Tag: playoffs NBA

  • Sixers x Knicks: programação oficial da semifinal do Leste saiu!

    Sixers x Knicks: programação oficial da semifinal do Leste saiu!

    Galera, a coisa tá ficando séria! Os Sixers eliminaram os Celtics naquela série épica e agora vão enfrentar os Knicks na semifinal da Conferência Leste. E olha, não vai ter tempo pra descanso não — o Jogo 1 já é na segunda-feira que vem, dia 4 de maio, às 21h no Madison Square Garden.

    A NBA divulgou toda a programação da série, e sinceramente, esse calendário tá apertado pra caramba. Mal dá tempo de respirar entre as partidas.

    Como vai ser a agenda

    O negócio começa em Nova York mesmo. Jogo 1 na segunda às 21h pela NBC/Peacock, e o Jogo 2 na quarta, dia 6, às 20h pela ESPN. Aí sim a série vem pra Filadélfia no Jogo 3, sexta-feira dia 8, também às 20h — esse vai passar no Prime Video.

    O Jogo 4 vai ser naquele horário clássico de domingo à tarde que todo mundo ama ou odeia — 15h30 no dia 10, pela ABC. E aí se rolar um Jogo 5, será no dia 12. Jogo 6 no 14, e um possível Jogo 7 só no dia 17 de maio — o único com mais de um dia de descanso entre partidas.

    Cara, esse ritmo maluco de playoffs é absurdo. Os caras mal têm tempo de recuperar o fôlego e já tem que entrar em quadra de novo.

    A preocupação com Embiid

    E aqui vem o ponto que me deixa meio preocupado: o Embiid bateu o joelho na colisão com o Maxey no Jogo 7 contra Boston. Com essa agenda apertada, será que ele vai ter tempo suficiente pra se recuperar 100%?

    Olha, eu sei que playoffs é playoffs e todo mundo joga no sacrifício, mas o Embiid é peça fundamental. Sem ele em plena forma, fica difícil sonhar com mais uma zebra contra esses Knicks que vêm jogando um basquete monstruoso.

    Vocês acham que o Big Man aguenta o tranco? Porque sinceramente, essa semifinal promete ser guerra do primeiro ao último minuto. E com esse calendário maluco, quem tiver o banco mais forte pode levar vantagem decisiva.

  • Embiid finalmente vence os fantasmas do passado em jogo 7 histórico

    Embiid finalmente vence os fantasmas do passado em jogo 7 histórico

    Cara, eu vou ser sincero com vocês: eu não acreditava que ia rolar. Quando vi o Embiid dobrado na quadra, segurando o short de cansaço, pensei “lá vamos nós de novo”. Mais uma temporada que ia terminar em frustração pro MVP que nunca conseguiu passar da primeira rodada contra Boston.

    Mas que reviravolta absurda, hein?

    Os Sixers fizeram história ontem à noite ao vencer os Celtics por 109-100 no jogo 7, em Boston mesmo, virando uma série que estava 3-1 contra eles. Vou repetir porque isso é surreal: 3-1 virou 4-3. Contra os Celtics. Em Boston. Com Embiid vindo de uma apendicectomia de emergência.

    A volta mais improvável do ano

    Olha, quando soube que o Embiid tinha sido operado às vésperas dos playoffs, pensei “acabou, mais um ano perdido”. O cara já tinha perdido 150 jogos nas últimas três temporadas, e agora uma cirurgia de apêndice? Parecia roteiro de filme dramático.

    Mas o monstro voltou e fez 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências em 39 minutos de quadra. Trinta e nove minutos! Quem acompanha a carreira dele sabe que isso é quase um milagre considerando o histórico de lesões.

    O mais louco? Ele se tornou o primeiro jogador da história da NBA a perder três jogos de uma série de sete e ainda assim marcar mais de 100 pontos totais. Média de 28 pontos em apenas quatro jogos. Absurdo.

    Os fantasmas de Boston finalmente exorcizados

    Vocês sabiam que a última vez que os Sixers ganharam dos Celtics nos playoffs foi em 1982? Oitenta e dois! E o Embiid? Estava 0-3 em jogos 7 na carreira. Zero vitórias em três chances.

    Até o técnico dos Celtics, Joe Mazzulla, admitiu depois do jogo: “O que mudou nesta série foi que Joel Embiid voltou e eles se tornaram um time completamente diferente”.

    Simples assim. Sem drama, sem desculpa. O cara reconheceu a grandeza do adversário.

    Na minha visão, essa vitória vale muito mais que estatísticas. Embiid sempre carregou esse peso de ser o MVP que nunca passou da primeira rodada, de ser frágil demais nos momentos decisivos. Ontem ele mostrou que quando está saudável (ou pelo menos funcionando), é praticamente imparável.

    E agora? O trabalho não acabou

    Claro que a festa é merecida, mas o Embiid ainda tem contas a acertar. Ele continua sendo o único MVP da história que nunca chegou às finais de conferência. E adivinhem quem vem por aí? Os Knicks, que despacharam os Hawks em seis jogos e foram o único time do Leste que não precisou de jogo 7 na primeira rodada.

    Mas cara, se os Sixers conseguiram virar uma série 3-1 contra Boston, quem é que vai duvidar deles agora? Eu, sinceramente, estou começando a acreditar que esse pode ser o ano do Embiid finalmente quebrar todas as maldições.

    E vocês, acham que os Sixers têm moral pra chegar nas finais da conferência? Ou será que a sorte acaba contra os Knicks?

  • Mazzulla admite: Embiid mudou tudo na série contra os Celtics

    Mazzulla admite: Embiid mudou tudo na série contra os Celtics

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: dói admitir isso como fã de basquete que acompanha a NBA há anos, mas o Joel Embiid simplesmente resolveu virar protagonista na hora que mais importava. E o Joe Mazzulla, técnico dos Celtics, teve a humildade de reconhecer isso na coletiva pós-jogo.

    “O que mudou nesta série foi que Joel Embiid voltou e eles são um time completamente diferente”, disse Mazzulla. Cara, isso é dar flores pro adversário no nível máximo.

    A volta que ninguém esperava

    Vamos aos fatos: Boston estava com a faca e o queijo na mão, liderando a série por 2-1 quando Embiid voltou de uma apendicectomia. Vinte dias parado, mano. Vinte. E o cara volta e mete 26 pontos no primeiro jogo de volta? Absurdo.

    Mas foi no Jogo 5 que a coisa ficou séria mesmo. 33 pontos para começar a virada histórica. E no decisivo Jogo 7? 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências. O homem simplesmente decidiu que não ia perder pros Celtics de novo.

    E vocês sabem o que mais me impressionou? A mudança mental dele. Na última vez que esses times se enfrentaram num Jogo 7, Embiid simplesmente derreteu: 15 pontos, arremessando 5/18. Foi uma atuação que definiu a carreira dele como alguém que não aparecia nos momentos decisivos.

    Boston sem resposta

    Sinceramente, eu não esperava que os Celtics fossem ter tanto problema com Embiid assim. Historicamente eles sempre jogaram bem contra ele, mas essa temporada foi diferente. Mazzulla tentou de tudo: começou com Luka Garza pra dar uma cara nova na marcação, mas o cara tomou falta rápido e foi pro banco. Neemias Queta também não conseguiu segurar o monstro.

    É frustrante ver um time como Boston — que tem tradição e conhece playoff como ninguém — não ter profundidade no garrafão pra lidar com um cara desses. Porque uma coisa é certa: quando Embiid está saudável e focado, ele é praticamente imparável.

    O que vocês acharam dessa admissão do Mazzulla? Eu acho que mostra a classe dele como técnico, mesmo na derrota mais dolorida possível. Porque perder pros 76ers depois de 42 anos deve doer mais que uma enterrada na cara.

  • Hart mandou o técnico calar a boca: ‘Eu fico nele, não me tira!’

    Hart mandou o técnico calar a boca: ‘Eu fico nele, não me tira!’

    Cara, o Josh Hart é simplesmente diferente. O maluco literalmente xingou o técnico assistente dos Knicks porque não queria sair de cima do CJ McCollum. E olha só o que ele falou depois: “O cara cai e faz média de 30 pontos nos dois primeiros jogos? Nem ferrando.”

    Isso que eu chamo de orgulho de defensor, mano.

    O momento que mudou tudo

    Nos primeiros dois jogos da série contra os Pelicans, McCollum estava voando — quase 30 pontos por jogo, destruindo qualquer um que aparecesse na frente dele. Hart viu aquilo e pensou: “Não, não vai rolar assim não.”

    Aí no final do Jogo 3, quando o técnico quis tirar ele da marcação do McCollum, Hart perdeu a linha. Foi direto na sala dos técnicos e mandou a real: “Eu fico nele. Não me tira dele. Eu vou marcar ele.”

    E funcionou, né? Os Knicks viraram a série e avançaram. Hart conseguiu dar trabalho pro McCollum e o time todo engrenau.

    KAT assumindo o protagonismo

    Uma coisa que me chamou atenção foi como o Karl-Anthony Towns finalmente assumiu o protagonismo que a gente esperava dele. Hart até comentou sobre isso — KAT fez dois triple-doubles nos últimos três jogos da série. Absurdo.

    “Ele consegue arremessar, jogar com a bola na mão e passar muito bem”, disse Hart. E é isso mesmo. Towns sempre teve esse potencial, mas parecia que faltava aquela confiança, aquela atitude de ‘eu que mando aqui’.

    O técnico Mike Brown também elogiou as mudanças ofensivas que fizeram depois do Jogo 3. Basicamente, eles pararam de complicar e deixaram os caras jogarem com mais liberdade, explorando as qualidades individuais.

    Agora é descansar e ver o circo pegar fogo

    Enquanto isso, os Knicks estão de boa assistindo Celtics e Sixers se matando no Jogo 7. O Jalen Brunson já mandou o recado: “É bom comemorar as vitórias, mas não podemos deixar isso se estender. Temos que focar. Acordar amanhã e partir para a próxima.”

    Sabedoria pura do garoto.

    Ah, e o Mitchell Robinson tomou uma multa de 50 mil dólares por uma briguinha com o Dyson Daniels. Nada demais, só os ânimos exaltados dos playoffs mesmo. O importante é que não foi suspenso.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem aproveitar esse embalo e chegar longe nos playoffs? Porque se o Hart continuar com essa intensidade na defesa e o Towns mantendo esse nível ofensivo, vai dar trabalho pra qualquer um.

  • LeBron agradece RJ Barrett por dar tempo pra jogar golfe nos playoffs

    LeBron agradece RJ Barrett por dar tempo pra jogar golfe nos playoffs

    Gente, só o LeBron mesmo pra transformar os playoffs da NBA numa oportunidade de golfe. E olha que eu não tô zoando — o cara literalmente agradeceu o RJ Barrett por ter forçado um jogo 7 entre Raptors e Cavaliers, porque isso deu mais alguns dias de descanso pros Lakers.

    A situação foi assim: enquanto os Lakers estavam massacrando os Rockets no jogo 6 (e fechando a série), lá em Toronto rolava um dramão épico. RJ Barrett, o menino de casa, meteu uma bola de três nos segundos finais da prorrogação pra forçar o jogo 7. Uma enterrada no coração dos Cavs.

    O cronograma maluco dos playoffs

    Aqui que fica interessante (e meio bizarro). Por causa dos direitos de transmissão e essas coisas de dinheiro, o início da série Lakers vs Thunder dependia do que rolasse nas séries do Leste. Se só uma das duas séries terminasse, LA jogaria domingo. Mas se as duas fossem pro jogo 7 — como aconteceu —, aí os Lakers folgariam até terça.

    E foi exatamente isso que aconteceu. Barrett salvou Toronto, e de quebra deu uns dias extras de descanso pro King.

    “Não via um arremesso assim em Toronto desde o Kawhi”, disse LeBron, claramente feliz com a situação. “Tem algo especial com essas cestas lá. Tô feliz.”

    Golfe > Basketball?

    Mas aí que vem a parte mais engraçada. Perguntaram pro LeBron o que ele ia fazer com esse tempo extra. Estudar mais filme? Descansar? Preparar estratégia pro Thunder?

    Não, cara. Golfe.

    “Pra mim? Sim”, respondeu o King quando perguntaram se o descanso extra ajudava. “Agora só jogamos na terça. É isso aí. Com certeza. Posso ir jogar golfe agora. É nisso que tô pensando.”

    Imagina se alguém falasse pro LeBron de 2016 que ele ficaria animado pra jogar golfe entre rounds dos playoffs? O cara que vivia e respirava basquete, que falava que “playoffs são diferentes”, agora tá priorizando 18 buracos no campo.

    Sinceramente? Não dá pra criticar muito não. Aos 41 anos (quase 42!), depois de tudo que já conquistou, e vendo como ele jogou contra Houston — principalmente naquele jogo 6 decisivo —, deixa o homem relaxar um pouco.

    E vocês, acham que essa mentalidade mais relaxada do LeBron ajuda ou atrapalha nos playoffs? Eu acho que, no ponto da carreira que ele tá, pode ser até bom pra manter a cabeça fresca. Mas vai que o Thunder aproveita isso…

  • LeBron aos 41 faz história e elimina Rockets — mas e o Thunder?

    LeBron aos 41 faz história e elimina Rockets — mas e o Thunder?

    Mano, o que o LeBron fez ontem foi simplesmente absurdo. Com 41 anos nas costas, o cara se tornou o jogador MAIS VELHO da história a liderar uma série de playoffs inteira em pontos totais. 139 pontos em seis jogos contra o Houston. Aos 41. Quarenta e um anos, gente!

    “Não é meu estilo aceitar vitórias pequenas”, disse o King depois de cravar 28 pontos, 8 assistências e 7 rebotes no jogo que eliminou os Rockets por 98-78. E aí que vem a parte que me arrepia: “Sinceramente, quem sabe quantas séries de playoffs eu ainda vou jogar? Se eu jogar mais uma, duas ou três temporadas, isso não me garante playoffs. Então estou tentando aproveitar cada momento.”

    O veterano que voltou a ser protagonista

    Olha só a loucura da situação: LeBron começou a temporada num papel mais coadjuvante, deixando Luka Dončić e Austin Reaves comandarem o ataque. Mas quando os dois se machucaram no dia 2 de abril contra Oklahoma City, guess who teve que voltar a ser o homem? Exato.

    “Foi totalmente diferente pra mim”, contou pro ESPN. “Em março era um papel completamente diferente. Super desconfortável, mas confortável ao mesmo tempo. Tive que entrar nessa. Mas também estava dando certo. É só isso que me importa.”

    E cara, que humildade absurda do cara falando sobre colocar o ego de lado. Quantos jogadores de 41 anos fariam isso? Quantos jogadores de qualquer idade fariam isso?

    A defesa que funcionou

    Defensivamente, os Lakers foram um monstro. Houston converteu apenas 35% dos arremessos — uma pancada considerando como eles jogaram no Jogo 5. A grande mudança? Deandre Ayton marcou Alperen Şengün individualmente depois que os Rockets destruíram as marcações duplas no jogo anterior.

    “Aceitei o desafio de peito aberto”, disse Ayton. “Botei o time nas costas e eles confiaram em mim.” Şengün? Uma assistência só no jogo da eliminação. Defesa é isso aí.

    Rui Hachimura meteu 21 pontos com 5 cestas de 3 em 7 tentativas — o japonês tava com o braço quente. Austin Reaves voltou da lesão e contribuiu com 15 pontos em apenas seu segundo jogo após quatro semanas parado. E os Lakers? Apenas 11 turnovers, o menor número da série toda.

    Mas agora vem a bronca…

    Tá, tudo muito lindo, mas agora vem o Oklahoma City Thunder pela frente. O atual campeão que passou o rodo nos Lakers na temporada regular: quatro jogos, quatro vitórias, média de 29.3 pontos de diferença. Trinta pontos de diferença de MÉDIA, cara!

    O Jogo 1 é na terça-feira e o Thunder é favorito por 14.5 pontos. Vocês acham que essa mágica do LeBron aguenta contra Shai Gilgeous-Alexander e companhia? Eu quero acreditar, mas essa vai ser a prova de fogo real.

    Uma coisa eu garanto: se alguém pode fazer o impossível aos 41 anos, é esse monstro do LeBron James. Mas enfim, vamos ver se essas “pequenas vitórias” que ele tá celebrando podem virar algo muito maior.

  • LeBron e Rui destroem Rockets e Lakers avançam nos playoffs

    LeBron e Rui destroem Rockets e Lakers avançam nos playoffs

    Cara, os Lakers finalmente fizeram o que tinham que fazer. Depois de duas zebras seguidas tentando fechar a série, eles foram lá no jogo 6 e simplesmente destruíram os Rockets por 98-78. E olha, não vou mentir — por um momento ali eu pensei que ia dar ruim mesmo.

    Vocês lembram da estatística maldita? Só 4 times na história da NBA conseguiram forçar um jogo 7 depois de estar perdendo por 3-0. Os Rockets quase entraram nessa lista, mas LeBron e Rui Hachimura disseram: “Não hoje, amigos”.

    O Rei ainda é o Rei (mesmo errando uns arremessos)

    LeBron não teve a melhor noite nos arremessos — 10/25 do campo, que é meio feio pro padrão dele. Mas mano, é isso que separa os grandes dos mortais. O cara simplesmente impôs o ritmo de jogo do começo ao fim. 28 pontos, 8 assistências e 7 rebotes. Aos 41 anos (quase 42!), o maluco ainda carrega time nas costas como se fosse 2012.

    E sinceramente? Eu tô impressionado com a longevidade desse cara. Quantos jogadores você conhece que aos 41 fazem isso num jogo eliminatório?

    Rui foi o X da questão

    Agora, se o LeBron foi o coração, o Rui Hachimura foi pura eficiência. 21 pontos com 8/15 do campo e — pasmem — 5/7 das três! Isso é o que eu chamo de aproveitar a oportunidade.

    O japonês tá mostrando porque os Lakers apostaram nele. Durante a série toda ele foi consistente, e olha que isso não é pouca coisa quando você tá jogando ao lado do LeBron. A pressão é absurda, mas o cara não amassou.

    Agora é Thunder pela frente

    A bad news? Agora eles pegam o Oklahoma City Thunder na segunda fase. E cara, esse time do OKC não tá pra brincadeira. Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren… vai ser um teste e tanto.

    Mas depois de ver os Lakers superarem os sustos contra Houston, eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe. Austin Reaves tá jogando muito, DeAndre Ayton mostrou que ainda tem lenha pra queimar, e Marcus Smart continua sendo aquele defensor chato que todo mundo odeia enfrentar.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem surpreender o Thunder? Ou vai ser aquela realidade na cara de que veterano não ganha mais campeonato hoje em dia?

  • LeBron resolve e Lakers liquidam Rockets no Game 6 – que monstro!

    LeBron resolve e Lakers liquidam Rockets no Game 6 – que monstro!

    Cara, o LeBron simplesmente não deixou barato. Com a série ameaçando escapar das mãos dos Lakers – de 3-0 para 3-2 – o Rei foi lá e fez o que sempre faz: pegou a responsabilidade pra si e carregou o time nas costas.

    28 pontos, 8 assistências e 7 rebotes. Números que contam só metade da história, porque o que vi foi um cara de 41 anos jogando com a intensidade de alguém que ainda tem tudo pra provar. A vitória por 98 a 78 sobre os Rockets selou a série em 4-2 e garantiu vaga na segunda rodada dos playoffs.

    Quando o negócio aperta, o LeBron aparece

    Olha, eu já vi essa cena tantas vezes que até perdi a conta. Time encostado na parede? LeBron vira o modo playoff e resolve o problema. No terceiro quarto, os Lakers abriram 25 pontos de vantagem e basicamente mataram qualquer esperança de reação dos Rockets.

    O mais impressionante é como ele ainda consegue elevar o nível do time inteiro. Rui Hachimura teve uma noite espetacular com 21 pontos (5/7 do perímetro – que tacada!), Austin Reaves contribuiu com 15 pontos vindo do banco titular, e até o DeAndre Ayton, que teve só 7 pontos, pegou 16 rebotes e foi fundamental na defesa.

    Defesa que sufoca e ofensiva que flui

    Marcus Smart foi o verdadeiro pitbull defensivo que os Lakers precisavam. Duas bolas cortadas, incluindo uma que ele literalmente voou pra bloquear o Tari Eason no terceiro quarto e caiu de costas no processo. Pura entrega.

    O resultado dessa pressão defensiva? Rockets com apenas 34,2% nos arremessos de quadra e míseros 17,9% do perímetro. Sinceramente, foi um sufoco total.

    Quando LeBron saiu de quadra faltando 3 minutos – com 26 pontos de vantagem no placar – ele levantou a mão pedindo substituição. Missão cumprida em 37 minutos de trabalho.

    Agora é Thunder pela frente

    Na segunda-feira, os Lakers vão pra Oklahoma City enfrentar os atuais campeões da NBA. E olha, depois de ver como o time reagiu quando estava com a corda no pescoço, eu tô começando a acreditar que essa temporada pode ter emoção até o final.

    JJ Redick falou uma coisa que fez muito sentido antes do jogo: estar numa situação de fechar a série fora de casa, com o Austin Reaves de volta, era exatamente onde eles queriam estar. E vocês sabem o que eu acho? Tem time pra incomodar qualquer um nesse playoff.

    Esse LeBron aos 41 anos continua sendo absurdo de assistir. E o mais louco? Parece que ele ainda tem mais no tanque.

  • LeBron aos 41 anos humilha Houston e mostra que ainda é monstro

    LeBron aos 41 anos humilha Houston e mostra que ainda é monstro

    Cara, eu sei que o LeBron não precisa mais provar nada pra ninguém. 23 temporadas na NBA, recordes quebrados, quatro anéis… O cara já cimentou o lugar dele na história. Mas ontem à noite, vendo ele comandar os Lakers contra o Houston numa eliminatória, eu tive que parar e reconhecer: esse maluco ainda é um fenômeno.

    Os Lakers entraram como zebra gigante nessa série — cotação de +425 contra os Rockets. Tecnicamente foi a maior zebra da carreira do LeBron. E olha que não era pra ser fácil mesmo: sem o Luka Dončić a série inteira, sem o Austin Reaves até os dois últimos jogos. Basicamente perderam 57 pontos e 34 assistências por jogo. É como tirar o motor do carro e ainda assim ganhar a corrida.

    Quando a idade vira experiência pura

    Sinceramente? Eu não esperava que um LeBron de 41 anos conseguisse carregar esse time nas costas. Durante a temporada regular, ele até tinha diminuído o protagonismo, deixando o Luka comandar mais. Mas quando a coisa apertou, o Chosen One simplesmente disse ‘deixa comigo’ e reinventou o time inteiro em três semanas.

    E o mais impressionante: fez isso contra um Houston que ganhou 52 jogos na temporada. Claro, os Rockets também estavam machucados, mas aí que tá a diferença gritante entre as duas franquias.

    Lakers improvisaram, Rockets afundaram

    Houston perdeu o Fred VanVleet antes mesmo da temporada começar. Nunca conseguiram se adaptar. Perderam o Steven Adams em janeiro. Continuaram patinando. Tinham tempo, tinham recursos, tinham picks de draft sobrando, tinham jovens talentosos querendo mais minutos.

    Os Lakers? Pegaram sobras de outros times. O Marcus Smart e o Deandre Ayton foram dispensados pelos times anteriores. O Luke Kennard tá no quinto time da carreira. Até o Bronny James todo mundo falava que foi nepotismo puro.

    Mas sabe qual foi a diferença real? LeBron James pegou esses caras e transformou num time de verdade. Em semanas. Enquanto Houston teve meses pra se reinventar e não conseguiu.

    Olha, eu não vou fingir que isso muda alguma coisa no debate LeBron vs Jordan — essa discussão já tá decidida na cabeça de cada um há anos. Mas ver um cara de 41 anos fazendo isso? Pô, é de arrepiar. E vocês, acham que ele ainda tem mais uma dessas no tanque?

  • Jalen Duren se machuca no jogo 6 e deixa Pistons na bronca

    Jalen Duren se machuca no jogo 6 e deixa Pistons na bronca

    Cara, que momento tenso pros Pistons ontem à noite. O time tava lutando pra não ser eliminado pelo Magic no jogo 6, e aí o Jalen Duren resolve se machucar a mão no terceiro quarto. Sinceramente? Não podia ser em pior hora.

    O pivô saiu de quadra e foi direto pro vestiário, deixando Detroit numa situação complicadíssima. Imagina só: seu time precisa de cada jogador disponível pra forçar um jogo 7, e você perde uma peça importante assim do nada. Sorte que ele conseguiu voltar pro banco no último quarto — mesmo sem entrar em quadra de novo.

    Os números dele antes da lesão

    Até se machucar, Duren tava fazendo um jogo sólido: 8 pontos, 8 rebotes e 1 assistência em 24 minutos. Acertou 4 dos 6 arremessos que tentou. Nada espetacular, mas consistente — que é exatamente o que você quer de um pivô em playoff.

    O mais impressionante é que o garoto de 21 anos teve uma temporada regular monstro. Primeira convocação pro All-Star Game (merecidíssima, por sinal), jogando uma média de 28 minutos por partida em 70 jogos. Os números? 19.5 pontos e 10.5 rebotes por jogo, com 65% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

    Playoff difícil até agora

    Mas vou ser honesto aqui: Duren não tava no mesmo nível nos playoffs que mostrou na temporada regular. Nos primeiros cinco jogos da série, a média caiu pra 10.2 pontos e 8.2 rebotes — ainda respeitável, mas longe do que ele fez durante o ano.

    E olha, isso é normal pra um cara jovem enfrentando o primeiro playoff da carreira como estrela. A pressão é diferente, a intensidade é outra. Mas justo quando o time mais precisava dele…

    A boa notícia é que Detroit conseguiu reagir no jogo mesmo com Duren fora. Estavam perdendo por quase 20 pontos e conseguiram diminuir a diferença — típico espírito de “nunca desista” que todo fã de basquete ama ver.

    E aí, vocês acham que ele vai estar 100% se rolar o jogo 7 domingo em Detroit? Porque uma coisa eu garanto: os Pistons vão precisar de toda ajuda possível pra fechar essa série em casa.