Tag: playoffs NBA

  • Paul George detona após goleada: ‘Eles atiraram pra c***’

    Paul George detona após goleada: ‘Eles atiraram pra c***’

    Cara, que massacre foi esse no Madison Square Garden! Os 76ers levaram uma surra histórica dos Knicks por 137-98 no Jogo 1 da segunda rodada dos playoffs, e Paul George não poupou palavras na coletiva.

    “Tivemos falhas hoje à noite, mas eles também atiraram pra c*** com a bola”, disse PG sem papas na língua. “Eles estavam quentes, saíram quentes, saíram pegando fogo.”

    A realidade crua do veterano

    Olha, eu admiro a sinceridade do George. Não veio com desculpa esfarrapada nem tentou dourar a pílula. O cara simplesmente reconheceu: os Knicks jogaram pra c*** e os Sixers fizeram c***.

    E os números não mentem. Nova York acertou 63% dos arremessos de quadra e um absurdo de 19-37 do perímetro. Jalen Brunson comandou um segundo quarto devastador (41-26) que praticamente acabou com o jogo ali mesmo.

    Mas o que mais me chamou atenção foi a postura do Paul George. Zero desespero. “É só um jogo”, frisou ele. “Eles não ganham pontos extras por ter aberto vantagem grande hoje.”

    Embiid sumiu quando mais precisavam

    Joel Embiid, que deveria ser o cara dos momentos decisivos, simplesmente desapareceu. Apenas 14 pontos com 3-11 de aproveitamento. Pra um cara que se diz MVP, isso é inaceitável em playoffs.

    Maxey também não ajudou muito – 13 pontos com quatro turnovers. A única luz no fim do túnel foi o próprio PG com 17 pontos e quatro triplas.

    O mais humilhante? Os Knicks estavam tão tranquilos que Josh Hart teve tempo de fazer pegadinha com o Jimmy Fallon na arquibancada. Quando o adversário tá zoando no seu nariz, é porque a coisa tá feia mesmo.

    Recorde negativo e pressão total

    Ah, e tem mais: Nova York se tornou o primeiro time da história da NBA a vencer três jogos seguidos nos playoffs por pelo menos 25 pontos de diferença. É o tipo de estatística que ninguém quer fazer parte.

    Agora é ver se os Sixers conseguem dar a volta por cima no Jogo 2, na quarta-feira. Sinceramente? Depois de levar 39 pontos de diferença, qualquer coisa pode acontecer. Vocês acham que eles conseguem reagir ou já era pra temporada deles?

    Uma coisa eu garanto: se continuarem jogando assim, podem ir arrumando as malas porque Nova York não vai facilitar nada em casa.

  • Maxey não se abala após massacre dos Knicks: ‘É só um jogo’

    Maxey não se abala após massacre dos Knicks: ‘É só um jogo’

    Olha, se você viu o jogo dos Sixers ontem, provavelmente ainda está se recuperando do trauma. 137 a 98. Uma verdadeira surra histórica dos Knicks no Madison Square Garden que deixou qualquer fã de Philly com vontade de esconder a cara no travesseiro.

    Mas o Tyrese Maxey? Cara parece zen total depois dessa pancadaria toda.

    A filosofia do ‘tanto faz’

    O garoto simplesmente ecoou o que o técnico Nick Nurse falou no pós-jogo — e sinceramente, eu admiro a frieza deles. “Como ele (Nurse) disse, não importa se perdemos por 7 ou por 70. Eles ganharam um jogo, nós perdemos um”, disse Maxey com uma tranquilidade que eu jamais conseguiria ter depois de levar 40 pontos de diferença.

    Quarenta pontos, gente. QUARENTA. Os Knicks fizeram história virando o primeiro time da era moderna a abrir 30+ pontos de vantagem em três jogos consecutivos dos playoffs. É o tipo de estatística que você não quer ver o seu time fazendo parte.

    A realidade crua dos números

    O Maxey, que havia sido um monstro no Jogo 7 contra os Celtics com 30 pontos, simplesmente desapareceu. Apenas 13 pontos com 3/9 nos arremessos e ainda por cima liderou em turnovers com quatro perdas de bola. Cara, o Jalen Brunson fez 27 pontos só no primeiro tempo — mais que o dobro do que o Maxey fez no jogo inteiro.

    Os números são brutais: Sixers com 41% de aproveitamento nos arremessos enquanto os Knicks acertaram absurdos 63%, incluindo 19 de 37 do perímetro. É daquelas noites que simplesmente nada entra de um lado e tudo entra do outro.

    Paul George tentou manter a mesma postura, mas 17 pontos numa eliminatória não é exatamente o que você espera de um cara que ganha o que ele ganha, né?

    E agora, José?

    A verdade é que essa mentalidade do “é só um jogo” até pode funcionar psicologicamente, mas os ajustes precisam vir rápido. Jogo 2 é quarta-feira, ou seja, praticamente amanhã no tempo dos playoffs.

    Vocês acham que os Sixers conseguem se recuperar dessa humilhação? Porque olhando friamente, os Knicks estão jogando um basquete que lembra muito aqueles times que simplesmente engrenam nos playoffs e não param mais.

    Uma coisa eu tenho certeza: se rolar outro jogo como esse, não vai adiantar filosofia zen nenhuma. Vai ser tchau e obrigado para Philly.

  • Nick Nurse manda a real após goleada histórica pros Knicks

    Nick Nurse manda a real após goleada histórica pros Knicks

    Cara, que pancada os 76ers levaram ontem à noite. 137 a 98 pro New York Knicks no primeiro jogo da semifinal do Leste. Quarenta pontos de diferença! Eu vi muita coisa na NBA, mas essa doeu até em mim aqui do sofá.

    O Nick Nurse, técnico da Filadélfia, podia ter começado a chorar ou inventar mil desculpas — mas não. O cara foi direto ao ponto depois do jogo e soltou uma que mostra por que ele já ganhou um anel: “É 0-1. Não importa se perdemos por 6 pontos ou por 36, seja lá quantos foram”.

    Ressaca boa ou ruim demais?

    Olha, talvez os 76ers ainda estivessem meio zonzos da série épica contra os Celtics. Sete jogos, virada de 1-3 pra 4-3, eliminando os favoritos na casa deles no jogo 7… Sinceramente? Eu achei que eles iam chegar voando contra os Knicks.

    Mas o basquete não perdoa. Os caras tiveram só um dia de descanso e chegaram em Nova York parecendo que ainda estavam em Boston. Os Knicks meteram 41 pontos só no segundo quarto — QUARENTA E UM! — enquanto os Sixers fizeram míseros 26.

    E não foi só um quarto ruim não. Os Knicks ganharam os quatro períodos por pelo menos 8 pontos cada. Foi uma dominação completa, daquelas que você vê e pensa: “Poxa, esses times são do mesmo nível mesmo?”

    Embiid sumiu quando mais precisavam

    Paul George até tentou segurar a onda com 17 pontos (acertou 4 de 6 do perímetro, que é o PG que a gente conhece). Mas o Joel Embiid? Apenas 14 pontos, mano. Quatorze! O cara que deveria ser o protagonista da série ficou meio perdido.

    Tyrese Maxey colaborou com 13, Kelly Oubre Jr. e VJ Edgecombe fizeram 12 cada… Cinco caras em dois dígitos e mesmo assim tomaram 39 pontos de diferença. Isso aí é problema de sistema, não de individual.

    A real é que o Nurse tem razão — uma derrota é uma derrota, não importa a margem. Lembram quando eles perderam o primeiro jogo pros Celtics também de goleada? E olha no que deu.

    Vocês acham que os 76ers conseguem dar a volta por cima como fizeram na primeira rodada? Ou os Knicks são uma pedra no sapato diferente? Jogo 2 é quinta-feira, e sinceramente, acho que vai ser bem mais equilibrado. Nurse não deixa time dele levar duas pancadas seguidas assim.

  • Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Olha, o Draymond Green simplesmente não engoliu toda essa empolgação em torno da performance do Joel Embiid no Jogo 7 contra os Celtics. E cara, ele não tá errado não.

    O Embiid mandou bem pra caramba — 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências na vitória por 109-100 que levou os Sixers pra segunda rodada dos playoffs. Mas o Draymond foi direto ao ponto: “Galera tá perguntando se esse foi um jogo histórico pro Embiid, e eu falo não, de jeito nenhum”.

    A bronca do veterano faz sentido

    Sinceramente? O Draymond tem razão. Como que um cara do calibre do Embiid — MVP da liga, medalhista olímpico, All-Star perene — vai ter um “jogo histórico” na primeira rodada? Não faz sentido.

    “Joel Embiid é um jogador incrível por todas essas razões que eu mencionei. Mas justamente por isso, um jogo de primeira rodada, não importa se é Jogo 7 ou Jogo 2… continua sendo primeira rodada”, disparou o veterano do Warriors no seu podcast.

    E aí, vocês concordam com essa? Porque na minha visão, o Draymond tocou num ponto crucial: pra um cara do nível do Embiid ter jogos realmente históricos, ele precisa chegar nas finais de conferência e quem sabe nas Finais da NBA.

    O histórico que pesa

    Aqui que a coisa fica complicada pro gigante dos Sixers. Em oito aparições de primeira rodada pela franquia da Filadélfia, o cara tem médias absurdas: 26.4 pontos, 10.7 rebotes e 3.6 assistências. Os Sixers têm um record de 6-2 nessas séries.

    Mas aí vem o problema: 0-5 na segunda rodada. Zero e cinco! Desde que entrou na liga em 2014, o Embiid nunca chegou nas finais de conferência.

    “Eu odeio quando tentam armar cilada pros caras, falando ‘ah, esse é um jogo histórico pro Joel Embiid’, só pra depois tentar derrubar ele nas próximas semanas”, continuou o Draymond. E cara, ele tá certo — essa narrativa é meio cruel mesmo.

    O mais interessante é que essa foi a primeira vez que os Sixers do Embiid conseguiram bater os Celtics nos playoffs depois de perder três vezes antes. Agora eles encaram os Knicks na segunda rodada, e aí sim a coisa fica séria.

    Draymond fechou com chave de ouro: “Se a Filadélfia perder essa série, ninguém vai falar no verão ‘ah, mas o Joel teve um jogo histórico na primeira rodada’. A conversa vai ser ‘Joel Embiid não consegue ganhar de novo, Sixers precisam desmanchar o time’.”

    Duro, mas real. O que vocês acham — o veterão foi muito cruel ou só falou a verdade?

  • Brunson mete 35 pontos e os Knicks massacram os 76ers no Jogo 1

    Brunson mete 35 pontos e os Knicks massacram os 76ers no Jogo 1

    Cara, eu sabia que os Knicks estavam jogando bem, mas 137 a 98? Isso não é vitória, é massacre mesmo.

    Jalen Brunson simplesmente resolveu jogar videogame na vida real ontem à noite. O cara fez 27 pontos só no primeiro tempo, acertando 10 de 14 arremessos. Vinte e sete pontos. No primeiro tempo. E o mais absurdo? Parecia que ele tava jogando contra crianças, tamanha facilidade.

    Quando você sabe que o jogo acabou cedo

    Sabe quando você percebe que não tem mais jogo? Quando Joel Embiid e Tyrese Maxey saem de quadra faltando mais de 6 minutos pro terceiro quarto acabar e o técnico Nick Nurse nem se dá o trabalho de colocá-los de volta. Foi exatamente isso que aconteceu.

    Os 76ers pareciam uma galera que tinha virado a madrugada jogando Game 7 — completamente sem gás. Embiid começou errando tudo (1 de 6), Maxey também não conseguia acertar nada (1 de 4). Se não fosse o Paul George salvando a pátria com algumas bolas de 3, o massacre teria sido ainda pior.

    E olha que já estava feio: 74 a 51 no intervalo. Madison Square Garden em êxtase total. Tão tranquilo que até deu tempo pro Josh Hart desamarrar o tênis do Jimmy Fallon na beirada da quadra. Imagina o nível de domínio…

    Knicks em modo destruição total

    Essa vitória faz parte de uma sequência absurda dos Knicks. Três jogos seguidos ganhando por pelo menos 29 pontos de diferença! Nas últimas duas partidas, o time acertou 61% dos arremessos e 44% das bolas de 3. Sinceramente, com números assim qualquer um vira o Dream Team.

    OG Anunoby teve uma noite perfeita: 18 pontos acertando 7 de 8 arremessos. Karl-Anthony Towns distribuiu 5 assistências além dos 17 pontos dele. Mikal Bridges também meteu 17. Era tipo aqueles dias no NBA 2K quando você simplesmente não consegue errar.

    Do lado de Philly, só o Paul George apareceu pra jogo — 17 pontos em apenas 26 minutos (porque nem precisou ficar mais tempo). Embiid fez só 14 pontos errando quase tudo (3 de 11), e Maxey também não conseguiu embalar (13 pontos, 3 de 9).

    Vocês acham que os 76ers conseguem se recuperar pro Jogo 2? Porque se os Knicks mantiverem esse nível de acerto, vai ser complicado…

  • Brunson mete 35 e Knicks atropelam 76ers no MSG: que show!

    Brunson mete 35 e Knicks atropelam 76ers no MSG: que show!

    Cara, eu sabia que ia ser jogaço quando vi o Madison Square Garden em polvorosa ontem à noite, mas o que o Jalen Brunson fez com os 76ers foi simplesmente absurdo. O cara meteu 35 pontos em apenas 31 minutos e ainda assistiu o quarto período do banco — isso que é dominar!

    Os Knicks golearam por 137-98 no primeiro jogo da série, e olha, não foi nem perto de ser competitivo. Foi a quarta vitória seguida nos playoffs por mais de 16 pontos. Quatro seguidas! Esse time tá jogando um basquete de outro mundo.

    Brunson virou o dono do MSG

    O pivô da noite foi mesmo o Brunson. O cara começou metendo 14 dos primeiros 21 pontos dos Knicks, acertando 6 de 7 arremessos. No intervalo já tinha 27 pontos com 10/14 do campo — e ainda fechou o primeiro tempo marcando os últimos 11 pontos do time, incluindo uma bomba de 3 no apito.

    Sinceramente, foi lembrando daqueles playoffs de 2024 quando ele meteu três jogos seguidos de 40+ contra esses mesmos 76ers. Só que dessa vez ele nem precisou se esforçar tanto — terminou com 12/18 do campo, 3/6 de três e 8/8 nos lances livres. Clínica pura.

    Time todo jogando junto

    Mas não foi só show individual não. Os Knicks como equipe foram um rolo compressor: 64% de aproveitamento geral e uns surreais 54% do perímetro (19/35). Karl-Anthony Towns, mesmo com problema de faltas cedo, fez 17 pontos em apenas 20 minutos. OG Anunoby acertou 7 de 8 arremessos pra 18 pontos. Mikal Bridges contribuiu com 17 também.

    Do outro lado, o Joel Embiid até tentou no primeiro quarto — conseguiu tirar o Towns de quadra cedo com duas faltas bobas. Mas cara, deu pra perceber que o cara tá cansado. Quinta partida seguida depois daquela apendicite, e mostrou no corpo: só 3/11 do campo, 14 pontos totais.

    Os 76ers como um todo pareciam um time que tava correndo no vapor. Vindo daquela série épica contra os Celtics (ganharam de 3-1 no sábado), deu pra ver que não tinham mais gás. 41% de aproveitamento e ainda por cima perderam no rebote por 39-28.

    E aí, vocês acham que Philadelphia consegue se recompor pro jogo 2? Porque se os Knicks continuarem nesse nível, vai ser passeio mesmo no playoffs.

  • Edwards volta mais cedo que esperado e vai enfrentar Wemby nos playoffs

    Edwards volta mais cedo que esperado e vai enfrentar Wemby nos playoffs

    Cara, que reviravolta! Anthony Edwards foi liberado para jogar o Jogo 1 da semifinal do Oeste contra os Spurs, apenas 10 dias depois de hyperestender o joelho esquerdo. Sinceramente? Eu não esperava isso.

    O moleque estava previsto para perder pelo menos os dois primeiros jogos em San Antonio, mas conseguiu acelerar a reabilitação de forma impressionante. Chris Finch, técnico dos Wolves, confirmou a notícia 90 minutos antes do jogo: “Ele vai jogar”.

    Volta relâmpago surpreende

    Edwards machucou o joelho no Jogo 4 contra o Denver – além da hiperextensão, teve também uma contusão óssea. Na minha visão, foi um susto danado porque a gente sabe como essas lesões de joelho podem ser complicadas.

    O técnico disse que o Ant-Man vai ter restrição de minutos, mas não confirmou se começa como titular ou sai do banco. “Obviamente vamos ver como ele está se movendo e que porcentagem dele mesmo ele parece”, explicou Finch.

    A evolução foi absurda: sábado foi liberado para atividades em equipe, domingo virou “questionável” no injury report, participou do shootaround pela manhã e foi liberado após os aquecimentos pré-jogo.

    Duelo de gigantes: Edwards vs Wembanyama

    E agora vem o que todo mundo quer ver – Edwards contra Victor Wembanyama nos playoffs. O francesinho foi eleito Defensor do Ano em abril e teve números monstruosos contra os Wolves na temporada regular: 34 pontos e 8 rebotes de média em dois jogos, incluindo 39 pontos na vitória por 126-123 em janeiro.

    Edwards não fica atrás: fez média de 36.7 pontos contra os Spurs nesta temporada. Mitch Johnson, técnico de San Antonio, estava se preparando para enfrentar Edwards mesmo com o status duvidoso: “Um jogador desse nível tira muito do pensamento porque você sabe que só tem um punhado de jogadores nesse nível na liga”.

    Os Wolves perderam Donte DiVincenzo no mesmo Jogo 4 (ruptura do Aquiles direito), mas conseguiram eliminar o Denver ganhando os dois jogos seguintes. Finch disse que essa conquista motivou ainda mais Edwards na recuperação.

    Vocês acham que o Edwards vai conseguir render 100% logo no primeiro jogo de volta? Vai ser jogaço, especialmente com essa rivalidade nova entre ele e o Wemby se formando.

  • Lakers conseguem incomodar o Thunder? Os playoffs estão pegando fogo!

    Lakers conseguem incomodar o Thunder? Os playoffs estão pegando fogo!

    Cara, que primeira rodada foi essa? Sinceramente, eu não esperava ver Orlando Magic e Toronto Raptors forçando sete jogos contra Detroit Pistons e Cleveland Cavaliers. E o que dizer dos Lakers passando de rolo por Houston sem o Luka Dončić e quase sem o Austin Reaves? Absurdo!

    Mas a coisa mais louca mesmo foi ver o Philadelphia 76ers virar uma série de 3-1 contra o Boston Celtics, que era cabeça de chave 2. Monstro demais essa virada! Enquanto isso, no Oeste, Thunder e Spurs não deram nem chance pros adversários.

    Agora é que a coisa fica séria

    A segunda rodada tá aí e, olha, as matchups estão de dar água na boca. No Leste, temos Sixers x Knicks (que promete pancadaria) e Pistons x Cavaliers. Já no Oeste, a pergunta que não quer calar: os Lakers conseguem incomodar o atual campeão Thunder? E ainda tem Spurs contra Timberwolves.

    Thunder x Lakers: Dá pra sonhar?

    Vou ser honesto com vocês: os Lakers passaram por Houston que tava sem identidade ofensiva nenhuma, ainda mais sem o Kevin Durant machucado. O JJ Redick fez um trabalho incrível preparando o time, e o pessoal em volta do LeBron James jogou com uma energia absurda.

    Mas Thunder não é Rockets, né galera? Com Dončić fora pelo menos no começo da série, já era difícil, agora então… Como que Luke Kennard, Marcus Smart e Rui Hachimura vão dar conta dessa defesa monstruosa de OKC?

    Na minha visão, tudo vai girar em torno do Austin Reaves. Se ele conseguir jogar no nível que a gente conhece (aqueles dois jogos na primeira rodada ele tava claramente enferrujado), aí sim dá pra sonhar. Mas enfrentar o Thunder sem estudar direito é como fazer prova sem ter aberto o livro — você torce pra acertar no chute.

    Timberwolves sem Ant é dose

    Do outro lado, Minnesota tem um problemão gigante. Anthony Edwards tá tentando jogar com o joelho todo zoado, e cara, como que você vai fazer ponto contra uma defesa que tem Victor Wembanyama? O francês tá em todo lugar da quadra!

    Ayo Dosunmu até que se virou bem na primeira rodada, mas agora vai pegar uma defesa muito mais sólida. E aí, Wolves, qual vai ser a solução? Porque contar só com o McDaniels pra criar não vai dar não.

    Vocês acham que alguma dessas séries vai pra sete jogos? Eu tô achando que Thunder e Spurs passam mais fácil, mas nunca se sabe nos playoffs, né? O que vocês tão esperando dessa segunda rodada?

  • Jaylen Brown detona arbitragem e acusa Embiid de cavar faltas

    Jaylen Brown detona arbitragem e acusa Embiid de cavar faltas

    Cara, o Jaylen Brown não engoliu mesmo essa eliminação pros 76ers. Menos de 24 horas depois daquele Game 7 devastador, o cara foi direto pro Twitch desabafar — e olha, não poupou ninguém.

    Vamos aos fatos: Boston tinha 3×1 na série, parecia moleza, e aí o Joel Embiid volta da cirurgia de apendicite e simplesmente vira o jogo. 28,6 pontos por partida nos três jogos finais. Absurdo.

    Brown reconhece o monstro, mas…

    “Mesmo estando 3×1, quando o Joel Embiid voltou, virou problema”, admitiu Brown. E olha que sinceridade — o cara confessou que tinha subestimado o pivô antes da série. Até disse publicamente que o Philadelphia jogava melhor sem o Embiid. Imagina a motivação que deu pro cara…

    “Dou crédito pra ele”, disse Brown. “Ele apareceu e fez a diferença na série, sem dúvida.”

    Mas aí que vem o tempero: Brown não parou por aí e meteu o pau nas simulações do Embiid. “Ainda acho que ele simulou demais. Simulação e exagerar contato são coisas diferentes. É tipo quando mal encostam em você e você vende a jogada como se tivesse levado um tiro.”

    E mandou aquela que virou meme: “Podem discutir com a vó de vocês, mas as simulações estão arruinando nosso jogo”.

    A teoria da conspiração da arbitragem

    Mas o que mais chamou atenção foi Brown acusar os árbitros de terem uma “agenda” contra ele. Na real, Boston terminou em ÚLTIMO lugar em tentativas de lance livre na temporada regular. Último, cara. Entre 16 times dos playoffs, ficaram em 14º.

    “Todo jogador simula. Então por que estão me perseguindo?”, questionou Brown. “Eles claramente tinham uma agenda. Talvez porque eu critiquei os árbitros na temporada regular. Aí responderam: ‘Você vai liderar os playoffs em faltas ofensivas.’”

    E a bomba: “Já falei com alguns árbitros, e eles disseram que era uma agenda entrando em cada jogo. ‘Sempre que o Jaylen levantar o braço, só pela reputação, marca a falta.’”

    Olha, eu entendo a frustração do cara. Sair de uma situação 3×1 pra eliminação na primeira rodada deve doer pra caramba, ainda mais sendo campeão em 2024. Vocês acham que ele tem razão sobre essa perseguição dos árbitros ou é só desabafo de quem perdeu no momento quente?

    Uma coisa é certa: essa polêmica vai render muito papo na offseason.

  • Rockets acham que Reed Sheppard pode ser o próximo Steve Nash

    Rockets acham que Reed Sheppard pode ser o próximo Steve Nash

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando ouvi que o pessoal lá de Houston tá comparando o Reed Sheppard com o Steve Nash, quase cuspi o café. Mas depois pensei melhor e… cara, talvez eles saibam de alguma coisa que a gente não viu ainda.

    O garoto foi a 3ª escolha do draft de 2024 e teve uns playoffs bem inconsistentes contra os Lakers na primeira rodada. Sabe como é — nos quatro jogos que perderam, ele acertou só 16 de 64 arremessos. Mas nas duas vitórias? 11 de 24. É essa montanha-russa que deixa todo mundo doido.

    A comparação que divide opiniões

    Um scout de time rival foi direto ao ponto quando perguntaram sobre essa história de Nash: “Mais pra Steve Kerr”, disse ele, imaginando o Sheppard como um reserva de tamanho limitado. Ou seja, bateu forte.

    Mas o pessoal dos Rockets não tá nem aí pra crítica. “Ele mostra uma grandeza que você não consegue ensinar”, falou uma fonte interna pra ESPN. “Do Steve Nash ao Steph Curry, nenhum desses armadores pequenos jogou bem nos primeiros anos. A gente ainda acredita muito no Reed.”

    E eu fico pensando… será que é loucura ou visão de futuro? Porque, convenhamos, o Nash também não era exatamente um fenômeno defensivo no começo da carreira.

    Playoffs que mostraram os dois lados da moeda

    A defesa fraca dele no Jogo 1 rendeu só 11 minutos no Jogo 2 — técnico não perdoa mesmo. No Jogo 3, fez uma perda de bola que ajudou no colapso do time, mas também teve seu momento de glória no Jogo 5: um roubo de bola no LeBron que ajudou a selar a vitória fora de casa. Como é que explica isso?

    O último jogo foi cruel: 4 de 19 nos arremessos, incluindo 1 de 10 do perímetro. Números que fazem qualquer torcedor sofrer.

    Aqui que fica interessante: os Rockets pegaram o Sheppard uma posição antes do Stephon Castle, que tá fazendo a festa no Spurs e já foi Rookie of the Year em 2025-26. Imaginem a pressão interna quando veem o garoto que “deixaram passar” brilhando do lado.

    Vocês acham que Houston tem razão em manter a fé, ou é otimismo demais? Porque uma coisa eu sei: apostar em jovem talento na NBA é sempre um risco calculado — às vezes dá Steve Nash, às vezes dá… bem, nem todo mundo vira lenda.