

  • Orlando demite Jamahl Mosley após mais uma eliminação precoce

    Orlando demite Jamahl Mosley após mais uma eliminação precoce

    Olha, eu não vou mentir — já estava na cara que isso ia rolar. O Orlando Magic acabou de mandar Jamahl Mosley embora depois de cinco temporadas no comando da equipe.

    O cara teve um cartel de 189 vitórias e 221 derrotas durante esse período. Não é exatamente o que você chama de dominante, né? Mas pera aí, antes de crucificar o técnico, vamos dar uma olhada no contexto.

    Três playoffs, três decepções

    Mosley conseguiu levar o Magic aos playoffs por três anos consecutivos — e isso não é pouco pro Orlando, que passou anos patinando. O problema? Nunca conseguiu passar da primeira rodada.

    A gota d’água veio agora nos playoffs. O time abriu 3 a 1 contra o Detroit Pistons (que era o primeiro colocado da conferência, diga-se de passagem) e conseguiu a proeza de perder três jogos seguidos. Três! Como você perde uma série estando 3-1 na frente?

    Sinceramente, eu entendo a frustração da torcida. Você vê o time chegando perto, criando expectativa, e na hora H… nada.

    Jeff Weltman assume o comando da busca

    Quem vai liderar a procura pelo novo técnico é Jeff Weltman, presidente de operações de basquete do Magic. Aliás, o cara acabou de renovar contrato essa temporada, então pelo menos tem estabilidade na direção.

    A temporada foi meio conturbada mesmo. O Magic sofreu com várias lesões durante a temporada regular e muita gente já esperava uma mudança no comando técnico antes mesmo dos playoffs começarem. Mosley até conseguiu dar a volta por cima e classificar o time pro Play-In como oitavo colocado, mas não foi suficiente.

    E vocês acham que ele vai conseguir outro trampo rapidinho? Aparentemente o New Orleans Pelicans já tinha o nome dele na lista de candidatos pra vaga de técnico que eles têm em aberto.

    No fim das contas, cinco anos é um bom tempo pra avaliar o trabalho de qualquer técnico. O Magic claramente quer dar o próximo passo na evolução do time, e talvez uma cara nova no comando seja exatamente o que eles precisam pra finalmente passar dessa barreira da primeira rodada dos playoffs.

  • Ant Edwards liberado! Wolves têm chance contra os Spurs

    Ant Edwards liberado! Wolves têm chance contra os Spurs

    Gente, que notícia boa! Anthony Edwards foi liberado para o Jogo 1 da segunda rodada dos playoffs entre Minnesota Timberwolves e San Antonio Spurs. Sinceramente? Eu não esperava isso tão cedo.

    O Ant machucou o joelho há uma semana no Jogo 4 contra o Denver Nuggets — contusão no osso e hiperextensão. Esse tipo de lesão normalmente deixa o cara fora por pelo menos duas semanas, mas aparentemente o garoto é um monstro mesmo.

    Participou do treino e tá pronto

    Na manhã de segunda-feira, Edwards participou normalmente do treino dos Wolves. Isso é um baita sinal positivo. Quem acompanha basquete sabe que quando o cara volta pro treino assim, é porque tá realmente pronto.

    Olha, vou ser sincero: os Spurs são favoritos pesados nessa série. Mas com o Edwards em quadra? A coisa muda completamente de figura. O garoto é simplesmente diferenciado — aquele tipo de jogador que pode mudar o rumo de uma série inteira com uma atuação monstruosa.

    Wolves precisam de milagre sem DiVincenzo

    O problema é que Minnesota perdeu o Donte DiVincenzo no mesmo Jogo 4 contra Denver. Rompeu o tendão de Aquiles, ou seja, temporada acabou pra ele. É uma perda gigantesca pra rotação dos Wolves.

    Agora fica aquela pergunta: será que o Edwards sozinho consegue carregar esse time contra os Spurs? Victor Wembanyama do outro lado não vai facilitar a vida de ninguém, isso eu posso garantir.

    Na minha visão, se o Ant conseguir jogar no mesmo nível que jogava antes da lesão, os Wolves podem até surpreender. Mas vai ser uma batalha épica. E vocês, acham que Minnesota tem chance real nessa série?

  • Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Gente, eu não acredito que acabei de ver isso. Os Detroit Pistons — sim, aqueles Pistons que a gente já tinha meio que esquecido — acabaram de fazer história. Eliminaram o Orlando Magic por 116 a 94 em um Game 7 que foi pura catarse e avançaram nos playoffs pela primeira vez em 18 anos!

    Dezoito anos, pessoal. DEZOITO. A última vez que eles ganharam uma série de playoffs foi em 2008, quando justamente eliminaram o próprio Magic na segunda rodada. O ciclo se fechou de um jeito lindo.

    Cade Cunningham simplesmente decidiu o jogo

    O cara que carregou essa franquia nas costas foi Cade Cunningham, que meteu 32 pontos e 12 assistências numa apresentação absolutamente monstruosa. Tobias Harris também apareceu grande com 30 pontos, e olha que dupla: eles se tornaram os primeiros companheiros de equipe dos Pistons a fazerem 30+ pontos num jogo de playoff desde 1977!

    Cunningham teve média de 32,4 pontos na série inteira. Esse mlk é diferenciado mesmo. E o mais impressionante? Os Pistons conseguiram uma das maiores viradas da história da NBA — vieram de 3-1 na série. Só 15 times na história fizeram isso, cara.

    A defesa que sufocou Orlando

    Sinceramente, o que mais me chamou atenção foi como Detroit conseguiu parar o ataque do Magic. Nos últimos seis quartos da série, Orlando fez apenas 113 pontos. Isso dá uma média de 18,8 por quarto — é quase impossível ganhar assim.

    No Game 6, em Orlando, os Pistons estavam perdendo por 24 pontos e conseguiram virar. Aí chegaram em casa para o Game 7 e simplesmente atropelaram. A torcida de Detroit devia estar maluca — imagina ficar 18 anos sem ver seu time ganhar uma série?

    Agora é Cavs na segunda rodada

    Os Pistons vão enfrentar o Cleveland Cavaliers na segunda rodada, que também avançou após vencer o Toronto Raptors por 114 a 102. Jarrett Allen foi um monstro com 22 pontos e 19 rebounds para os Cavs. Donovan Mitchell liderou com 22 pontos, e James Harden contribuiu com 18.

    O interessante é que Detroit e Cleveland são rivais da divisão Central e dividiram os quatro jogos na temporada regular. Game 1 será terça-feira em Detroit, no Little Caesars Arena. Vocês acham que os Pistons conseguem manter essa energia incrível?

    Olha, eu não esperava ver os Pistons de volta aos playoffs tão cedo, muito menos fazendo uma virada histórica assim. Cade Cunningham está mostrando por que foi primeira escolha no draft, e Detroit pode estar começando uma nova era. Que jogaço!

  • Spurs x Wolves: Wemby contra Gobert promete ser um duelo épico

    Spurs x Wolves: Wemby contra Gobert promete ser um duelo épico

    Cara, chegou a hora que todo mundo tava esperando. San Antonio vai receber Minnesota no primeiro jogo das semifinais da Conferência Oeste, e mesmo com toda a incerteza sobre o Anthony Edwards (que tá ralado das duas pernas), os Spurs entram como favoritos. E olha, faz sentido — esse time jovem de San Antonio tem mostrado que não treme nas horas decisivas.

    Mas vamos ser realistas aqui. Se o Edwards voltar minimamente parecido com aquele monstro que conhecemos, a coisa muda de figura completamente. O cara é diferenciado, e mesmo machucado pode virar a chave numa série dessas. Por outro lado, se ele ficar fora mesmo, os Spurs não podem vacilar contra um time veterano que já esteve nas finais de conferência duas vezes seguidas.

    O duelo que todo mundo quer ver: Wemby vs Gobert

    Sinceramente, eu tô ansioso demais pra ver essa batalha. O Gobert acabou de fazer o Jokic passar trabalho na série contra Denver — e convenhamos, fazer o Jokic suar a camisa defensivamente não é pra qualquer um. Agora ele vai ter que lidar com o Wembanyama, e essa vai ser uma parada completamente diferente.

    O que mais me empolga é que, diferentemente do que rolou contra os Nuggets, os Spurs têm criação de jogada espalhada pelo time todo. Isso significa que o Wemby pode funcionar como isca, puxar o Gobert pra longe do garrafão e abrir espaços absurdos pro resto do time. Se o Gobert resolver colar no francesão lá na linha de três, o bicho vai castigar de fora. Se recuar pra proteger o aro, aí o Wemby pode partir pro ataque.

    E tem outro detalhe que acho crucial: o Victor não é tão dependente do poste baixo quanto o Jokic. O cara funciona bem vindo dos bloqueios, correndo pra cesta, fazendo de tudo um pouco. Essa versatilidade pode ser a chave pra quebrar aquela defesa tradicionalmente sólida de Minnesota.

    A matemática pode não fechar pra Minnesota

    Aqui que a coisa fica interessante. Se o Gobert não conseguir dar conta do Wemby sozinho, o técnico Chris Finch vai ter que improvisar. Julius Randle até teve alguns momentos bons marcando o francês na temporada regular, especialmente sendo mais físico e dificultando as jogadas dele no garrafão. Mas aí vem o problema: onde você coloca o Gobert?

    Os Blazers tentaram colocar o centro deles no Stephon Castle, mas o garoto tem acertado os arremessos e — mais importante ainda — tem tomado as decisões certas sobre quando chutar e quando tocar a bola. Não é qualquer pivô que você pode esconder na defesa contra esse time de San Antonio.

    Na minha visão, essa série vai se decidir na capacidade dos Spurs de usar a versatilidade do Wembanyama sem forçar a barra. O cara entendeu que nesse momento da carreira, sem ter ainda aquela jogada matadora definida, a variedade é sua maior arma.

    E aí, galera? Acham que o Gobert aguenta a pressão ou o Wemby vai fazer a festa? Essa promete ser uma das séries mais táticas que vamos ver nesses playoffs.

  • Embiid implora: ‘Não vendam ingressos pros fãs dos Knicks!’

    Embiid implora: ‘Não vendam ingressos pros fãs dos Knicks!’

    Olha, eu não esperava que fosse ver o Joel Embiid implorando pros próprios fãs não venderem ingressos, mas aqui estamos. O pivô dos 76ers está literalmente desesperado pedindo pra torcida de Philly não deixar o Wells Fargo Center virar “Madison Square Garden East” de novo.

    E cara, eu entendo o desespero dele. Dois anos atrás, quando os Sixers enfrentaram os Knicks nos playoffs, foi constrangedor. Os fãs de Nova York simplesmente invadiram a Filadélfia e fizeram a casa dos 76ers parecer território dos Knicks. O Jalen Brunson fazendo 47 pontos e recebendo gritos de “MVP! MVP!” em Philly? Absurdo mesmo.

    A estratégia desesperada dos Sixers

    Os 76ers não estão brincando em serviço dessa vez. Eles colocaram uma restrição no site oficial: só quem mora na região metropolitana de Filadélfia pode comprar ingressos, baseado no endereço de cobrança do cartão de crédito. Vendas de fora da região? Canceladas na hora.

    Mas sinceramente, vocês acham que isso vai funcionar? O Josh Hart, que conhece bem a região por ter jogado em Villanova, já matou a charada: “Cara, os nova-iorquinos são persistentes. Eles não ligam, vão dar um jeito. E pra muita gente, tudo gira em torno do dinheiro. Se receberem uma boa oferta pelos ingressos, vão vender.”

    E ele tem razão. Nova York fica a menos de duas horas de carro de Philly — de trem é ainda mais rápido. Os ingressos na Filadélfia custam bem menos que no Madison Square Garden. É matemática simples.

    Embiid oferece o próprio dinheiro

    A situação tá tão crítica que o Embiid chegou ao ponto de oferecer dinheiro do próprio bolso pros torcedores não venderem os ingressos. “Se vocês precisam de dinheiro, eu pago”, disse o cara. Mano, quando um jogador que ganha mais de 50 milhões por ano oferece pagar pra você não vender seu ingresso, a coisa tá séria.

    Na última série entre os times, a situação ficou tão constrangedora que os donos dos Sixers compraram mais de 2.000 ingressos e doaram pra pessoas que servem a comunidade de Filadélfia. Tentativa desesperada de garantir que pelo menos uma parte da torcida fosse local.

    Olha, eu torço pra que os fãs dos 76ers escutem o apelo do Embiid. O cara já sofreu demais nos playoffs, não merece jogar em casa com a torcida adversária gritando. Mas conhecendo os nova-iorquinos… boa sorte, Joel. Vocês vão precisar de mais que restrições de venda pra segurar essa galera.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter a casa deles realmente como casa? Ou vamos ter Madison Square Garden East 2.0?

  • Edwards pode jogar HOJE mesmo machucado? Wolves apostam tudo

    Edwards pode jogar HOJE mesmo machucado? Wolves apostam tudo

    Gente, eu não acredito no que estou vendo. Anthony Edwards — o cara que tava praticamente sem joelho uma semana atrás — pode entrar em quadra HOJE à noite no Jogo 1 contra o Spurs. Isso é loucura ou estratégia genial?

    Os Wolves listaram o Ant-Man como “questionável” para o confronto desta segunda. Uma semana. SETE DIAS depois de sofrer uma hiperextensão no joelho esquerdo e contusão óssea contra o Denver. Sinceramente, se fosse comigo eu ainda estaria chorando no sofá de casa.

    O monstro que assombra San Antonio

    E olha, não é qualquer jogador que estamos falando aqui. Edwards destruiu os Spurs na temporada regular: média de 36.7 pontos em três jogos. Trinta e seis vírgula sete! O cara simplesmente decidiu que San Antonio não merecia sossego.

    A franquia disse que ele foi “liberado para atividades de basquete em quadra”. Traduzindo: o joelho aguenta, pelo menos na teoria. Mas será que aguenta 40 minutos de playoff contra uma defesa que vai tentar quebrar ele ao meio?

    Aposta arriscada ou necessária?

    Na minha visão, os Wolves estão jogando uma cartada muito arriscada. Playoff é guerra, todo mundo sabe. Um joelho machucado vira alvo automático — principalmente quando você é a estrela do time adversário.

    Por outro lado, sem Edwards, as chances de Minnesota passarem dos Spurs diminuem drasticamente. O menino é simplesmente o motor ofensivo do time. Sem ele, quem vai fazer os 36 pontos por jogo? O Jaden McDaniels? O Rudy Gobert vai virar cestinha? (Desculpa, Rudy, mas você sabe que não é sua praia.)

    E aí, pessoal — vocês acham que é loucura colocar o Edwards pra jogar machucado ou os Wolves não têm escolha mesmo? Eu tô dividido entre a preocupação com a lesão e a empolgação de ver o cara jogando. Porque quando o Ant-Man tá inspirado, é puro show.

    O Jogo 1 é hoje à noite. Vamos descobrir se o joelho do fenômeno aguenta ou se Minnesota vai ter que apelar para o milagre.

  • Cavs desperdiçam chance de ouro e vão pro game 7 decisivo

    Cavs desperdiçam chance de ouro e vão pro game 7 decisivo

    Cara, que dor no peito foi essa sexta-feira. Os Cavaliers tinham TUDO nas mãos pra fechar a série contra os Raptors, mas conseguiram entregar de bandeja no overtime. 112 a 110 pro Toronto, com direito a buzzer-beater do RJ Barrett. Agora é tudo ou nada no game 7 em Cleveland.

    Olha, eu não vou mentir — dói ver um time desperdiçar uma oportunidade dessas. Os Cavs controlaram boa parte do jogo, ditaram o ritmo, criaram boas oportunidades… mas na hora H, simplesmente não conseguiram finalizar. E três caras foram fundamentais nessa derrocada: James Harden, Jarrett Allen e Max Strus.

    Harden sumiu quando mais precisavam dele

    O Barba teve números até razoáveis no papel — 16 pontos —, mas cara, que atuação decepcionante nos momentos decisivos. 5 de 14 nos arremessos, quatro turnovers, e o pior: tomou decisões horríveis no final do jogo.

    Quando o Cleveland mais precisava de controle e clareza, Harden forçou arremessos difíceis em vez de criar jogadas melhores pro time. Deixou a defesa do Toronto ditar o que ele ia fazer, sabe? Isso não pode acontecer com um cara da experiência dele. Sinceramente, esperava muito mais.

    Allen perdeu pontos cruciais na linha

    O pivô até jogou bem no garrafão — 6 de 8 nos arremessos de quadra, protegeu o aro como sempre. Mas meu Deus, que sofrimento na linha de lance livre. Converteu apenas 2 de 6 tentativas!

    Numa partida que foi decidida por dois pontinhos, deixar quatro pontos na mesa é inadmissível. Principalmente em playoff, onde cada posse vale ouro. Esses lances livres perdidos mantiveram o Toronto sempre grudado no placar, e no final das contas, fizeram toda a diferença.

    Strus praticamente invisível no perímetro

    E o Max Strus? Apenas 6 pontos na partida toda. Dois arremessos de 3 convertidos, mas cadê o volume? O Cleveland precisava de muito mais agressividade dele no perímetro.

    Sem pressão consistente de fora, os Raptors puderam se fechar no garrafão tranquilamente. Isso complicou as penetrações e forçou os Cavs a tentarem cestas muito difíceis. Na minha visão, o Strus tinha que assumir mais responsabilidade ofensiva.

    E não para por aí — o time como um todo cometeu 18 turnovers. Dezoito! Isso é presente de grego pro adversário, principalmente em playoff. Quando chegou o overtime, o Cleveland já não tinha mais ritmo ofensivo nenhum. Resultado: meros 6 pontos na prorrogação.

    Agora é game 7 em casa, com tudo em jogo. Vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar dessa? Porque olha, vai ter que ser uma atuação completamente diferente. Harden precisa assumir o controle de verdade, Allen tem que acertar os lances livres, e o Strus não pode mais ser coadjuvante.

    Domingo promete ser tenso demais. Quem aguenta a pressão melhor leva tudo.

  • Celtics perdem vantagem de 3-1 e caem no primeiro round dos playoffs

    Celtics perdem vantagem de 3-1 e caem no primeiro round dos playoffs

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu no TD Garden. Os Celtics tinham TUDO na mão — vantagem de 3-1 na série, temporada regular espetacular — e conseguiram entregar de bandeja pros Sixers. Philadelphia virou uma série que parecia impossível e eliminou Boston no primeiro round dos playoffs.

    E o mais doloroso? Foi no jogo 7, em casa, com a torcida dos Sixers cantando “We want Boston” dentro do próprio TD Garden. Imagina a humilhação.

    Tatum fora e o desespero no banco

    Uma hora antes do jogo mais importante da temporada, a bomba: Jayson Tatum estava fora por causa de uma rigidez no joelho esquerdo. Primeiro jogo que ele perde por lesão desde que voltou daquela ruptura no tendão de Aquiles em maio passado.

    Mazzulla teve que improvisar um quinteto que nunca havia usado na temporada inteira. Jaylen Brown, Derrick White, Baylor Scheierman, Luka Garza e Ron Harper Jr. começaram o jogo. Deu no que deu: Philadelphia abriu 30-15 nos primeiros 10 minutos e Boston nunca mais conseguiu respirar direito.

    “Tivemos fé em todos que jogaram hoje à noite”, disse Payton Pritchard depois da derrota por 109-100. “Foi assim o ano todo. Os caras deram o sangue e fizeram seu trabalho.”

    A reação que quase deu certo

    Olha, vou dar o braço a torcer: os Celtics mostraram personalidade. Estavam perdendo por 18 pontos no terceiro período e conseguiram chegar a 99-98 nos minutos finais. Tiveram três chances claras de virar o jogo — dois arremessos de 3 livres e uma bandeja limpa do Jaylen Brown — mas a bola não quis entrar.

    “No quarto período tivemos algumas tentativas excelentes que eu gostaria que tivessem entrado”, admitiu Brown. “Mas não é motivo pra baixar a cabeça. Nada pra gente se envergonhar.”

    Sinceramente? Eu achei que iam conseguir. Quando vi aquele placar apertado, pensei: “Agora os caras acordaram”. Mas não rolou. E sabe o que mais me impressiona? A frieza deles depois da eliminação.

    “Confiamos no processo”

    Podia esperar um clima de velório no vestiário, né? Mas não. Os Celtics saíram da quadra com a cabeça erguida, falando em processo e aprendizado. Mazzulla foi direto: “Amo o processo que tivemos. Odeio o resultado.”

    A real é que eles sabiam que estavam operando com déficit de talento. Depois que perderam Jrue Holiday, Kristaps Porziņģis, Al Horford e Luke Kornet na offseason, precisavam compensar na base da união e do volume de arremessos de 3. Funcionou na temporada regular, mas nos playoffs…

    Philadelphia tinha Joel Embiid (que voltou no meio da série), Tyrese Maxey, Paul George e VJ Edgecombe. Difícil competir com isso quando seu melhor jogador está no banco de uniforme.

    E aí, vocês acham que essa eliminação vai marcar os Celtics pra sempre? Ou foi só um azar mesmo com a lesão do Tatum na hora errada?

  • Ayton virou o ‘grandão’ e massacrou Houston nos rebotes

    Ayton virou o ‘grandão’ e massacrou Houston nos rebotes

    Cara, o Deandre Ayton simplesmente resolveu virar o monstro que sempre soubemos que ele podia ser. E olha, foi na hora certa — literalmente eliminou os Rockets na base da pancadaria e dos rebotes.

    Os Lakers avançaram pros playoffs vencendo por 98-78 no Jogo 6, e sinceramente? O Ayton foi o grande diferencial. Enquanto todo mundo ficava olhando pro LeBron e pro AD, o pivô estava lá fazendo o trabalho sujo que decide jogo.

    A mentalidade do “grandão da quadra”

    Depois do jogo, o Ayton explicou qual foi a chave: “Você tem que ter algum tipo de sinal de pare onde basta é basta. Tem que igualar a fisicalidade de um jeito que seja contagioso pros seus companheiros também”.

    E aí vem a parte que eu achei sensacional: “Eu tentei jogar como eu sou, o cara maior da quadra, e simplesmente ir lá e pegar todos os malditos rebotes. Chegou num ponto que eu nem sabia que estava acertando os caras só de fazer o bloqueio”.

    Mano, isso é mentalidade de verdade. O cara assumiu que é o maior ali e partiu pro pau.

    Os números não mentem

    Tá, o Ayton fez só 7 pontos no Jogo 6. Mas sabe quantos rebotes? DEZESSEIS. Pra vocês terem noção, Alperen Sengun e Jabari Smith Jr. JUNTOS pegaram 23 rebotes. O Ayton sozinho pegou 16.

    No Jogo 5 (que eles perderam), tinha sido ainda melhor: 17 rebotes. Nenhum jogador dos Rockets chegou aos dois dígitos nos rebounds naquele jogo. Absurdo.

    Durante toda a série, o cara teve média de 10.8 rebotes — bem acima dos 8.0 da temporada regular. Quando importa, aparece.

    Agora vem o Thunder

    E vocês acham que vai ser fácil contra o Chet Holmgren? Eu tô curioso pra ver esse duelo. O Thunder tem um dos melhores ataques da liga, mas o Ayton mostrou que quando resolve impor fisicalidade, fica difícil pros adversários.

    Na minha visão, esse Ayton “modo grandão” pode ser a chave pros Lakers irem longe nestes playoffs. O cara tem 2,11m e pesava mais de 110kg — quando resolve usar isso a favor, vira problema sério.

    Vocês acham que ele consegue manter essa intensidade contra OKC? Porque se conseguir, essa série vai ser bem mais disputada do que muita gente imagina.

  • Torcida dos Celtics detona Embiid com xingamento épico no Game 7

    Torcida dos Celtics detona Embiid com xingamento épico no Game 7

    Cara, se tem uma coisa que eu adoro na NBA são essas rivalidades que pegam fogo mesmo. E ontem à noite no TD Garden foi simplesmente absurdo o que rolou. A torcida dos Celtics resolveu partir pra cima do Joel Embiid de um jeito que… bom, não dá pra repetir aqui no site da família.

    Durante os lances livres do gigante dos Sixers, a galera de Boston começou um coro que ecoou pela arena inteira: “F*ck Embiid”. Isso mesmo. Sem filtro, sem diplomacia. Puro ódio gratuito — do tipo que só existe nos playoffs.

    História de amor e ódio

    Olha, não é de hoje que essa rivalidade existe. Desde 2018 que o Embiid e os Celtics se encontram nos playoffs, e adivinha só? Boston ganhou em 2018, 2020 e 2023. Ou seja, três vezes seguidas o cara volta pra casa mais cedo por causa dos mesmos caras. Imagina a frustração.

    E o mais louco é que os Sixers estavam com tudo pra virar a página dessa história. Saíram perdendo por 3-1 na série, mas conseguiram forçar o Game 7 depois de ganhar os jogos 5 e 6. Só que aí chegaram no Garden e… bem, vocês viram o que aconteceu com a recepção.

    Na minha visão, isso aí é combustível puro pros dois lados. Pro Embiid, que ou usa como motivação extra ou deixa entrar na cabeça. E pra torcida, que tava claramente tentando desestabilizar o cara nos momentos decisivos.

    Como foi o jogo até o intervalo

    Falando do basquete em si, os Celtics jogaram sem o Tatum — que dor, cara. Mas mesmo assim não facilitaram nada pros visitantes.

    Philadelphia começou melhor, abrindo 32-19 no primeiro quarto. Parecia que ia ser massacre, mas Boston reagiu e conseguiu até virar o placar em alguns momentos. No intervalo, os Sixers levavam por 55-50.

    O Derrick White tava simplesmente em estado de graça: 19 pontos, sendo 4 de 7 do perímetro. O cara tava decidido a não deixar a temporada acabar ali. Jaylen Brown também contribuiu com 13 pontos, tentando carregar o time nas costas sem o parceiro de sempre.

    E aí, vocês acham que essa pressão da torcida realmente afeta um cara experiente como o Embiid? Eu sinceramente acho que pode fazer diferença sim, ainda mais em momentos tensos como os lances livres. Mas o gigante já mostrou que aguenta pressão antes…

    Se os Celtics ganharem esse Game 7, vão enfrentar os Knicks na próxima fase. E uma coisa eu garanto: essa atmosfera de caldeirão do Garden vai fazer falta pro adversário que vier pela frente.