Tag: Sacramento Kings

  • Westbrook quer ficar no Kings, mas tem um porém importante

    Westbrook quer ficar no Kings, mas tem um porém importante

    Russell Westbrook deixou claro que curtiu sua primeira temporada no Sacramento Kings. O problema? Ele sabe que não é ele quem decide se fica ou não.

    Olha, eu tenho que admitir: não esperava que o Westbrook se encaixasse tão bem em Sacramento. Depois de todas aquelas polêmicas nos Lakers e Clippers, o cara chegou no Kings e mostrou que ainda tem muito basquete pra dar. 15.2 pontos, 6.7 assistências e 5.4 rebotes por jogo — números sólidos pra um veterano de 35 anos.

    “Se me quiserem, eu fico”

    Na entrevista de fim de temporada na segunda-feira, Westbrook foi bem direto: “Foi ótimo pra mim aqui. Se me receberem de volta, eu volto. Mas isso não depende de mim”.

    Cara, essa frase resume bem a fase atual da carreira dele. Já passou o tempo de ser o cara que escolhia onde queria jogar — agora é mais sobre encontrar um lugar que valorize o que ele ainda pode oferecer.

    E sinceramente? Acho que ele encontrou esse lugar em Sacramento. O Westbrook jogou 64 partidas (bem saudável pros padrões dele ultimamente), foi titular durante praticamente toda a temporada e mostrou que ainda consegue ser produtivo quando tem o papel certo.

    Kings precisa decidir o rumo

    A grande questão agora é: o que o Sacramento quer pra próxima temporada? A campanha foi decepcionante — 22 vitórias e 60 derrotas, empatados com o Jazz como o pior time do Oeste. É de doer.

    Por um lado, Westbrook trouxe experiência e liderança pra um time jovem. Por outro, o Kings pode querer apostar mais na juventude e dar mais minutos pros caras que estão chegando.

    “Em qualquer lugar que me queiram, eu estou lá. Quero poder ajudar, ser produtivo. Também entendo que é um negócio”, disse o veterano. E olha, não dá pra negar a maturidade dele nessa fala.

    Vocês acham que o Kings deveria renovar com o Westbrook? Na minha opinião, pelo preço certo e com o papel bem definido, seria uma boa. O cara ainda tem fogo no tanque, só precisa estar no ambiente certo.

    A offseason vai ser interessante em Sacramento. Com o draft e a agência livre chegando, eles têm a chance de montar algo mais competitivo. Afinal, voltar aos playoffs depois de apenas uma aparição em 20 anos deveria ser prioridade número um.

  • Blazers garantem vaga no play-in e vão pegar o Suns

    Blazers garantem vaga no play-in e vão pegar o Suns

    Olha, eu não vou mentir — não esperava que os Trail Blazers conseguissem chegar no play-in este ano. Mas eles foram lá e bateram o Kings por 122 a 110, garantindo a oitava colocação no Oeste e uma vaguinha na repescagem.

    E o cara que comandou essa classificação? Deni Avdija. O israelense meteu 25 pontos e distribuiu 10 assistências num jogaço que mostrou por que Portland ainda acredita nele como peça central do projeto. Junto com o veterano Jrue Holiday (23 pontos), eles fizeram Sacramento sofrer a noite toda.

    A dupla jovem também apareceu

    Donovan Clingan, nosso gigantão de quase 2,20m, fez um double-double discreto mas eficiente: 13 pontos e 11 rebotes. O pivô tem mostrado evolução constante desde que chegou como calouro. Já Scoot Henderson contribuiu com 15 pontos — não foi a melhor noite dele, mas quando importou, ele apareceu.

    Do lado de Sacramento… cara, que temporada frustrante. Precious Achiuwa jogou pra caramba (27 pontos e 11 rebotes), mas não adiantou nada. O Kings empatou com o Jazz na lanterna do Oeste, com apenas 22 vitórias em 82 jogos. É de doer o coração de qualquer torcedor.

    Agora é partir pro tudo ou nada

    Portland vai visitar o Phoenix Suns na terça-feira, numa partida eliminatória do play-in. Quem ganhar, pega o San Antonio Spurs na primeira rodada dos playoffs. E sinceramente? Acho que os Blazers podem dar trabalho. Esse time tem uma química interessante e jogadores experientes que sabem o que é pressão.

    A questão é: vocês acham que Portland consegue surpreender Kevin Durant e companhia? Porque uma coisa eu garanto — depois de garantir essa vaga contra todas as expectativas, esse grupo não vai facilitar pra ninguém.

    O segundo tempo foi tenso, com Sacramento voltando mais ligado e chegando a deixar o jogo em 110-101 no último quarto. Mas os Blazers souberam controlar o nervosismo e fecharam a conta. Experiência conta, e Holiday mostrou isso nos momentos decisivos.

  • Kings mantém Christie mesmo com temporada desastrosa

    Kings mantém Christie mesmo com temporada desastrosa

    Olha só que decisão corajosa (ou teimosa?) dos Kings: vão manter Doug Christie como técnico mesmo depois de uma das temporadas mais decepcionantes da história recente da franquia. Cara, quando digo decepcionante, é DECEPCIONANTE mesmo — time que entrou com expectativas de playoffs vai terminar como um dos piores do Oeste.

    A herança maldita do Mike Brown

    Christie assumiu no meio da temporada passada quando o Mike Brown foi demitido. E sinceramente? O cara herdou uma bomba pronta pra explodir. Logo depois que assumiu, o De’Aaron Fox forçou uma troca pro Spurs — e aí começou toda a confusão.

    Os Kings fizeram uma troca polêmica demais, priorizando valor de jogador em vez de draft picks. Pegaram o Zach LaVine (com aquele contrato pesadão) e ainda foram lá contratar o Dennis Schröder por três anos. Spoiler: não deu certo.

    Temporada de pesadelo absoluto

    As expectativas eram de playoffs, mas a realidade bateu forte logo no começo. Três vitórias nos primeiros sete jogos, depois uma sequência de NOVE derrotas seguidas. Pronto, era o fim da linha pra qualquer sonho pós-temporada.

    No All-Star break, tinham o pior recorde da NBA: 12-44. Doze vitórias em 56 jogos, gente! Melhoraram um pouco na segunda metade da temporada com 10 vitórias, mas aí que tá — isso até atrapalhou na loteria do draft.

    E olha que situação bizarra: os Kings foram até investigados pela NBA por tanking depois de uma decisão estranha de dar falta intencional no Seth Curry num jogo contra o Warriors. No final, disseram que foi só erro de técnico, mas imagina o vexame…

    Apostando na continuidade

    A decisão de manter Christie parece ser baseada nas circunstâncias que ele herdou — time desfalcado, lesões, troca do Fox. Faz sentido? Na minha opinião, é uma aposta arriscada. O cara veio do jornalismo esportivo, virou assistente em 2021 e agora tá comandando um time da NBA.

    Desde que o Vivek Ranadivé comprou os Kings em 2013, Christie já é o SÉTIMO técnico permanente. Se conseguir terminar a próxima temporada no cargo, vai ser apenas o segundo com mais tempo na função. Isso diz muito sobre a instabilidade da franquia.

    E aí, pessoal — vocês acham que Christie merece mais uma chance ou os Kings deveriam ter ido atrás de outro nome? O futuro da franquia agora depende muito da sorte na loteria do draft de maio. Ping pong balls decidindo destinos, como sempre…

  • Kings mantém Doug Christie: decisão certa ou desespero?

    Kings mantém Doug Christie: decisão certa ou desespero?

    Cara, eu confesso que fiquei surpreso com essa. Os Sacramento Kings anunciaram que vão manter Doug Christie como técnico na próxima temporada, mesmo depois de terminarem no fundo do poço da Conferência Oeste.

    Olha, eu entendo a lógica da diretoria até certo ponto. O cara nunca teve uma chance real com o elenco inteiro saudável — e isso é verdade mesmo. O quinteto titular que eles projetaram no papel nunca jogou um minuto sequer juntos. É de chorar.

    Uma temporada amaldiçoada

    Christie assumiu em dezembro de 2024 depois que mandaram o Mike Brown embora (que decisão questionável aquela, né?). Mas cara, olha só o azar que bateu: Keegan Murray rasgou o ligamento do polegar na pré-temporada. Domantas Sabonis caiu em novembro com menisco parcialmente rompido e só conseguiu jogar 19 jogos antes de ter que fazer cirurgia. E o Zach LaVine? Apenas 39 partidas antes de precisar operar a mão direita.

    Sacramento começou 3-13 — um horror completo — e em determinado momento da temporada estava com 12-46. Doze vitórias em quarenta e seis jogos! Sinceramente, é difícil julgar qualquer técnico nessas condições.

    Apostando no futuro

    A decisão também parece refletir o que a franquia viu nos jovens. Os rookies Maxime Raynaud e Dylan Cardwell mostraram bons sinais, assim como o forward de primeira rodada Nique Clifford. E faz sentido — se você vai apostar numa reconstrução com garotos, melhor ter continuidade na comissão técnica.

    Scott Perry, o GM, assinou Christie num contrato de três anos no verão passado. Mandar o cara embora após um ano numa temporada completamente atípica seria meio injusto, não acham?

    Mas vou ser honesto com vocês: ainda tenho minhas dúvidas se Christie tem o que precisa para ser técnico titular na NBA. Uma coisa é ser assistente, outra é comandar um time inteiro. A próxima temporada vai ser o teste real dele — sem desculpas de lesões.

  • Kings mantém Doug Christie mesmo com temporada desastrosa

    Kings mantém Doug Christie mesmo com temporada desastrosa

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam, mas o Sacramento Kings acabou de tomar uma decisão que tá dividindo opiniões por aí. Mesmo com uma temporada absolutamente catastrófica de 22-59 — que deixou o time na lanterna do Oeste —, a franquia resolveu manter Doug Christie como técnico para a próxima temporada.

    Pra quem não lembra, Christie assumiu o cargo em dezembro de 2024 depois que demitiram o Mike Brown. O cara pegou um abacaxi e tanto, mas pelo visto a direção acredita que ele nunca teve uma chance real de mostrar serviço.

    Um ano pra esquecer rapidinho

    Sinceramente, é difícil julgar qualquer técnico quando o time literalmente desmorona. A temporada do Kings foi um festival de lesões desde o início. Keegan Murray se machucou ainda na pré-temporada com uma lesão no polegar, e o Sabonis — que é praticamente o coração desse time — jogou apenas 19 partidas antes de ter que fazer cirurgia no menisco.

    Aí você me pergunta: como é que avalia o trabalho de um técnico quando o quinteto titular projetado nunca jogou nem um minuto junto? É complicado mesmo.

    Zach LaVine, que foi contratado pra ser o cestinha do time, conseguiu disputar só 39 jogos antes de também ter que ir pro bisturi. Com esse tanto de desfalque, o Kings começou com 3-13 e chegou a ter um recorde horroroso de 12-46.

    A aposta na juventude tá dando resultado?

    Aqui que a coisa fica interessante. Nas últimas 23 partidas, o time conseguiu um aproveitamento de 10-13 — nada espetacular, mas bem melhor do que o desastre do início. E sabe por quê? Porque finalmente começaram a apostar nos jovens.

    Os rookies Maxime Raynaud, Dylan Cardwell e o primeiro-round Nique Clifford tão mostrando desenvolvimento. Na minha visão, é exatamente isso que um time na situação do Kings deveria estar fazendo: construindo pra o futuro.

    O lado ruim? Essas vitórias no final da temporada acabaram prejudicando um pouco as chances na loteria do Draft. Eles saíram da pior campanha da NBA e agora dividem a quarta pior posição com o Utah Jazz.

    E agora, José?

    O grande momento vai ser dia 10 de maio, na loteria do Draft. Com um Draft que promete ser carregado de talentos, uma posição no top-8 pode mudar completamente os rumos da franquia.

    Vocês acham que foi certo manter o Christie? Eu entendo o raciocínio — o cara realmente não teve condições de trabalhar direito. Mas 22 vitórias em 82 jogos é de doer o coração de qualquer torcedor. Pelo menos agora, com Sabonis voltando e esperando que Murray se mantenha saudável, talvez a gente veja o verdadeiro potencial desse elenco sob o comando do Christie.

    Uma coisa é certa: a próxima temporada vai ser crucial pra definir se essa aposta vai dar certo ou se os Kings vão continuar patinando no fundo da tabela do Oeste.

  • Podziemski fez 30 pontos e trollou todo mundo – que noite!

    Podziemski fez 30 pontos e trollou todo mundo – que noite!

    Cara, finalmente aconteceu. Brandin Podziemski chegou nos 30 pontos pela primeira vez na carreira na sexta-feira contra o Sacramento Kings, e o cara ainda teve a pachorra de zoar com todo mundo no pós-jogo. Que personalidade!

    O mais hilário é que existe uma conta no Twitter chamada @currysnotafraud que estava parada desde novembro de 2024 – simplesmente porque o Podziemski não conseguia fazer 30 pontos. A conta virou até piada na internet. Aí ontem o cara vai lá, faz os 30 pontos e ainda manda um “MY GOAT KNOWS ME” com emoji de reza e tudo. Monstro demais.

    A pressão estava pesada

    Sinceramente, eu não sei como o Podziemski aguentou a pressão. O cara vinha sendo zoado nas redes sociais praticamente a temporada inteira. E olha que absurdo: chegaram até a vaiar ele no Oracle Park no começo de abril. Vaiar um jogador do próprio time? Torcida pesada essa dos Warriors.

    Mas vamos ser justos aqui – o garoto jogou TODOS os 81 jogos da temporada até agora. Isso é dedicação pura. E chegou perto dos 30 pontos várias vezes, fazendo 25 ou mais em oito ocasiões diferentes. A galera tava cobrando, mas ele sempre esteve ali firme.

    Curry fora, Podziemski dentro

    E não dá pra esquecer o contexto: com o Steph Curry fora por 27 jogos seguidos por causa de um problema no joelho, alguém tinha que segurar a bronca. O Podziemski assumiu essa responsabilidade e, na minha visão, fez um trabalho muito digno.

    Ok, os 30 pontos vieram no “garbage time” da derrota por 124-118 pros Kings, mas e daí? Ponto é ponto, né não? E agora com o Curry voltando bem na hora do play-in, imaginem só o que esse Warriors pode fazer se o Podziemski continuar nesse nível.

    Vocês acham que ele consegue repetir a dose nos playoffs? Porque sinceramente, depois dessa noite histórica e dessa zoação épica no pós-jogo, eu tô começando a acreditar que esse moleque tem muito mais personalidade e jogo do que a gente imaginava.

  • Kings tankeando na cara dura? Isso não é nada perto do que já vi

    Kings tankeando na cara dura? Isso não é nada perto do que já vi

    Olha, eu sei que vocês já estão de saco cheio de falar sobre tanking na NBA. Mas deixa eu contar uma história que vai fazer vocês entenderem que essa polêmica do Sacramento Kings é fichinha perto do que já aconteceu nessa liga.

    Na quinta-feira passada, a NBA soltou um comunicado oficial sobre aquela jogada bizarra do técnico Doug Christie. O cara mandou seus jogadores fazerem falta proposital no Seth Curry — que nem é ruim de lance livre — mesmo com um ponto de vantagem no clutch time. Os Kings perderam o jogo, óbvio, e todo mundo gritou “TANKING!”

    Mas isso não é nada comparado com 2006

    Sério mesmo. Se vocês acham que os Kings foram descarados, precisam conhecer a história do Minnesota Timberwolves em 2006. Era 18 de abril, último dia da temporada regular. Os Wolves tinham 33-48 de campanha e estavam brigando pela sétima pior posição geral.

    Aqui que a coisa fica interessante de verdade.

    O Minnesota tinha trocado sua pick de primeira rodada (junto com o Sam Cassell) pros Clippers. Mas — e esse “mas” é gigante — a pick tinha proteção top 10. Ou seja, se eles terminassem entre os 10 piores, ficavam com a escolha. Se não… tchau, pick.

    Com Boston meio jogo atrás e três times apenas um jogo na frente (Seattle, Golden State e Houston), a matemática era simples: perder garantiria a pick.

    A orgia do tanking

    E aí começou o show de horrores. Memphis não tinha nada pra jogar, então descansou Pau Gasol, Mike Miller, Shane Battier… todos os caras importantes. Mas os Wolves não iam ficar pra trás nessa.

    Kevin Garnett? “Lesionado” na coxa direita. Ricky Davis? “Problema” no joelho direito. Os dois maiores pontuadores do time, magicamente indisponíveis. Não bastou? Tiraram o armador titular Marko Jarić também, sem explicação nenhuma.

    Mas mesmo com essa sacanagem toda, os Wolves estavam ganhando por 10 pontos no intervalo! Cara, imagina a desespero da diretoria vendo o time ganhar quando precisava perder pra salvar uma pick de primeira rodada.

    Aí que entra o Mark Madsen. O cara era veterano esperto, sabia exatamente o que tinha que fazer. E nesse caso específico, ganhar significava… perder.

    Sinceramente, depois de ver essa história toda, fico pensando: será que o Adam Silver não deveria focar mais nas apostas esportivas do que ficar perseguindo time por tanking? Porque olha, comparado com 2006, o que os Kings fizeram foi amadorismo puro.

    E vocês, o que acham? Tanking sempre existiu ou a galera tá exagerando na paranoia?

  • Podziemski finalmente fez 30 pontos e liberou aquele tweet viral

    Podziemski finalmente fez 30 pontos e liberou aquele tweet viral

    Cara, finalmente aconteceu! Brandin Podziemski marcou seus primeiros 30 pontos na carreira na NBA — e olha, não foi só mais um jogo qualquer. O garoto literalmente liberou uma conta no X que estava em silêncio há mais de um ano esperando esse momento.

    Na derrota dos Warriors por 124-118 para o Sacramento Kings na sexta, Podziemski chegou aos 29 pontos e foi pra linha do lance livre faltando 5 segundos. Todo mundo sabia o que estava em jogo — inclusive ele.

    O tweet que virou lenda

    Vocês lembram daquela conta @currysafraud que postou em novembro de 2024: “Não vou twittar até o Podz fazer 30 pontos”? Pois é, o cara ficou mais de um ano sem postar nada. O tweet teve mais de 30 milhões de visualizações e virou praticamente um meme na comunidade da NBA.

    Quando Podziemski errou o primeiro lance livre, todo o banco do Warriors olhou pra ele — e ele até sorriu um pouco. “Eles ficaram me zoando o ano todo por causa disso”, disse o armador. Sorte que o segundo lance livre entrou e pronto: 30 pontos históricos.

    Não foi só o Twitter que comemorou

    A situação ficou ainda mais engraçada porque o Kings dá pizza grátis sempre que um adversário erra dois lances livres seguidos. Se o Podziemski tivesse perdido os dois, teria sido desastre duplo: sem os 30 pontos E com pizza grátis pro público de Sacramento.

    “Teria sido ruim dos dois lados”, brincou Podziemski depois do jogo. “Pizza grátis E a conta continuaria inativa.”

    O mais louco é que outros jogadores dos Warriors — tipo Gui Santos e Will Richard — já tinham feito 30 pontos nesta temporada antes do Podziemski. O Will, que é calouro, até fez os 30 dele contra o mesmo Kings, em Sacramento também. Imagina a pressão no garoto?

    A busca pelos 30 virou obsessão

    Podziemski já tinha feito 25 ou mais pontos nove vezes antes desta partida, especialmente quando o Curry ficou fora por dois meses. Mas os 30 não saíam de jeito nenhum.

    Tanto que quando ele chegou perto do número na reta final, mesmo com o jogo já perdido, o cara foi com tudo pro garrafão buscar a falta. Curry até zoou depois: “Falei que íamos tratar ele igual o Devin Booker quando fez 70 pontos em Boston e perdeu o jogo”.

    Sinceramente, acho que essa história toda mostra como as redes sociais podem criar narrativas malucas no esporte. Um tweet aleatório de um fã virou uma pressão real pro jogador. Mas no final deu tudo certo — o Podziemski teve sua noite histórica e aquela conta finalmente pode voltar a twittar.

    E aí, vocês acham que essa pressão das redes sociais ajuda ou atrapalha os jogadores jovens da NBA?

  • Curry zoou Podziemski após primeira partida de 30 pontos

    Curry zoou Podziemski após primeira partida de 30 pontos

    Cara, finalmente aconteceu! Brandin Podziemski chegou aos 30 pontos pela primeira vez na carreira — e claro que o Steph Curry não ia perder a chance de zoar o mlk.

    Foi na derrota por 124 a 118 pros Kings na sexta-feira, e todo mundo já estava esperando esse momento há um tempão. O Podziemski já tinha chegado perto oito vezes nesta temporada com mais de 25 pontos, mas sempre parava ali. Vocês sabem como é, né? Aquela pressão psicológica que só cresce.

    A zoeira do Curry foi épica

    Depois do jogo, o Curry soltou essa pérola para os repórteres: “Eu disse pra ele que a gente ia tratar ele igual o Devin Booker quando fez 70 pontos em Boston… e perdeu o jogo. Dar aquele sinalzinho e tudo mais.”

    Mano, só o Curry mesmo pra fazer essa comparação. O cara conseguiu transformar um marco pessoal do mlk numa piada sobre como às vezes as grandes atuações individuais vêm na derrota. Genial.

    “Eu sei que ele tava caçando esses 30 pontos”, continuou o Curry. “Todo mundo sabia também, então foi legal ver ele conseguir. E do jeito que ele conseguiu.”

    Timing perfeito ou nem tanto?

    Olha, sinceramente acho meio cruel da vida o Podziemski conseguir sua primeira partida de 30 pontos justamente numa derrota. É tipo fazer sua melhor apresentação no karaokê e ninguém prestar atenção porque tá rolando briga no bar.

    Mas considerando que os Warriors tão presos na 10ª posição do Oeste — que tá mais disputado que fila de pão na pandemia —, talvez seja até melhor assim. Sem pressão extra, o mlk conseguiu soltar o jogo.

    E convenhamos, os críticos tavam pegando pesado no Podziemski ultimamente. O cara de 23 anos tava levando uma pancada injusta na minha opinião. Agora pelo menos calou uns bocudos por aí.

    Com os Warriors entrando nos playoffs na próxima semana, quem sabe não rola mais uma dessas atuações de 30+ pontos? Seria o timing perfeito para mostrar que não foi só sorte.

  • Carter explode com 29 pontos e Kings vencem Warriors num jogaço

    Carter explode com 29 pontos e Kings vencem Warriors num jogaço

    Cara, que noite absurda do Devin Carter! O garoto simplesmente resolveu mostrar serviço e cravou 29 pontos — recorde pessoal na carreira — na vitória dos Kings por 124-118 sobre os Warriors. E olha que isso meio que atrapalha os planos de Sacramento, que tá na briga por uma posição melhor no Draft.

    Sinceramente, eu não esperava que o Carter fosse explodir dessa forma. O moleque tem talento, mas 29 pontos contra os Warriors? Isso é coisa de gente grande. E não foi só ele não — Maxime Raynaud também meteu 23 pontos no último jogo da temporada em casa.

    Warriors usaram como preparação

    Do lado de Golden State, foi mais um teste antes dos play-ins. Brandon Podziemski teve a noite da vida dele também, com 30 pontos (recorde pessoal). Mas o foco mesmo era ver como Curry e Porzingis iam jogar juntos.

    Essa foi só a segunda vez que os dois dividiram quadra pelos Warriors. Curry voltou há pouquinho tempo de uma lesão no joelho que o tirou de 27 jogos — imagina a falta que ele fez pro time. O técnico Steve Kerr deixou claro que queria dar o máximo de minutos possível pros dois juntos nos jogos finais da temporada regular.

    Curry e Porzingis fizeram 11 pontos cada. Não é o que você espera do Chef, mas faz sentido — ele tá voltando de lesão e o importante é pegar ritmo.

    Terceiro quarto pegou fogo

    O jogo ficou quente no terceiro período. Duas faltas flagrantes, duas técnicas — inclusive uma no Curry, que tava no banco! Os Warriors conseguiram virar uma desvantagem de 14 pontos numa liderança de 7 indo pro último quarto. Mas aí os Kings mostraram que também sabem jogar sob pressão.

    Gary Payton II levou duas técnicas no quarto final e foi expulso. Sinceramente, acho que ele perdeu a cabeça ali — num jogo que era mais preparação que qualquer coisa.

    O que vocês acham? Os Warriors conseguem passar pelos play-ins com Curry voltando agora? Eu tô na dúvida se o timing tá bom ou se ele precisava de mais alguns jogos pra pegar o ritmo total.

    Pros Kings, é aquela situação estranha: ganhar é sempre bom, mas eles tão empatados com o Jazz na quarta pior campanha da liga. No mundo do tanking, às vezes perder ajuda mais no futuro. Mas como fã, eu entendo — é difícil pedir pros caras entregarem o jogo.