Tag: playoffs NBA

  • Knicks entrega jogo inacreditável e perde pro Hawks de 107 a 106

    Knicks entrega jogo inacreditável e perde pro Hawks de 107 a 106

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu ontem à noite. Os Knicks tinham OITO pontos de vantagem faltando menos de seis minutos pro fim do jogo. Oito! E conseguiram entregar tudo de bandeja pro Hawks. Foi doloroso de assistir, mesmo pra quem não é fã de Nova York.

    A derrota por 107 a 106 foi dessas que dói na alma. O time estava controlando o jogo a noite toda, dominando no garrafão, pegando rebote, fazendo tudo certinho. Aí no último quarto? Simplesmente derreteram. Foram massacrados por 28 a 15 nos minutos finais. É o tipo de coisa que assombra jogador pelo resto da vida.

    McCollum destruiu tudo nos momentos decisivos

    Olha, tem que dar crédito onde crédito é devido. CJ McCollum simplesmente resolveu virar o Michael Jordan nos últimos minutos. O cara terminou com 32 pontos, acertando 12 de 22 arremessos. Quando o Hawks mais precisava, ele apareceu com aqueles arremessos impossíveis que só veterano cascudo consegue fazer sob pressão.

    Do lado dos Knicks, Jalen Brunson até que lutou – 29 pontos e 7 assistências. Mas nos momentos cruciais, quando o time mais precisava dele, as bolas não caíram. Karl-Anthony Towns também contribuiu com 18 pontos e 8 rebotes, mas sinceramente? Esperava mais dele num jogo desses.

    Playoff é isso aí: psicológico vale tudo

    Josh Hart foi um dos poucos que se salvaram. O cara fez um double-double (15 pontos e 13 rebotes) e trabalhou a noite toda. Mikal Bridges também se esforçou, mas 10 pontos com 30% de aproveitamento não dá pra ganhar jogo de playoff.

    Do lado do Hawks, Jalen Johnson conseguiu 17 pontos e 8 rebotes numa partida bem equilibrada. Onyeka Okongwu também ajudou com 15 pontos. Mas a grande diferença mesmo foi a intensidade defensiva que Atlanta trouxe nos momentos finais.

    E aquela confusão entre Mitchell Robinson e Dyson Daniels? Cara, isso é playoff raiz. Robinson deu uma “corridinha” por cima do australiano depois de um bloqueio e levou técnica por provocação. É esse tipo de coisa que faz a diferença no psicológico dos times.

    Agora a série está empatada 1 a 1, e vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa? Porque entregar um jogo desses pode quebrar qualquer vestiário. O próximo duelo é em Atlanta na quinta-feira, e depois de uma entregada dessas, jogar fora de casa vai ser ainda mais complicado.

    Playoff é isso: não importa o quanto você domina por três quartos se não consegue fechar o jogo. Os Knicks que se cuidem, porque engasgar com penas de falcão pode custar uma série inteira.

  • Murray manda bomba do meio da quadra e deixa tudo igual no intervalo

    Murray manda bomba do meio da quadra e deixa tudo igual no intervalo

    Cara, que primeiro tempo maluco foi esse entre Nuggets e Timberwolves! Sinceramente, eu já tava pensando que ia ser mais um passeio de Denver depois que eles abriram 44-25 no primeiro quarto. Mas aí que você vê — playoffs é outro nível, mano.

    Os Nuggets começaram destruindo tudo, principalmente no garrafão. Parecia que ia ser fácil fazer 2-0 na série. Só que Minnesota não tava nem um pouco disposto a entregar os pontos de bandeja. No segundo quarto foi praticamente o oposto: 39-25 para os Wolves, atacando a defesa interior de Denver sem dó.

    A bomba do Murray

    Quando você achava que Minnesota ia pro intervalo na frente, o Jamal Murray resolve fazer uma dessas que a gente só vê em filme. Com 2.6 segundos no relógio e Denver perdendo por 3, Anthony Edwards vacilou feio e cometeu uma caminhada que devolveu a posse pros Nuggets.

    E aí que acontece a mágica: Murray recebe a bola no fundo da quadra e simplesmente manda uma bomba de além do meio da quadra. Do MEIO DA QUADRA, meu amigo. A bola entra limpinha no buzzer e empata o jogo em 64 a 64.

    Olha, eu já vi muita coisa absurda na NBA, mas essas cestas do meio da quadra no buzzer ainda me arrepiam. É o tipo de jogada que muda completamente o clima do jogo.

    Rivalidade que não decepciona

    Essa rivalidade entre Nuggets e Timberwolves tá virando tradição nos playoffs — terceiro encontro em quatro anos. E cara, nunca decepciona. São sempre jogos pegados, com muito drama e jogadas decisivas.

    Murray já tinha sido o cara no Jogo 1 com 30 pontos, e tá mostrando mais uma vez por que é tão perigoso nessa época do ano. O moleque simplesmente cresce nos momentos grandes.

    Vocês acham que essa cesta vai ser o ponto de virada da série? Porque momentum em playoffs é coisa séria, e entrar pro segundo tempo empatado depois de estar perdendo é completamente diferente de entrar atrás no placar.

    Uma coisa é certa: se o primeiro tempo já foi assim, imagina o que vem pela frente nesse jogo. Playoff basketball no seu melhor!

  • CJ McCollum vira pesadelo do Knicks e Hawks empata série

    CJ McCollum vira pesadelo do Knicks e Hawks empata série

    Cara, o CJ McCollum simplesmente resolveu assumir o papel de vilão em Nova York. Com o Madison Square Garden lotado xingando seu nome, o cara meteu 32 pontos e comandou uma virada absurda dos Hawks, que saíram de 14 pontos atrás pra ganhar de 107-106 dos Knicks. Série empatada em 1-1, e eu tô aqui pensando: será que encontramos o sucessor do Trae Young como inimigo público número 1 de Manhattan?

    “Eu não sou o vilão”, disse McCollum depois do jogo. “Sou um cara legal com dois filhos e uma esposa.” Ahn tá, CJ. Conta outra. O cara meteu seis dos últimos oito pontos do time, provocou a torcida pedindo mais barulho e ainda vem com essa de “cara legal”. Eu adoro essa postura, sinceramente.

    O novo pesadelo do MSG

    Olha, quem acompanha NBA sabe que o Trae Young traumatizou essa torcida do Knicks em 2021. Agora o cara foi pros Wizards, mas parece que o McCollum veio justamente pra ocupar esse vazio de vilão. E que timing perfeito – ele chegou nos Hawks justamente na troca que levou o Young embora.

    A coisa ficou quente mesmo depois daquela falta feia que ele fez no Brunson no Jogo 1 – uma chutada no “baixo ventre” que gerou muito climão. Primeiro o CJ falou que o Brunson tava atuando “como se estivesse na Broadway” (essa foi boa), depois admitiu que foi falta mesmo. Mas pra torcida do Knicks? Já era tarde. O cara virou alvo.

    E no terceiro quarto de ontem rolou uma confusão linda com o Jose Alvarado. Dupla técnica, torcida gritando “F- you, CJ” e o maluco jogando os braços pro alto pedindo mais barulho. Monstro demais!

    Clutch time de gente grande

    Agora vamos ao que realmente importa: basquete puro. O McCollum não foi só provocação não. 32 pontos, seis assistências, três rebotes e dois roubos de bola. Oito pontos no terceiro quarto quando o Knicks tentava matar o jogo. O cara usou as telas pra forçar o switch pro Brunson e atacou o garoto sem dó.

    Mas quase que a casa cai no final, hein? Com cinco segundos restantes, Hawks na frente por um ponto, McCollum vai pra linha do lance livre… e erra os dois! Eu tava aqui gritando na TV. Sorte que o Mikal Bridges resolveu tentar um fadeaway impossível da linha de fundo em vez de atacar a cesta.

    E o Knicks? Cara, que desperdício. 17 de 27 nos lances livres (dez erros!), 11 de 34 nas bolas de três, 14 turnovers que viraram 18 pontos pro Hawks. O Mike Brown tá certo quando fala que tiveram várias chances de matar o jogo e não conseguiram.

    Vocês acham que o McCollum consegue manter esse nível a série toda? Porque se conseguir, essa série vai ser um show à parte. O cara tem 32 anos, experiência de playoff e agora tem uma torcida inteira pra motivar ele. Perigoso demais.

  • Murray mete bomba da linha de meio campo e empata jogo insano

    Murray mete bomba da linha de meio campo e empata jogo insano

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou no primeiro tempo entre Nuggets e Timberwolves ontem à noite. Foi uma montanha-russa emocional que só os playoffs da NBA conseguem entregar.

    Denver começou voando — e quando eu digo voando, é voando mesmo. 44 a 25 no primeiro quarto. Eu já tava ali pensando “pronto, os Nuggets vão fazer 2 a 0 na série sem nem suar”. Ledo engano.

    Os Wolves acordaram no segundo quarto

    Minnesota simplesmente decidiu que não ia morrer na praia. No segundo quarto, os caras viraram uma máquina de atacar o garrafão de Denver e aplicaram um 39 a 25 que quase virou o placar completamente. Anthony Edwards comandando a reação, óbvio.

    Com 2.6 segundos no relógio, Minnesota na frente por 3 pontos, e eu já imaginando os Wolves indo pro vestiário com vantagem. Aí que entra a magia do Jamal Murray.

    A bomba que parou tudo

    Depois de um traveling do Edwards (que azar, né?), os Nuggets tiveram uma última chance. E olha, quando vi Murray pegando a bola quase na linha de meio campo, pensei “não vai fazer isso, né?”. Fez. E que arremesso foi esse!

    O cara soltou uma bomba de além do logo da NBA no meio da quadra. A bola subiu, subiu, desceu e… SWISH! Empate em 64 a 64 no buzzer. Sinceramente, essas são as jogadas que fazem a gente lembrar por que amamos tanto esse esporte.

    Murray já tinha feito 30 pontos no Jogo 1 e tava comandando o ataque dos Nuggets novamente. Mas essa jogada? Isso aí é coisa de monstro mesmo. E vocês viram a reação do banco de Denver? Parecia que tinham ganhado o título já.

    Rivalry que não decepciona

    Esses dois times têm um histórico absurdo nos playoffs — se enfrentaram em três das últimas quatro pós-temporadas. E toda vez é essa loucura. Sinceramente acho que não existe rivalidade mais equilibrada na NBA hoje.

    O que mais me impressiona é como esses jogos sempre entregam momentos épicos. E esse arremesso do Murray? Vai ficar na memória por muito tempo. Agora é torcer pra que o segundo tempo tenha mantido esse nível — porque se foi assim, os fãs de basquete ganharam um presente e tanto.

  • Gueye se machuca feio nos playoffs mas volta pra salvar o Hawks

    Gueye se machuca feio nos playoffs mas volta pra salvar o Hawks

    Cara, que susto o Hawks levou ontem à noite no Madison Square Garden. Mouhamed Gueye, o pivô reserva senegalês, tentou uma enterrada em contra-ataque no primeiro quarto e… bom, digamos que não saiu como ele esperava.

    O moleque veio curto na jogada e caiu de mau jeito atrás da linha de fundo. Ficou lá caído enquanto o jogo continuava — uma cena que todo fã de basquete odeia ver. Só parou quando o Hawks pediu tempo, aí sim ele foi ajudado a sair de quadra direto pro vestiário.

    Volta heroica no final do primeiro tempo

    O time anunciou no segundo quarto que ele estava “questionável” pra voltar. Questionável é sempre aquela palavra que deixa a gente ansioso, né? Mas olha só que guerreiro: Gueye voltou pra quadra faltando 1:03 pro intervalo, logo depois que Onyeka Okongwu cometeu a terceira falta.

    E olha, o Hawks precisava mesmo dele de volta. Jock Landale já estava fora por causa de uma torção no tornozelo direito, e o próprio Okongwu tinha chegado no jogo como dúvida por causa de uma inflamação no joelho. Só liberaram ele depois do treino matinal.

    Falta de peças no garrafão

    A situação tava tão complicada que até Tony Bradley — que foi contratado só no final da temporada regular — ganhou seus primeiros minutos da série ainda no primeiro quarto.

    Sinceramente, não sei se foi coragem ou desespero do técnico, mas funcionou. E vocês, acham que o Gueye aguenta o tranco pro resto da série contra esses Knicks físicos? Porque playoff é guerra, e lesão no quadril não é brincadeira não.

    O Hawks já tá numa situação delicada contra Nova York, e perder mais um pivô seria praticamente um desastre. Torcer pra que seja só um susto mesmo e que o senegalês consiga ajudar o time nos próximos jogos.

  • Bridges perdeu o arremesso que podia virar a série: ‘Só errei’

    Bridges perdeu o arremesso que podia virar a série: ‘Só errei’

    Cara, que dor no coração foi ver o Mikal Bridges com a bola na mão, 5 segundos no relógio, chance de virar o jogo 2 dos playoffs — e a bola batendo na frente do aro. Sinceramente, doeu até em mim que tava assistindo em casa.

    O cenário era perfeito pra um final épico no Madison Square Garden. Os Knicks vinham de um colapso no quarto período (clássico, né?), mas ainda tinham uma chance dourada de sair com a vitória e abrir 2-0 na série contra o Hawks.

    CJ McCollum quase foi o vilão perfeito

    O veterano CJ McCollum tava tendo uma noite monstro — 32 pontos, 12/22 dos arremessos, fazendo a torcida do MSG passar raiva a noite toda. Só que aí ele perdeu dois lances livres seguidos numa diferença de 1 ponto. Dois. Lances. Livres.

    Josh Hart pegou o rebote defensivo e aí foi aquela correria maluca. Sem mais pedidos de tempo, os Knicks tinham que resolver na raça. Hart driblou algumas vezes e achou o Bridges um pouco depois do meio da quadra.

    O que aconteceu depois… olha, foi daqueles momentos que você segura a respiração. Bridges entrou no garrafão, cortou pra lateral e soltou um fadeaway contestado que — pra nossa tristeza coletiva — bateu na frente e saiu.

    Técnico e jogador não se arrependem da jogada

    O mais interessante é que nem o Mike Brown (técnico) nem o próprio Bridges ficaram se lamentando pela escolha da jogada. Brown foi direto: “Achei um bom arremesso. Mikal chegou na posição certa, tava um pouco desequilibrado, mas não estava sob muita pressão — é um arremesso que ele já converteu pra gente antes.”

    E o Bridges? Cara, a frieza do maluco me impressiona. “Só errei. Não tinha nada de errado com o arremesso, só preciso acertar da próxima vez.” Essa mentalidade de killer que você precisa ter nos playoffs.

    Agora a série volta pro Atlanta empatada em 1-1, quando os Knicks podiam ter saído de Nova York com uma vantagem quase decisiva. É isso aí — no basquete, especialmente nos playoffs, você não pode desperdiçar essas oportunidades porque elas podem não voltar mais.

    E vocês, acham que foi a jogada certa ou o Bridges tinha que procurar outro companheiro? Eu, particularmente, prefiro ver a bola na mão de um cara que não treme na hora H.

  • CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    Mano, que jogo foi esse no Madison Square Garden? O CJ McCollum simplesmente decidiu que não ia sair de Nova York sem pelo menos uma vitória. 32 pontos numa virada histórica dos Hawks contra os Knicks, 107-106, empatando a série em 1-1.

    Vou ser sincero: quando vi os Hawks perdendo por 12 pontos no final do terceiro quarto, já estava praticamente decretando jogo. Mas aí que tá — essa galera de Atlanta tem algo diferente desde que trocaram o Trae Young pelo McCollum em janeiro.

    A virada que ninguém esperava

    Os Hawks passaram quase todo o segundo tempo atrás no placar. Quase. Porque quando faltavam 2:09 para acabar, McCollum fez a cesta que deu aos visitantes a primeira liderança deles em toda a série no segundo tempo: 101-100.

    E não parou por aí. O cara respondeu toda vez que precisava. Jalen Brunson empatou com uma bomba de três? McCollum respondeu na lata. 105-103 com 33 segundos no relógio.

    Olha, eu até entendo o nervosismo dele nos lances livres finais — errou dois seguidos com 5.6 segundos restando. Mas que sorte que o Mikal Bridges também não conseguiu acertar o jumper final dos Knicks.

    O banco dos Hawks funcionou

    Jonathan Kuminga saindo do banco e metendo 19 pontos? Isso é coisa de time que acredita. Jalen Johnson com 17, incluindo uma cesta crucial faltando 10 segundos que praticamente selou o jogo.

    Do lado dos Knicks, Brunson fez sua parte com 29 pontos, e o Karl-Anthony Towns até acordou no terceiro quarto (14 pontos só no período), mas não foi o suficiente. Josh Hart teve um double-double maroto: 15 pontos, 13 rebotes e 6 assistências.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter essa pegada jogando em casa no jogo 3? Porque uma coisa é certa: essa troca do Trae Young mudou completamente a cara desse time. McCollum pode não ter o show individual do Trae, mas na hora que aperta, o cara aparece.

    Os Knicks ainda sonham em chegar na segunda rodada pelo quarto ano seguido — seria a maior sequência desde os anos 90. Mas agora voltam pra Atlanta sabendo que essa série não vai ser moleza.

  • Mitchell e Harden arrebentam e Cavs abrem 2-0 contra os Raptors

    Mitchell e Harden arrebentam e Cavs abrem 2-0 contra os Raptors

    Cara, que jogaço foi esse dos Cavaliers ontem! Donovan Mitchell com 30 pontos, James Harden fazendo 28, e os Cavs simplesmente dominaram os Raptors por 115 a 105. Agora estão com 2-0 na série dos playoffs, e olha — eu não sei se Toronto consegue se recuperar disso.

    O que mais me impressiona é que essa sequência dos Cavs contra os Raptors já virou obsessão. Doze vitórias consecutivas nos playoffs! DOZE! Isso empata o recorde da NBA de vitórias seguidas contra um mesmo adversário na pós-temporada. A última vez que Toronto ganhou dos Cavaliers nos playoffs foi… bem, faz tanto tempo que nem lembro direito.

    Trio de fogo dos Cavaliers

    Evan Mobley também meteu os seus 25 pontos com 8 rebotes, completando um trio absurdo. Três caras com 25 ou mais pontos — isso é coisa de time grande, monstro. E o mais louco? Os Cavaliers nunca ficaram atrás no placar. Nunca! Controlaram o jogo do início ao fim.

    Sinceramente, essa dupla Mitchell-Harden está funcionando melhor do que eu imaginava quando rolou a troca. Harden ainda conseguiu 5 roubadas de bola (a quarta vez na carreira dele com pelo menos 5 nos playoffs) e chegou aos 1.139 assists na pós-temporada — agora é o sétimo da história.

    Toronto tentou, mas não foi o suficiente

    Não vou mentir, os Raptors não entregaram de graça não. Scottie Barnes fez 26 pontos (recorde pessoal dele nos playoffs) e RJ Barrett contribuiu com 22 pontos e 9 rebotes. Teve um momento no quarto período que Barnes meteu uma bandeja e deixou o jogo 99 a 90, aí você pensa ‘opa, será que vem a virada?’

    Mas aí que o Mitchell mostrou porque é craque. Sete pontos seguidos na sequência e matou qualquer sonho canadense. Foi cirúrgico.

    Agora a série vai pra Toronto na quinta-feira para o jogo 3, e a pergunta que não quer calar: será que os Raptors conseguem pelo menos ganhar um em casa? Porque do jeito que os Cavs estão jogando, essa série pode acabar em uma varrida histórica.

    E vocês, acham que Toronto tem alguma chance de reverter essa situação? Porque eu tô achando difícil…

  • LeBron ainda é o mestre dos playoffs — e os Rockets têm um problemão

    LeBron ainda é o mestre dos playoffs — e os Rockets têm um problemão

    Cara, eu vou ser sincero: depois de mais de duas décadas vendo LeBron James nos playoffs, ainda fico impressionado com a capacidade desse cara de fazer a mesma receita funcionar. E no jogo 1 contra o Houston, foi exatamente isso que rolou de novo.

    Luke Kennard meteu 5 bolas de três e fez 27 pontos na vitória dos Lakers. Mas olha só que loucura: em 2000, quando LeBron ainda estava no ensino médio, foi um tal de Dru Joyce que quebrou a defesa adversária com 7 cestas do perímetro ao lado do Rei. Vinte e seis anos depois, a fórmula continua a mesma.

    A receita que nunca sai de moda

    É impressionante como LeBron sempre encontra um cara pra fazer chover de três quando a coisa aperta. A lista é gigantesca: Damon Jones, Daniel Gibson, Shane Battier, Mike Miller, JR Smith, Kyle Korver, Danny Green… Todos esses caras tiveram momentos mágicos nos playoffs jogando ao lado do James.

    E no sábado não foi diferente. LeBron distribuiu 8 das suas 13 assistências só no primeiro quarto — praticamente montando um buffet de cestas abertas para os companheiros. O técnico JJ Redick resumiu bem: “Ele mostrou uma liderança incrível e nos ensinou a confiar no passe.”

    Sinceramente? Depois de tanto tempo, você ia pensar que os adversários já tinham descoberto como parar isso. Mas não, né. Os Rockets caíram na mesma pegadinha de sempre.

    Cleveland mostra que defesa ainda ganha jogo

    Agora, falando de uma coisa que me chamou atenção: os Cavaliers fizeram uma clínica defensiva contra Toronto no jogo 1. E olha que eles vinham sofrendo na defesa na segunda metade da temporada regular.

    A estratégia foi simples e genial: grudar no Brandon Ingram desde o começo da jogada. O cara que fazia 20 arremessos por jogo contra Cleveland na temporada regular conseguiu apenas 9 tentativas — e uma só no segundo tempo. Uma!

    Dean Wade foi o encarregado de marcar o Ingram, e cara, que trabalho bem feito. Forçaram o cara a ir para a linha de lance livre 10 vezes, mas não deixaram ele nem pegar na bola direito. Enquanto isso, deixaram o Jamal Shead fazer 5 de três — mas quem prefere: dar liberdade pro reserva ou pro principal marcador do time?

    “Eles tentaram me negar a bola toda vez que eu descia a quadra”, reclamou Ingram depois. E é isso aí mesmo — defesa é sobre fazer escolhas, e Cleveland fez as certas.

    Vocês acham que Toronto consegue se adaptar no jogo 2? Porque sem o Immanuel Quickley machucado, vai ser difícil encontrar outras opções ofensivas. Os Raptors têm um problemão nas mãos, e Cleveland mostrou que quando a defesa funciona, qualquer time pode incomodar nos playoffs.

    Enfim, primeiro fim de semana dos playoffs já mostrou duas lições clássicas: LeBron continua sendo LeBron, e defesa ainda ganha campeonato. Algumas coisas nunca mudam no basquete, e ainda bem!

  • LeBron chama de ‘insano’ jogar com Bronny nos playoffs

    LeBron chama de ‘insano’ jogar com Bronny nos playoffs

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no jogo 1 dos Lakers contra os Rockets. LeBron James literalmente jogou com o próprio filho nos playoffs da NBA. Isso mesmo — pai e filho na mesma quadra, no mata-mata. História pura.

    Com Luka Doncic e Austin Reaves machucados, o técnico JJ Redick teve que improvisar na rotação dos Lakers. E adivinha quem ganhou uma chance? Bronny James. O garoto entrou em quadra e fez história ao lado do pai.

    Momento histórico que arrepiou

    “Teve muita coisa maluca acontecendo comigo esse ano. Cara, eu estava na quadra com meu filho num jogo de playoff. Essa é provavelmente a coisa mais louca que já aconteceu na minha carreira”, disse LeBron após a vitória. “Foi muito legal estar lá com ele, e ter o irmão, a irmã, a mãe dele na arquibancada, e a avó… isso é insano. É maluco.”

    Sinceramente, eu até me arrepio pensando nisso. Imagina você estar realizando seu sonho profissional ao lado do seu próprio pai? E não é qualquer profissão — é a NBA, cara. O maior palco do basquete mundial.

    Nervosismo de estreante

    Bronny jogou apenas 4 minutos e teve uma bola perdida no stats, mas se manteve tranquilo considerando que era sua primeira experiência nos playoffs. LeBron, como bom pai e veterano que é, entende perfeitamente o nervosismo do filho.

    “Todo mundo se preparou essa semana, incluindo o Bronny. Como qualquer um no primeiro jogo de playoff, você vai ficar nervoso”, explicou o King. “Eu lembro do meu primeiro em 2006 contra Washington… você fica nervoso pra caramba. Assim que pisei na quadra, estava super nervoso.”

    E olha, isso me lembra muito dos nossos jogadores brasileiros quando estreiam na NBA — o Nenê, o Barbosa, todos passaram por essa mesma sensação. É natural, faz parte.

    Lakers equilibrados sem as estrelas

    Enquanto isso, LeBron fez um jogo completinho: 19 pontos, 8 rebotes e 13 assistências em 38 minutos. Mas o mais legal foi ver outros caras brilhando. Luke Kennard liderou a pontuação com 27 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs.

    Deandre Ayton também fez 19, Marcus Smart contribuiu com 15, e Rui Hachimura adicionou 14. Essa distribuição de pontos é exatamente o que os Lakers precisam com Doncic e Reaves fora.

    Vocês acham que os Lakers conseguem manter esse nível sem suas principais estrelas? Eu tô começando a acreditar que sim. Se o LeBron conseguir escolher os momentos certos para atacar e os coadjuvantes mantiverem essa eficiência, eles podem surpreender.

    O jogo 2 é na terça-feira, no Crypto.com Arena, antes da série ir para Houston. E eu tenho certeza de que Bronny vai estar menos nervoso desta vez.