Tag: playoffs NBA

  • Mike Conley quer jogar sua 20ª temporada na NBA aos 38 anos

    Mike Conley quer jogar sua 20ª temporada na NBA aos 38 anos

    Cara, tem que admirar a paixão do Mike Conley pelo basquete. Aos 38 anos, o veterano armador dos Timberwolves anunciou que quer jogar sua 20ª temporada na NBA. Vinte temporadas, gente! Isso é praticamente uma vida inteira dedicada à bola laranja.

    A decisão veio depois da eliminação dolorosa dos Wolves nas semifinais do Oeste contra os Spurs. Mesmo com a derrota no jogo 6, Conley saiu convencido de que ainda tem gás no tanque. “Acho que consegui provar para mim mesmo que posso jogar um pouco mais”, disse o veterano.

    Os números que convenceram o veterano

    E olha, os números até que sustentam a confiança dele. Na série contra San Antonio, Conley teve médias modestas de 5.7 pontos e 2.8 assistências, mas o que impressiona mesmo é a eficiência: 56% nos arremessos de três! Em 21 tentativas na série, o cara simplesmente não errava.

    Durante toda a pós-temporada, foram 26 tentativas do perímetro com 50% de aproveitamento. Para um jogador de 38 anos que já rodou a liga toda, esses números mostram que ele ainda pode contribuir de forma inteligente.

    A montanha-russa da temporada 2025-26

    Sinceramente, a temporada do Conley foi uma loucura total. O cara foi trocado DUAS vezes no deadline! Primeiro saiu de Minnesota numa troca tripla que mandou ele pros Bulls, junto com Kevin Huerter indo pros Pistons. Depois Chicago rapidinho despejou ele pros Hornets junto com o Coby White em troca do Collin Sexton.

    Mas aqui vem a parte mais maluca: tanto Bulls quanto Hornets nunca quiseram ficar com ele de verdade. Charlotte cortou o Conley logo depois da troca, e aí que vem o plot twist – ele conseguiu voltar pros Wolves! Isso só rolou porque tecnicamente ele foi trocado duas vezes antes de ser dispensado, então não se aplicava a regra que impede times de recontratarem jogadores que eles mesmos trocaram.

    Na temporada regular, Conley jogou apenas 54 partidas (15 como titular), com médias de 4.5 pontos e 2.9 assistências. Números baixos? Sim. Mas para um cara que está sendo usado como peça de rotação especializada, faz sentido.

    E aí, vocês acham que Conley consegue mesmo mais uma temporada? O cara tem 19 temporadas nas costas – 12 no Memphis, 4 no Utah e agora essa passagem pelos Wolves. Média de carreira de 13.6 pontos e 5.5 assistências, com 39% de aproveitamento do perímetro. Números respeitáveis para qualquer armador.

    A grande questão agora é se Minnesota vai querer renovar com ele ou se o veterano vai ter que procurar casa nova pela primeira vez em alguns anos. Com essa sede toda de continuar jogando, tenho certeza que algum time vai apostar no veterano para uma última dança.

  • OG Anunoby pode voltar na Final do Leste! Knicks ganham tempo

    OG Anunoby pode voltar na Final do Leste! Knicks ganham tempo

    Gente, que notícia boa pra quem torce pelos Knicks! O OG Anunoby tá praticamente liberado pra Final da Conferência Leste. O Mike Brown deu uma atualização que deixou todo mundo animado: o cara já tá participando normalmente dos treinos.

    Olha, sinceramente? Era exatamente isso que Nova York precisava. Depois de passar o rodo na Filadélfia (varreu os 76ers de 4-0, que coisa linda), os Knicks ganharam um tempinho precioso pra se reorganizar enquanto esperam saber quem vai enfrentar — se vai ser Cleveland ou Detroit, que ainda tão decidindo a semifinal deles.

    A lesão que assustou todo mundo

    O OG machucou o posterior da coxa durante a semifinal contra os Sixers e ficou de fora dos jogos 3 e 4. Na hora pensei: “ferrou, lá se vai o sonho do título”. Porque vamos combinar — sem o Anunoby, os Knicks perdem muito da identidade defensiva que construíram.

    Mas pelo jeito, a recuperação tá indo melhor do que esperado. E olhem só que números absurdos ele tava colocando antes de se machucar: 21.4 pontos por jogo nos playoffs! Com 61.9% de aproveitamento nos arremessos e — segurem-se — 53.8% nas bolas de três. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Por que ele faz tanta diferença?

    Cara, o OG é daqueles jogadores que você só percebe o valor quando não tá em quadra. Defensivamente, o cara é um pesadelo pra qualquer ala da liga. E no ataque? Bom, 24 pontos no último jogo que fez (contra os Sixers) fala por si só.

    A questão é: será que ele vai estar 100% fisicamente? Lesão no posterior é traiçoeira. Mas considerando que já tá treinando normal, a tendência é que esteja pronto pro Jogo 1 da Final do Leste.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem chegar nas Finais da NBA com o OG de volta? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir. Com Jalen Brunson jogando como tá jogando e agora o Anunoby voltando, pode dar zebra no Leste.

  • Castle explode com 32 pontos e Spurs destroem Wolves no jogo 6

    Castle explode com 32 pontos e Spurs destroem Wolves no jogo 6

    Cara, o Stephon Castle simplesmente decidiu que ontem à noite seria a noite dele. 32 pontos e 11 rebotes numa vitória de 139-109 sobre os Timberwolves — e olha que eu nem esperava esse protagonismo todo do garoto nesse momento da série.

    Os Spurs fecharam a série em 6 jogos e agora vão enfrentar o Oklahoma City nas finais da Conferência Oeste. E sinceramente? Depois do que vi ontem, acho que essa nova geração de San Antonio tá pronta pra qualquer parada.

    Castle roubou a cena do Wemby

    O mais impressionante é que o Victor Wembanyama teve uma noite “quieta” com 19 pontos em 27 minutos — os Wolves conseguiram incomodar ele um pouco mais dessa vez. Mas aí que tá: quando o Wemby não explode, aparece o Castle pra resolver.

    O garoto acertou os cinco primeiros arremessos de 3 pontos. Cinco! Terminou a noite com 11/16 de quadra, um aproveitamento absurdo pra um jogo eliminatório. E não foi só ele não — De’Aaron Fox contribuiu com 21 pontos e 9 assistências, enquanto o rookie Dylan Harper saiu do banco com 15 pontos.

    Defesa dos Spurs sufocou Minnesota

    A verdade é que os Wolves nunca conseguiram encontrar um ritmo ofensivo contra essa defesa sufocante de San Antonio. Anthony Edwards até tentou com seus 24 pontos, mas precisou de 26 arremessos pra isso. Julius Randle? Cara, foi um pesadelo: 3 pontos em 1/8 de quadra.

    O que mais me chama atenção nesse time dos Spurs é como eles conseguem alternar entre quem vai ser o protagonista da noite. Tem jogo que é o Wemby dominando, tem jogo que é o Fox orquestrando, e ontem foi a vez do Castle mostrar porque foi uma das principais apostas da franquia.

    Os números da série são brutais: os Spurs venceram por uma diferença total de 97 pontos em 6 jogos. Noventa e sete! E nunca estiveram perdendo por dois dígitos em momento algum da série.

    Agora é esperar pelo Thunder na segunda-feira. Vocês acham que esses jovens dos Spurs conseguem dar trabalho pro atual campeão? Eu tô começando a acreditar que sim, viu…

  • Pistons empata série nos playoffs em jogo épico contra os Cavs

    Pistons empata série nos playoffs em jogo épico contra os Cavs

    Cara, que jogaço foi esse em Cleveland! Os Detroit Pistons simplesmente não quiseram ir embora de casa e empataram a série contra os Cavaliers em 3-3 com uma vitória dominante por 115-94. E olha, eu não esperava que eles conseguissem jogar assim fora de casa.

    O Cade Cunningham fez o que já virou rotina — liderou a pontuação com 21 pontos. Mas a grande sacada do técnico JB Bickerstaff foi apostar no banco de reservas. Paul Reed saiu do banco e meteu 13 pontos só no segundo tempo, empatando com Daniss Jenkins como maior pontuador dos Pistons nos dois quartos finais.

    O banco fez a diferença

    Sinceramente, quem esperava que o Paul Reed ia ser protagonista numa partida de playoff? O cara simplesmente apareceu na hora certa. E não foi só ele — Marcus Sasser teve um +27 absurdo em apenas 18 minutos, sendo uma dor de cabeça constante para a defesa dos Cavs.

    O mais impressionante é que Detroit conseguiu quebrar uma sequência histórica: Cleveland não havia perdido nenhum jogo em casa nos playoffs até ontem. Era literalmente uma fortaleza o Rocket Arena, mas os Pistons chegaram lá e fizeram a festa.

    Dominaram do garrafão às bolas de 3

    Foi uma aula de basquete completo. Os Pistons controlaram totalmente o garrafão — 48 pontos na pintura contra apenas 26 dos Cavs. Jalen Duren finalmente acordou e cravou um double-double com 15 pontos e 11 rebotes. Era disso que Detroit precisava do seu pivô.

    Nas bolas de três, então? Chuva total. 16 de 36 tentativas (44,4%), enquanto Cleveland ficou patinando com apenas 34,3% do perímetro. E ainda por cima, forçaram 20 turnovers dos donos da casa e converteram isso em 28 pontos. Basquete moderno na veia.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem fechar a série em casa no jogo 7? Porque na minha opinião, se jogarem assim de novo, os Cavs vão ter que suar muito para passar. Domingo vai ser guerra total em Detroit!

  • De’Aaron Fox se machuca e preocupa torcida do Spurs nos playoffs

    De’Aaron Fox se machuca e preocupa torcida do Spurs nos playoffs

    Cara, que susto! De’Aaron Fox saiu mancando de quadra no meio do segundo quarto do jogo contra os Timberwolves, e sinceramente? Deu aquele frio na barriga de quem torce pelo Spurs.

    O armador estava tendo uma noite perfeita — 13 pontos em 5 de 6 arremessos, pegando rebote, dando assistência, fazendo tudo certo. Aí do nada, numa jogada aparentemente simples onde ele saltou pra desviar uma bola solta pro companheiro, o cara pisou errado e pronto: tornozelo torcido.

    A lesão que ninguém esperava

    Foi bizarro de ver. Fox saltou, desviou a bola numa boa, mas na hora de aterrissar algo deu errado. Imediatamente você viu que ele não conseguia apoiar o pé direito no chão. O armador foi mancando até o banco, trocou umas palavras com o técnico Mitch Johnson e seguiu direto pro vestiário.

    E olha, eu que acompanho a NBA há anos, sei que esse tipo de lesão pode ser desde algo simples que resolve com gelo até algo mais sério. A cara de preocupação do Fox não ajudou nada a tranquilizar a torcida.

    Dylan Harper entra na pressão

    A sorte é que o Spurs tem um banco forte na posição de armador. Dylan Harper, que está tendo uma temporada de estreia monstruosa nos playoffs, entrou no lugar do Fox sem pestanejar. O rookie tem mostrado que não treme diante da pressão — e vai precisar disso agora.

    Na minha opinião, Harper tem tudo pra segurar a bronca se o Fox não voltar. Mas convenhamos: perder seu principal armador numa semifinal de conferência, com o time liderando por 3-2… não é o cenário ideal, né?

    O time de San Antonio fechou o primeiro tempo ganhando de 74-61, então pelo menos a vantagem estava construída. Mas e aí, pessoal — vocês acham que o Fox volta pro próximo jogo ou os Spurs vão ter que contar só com a profundidade do elenco pra fechar a série?

  • OG Anunoby volta treinar forte e Knicks podem ter reforço na final

    OG Anunoby volta treinar forte e Knicks podem ter reforço na final

    Olha, eu não sei vocês, mas eu tava com um friozinho na barriga pensando no OG Anunoby. O cara se machucou no jogo 2 contra os Sixers e ficou de fora dos últimos jogos da série. Mas as notícias de sexta-feira foram simplesmente perfeitas: o canadense participou do treino completo dos Knicks!

    “Ele treinou hoje totalmente”, disse o técnico Mike Brown. “Tudo que fizemos hoje, ele fez.” Cara, isso é música pros ouvidos de qualquer torcedor dos Knicks. Depois de ficar preocupado com essa lesão no posterior da coxa, ver o OG de volta é um alívio absurdo.

    Volta no momento perfeito

    A timing não podia ser melhor. Os Knicks acabaram de varrer os 76ers e agora vão encarar a final da Conferência Leste. Se você me perguntasse há uma semana se eles conseguiriam chegar até aqui sem o Anunoby nos últimos jogos, eu diria que seria complicado. Mas o time mostrou que tem sangue no olho.

    O que me deixa mais animado é que a lesão sempre foi considerada “menor” pelos médicos. Ian Begley, que manja muito dos bastidores dos Knicks, já tinha falado que era questão de dias mesmo. E sinceramente? Foi inteligente não forçar o cara no jogo 4 contra Philly. Pra quê arriscar quando você já tava 3-0 na série?

    E agora, vai jogar?

    Ah, essa é a pergunta que não quer calar. Mike Brown foi esperto e não se comprometeu: “Vou esperar o departamento médico me dizer a cada dia o que ele pode fazer”. Típico de técnico experiente, né? Mas entre nós, treinar completo é um baita sinal positivo.

    O mais legal é que os Knicks podem ter alguns dias a mais de descanso. Se os Pistons conseguirem vencer hoje e forçar o jogo 7 contra Cleveland, a final do Leste só começaria na terça. Mais tempo de recuperação pro OG e pro resto do elenco.

    E aí, vocês acham que ele joga já no primeiro jogo da final? Na minha opinião, se treinou completo é porque tá praticamente 100%. E olha, os Knicks vão precisar de toda a defesa possível na final – seja contra Detroit ou Cleveland. O OG é peça fundamental nesse sistema defensivo monstro que eles montaram.

  • Cavs entregam tudo no pior momento possível

    Cavs entregam tudo no pior momento possível

    Olha, eu sempre falo que basquete é um esporte de detalhes. E quando você tem a chance de ir pras finais de conferência pela primeira vez desde 2018, não pode vacilar. Mas foi exatamente isso que o Cleveland Cavaliers fez ontem à noite — vacilou feio numa derrota de 115 a 94 pro Detroit Pistons.

    Agora é jogo 7 em Detroit. Do jeito mais difícil possível.

    A mesma novela de sempre

    Cara, quantas vezes eu já vi essa história? Cavs começam mal, tomam susto, acordam no segundo tempo… só que dessa vez não acordaram de verdade. Foram 21 turnovers! Vinte e um! É muita bola perdida pra um jogo eliminatório contra um time que ganhou 60 jogos na temporada.

    O mais irritante? Eles chegaram no intervalo perdendo só de 3, tinham todo o momentum. Aí no terceiro quarto… bum. Detroit abriu 14-4 logo de cara e matou o jogo. Foi doloroso de assistir.

    James Harden perdeu OITO bolas sozinho. Oito! Mesmo marcando 23 pontos arremessando bem, você não pode dar presente assim numa semifinal de conferência. E Donovan Mitchell, que deveria ser o cara da equipe, fez só 18 pontos com 6-20 nos arremessos. Quando seu melhor jogador não consegue terminar as jogadas no garrafão (3-12 lá dentro), é sinal de problema.

    Detroit jogou como campeão

    Do outro lado, Cade Cunningham mostrou por que é considerado um dos jovens mais promissores da liga. 21 pontos, 8 assistências, controlando o ritmo do jogo como veterano. E o mais impressionante: todo mundo contribuiu.

    Paul Reed com 17 pontos, Daniss Jenkins com 15, até Duncan Robinson jogando lesionado marcou 14. Jalen Duren dominou o garrafão com double-double (15 pontos, 11 rebotes) enquanto Jarrett Allen e Evan Mobley simplesmente sumiram de quadra.

    Sinceramente? Detroit mereceu essa vitória. Jogaram com a intensidade e atenção aos detalhes que Cleveland não conseguiu ter.

    Agora é matar ou morrer

    A real é que eu queria acreditar nos Cavs, mas eles sempre fazem isso comigo. Toda vez que penso “cara, esse time pode ir longe”, eles entregam numa situação decisiva.

    Jogo 7 domingo à noite em Detroit. Ambiente hostil, pressão total, temporada na linha. Vocês acham que Cleveland consegue se recuperar dessa pancada? Ou será que Detroit vai completar a virada histórica?

    Uma coisa eu garanto: vai ser um jogaço. Só espero que os Cavs acordem dessa vez, porque oportunidades assim não aparecem todo ano.

  • Duren torce o tornozelo mas volta pra decidir contra os Cavs

    Duren torce o tornozelo mas volta pra decidir contra os Cavs

    Cara, que susto foi esse no Jalen Duren ontem! O pivô dos Pistons estava fazendo sua melhor partida nos playoffs quando torceu o tornozelo esquerdo no terceiro quarto contra os Cavaliers. E olha, o timing não podia ser pior — o Detroit estava construindo uma vantagem importante no jogo 6.

    A jogada foi bizarra. Duren foi disputar posição com o James Harden, que tava claramente pescando uma falta ofensiva (vocês sabem como é o Barbudo, né?). Quando o Harden caiu no chão, o Duren deu um passo pra frente e pisou torto. Na hora você via que tinha machucado — ele foi direto pro chão segurando a perna.

    Do túnel de volta pra quadra

    O que mais me impressionou foi a determinação do garoto. Saiu de quadra, foi pro vestiário, mas voltou pro banco alguns minutos depois. Ficou lá o resto do terceiro quarto torcendo pelos companheiros, e quando começou o último período? Lá estava ele de volta, com uma proteção extra no tornozelo.

    Sinceramente, achei que ele não voltava mais. Essas torções em playoff são sempre perigosas — você força demais e pode piorar tudo. Mas o Duren mostrou por que virou All-Star pela primeira vez na carreira.

    Jogo decisivo em momento crucial

    E o mais louco? Ele tava tendo uma das melhores atuações da série. 9 pontos em 4 de 7 arremessos, 7 rebotes, 1 roubo de bola e 2 tocos. Nada espetacular nos números, mas a presença dele em quadra fez toda diferença pro ritmo do Detroit.

    Vocês lembram que no jogo 5 o técnico J.B. Bickerstaff deixou o Duren no banco o quarto período inteiro E a prorrogação? O garoto estava muito passivo, sem aquela agressividade característica. Ontem foi completamente diferente — mais intenso, buscando o jogo, impondo presença no garrafão.

    Com 75-68 no placar quando ele se machucou, os Pistons tinham tudo pra fechar a série. E aí, acham que o Duren aguenta o tranco se a série for pro jogo 7? Porque se ele não conseguir jogar 100%, vai ser muito difícil parar o ataque dos Cavaliers no garrafão.

  • Duren merece contrato máximo? Pistons têm decisão difícil pela frente

    Duren merece contrato máximo? Pistons têm decisão difícil pela frente

    Cara, que dilema dos infernos o Detroit Pistons tem pela frente com o Jalen Duren. O cara fez uma temporada regular monstro — 19,5 pontos por jogo com 65% de aproveitamento e 10,5 rebotes, jogando uma defesa de outro mundo. Quase entrou no All-NBA. Aí você pensa: “pô, esse moleque merece o máximo mesmo”.

    Só que aí chegaram os playoffs e… bom, a coisa desandou.

    A montanha-russa de Duren

    Olha, eu acompanho NBA há anos e já vi essa história antes. Jogador brilha na temporada regular, chega a pós-temporada e simplesmente não consegue manter o nível. Com Duren foi exatamente isso: despencou para 10,1 pontos e 8,3 rebotes por jogo justamente quando o time mais precisava dele.

    O mais doloroso? O técnico J.B. Bickerstaff chegou ao ponto de colocar Paul Reed no lugar dele durante o quarto período e prorrogação de um Jogo 5 decisivo. Imagina a humilhação, cara.

    E o problema não é só produção. Duren não arremessa de fora, o que deixa o ataque do Pistons completamente entupido. Orlando e Cleveland simplesmente mandaram dois, três caras em cima do Cade Cunningham e falaram: “os outros que se virem”.

    O dilema financeiro

    Agora vem a pergunta que não quer calar: ele ainda merece um contrato máximo de 5 anos e pelo menos US$ 239 milhões? Na minha opinião, baseado só nos playoffs, não. Mas a realidade é outra.

    Como um executivo disse pro Brian Windhorst da ESPN: “Ele não é um jogador de contrato máximo, mas eles provavelmente vão ter que dar o máximo pra ele”. Por quê? Porque Chicago, Brooklyn e até os Lakers podem aparecer com uma proposta irrecusável, e Detroit vai ter que igualar.

    E olha só que encrenca: os Pistons também precisam renovar com Ausar Thompson, outro defensor elite mas que também não arremessa nada de fora. Se os dois ganharem contratos gordos (Thompson deve levar algo parecido com os US$ 25 milhões por ano que Dyson Daniels ganhou), acabou a flexibilidade para buscar mais arremessadores.

    As novas regras complicam tudo

    Sinceramente, acho que a nova CBA tá matando a construção de elencos. Com essas regras de tax apron, você simplesmente NÃO PODE errar um contrato máximo, senão vira uma âncora que afunda o time.

    Duren mostrou na temporada regular que pode ser um cara especial — defesa de elite, eficiência absurda no ataque, presença no garrafão. Mas e se essa temporada foi só um flash? E se ele não consegue se desenvolver ofensivamente?

    Vocês acham que vale o risco? Porque eu tô dividido. O potencial tá lá, mas os playoffs mostraram algumas limitações sérias. E no final das contas, é nos playoffs que os times são julgados.

    Detroit tem uma decisão difícil pela frente. Dar o máximo é apostar que Duren vai evoluir e que aquela temporada regular não foi sorte. Não dar é correr o risco de perder um talento que pode se tornar uma estrela em outro lugar.

    Que dilemão, hein?

  • Harper vira craque nos playoffs e mudaria tudo no redraft de 2025

    Harper vira craque nos playoffs e mudaria tudo no redraft de 2025

    Cara, vocês tão acompanhando os playoffs? Dylan Harper tá simplesmente monstruoso pelo San Antonio. O garoto que foi segunda escolha no draft de 2025 virou peça-chave nos Spurs e tá fazendo todo mundo repensar como aquele draft deveria ter sido.

    Olha só que absurdo: Harper se tornou o primeiro rookie dos Spurs a fazer múltiplos double-doubles nos playoffs desde Tim Duncan em 1998. Tim Duncan, gente! Ontem mesmo ele cravou 12 pontos e 10 assistências na vitória por 126-97 contra Minnesota no jogo 5. Os Spurs estão a uma vitória das finais de conferência.

    O trio que tá assombrando o Oeste

    Na minha visão, San Antonio acertou em cheio ao priorizar talento puro em vez de encaixe no elenco. Mesmo já tendo Stephon Castle (ex-calouro do ano) e De’Aaron Fox, eles pegaram Harper sem piscar. E tá dando super certo.

    A base formada por Victor Wembanyama, Harper e Castle tá simplesmente absurda. Três caras jovens que vão ser pedra fundamental da franquia por anos. Sinceramente, não esperava que Harper se adaptasse tão rápido ao nível dos playoffs – mas o moleque joga como se tivesse 10 anos de NBA.

    E não é só Harper brilhando não. Cooper Flagg levou o prêmio de calouro do ano em Dallas, VJ Edgecombe também tá voando… Essa classe de 2025 tá mostrando que veio pra ficar mesmo.

    E se fosse hoje?

    Com Harper jogando desse jeito, fica até difícil imaginar alguém tirando ele da segunda posição num redraft. Flagg continuaria sendo número 1 disparado – o cara tá no caminho certo pra ser All-NBA logo logo. Mas Harper? Mano, ele já tá entrando nas conversas de segundo melhor jogador dos Spurs atrás só do Wemby.

    O mais louco é que até Utah acertou com Ace Bailey na quinta posição, mesmo com toda aquela confusão dele querendo forçar ida pra Washington. O garoto tentou blefar, Jazz não comprou e hoje tá todo mundo feliz.

    Vocês acham que Harper pode mesmo ultrapassar alguns veteranos e virar a segunda opção dos Spurs já na próxima temporada? Porque do jeito que ele tá jogando, não seria surpresa nenhuma…