Tag: Sacramento Kings

  • Kings viraram fábrica de campeões… só que para outros times

    Kings viraram fábrica de campeões… só que para outros times

    Mano, vocês viram o que tá rolando nas finais da NBA? De’Aaron Fox, Harrison Barnes e Mike Brown — todos nas finais. E adivinha? Nenhum deles tá vestindo a camisa do Sacramento.

    Cara, isso é de doer. Os Kings viraram literalmente uma fábrica de talentos para outros times. É como se fosse aquela escola que forma os melhores jogadores, só que eles sempre vão brilhar em outro lugar.

    A maldição de Sacramento

    Olha só essa lista absurda: Tyrese Haliburton (que chegou nas finais ano passado com o Indiana), De’Aaron Fox, Mike Brown, Harrison Barnes… Todos passaram por Sacramento, todos estão agora brigando pelo anel. Só que não pelos Kings.

    E o mais doido? Sacramento não errou nas escolhas. Eles acharam os caras certos! O problema é que criaram um ambiente tão tóxico que sair de lá virou a única opção lógica para quem quer ganhar alguma coisa na carreira.

    Sinceramente, eu não sei se fico mais puto ou triste vendo isso.

    O caso Haliburton que ainda dói

    Vamos falar do elefante na sala: a troca do Haliburton. Em 2022, os Kings mandaram ele para o Indiana em troca do Domantas Sabonis. Na época, até fez sentido — Sabonis ajudou Sacramento a quebrar um jejum de 16 anos sem playoffs.

    Mas aí que tá o problema. Enquanto Sacramento comemorava uma temporada de 48 vitórias e a terceira colocação no Oeste (só para perder pros Warriors em 7 jogos), Haliburton estava lá em Indiana virando um monstro. O cara virou um dos jogadores mais clutch da liga — quatro cestas decisivas nos últimos 5 segundos numa única pós-temporada. QUATRO!

    Toda vez que os Kings perdiam três seguidas, começavam a circular highlights do Haliburton. Era tipo uma tortura psicológica constante.

    O fim melancólico de uma era

    Aí veio o pior: Mike Brown foi demitido em dezembro de 2024 depois de um início horrível (13-18). Seis semanas depois, Fox foi trocado para o San Antonio em troca do Zach LaVine. Cara, o Fox! Um All-Star de 28 anos que ajudou a tirar o time do buraco.

    E agora? Fox tá nas finais com Wembanyama em San Antonio, depois de eliminar o atual campeão Oklahoma City num jogo 7 fora de casa. Mike Brown levou o Knicks para a primeira final desde 1999. Harrison Barnes também tá lá, contribuindo.

    Vocês conseguem imaginar a dor de quem torce pelos Kings vendo isso? É como se você tivesse todos os ingredientes de uma receita campeã, mas sempre conseguisse queimar o prato na hora H.

    Sacramento virou um case de como NÃO construir uma franquia vencedora. Eles encontram os caras certos, mas sempre no momento errado, no ambiente errado. E aí os caras saem de lá revoltados e vão ser campeões usando outra camisa.

    É de partir o coração, mas infelizmente é a realidade dos Kings. E aí, será que um dia eles vão aprender com os próprios erros?

  • Kings de olho em novato do Arkansas pro Draft 2026

    Kings de olho em novato do Arkansas pro Draft 2026

    Olha, o Sacramento Kings já tá de olho no Draft de 2026 — e pelo jeito, eles estão apaixonados por um garoto que tá fazendo barulho no Arkansas. Darius Acuff Jr., armador de 1,88m, virou o xodó da franquia californiana.

    E não é pra menos, né? O moleque tá tendo uma temporada de calouro absurda: 23.5 pontos, 6.4 assistências por jogo e acertando 44% dos arremessos de 3 (em quase 6 tentativas por partida). Cara, esses números são de veterano experiente, não de freshman.

    Sacramento precisa de um armador urgente

    A situação do Kings na posição de armador tá meio complicada, pra falar a verdade. O Devin Carter, que eles draftaram em 2024, não desenvolveu como esperavam. E o Russell Westbrook? Bom, ninguém sabe se ele volta mesmo na próxima temporada.

    Sinceramente, acho que faz todo sentido eles mirarem no Acuff. O garoto tem tudo que você quer num armador moderno: visão de jogo, pode criar jogadas pros companheiros e ainda resolve na hora de marcar pontos. E aqueles 48% nos arremessos de campo? Monstro.

    Reconstrução à vista?

    Pelo que tá circulando por aí, o Kings pode estar caminhando pra uma reconstrução mesmo. DeMar DeRozan, Zach LaVine e até o Sabonis estariam disponíveis em trocas. Se for isso mesmo, faz sentido apostar num jovem talento como o Acuff.

    Imagina ele formando dupla com o Keegan Murray? E ainda tem os outros jovens que eles draftaram recentemente — Maxime Raynaud e Nique Clifford. Seria um núcleo bem interessante pra construir algo do zero.

    E aí, vocês acham que o Acuff tem potencial pra ser a peça que faltava em Sacramento? Ou será que é cedo demais pra apostar todas as fichas nele?

  • Kings de olho no filho do ex-jogador de Scott Perry no Draft

    Kings de olho no filho do ex-jogador de Scott Perry no Draft

    Olha só que conexão interessante surgiu nas especulações do Draft da NBA: Darius Acuff Jr. está sendo fortemente cotado para ir para o Sacramento Kings na sétima escolha geral. E não é à toa — tem uma história pessoal por trás disso que deixa tudo mais intrigante.

    O pai do garoto, Darius Acuff Sr., jogou no Eastern Kentucky no final dos anos 90 sob o comando de ninguém menos que Scott Perry, atual gerente geral dos Kings. Coincidência? Eu acho que não. No mundo da NBA, essas conexões pessoais pesam muito na hora das decisões.

    Sacramento precisa de armador urgente

    A necessidade dos Kings na posição é gritante. Depois de trocar Tyrese Haliburton em 2022 (que dor até hoje) e agora De’Aaron Fox em 2025, Sacramento tá praticamente órfão na armação. Acuff Jr. chega como uma opção dinâmica exatamente onde eles mais precisam.

    E os números do garoto impressionam: 23.5 pontos, 3.1 rebotes e 6.4 assistências por jogo na temporada de calouro em Arkansas. Em 36 jogos, o moleque mostrou que tem sangue de armador de elite. Sinceramente, eu não esperava números tão consistentes de um freshman, mas ele provou que aguenta a pressão.

    O fator Scott Perry pode decidir tudo

    Essa ligação familiar com Perry pode ser o diferencial. No Draft, quando você tem dúvidas entre dois jogadores de nível similar, esse tipo de relação pessoal acaba pesando. Perry conhece a família, sabe do caráter, da dedicação — informações que vão muito além dos números na ficha técnica.

    Acuff Jr. é representado por Justin Haynes e Bill Duffy, dois agentes respeitados no mercado. Isso mostra que o garoto já tá sendo tratado como prospecto sério pelas franquias.

    E aí, vocês acham que essa conexão familiar vai mesmo influenciar a decisão dos Kings? Eu tô curioso pra ver se Sacramento vai mesmo apostar nessa carta sentimental ou se vai seguir puramente os números dos scouts.

  • Kings querem roubar Mitchell Robinson dos Knicks

    Kings querem roubar Mitchell Robinson dos Knicks

    Olha só que situação interessante se desenha na agência livre: os Sacramento Kings estão de olho no Mitchell Robinson dos Knicks. E cara, faz todo sentido quando você para pra pensar.

    A parada é a seguinte — os Knicks querem renovar com o pivô, mas o salário da equipe tá virando uma bola de neve gigante. Sabe como é, né? Quando você gasta muito e de repente precisa fazer escolhas difíceis. É exatamente isso que pode acontecer com Nova York.

    Sacramento já tem história com Robinson

    E aqui que fica interessante: Scott Perry, GM dos Kings, era parte da diretoria dos Knicks quando draftaram o Robinson. O cara conhece o jogador desde quando ele era apenas uma promessa. Isso não é coincidência não — Perry sempre foi fã do atletismo absurdo do pivô.

    Sinceramente? Faz sentido total. Robinson é exatamente o tipo de centro que Sacramento precisa: protetor de aro, reboteiro, e que corre a quadra toda. O problema é que os Kings também tão apertados financeiramente, quase batendo no teto salarial.

    A disputa vai ser boa

    Mas não são só os Kings na briga. Lakers e Bulls também tão procurando pivôs nesta offseason. E convenhamos — Robinson com 26 anos, saudável (quando não se machuca), e ainda melhorando? É um prato cheio no mercado.

    A questão é: será que os Knicks vão conseguir segurar o cara? Porque olha, se eles vacilarem na renovação, Sacramento pode aparecer com uma proposta que vai fazer barulho. Perry conhece o valor do Robinson melhor que ninguém.

    Vocês acham que vale a pena os Kings apostarem pesado no Mitchell? O cara tem talento, mas também tem um histórico de lesões que preocupa. Na minha visão, se conseguir ficar saudável, pode ser uma pechincha e tanto para quem levar.

  • Keegan Murray passou por cirurgia no tornozelo – Kings preocupados?

    Keegan Murray passou por cirurgia no tornozelo – Kings preocupados?

    Olha, não é bem assim que o Keegan Murray queria começar a preparação para a nova temporada. O ala do Sacramento Kings passou por uma cirurgia no tornozelo esquerdo na terça-feira para remover alguns fragmentos soltos que estavam atrapalhando sua movimentação.

    Os Kings disseram que ele vai ser reavaliado em seis a oito semanas. Sinceramente? Isso me deixa um pouco preocupado com o cara.

    Temporada perdida em 2023-24

    A temporada passada foi praticamente um pesadelo para o Murray. Imaginem só: um cara que estava começando a deslanchar na NBA e de repente fica limitado a apenas 23 jogos por causa de uma lesão no polegar e depois essas torções repetidas no tornozelo.

    O último jogo dele foi em 25 de fevereiro. Depois disso, os Kings decidiram que era melhor parar por aí mesmo e focar na recuperação completa. Foi a decisão certa, na minha opinião, mas dói ver um jovem talento assim sendo freado pelas lesões.

    Aposta de 140 milhões

    Agora vem a parte interessante: os Kings acabaram de dar uma extensão de cinco anos e US$ 140 milhões para o Murray nesta offseason. Isso mostra que eles ainda acreditam muito no potencial do cara, mesmo depois dessa temporada conturbada.

    E olha, eu entendo a aposta dos Kings. Quando saudável, o Murray mostrou que pode ser uma peça fundamental. O cara tem tamanho, consegue arremessar de longe e tem uma versatilidade que qualquer time gostaria de ter. Mas vocês acham que essa confiança toda não é um pouco arriscada?

    A verdade é que Sacramento precisa do Murray funcionando em alto nível se quiser brigar por algo mais sério na Conferência Oeste. Eles não podem se dar ao luxo de ter um jogador de 140 milhões passando metade da temporada no departamento médico.

    Esperemos que essa cirurgia resolva de vez os problemas no tornozelo e que ele volte mais forte. Porque, convenhamos, ver o Murray jogando bem é bom demais – quando ele está 100%, o cara realmente faz diferença em quadra.

  • Que caras os Warriors e Kings vão escolher no Draft 2026

    Que caras os Warriors e Kings vão escolher no Draft 2026

    Olha, eu sei que o Draft de 2026 ainda tá longe, mas já tem gente fazendo mock drafts e eu confesso que fico animado vendo essas projeções. Os especialistas já estão cravando quem Warriors e Kings vão pegar na primeira rodada — e sinceramente, algumas escolhas me surpreenderam.

    Vamos começar pelos Kings, que passaram por uma temporada bem sofrida (22-60, véi). Eles perderam uma moedinha que daria a 4ª escolha geral e acabaram caindo pra 7ª posição. Que azar, né?

    Sacramento pode apostar no próximo De’Aaron Fox

    A grande maioria dos especialistas tá cravando Kingston Flemings, armador de Houston, pros Kings. E cara, faz todo sentido. O moleque tem uma velocidade absurda e parece ter aquela pegada de jogador vencedor que todo time quer. Lembra um pouco do próprio Fox quando era jovem — explosivo, rápido, com potencial defensivo.

    O único porém é o arremesso de 3. Até melhorou na faculdade (38,7%), mas ainda precisa provar que consegue manter essa consistência. Vocês acham que ele aguenta a pressão de ser titular desde o primeiro dia?

    Tem também quem aposta no Darius Acuff Jr., de Arkansas. Esse aí é descrito como um dos prospetos ofensivos mais empolgantes dos últimos tempos. 72 cestas em transição só entre os calouros — é muita pancada!

    Golden State pensando no futuro pós-Draymond

    Já os Warriors ficaram exatamente onde esperavam: 11ª escolha. Com uma temporada de 37-45, eles meio que aceitaram o rebuild parcial. Steve Kerr vai continuar, então a filosofia do time não muda muito.

    O nome mais cotado é Karim Lopez, um mexicano que tá jogando na Nova Zelândia. Cara de 2,06m que joga de ala/pivô e tá sendo considerado o melhor prospeto internacional dessa classe. Na minha visão, faz sentido — Golden State sempre teve olho bom pra talento internacional.

    Mas tem também o Aday Mara, um pivô gigante de 2,21m que ajudou Michigan a ganhar o título nacional. Imagina esse monstro bloqueando tudo no garrafão? E o maluco ainda sabe passar a bola, o que casa perfeitamente com o estilo Warriors.

    Apostas arriscadas que podem dar certo

    O que mais me chama atenção é como esses times tão pensando diferente. Sacramento precisa desesperadamente de uma estrela, então faz sentido apostar num armador com potencial All-Star como Flemings. Já Golden State pode se dar ao luxo de pegar um projeto mais raw como Lopez.

    Sinceramente acho que essas escolhas podem definir o futuro das franquias nos próximos anos. Kings não podem errar mais uma — a torcida já sofreu demais. E os Warriors? Bom, eles têm histórico de acertar em escolhas “estranhas”, então vai saber…

    E aí, galera — quem vocês acham que seria a melhor opção pra cada time? Eu tô curioso pra ver se essas projeções vão se confirmar mesmo!

  • Draft da NBA 2026: Quem mais merece a primeira escolha geral?

    Draft da NBA 2026: Quem mais merece a primeira escolha geral?

    Cara, o Draft Lottery de domingo pode ser histórico mesmo. E olha que não é exagero — estamos falando de uma das classes mais profundas que eu já vi nos últimos anos, com caras como AJ Dybantsa, Cameron Boozer e Darryn Peterson no topo. Mas tem um detalhe que torna tudo ainda mais tenso: é a última vez que o sistema atual funciona.

    A partir de 2027, entra em vigor o novo formato 3-2-1, que basicamente acaba com qualquer garantia de pick alto. Imagina só: o Washington Wizards, que teve a pior campanha da temporada, pelo menos garante o pick 5 este ano. No sistema novo? O pior time da liga pode parar lá no 12º lugar. Absurdo, né?

    Sacramento precisa MUITO dessa sorte

    Na minha opinião, nenhum time precisa mais da primeira escolha do que o Sacramento Kings. Sinceramente, é de dar dó a situação deles. O elenco é velho, caro pra caramba, e eles só fizeram playoffs UMA vez nos últimos 20 anos (2023). Vinte anos, pessoal!

    O mais frustrante? Eles tinham o pior recorde por boa parte da temporada, aí resolveram ganhar cinco dos últimos seis jogos em março e se ferraram na loteria. Classic Kings, né? Com 11,5% de chance de levar a primeira pick, eles são o time que mais se beneficiaria de um cara franchise-changing.

    Brooklyn também tá na briga

    O Brooklyn Nets (14% de chance) é outro caso interessante. Eles tiveram CINCO escolhas de primeira rodada no draft passado — cinco! O que mais se destacou foi Egor Dёmin, que foi o 8º escolhido. Mas vamos combinar: ainda tá longe de ser o suficiente pra sair dessa reconstrução.

    E aí, vocês acham que os Kings merecem essa sorte depois de tanto sofrimento? Ou será que algum outro time consegue surpreender e levar a primeira pick? Uma coisa é certa: domingo vai ser tenso pra caramba.

    O que mais me impressiona nessa classe é que não tem consenso sobre quem é o melhor. Alguns defendem Dybantsa, outros preferem Caleb Wilson. Mas independente de quem você prefere, qualquer um dos três primeiros picks pode mudar completamente o futuro de uma franquia.

    Com a mudança do sistema chegando e essa sendo possivelmente a última grande chance de conseguir um astro garantido, a pressão tá nas alturas. Domingo não pode chegar logo!

  • Jazz ganha desempate e pode roubar pick top 4 dos Kings no Draft 2026

    Jazz ganha desempate e pode roubar pick top 4 dos Kings no Draft 2026

    Olha, o negócio esquentou ontem para definir as posições finais da loteria do Draft 2026. O Utah Jazz conseguiu ganhar o desempate contra o Sacramento Kings e garantiu a quarta posição na loteria — uma diferença que pode ser crucial na noite do sorteio.

    E cara, que ironia! Os Kings estavam ali, firmes e fortes para terminar entre os quatro piores times da liga, mas aí resolveram ganhar três dos últimos dez jogos da temporada. Enquanto isso, o Jazz fez exatamente o contrário: perdeu nove dos últimos dez. Na penúltima partida da temporada regular, Sacramento teve a chance de cravar a quarta posição, mas foi lá e venceu o Golden State Warriors em casa. Vai entender…

    Como ficaram as odds na loteria?

    Agora vem a parte interessante. Quando há empate na classificação final, as odds são divididas meio a meio entre os times. Tanto Kings quanto Jazz têm 45,2% de chance de conseguir uma pick no top 4 e 11,5% de probabilidade de levar a primeira escolha geral.

    Mas aqui que a coisa fica tensa para Sacramento: existe uma chance — pequena, mas existe — de eles caírem até a nona posição. É só 0,6% de probabilidade, mas imagina a cara dos caras se isso acontecer? Por outro lado, têm 8,5% de chance de pegar a oitava pick.

    Outros desempates que movimentaram o draft

    Não foram só Kings e Jazz que disputaram posição. O New Orleans Pelicans venceu o desempate contra o Dallas Mavericks pela sétima colocação na loteria. E olha que curioso: ano passado Dallas ganhou um desempate parecido contra o Bulls, conseguiu a 11ª posição e acabou levando a primeira pick geral pra casa, escolhendo o Cooper Flagg. Dessa vez não deu sorte.

    Agora Dallas fica com 29% de chance no top 4 e apenas 6,7% de probabilidade de repetir a dose com outra primeira pick consecutiva. Detalhe importante: os Mavericks não controlam sua própria primeira escolha até 2031 depois deste draft.

    No meio da primeira rodada também teve movimento. Os Suns ganharam desempate triplo com Magic e 76ers pela 16ª pick (que vai pro Memphis). Philadelphia ficou com a 17ª (que vai pro Thunder) e Orlando com a 18ª (pros Hornets).

    A loteria promete emocionar

    A loteria vai rolar no dia 10 de maio em Chicago, e cara, Washington, Indiana e Brooklyn dividem as melhores chances com 14% cada para a primeira pick. Mas sinceramente? Depois de ver Dallas sair da 11ª posição direto pro topo ano passado, qualquer coisa pode acontecer.

    O que vocês acham? Sacramento vai conseguir se manter no top 5 ou vai pagar o preço por ter ganhado aqueles jogos no final da temporada? E o Jazz, será que finalmente acerta na loteria depois de tanto tempo reconstruindo? Uma coisa é certa: maio vai ser tenso para esses GMs.

  • Jazz garantem pick protegido no sorteio da NBA

    Jazz garantem pick protegido no sorteio da NBA

    Olha só que loucura: a NBA fez o sorteio de desempate do draft de 2026 ontem, e o Utah Jazz saiu no lucro de uma forma que pode mudar tudo para a franquia. Eles conseguiram a 4ª melhor posição na loteria, enquanto o Sacramento Kings ficou com a 5ª. Parece pouco, mas fez TODA a diferença.

    Por que isso é tão importante? Simples: o pick do Jazz é protegido até a 8ª posição. Se eles caíssem para 9º lugar ou pior, o pick ia direto pro Oklahoma City Thunder. Mas agora? Garantiram que vão manter a escolha, não importa o que aconteça na loteria do dia 10 de maio.

    As chances continuam praticamente iguais

    Na prática, tanto Jazz quanto Kings têm 45,2% de chance de pular para o top 4 e 11,5% de chance de ganhar a primeira escolha geral. A diferença é que o Jazz tem essa garantia de não perder o pick – e isso vale ouro em uma temporada de reconstrução como a deles.

    Sinceramente? Acho que o Jazz deu sorte grande aqui. Imagina a decepção se perdessem um pick em um draft que pode ser histórico só por causa de um sorteio. Agora podem dormir tranquilos.

    Outros desempates que movimentaram o mercado

    O New Orleans Pelicans ficou com a 7ª posição na loteria, mas aqui vem o plot twist: eles não vão nem usar esse pick! Trocaram ele pro Atlanta Hawks no draft do ano passado. Os Hawks vão ficar com o melhor entre os picks dos Pelicans (7º) e do Milwaukee Bucks (10º).

    Já o Dallas Mavericks garantiu a 8ª posição. Com 29% de chance de subir na loteria, pode ser uma surpresa interessante – vocês acham que eles conseguem dar o salto?

    E olha que bagunça bonita: dos picks 16, 17 e 18, nenhum vai ser usado pelo time original. Oklahoma City pega o 16º (que era da Filadélfia), Memphis fica com o 17º (melhor entre Orlando e Phoenix), e Charlotte leva o 18º (o pior entre Orlando e Phoenix). É trade pra todo lado!

    O cronograma que todo fã tem que saber

    Agora é só aguardar: loteria dia 10 de maio em Chicago, combine de 10 a 17 de maio, e o draft em duas noites no Barclays Center – primeira rodada dia 23 de junho, segunda rodada no dia 24.

    Ah, e uma informação importante: a data limite para jogadores universitários confirmarem entrada no draft é na sexta-feira. Vai ter movimento nos próximos dias!

    O que vocês acham? O Jazz fez bem em manter esse pick protegido, ou deveriam ter arriscado tudo em uma troca maior?

  • Westbrook quer ficar no Kings: ‘Se me quiserem, eu fico’

    Westbrook quer ficar no Kings: ‘Se me quiserem, eu fico’

    Olha, eu não sei se esperava essa. Russell Westbrook acabou de deixar claro que topa ficar mais uma temporada no Sacramento Kings — mesmo depois de uma temporada que, vamos combinar, foi bem longe do ideal.

    “Se eu for bem-vindo de volta, então eu volto”, disse o armador veterano quando perguntaram se ele retornaria para os Kings na próxima temporada. Simples assim. Direto ao ponto, no estilo Westbrook.

    Uma temporada para esquecer

    Cara, que temporada difícil foi essa para Sacramento. O time terminou empatado na última posição da Conferência Oeste, e ainda por cima Westbrook ficou de fora dos últimos jogos por lesão. Não é exatamente o final que você sonha quando assina com um time novo, né?

    Mas olhando os números individuais do Russ, a coisa não foi tão catastrófica assim. Em 64 jogos (foi contratado praticamente em cima da hora, antes do início da temporada regular), ele teve médias de 15.2 pontos, 5.4 rebotes, 6.7 assistências e 1.3 roubos de bola.

    Vale a pena apostar no veterano?

    Sinceramente, acho que os números do Westbrook não são ruins para um cara que já passou dos 35 anos e que chegou no Kings meio que de paraquedas. O problema é que números individuais não ganham jogos sozinhos — e Sacramento mostrou isso na pele.

    A questão agora é: o Kings vai querer de volta? Westbrook ainda tem aquela intensidade toda, aquela vontade de competir que sempre teve. Mas será que ele encaixa no projeto de Sacramento para 2024-25?

    E aí, o que vocês acham? Dariam mais uma chance para o Westbrook em Sacramento, ou acham que é hora dos Kings tentarem algo diferente? Eu fico na dúvida, pra ser honesto. O cara ainda joga, mas talvez não seja exatamente o que o Kings precisa para sair dessa situação complicada.