Tag: Shai Gilgeous-Alexander

  • Hawks fazem história: dois MIP seguidos é coisa nunca vista na NBA

    Hawks fazem história: dois MIP seguidos é coisa nunca vista na NBA

    Cara, o que os Hawks fizeram é absolutamente surreal. Nickeil Alexander-Walker acabou de ganhar o prêmio de Jogador Que Mais Evoluiu da NBA, e com isso Atlanta se tornou o PRIMEIRO time na história a ter dois jogadores diferentes ganhando esse troféu em anos consecutivos. Nunca tinha acontecido isso desde que o prêmio foi criado lá em 1985-86.

    Ano passado foi o Dyson Daniels, agora é o Alexander-Walker. Dois caras que chegaram nos Hawks e simplesmente explodiram. Coincidência? Eu acho que não.

    De coadjuvante em Minnesota para protagonista em Atlanta

    A transformação do Alexander-Walker foi de outro mundo, pessoal. O cara saiu do banco dos Timberwolves — onde era só mais um jogador de rotação — e virou titular absoluto em Atlanta. Os números não mentem: saltou de uma média mixuruca para incríveis 20.8 pontos por jogo. Isso representa um aumento de 121% na pontuação!

    E olha só que absurdo: ele praticamente dobrou o número de arremessos por partida comparado à temporada passada, mas AUMENTOU a porcentagem de acertos. Como assim? 45.9% nos arremessos de quadra e 39.9% nas bolas de três — carreira melhor nos três pontos tentando mais de 8 por jogo.

    Vocês conseguem dimensionar isso? É como se um cara que jogava 15 minutos no Palmeiras fosse pro Flamengo e virasse artilheiro do Brasileirão.

    O timing perfeito que salvou a temporada

    Tem um detalhe que eu acho fundamental nessa história toda. No All-Star break, os Hawks estavam com 26-30, meio perdidos na tabela do Leste. Aí o Alexander-Walker resolveu pegar fogo na segunda metade da temporada — sinceramente, o cara não fez menos de 14 pontos em NENHUM jogo depois do break.

    Resultado? Atlanta fechou com 20-6 nos últimos 26 jogos, terminou 46-36 e garantiu o 6º seed nos playoffs. Agora estão liderando os Knicks por 2-1 na primeira rodada. Coincidência? Claro que não.

    Família que joga unida, permanece unida

    Aqui tem uma curiosidade que eu adoro: o Shai Gilgeous-Alexander, atual MVP da liga, é primo do Nickeil. E cara, que orgulho deve ser ver o primo explodindo assim na NBA. O Shai até declarou publicamente que o Alexander-Walker merecia o prêmio semanas antes do anúncio oficial.

    “Ele é melhor que ganhe”, disse o astro do Thunder. “O mais impressionante é como ele persistiu… estamos sempre conversando sobre estar pronto quando a oportunidade chegar, e estou orgulhoso de como ele aproveitou esse momento.”

    Que história inspiradora, não acham? Dois primos que cresceram juntos, ambos chegaram na NBA por caminhos diferentes, e agora o mais novo está brilhando no momento certo.

    Os outros finalistas foram Deni Avdija (Blazers) e Jalen Duren (Pistons) — ambos All-Stars pela primeira vez. Mas Alexander-Walker conseguiu mais votos mesmo sem ir pro All-Star Game. Às vezes o reconhecimento vem de outras formas, né?

  • SGA machuca a mão mas segue destruindo no Jogo 2 – que susto!

    SGA machuca a mão mas segue destruindo no Jogo 2 – que susto!

    Cara, que susto que foi esse no começo do Jogo 2 entre Thunder e Suns. Shai Gilgeous-Alexander, o atual MVP da liga, levou uma pancada feia na mão esquerda durante uma bandeja no primeiro quarto e por alguns segundos todos nós ficamos com o coração na boca.

    A jogada aconteceu com uns 8 minutos e meio pro fim do primeiro período. SGA foi pra cima como sempre, tentou a bandeja, errou o arremesso e aterrissou meio torto. Na sequência, o cara ficou segurando a mão esquerda e dava pra ver que tava doendo.

    Os dedos entortaram demais

    O replay em câmera lenta mostrou exatamente o que aconteceu – os dedos da mão esquerda dele entortaram muito mais do que deviam. Qualquer um que já passou por isso sabe: dói pra caramba e na hora você pensa no pior.

    Mas olha só que monstro é esse cara. SGA não saiu de quadra nem por um segundo. Durante o primeiro timeout pedido pelos Suns, ele foi lá no banco, deixou o staff médico dar uma mexida na mão e voltou pro jogo como se nada tivesse acontecido. Só pediu pros companheiros não baterem palma nem cumprimentarem a mão esquerda dele.

    De 0/3 para show de bola

    Antes da pancada, ele tava 0 de 3 nos arremessos. Depois? Acertou 5 das próximas 6 tentativas no primeiro quarto. Terminou com 11 pontos, 1 assistência e 1 roubo de bola, jogando os 12 minutos completos do período.

    Sinceramente, essa é a diferença entre um MVP e um jogador comum. Mesmo machucado, mesmo com dor, o cara encontra um jeito de produzir. Claro que ainda dava pra ver ele segurando a mão de vez em quando depois de alguns arremessos, mas nada que o tirasse do ritmo.

    E vocês acham que essa lesão vai afetar ele no resto da série? Eu acho que não. SGA é daqueles caras que quanto mais aperta, mais ele aparece. O Thunder tem um elenco profundo mesmo, como todo mundo fala, mas perder o MVP nos playoffs seria um baque absurdo.

    Por enquanto, parece que foi só um susto. Mas vamos ficar de olho nos próximos jogos pra ver se essa mão vai incomodar mesmo ou se foi só dor momentânea. Knowing SGA, ele provavelmente vai fingir que nada aconteceu e continuar metendo uns 30 pontos por jogo.

  • Shai elogia Chet: ‘Desde que ele joga aqui, somos os primeiros’

    Shai elogia Chet: ‘Desde que ele joga aqui, somos os primeiros’

    Cara, o Thunder tá voando nos playoffs! Depois de abrir 2-0 contra os Suns com uma vitória por 120-107, o Shai Gilgeous-Alexander não conseguiu conter o elogio ao parceiro Chet Holmgren. E olha, quando o SGA fala, a gente escuta.

    “Eu vou soar como disco arranhado, mas desde o dia que o Chet jogou pelo Thunder, nós somos a primeira colocação no Oeste”, disparou o armador canadense. “Não é coincidência. Ele faz as jogadas e ancora a melhor defesa da liga.”

    O terceiro período que mudou tudo

    E não é que o garoto justificou toda essa confiança? No terceiro quarto, Holmgren simplesmente resolveu o jogo. Oito pontos em quatro minutos — isso mesmo, quatro minutos! — e levou o Thunder de uma vantagem apertada para 14 pontos de diferença.

    Os números finais do pivô foram de respeito: 19 pontos, 8 rebotes e 4 tocos, acertando 7 de 12 arremessos. Ah, e ainda mandou 3 de 6 do perímetro. Monstro.

    De lesionado a estrela

    Vocês lembram da história do Chet, né? Escolhido em segundo lugar no Draft de 2022, perdeu toda a temporada de estreia por lesão no pé. Muita gente duvidou se ele voltaria com a mesma intensidade.

    Spoiler: voltou ainda melhor. Esta temporada foram 17.1 pontos, 8.9 rebotes e 1.9 tocos por jogo, garantindo sua primeira convocação pro All-Star Game. E ainda foi finalista do Defensive Player of the Year — imagina se ganha essa parada ainda.

    Sinceramente, vendo os Suns sem opções no garrafão, o Holmgren deve continuar fazendo a festa. No jogo 1 já tinha mostrado serviço: 16 pontos, 7 rebotes, 2 roubos de bola e 2 tocos.

    E aí, galera, vocês acham que Phoenix consegue reagir jogando em casa no sábado? Porque pelo jeito que o Thunder tá jogando, essa série pode acabar mais rápido do que muita gente imaginava.

  • Holmgren manda o recado: ‘No playoff nunca pode estar confortável’

    Holmgren manda o recado: ‘No playoff nunca pode estar confortável’

    Mano, o Chet Holmgren tá com a cabeça no lugar certo. Depois de destruir o Phoenix Suns por 120-107 no jogo 2 da série, o pivô do Thunder mandou uma frase que resume tudo sobre mentalidade de playoffs: “No playoff você nunca deve estar confortável. Se você está confortável, significa que seu pé não está pisando fundo o suficiente no acelerador.”

    Cara, isso aí é pura filosofia de campeão.

    Thunder domina e não quer saber de moleza

    Oklahoma City tá 2-0 na série contra o Suns, e olha — não é sorte não. O time tá jogando com uma intensidade absurda desde o primeiro minuto. Shai Gilgeous-Alexander, o atual MVP, fez 37 pontos e 9 assistências no jogo 2. Simplesmente monstro. E o próprio Holmgren contribuiu com 19 pontos, 8 rebotes e 4 tocos. Quatro tocos! O cara é uma muralha no garrafão.

    Sinceramente, eu não esperava que o Thunder fosse dominar tanto assim logo de cara. Tudo bem que eles foram o primeiro seed do Oeste com 64 vitórias na temporada regular, mas playoff é diferente né? Qualquer coisa pode acontecer.

    Suns com a corda no pescoço

    Do outro lado, o Phoenix Suns tá numa sinuca de bico. Entraram como oitavo seed (45-37 na regular season) depois de passar pelo play-in, e agora voltam pra casa precisando vencer tudo pra não ser varrido. E vocês acham que o Thunder vai dar moleza jogando fora de casa?

    A mentalidade que o Holmgren falou é exatamente isso — não pode relaxar nem por um segundo. O cara entendeu que campeonato se ganha com constância, não com momentos esporádicos de genialidade. É aquela coisa: pé no acelerador do primeiro ao último minuto.

    Olha, eu sempre fui fã da forma como o Thunder reconstruiu esse time. Pegaram um pivô que todo mundo duvidava por causa do físico, desenvolveram o Shai como uma das estrelas da liga, e criaram uma cultura vencedora. Agora tá aí o resultado: dominando os playoffs como atuais campeões da NBA.

    Game 3 vai ser no sábado em Phoenix. Será que os Suns conseguem reagir em casa? Ou o Thunder vai continuar pisando no acelerador como o Holmgren disse? Uma coisa eu garanto: vai ser jogaço.

  • SGA simplesmente destruiu os Suns: Thunder abre 2-0 nos playoffs

    SGA simplesmente destruiu os Suns: Thunder abre 2-0 nos playoffs

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo quem manda ontem à noite. Depois de um primeiro jogo meio apagado (pelo padrão dele, né), o cara voltou com sede de vingança e meteu 37 pontos na cara do Phoenix Suns. O Thunder ganhou de 120 a 107 e agora tem 2-0 na série dos playoffs. E olha, tá com cara de que vai ser rápido.

    No primeiro jogo, o atual MVP tinha feito 25 pontos, mas acertando só 5 de 18 arremessos — meio estranho pro padrão do monstro. Ontem? 13 de 25 do campo, 5 rebotes, 9 assistências. Voltou sendo o SGA que a gente conhece.

    Terceiro período foi o show de horrores pros Suns

    O negócio ficou feio mesmo foi no terceiro quarto. O Thunder simplesmente atropelou: 35 a 20 no período. Vinte e duas bolas perdidas forçadas na defesa (que viraram 22 pontos, obviamente). O time de Oklahoma City chegou a abrir 26 pontos de vantagem. Foi um massacre, não tem outra palavra.

    E não foi só o SGA não. O Chet Holmgren fez 19 pontos, 8 rebotes e 4 tocos — esse cara é um problema sério pra qualquer time. O Jalen Williams também colaborou com 19 pontos antes de se machucar na coxa no terceiro período. Espero que não seja nada grave, porque o Thunder precisa dele.

    A defesa que tá fazendo a diferença

    Sinceramente, essa defesa do Thunder tá de outro mundo. Williams, Holmgren, Alex Caruso, Lu Dort, Cason Wallace… é um time que não deixa você respirar. Os Suns tiveram que depender basicamente do Dillon Brooks, Devin Booker e Jalen Green pra fazer alguma coisa ofensivamente.

    No último período, Phoenix até esboçou uma reação com o Brooks comandando, mas o Thunder não se abalou. Manteve a compostura e fechou o jogo. É isso que os campeões fazem, né?

    O técnico Mark Daigneault tinha avisado antes do jogo sobre a “imprevisibilidade” dos playoffs, falando que não dá pra subestimar ninguém. Mas cara, do jeito que o time tá jogando, fica difícil imaginar os Suns conseguindo uma virada histórica.

    E aí, vocês acham que Phoenix consegue pelo menos ganhar um jogo em casa? Porque no sábado tem o Jogo 3 lá no Arizona, e se o Thunder ganhar mais um… pode ir esquecendo essa série.

  • SGA meteu 37 pontos e o Thunder tá voando nos playoffs

    SGA meteu 37 pontos e o Thunder tá voando nos playoffs

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente decidiu virar monstro ontem à noite. 37 pontos e nove assistências na vitória do Oklahoma City Thunder sobre o Phoenix Suns por 120 a 107. E o melhor? Agora o Thunder tá 2 a 0 na série de primeira rodada dos playoffs do Oeste.

    Olha, eu vou ser sincero: depois daquele jogo 1 onde o SGA fez 25 pontos mas acertou só 5 de 18 arremessos, eu fiquei meio preocupado. Mas o cara é clutch mesmo — não é à toa que ganhou o prêmio de Clutch Player of the Year que foi entregue antes do jogo. Respondeu com 13 de 25 nos arremessos. Isso é resposta de craque.

    Thunder dominando mesmo sem Jalen Williams

    O Chet Holmgren e o Jalen Williams fizeram 19 pontos cada um, mas aí veio aquela notícia que ninguém queria ouvir: o Williams saiu no terceiro quarto com lesão no posterior da coxa esquerda e não voltou mais. Cara, esse garoto não tem sorte com lesão, né? Já tinha perdido 30 jogos na temporada regular por problema no posterior direito, e antes disso ficou 19 jogos fora por cirurgia no pulso.

    Mas sabe o que mais me impressionou? O Thunder conseguiu manter o nível mesmo sem um dos seus principais jogadores. Isso mostra a profundidade desse time jovem — e olha que profundidade é fundamental nos playoffs.

    Suns lutaram, mas não foi suficiente

    Do lado do Phoenix, o Dillon Brooks foi o cestinha com 30 pontos antes de ser expulso por faltas no último quarto. O Devin Booker fez 22 e o Jalen Green contribuiu com 21. Números até bons, mas não deu pra acompanhar o ritmo do Thunder.

    A verdade é que Oklahoma City dominou do começo ao fim. Foram pra cima 65-57 no intervalo, depois estenderam pra 100-77 no final do terceiro quarto. Chegaram a abrir 26 pontos de vantagem no último período. Os Suns até ensaiaram uma reação no final — o Booker fez aquela jogada clássica dele, converteu a cesta sofrendo falta, errou o lance livre mas pegou o rebote e acertou o arremesso de média distância. Mas só conseguiu diminuir pra 10 pontos de diferença.

    E aí, vocês acham que o Thunder realmente tem condições de ir longe nestes playoffs? Porque sinceramente, vendo esse time jogar assim, com essa confiança e profundidade, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar qualquer um no Oeste. O jogo 3 é sábado em Phoenix — vai ser interessante ver como os Suns vão reagir jogando em casa.

  • SGA zoou o Dillon Brooks depois de acertar na cara dele

    SGA zoou o Dillon Brooks depois de acertar na cara dele

    Cara, tem coisa mais gostosa que ver um jogador zoar o adversário depois de uma jogada dessas? O Shai Gilgeous-Alexander simplesmente decidiu que ia humilhar o Dillon Brooks no primeiro jogo dos playoffs entre Thunder e Suns — e ainda riu na cara do cara.

    Olha só a cena: 4:56 do segundo quarto, SGA pega a bola na meia-distância (aquele spot dele que todo mundo já sabe que é perigoso), o Brooks tenta marcar bem de perto, e o MVP atual simplesmente eleva e enterra um jumper lindo. Aí vem o melhor — enquanto volta correndo pra defesa, o canadense começa a rir e apontar pro Brooks. Mano, que desrespeito gostoso de ver!

    A rivalidade que ninguém esperava

    O mais engraçado dessa história toda é que os dois são canadenses e já jogaram juntos na seleção várias vezes. Imagina só — passaram verões inteiros perseguindo medalha olímpica e título mundial juntos, e agora estão aí se zoando nos playoffs da NBA.

    O Dillon Brooks sempre se vendeu como esse defensor chato, aquele cara que vai te irritar a noite toda. Às vezes funciona, às vezes não. Com o SGA claramente não rolou, né? E o replay em câmera lenta ficou ainda mais hilário — dá pra ver a carinha de satisfação do Thunder enquanto aponta pro Brooks.

    Números não mentem

    No primeiro tempo, o Shai já tinha colocado 17 pontos no placar com 7 acertos em 13 tentativas. Mais 2 rebotes e 3 assistências só pra completar. Do outro lado, o Brooks lutando contra as faltas e conseguindo apenas 7 pontos.

    Sinceramente? Eu adoro quando rola esses momentos de trash talk sutil assim. Não precisa de briga, não precisa de confusão — só a humilhação técnica mesmo, seguida de uma risadinha marota. O Thunder tá começando essa série querendo repetir o título, e pelo visto o SGA tá no modo “vou destruir todo mundo que aparecer na minha frente”.

    E aí, vocês acham que o Brooks vai conseguir se recuperar dessa ou o SGA vai continuar cozinhando ele pelo resto da série?

  • Suns precisam de milagre no Jogo 2 após massacre do Thunder

    Suns precisam de milagre no Jogo 2 após massacre do Thunder

    Cara, que vexame foi aquele Jogo 1. Os Suns começaram até bem contra o Thunder, chegaram a abrir 12-9 e eu pensei ‘vai que é hoje’. Aí o Oklahoma City simplesmente resolveu mostrar por que são os atuais campeões e meteram um 110-72 no resto da partida. Sim, vocês leram certo — depois daqueles primeiros minutos, foi um massacre completo.

    O que deu errado no primeiro jogo?

    Olha, foi tanta coisa que nem sei por onde começar. Os Suns atiraram apenas 35% dos arremessos de quadra — um número que dói só de olhar. Devin Booker, Dillon Brooks e Jalen Green pegaram 66% dos arremessos do time e foram ineficientes pra caramba. Isso não pode acontecer em playoffs, galera.

    E o pior: Phoenix teve só 16 assistências no jogo inteiro. Sabe qual foi o histórico dos Suns quando tiveram 16 assistências ou menos essa temporada? Perderam TODOS os jogos. É matemática básica — time que não move a bola, não ganha.

    Do lado do Thunder, até o Shai Gilgeous-Alexander teve uma noite estranha. O provável MVP converteu só 28% dos arremessos em 18 tentativas, mas foi 17 vezes à linha de lance livre e acertou 15. Na minha opinião, não contem com ele fazendo outro jogo ruim no Jogo 2.

    O que os Suns precisam fazer para empatar a série?

    Simples: Devin Booker precisa virar o monstro que foi nos playoffs de 2023, quando meteu 34 pontos por jogo com 59% de aproveitamento. Se ele não aparecer, podem ir arrumando as malas porque não tem como competir com esses caras do Oklahoma City.

    Mark Williams pode voltar hoje (está questionável com problemas no pé esquerdo) e seria uma boa. O cara é o melhor reboteiro do time e fez um double-double contra esse mesmo Thunder em novembro. Rebote vai ser fundamental — no Jogo 1 o OKC pegou muito mais rebotes ofensivos e isso matou o jogo.

    Outra coisa: os Suns têm que parar de perder bola como se fosse brincadeira. Foram 17 turnovers contra apenas 6 do Thunder. Resultado? Oklahoma City fez 34 pontos em cima dos erros de Phoenix, enquanto os Suns fizeram míseros 2 pontos com os turnovers adversários.

    Será que rola a virada?

    Sinceramente? Tá difícil. O Thunder tem muito mais profundidade no elenco e estão jogando em casa. Mas basquete é isso — um jogo de cada vez. Se o Booker resolver aparecer do jeito que a gente sabe que ele pode e o time conseguir mover mais a bola, quem sabe não rola uma surpresa?

    O jogo é hoje às 22h30 (horário de Brasília) no Paycom Center. Vocês acham que os Suns conseguem reagir ou vai ser mais uma goleada? Eu tô torcendo pela reação, mas confesso que não tô muito confiante não…

  • SGA é simplesmente CLUTCH: ganhou o prêmio de melhor no sufoco

    SGA é simplesmente CLUTCH: ganhou o prêmio de melhor no sufoco

    Mano, se você ainda tinha dúvida se o Shai Gilgeous-Alexander é daqueles caras que nascem pra decidir jogo, pode parar agora. O canadense do Thunder acabou de levar o prêmio de Clutch Player of the Year da temporada 2025-26 — e olha, foi de lavada mesmo.

    96 dos 100 votos de primeira colocação. Isso não é vitória, é massacre. O cara simplesmente dominou a votação contra Jamal Murray (que ficou em segundo) e Anthony Edwards. E sinceramente? Merecidíssimo.

    Os números não mentem, bicho

    O mais impressionante é que SGA liderou a NBA com 175 pontos em situações clutch jogando apenas 27 partidas nessas situações. Por quê? Porque o Thunder estava destruindo todo mundo — eles tiveram o melhor saldo de pontos da liga (+11.1). Ou seja, muitas vezes nem precisaram do Shai no final porque já estavam ganhando de lavada.

    Mas quando precisaram… cara, o monstro entregou. 51.5% de aproveitamento de quadra no clutch, 13 cestas de três em 37 tentativas (35.1%) — e isso sem contar aquele stepback absurdo contra o Denver que praticamente definiu a partida. Vocês viram aquela jogada? Puro show.

    E olha só que curioso: o cara que mais reclama que “só sabe fazer falta” mostrou que tem muito mais no arsenal. 21 assistências clutch (nono na liga), quatro roubos de bola. É jogador completo decidindo quando mais importa.

    Histórico de campeão

    Essa é a terceira premiação individual grande do SGA. Ano passado ele levou MVP da temporada regular E das finais, ajudando OKC a conquistar o primeiro título da franquia. Agora está na briga pelo MVP de novo, concorrendo com Jokić (óbvio) e o Wembanyama — que por sinal acabou de ganhar o DPOY.

    O prêmio de Clutch Player existe há só quatro anos, e cada edição teve um vencedor diferente: De’Aaron Fox foi o primeiro, depois vieram Curry, Jalen Brunson e agora o SGA. Todos armadores, todos estrelas — mostra como a posição é crucial nesses momentos decisivos.

    Na minha visão, isso consolida o Shai como um dos caras mais confiáveis da liga quando o jogo está pegando fogo. E com o Thunder indo atrás do bicampeonato, podem apostar que vamos ver muito mais dessas atuações clutch dele nos playoffs.

    E aí, galera — acham que ele consegue repetir a dose nas finais este ano? Porque pelo jeito que a temporada está indo, vamos ter mais algumas dessas jogadas decisivas do canadense.

  • SGA arrasa e leva o prêmio de Jogador Clutch do Ano

    SGA arrasa e leva o prêmio de Jogador Clutch do Ano

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente não para de colecionar troféus. O cara já é MVP, MVP das Finais, e agora levou de lavada o prêmio de Jogador Clutch do Ano da NBA. E quando eu digo lavada, é lavada mesmo — 96 de 100 votos de primeira colocação. Absurdo.

    Olha, eu acompanho o SGA desde quando ele ainda estava tentando se achar na liga, e ver essa evolução é de arrepiar. O monstro simplesmente decidiu que vai dominar os momentos decisivos dos jogos, e os números não mentem.

    Os números são de outro mundo

    Vamos aos fatos: o garoto liderou a liga inteira com 175 pontos em momentos clutch. Isso significa que quando a coisa aperta — últimos 5 minutos do quarto período ou prorrogação, com diferença de 5 pontos ou menos — é o SGA que resolve.

    E o mais impressionante? O Thunder teve 20 vitórias em 27 jogos clutch com ele em quadra. Vinte e sete jogos decididos no sufoco, e eles ganharam 20. Isso não é sorte, gente. Isso é classe pura.

    O Jamal Murray ficou em segundo (merecidamente, diga-se — 166 pontos clutch e líder em assistências nesses momentos), e o Anthony Edwards em terceiro. Interessante que o Ant-Man nem conseguiu disputar outros prêmios por não ter jogado 65 partidas, mas para o prêmio clutch isso não importou.

    A dinastia clutch está começando?

    Sinceramente, eu acho que estamos vendo o início de uma era SGA. O cara já mostrou que consegue carregar um time nas costas até o título, e agora provou que é literalmente o melhor jogador da liga nos momentos mais importantes.

    “Esse prêmio significa muito”, disse ele na NBC Sports. “Para ganhar esse prêmio, você tem que ajudar seu time a vencer jogos no final, e o que eu mais quero é ganhar jogos.” Fala simples, direta, de quem sabe exatamente o que está fazendo.

    E olha só que curioso: SGA, Jalen Brunson e Nikola Jokić são os únicos caras que receberam votos para esse prêmio nos quatro anos desde que ele foi criado. Isso mostra consistência, né?

    Agora é esperar pra ver se ele emenda com o segundo MVP consecutivo. Com a temporada que ele fez, seria uma injustiça não levar. Vocês acham que alguém consegue competir com esse nível de performance dele nos momentos decisivos?