Tag: playoffs NBA

  • Tim Connelly admite: Wolves precisam dar o próximo passo

    Tim Connelly admite: Wolves precisam dar o próximo passo

    Olha só, mais uma temporada dos Timberwolves que termina com aquele gosto amargo na boca. E o Tim Connelly não está tentando passar pano pra ninguém — o homem foi direto ao ponto: “Nós temos que dar o próximo passo”.

    Cara, é a terceira temporada consecutiva que Minnesota toma uma surra no último jogo da temporada. Terceira! Em 2024 foi o Dallas que passou por cima, ano passado foi o Thunder que literalmente destruiu os Wolves a caminho do título, e agora? Os Spurs mandaram todo mundo pra casa mais cedo ainda.

    A realidade doeu, mas Connelly não fugiu dela

    “Nosso objetivo no início da temporada era ser um time com vantagem de quadra nos playoffs. Não fomos”, disse Connelly numa coletiva que deve ter sido bem desconfortável. “Nosso objetivo era ir mais longe que no ano passado. Não fomos. Essas coisas meio que exigem ação.”

    E vocês sabem o que mais me incomoda? Os Wolves terminaram em sexto no Oeste DE NOVO. Mesma posição, mesmo resultado decepcionante. Connelly foi bem claro: “Temos muito mais coisa boa do que ruim, mas sabemos que não somos bons o suficiente agora.”

    Na minha opinião, essa honestidade é refrescante. Quantas vezes a gente vê dirigente tentando pintar situação ruim como se fosse sucesso?

    Thunder e Spurs viraram o pesadelo dos Wolves

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio deprimente pros fãs de Minnesota. Os dois últimos times que eliminaram os Wolves (Spurs e Thunder) estão agora se enfrentando na final do Oeste. É como se fosse um lembrete constante: “Olha só quem tá brigando pelo título enquanto vocês estão em casa.”

    “Levamos surra do Oklahoma City ano passado, levamos surra do San Antonio agora”, Connelly não poupou palavras. “Sabemos que nossa competição não vai ficar parada, e nós também não vamos.”

    Mas o cara foi esperto numa coisa: disse que não dá pra focar só em como bater os Spurs ou Thunder especificamente. Faz sentido, né? Se você monta o time pensando só num adversário, pode se dar mal contra todo mundo.

    A filosofia é simples: empilhar talento

    “Se você tem jogadores bons o suficiente, e nós temos um grande em Anthony [Edwards], você vai ser um bom time”, explicou Connelly. E olha, eu concordo completamente com essa visão.

    O negócio é que ter Anthony Edwards como sua estrela principal é uma base sólida pra construir qualquer coisa. O garoto é um monstro, mas precisa de ajuda — e ajuda de verdade, não esses coadjuvantes que aparecem um jogo e somem no próximo.

    Connelly fechou com uma frase que eu achei massa: “Prefiro ser demitido por tentar do que ficar aqui só pensando em sobrevivência no emprego.” Cara com essa mentalidade que você quer dirigindo seu time, sinceramente.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue dar esse salto na próxima temporada? Porque do jeito que Thunder e Spurs estão voando, não dá pra ficar no “quase” pra sempre…

  • Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Gente, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam mortos e enterrados — 22 pontos atrás no último quarto contra o Cleveland — e simplesmente ressuscitaram pra vencer por 115-104 na prorrogação. Foi uma das maiores viradas que eu já vi nos playoffs.

    O Jalen Brunson foi simplesmente monstruoso. 38 pontos no total, sendo que nos momentos mais tensos ele tomou as rédeas do time e liderou uma sequência absurda de 18-1 no quarto período. Cara empatou o jogo faltando 19 segundos. Dezenove segundos! E depois na prorrogação? Os Knicks abriram com 9-0. Cleveland nem viu a cor da bola.

    A mentalidade que fez a diferença

    Depois do jogo, Brunson falou uma coisa que me marcou: “Continue lutando. Continue roendo aos poucos. Não vamos recuperar tudo em uma posse só.” Essa mentalidade é exatamente o que separa os grandes dos medianos. E olha, eu sempre desconfiei um pouco do Brunson quando ele saiu de Dallas, mas o cara tá me provando que tem sangue de líder.

    O time todo contribuiu — Mikal Bridges com 18, Josh Hart, KAT e OG Anunoby com 13 cada. Mas foi a defesa que mudou o jogo. Como o próprio Towns disse depois: “Nossa defesa sempre foi especial nesses playoffs e foi ela que apareceu no quarto período e na prorrogação.”

    Cleveland sentiu o peso da pressão

    Do lado dos Cavaliers, dá até pena. Donovan Mitchell fez 29 pontos, jogou bem, mas não conseguiu segurar a onda. E o James Harden? Rapaz, 15 pontos com seis turnovers. Mais erros que cestas convertidas! Em jogo de playoffs das finais de conferência, isso não pode acontecer mesmo.

    Mitchell resumiu bem o sentimento: “Isso não pode acontecer. Mas aconteceu.” Sinceramente, acho que o Cleveland vai sentir essa no jogo 2. Quando você tem 99.9% de chance de vitória (foi isso mesmo que mostraram as estatísticas) e perde assim, o baque psicológico é pesado.

    Vocês sabiam que essa foi a segunda maior virada de playoffs dos últimos 30 anos? Só perdeu pro Clippers que virou de 24 pontos contra o Memphis em 2012. Coisa de maluco mesmo.

    Agora é quinta-feira, jogo 2, e os Knicks são favoritos por 6.5 pontos. Com odds de -425, eles têm 81% de chance de chegar na primeira final desde 1999. E aí, acham que Cleveland consegue reagir ou os Knicks vão confirmar que essa virada não foi sorte?

  • A noite que Wembanyama virou o melhor do mundo

    A noite que Wembanyama virou o melhor do mundo

    Cara, eu sempre soube que esse momento ia chegar. Mas não esperava que fosse TÃO cedo na carreira do Wemby. Ontem à noite, contra o Thunder no Jogo 1 das finais de conferência, o francês simplesmente transcendeu — e não é exagero não.

    41 pontos, 24 rebotes e 3 tocos em 49 minutos de quadra. Em duas prorrogações. No primeiro playoff da carreira dele.

    Mano, essas números parecem bug de videogame. Só outros dois caras na história fizeram 40/20/3 nas finais de conferência ou depois: Shaquille O’Neal e Kareem Abdul-Jabbar. Se você botar os números exatos do Wemby, só o Wilt aparece junto com ele nos livros de história.

    O que deixa o francês diferente de todo mundo

    Eu sempre me perguntei como deve ter sido assistir o Wilt no auge dele. Um cara maior, mais atlético E mais habilidoso que todo mundo ao mesmo tempo. É exatamente isso que sinto vendo o Wemby agora — é quase impossível processar o que você tá vendo.

    Olha só esse dado que me deixou de queixo caído: com 22,2 pontos, 11,9 rebotes e 4,0 tocos por jogo nos playoffs, o Wemby seria apenas o sétimo jogador DA HISTÓRIA a fazer 20/10/4 numa pós-temporada. A lista? Hakeem, Tim Duncan, David Robinson, Elvin Hayes, Kareem e Robert Parrish.

    Boa companhia, né? Mas aí vem a parte mais absurda: esses seis lendários combinados fizeram TRÊS cestas de três pontos nessas campanhas históricas. O Wembanyama? Já meteu 15 bolas de três nestes playoffs. Quinze!

    É isso que separa ele de todos os grandes pivôs da história. Wilt, Russell, Shaq, Hakeem, Duncan — todos eram máquinas imparáveis no garrafão (como o Wemby também é). Mas nenhum tinha nem perto do alcance ofensivo que esse moleque tem.

    O arremesso que calou todo mundo

    Sinceramente, quando vi um cara de 2,24m puxando uma bomba do meio da quadra com o time perdendo por três e menos de 30 segundos no relógio… Brother, eu não acreditei.

    Primeira pós-temporada da carreira, finais de conferência, prorrogação, pressão máxima. E o moleque simplesmente decidiu: “Vou resolver isso aqui.” E resolveu mesmo.

    Isso me lembra muito a mentalidade do Kobe — aquela confiança psicopata que só os verdadeiros assassinos têm. Com 22 anos, cara! Quando eu tinha 22 anos, eu ficava nervoso pra pedir aumento no trampo.

    E olha, o Wemby não é só talentoso não. O cara tem aquela veia competitiva que separa os bons dos grandes. Você vê como ele provoca o Chet Holmgren, como ele mesmo assumiu que deveria ter ganhado o MVP… Não é arrogância boba, é convicção mesmo.

    Vocês acham que ele consegue sustentar esse nível até o fim dos playoffs? Porque se conseguir, vamos ter que reescrever os livros de história do basquete.

  • Wemby teve uma noite LENDÁRIA e aquela pose foi épica demais

    Wemby teve uma noite LENDÁRIA e aquela pose foi épica demais

    Cara, eu ainda tô processando o que o Victor Wembanyama fez ontem à noite. 41 pontos, 24 rebotes e 3 tocos numa vitória por 122-115 em dupla prorrogação sobre o Thunder no Jogo 1 das finais do Oeste. Mano, isso é coisa de videogame.

    O francesão simplesmente decidiu que era a noite dele e pronto. E aquela cena no final? Wemby tocando a bola do Jalen Williams, impedindo que o Thunder diminuísse a vantagem dos Spurs, e depois ficando parado ali na frente do banco posando como se fosse uma estátua. Arrepio total.

    O arremesso que parou o mundo

    Olha, teve vários momentos absurdos na partida, mas aquela bola de três que ele acertou lá da linha do Stephen Curry pra empatar em 108 na primeira prorrogação foi de outro planeta. Distância Curry mesmo — daquela que você pensa “não vai entrar nem se ele fizer mil vezes”. Mas entrou. E como entrou.

    Sinceramente, eu não sabia o que era mais impressionante: se era essa enterrada mental de três ou se era o toco que selou a vitória. No final das contas, foi aquela pose depois do toco que virou meme em 5 segundos. O cara ficou ali parado, recebendo o carinho dos companheiros, sabendo que tinha acabado de entregar uma performance histórica.

    Thunder tentou de tudo mas não rolou

    O Oklahoma até tentou várias estratégias pra parar o monstro. Colocaram o Alex Caruso — que aliás fez 31 pontos, um jogaço — em cima do Wemby em algumas possessões. Do outro lado, tentaram tirar o francês da área a todo custo na defesa. Resultado? O Shai Gilgeous-Alexander sofreu demais, acertando apenas 7 de 23 arremessos.

    E nos minutos finais da segunda prorrogação, quando a coisa apertou mesmo, foi lá que o Wembanyama mostrou que tá num nível diferente. Dominou o garrafão, fez as jogadas decisivas e ainda teve tempo pra aquela pose cinematográfica.

    Vocês acham que essa série vai ser mais fácil pros Spurs do que a gente imaginava? Porque se o Wemby continuar jogando nesse nível, vai ser complicado pra qualquer time parar ele. Uma coisa é certa: San Antonio não poderia ter sonhado com um começo melhor que esse.

  • Caruso meteu 31 pontos mas não foi suficiente pro Thunder

    Caruso meteu 31 pontos mas não foi suficiente pro Thunder

    Gente, que noite maluca foi essa! Alex Caruso simplesmente resolveu virar o Michael Jordan e quase — QUASE — roubou o jogo 1 da final do Oeste pro Thunder. 31 pontos, 8 bolas de três. Oito! E ainda por cima ficou colado no Wembanyama a noite toda. Cara pequeno fazendo coisa de gigante.

    O show de Caruso (que ninguém esperava)

    Sinceramente? Eu não esperava isso do Caruso. O cara fez zero — ZERO — jogos de 20+ pontos na temporada regular. Aí chega nos playoffs e mete 31. É por isso que eu amo essa liga, véi.

    E olha que não foi fácil não. O Shai, que é o MVP da liga, ficou meio perdido com a defesa dos Spurs. Quando o seu principal cestinha tá tendo dificuldade, alguém tem que aparecer. E quem apareceu foi justamente o Caruso — aquele cara que todo mundo conhece pela defesa absurda e agora tá metendo bomba de três de 8 metros.

    “Eu só estava tentando fazer qualquer jogada que aparecesse na minha frente para ganhar o jogo”, disse o Caruso depois. Mano, que humildade. O cara quase carregou o Thunder nas costas e fala como se fosse só mais um dia normal no escritório.

    David vs Golias (literalmente)

    A parte mais louca? Caruso defendendo o Wembanyama. Imaginem a cena: 1,96m vs 2,24m. É tipo eu tentando marcar o Nenê do Vasco (risos). Mas o maluco não desistiu nem um segundo. Ficou colado, incomodando, fazendo aquela zona que só ele sabe fazer.

    E funcionou! Wemby fez 41 pontos e 24 rebotes — números absurdos — mas teve que suar pra caramba. Inclusive foi ele quem salvou os Spurs no primeiro overtime com uma bomba impossível de três pontos. Se não fosse por isso, estaríamos falando de como o Caruso roubou o jogo 1.

    O técnico Mark Daigneault resumiu bem: “Ele é um competidor incrível. Os arremessos dele nos mantiveram vivos enquanto tentávamos encontrar nosso ritmo no ataque.” Tradução: o cara salvou nossa pele quando todo mundo tava perdido.

    E aí, galera? Vocês acham que o Thunder consegue ajustar e levar essa série? Porque se o Caruso conseguir manter esse nível e o Shai voltar ao normal, vai dar briga boa contra esses Spurs do Wembanyama. Playoffs é isso aí — qualquer um pode virar herói de uma hora pra outra.

  • SGA desaparece e Thunder perde pro Spurs em jogo épico de 2 prorrogações

    SGA desaparece e Thunder perde pro Spurs em jogo épico de 2 prorrogações

    Cara, que jogo foi esse? Thunder e Spurs entregaram um espetáculo absurdo no Jogo 1 das finais da Conferência Oeste, mas quem sorriu no final foram os texanos, que levaram a melhor por 122 a 115 numa batalha de duas prorrogações. E olha, eu não esperava ver o Oklahoma City passar por isso depois de dominar completamente os playoffs até aqui.

    O problema é que o San Antonio parece ter mesmo a receita contra o Thunder. Durante a temporada regular, os Spurs venceram 4 dos 5 jogos entre as equipes. Coincidência? Eu acho que não.

    SGA sumiu no dia que ganhou o MVP

    A ironia foi cruel demais. No mesmo dia que Shai Gilgeous-Alexander foi anunciado como MVP pela segunda vez consecutiva, o cara simplesmente não conseguiu jogar. Os Spurs vieram com um plano simples mas eficiente: transformar a vida do SGA num inferno e forçar ele a tocar a bola.

    E funcionou, meu amigo. SGA terminou com 24 pontos, mas precisou de 23 arremessos pra isso — converteu apenas 7. Doze assistências mostram que ele distribuiu bem quando pressionado, mas as quatro bolas perdidas doeram. Quando você é o MVP da liga, precisa impor sua vontade nos momentos decisivos, e isso não aconteceu.

    O banco não apareceu quando mais precisava

    Com Jalen Williams voltando de lesão, todo mundo esperava que Ajay Mitchell continuasse mandando bem saindo do banco. O cara foi o segundo maior pontuador do Thunder nos playoffs, com média de 18.8 pontos como titular. Mas ontem? Quatro pontos miseráveis em 34 minutos.

    Mitchell tentou apenas cinco arremessos no jogo todo — um deles de três pontos, que não entrou. Olha, quando o SGA está sendo marcado por dois ou três caras, alguém precisa punir essa estratégia ousada dos Spurs. E não foi o que aconteceu.

    Chet Holmgren também passou em branco na maior parte do tempo. O pivô só foi tentar seu primeiro arremesso no final do primeiro tempo! Terminou com apenas sete tentativas, acertando duas bolas de três mas errando tudo de dentro do garrafão.

    E agora? Como o Thunder responde?

    Não posso negar que Holmgren salvou o Thunder no tempo regulamentar com aquela cortada épica no Wembanyama nos segundos finais. Mas imagina se ele tivesse sido mais agressivo no ataque desde o começo? Os Spurs colocavam jogadores menores nele constantemente, e mesmo assim ele não procurou a cesta.

    Vocês acham que o Thunder vai conseguir se recuperar no Jogo 2? Porque uma coisa eu sei: campeão de verdade se define não por como ganha, mas por como responde às derrotas. E essa foi uma pancada forte na boca.

    O Jogo 2 é na quarta-feira, em casa mesmo. Se o OKC não conseguir equilibrar a série em Oklahoma City, a situação pode ficar bem complicada. SGA precisa voltar a ser o monstro que conhecemos, e o resto do time precisa aparecer pra ajudar. Simples assim.

  • Caruso jogando como um MONSTRO contra os Spurs nos playoffs

    Caruso jogando como um MONSTRO contra os Spurs nos playoffs

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: não esperava que Alex Caruso ia virar o protagonista absoluto no primeiro jogo da série entre Thunder e Spurs. Mas é exatamente isso que aconteceu ontem à noite, e os fãs tão completamente malucos com a performance dele.

    O Thunder começou meio devagar — coisa rara pra eles — e os Spurs abriram 9 pontos de vantagem logo de cara. Aí que entra o Caruso no jogo e, cara, simplesmente resolveu pegar fogo.

    A defesa no Wembanyama que ninguém esperava

    O mais impressionante não foram nem os 22 pontos que ele fez (que já é absurdo), mas sim como marcou o Victor Wembanyama. Gente, o garoto francês tem 2,24m de altura e Caruso tem 1,96m. Na matemática não deveria funcionar, mas funcionou.

    A marcação física dele no Wemby foi de outro mundo. Claro, os números na estatística não mostram isso, mas quem assistiu sabe que ele incomodou MUITO o fenômeno dos Spurs. E ainda por cima acertou 6 bolas de três em 10 tentativas. Seis! Em dez! Isso é quase 60% de aproveitamento do perímetro.

    Fãs comparando com Michael Jordan

    Os comentários nas redes sociais tão hilários demais. Teve torcedor dos Spurs falando: “Nós tamo fazendo o Caruso parecer o Jordan, que diabos”. E olha que eles não tão mentindo não. O cara tava absolutamente inconsciente na primeira parte do jogo.

    Um fã chegou a falar que ele é o “Robert Horry 2.0”, e sinceramente? Faz sentido. Caruso tem essa pegada mesmo de aparecer nos momentos decisivos. Não é à toa que ele já tem dois anéis na carreira — um com os Lakers e agora buscando outro com o Thunder.

    Na minha opinião, eles deveriam deixar o Caruso marcando o Wembanyama a série inteira. Vocês acham que ele consegue sustentar esse nível de jogo nos próximos jogos? Porque se conseguir, essa série pode ser bem mais equilibrada do que todo mundo imaginava.

    O ruim é que mesmo com essa performance monstruosa do Caruso, o Thunder ainda tava perdendo por cinco pontos no último quarto. Mas com um jogador nesse estado de graça, qualquer coisa pode acontecer.

  • Knicks favoritos como nunca: odds históricos para chegar à final da NBA

    Knicks favoritos como nunca: odds históricos para chegar à final da NBA

    Cara, eu tô tremendo de expectativa aqui. Os Knicks estão nas finais da Conferência Leste pela segunda vez consecutiva e as casas de apostas estão praticamente entregando a vaga para eles. Favoritos com -270 de odds — isso significa 73% de probabilidade implícita de classificação.

    Pra vocês terem uma ideia do quanto isso é absurdo: desde 1988 que o time de Nova York não era favorito assim numa final de conferência. 1988, gente! Eu nem tinha nascido quando isso aconteceu pela última vez.

    Vantagem de descanso que é de outro planeta

    E olha, não é só o elenco monstro que eles têm. Os Cavaliers vêm de um jogo 7 durissimo contra o Detroit no domingo, e agora vão ter que entrar em quadra em menos de 48 horas. Enquanto isso, os Knicks tão descansadinhos desde 10 de maio — quando meteram 144 pontos no Philadelphia e fecharam a série em 4 jogos.

    Sério, que vantagem injusta é essa? Cleveland mal teve tempo de respirar e já tem que enfrentar o Madison Square Garden pegando fogo na terça.

    Sequência histórica dos Knicks

    A situação fica ainda mais impressionante quando você para pra analisar a fase do time. Sete vitórias consecutivas nos playoffs, com uma margem média de 26 pontos por jogo. Vinte e seis pontos! Isso depois de estar perdendo por 2-1 para o Atlanta na primeira rodada.

    Na minha visão, esse time encontrou algo especial depois daquele susto inicial. E agora tá jogando um basquete que eu, sinceramente, não lembro de ver há anos em Nova York. A confiança tá lá em cima, o ataque tá fluindo e a defesa… meu Deus, a defesa tá sufocante.

    Para o primeiro jogo, os Knicks são favoritos por 7.5 pontos em casa. Vocês acham que Cleveland consegue pelo menos manter o jogo competitivo? Porque eu tô achando que vai ser mais uma goleada histórica no Garden.

    Olha, eu não quero zicar, mas se os Knicks chegarem mesmo na final da NBA (a primeira desde 1999), vai ser uma das histórias mais incríveis desta década. Nova York merece, a torcida merece, e esse time parece que tá destinado a fazer história.

  • Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente soltou uma bomba que tá dividindo a galera da NBA. Quando perguntaram se o Jarrett Allen no jogo 7 era melhor que o famoso “Game 6 Klay”, o cara nem piscou: “Game 7 JA, né mano. Ele tá 2 por 2!”

    E olha, não vou mentir — o argumento faz sentido.

    O fenômeno “Game 6 Klay” vs “Game 7 JA”

    Todo mundo conhece a lenda do Klay Thompson no jogo 6 contra o Thunder em 2016. O maluco meteu 41 pontos e cravou 11 bolas de três (recorde na época) pra salvar os Warriors da eliminação. Foi épico, absurdo, um daqueles momentos que a gente nunca esquece.

    Mas o Allen? O cara tá construindo sua própria lenda nos jogos 7. Contra o Detroit agora: 23 pontos, 7 rebotes. Contra o Toronto na primeira rodada: 22 pontos, 19 rebotes. Sabe quantos caras conseguiram fazer 22 pontos e 19 rebotes num jogo 7 desde 1996? Seis. SEIS! Allen tá dividindo essa lista com monstros como Jokić, Giannis, Kevin Garnett, Dirk e Mutombo.

    Por que Mitchell tem razão

    Sinceramente? Eu tô com o Mitchell nessa. O Klay foi sensacional naquele jogo 6, mas fazer isso DUAS VEZES em jogos 7 — os mais tensos que existem — é de outro mundo. Game 7 não perdoa, mano. É tudo ou nada, e o Allen simplesmente aparece quando mais precisa.

    E o Cleveland tá voando! Depois de passar pelo Detroit de lavada (125-94), o time tá nas finais do Leste. Será que o “Game 7 JA” vai precisar aparecer de novo? Porque pelo jeito que as coisas andam, eu não duvidaria nada.

    Vocês acham que o Mitchell exagerou na comparação ou o Allen realmente merece esse hype todo? Uma coisa é certa: se rolar outro jogo 7 e ele entregar mais uma performance dessas, aí não vai ter discussão mesmo.

  • Tobias Harris flopou feio no Jogo 7 e Sixers fans estão rindo

    Tobias Harris flopou feio no Jogo 7 e Sixers fans estão rindo

    Cara, eu avisei. Eu AVISEI que o Tobias Harris ia dar uma dessa em momento decisivo, e olha só o que aconteceu no Jogo 7 dos Pistons. O cara simplesmente desapareceu quando Detroit mais precisava dele.

    No domingo à noite, numa derrota histórica de 31 pontos em casa pro Cleveland, Harris fez o que sempre fez nos momentos cruciais: NADA. Em 23 minutos de quadra, o homem conseguiu míseros 5 pontos e não acertou UM ÚNICO arremesso de quadra. Zero mesmo.

    Me lembrou demais do último jogo dele aqui na Filadélfia em 2024, quando fez zero pontos na eliminação pros Knicks. Sinceramente? Não fiquei nem um pouco surpreso.

    “Por que ainda pensam no Tobias?”

    Tem gente perguntando por aí: “Por que os fãs dos Sixers ainda ficam falando do Tobias Harris?” Ué, brother, é assim que funciona o esporte! Quando um cara decepciona sua torcida por anos e ainda sai falando mal da gente, óbvio que vamos torcer contra.

    E pior: a mídia nacional ainda tem a cara de pau de falar que a torcida de Philly foi “cruel” com ele. Cruel nada — a gente só queria que ele justificasse aquele contrato astronômico que a diretoria incompetente deu pra ele. Mas o homem nunca apareceu quando precisava.

    Agora ele tá em Detroit, time que ganhou 60 jogos na temporada regular, e… adivinha? Flopou no momento mais importante. Alguns padrões nunca mudam, né?

    Sixers entre as torcidas mais “chatas” da NBA

    Falando em torcida, saiu uma pesquisa anônima do The Athletic com jogadores da NBA, e adivinha quem ficou em segundo lugar como torcida mais “irritante”? Isso mesmo, a gente!

    Perdemos só pros Celtics (que pelo menos têm banners pra justificar a soberba) e ficamos à frente dos Knicks. Olha, eu entendo os jogadores. A torcida de Philly é intensa mesmo. Mas sabe por quê? Porque a gente tá cansado de promessas vazias e performances mediocres em playoffs.

    Todo mundo tá irritado aqui, e com razão. Quando você torce tanto e vê decepção atrás de decepção… é natural que a paciência acabe. Vocês acham que isso vai mudar algum dia?

    Nostalgia dos bons tempos

    Aproveitando o assunto, faz 25 anos que os Raptors venceram a gente por 101-89 forçando um Jogo 7 naquela série épica de 2001. O Iverson teve uma noite ruim (só 20 pontos, 25% nos arremessos), enquanto o Vince Carter meteu 39 pontos.

    Mas no final das contas, a gente levou aquela série — lembram do arremesso que o Carter errou no último segundo? E depois ainda eliminamos Milwaukee na final do Leste. Aquele time do AI tinha coração, diferente de certas pessoas que já passaram por aqui…

    Aliás, curiosidade: sabem quando foi a última vez que um Sixer que NÃO fosse o Embiid recebeu voto pra MVP? 2005! O próprio Iverson recebeu dois votos de primeiro lugar. Desde então, só o Joel aparece nas votações. Isso diz muito sobre onde a gente tá, não acham?