Tag: playoffs NBA

  • OG Anunoby deve voltar logo no jogo 1 da final do Leste

    OG Anunoby deve voltar logo no jogo 1 da final do Leste

    Galera, parece que temos uma notícia boa vindo de Nova York! OG Anunoby deve estar de volta já no primeiro jogo da final da Conferência Leste, desde que não role nenhuma complicação com essa lesão na coxa que o tirou de ação.

    O cara se machucou no jogo 2 contra o Philadelphia 76ers tentando uma enterrada — daquelas que você fala “cara, não precisava forçar tanto”. Mas olha só, os Knicks nem sentiram tanto a falta dele nos jogos seguintes, fecharam a série tranquilamente em 4 jogos.

    Anunoby estava voando nos playoffs

    E isso é o que mais me impressiona: o OG estava simplesmente monstruoso nestes playoffs. Defesa impecável (como sempre), mas ofensivamente também estava contribuindo demais. Quando você perde um cara desse nível na reta final, dá um aperto no coração.

    Na quarta-feira ele já participou de parte do treino do time, o que é um sinal bem positivo. Não deve estar 100%, óbvio, mas se o departamento médico liberou, é porque a situação melhorou bastante.

    Quem vem pela frente?

    Agora a pergunta que não quer calar: quem vai ser o adversário? A final do Leste vai ser contra o vencedor de Pistons e Cavaliers — duas franquias que, sinceramente, eu não esperava ver chegando tão longe esta temporada.

    Vocês acham que ter o OG de volta já no jogo 1 faz toda a diferença? Na minha opinião, sim. O cara é aquele tipo de jogador que você só percebe o quanto faz falta quando não está em quadra. Defensivamente ele resolve muita coisa, e ofensivamente dá aquela segurança extra pros companheiros.

    Enfim, vamos torcer para que ele volte bem e que possamos ver uma final do Leste emocionante. Os Knicks estão sonhando alto essa temporada, e ter o elenco completo na reta final pode ser decisivo para chegar às Finals.

  • Naz Reid leva técnica polêmica por empurrão no Wemby

    Naz Reid leva técnica polêmica por empurrão no Wemby

    Olha, eu tô assistindo essa série entre Timberwolves e Spurs e tenho que falar: a coisa tá esquentando mesmo. No jogo 5, o Naz Reid levou uma técnica que tá gerando discussão — e olha que eu achei meio forçada.

    A situação foi assim: restavam 2:24 no segundo quarto, Julius Randle nos lances livres, e ali no garrafão rolou aquela briga de posicionamento clássica entre Reid e Victor Wembanyama. Normal, né? Só que os árbitros entenderam que o Reid empurrou o francesão desnecessariamente e mandaram a técnica.

    História de amor e ódio

    Cara, esses dois têm uma rivalidade que tá crescendo a cada jogo. No jogo 4, foi o Wemby que perdeu a cabeça, deu uma cotovelada feia no Reid e acabou expulso. Agora foi a vez do pivô dos Wolves levar bronca. Sinceramente? Acho que os árbitros tão tentando segurar a temperatura do jogo antes que vire pancadaria.

    Mas vou ser honesto com vocês: nos playoffs, esse tipo de contato físico é praticamente obrigatório. Reid claramente empurrou com as duas mãos, isso é fato, mas será que merecia técnica? Eu tenho minhas dúvidas. É aquele lance que pode ir pra qualquer lado dependendo do humor do juiz.

    Wolves precisam da agressividade

    A verdade é que Minnesota precisa jogar com essa intensidade física mesmo. Eles tavam perdendo por dois dígitos no primeiro tempo jogando fora de casa — não dá pra relaxar agora.

    E vocês, o que acham? Técnica justa ou os árbitros pegaram pesado? Porque olhando o replay, eu vi lance mais feio que não deu em nada nessa mesma série. Às vezes parece que depende mais de quando acontece do que da intensidade do contato mesmo.

    O lado bom é que os Timberwolves reagiram no terceiro quarto e diminuíram a diferença. Essa série tá longe de acabar, e pelo jeito que as coisas andam, ainda vamos ver mais fogo no parquinho entre esses caras.

  • Anthony Edwards vira meme com apresentação épica: ‘Worldwide’

    Anthony Edwards vira meme com apresentação épica: ‘Worldwide’

    Gente, o Anthony Edwards simplesmente não consegue passar despercebido. O cara é puro entretenimento dentro e fora de quadra, e ontem ele deu mais uma demonstração do por que todo mundo ama (ou odeia) a personalidade dele.

    Durante as apresentações que a NBC faz nos playoffs — aquela tradição onde os jogadores se apresentam dizendo nome e faculdade —, o Ant decidiu que ia fazer diferente. E quando digo diferente, é DIFERENTE mesmo.

    “Anthony Edwards. Worldwide” 🔥

    Enquanto todo mundo fala “Fulano de tal, Universidade X”, o moleque simplesmente mandou um “Anthony Edwards. Worldwide” com a maior cara de pau do mundo. Mano, eu ri alto aqui. É essa confiança absurda que faz a gente amar o basquete americano.

    Sinceramente? Só o Edwards mesmo pra ter a audácia de se apresentar como se fosse o The Rock ou o Mr. Worldwide (Pitbull, né pessoal). E olha que não é só papo — o cara tá mostrando serviço em quadra também.

    Números que justificam o ego

    Depois de dois primeiros jogos meio apagados contra os Spurs (só 30 pontos no total), o Ant acordou pra vida. Nos jogos 3 e 4, passou dos 30 pontos e ajudou Minnesota a empatar a série em 2-2. No jogo 5, já tinha 12 pontos no começo do terceiro quarto quando essa matéria foi escrita.

    E vocês viram o que rolou no jogo 4? O Wembanyama foi expulso por uma cotovelada no Naz Reid, e os Wolves aproveitaram pra ganhar de 114-109. Edwards até foi respeitoso depois, falando que esperava o francesão voltar com tudo no jogo 5.

    “Agora é um jogo de cada vez, tentar descobrir como conseguir a vitória. É só isso que tá na minha cabeça. Eles vão ter o Wemby de volta, ele vai chegar com muita energia”, disse o Edwards pós-jogo.

    Minnesota sonha com vaga nas finais do Oeste

    Os Timberwolves estão a uma vitória de eliminar os Spurs na segunda rodada dos playoffs. Imagina a loucura que seria em Minneapolis se conseguirem fechar a série em casa?

    Olha, eu não sei vocês, mas tô curtindo demais esse Edwards. O cara tem aquela pegada de estrela que faltava em Minnesota há muito tempo. Desde os tempos do Kevin Garnett que não via os Wolves com essa energia.

    E aí, acham que esse papo de “Worldwide” é confiança demais ou merecida? Porque pelos números dos últimos jogos, o moleque tá mandando bem mesmo…

  • Wemby pistola destrói Minnesota e coloca Spurs a uma vitória da final

    Wemby pistola destrói Minnesota e coloca Spurs a uma vitória da final

    Cara, eu sabia que o Wemby ia vir com sangue no olho depois daquela expulsão no Jogo 4. Mas o que ele fez ontem foi simplesmente monstruoso — 16 dos primeiros 21 pontos dos Spurs! O francês tava possuído.

    Olha só os números do primeiro quarto: 18 pontos (6/8 nos arremessos), 6 rebotes e ainda acertou duas de três. O cara literalmente decidiu que ia acabar com a festa dos Timberwolves em casa. E conseguiu.

    A diferença tá no banco

    Mas sinceramente? O que mais me impressionou não foi nem o show do Wembanyama. Foi ver como esse time jovem dos Spurs tem profundidade de verdade. Toda vez que Minnesota tentava uma reação — e tentaram várias vezes —, aparecia um cara diferente pra resolver.

    Hora era o Stephon Castle, hora o Keldon Johnson saindo do banco com 21 pontos, hora o Dylan Harper fazendo jogadas de veterano. Isso aí é o que separa um time bom de um time de playoff de verdade. Os Wolves só têm o Anthony Edwards pra isso — e quando ele não tá no seu melhor, a coisa desanda.

    O técnico Mitch Johnson resumiu bem: “Jogamos com o medo apropriado, disciplina, execução, físico e postura”. Traduzindo: os caras estavam ligados do primeiro ao último minuto.

    Garrafão foi território dos Spurs

    A diferença no garrafão foi absurda: 68 a 36 nos pontos na pintura. Os Spurs simplesmente dominaram a área, e o Wemby com seus 2,24m foi fundamental nisso. 27 pontos, 17 rebotes e 3 tocos — mas o mais importante foi a presença intimidadora que ele impôs.

    Minnesota até tentou algumas reações. No terceiro quarto fizeram uma sequência de 14-2 pra empatar o jogo (com o Wemby em quadra!). Mas aí que você vê a maturidade desse time jovem: responderam na lata com 11-2 e nunca mais deixaram os Wolves se aproximarem.

    De’Aaron Fox com 18 pontos, Castle com 17… todo mundo contribuindo. Enquanto isso, Julius Randle teve mais uma noite apagada: 17 pontos em 17 arremessos. Não dá pra ganhar playoff assim.

    Agora é sexta-feira, Jogo 6 em Minneapolis. Os Spurs estão a uma vitória da final do Oeste contra o Oklahoma City. Eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo. E vocês, acham que Minnesota consegue forçar o Jogo 7 ou os Spurs fecham fora de casa?

  • Thunder faz 8-0 nos playoffs e varre os Lakers numa virada épica

    Thunder faz 8-0 nos playoffs e varre os Lakers numa virada épica

    Mano, que time é esse do Thunder? Oito vitórias em oito jogos nos playoffs. OITO EM OITO. E ontem foi do jeito mais bonito possível: varreu os Lakers com uma virada no último quarto que deixou todo mundo de queixo caído.

    115-110 o placar final, mas isso não conta nem metade da história. Os caras estavam perdendo por cinco pontos faltando 8 minutos pro fim — primeira vez que ficaram atrás no último período nesses playoffs todos. Aí o Shai Gilgeous-Alexander resolveu mostrar porque é candidato a MVP.

    Shai destroçou no momento que mais importava

    35 pontos do canadense, sendo 9 só no último quarto. E olha que os Lakers fizeram de tudo pra parar o cara — dobraram marcação nele mais do que qualquer outro time nos playoffs da carreira dele. Funcionou nos três primeiros jogos (ele teve média de só 21 pontos), mas ontem? Esquece.

    “Obviamente o objetivo deles era fazer meus companheiros me vencerem nos três primeiros jogos, e meus companheiros fizeram exatamente isso”, falou o Shai depois. Humildade do monstro.

    E falando em companheiros, que jogo do Ajay Mitchell! 28 pontos saindo do banco no lugar do Jalen Williams machucado. Playoff career-high. Chet Holmgren também apareceu na hora H: 16 pontos, 4 de 4 no último período, incluindo aquela enterrada decisiva faltando 33 segundos que selou o jogo.

    Números de campeão

    Vocês sabiam que os caras tão com uma margem de vitória média de 16.6 pontos? É a quinta maior dos últimos 40 anos considerando oito jogos de playoffs. O último atual campeão a fazer algo parecido foi o Cavaliers do LeBron em 2017.

    E tem mais: Oklahoma City marcou mais de 120 pontos por 100 posses em sete dos oito jogos. Isso é um ataque que simplesmente não para, cara.

    Agora são os grandes favoritos ao título nas casas de apostas (-180), bem à frente do Spurs (+375) e Knicks (+600). Sinceramente? Depois de ver essa campanha, eu não apostaria contra eles.

    O que vem por aí

    “Fizemos nosso trabalho até agora. É só isso que significa”, disse o Shai quando perguntado sobre o 8-0. “Nada está garantido. Nos playoffs, não existem dois jogos iguais.”

    Mentalidade de campeão. E vocês, acham que alguém consegue parar essa máquina? Porque do jeito que tá indo, eles podem muito bem fazer os playoffs perfeitos.

  • JB Bickerstaff detona arbitragem após derrota: ‘Inaceitável’

    JB Bickerstaff detona arbitragem após derrota: ‘Inaceitável’

    Cara, o JB Bickerstaff não conseguiu se segurar depois da derrota do Pistons pros Cavaliers no jogo 4. E olha, eu entendo completamente a revolta do cara.

    Os números dos lances livres foram absolutamente bizarros. Detroit converteu 9 de 12 tentativas — só 12 tentativas, gente! Enquanto isso, Cleveland foi pra linha 34 vezes e acertou 30. É muita diferença pra ser coincidência.

    “Desde que chegamos em Cleveland, o apito mudou”

    Bickerstaff não poupou palavras na coletiva. “É inaceitável. Não fizemos o suficiente, obviamente, para nos ajudarmos, e vou começar por aí. Mas desde que chegamos em Cleveland, o apito mudou. Não é possível que um cara do time deles arremesse mais lances livres que nossa equipe inteira.”

    E ele tá certo, véi. Detroit não é time de ficar parado no perímetro — eles atacam o garrafão, vão pra cima. Como que só conseguem 12 tentativas?

    O mais interessante (e suspeito) foi quando Bickerstaff mencionou os comentários públicos do Kenny Atkinson sobre o Pistons. “Desde que o Kenny fez seus comentários publicamente sobre nós, os apitos mudaram nesta série.” Eita, agora a coisa ficou quente!

    Pistons fizeram a parte deles em quadra

    Mesmo com a arbitragem controversa, Detroit mostrou que tem time. Caris LeVert liderou com 24 pontos, enquanto Cade Cunningham (que eu acho que vai ser estrela) contribuiu com 19 pontos e 6 assistências. Tobias Harris e Paul Reed também fizeram a diferença.

    O problema é que quando você enfrenta uma discrepância de 22 lances livres, fica complicado demais. São pontos de graça que fazem toda a diferença no placar final.

    Agora é aguardar o jogo 5 em casa. Vocês acham que os árbitros vão manter esse padrão quando a série voltar pra Detroit? Sinceramente, espero que não, porque o basquete merece ser decidido em quadra, não na mesa dos árbitros.

  • Mitchell fez só 4 pontos no 1º tempo e depois igualou recorde!

    Mitchell fez só 4 pontos no 1º tempo e depois igualou recorde!

    Cara, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Donovan Mitchell conseguiu transformar o que parecia ser uma das piores atuações da carreira dele em algo absolutamente histórico. Estou falando de uma virada completa de chave que deixou todo mundo de queixo caído.

    O cara fez APENAS 4 pontos no primeiro tempo. Quatro. Eu tava vendo o jogo e pensando “nossa, o Mitchell tá tendo uma noite horrorosa”. Mas aí veio o segundo tempo e… meu Deus do céu!

    De vilão a herói em 24 minutos

    Mitchell voltou pra quadra completamente transfigurado. Meteu 39 pontos no segundo tempo, igualando o recorde da NBA em playoffs de pontos numa única metade de jogo. Trinta e nove pontos! É muita bola, gente.

    O recorde era do Eric “Sleepy” Floyd desde 1987, quando o Warriors enfrentou o Lakers. Mitchell teve até chance de quebrar o recorde, mas errou o segundo lance livre faltando 27 segundos. Ele mesmo brincou depois: “Todo mundo me avisou que eu perdi um lance livre que quebraria o recorde”.

    Sinceramente? Não me importo nem um pouco que ele tenha errado. O que importa é que os Cavs venceram por 112-103 e empataram a série em 2-2 contra o Detroit Pistons.

    A sequência que mudou tudo

    No primeiro tempo, Mitchell simplesmente não conseguia acertar nada. Errou os primeiros seis arremessos de quadra e só foi pontuar nos últimos minutos do segundo quarto. Parecia que ia ser uma daquelas noites que a gente prefere esquecer.

    Mas no terceiro quarto? O homem virou um monstro. Fez 21 pontos só no período – igualando outro recorde da franquia. Durante uma sequência de 24-0 dos Cavs (que começou nos últimos segundos do primeiro tempo), Mitchell meteu 15 pontos. Foi uma exibição de puro basquete.

    “Às vezes é natural, né? Eu não tava forçando a barra, focando na defesa e esperando a oportunidade de atacar a cesta”, explicou Mitchell depois do jogo. E quando a oportunidade chegou, cara… ele não desperdiçou.

    No segundo tempo, foram 12 acertos em 18 tentativas de quadra, incluindo três bolas de 3 pontos, e impressionantes 12 de 13 nos lances livres. É esse tipo de eficiência que separa os bons jogadores dos grandes.

    E agora, Detroit?

    Com a série empatada, o Jogo 5 vai ser em Detroit. Os Cavs ainda não conseguiram vencer fora de casa nos playoffs essa temporada, então vai ser o primeiro grande teste. Vocês acham que Mitchell consegue manter esse nível absurdo de jogo?

    Uma coisa é certa: se ele conseguir jogar nem que seja 70% do que jogou ontem, Detroit vai ter problemas sérios. E olha que os Pistons sabem disso. Como disse o pivô Paul Reed: “Donovan Mitchell estava nos matando, e é basicamente isso”.

    Mitchell já tem oito jogos de playoffs com pelo menos 40 pontos na carreira, quatro deles pelos Cavs. Três jogos consecutivos com mais de 30 pontos nessa série. O cara tá on fire e Cleveland precisa aproveitar isso para finalmente chegar nas finais de conferência pela primeira vez desde 2018.

    Que jogaço, pessoal. Às vezes o basquete nos presenteia com essas noites mágicas que a gente nunca esquece.

  • Mitchell explode 21 pontos no 3º quarto e iguala recorde dos Cavs

    Mitchell explode 21 pontos no 3º quarto e iguala recorde dos Cavs

    Cara, o que o Donovan Mitchell fez ontem foi simplesmente absurdo. O cara tava praticamente dormindo no primeiro tempo, Cleveland perdendo por 4 pontos no intervalo, todo mundo já imaginando os Cavs tomando um 3-1 dos Pistons. Aí o homem vai lá e resolve virar o LeBron de 2016.

    21 pontos. No terceiro quarto. Vinte e um pontos em 12 minutos de jogo.

    E olha só que loucura: esse recorde de 21 pontos em um quarto nos playoffs dos Cavs era dividido entre LeBron James e Kyrie Irving. Agora o Mitchell entrou nesse clube seleto. Imagina estar no mesmo patamar que esses dois monstros?

    A virada mais épica da temporada

    O que mais me impressionou foi a transformação completa no vestiário. Mitchell saiu de um primeiro tempo apagado (só 4 pontos) para um show solo que vai ficar na história. E não parou por aí — no último quarto ele ainda meteu mais 18 pontos.

    No final das contas: 39 pontos só no segundo tempo. Isso mesmo, 39 pontos em dois quartos. É o maior número de pontos marcados em um tempo da história dos playoffs da NBA. Eu ainda tô processando essa informação.

    O resultado? Cavs 112, Pistons 102. Série empatada em 2-2. Cleveland conseguiu evitar aquela situação terrível de estar perdendo por 3-1 fora de casa.

    Agora vem o teste de verdade

    Só que tem um probleminha aí: os Cavs ainda não ganharam UM jogo sequer fora de casa nos playoffs. Zero. E adivinha onde vai ser o jogo 5?

    Detroit.

    Sinceramente, eu acho que o Mitchell acordou algo especial nesse time. A forma como ele dissecou a defesa dos Pistons foi de outro mundo — arremessos de média distância, enterradas, bolas de 3. O cara fez de tudo.

    E vocês, acham que os Cavs conseguem quebrar esse tabu jogando fora? Porque se conseguirem, vão pegar o Knicks na final do Leste. E depois dessa performance do Mitchell, eu não duvido mais de nada.

  • Mitchell fez história: 39 pontos no segundo tempo salvaram os Cavs

    Mitchell fez história: 39 pontos no segundo tempo salvaram os Cavs

    Mano, o que o Donovan Mitchell fez ontem foi simplesmente ABSURDO. 43 pontos na vitória por 112-103 sobre o Detroit, empatando a série em 2-2. Mas o mais louco? Ele tinha QUATRO pontos no intervalo. Quatro. E terminou com 39 no segundo tempo.

    Isso mesmo que vocês leram. 39 pontos numa metade só de jogo de playoffs. É RECORDE histórico da NBA, gente!

    A “Cavalanche” que ninguém viu chegar

    Os Cavs estavam praticamente mortos — perdendo por quatro no intervalo e quase indo pra um buraco 3-1 na série. Aí o Mitchell simplesmente resolveu que não ia deixar isso acontecer. O cara começou o terceiro quarto metendo oito pontos em um minuto e meio. Um minuto e meio!

    E daí veio a tal da “Cavalanche” — 23-0 de parcial pra abrir o segundo tempo. Vinte e três a zero! É a maior sequência de pontos sem resposta pra começar uma metade de playoff nos últimos 30 anos. Se considerarmos os dois últimos pontos do primeiro tempo, foram 25-0. Segundo maior run da era moderna dos playoffs.

    Sinceramente, eu já vi muito jogo bom na minha vida, mas isso aí foi de outro planeta. O Mitchell sozinho fez 21 pontos no terceiro quarto — quinta vez na carreira que ele marca 20+ numa parcela só de playoffs. Só Stephen Curry e Jamal Murray conseguiram isso tantas vezes também.

    O cara que nasceu pra playoffs

    E olha, não é de hoje que o Mitchell é monstro nos playoffs. Lembram dos 57 pontos contra o Denver em 2020? Terceira maior pontuação da história dos playoffs. No ano passado meteu 50 contra o Orlando na primeira rodada.

    Agora com essa performance, ele chegou ao quarto jogo de 40+ pontos pelos Cavs nos playoffs. Passou até o Kyrie Irving e só fica atrás do LeBron (que tem 24, né… é o LeBron). Nos últimos três jogos dessa série? 109 pontos. Cento e nove!

    Tá certo que ele não estava no melhor momento — apenas 12/39 de três na série toda e meio apagado na primeira rodada contra Toronto. Mas eu sempre falei: com o Mitchell é questão de tempo. Uma hora a bomba explode.

    Agora é melhor de três

    A série virou um melhor de três, com jogo 5 na quarta em Detroit. E aí, vocês acham que os Pistons conseguem segurar esse cara depois do que aconteceu ontem? Porque eu tô achando difícil, viu. Quando o Mitchell pega fogo desse jeito, não tem muito o que fazer.

    O cara é puro espetáculo. Sempre foi, sempre vai ser. E momentos como esse são exatamente o motivo pelo qual a gente ama essa liga maluca.

  • Haslem defende Wemby: ‘Às vezes você tem que mostrar os dentes’

    Haslem defende Wemby: ‘Às vezes você tem que mostrar os dentes’

    Olha só que papo interessante rolou essa semana. Udonis Haslem, o eterno veterano do Heat que virou analista, saiu em defesa do Victor Wembanyama depois daquela expulsão polêmica no Jogo 4 contra o Minnesota.

    Pra quem perdeu o capítulo, o francesão levou um Flagrant 2 e foi pra rua depois de acertar uma cotovelada no Naz Reid durante uma disputa de rebote. Primeiro cartão vermelho da carreira dele na NBA — imagina a frustração.

    “Tem que traçar uma linha na areia”

    Enquanto meio mundo tá criticando o Wemby, o Haslem veio com uma visão totalmente diferente no programa da Prime. “Eu não concordo com ninguém se machucando, mas às vezes você tem que tomar uma posição e traçar uma linha na areia, e foi isso que o Wemby fez”, falou o cara que conhece bem o que é defender território em quadra.

    Sinceramente? Eu entendo a lógica do Haslem. O maluco passou 20 anos na NBA sendo exatamente esse tipo de jogador — aquele que não deixa ninguém passar por cima. Ele tá vendo no Wemby algo que muita gente não quer ver: personalidade.

    O lance aconteceu no segundo quarto, numa disputa de rebote que envolveu também o Jaden McDaniels. Foi aquela confusão de corpo que sempre rola embaixo da cesta, só que o Victor perdeu a linha e mandou a cotovelada. Resultado: 12 minutos de jogo, 4 pontos, 4 rebotes e um pé na bunda pra arquibancada.

    Playoffs de aprendizado

    Mas vamos combinar uma coisa — mesmo com essa escorregada, o Wembanyama tá fazendo uma pós-temporada absurda pra um cara de segundo ano. Nos oito jogos até agora, ele tá com médias de 19.6 pontos e 10.5 rebotes. Não é o LeBron de 2003, mas pra um pivô de 21 anos carregando os Spurs nas costas? Tá ótimo.

    A boa notícia é que ele não vai levar suspensão pro Jogo 5. A série tá 2-2 e volta pra San Antonio — onde a torcida vai receber o francês como herói, tenho certeza. E aí, vocês acham que essa expulsão vai fazer o Wemby jogar com mais cautela ou com mais raiva ainda?

    (Spoiler: conhecendo a personalidade dele, aposto na segunda opção)