Tag: playoffs NBA

  • Strus responde elogios de Barkley: ‘Olha o que você começou’

    Strus responde elogios de Barkley: ‘Olha o que você começou’

    Gente, vocês viram a loucura que aconteceu no Inside the NBA? Charles Barkley simplesmente se apaixonou pelo Max Strus ao vivo na televisão nacional, e agora o ala do Cleveland Cavaliers resolveu quebrar o silêncio sobre toda essa confusão hilária.

    Pra quem perdeu: depois da vitória épica dos Cavs sobre o Detroit Pistons por 117-113 na prorrogação (Jogo 5 da semifinal da Conferência Leste), Chuck resolveu fazer uma declaração de amor não correspondida pro Strus. O Hall da Fama chamou o cara de “homem bonito” ao vivo, disse que estava “atraído” pelo rosto dele e que nem conseguia olhar nos olhos do jogador com medo de derreter.

    A reação de Strus que quebrou a internet

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas Barkley se declarando pra um jogador no meio do programa foi novidade até pra mim. E o Strus? Cara esperto, aproveitou toda essa zueira viral e postou no Instagram Stories: “Olha o que você começou” (Look what you started). Monstro!

    A internet virou do avesso com essa. Os memes não param de surgir, e sinceramente, Barkley virou piada nas redes sociais por essa “atração” confessa pelo Strus. O pessoal até começou a zoar que Chuck tem o mesmo tipo de crush pelo Tom Brady — imagina só!

    Strus muito além da beleza

    Mas vamos combinar uma coisa: por mais engraçada que seja toda essa situação, o Max Strus tá jogando um absurdo nestes playoffs. 20 pontos e 8 rebotes cruciais na vitória sobre os Pistons? O cara é um verdadeiro sexto homem que virou titular e tá provando seu valor quando mais importa.

    E o mais bizarro é que Barkley ainda reclamou do coque do Strus, mas mesmo assim continuou babando pelo jogador. Chuck disse que preferia o corte de cabelo que ele tinha nos playoffs de 2024, mas que mesmo com esse visual mais “selvagem” de agora, ainda acha o cara um galã. Rapaz, que situação!

    Vocês acham que essa pressão extra da fama vai ajudar ou atrapalhar o Strus no Jogo 6? Porque uma coisa é certa: amanhã à noite, às 19h (horário do Leste), quando os Cavs tentarem fechar a série em casa contra os Pistons, Barkley vai estar lá assistindo seu “crush” jogar. E eu vou estar aqui torcendo pra mais pérolas do Inside the NBA!

  • Knicks podem faturar US$ 180 milhões se chegarem às Finais

    Knicks podem faturar US$ 180 milhões se chegarem às Finais

    Gente, eu sempre soube que playoff da NBA era dinheiro, mas os números dos Knicks estão simplesmente absurdos. A franquia de Nova York pode embolsar até US$ 180 milhões em receita bruta se conseguir chegar longe nas Finais da NBA. Cento e oitenta milhões de dólares. É muita grana, mesmo para os padrões americanos.

    E olha que eles já estão no lucro — só com os cinco jogos em casa nos playoffs até agora, os Knicks já faturaram quase US$ 50 milhões em bilheteria bruta. Isso antes da NBA pegar sua fatia, obviamente. O analista David Joyce, da Seaport Research, que acompanha a MSG Sports (empresa que é dona dos Knicks), calcula que cada jogo em casa na segunda rodada vale cerca de US$ 12 milhões. Na primeira rodada eram “apenas” US$ 8 milhões por partida.

    Final da Conferência = jackpot

    Agora as coisas ficam ainda mais interessantes. Joyce projeta que cada jogo da final da Conferência Leste vale cerca de US$ 17 milhões para o Madison Square Garden. Se chegarem às Finais da NBA? Aí cada jogo passa de US$ 20 milhões fácil.

    Imaginem só: se os Knicks jogarem todos os sete jogos possíveis contra o Cleveland Cavaliers na final do Leste, mais um máximo de três jogos em casa nas Finais, chegamos perto desses US$ 180 milhões. Mesmo que seja um caminho mais curto, a estimativa ainda fica em torno de US$ 140 milhões.

    Para vocês terem uma ideia da proporção: no ano passado, os Knicks faturaram US$ 115 milhões no total dos playoffs. Esse salto é monstruoso.

    A matemática do sucesso

    Aqui vem um dado que eu achei fascinante: a margem de lucro dos Knicks em receita de playoff fica em torno de 55%, mesmo depois da NBA pegar sua parte e outros custos. E olha que a liga até facilitou as coisas — desde a temporada 2011-12, a NBA reduziu sua fatia da bilheteria de playoffs de 45% para 25%. Ou seja, os times ficam com uma porção muito maior do bolo agora.

    Os Knicks são o único time que sobrou nos playoffs entre os 10 primeiros da NBA em receita de portão. Isso importa não só para eles, mas para toda a liga — essa grana dos playoffs vai direto para o cálculo de divisão de receitas entre proprietários e jogadores.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem chegar às Finais e transformar esse potencial em realidade? Sinceramente, pelo jeito que estão jogando e com esse Madison Square Garden pegando fogo a cada jogo, eu não duvido de nada.

  • Harden aprendendo ser Robin, mas levando Cleveland pro topo

    Harden aprendendo ser Robin, mas levando Cleveland pro topo

    Cara, o que o James Harden tá fazendo em Cleveland é simplesmente absurdo. Em 22 segundos na prorrogação do jogo 5 contra o Pistons, o barbudo fez uma enterrada, errou um lance livre, deu um toco, pegou rebote e perdeu a bola. Tudo isso em menos de meio minuto. E sabe o que é mais impressionante? Ele nem piscou.

    “Ele nunca vacila”, disse o técnico Kenny Atkinson. E olha, depois de 17 anos na liga, o cara já viu de tudo mesmo.

    Cleveland a um jogo das finais do Leste

    É por isso que Cleveland foi buscar o Harden há três meses. Eles queriam alguém cascudo, que já passou por mil guerras nos playoffs. E mano, tá funcionando. Os Cavs estão a uma vitória de chegar nas finais do Leste pela primeira vez desde 2018 — e sem LeBron, pela primeira vez desde 1992!

    Os números não mentem. Quando Harden faz pelo menos 22 pontos, Cleveland tá 5-1. Quando ele acerta pelo menos 44% dos arremessos, são 4-0. Coincidência? Eu acho que não.

    No jogo 5, mesmo errando sete dos últimos oito arremessos no último período e prorrogação, ele ainda foi o cestinha com 30 pontos. “Ele é um profissional dos profissionais”, disse Max Strus. E realmente é — você não vira Hall da Fama por acaso.

    O desafio de ser Robin depois de sempre ter sido Batman

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão difícil pra ele se adaptar. Mas pensa só: depois de anos sendo O cara nos Rockets e Nets, agora ele tem que dividir os holofotes com Donovan Mitchell. É como pedir pro Pelé jogar de meia-armador — tecnicamente funciona, mas mexe com o ego.

    “Isso é novo pra mim. Só tô aqui há dois meses e meio”, admitiu Harden. E olha, a honestidade dele me impressiona. Quantos superstars assumiriam isso publicamente?

    Claro que nem tudo são flores. O cara ainda perde muita bola — tá a uma assistência de empatar com Shaq entre os que mais perderam posse na história dos playoffs desde 1984. Mas ei, quem tem a bola na mão mais tempo também erra mais, né?

    O que me chama atenção é como ele tá evoluindo conforme a série avança. Os três melhores jogos dele foram justamente os três últimos — todos vitórias dos Cavs. Experiência pesando na reta final? Com certeza.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue fechar em casa no jogo 6? Eu tô começando a acreditar nesse time. Harden pode não ter anel ainda, mas tá provando que ainda tem muito basquete no tanque. E olha que ele já tem 37 anos!

    Uma coisa é certa: se chegarem nas finais do Leste, vai ser muito mérito desse cara que aceitou mudar seu jogo pelo bem do coletivo. Isso é maturidade, galera.

  • Cavs viram de 9 pontos na reta final e vencem na prorrogação!

    Cavs viram de 9 pontos na reta final e vencem na prorrogação!

    Cara, que jogo foi esse? Cleveland estava praticamente morto — nove pontos atrás faltando três minutinhos pro fim. Aí o Tobias Harris enterrou uma de três e eu pensei: ‘acabou, né?’. Ledo engano.

    Os Cavs simplesmente resolveram jogar basquete de verdade nos momentos decisivos. Do momento que estavam perdendo de nove até o final da prorrogação, eles meteram 23 a 10 no Detroit. VINTE E TRÊS A DEZ! Isso é o que experiência de playoffs faz com um time.

    Mitchell apareceu na hora H

    O Donovan Mitchell, que tava meio sumido no jogo, decidiu acordar exatamente quando precisava. Nos momentos finais e na prorrogação, o cara acertou 4 de 5 arremessos e fez 9 pontos cruciais. Enquanto isso, o Cade Cunningham — que até então estava destruindo tudo com seus 39 pontos — foi neutralizado pela marcação dupla dos Cavs e só conseguiu 2 pontos nesse período decisivo.

    E olha só que sequência absurda na prorrogação: tripla do Mitchell, roubo de bola do Strus, bandeja do Mitchell de novo. Sete pontos na frente faltando 2:30. Pronto, jogo decidido.

    Polêmica no final do tempo normal

    Agora, tem que falar da polêmica, né? No finalzinho do tempo regulamentar, o Ausar Thompson fez uma jogada brilhante, roubou a bola do Mitchell, mas na sequência parece que o Jarrett Allen fez falta nele. O árbitro Tony Brothers estava do lado e… não marcou nada. Detroit pirou, óbvio.

    Sinceramente? Eu entendo a revolta da torcida dos Pistons, mas convenhamos: eles perderam uma vantagem de 9 pontos em 3 minutos. Não foi essa jogada que decidiu o jogo, foi a falta de maturidade nos momentos cruciais.

    Heróis improváveis e veteranos decisivos

    James Harden fez 30 pontos numa noite meio bipolar — hora brilhante, hora fazendo umas escolhas questionáveis (clássico Harden de playoffs, né?). Mas o cara que salvou mesmo foi o Max Strus. Vinte pontos, 6 de 8 do perímetro. Monstro.

    O Detroit até jogou bem — Cade com 39 pontos, 9 assistências e 7 rebotes é coisa de All-Star. Daniss Jenkins contribuiu com 19 saindo do banco. Mas quando Cleveland resolveu marcar duplo no Cade e desafiar o resto do time a aparecer… ninguém apareceu.

    Agora Cleveland volta pra casa com 3-2 na série e a chance de fechar em casa na sexta. Detroit ainda vai brigar — o técnico J.B. Bickerstaff não tava mentindo quando disse que vão ‘chutar, socar, arranhar’ até o fim. Mas playoff é isso: experiência conta, e Cleveland mostrou que tem mais casca.

    E aí, acham que os Pistons conseguem forçar o jogo 7 ou Cleveland fecha em casa mesmo?

  • Pistons são roubados? Falta não marcada custou o jogo contra Cavs

    Pistons são roubados? Falta não marcada custou o jogo contra Cavs

    Olha, eu vi esse lance umas dez vezes e sinceramente não consigo entender como os árbitros engoliram o apito ali. O Detroit Pistons tava com tudo na mão pra empatar a série contra o Cleveland Cavaliers, mas uma não-marcação questionável no fim do tempo regulamentar mandou o jogo pra prorrogação — onde os Cavs acabaram levando a melhor.

    A parada foi assim: 22 segundos no relógio, Cavaliers com a bola pra decidir o jogo. Donovan Mitchell recebe pra tentar o arremesso da vitória, mas o Ausar Thompson (que monstro defensivo, pessoal) gruda nele que nem chiclete. O garoto consegue o toco na área e ainda disputa a bola solta com o Jarrett Allen.

    O lance da discórdia

    Aí que vem a polêmica toda. Thompson consegue a posse, mas tropeça no pé do Allen e perde a bola. Tempo esgota, jogo vai pra overtime. Só que pra mim — e pro técnico dos Pistons, J.B. Bickerstaff — aquilo ali foi falta clara.

    “Ele [Allen] fez falta no Ausar. Está claro. Ele o derruba quando ele vai atrás da bola solta. Situação de fim de jogo, isso é difícil”, desabafou Bickerstaff na entrevista pós-jogo. E cara, vendo o replay, é difícil discordar.

    Com os Pistons no bônus, Thompson ia pra linha de lance livre com chance de colocar Detroit na frente. Mas os árbitros — provavelmente com medo de decidir o jogo no apito — deixaram passar. Que bad timing, né?

    Prorrogação amarga

    Na overtime, os Cavaliers rapidamente tomaram o controle e não olharam mais pra trás. James Harden (que tá numa fase absurda) comandou com 30 pontos e praticamente carimbou a classificação dos Cavs.

    Do lado dos Pistons, o Cade Cunningham fez de tudo que podia: 39 pontos, 9 assistências e 7 rebotes. Números de MVP, mas que não adiantaram nada. Em um universo paralelo, ele seria o herói da virada heroica de Detroit. Na vida real, vai ter que ganhar fora de casa só pra forçar um jogo 7 decisivo.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo? Ou os Pistons tão chorando à toa? Eu tô no time do “foi roubo”, mas quero ver se eles conseguem responder em Cleveland. A série tá pegando fogo!

  • Lesão do Luka foi muito pior do que imaginavam nos Lakers

    Lesão do Luka foi muito pior do que imaginavam nos Lakers

    Ó o plot twist na história da lesão do Luka Dončić! Lembram quando todo mundo achava que ele voltaria em um mês? Pois é, a realidade foi bem mais complicada que isso.

    Acontece que a lesão no posterior da coxa do craque esloveno era muito mais séria do que qualquer um imaginava inicialmente. O primeiro exame em Dallas mostrou uma lesão grau 2 — já não é brincadeira. Mas quando o cara foi pra Espanha fazer um tratamento especializado, descobriram que o buraco era mais embaixo.

    A verdade que ninguém sabia

    Segundo informações que vazaram agora após a eliminação dos Lakers, uma avaliação médica mais detalhada na Espanha revelou que a lesão era “mais profunda e severa” do que o diagnóstico original sugeria. Cara, imagina a frustração do Luka descobrindo isso…

    E olha só que situação: o próprio Dončić falou com a imprensa depois de um treino em Oklahoma City e deixou claro que o prazo real seria de pelo menos oito semanas. OITO SEMANAS! Isso explica por que ele nunca mais voltou nesta temporada.

    Os Lakers tentaram ganhar jogos suficientes pra dar tempo dele voltar nos playoffs, mas não rolou. Cinco semanas e meia fora de combate e tchau temporada. Uma pena, porque a gente nunca vai saber até onde esse time poderia ter chegado com o Luka 100%.

    E agora, como fica a offseason?

    A boa notícia é que Luka já está sem dor no posterior e focando na preparação para a próxima temporada. O monstro já começou aquela dieta rigorosa que fez no ano passado — lembram da transformação física dele?

    Uma coisa que achei interessante: ele confirmou que não vai jogar pelas eliminatórias da Copa do Mundo FIBA pela Eslovênia. Vai aproveitar pra ficar com as filhas e cuidar da vida pessoal. Sinceramente, acho que é a decisão certa depois de uma lesão dessas.

    O mais importante é que, segundo os médicos, essa lesão não vai atrapalhar a preparação dele para 2026-27. É o tipo de machucado que dói, que corta a temporada, mas que não compromete a carreira no longo prazo.

    Vocês acham que os Lakers vão reforçar o elenco pensando nessas situações de lesão? Porque dependência total de um jogador, por mais craque que seja, é sempre perigoso na NBA…

  • OG Anunoby ainda machucado, mas Knicks podem esperar

    OG Anunoby ainda machucado, mas Knicks podem esperar

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa lesão do OG Anunoby tá me deixando com um pé atrás. O cara ainda não consegue treinar 100% por causa da contusão no posterior da coxa que o tirou dos dois últimos jogos contra o Philadelphia. Mas pelo menos os Knicks têm tempo de sobra pra esperar ele se recuperar.

    O técnico Mike Brown falou que o Anunoby participou de algumas partes do treino de quarta-feira, mas nada muito intenso. Quando a coisa esquentou no treino, ele ficou de fora. Brown disse que ele pareceu bem no que fez, mas convenhamos — tem uma distância gigante entre “parecer bem no treino light” e aguentar a pancadaria dos playoffs da NBA.

    Tempo é aliado dos Knicks

    A boa notícia? Os caras têm pelo menos mais alguns dias antes do jogo 1 das finais do Leste. Detroit e Cleveland ainda tão batendo cabeça no 2-2 deles, então pode ser que o primeiro jogo só role na semana que vem. Isso dá uma folga boa pro OG se recuperar direito.

    “Eles me disseram o que ele podia fazer hoje. Não me disseram o que ele pode fazer amanhã, então não sei o que ele vai conseguir fazer no jogo 1”, disse Brown. Meio vago, né? Mas entendo a cautela.

    E olha, o Anunoby não é qualquer peça nesse time dos Knicks. O cara é um dos principais defensores e tá jogando o melhor basquete ofensivo da carreira nesses playoffs. Conseguiram ganhar duas sem ele contra um Philadelphia já desgastado (que levou sete jogos pra passar pelo Boston no primeiro turno), mas enfrentar Detroit ou Cleveland sem o OG? Aí complica.

    Knicks dominando os playoffs

    Cara, preciso falar que esse time dos Knicks tá simplesmente monstruoso. Sete vitórias seguidas desde que perderam pro Atlanta e ficaram atrás por 2-1. E o mais absurdo? Eles golearam Hawks e Sixers por uma diferença combinada de 194 pontos em 10 jogos de playoffs. Isso é recorde histórico, pessoal!

    Josh Hart falou uma parada interessante: “Na primeira série tivemos quatro dias de folga, foi o suficiente. Agora vai ser pelo menos uma semana, talvez nove dias. É muito tempo. Obviamente é bom pra recuperação, mas mentalmente eu tô aqui assistindo os jogos e só esperando pra voltar à quadra.”

    Brown já passou por isso antes. Em 2009, com o Cleveland, varreu as duas primeiras séries e depois ficou mais de uma semana parado antes das finais do Leste (que perderam pro Orlando). Em 2017, no Golden State, foram três séries de varrida e 10 dias parados antes das finais da NBA.

    Vocês acham que essa folga longa vai atrapalhar o ritmo dos Knicks? Eu tenho minhas dúvidas. Por um lado, é tempo pra recuperar o OG. Por outro, perder o ritmo nos playoffs é perigoso. Jalen Brunson disse que eles têm um plano pra manter a intensidade, mas vamos ver se funciona na prática.

  • OG Anunoby deve voltar pro Jogo 1 — e isso muda tudo pros Knicks

    OG Anunoby deve voltar pro Jogo 1 — e isso muda tudo pros Knicks

    Galera, parece que o OG Anunoby vai estar de volta justamente quando o Knicks mais precisa dele. E olha, não podia ter timing melhor — as finais do Leste começam na terça que vem e o cara deve estar no quinteto titular.

    Não vou mentir, quando ele se machucou no Jogo 3 contra o Philadelphia eu fiquei preocupado. Problema no posterior da coxa é sempre complicado, ainda mais em playoffs. Mas pelo que tô vendo das informações que chegaram, tanto o Ian Begley quanto o Shams Charania estão batendo na mesma tecla: o monstro volta.

    A importância do OG que vocês nem imaginam

    Cara, vamos falar sério aqui. Todo mundo fica babando no Jalen Brunson (e com razão) e no Karl-Anthony Towns, mas o Anunoby tem sido FUNDAMENTAL nessa campanha dos Knicks. Os números não mentem: 21.4 pontos por jogo, convertendo um absurdo de 53.8% dos arremessos de 3 pontos. Cinquenta e três vírgula oito! Isso é coisa de videogame.

    E não para por aí — 7.5 assistências por partida também. O cara tá jogando o melhor basquete da vida dele justamente quando importa. Defensivamente então, nem se fala. É o tipo de jogador que marca o melhor adversário e ainda produz muito no ataque.

    Sinceramente? Sem ele, os Knicks ficam bem mais limitados tanto na defesa quanto no ataque. Com ele de volta, a coisa muda de figura completamente.

    O que vem pela frente

    Agora a parada fica interessante. Os Knicks vão enfrentar quem sair vencedor da série entre Detroit Pistons e Cleveland Cavaliers. Se for Detroit, o OG provavelmente vai ficar grudado no Cade Cunningham — e convenhamos, é exatamente o tipo de marcação que pode incomodar (e muito) o armador dos Pistons.

    Se vier Cleveland, aí a coisa fica ainda mais complexa. Ele vai ter que alternar entre marcar o Donovan Mitchell e ajudar no James Harden. Dois caras que sabem criar jogada do nada, então ter um defensor de elite como o Anunoby faz toda diferença do mundo.

    O técnico Tom Thibodeau ainda está sendo cauteloso nas declarações — aquela conversa de ‘vamos ver dia a dia’ — mas pelos relatos, o jogador já estava arremessando no treino. Para mim, isso é sinal verde.

    E aí, vocês acham que com o OG de volta os Knicks conseguem chegar às finais da NBA? Porque eu tô começando a acreditar nesse time…

  • NBPA solta ranking dos árbitros e Foster não tá no fundo do poço

    NBPA solta ranking dos árbitros e Foster não tá no fundo do poço

    Vocês sabem como funciona, né? Quando um árbitro da NBA fica famoso, geralmente não é coisa boa. Mas olha só que interessante: a NBPA (sindicato dos jogadores) divulgou ontem a pesquisa que fizeram com os árbitros da liga, e algumas surpresas apareceram por aí.

    411 jogadores de todos os 30 times avaliaram os 73 árbitros da NBA numa escala de 1 a 5. E cara, os resultados são bem reveladores — principalmente porque os jogadores foram bem diretos sobre quem eles querem apitando os playoffs.

    Os três níveis da arbitragem

    A NBPA dividiu os árbitros em três grupos bem claros. O primeiro escalão (Tier 1) são os “Elite & Top Performers” — esses caras que eles querem nas finais. Zach Zarba ficou em primeiro lugar geral, sendo rankeado no top 12 por TODOS os times. Monstro.

    No segundo escalão ficaram os “Solid Performers”, que ainda podem apitar playoffs. E aqui que fica interessante: Scott Foster tá nesse grupo. Sim, o próprio Scott Foster que tem treta histórica com meio mundo da liga.

    O terceiro grupo? Bem, o nome já diz tudo: “Needs Improvement”. São 20 árbitros que, na opinião dos jogadores, ainda precisam evoluir bastante.

    Foster surpreende (pra melhor)

    Sinceramente, eu não esperava isso. Scott Foster no segundo escalão? O cara que tinha aquela rixa eterna com Chris Paul, que os fãs chamam de “The Extender” por supostamente estender as séries?

    Mas aparentemente alguns times colocaram ele até no topo das avaliações. Grant Williams, vice-presidente da NBPA, explicou que os melhores árbitros são aqueles que se comunicam bem e reconhecem quando erram. “Desde que você apite de forma consistente, os caras conseguem se adaptar”, disse ele.

    Olha, eu acho que isso mostra algo interessante sobre a percepção dos jogadores versus nós, fãs. Talvez Foster seja mais respeitado dentro de quadra do que imaginamos. Ou talvez alguns jogadores prefiram um árbitro “durão” que pelo menos seja consistente, sabe?

    E vocês, o que acham dessa classificação? Esperavam ver Foster no segundo escalão ou achavam que ele estaria lá embaixo com certeza?

  • Thunder torcendo pro Wolves? A estratégia por trás dos playoffs

    Thunder torcendo pro Wolves? A estratégia por trás dos playoffs

    Olha só que situação interessante tá rolando no Oeste: o Thunder já garantiu vaga na final de conferência depois de varrer Lakers e Suns, e agora tá de camarote vendo Spurs e Timberwolves se digladiando numa série que tá 3-2 para San Antonio.

    E aqui entre nós — se eu fosse do Thunder, estaria torcendo MUITO pro Minnesota levar essa série pro jogo 7 e quem sabe até virar. Por quê? Simples: enfrentar os Wolves seria bem mais tranquilo que encarar o monstro francês.

    O fator Wembanyama é real demais

    Cara, não tem como fugir dessa realidade: Victor Wembanyama simplesmente muda o jogo. O cara tá na primeira participação nos playoffs e mesmo com alguns tropeços (concussão, expulsão por cotovelada no Naz Reid), continua sendo um pesadelo para qualquer time.

    No jogo 5 que o Spurs ganhou de 126-97, Wemby fez 27 pontos, 17 rebounds, 5 assistências e 3 tocos. Anthony Edwards, que não é de chorar, admitiu: “Cara, hoje algumas coisas que o Wemby fez, você realmente não tem resposta”.

    Os números não mentem: 20.4 pontos e 11.2 rebounds de média nesses playoffs, com 53.8% nos arremessos de quadra. Mas o que mais impressiona é o impacto defensivo. Com ele em quadra, os adversários convertem apenas 47.8% dos arremessos efetivos. Sem ele? Sobe pra 52.8%.

    Por que o Thunder prefere Minnesota

    Sinceramente, não é questão de desrespeito aos Wolves, mas o Thunder tem tudo pra sofrer contra Wembanyama. Eles são um time que vive de eficiência perto da cesta — 75.6% de aproveitamento no garrafão nesses playoffs, melhor da liga.

    Só que com Wemby em quadra, a geometria da quadra muda completamente. As tentativas perto do aro caem de 36.2% para 25.6%, e a eficiência despenca de 59.7% para 53.8%. É como se o cara fosse uma parede gigante que força todo mundo a jogar de três.

    E olha, o Thunder até que arremessa bem de longe quando tá no dia, mas eles podem ser bem inconstantes do perímetro. Minnesota tem bons defensores também (Edwards, Jaden McDaniels), mas nenhum deles altera o jogo como o francês de 2,24m.

    O que vocês acham? O Thunder realmente deveria estar torcendo pro jogo 7? Ou enfrentar Wembanyama logo seria melhor pra “tirar a pressão”? Eu acho que quanto mais longe do monstro francês, melhor pros caras de OKC.