Tag: Sacramento Kings

  • Maxime Raynaud venceu março! Rookie francês dos Kings tá voando

    Maxime Raynaud venceu março! Rookie francês dos Kings tá voando

    Gente, preciso falar de um cara que tá simplesmente destruindo na NBA e vocês talvez nem saibam quem é. Maxime Raynaud, pivô francês dos Sacramento Kings, acabou de ser eleito o Rookie do Mês da Conferência Oeste em março. E olha, os números desse cara são de outro planeta.

    O francesão foi selecionado apenas na 42ª posição do Draft de 2025, saindo de Stanford. Escolha da segunda rodada, aquelas que a gente sempre torce pra dar certo mas raramente dão. Bom, Raynaud tá fazendo a diferença.

    Os números de março foram absurdos

    Em 15 jogos como titular no mês passado, o pivô cravou médias de 17.9 pontos e 8.5 rebotes por partida. Mas o mais impressionante? O cara acertou 59% dos arremessos de quadra. Cinquenta e nove por cento! Isso é eficiência de veterano, não de calouro.

    E tem mais: foram seis jogos com mais de 20 pontos, incluindo dois com mais de 30. O recorde pessoal veio contra o San Antonio Spurs no dia 17 de março — 32 pontos. Dois dias depois, contra o Philadelphia 76ers, fez mais 30. Jogos consecutivos de 30+ pontos.

    Sabe quantos calouros dos Kings fizeram isso na história da franquia? Quatro. Raynaud é o primeiro desde Walt Williams em 1993. Nem Tyreke Evans, nem DeMarcus Cousins, nem Isaiah Thomas, nem De’Aaron Fox conseguiram. Isso diz muito sobre o que esse francês está fazendo.

    Números históricos mesmo

    Olha só essa estatística que me deixou de queixo caído: em março, Raynaud totalizou 268 pontos e 128 rebotes com 59% de aproveitamento nos arremessos. Apenas três rookies na história da NBA conseguiram pelo menos 250 pontos e 125 rebotes com mais de 59% de eficiência em um mês. Os outros dois? Kareem Abdul-Jabbar e Otis Thorpe. Ou seja, ele tá em companhia de lenda.

    Na temporada toda, Raynaud lidera os calouros em double-doubles (17), é segundo em rebotes totais (507) e terceiro em porcentagem de arremessos (56.5%). Médias gerais de 11.9 pontos e 7.3 rebotes por jogo.

    Sinceramente, eu não esperava que um pivô da segunda rodada fosse fazer tanto barulho assim. Mas o Sacramento sempre teve um olho bom pra descobrir essas pérolas escondidas. E vocês, já tinham reparado no Raynaud ou foi surpresa igual pra mim? Esse cara pode ser o futuro da posição 5 dos Kings.

  • VJ Edgecombe quebra sequência de Knueppel e leva Rookie do Mês

    VJ Edgecombe quebra sequência de Knueppel e leva Rookie do Mês

    Finalmente! VJ Edgecombe conseguiu quebrar a hegemonia de Kon Knueppel e levou o prêmio de Rookie do Mês de março no Leste. E olha, já tava na hora mesmo — o cara vem jogando muito no Philadelphia 76ers.

    Knueppel tinha emplacado quatro meses seguidos (novembro, dezembro, janeiro e fevereiro), mas Edgecombe mostrou que veio pra ficar. Os números dele em março foram absurdos: 18.9 pontos, 5.8 rebotes e 4.3 assistências por jogo. Pra um novato, tá jogando com uma maturidade impressionante.

    Raynaud também brilha no Oeste

    No Oeste, quem levou foi Maxime Raynaud, do Sacramento Kings. O cara saiu de Stanford como a 42ª escolha do Draft 2025 — ou seja, não era nem esperado que fizesse tanto barulho assim tão cedo.

    Mas os números falam por si só: 17.9 pontos e 8.5 rebotes por partida. Pra um pivô que muita gente nem conhecia direito antes do draft, tá se provando um achado dos Kings. Sinceramente, escolhas mais pra baixo no draft às vezes rendem essas surpresas maravilhosas.

    A nova geração chegou com tudo

    É impressionante como essa turma de rookies de 2025 tá chegando já fazendo diferença. Edgecombe quebrou uma sequência que parecia impossível de ser quebrada, e Raynaud tá mostrando que nem sempre os primeiros escolhidos são os que mais rendem.

    Vocês acham que Edgecombe consegue manter esse nível e disputar o Rookie of the Year? E esse Raynaud, será que consegue se firmar como titular absoluto em Sacramento? A temporada ainda tem muito pano pra manga, mas esses caras já tão deixando sua marca na liga.

  • Nets x Kings: duelo de lanternas promete show de… sofrimento

    Nets x Kings: duelo de lanternas promete show de… sofrimento

    Olha, quando você vê Brooklyn Nets (17-57) recebendo Sacramento Kings (19-56) no domingo, você já sabe que não vai ser exatamente um clássico da NBA. Mas ei, às vezes esses jogos entre times que já estão pensando no Draft são os mais imprevisíveis — e divertidos de assistir, na minha opinião.

    Os Nets estão numa situação complicada em casa. Quatro derrotas consecutivas jogando no Barclays Center, cara. E quando você é o pior time da Conferência Leste em rebotes (39.7 por jogo), fica difícil mesmo. Michael Porter Jr., que tá liderando esse departamento com 7.1 rebotes por partida, nem vai jogar — lesionado.

    Sacramento também não tá pra brincadeira

    Do lado dos Kings, a situação é igualmente dramática. 6-31 fora de casa! Sinceramente, eu não sei como um time consegue ser tão ruim longe da sua torcida. Eles até que controlam bem a bola (13.6 turnovers por jogo), mas quando você tem esse retrospecto na estrada, qualquer vantagem vira ilusão.

    A única coisa positiva é que o último encontro entre esses dois foi até emocionante. Os Kings ganharam por 126-122 no dia 22 de março, com Malik Monk metendo 32 pontos. Agora me diz: quem esperava o Monk carregando um time nas costas em 2026?

    Os números não mentem (e assustam)

    Vamos aos fatos que doem: o Brooklyn perdeu TODOS os últimos 10 jogos. Todas mesmo. Zero vitórias. Tá fazendo apenas 99.9 pontos por partida nesse período — isso é tipo coisa de time universitário fraco, meu amigo.

    Sacramento pelo menos ganhou 4 dos últimos 10, mas olha só a defesa deles: tomando 121.7 pontos por jogo. É muita bola na cesta, mesmo pra padrões da NBA atual.

    E a lista de lesionados? Monstro, é praticamente um hospital. Nos Nets: Porter Jr., Day’Ron Sharpe (temporada acabou), Egor Demin (idem). Nos Kings então… Sabonis, Westbrook, Zach LaVine, De’Andre Hunter — todos fora da temporada. Parece time de fantasia depois que você esquece de fazer as trocas por dois meses.

    Nic Claxton (57.1% nos arremessos, 11.8 pontos) vai tentar segurar as pontas pelo Brooklyn, enquanto DeMar DeRozan (18.5 pontos, 4.1 assistências) ainda tenta mostrar que tem lenha pra queimar pelos Kings.

    A linha de apostas coloca os Nets como favoritos por apenas 1 ponto. Um ponto! Entre dois times com quase 60 derrotas cada um. É o tipo de jogo que pode terminar 95-93 ou 130-125 — ninguém sabe, e talvez seja exatamente isso que torna interessante. Vocês vão assistir a essa ‘obra de arte’ do basquete?

  • A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    Mano, que dupla absurda que tá se formando no Atlanta Hawks. Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker (que o pessoal chama de NAW) simplesmente decidiram que vão resolver os jogos juntos no último período — e tá funcionando pra caramba.

    Na vitória por 123-113 contra o Sacramento Kings, os dois fizeram exatamente isso de novo. Jogo empatado 97-97 no meio do quarto período, e daí pra frente TODOS os pontos dos Hawks ou saíram das mãos deles ou de assistências deles. Todos mesmo. Que monstros.

    “Parceiros no crime” — a química tá absurda

    Depois do jogo, o NAW soltou uma frase que resume tudo: “Tendo um parceiro no crime com ele, eu tô curtindo isso. Tô aprendendo muito, estamos crescendo juntos. É divertido.”

    Cara, dá pra ver que os dois se entendem mesmo. Alexander-Walker contou que eles conversam o tempo todo, tentando descobrir como ganhar jogos. E olha, pra mim essa é a parte mais legal — os dois são meio novos nessa posição de liderança, então tão aprendendo juntos.

    “Às vezes parece que queremos que a outra pessoa seja agressiva, o que é legal de ter alguém no seu canto”, explicou NAW. Sinceramente, isso me lembra muito aquelas duplas clássicas da NBA que se complementavam perfeitamente.

    Como eles fecharam o jogo

    A sequência que eles fizeram foi de filme mesmo. Johnson começou com 5 pontos seguidos, aí o NAW respondeu com duas bolas de 3 consecutivas — Hawks abriram 11 pontos de vantagem assim, do nada.

    E não parou por aí. Nickeil fez um and-one (enterrada + falta), Johnson acertou mais um arremesso de 3, depois deu duas assistências pro Jock Landale e pro CJ McCollum. Pra fechar com chave de ouro? Alexander-Walker assistiu Johnson numa bola de 3 que selou a vitória.

    O técnico Quin Snyder resumiu bem: “A confiança dos dois tá lá em cima, seja pra fazer a jogada ou pra se encontrarem. Essa é a melhor parte.”

    Hawks desfalcados mas se virando

    O mais impressionante é que os Hawks estavam desfalcados. Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga — todos machucados. Mas sabe como é, “next man up”, e o time mostrou profundidade.

    Jock Landale foi outro que apareceu quando precisava. Entrou no lugar do Okongwu e fez 19 pontos com 13 rebotes. Double-double caprichado, mesmo jogando com uma lesão no ombro que ele vai ter que “aguentar firme”.

    “Fizemos um ótimo trabalho descobrindo nossa identidade como primeiro e segundo quinteto”, disse Landale. E realmente, os Hawks tão mostrando uma consistência que não tinham antes.

    E aí, vocês acham que essa dupla Johnson-Alexander-Walker pode mesmo levar os Hawks longe nos playoffs? Porque pelo que tô vendo, quando os dois tão conectados assim, é complicado parar eles no final dos jogos.

    Próximo teste vai ser contra os Celtics em dois dias. Aí vamos ver se a “parceria no crime” funciona contra um dos melhores times da liga.

  • Plowden meteu uma enterrada absurda no ex-time e virou o jogo

    Plowden meteu uma enterrada absurda no ex-time e virou o jogo

    Cara, tem coisa mais gostosa no basquete do que meter uma enterrada no seu ex-time? Daeqwon Plowden descobriu que não. O cara simplesmente voou no State Farm Arena e deixou todo mundo de queixo caído com uma pancada que vai ficar marcada na memória.

    Olha só a situação: Plowden jogou apenas seis jogos pelos Hawks — SEIS! — antes de ser trocado para o Phoenix Suns na offseason passada. Agora, defendendo o Kings, o mano teve sua chance de ouro para mostrar o que Atlanta perdeu.

    A enterrada que parou o ginásio

    No segundo quarto, Devin Carter tocou a bola em transição e Plowden simplesmente decidiu que ia acabar com o circo. O Corey Kispert até tentou marcar, mas quando viu o que ia acontecer, preferiu sair da frente — e fez bem, porque aquela enterrada não tinha quem segurasse.

    Sabe aqueles momentos que você sente que o cara tá descontando toda a frustração de uma vez só? Foi exatamente isso. Plowden terminou o jogo com 11 pontos, mas esses dois da enterrada valeram muito mais que qualquer estatística.

    Forma absurda nas últimas partidas

    E não foi sorte não, galera. O cara vem voando — literalmente e figurativamente. Nos três jogos anteriores, Plowden marcou 65 pontos. Contra o Orlando Magic, na quinta-feira, cravou seis bolas de três numa derrota apertada por 121-117.

    Sinceramente? Os Hawks devem estar mordendo os dedos agora. Imagina ver um cara que você dispensou fazendo esse tipo de coisa em outro time…

    Na temporada, Plowden tá com médias de 10.3 pontos e 3.1 rebotes em 25.7 minutos por jogo. Os números podem não impressionar à primeira vista, mas o cara tá aproveitando cada oportunidade que os Kings dão — e olha que eles não estão tendo uma temporada das melhores.

    Aos 27 anos, Plowden sabe que essa pode ser sua grande chance de se firmar na NBA. Não dá pra desperdiçar. E que forma melhor de causar uma impressão duradoura do que com uma enterrada dessas?

    Vocês acham que ele consegue uma renovação com Sacramento? Ou vai usar essa temporada como vitrine para outro time? Uma coisa é certa: depois de ontem, todo mundo vai lembrar do nome dele.

  • Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Cara, que jogaço dos Hawks ontem à noite! 123-113 contra o Sacramento Kings, e o mais legal é que a galera de Atlanta tá mantendo essa sequência absurda em casa. Sinceramente, eu não esperava que eles conseguissem se recuperar tão rápido depois daquela derrota dolorosa pro Celtics na véspera.

    Os Kings chegaram cheios de desfalques — coisa que já virou rotina pra eles essa temporada — mas os Hawks também não estavam com o time completo. Dyson Daniels, Jonathan Kuminga e Onyeka Okongwu ficaram de fora. Mohamed Gueye ganhou a chance no quinteto titular, e olha, o garoto aproveitou.

    Jalen Johnson comandando o show

    O que mais me impressionou foi a performance do Jalen Johnson. 26 pontos e 10 assistências — double-double caprichado! O cara tava distribuindo bola como um veterano e finalizando com uma facilidade que dá gosto de ver. Aquela conexão dele com o Jock Landale no segundo quarto foi coisa linda de se assistir.

    E por falar no Landale… 19 pontos e 13 rebotes. Monstro! Quem diria que o australiano ia ser peça tão importante assim nos Hawks? Tem hora que o basquete te surpreende mesmo.

    Show do Alexander-Walker

    Mas se tem um cara que merece destaque especial é o Nickeil Alexander-Walker. 27 pontos sendo o cestinha da partida, com direito a várias bolas de três que gelaram o jogo no último quarto. Aquele passe por entre as pernas pro Jalen Johnson no terceiro período? Absurdo demais.

    O que mais me chamou atenção foi como os Hawks conseguiram virar o jogo depois de estarem atrás no primeiro quarto. Começaram devagar, mas na hora que precisaram acelerar, aceleraram mesmo. Aquela sequência no segundo quarto quando emplacaram uma corrida de pontos foi decisiva.

    CJ McCollum ainda tem bala na agulha

    E não posso deixar passar em branco os 22 pontos do CJ McCollum. O veterano mostrou que ainda tem muito basquete nas pernas, principalmente naquele arremesso no final do primeiro tempo que foi pura categoria.

    Os Kings até tentaram reagir — o DeMar DeRozan estava jogando bem —, mas quando os Hawks decidiram que era hora de ganhar o jogo, não teve jeito. Construíram uma vantagem de dois dígitos no último quarto e administraram direitinho.

    Agora vem o teste de fogo: segunda-feira contra o Boston Celtics de novo. Depois da derrota na véspera, vocês acham que os Hawks conseguem a revanche? Eu tô curioso pra ver se essa química que eles mostraram ontem vai se repetir contra um adversário mais cascudo.

    Uma coisa é certa: esse time de Atlanta tá começando a mostrar personalidade. Se continuarem jogando assim em casa, podem incomodar muito gente nos playoffs.

  • Hawks atropela Kings e Snyder chega às 500 vitórias como técnico

    Hawks atropela Kings e Snyder chega às 500 vitórias como técnico

    Cara, que noitaça do Atlanta Hawks! Bateram o Sacramento Kings por 123 a 113 e ainda deram um presente e tanto pro técnico Quinn Snyder — sua 500ª vitória na carreira. Pra quem acompanha a NBA há um tempo, sabe que chegar nessa marca não é brincadeira.

    O grande nome da noite foi Nickeil Alexander-Walker, que simplesmente meteu 27 pontos e ajudou os Hawks a virarem uma máquina de três pontos no último período. 8 de 12 do perímetro só no quarto quarto — isso é de outro mundo, pessoal.

    Jalen Johnson continua monstro

    E o que dizer do Jalen Johnson? 26 pontos e 10 assistências para mais um double-double — o 44º da temporada dele. Esse cara tá numa temporada absurda, e sinceramente não sei por que não se fala mais dele pra All-Star. Jock Landale também contribuiu pra valer: 19 pontos e 13 rebotes, primeiro double-double dele desde que chegou em Atlanta.

    Os Hawks estão numa sequência impressionante — 15 vitórias nos últimos 17 jogos. Isso é coisa de time que quer brigar por algo grande nos playoffs. A química do time tá funcionando perfeitamente, mesmo com várias peças importantes no departamento médico.

    Kings não conseguiram sustentar a pressão

    Do lado de Sacramento, a história continua complicada. Com 19-56 na temporada, eles já perderam os três primeiros jogos dessa road trip de quatro. DeMar DeRozan fez sua parte com 22 pontos, mas não teve muito apoio. Maxime Raynaud contribuiu com 18 pontos e 10 rebotes, mas não foi suficiente.

    O que me chamou atenção foi como os Kings conseguiram empatar o jogo em 97 a 97 faltando quase 8 minutos — eu já tava pensando “vai que rola a zebra”. Mas aí os Hawks mostraram por que estão voando: 26 a 16 no final, com 18 desses pontos vindo do perímetro. Quando um time acerta chuva de três assim, não tem jeito.

    E vocês viram a lista de desfalques dos dois times? Atlanta sem Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga — todos descansando no segundo jogo em duas noites. Já Sacramento… cara, é uma enfermaria: Russell Westbrook, Domantas Sabonis, Zach LaVine, todos fora. Alguns nem voltam mais essa temporada.

    Agora é esperar pra ver se os Hawks conseguem manter esse ritmo contra Boston na segunda. E os Kings? Vão tentar quebrar a sequência negativa contra o Brooklyn no domingo. Mas olha, do jeito que tá, fica difícil…

  • Banchero explode com 30 pontos e quebra sequência negativa do Magic

    Banchero explode com 30 pontos e quebra sequência negativa do Magic

    Cara, que alívio para os fãs do Orlando Magic! Paolo Banchero simplesmente resolveu carregar o time nas costas ontem e acabou com uma sequência horrorosa de seis derrotas consecutivas. O garoto fez 30 pontos, pegou 9 rebotes e distribuiu 7 assistências na vitória por 111-107 sobre o Sacramento Kings.

    E olha só que dado absurdo: essa foi a terceira partida consecutiva do Banchero com mais de 30 pontos. O moleque tá pegando fogo mesmo! Na minha opinião, ele finalmente tá mostrando que pode ser aquele cara que o Magic tanto precisa para brigar por playoffs.

    Magic volta à briga por vaga nos playoffs

    Essa vitória foi mais importante do que parece. O Magic (39-34) tinha despencado na classificação depois de uma sequência terrível que veio logo após uma série incrível de sete vitórias seguidas. Imagina a frustração da torcida — do quinto lugar direto pro buraco.

    Agora eles estão empatados com Charlotte e Miami na oitava posição do Leste. Atlanta (41-32), Toronto (40-32) e Philadelphia (40-33) estão logo ali na frente brigando pelas seis vagas diretas. Sinceramente, acho que vai ser uma guerra até o final da temporada regular.

    Desmond Bane ajudou com 23 pontos, e Jalen Suggs voltou depois de ficar duas partidas fora por doença. Oito pontos e quatro assistências em 34 minutos — nada espetacular, mas pelo menos estava em quadra.

    Kings quase vira o jogo no finalzinho

    DeMar DeRozan fez o que sempre faz: jogou pra caramba. Foram 33 pontos e 11 assistências pelo Sacramento. O veterano ainda tenta carregar esse time que tá na lanterna do Oeste com apenas 19 vitórias em 74 jogos.

    O mais louco foi o final da partida. Os Kings estavam perdendo por nove pontos faltando pouco mais de dois minutos, mas conseguiram encostar no placar. Daeqwon Plowden (que nome é esse, meu Deus?) acertou uma bomba de três e deixou tudo 116-115 faltando 50 segundos.

    Aí que o Suggs mostrou personalidade e respondeu na lata com outro arremesso de três pontos faltando 27 segundos. Que frieza! Vocês acham que o Magic consegue manter essa pegada e garantir pelo menos o play-in?

    Uma curiosidade interessante: essa foi a 25ª vez na carreira de quatro anos do Banchero que ele conseguiu pelo menos 30 pontos, 5 rebotes e 5 assistências na mesma partida. Só Tracy McGrady tem mais jogos assim na história da franquia, com 66. O garoto tá no caminho certo.

  • Kings pescam DaQuan Jeffries na G League com contrato de 10 dias

    Kings pescam DaQuan Jeffries na G League com contrato de 10 dias

    Os Sacramento Kings acabaram de pescar um cara que tava fazendo a diferença na G League. DaQuan Jeffries assinou um contrato de 10 dias com o time, aproveitando a exceção por dificuldades do elenco.

    E olha, o cara não tava brincando por lá não. Jeffries vinha fazendo números absurdos pelo Stockton Kings na G League: 23.5 pontos, 5.9 rebotes e 2.5 assistências por jogo em 28 partidas. Quase 24 pontos de média, mano!

    Veterano que conhece a casa

    A parada interessante é que Jeffries não é nenhum novato na NBA — muito pelo contrário. O cara já rodou por meia liga: passou por Charlotte Hornets, Houston Rockets, Memphis Grizzlies, New York Knicks e até pelos próprios Kings. São 111 jogos na carreira, com 25 como titular.

    Claro que os números na NBA foram mais modestos: 4.6 pontos e 2.1 rebotes em média. Mas convenhamos, é bem diferente jogar 15 minutos na NBA do que ser protagonista na G League, né?

    Aposta certeira ou desespero?

    Sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente dos Kings. O time precisa de profundidade no elenco e Jeffries mostrou que pode contribuir quando tem oportunidade. Além disso, ele já conhece a organização — isso conta muito.

    E vocês, acham que ele consegue se firmar dessa vez em Sacramento? Ou vai ser só mais um contrato de 10 dias que não vira nada? O cara tem 27 anos, tá na idade certa pra aproveitar uma chance dessas.

    Os próximos jogos vão mostrar se Jeffries consegue traduzir aqueles números da G League pro nível NBA. Torço por ele — sempre gosto quando um cara que rala nas divisões de base consegue uma nova oportunidade.

  • Magic favorito contra Kings devastado por lesões – Vai dar zebra?

    Magic favorito contra Kings devastado por lesões – Vai dar zebra?

    Olha, eu sei que o Magic tá numa situação complicada com seis derrotas seguidas, mas sinceramente? Enfrentar o Sacramento na situação atual deveria ser o remédio perfeito para Orlando sair dessa crise. O Kings tá literalmente desmontado — sem Domantas Sabonis, sem Zach LaVine, praticamente sem time titular inteiro.

    Mas aí que tá o perigo, né? Porque quando você acha que vai ser moleza, o basquete te dá uma rasteira.

    Paolo Banchero precisa carregar o piano mais uma vez

    O garoto tá numa fase monstruosa — 36 pontos, depois 39 pontos nas últimas duas. Paolo tá fazendo de tudo para levar esse Magic nas costas, e com Franz Wagner machucado (tornozelo), sobra ainda mais responsabilidade pra ele. É impressionante como um cara de 21 anos consegue ter essa maturidade toda na pressão.

    Do lado do Magic, Desmond Bane tá ajudando com mais de 20 pontos por jogo, e o rookie Tristan da Silva tá ganhando minutagem importante. Mas vamos ser honestos: se você tem que depender de um novato para resolver seus problemas no playoff push, alguma coisa não tá certa.

    Sacramento jogando com a casa dos outros

    Agora, o Kings tá numa situação que até dói de ver. DeMar DeRozan fazendo o que pode aos 34 anos, e o destaque mesmo tem sido um rookie francês chamado Maxime Raynaud — quem diabos conhecia esse cara três meses atrás? O menino tá metendo quase 19 pontos por jogo em março. Absurdo.

    É engraçado como o basquete funciona: Sacramento com esse elenco de emergência conseguiu ir 5-5 nos últimos 10 jogos. Não é espetacular, mas também não é vergonhoso considerando que metade do time tá no departamento médico.

    E aqui vai minha teoria: times desesperados por vitória (Magic) às vezes jogam mais tenso que times sem pressão nenhuma (Kings). Vocês já viram isso acontecer?

    A pressão tá toda em Orlando

    Magic é favorito por 15.5 pontos. Quinze pontos e meio! Isso é muita coisa, mesmo considerando as circunstâncias. Eu entendo que Sacramento tá desfalcado, mas Orlando tá vindo de seis derrotas seguidas — não é exatamente um time confiável no momento.

    Na minha opinião, Paolo e Desmond Bane têm talento suficiente para resolver essa, mas vai ser mais apertado do que as odds sugerem. O Kings pode não ter estrelas, mas tem veteranos que sabem jogar basquete — DeRozan não esquece como meter uma bandeja ou um jumper na hora H.

    Previsão? Magic ganha, mas não cobrem o spread. Algo como 118-108 para Orlando. E vocês, acham que o Magic consegue parar a sangria ou o Kings faz a zebra em Orlando?