Tag: Sacramento Kings

  • Sacramento vai trocar Sabonis? Lituana pode estar de saída dos Kings

    Sacramento vai trocar Sabonis? Lituana pode estar de saída dos Kings

    Olha, eu não sei vocês, mas já tava na hora dos Kings fazerem alguma coisa drástica. E pelo jeito, o Domantas Sabonis pode ser o próximo a sair de Sacramento — e sinceramente, acho que pode ser bom pra todo mundo.

    Segundo o insider Jake Fischer, o lituano deve ir pro mercado de trocas nesta offseason. Cara, o nome dele vai estar lá junto com Giannis Antetokounmpo e Ja Morant. Imagina só essa lista de gente disponível!

    Sacramento quer economizar (e quem não quer?)

    A situação é a seguinte: os Kings estão desesperados pra cortar folha salarial. Fischer diz que “Sacramento é conhecido por estar procurando se livrar de um salário significativo se puder nesta offseason e parece que vai ter mais interesse no Sabonis do que em outros veteranos”.

    E faz sentido, né? O cara ganha uma grana considerável, e francamente — desde que chegou lá, o que os Kings conquistaram? Nada. Zilch. Zero títulos de divisão, zero playoffs relevantes.

    Quando saudável, o homem produz

    Agora vamos ser justos com o Sabonis. Quando tá inteiro, o cara é um monstro. Triplo-duplo quase toda noite, rebote pra caramba, passe que você não espera de um pivô.

    Ano passado foi complicado — jogou só 19 partidas por causa de uma cirurgia no joelho. Mesmo assim, olha os números: 15.8 pontos, 11.4 rebotes e 4.1 assistências. Aproveitamento de 54.3% nos arremessos de quadra e — prepara o coração — 72.7% nas bolas de três!

    Entre 2022 e 2025, liderou a liga em rebotes por três temporadas seguidas. O cara sabe onde a bola vai parar, isso é indiscutível.

    Hora da reconstrução?

    A real é que Sacramento pode estar caminhando pra uma rebuild completa. E olha, depois de ver Mike Brown comandando os Knicks e De’Aaron Fox brilhando nos Spurs durante essas finais da NBA… deve doer ver ex-funcionários tendo sucesso em outros lugares.

    Sabonis já vinha sendo especulado em trocas nas últimas temporadas. No deadline do ano passado, decidiram segurar ele. Mas agora? Parece que a paciência acabou.

    Na minha opinião, uma mudança de ares pode ser exatamente o que o lituano precisa. Imaginem ele num time competitivo de verdade, com uma estrutura montada pra ganhar? Pode ser absurdo.

    E vocês, acham que Sacramento deve mesmo trocar o Sabonis? Onde vocês acham que ele se encaixaria melhor?

  • Kings podem trocar Sabonis? Pivô desperta interesse no mercado

    Kings podem trocar Sabonis? Pivô desperta interesse no mercado

    Olha, eu não esperava isso, mas parece que o Domantas Sabonis pode mesmo sair de Sacramento. Os Kings estão pensando seriamente em mexer no elenco veterano, e o pivô lituano é quem mais chama atenção no mercado — mais até que nomes como DeMar DeRozan e Malik Monk.

    A situação é meio complicada. Sacramento quer dar uma reformulada na folha salarial, e Sabonis tem um contrato pesadão: 45,5 milhões em 2026-27 e 48,6 milhões na temporada seguinte. É muita grana pra um cara que teve a pior temporada desde que virou titular regular em 2019.

    Temporada decepcionante

    E cara, que temporada ruim foi essa do Sabonis. Apenas 19 jogos por causa de lesões e uma média de só 15,8 pontos. Pra quem já foi um dos melhores pivôs da liga — lembram dos triple-doubles que ele fazia em Indiana? — foi de partir o coração.

    Sinceramente, eu sempre achei o Sabonis um monstro. O cara tem visão de jogo absurda pra um pivô, reboteia bem e tem um arremesso decente. Mas essas lesões estão preocupando, né?

    Toronto já estava de olho

    O mais interessante é que os Raptors já tinham tentado pescar o Sabonis na temporada passada, mas as negociações travaram porque Toronto teria que incluir o Jakob Poeltl no pacote. Faz sentido — os caras não queriam ficar sem pivô nenhum.

    Agora a pergunta que não quer calar: vocês acham que vale a pena apostar no Sabonis mesmo depois dessa temporada conturbada? O potencial ainda tá lá, mas aquele contrato é de assustar qualquer GM.

    Na minha visão, se ele conseguir se manter saudável, pode ser uma baita contratação pra um time que precisa de experiência no garrafão. Mas é uma aposta arriscada — tipo quando você coloca o seu melhor jogador na reserva esperando que o técnico adversário não perceba.

  • Rick Adelman nos deixou aos 79 anos – uma lenda que moldou a NBA

    Rick Adelman nos deixou aos 79 anos – uma lenda que moldou a NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, nos deixou aos 79 anos. E olha, quando Adam Silver fala que alguém era “brilhante” e “ainda melhor pessoa”, você sabe que estamos falando de um gigante do basquete.

    Adelman não foi só mais um técnico — foi um cara que revolucionou a forma de se jogar basquete. Quase 30 anos dedicados ao jogo, primeiro como jogador (de 1968 a 1975, rodando por times como Rockets, Trail Blazers, Bulls), depois como um dos estrategistas mais geniais que já vi.

    O mago de Portland que quase conquistou tudo

    A era dourada do Adelman? Foi definitivamente em Portland. O cara pegou aquele time em 1989 e transformou numa máquina de jogar basquete. Duas finais da NBA (1990 e 1992) — e sinceramente, se não fosse aquele Bulls do Michael Jordan no auge, talvez a história fosse diferente.

    Eu lembro de assistir aqueles Blazers jogando. Era um basquete inteligente, com movimentação constante, todo mundo tocando na bola. Clyde Drexler voando, mas sempre dentro de um sistema bem estruturado. Esse era o DNA do Adelman.

    Sacramento e aquele time que deveria ter sido campeão

    Mas se tem uma coisa que me dói até hoje é pensar no que aconteceu com aquele Kings de 2002. Adelman pegou uma franquia perdida e criou um dos times mais bonitos de se ver jogar. Chris Webber, Peja Stojakovic, Vlade Divac, Mike Bibby… era poesia em movimento.

    Aquelas finais de conferência contra os Lakers ainda me tiram o sono. Todo mundo sabe que teve coisa errada ali (não vou nem entrar nesse assunto que dá gatilho), mas o trabalho do Adelman foi impecável. Transformou Sacramento numa potência do basquete moderno.

    O mais impressionante? O cara terminou a carreira com 1.042 vitórias. Décimo colocado na lista dos técnicos com mais vitórias da história. Não é pouca coisa, galera.

    Um legado que continua vivo

    E tem uma coisa linda nessa história toda — o filho dele, David Adelman, é técnico do Denver Nuggets atualmente. Imaginem a pressão de seguir os passos do pai, mas ao mesmo tempo, que orgulho deve ser carregar esse sobrenome no basquete.

    Rick foi pro Hall da Fama em 2021, merecidíssimo. Mas o reconhecimento vai além de troféus e estatísticas. O cara influenciou uma geração inteira de técnicos e jogadores. Aquela filosofia de basquete coletivo, de valorizar cada peça do quebra-cabeça, é algo que vemos até hoje na NBA.

    Vocês conseguem imaginar quantos jogadores desenvolveram suas carreiras nas mãos desse cara? Quantos técnicos aprenderam com ele? É um legado que vai muito além dos números.

    Descanse em paz, Rick. Obrigado por nos ensinar que basquete pode ser arte quando feito da forma certa. A NBA perdeu um gigante.

  • Morreu Rick Adelman, o técnico que fez os Kings voarem nos anos 2000

    Morreu Rick Adelman, o técnico que fez os Kings voarem nos anos 2000

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, que foi simplesmente O TÉCNICO do Sacramento Kings nos anos 2000, morreu aos 79 anos. E olha, não tô exagerando quando digo que ele foi o cara que mais entendeu de basquete naquela franquia.

    395 vitórias pelo Kings. Trezentos e noventa e cinco. É o recorde da franquia até hoje, e olha que já faz tempo que ele saiu de lá. O maluco levou Sacramento pros playoffs em TODAS as oito temporadas que comandou o time (1998-2006). Isso é coisa de monstro, gente.

    O Sacramento que a gente lembra com carinho

    Quem acompanha NBA há mais tempo sabe: aqueles Kings do início dos anos 2000 eram um espetáculo à parte. Chris Webber, Peja Stojakovic, Vlade Divac, Jason Williams (o White Chocolate!)… Era um basquete que dava gosto de assistir. E quem comandava aquela orquestra? Rick Adelman.

    O cara tinha 1.042 vitórias na temporada regular na carreira toda – décimo maior número da história da NBA. Não é pouca coisa, não. E a parte mais doída? Os Kings nunca mais foram os mesmos depois que ele saiu. Ficaram 16 anos sem ir pros playoffs! Dezesseis! E a última série de playoffs que ganharam foi em 2004, ainda com ele no comando.

    Muito mais que os Kings

    Antes de chegar em Sacramento, Adelman já tinha mostrado serviço. Levou o Portland Trail Blazers pra duas Finais da NBA – perderam pro Detroit Pistons em 1990 e pro Chicago Bulls em 1992. Imagina se tivesse ganhado uma dessas? (Mas convenhamos, aquele Bulls do Jordan era difícil mesmo.)

    O que mais me impressiona é a consistência do cara. Começou como jogador – foi draftado pelo San Diego Rockets em 1968, saído da Loyola Marymount. Jogou sete temporadas na NBA antes de virar técnico. E quando virou, virou pra valer.

    A organização dos Kings soltou uma nota linda, falando que ele “representou o que há de melhor no basquete de Sacramento” e que inspirava todo mundo “com humildade, integridade e uma crença inabalável no poder do trabalho em equipe”.

    Sinceramente? Acho que é isso mesmo. Rick Adelman era daqueles técnicos old school, que entendia que basquete é jogo coletivo. Não à toa conseguiu tirar o melhor daquele elenco dos Kings que, no papel, talvez não fosse o mais talentoso da liga, mas jogava um basquete que era pura poesia.

    Descanse em paz, coach. E obrigado por ter nos dado aqueles Kings inesquecíveis dos anos 2000.

  • Morre Rick Adelman, o técnico que fez Sacramento virar show

    Morre Rick Adelman, o técnico que fez Sacramento virar show

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, o lendário técnico que transformou o Sacramento Kings no “Greatest Show on Court”, morreu ontem aos 79 anos.

    Eu não vou mentir — quando penso nos Kings dos anos 2000, a primeira coisa que vem na cabeça é aquele time absurdamente divertido do Chris Webber, Vlade Divac, Peja Stojakovic e companhia. E por trás de tudo isso estava o Adelman, fazendo mágica na beira da quadra.

    O homem que criou o melhor Kings da história

    Olha só os números: cinco temporadas consecutivas com mais de 50 vitórias (2000-2005), uma final de conferência em 2002 que quase — QUASE — tirou os Lakers do Shaq e Kobe. Aquele time jogava um basquete que era pura arte, mano. Movimentação de bola, passes sem olhar, enterradas do Webber… Era outro nível.

    A Sports Illustrated não chamou eles de “Greatest Show on Court” à toa. Sinceramente, acho que foi o auge do basquete coletivo na NBA moderna. E o Adelman era o maestro de tudo isso.

    O que mais me impressiona? O cara conseguiu 1.042 vitórias como técnico — décimo maior número da história da NBA. Passou pelos Warriors (1995-97), fez história em Sacramento, ainda deu uma passada pelo Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. Quase 30 anos na beira da quadra, monstro.

    Legado que vai além das quadras

    O que me deixa ainda mais emocionado é ver como todo mundo fala dele como pessoa. O comunicado dos Kings foi lindo: “humildade, integridade, bondade”. Adam Silver, o comissário da NBA, falou que ele era “um estrategista brilhante e professor do jogo, e uma pessoa ainda melhor”.

    E tem um detalhe que muita gente não sabe: o filho dele, David Adelman, é técnico do Denver Nuggets hoje. O basquete literalmente corre na veia da família.

    Vocês conseguem imaginar como deve estar sendo difícil pro David processar essa perda? Perder o pai que te inspirou a seguir o mesmo caminho…

    Rick Adelman entrou pro Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo. Mas pra mim, o maior reconhecimento dele vai ser sempre aquela geração de fãs dos Kings que cresceu vendo aquele basquete mágico dos anos 2000.

    Descanse em paz, técnico. Obrigado por nos dar uma das épocas mais divertidas da NBA moderna. Sacramento nunca mais foi a mesma coisa depois que você saiu.

  • Morre Rick Adelman, o técnico que quase derrubou os Lakers de Kobe

    Morre Rick Adelman, o técnico que quase derrubou os Lakers de Kobe

    Cara, recebi uma dessas notícias que me deixaram meio pra baixo hoje. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da NBA, morreu aos 79 anos na segunda-feira. E olha, esse cara teve uma carreira que merece todo nosso respeito.

    Pra quem não conhece direito, Adelman foi o cara que transformou o Sacramento Kings numa verdadeira máquina de basquete no início dos anos 2000. Sabe aquele time que quase — QUASE — derrubou os Lakers do Shaq e do Kobe em 2002? Pois é, era ele no comando.

    De jogador mediano a gênio tático

    A história do Rick é interessante pra caramba. O cara jogou sete temporadas na NBA como armador reserva — nada excepcional, 7.7 pontos por jogo. Mas quando pendurou as chuteiras aos 28 anos, descobriu sua verdadeira vocação. Começou treinando numa faculdade comunitária no Oregon (imagina a humildade!) antes de chegar aos Blazers como assistente.

    Em Portland, ele mostrou do que era feito. Levou o time pra duas finais da NBA — 1990 e 1992 — mas esbarrou primeiro no Bad Boys do Detroit e depois no Bulls do Jordan. Sinceramente, azar do timing. Qualquer um que enfrentou o Jordan naquela época sabia que tava ferrado.

    O Kings mágico que quase mudou tudo

    Mas foi em Sacramento que o Adelman criou sua obra-prima. Cara, que time era aquele! Chris Webber armando jogadas do garrafão, Vlade Divac com aqueles passes absurdos, Peja Stojakovic chuva de três, Doug Christie na defesa e Mike Bibby comandando. Era basquete arte pura.

    O sistema ofensivo que ele criou era revolucionário pra época. Todo mundo se movimentando, passes por todos os lados, espaçamento perfeito. Basicamente, ele antecipou muito do que a NBA se tornaria décadas depois. Em 2002, eles ganharam 61 jogos e levaram os Lakers pro limite nas Finais da Conferência Oeste.

    Aquela série de sete jogos contra LA foi de partir o coração. O Kings perdeu de 112 a 106 na prorrogação do jogo 7. Eu ainda fico pensando como seria se eles tivessem passado pros Lakers… Será que conseguiriam o título? A gente nunca vai saber.

    Legado que vai muito além dos títulos

    Depois de Sacramento, Adelman ainda passou pelo Houston Rockets e Minnesota Timberwolves, sempre criando ataques eficientes mas sem conseguir aquele anel que tanto merecia. Terminou a carreira com 1.042 vitórias — décimo colocado na história — mas zero campeonatos.

    E sabe o que é o mais legal? Mesmo sem título, o cara foi pro Hall da Fama em 2021. Porque às vezes o legado vai muito além dos troféus. Os princípios ofensivos que ele desenvolveu ainda influenciam técnicos hoje em dia.

    O filho dele, David, hoje treina o Denver Nuggets — imagino como deve estar se sentindo. O comissário Adam Silver definiu bem: ‘estrategista brilhante e uma pessoa ainda melhor’.

    Rick Adelman provou que dá pra ser lembrado como um dos grandes mesmo sem levantar o troféu Larry O’Brien. Às vezes, revolucionar o jogo já é suficiente pra garantir a imortalidade. Descanse em paz, mestre.

  • Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos da NBA, aos 79 anos

    Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos da NBA, aos 79 anos

    Cara, é sempre difícil escrever sobre a partida de uma lenda. Rick Adelman nos deixou ontem aos 79 anos, e sinceramente, perdi um dos técnicos que mais admirava na NBA. O cara simplesmente dedicou quase 30 anos da vida dele comandando times na liga — e que legado, meu amigo.

    Olha só os números: 1.042 vitórias em 29 temporadas como técnico. Décimo colocado na lista de todos os tempos! Só 11 caras na história da NBA conseguiram passar das 1.000 vitórias. Isso é ser monstro demais.

    O período dourado em Portland

    Quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do Adelman comandando aquele Portland dos anos 90. Duas finais consecutivas — 1990 e 1992. Na primeira, perderam pro Detroit do Bad Boys (que time bruto aquele era). Dois anos depois, deram de cara com o Bulls do Jordan no auge. Imagina a frustração, mas que campanhas épicas.

    E pensar que o cara começou como jogador mediano — 7.7 pontos por jogo em sete temporadas. Prova de que nem sempre quem joga melhor vira o melhor técnico, né? O Adelman encontrou sua verdadeira vocação no banco de reservas.

    Sacramento: onde virou ídolo mesmo

    Mas foi em Sacramento que o Rick realmente brilhou. Oito temporadas comandando os Kings (1998-2006), e pasmem: playoffs em TODAS elas. Vocês têm noção do que isso significa? Os Kings eram piada antes dele chegar. Depois que saiu, voltaram pros playoffs apenas uma vez até hoje.

    Aquele time dos Kings era absurdo de assistir. Um basquete fluido, bonito, que fazia qualquer um se apaixonar pelo esporte. E olha que eles chegaram na final da Conferência Oeste uma vez — quase desbancaram os Lakers numa época que o Shaq e Kobe dominavam tudo.

    “Rick Adelman representou o melhor do basquete de Sacramento”, disse o time em nota oficial. E não é exagero não. O cara transformou uma franquia.

    Legado de família

    Uma curiosidade que poucos sabem: o filho dele, David Adelman, é técnico principal do Denver Nuggets hoje em dia. Imagina a pressão de seguir os passos do pai? Mas pelo visto o talento é genético mesmo.

    Rick foi induzido ao Hall da Fama em 2021 — reconhecimento mais do que merecido. Em 2023, ainda ganhou o prêmio Chuck Daly de conquista vitalícia da associação de técnicos. O respeito que ele tinha entre os colegas era absurdo.

    Deixa seis filhos e a esposa Mary Kay. Uma família que sempre esteve ao lado dele durante essa jornada incrível pela NBA.

    Descanse em paz, Rick. Você ensinou muito sobre basquete e sobre ser humano também. E aí, pessoal — quem vocês acham que mais merece estar no Hall da Fama entre os técnicos atuais?

  • Lenda Rick Adelman morre aos 79 anos — que legado absurdo

    Lenda Rick Adelman morre aos 79 anos — que legado absurdo

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu nesta segunda-feira aos 79 anos. E olha, quando eu falo respeitado, não é força de expressão não — estamos falando de um cara que revolucionou o basquete moderno.

    Adelman comandou times da NBA por incríveis 29 temporadas, passando por Portland Trail Blazers, Golden State Warriors, Sacramento Kings, Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. O resultado? Um cartel de 1.042 vitórias contra 749 derrotas — mais de 58% de aproveitamento. Monstro.

    O cara que fez Sacramento voar

    Mas se tem uma passagem que define o legado do Adelman, foi em Sacramento. Sinceramente, aqueles Kings do início dos anos 2000 jogavam um basquete que era poesia pura. Chris Webber pivoteando no garrafão, Vlade Divac com aqueles passes absurdos, Peja Stojaković chovendo de três, Jason Williams com dribles que não faziam sentido nenhum.

    O sistema do Adelman era genial: ele botava os pivôs pra comandar a jogada do meio da quadra, criando um basquete fluido que ninguém conseguia parar. Os Kings foram top 3 em pontos por jogo durante cinco anos consecutivos (1998-2003). Cinco anos! Era videogame, gente.

    E olha que curioso: o filho dele, David Adelman, tá hoje comandando o Denver Nuggets com o Jokić. O DNA do basquete inteligente passou de pai pra filho — e o Nikola é praticamente a evolução daquilo que o Rick criou em Sacramento.

    Muito mais que Sacramento

    Antes de Sacramento, Adelman já tinha feito história em Portland. Levou os Blazers pra duas finais da NBA (1990 e 1992) com Clyde Drexler voando pelos ares. Não deu pra ganhar o anel, mas foram jogos épicos contra os Bulls do Jordan — e olha que não é pouca coisa chegar lá.

    Como jogador, o cara também deu seus rolos na liga por sete temporadas. Nada espetacular nos números (7.7 pontos, 2.4 rebotes), mas aquela escola antiga que ensinava basquete de verdade.

    Entrou pro Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo, por sinal. E em 2023 ganhou o prêmio Chuck Daly de carreira. Reconhecimento que chegou na hora certa.

    O que mais me impressiona no Adelman é como ele antecipou o basquete moderno. Aquele sistema de “corners” dele, com pivôs distribuindo jogo, movimento sem bola constante… cara, isso é NBA hoje em dia! Ele tava uns 20 anos na frente do tempo.

    Descanse em paz, lenda. O basquete perdeu um visionário, mas o legado fica pra sempre. E vocês, qual foi o time do Adelman que mais marcou vocês?

  • Lenda Rick Adelman morre aos 79 – mais de 1000 vitórias na NBA

    Lenda Rick Adelman morre aos 79 – mais de 1000 vitórias na NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos maiores técnicos da história da NBA, morreu aos 79 anos. E olha, quando eu falo ‘um dos maiores’, não é força de expressão não — o cara ganhou 1.042 jogos como treinador. Mil e quarenta e dois! É o 10º na história da liga.

    Pai do atual técnico do Denver Nuggets

    O que torna tudo ainda mais tocante é que Rick era pai do David Adelman, que hoje comanda o Denver Nuggets. Imagina só receber essa notícia sendo técnico na NBA… Os Nuggets divulgaram uma nota super respeitosa, e dá pra sentir a dor ali.

    Rick começou como jogador — armador de 1969 a 1975 — mas foi como técnico que ele realmente brilhou. E que brilho, meu amigo. Levou o Portland Trail Blazers pras Finais DUAS vezes. Uma em 1990 (perdeu pro Detroit dos Bad Boys) e outra em 1992 (caiu pro Bulls do Jordan). Sinceramente, esses times do Blazers com Clyde Drexler eram monstros.

    O mago de Sacramento

    Mas se tem uma passagem que eu acho que define o Rick Adelman, foi em Sacramento. Oito anos lá, oito temporadas com campanha positiva. O cara pegou um elenco com Vlade Divac, Peja Stojaković, Chris Webber, Mike Bibby… e criou uma das ofensivas mais bonitas que a NBA já viu.

    Eu lembro de assistir aqueles Kings jogarem e pensar: ‘isso aqui é arte, mano’. Era um basquete diferente, inovador. O Rick meio que antecipou muita coisa que a gente vê hoje na liga. Um visionário mesmo.

    Números que impressionam

    Só quatro técnicos na história — Pat Riley, Gregg Popovich, Jerry Sloan e George Karl — dirigiram mais jogos E tiveram aproveitamento melhor que o Adelman. Isso aí é clube de elite, viu?

    O cara também passou por Houston, Minnesota e Golden State. Em cada lugar, deixava sua marca. Kyle Lowry, que jogou com ele, disse uma coisa linda ontem: que o Rick realmente investia nos jogadores, confiava neles. E olha que o Kyle não é de elogiar qualquer um.

    Do Oregon pro Hall da Fama

    A história do Rick é inspiradora demais. O cara começou num college comunitário no Oregon, sem experiência nenhuma. Jack Ramsey (lenda do Portland) viu o trabalho dele e trouxe pro Blazers como assistente.

    Quando assumiu como técnico interino em 1988-89, com 35 jogos restantes, deve ter pensado: ‘e agora?’. Bom, ‘e agora’ virou uma das carreiras mais respeitadas da NBA. Em 2021 foi pro Hall da Fama, merecidíssimo.

    Adam Silver disse que ele era ‘um estrategista brilhante e professor do jogo, e uma pessoa ainda melhor’. Acho que resume bem o legado do Rick Adelman.

    E vocês, lembram de algum momento especial desses times comandados por ele? Aqueles Kings do início dos anos 2000 eram algo especial mesmo…

  • NBA perde uma lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    NBA perde uma lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    Cara, que notícia triste chegou hoje. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu aos 79 anos. E olha, não é exagero falar que perdemos uma verdadeira lenda do basquete americano.

    Pra quem acompanha a liga há mais tempo, o nome Adelman é sinônimo de basquete inteligente e de qualidade. O cara levou o Portland Trail Blazers pra duas Finais — em 1990 e 1992. Imaginem só a pressão que deve ser chegar lá duas vezes! E mesmo perdendo (uma pro Detroit “Bad Boys” e outra pro Chicago do Jordan), ele mostrou que sabia como montar um time pra brigar pelo título.

    Os Kings inesquecíveis de Sacramento

    Mas sinceramente, acho que o trabalho mais icônico do Adelman foi com o Sacramento Kings. Mano, aquele time de 2002 quase derrubou os Lakers do Shaq e Kobe nas Finais do Oeste. QUASE. Até hoje os fãs dos Kings acreditam que foram roubados naquela série — e olha que eu nem torço pra eles, mas aquele basquete era absurdo de bonito.

    O Kings disse em nota que Adelman “ajudou a definir uma era do basquete dos Kings que inspirou nossa cidade e cativou fãs ao redor do mundo”. E é verdade mesmo. Chris Webber, Vlade Divac, Peja Stojaković, Mike Bibby… Esse time jogava um basquete que era arte pura. Quem assistiu não esquece.

    Rick ficou oito temporadas em Sacramento e transformou completamente a franquia. Antes dele, os Kings eram só mais um time perdido na NBA. Com ele, viraram protagonistas e quase campeões.

    Um legado que continua na família

    E tem um detalhe que sempre me impressiona: o filho dele, David Adelman, é o técnico atual do Denver Nuggets. Imaginem a pressão que deve ser carregar esse sobrenome? Mas o cara tem feito um trabalho sólido em Denver, mostrando que a maçã não caiu longe da árvore.

    Adelman ainda passou pelo Minnesota Timberwolves no final da carreira, encerrando em 2014. Foi reconhecido pelo Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo — e ganhou o Chuck Daly Lifetime Achievement Award em 2023.

    Olha, técnicos como o Rick são raros hoje em dia. O cara entendia o jogo de uma forma diferente, sempre priorizou o coletivo sobre as estrelas individuais. Nunca foi daqueles técnicos famosos por gritar ou fazer show — era pura competência técnica.

    Vocês acham que ainda existem técnicos como ele na NBA de hoje? Porque pra mim, a liga perdeu muito desse estilo de basquete mais cerebral que o Adelman representava. Descanse em paz, lenda.