Tag: playoffs NBA

  • Jalen Williams machuca de novo e deixa Thunder na bronca

    Jalen Williams machuca de novo e deixa Thunder na bronca

    Cara, o Jalen Williams simplesmente não consegue pegar uma sequência boa nesta temporada. É de cortar o coração mesmo.

    Depois de ficar seis jogos fora por lesão no tendão, ele volta no Jogo 1 das Finais da Conferência Oeste contra o Spurs, faz uma partida bem apagada, e aí no Jogo 2 de ontem… PÁ! Machuca o mesmo tendão logo no primeiro quarto e não volta mais pra quadra.

    Sete minutinhos de jogo. Quatro pontos, um rebote, duas roubadas de bola e tchau. Uma pena, porque pelo que deu pra ver, o cara tava bem melhor que no primeiro jogo.

    Thunder sem Williams, mas com coração

    Agora vem a parte que me deixa orgulhoso desse time de Oklahoma City: quando um cai, outro levanta. É impressionante como eles têm essa química.

    O Alex Caruso saiu do banco e meteu 17 pontos em 5 de 7 arremessos — eficiência pura. Cinco assistências ainda por cima. E a molecada? Cason Wallace, Jared McCain e Ajay Mitchell saíram todos do banco e somaram 34 pontos, 10 rebotes, 9 assistências e 10 (!) roubadas de bola.

    Dez roubadas de bola, gente. Isso é absurdo.

    SGA brilha mas rola climão

    O Shai Gilgeous-Alexander, como sempre, foi o maestro da orquestra: 30 pontos, 4 rebotes e 9 assistências. Mas rolou uma treta interessante depois do jogo. Pelo que entendi, ele meio que alfinetou o Isaiah Hartenstein, que fez um triple-double (10 pontos, 13 rebotes, 13 assistências).

    Sinceramente, não sei bem o que rolou ali, mas quando o SGA fala alguma coisa, a gente presta atenção. O cara não é de criar confusão à toa.

    Thunder venceu por 122 a 113 e empatou a série em 1-1. Agora é partir pra San Antonio na sexta-feira, e a grande pergunta é: o Jalen Williams vai estar disponível?

    O técnico Mark Daigneault disse que só vão examinar ele hoje de manhã. Ou seja, ninguém sabe de nada ainda. E com apenas dois dias de descanso, fica difícil acreditar que ele vai estar 100%.

    Vocês acham que o Thunder consegue segurar essa série mesmo com o Williams machucado? Porque olha, esse banco deles tá jogando muita bola…

  • Wemby cansado? Fãs preocupados com início apagado contra Thunder

    Wemby cansado? Fãs preocupados com início apagado contra Thunder

    Cara, depois daquele show absurdo do Wembanyama no Jogo 1 das finais do Oeste (41 pontos, 24 rebotes em 49 minutos!), a gente tava esperando mais do mesmo no Jogo 2. Mas aí que tá — o francesão apareceu meio apagado no primeiro tempo contra o Thunder, e a torcida do Spurs já tá preocupada.

    Só 7 pontos em 15 minutos no primeiro tempo. Sete! O monstro que destruiu o Oklahoma City no jogo anterior sumiu do mapa quando mais precisava aparecer. O Thunder abriu 62-51 no intervalo e os Spurs pareciam perdidos sem o seu astro jogando no nível habitual.

    Sinais de cansaço?

    E olha, dá pra entender a preocupação dos fãs. O garoto jogou 49 minutos no Jogo 1 — um absurdo pra qualquer jogador, imagina pra um pivô de 2,21m. “Wemby tá cansado, e dá pra ver no jogo”, escreveu um fã no Twitter. Outro comentou que ele parecia o “Shawn Bradley em seus melhores dias” — e acredite, não era elogio.

    Na minha opinião, faz todo sentido. O cara acabou de sair de uma série de seis jogos duríssimos contra o Minnesota, onde teve que se virar com Rudy Gobert, Julius Randle e Jaden McDaniels pegando no seu pé a série toda. Agora tem que lidar com a defesa física do Thunder em back-to-back jogos.

    Ajustes defensivos funcionando

    O Thunder claramente estudou o filme do Jogo 1 e mudou a abordagem. Isaiah Hartenstein tá grudado no francês, e a defesa coletiva tá muito mais agressiva. Wemby caiu no chão logo no primeiro quarto e não conseguiu mais encontrar o ritmo.

    “Por que cortaram os minutos do nosso melhor jogador?”, questionou outro torcedor. Realmente, de 19 minutos no primeiro tempo do Jogo 1 pra 15 no Jogo 2 é estranho. Será que o Popovich tá tentando preservar o garoto pra não queimar o filme?

    Sinceramente, acho que é uma combinação de cansaço físico e ajustes táticos do adversário. O que vocês acham — Wemby volta a dominar no segundo tempo ou o Thunder conseguiu encontrar a fórmula pra neutralizar o fenômeno francês?

  • Jalen Williams machuca de novo e deixa OKC na mão contra Spurs

    Jalen Williams machuca de novo e deixa OKC na mão contra Spurs

    Cara, que azar do Williams. O cara volta pro Jogo 1, faz 26 pontos numa partida épica de duas prorrogações, e aí… lesiona de novo. A maldição do posterior voltou pra assombrar o Thunder no pior momento possível.

    Na quarta-feira, no Jogo 2 das finais da Conferência Oeste contra o Spurs, Jalen Williams saiu de quadra no primeiro tempo com “tensão” no posterior esquerdo – o mesmo que já tinha tirado ele de seis jogos nos playoffs. O garoto nem voltou pro segundo tempo, e Cason Wallace teve que entrar no lugar dele.

    A saga das lesões não para

    Olha só esse dado absurdo: Williams perdeu 55 dos primeiros 91 jogos do Thunder nesta temporada. Cinquenta e cinco! Sendo 19 por causa do punho direito e 36 – pasmem – por problemas nos posteriores. O direito tirou ele de 30 jogos na temporada regular, e agora o esquerdo já são seis jogos de playoffs.

    É de quebrar o coração, sinceramente. O garoto de 22 anos estava numa temporada monstro quando conseguia ficar em quadra, mas esse corpo parece não estar aguentando o ritmo da NBA ainda.

    Thunder em apuros contra os Spurs

    E o timing não podia ser pior. O Thunder já perdeu o Jogo 1 em casa numa batalha de duas prorrogações (122-115), e agora perde uma das suas principais armas ofensivas bem quando precisava empatar a série.

    Williams tinha começado bem o Jogo 2, com uma enterrada linda de alley-oop faltando 2 minutos pro fim do primeiro quarto. Mas aí o corpo cobrou a conta de novo.

    O Jogo 3 é na sexta-feira em San Antonio, e a pergunta que não quer calar: será que Williams consegue voltar? Ou essa lesão vai perseguir o Thunder pelo resto dos playoffs? Sinceramente, eu tô preocupado com o futuro desse garoto se ele não conseguir resolver esses problemas musculares.

  • Castle destruiu Hartenstein em enterrada histórica nos playoffs

    Castle destruiu Hartenstein em enterrada histórica nos playoffs

    Meu deus do céu. Eu acabei de ver uma das enterradas mais absurdas da história dos playoffs da NBA e ainda tô tentando processar o que aconteceu.

    Stephon Castle simplesmente DESTRUIU Isaiah Hartenstein ontem no Jogo 2 das finais da Conferência Oeste. E quando eu digo destruiu, é porque o cara literalmente voou por cima do gigante alemão e mandou uma bomba que fez a internet inteira parar.

    A jogada que parou tudo

    Cena: segundo quarto, Spurs perdendo por 43-39 pro Thunder, tentando se recuperar no jogo. Castle pega a bola, vê o garrafão livre e simplesmente decide que vai fazer história. 8:19 no relógio, Hartenstein na frente.

    O que aconteceu depois? Castle decolou. Literalmente decolou. O cara subiu tanto que eu achei que ia bater a cabeça no aro. Hartenstein tentou contestar, mas virou poster. Que poster, meus amigos.

    Sinceramente, eu já vi muita enterrada na minha vida acompanhando NBA, mas essa aqui vai ficar marcada pra sempre. O som da quadra, a reação da bancada dos Spurs, a cara de desespero do Hartenstein… foi cinematográfico.

    Castle tá virando monstro nos playoffs

    Vocês tão vendo o que esse garoto tá fazendo nessa pós-temporada? Castle chegou na NBA já mostrando que não tem medo de momento grande, mas essa enterrada foi outro nível. É o tipo de jogada que define uma carreira.

    E olha que o Hartenstein não é qualquer um, né? O cara tem 2,13m e é conhecido por proteger bem o garrafão. Mas Castle simplesmente ignorou isso tudo e foi pra cima. Coragem de pivô brasileiro dos anos 80.

    A internet pegou fogo na hora. Todo mundo postando, repostando, fazendo meme. É assim que nasce uma lenda, galera. Uma enterrada de cada vez.

    E aí, vocês acham que essa pode ser a enterrada do ano? Ou até da década? Porque eu tô começando a achar que sim…

  • Breen quase gritou o ‘Bang!’ mais frustrante da história

    Breen quase gritou o ‘Bang!’ mais frustrante da história

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no jogo 1 da final do Leste. O Mike Breen, né? O cara que já nos deu arrepios com aqueles ‘Bang!’ históricos quase teve seu momento mais cruel da carreira.

    Com 5.3 segundos no relógio e o jogo empatado, o Sam Merrill dos Cavaliers recebeu uma bola limpa no perímetro. Todo mundo no Madison Square Garden — incluindo o próprio Breen — achou que era gol. A bola saiu bonita, com aquela trajetória perfeita que a gente reconhece de longe.

    O ‘B’ de Bang que virou meme

    “Eu acho que consegui falar só o ‘B’ do Bang”, contou Breen numa entrevista na rádio. Mano, imagina a frustração! O cara se preparando pra soltar mais um daqueles gritos épicos que ficam na nossa memória pra sempre, e aí… a bola gira na borda e sai.

    Sinceramente, eu ri e chorei ao mesmo tempo vendo o vídeo. O Breen já nos deu momentos absurdos: aquela cesta do Luka contra os Clippers, a enterrada do Rose em 2015, o arremesso salvador do Ray Allen em 2013. Todos com aquele “Bang!” que te dá arrepio só de lembrar.

    Mas essa foi diferente. O primeiro “Bang!” prematuro da história virou meme instantâneo no Twitter. A galera do Barstool Sports já tava zoando dizendo que foi o primeiro “Bang!” frustrado do cara.

    A reviravolta que ninguém esperava

    Olha, se o Merrill acerta essa bola, tudo muda. Como o próprio Breen falou: ninguém ia falar da incrível reação dos Knicks, ninguém ia questionar as decisões do Kenny Atkinson, e o James Harden não ia virar piada pela defesa pífia que fez.

    Porque, véi, os Knicks estavam MORTOS no jogo. Perdendo por 22 pontos faltando menos de 8 minutos? A ESPN dava 99,9% de chance pros Cavs ganharem. Noventa e nove vírgula nove por cento! Aí o Jalen Brunson resolveu que não ia deixar barato.

    O cara comandou uma reação de 18-1 que foi de arrepiar. Empatou o jogo com 19 segundos no relógio, forçou a prorrogação e ainda dominou a sobra com um 9-0 logo de cara que enterrou qualquer esperança de Cleveland.

    Vocês acham que o Breen vai conseguir dormir direito até o jogo 2? Porque eu tenho certeza que ele tá ensaiando o próximo “Bang!” na frente do espelho, torcendo pra não acontecer de novo essa palhaçada.

  • LaRavia admite que precisa melhorar o arremesso de 3 na offseason

    LaRavia admite que precisa melhorar o arremesso de 3 na offseason

    Cara, que montanha-russa foi a temporada do Jake LaRavia nos Lakers, né? O cara começou o ano destruindo tudo — principalmente contra os Wolves — a ponto do Anthony Edwards perguntar quem era esse maluco acertando tudo de três. Agora, depois de ser tirado da rotação nos playoffs, ele tá sendo bem honesto sobre o que precisa melhorar.

    E olha, sinceramente? Respeito demais essa autocrítica dele.

    A queda livre no arremesso

    A situação ficou feia mesmo. De janeiro a março, o percentual de três do LaRavia despencou mês a mês. E quando chegaram os playoffs — que é onde a coisa fica séria — o bicho pegou de vez. O cara tentou só 7 arremessos em toda a pós-temporada. Sete! Dá pra ver que o psicológico tava abalado.

    O JJ Redick não teve escolha: tirou ele da rotação nos dois últimos jogos. Imagina a frustração? Primeira vez dele nos playoffs, time brigando pelo título, e ele vendo de camarote.

    “Sei que sou muito melhor que isso”

    Na entrevista de saída, o LaRavia não fugiu da real: “Obviamente, não arremessei nem perto do que eu queria esse ano. Ter meses arremessando abaixo dos 30% simplesmente não vai dar certo, e eu sei que sou um arremessador muito melhor que isso.”

    E é verdade mesmo. Na temporada passada, o cara convertia 42% dos seus triplos. Isso não é brincadeira não — é percentual de especialista. Então a capacidade tá lá, só precisa encontrar a consistência de novo.

    O que me impressiona é a mentalidade dele. Em vez de ficar se lamentando, tá vendo isso como motivação pra offseason. “Não estou olhando negativamente, mas estou animado pra trabalhar nas coisas que preciso”, disse ele.

    Momento decisivo nos Lakers

    Agora vem a parte mais tensa: os Lakers têm um monte de espaço salarial e tão querendo reformular o elenco. O LaRavia pode tanto fazer parte dessa reformulação quanto virar moeda de troca para trazer peças novas.

    É cruel, mas é a NBA. Teve aquele jogaço de 26 pontos contra o Memphis (ironia jogar bem justamente contra o ex-time), mas também teve essa derrocada nos playoffs. A questão é: qual dos dois LaRavias vai aparecer na próxima temporada?

    Vocês acham que ele consegue se recuperar mentalmente e voltar a ser aquele arremessador que assombrava os adversários? Ou essa experiência dos playoffs vai deixar sequelas? Uma coisa é certa: essa offseason vai definir muito do futuro dele na liga.

  • Knicks massacram Cavs no Jogo 1 e MSG vira loucura total

    Knicks massacram Cavs no Jogo 1 e MSG vira loucura total

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu no Madison Square Garden ontem à noite. Os Knicks simplesmente DESTRUÍRAM os Cavaliers no Jogo 1 das Finais da Conferência Leste, e cara… que comeback foi esse?

    Jalen Brunson foi absolutamente monstruoso com 38 pontos, incluindo uma bandeja heroica que mandou o jogo pra prorrogação. O maluco literalmente carregou o time nas costas quando tudo parecia perdido. “Encontre um jeito”, foi o que ele disse depois do jogo. E olha que ele encontrou mesmo.

    A ressurreição dos Knicks

    Vocês viram aquele último quarto? Foi algo de outro planeta. Os caras fizeram uma corrida de 44-11 no último período que deixou todo mundo de queixo caído. Até o Timothée Chalamet (que é fanático pelos Knicks) postou nos stories dele: “O que eu acabei de ver? Vamos!”

    Sinceramente, depois de nove dias parados, eu não esperava que o time voltasse com essa intensidade toda. Brunson, Bridges, Anunoby, Hart e o KAT mostraram que quando a coisa aperta, eles sabem responder. O técnico Mike Brown admitiu que nunca viu nada parecido em playoffs.

    Quanto custa presenciar essa loucura?

    Agora vem a parte que dói no bolso. Se você quer estar lá no Jogo 2 (quinta-feira às 21h), prepare-se pra desembolsar pelo menos 715 dólares por ingresso no SeatGeek. Isso mesmo, mais de 3.500 reais só pra entrar no Madison Square Garden.

    E se a série for longa? Os preços sobem ainda mais. Um possível Jogo 5 em casa custa a partir de 878 dólares, e um Jogo 7 decisivo pode chegar a 1.124 dólares. É caro? Absurdamente. Mas depois do que vimos ontem, dá pra entender por que a galera tá disposta a pagar.

    Pra comparar: em Cleveland, os ingressos pro Jogo 3 começam em 257 dólares, e pro Jogo 4 saem por apenas 160 dólares. A diferença entre jogar no Garden e jogar em qualquer outro lugar é brutal mesmo.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível absurdo no Jogo 2? Porque depois do que rolou ontem, eu tô começando a acreditar que esse time pode chegar longe mesmo. Donovan Mitchell e os Cavs que se cuidem — o Garden tá pegando fogo!

  • Knicks fazem o impossível: virada histórica no MSG deixa torcida em êxtase

    Knicks fazem o impossível: virada histórica no MSG deixa torcida em êxtase

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Madison Square Garden na terça-feira. Os Knicks fizeram uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA — e olha que eu já vi muita coisa absurda nessa liga.

    Imagina só a cena: 22 pontos atrás no último quarto. VINTE E DOIS. A ESPN Analytics mostrou que a probabilidade de vitória dos Knicks chegou a míseros 0,1%. Pra vocês terem noção, desde a temporada 1997-98, times que estavam nessa situação tinham um cartel de 1-594. Uma vitória em quase 600 tentativas!

    O MSG virou uma panela de pressão

    O texto original compara o Garden com a prisão de San Quentin, e não tô mentindo — deve ter sido exatamente essa a sensação pros Cavaliers. A torcida nova-iorquina é conhecida por ser implacável, mas ontem eles se superaram. Aquela atmosfera… monstro demais.

    Os Cavs simplesmente derreteram. E olha que eles tinham tudo pra fechar o jogo tranquilo. Mas é aquilo que a gente sempre fala: playoffs são diferentes, e no MSG então? Esquece. A pressão come solta.

    Knicks provam que ainda sabem jogar bola

    Sinceramente, eu não esperava isso dos Knicks nessa temporada. Depois de anos apanhando, ver eles fazendo uma virada histórica dessas… cara, até arrepia. O time mostrou personalidade, mostrou que tem peito pra grandes momentos.

    E os Cavs? Poxa, que mancada. Primeira vez deles nas finais de conferência no Leste e eles entregam dessa forma? Dá uma tristeza. Mas é isso aí — basquete é cruel às vezes.

    Vocês conseguem imaginar como deve ter sido pra torcida que estava lá? Eu ficaria rouco de tanto gritar. Momentos assim que fazem a gente lembrar porque amamos esse esporte maluco.

    Agora é torcer pra que os Knicks mantenham esse nível. Porque virada histórica é bonita, mas campeonato que vale mesmo, né não?

  • Mitchell desabafa após vexame dos Cavs: ‘A gente cagou tudo’

    Mitchell desabafa após vexame dos Cavs: ‘A gente cagou tudo’

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Madison Square Garden ontem à noite. Os Cavaliers tinham 22 pontos de vantagem no último quarto das finais da Conferência Leste contra os Knicks e… simplesmente entregaram. Perderam por 115-104 na prorrogação.

    E o Donovan Mitchell? O cara não teve papas na língua na entrevista coletiva.

    “Eu falei no vestiário: a gente perdeu, a gente cagou tudo”, disse Mitchell, que fez 29 pontos mas sumiu completamente no final da partida. Sinceramente, eu entendo a revolta dele. Largar uma vantagem dessas numa final de conferência dói até na alma de quem tá assistindo.

    O colapso que ninguém esperava

    Olha, os Cavs estavam dominando por três quartos. Parecia que ia ser mais uma vitória fora de casa — eles já tinham ganhado duas seguidas nos playoffs. Aí veio o que eu só posso chamar de apagão coletivo.

    Os Knicks fizeram uma sequência de 44-11 nos últimos 12 minutos e meio (contando a prorrogação). Quarenta e quatro a onze. É surreal demais. O Jalen Brunson meteu 17 dos seus 38 pontos nesse período e praticamente carregou Nova York nas costas.

    E o Mitchell? Zero pontos no período final. Errou todos os cinco arremessos que tentou. O Landry Shamet colou nele e o cara simplesmente travou. Isso é basquete, né? Às vezes você tá voando, às vezes não consegue nem acertar a tabela.

    A realidade crua dos playoffs

    “Isso não pode acontecer. Mas aconteceu”, disse Mitchell. E essa frase resume tudo, cara. Nos playoffs da NBA, um momento de desatenção e pronto — lá se vai sua temporada.

    O James Harden também não ajudou muito: fez só 15 pontos, acertou apenas 1 de 8 tentativas do perímetro e ainda perdeu 6 bolas. O Evan Mobley teve um double-double com 15 pontos e 14 rebotes, mas não foi suficiente pra segurar a pressão dos Knicks no final.

    Agora é correr atrás do prejuízo no Jogo 2, quinta-feira, ainda em Nova York. Na minha visão, se os Cavs não conseguirem pelo menos empatar a série jogando fora, a coisa fica bem complicada. E aí, vocês acham que eles conseguem se recuperar desse baque psicológico?

    Como o próprio Mitchell falou: “É uma derrota ruim, mas tudo que podemos fazer é voltar, assistir ao filme e corrigir”. Torcer pra que dessa vez eles consigam manter o foco até o fim.

  • A virada mais absurda: como os Knicks salvaram o jogo perdido

    A virada mais absurda: como os Knicks salvaram o jogo perdido

    Cara, eu ainda não acredito no que eu vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks perdendo por 93-71 faltando 7 minutos e 40 segundos? Jogo acabado. Ou pelo menos era isso que todo mundo pensava.

    Eu mesmo já estava mentalmente me preparando para o Jogo 2 — do mesmo jeito que fiz depois daquela derrota humilhante pro Indiana no ano passado. Dividir em casa não é o fim do mundo, né? Mas aí aconteceu algo que eu nunca vi na minha vida assistindo basquete.

    Brunson virou um monstro

    Jalen Brunson simplesmente passou por cima de um time inteiro nos últimos 14 minutos. O cara marcou mais pontos sozinho que Cleveland inteiro nesse período. É surreal demais.

    E olha que os Knicks já tinham feito umas corridas absurdas nesses playoffs, mas conseguiram se superar: 44-11 pra fechar o jogo. Quarenta e quatro a onze! Eu sei que tem gente que prefere aquela chuva de bolas de três que o Pacers fez no ano passado, mas sinceramente? Essa virada apagou completamente a vergonha que foi perder pro Aaron Nesmith e pro Tyrese Haliburton.

    Mas como diabos eles fizeram isso?

    Não foi só questão de “finalmente acertar as bolas de três”. Os Knicks fizeram alguns ajustes táticos fundamentais que mudaram o jogo completamente.

    A principal mudança? Pararam de fazer dupla marcação na bola. Nas séries anteriores contra Hawks e Sixers, essa estratégia funcionou perfeitamente — não deixar o cara principal do time adversário respirar, mostrar em toda tela, forçar ele a tomar decisão sob pressão.

    Contra James Harden funcionou no primeiro tempo. O cara estava tomando decisões ruins, Cleveland estava errando as bolas livres que apareciam quando a movimentação deixava os Knicks em 4×3. Mas aí veio aquela sequência de seis bolas de três em sete tentativas pra fechar o primeiro tempo, e a coisa ficou feia.

    No segundo tempo, os Knicks insistiram na dupla marcação e Cleveland continuou castigando. Era impressionante ver como o Harden achava o Jarrett Allen no centro da quadra, colapsava a defesa, e sempre sobrava alguém livre no perímetro. Dennis Schroder, Max Strus, Sam Merrill — não importava quem fosse, alguém ia ficar livre.

    E quando não era bola de três aberta, era bandeja fácil. Os fechamentos desesperados nos arremessadores criavam espaços pra Donovan Mitchell e os garrafões (Allen e Evan Mobley) chegarem no aro sem resistência.

    A virada de chave veio depois da bola de três do Merrill, faltando 3:05 no terceiro quarto. Os Knicks mudaram pra marcação individual direta, e Cleveland simplesmente travou. Vocês acham que foi coincidência? Eu acho que não.

    Essa mudança tática pode ser o diferencial da série toda. Mesmo se o Sam Merrill tivesse acertado aquela bola que quicou no aro nos segundos finais, os Knicks descobriram como parar Cleveland. E isso vale ouro nos próximos jogos.