Tag: Toronto Raptors

  • Raptors querem renovar com Rajakovic – e eu não entendo o porquê

    Raptors querem renovar com Rajakovic – e eu não entendo o porquê

    Olha, eu confesso que não tô entendendo essa do Toronto Raptors. Segundo o Michael Grange da Sportsnet, a franquia canadense tá trabalhando numa extensão de contrato pro técnico Darko Rajakovic. O cara que tem campanha de 101 vitórias e 145 derrotas em três temporadas.

    Fazendo as contas aí…

    Vamos ser honestos: 101-145 não é exatamente um cartel que grita “renovação urgente”, né? O sérvio tá entrando no último ano do contrato atual e, pelo visto, a diretoria dos Raptors vê algo que talvez escape aos nossos olhos.

    O interessante é que essa notícia vem logo depois do GM Bobby Webster ter assinado uma extensão de vários anos na segunda-feira. Coincidência? Acho que não. Parece que Toronto decidiu apostar na continuidade do projeto atual, independente dos resultados até agora.

    Qual é a do Rajakovic mesmo?

    Sinceramente, eu não consigo ver o que os Raptors enxergam no trabalho do Darko. Três temporadas com aproveitamento bem abaixo dos 50%? O cara assumiu um time que já vinha em reconstrução depois da era Kyle Lowry e DeMar DeRozan, mas até agora não mostrou muito progresso.

    Talvez a diretoria veja evolução no desenvolvimento dos jovens? Scottie Barnes tem crescido, RJ Barrett chegou bem na troca com os Knicks… Mas será que isso justifica uma renovação antes mesmo de ver como vai ser essa próxima temporada?

    Aposta na estabilidade ou medo de mudança?

    Toronto sempre foi uma franquia que valoriza estabilidade – lembrem da paciência que tiveram com Dwane Casey antes de finalmente trocá-lo pelo Nick Nurse (que deu certo, né?). Pode ser que estejam apostando na mesma estratégia agora.

    Ou pode ser simplesmente que não tem muita opção melhor no mercado de técnicos disponíveis. Vamos ver se Rajakovic consegue provar que merece essa confiança toda na próxima temporada.

    E aí, vocês acham que os Raptors tão certos ou é mais um erro da diretoria? Porque olhando esses números, tá difícil de defender…

  • Bobby Webster renova com os Raptors e vai buscar outro anel

    Bobby Webster renova com os Raptors e vai buscar outro anel

    Olha só que notícia boa chegou de Toronto: Bobby Webster acabou de assinar uma extensão de contrato de vários anos com os Raptors e ainda ganhou uma promoção — agora ele é vice-presidente executivo também. Cara, esse cara merece muito!

    Webster tá há 10 anos comandando as operações de basquete dos Raptors, e sinceramente, que trajetória absurda. Desde que chegou lá em 2013 como assistente do Masai Ujiri, o homem foi subindo na hierarquia até assumir o controle total em agosto de 2025.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: sob o comando do Webster, os Raptors têm um cartel de 591-455 na temporada regular. Nove classificações para os playoffs, duas finais de conferência, SEIS títulos da Divisão Atlântico e cinco temporadas com mais de 50 vitórias.

    Ah, e tem um detalhe pequeno aí: o título da NBA de 2019. Lembram? Foi o primeiro e único anel da franquia canadense, quebrando um jejum desde 2008 quando não conseguiam nem chegar aos playoffs.

    “Estamos construindo algo especial aqui, e tenho orgulho de continuar liderando os Toronto Raptors enquanto trabalhamos rumo ao nosso próximo campeonato”, disse Webster. E aí, vocês acham que ele consegue repetir a dose de 2019?

    Toronto apostando no futuro

    Keith Pelley, CEO da MLSE (que é o grupo que manda nos Raptors), não poupou elogios: “Bobby tem uma compreensão de elite do jogo e da NBA, e ele usou isso para construir um time que compete em alto nível.”

    A diretoria também renovou com três caras importantes do front office: Dan Tolzman (VP de pessoal e assistente de GM), Keith Boyarsky (VP de estratégia e pesquisa) e Tyla Flexman (VP de operações). Ou seja, Toronto quer manter a base que funcionou.

    Na minha visão, essa renovação faz total sentido. Webster mostrou que sabe como se faz — pegou uma franquia que patinava e transformou em campeã. Agora é ver se consegue repetir a mágica com esse elenco mais jovem que eles estão montando.

  • Kings podem trocar Sabonis? Pivô desperta interesse no mercado

    Kings podem trocar Sabonis? Pivô desperta interesse no mercado

    Olha, eu não esperava isso, mas parece que o Domantas Sabonis pode mesmo sair de Sacramento. Os Kings estão pensando seriamente em mexer no elenco veterano, e o pivô lituano é quem mais chama atenção no mercado — mais até que nomes como DeMar DeRozan e Malik Monk.

    A situação é meio complicada. Sacramento quer dar uma reformulada na folha salarial, e Sabonis tem um contrato pesadão: 45,5 milhões em 2026-27 e 48,6 milhões na temporada seguinte. É muita grana pra um cara que teve a pior temporada desde que virou titular regular em 2019.

    Temporada decepcionante

    E cara, que temporada ruim foi essa do Sabonis. Apenas 19 jogos por causa de lesões e uma média de só 15,8 pontos. Pra quem já foi um dos melhores pivôs da liga — lembram dos triple-doubles que ele fazia em Indiana? — foi de partir o coração.

    Sinceramente, eu sempre achei o Sabonis um monstro. O cara tem visão de jogo absurda pra um pivô, reboteia bem e tem um arremesso decente. Mas essas lesões estão preocupando, né?

    Toronto já estava de olho

    O mais interessante é que os Raptors já tinham tentado pescar o Sabonis na temporada passada, mas as negociações travaram porque Toronto teria que incluir o Jakob Poeltl no pacote. Faz sentido — os caras não queriam ficar sem pivô nenhum.

    Agora a pergunta que não quer calar: vocês acham que vale a pena apostar no Sabonis mesmo depois dessa temporada conturbada? O potencial ainda tá lá, mas aquele contrato é de assustar qualquer GM.

    Na minha visão, se ele conseguir se manter saudável, pode ser uma baita contratação pra um time que precisa de experiência no garrafão. Mas é uma aposta arriscada — tipo quando você coloca o seu melhor jogador na reserva esperando que o técnico adversário não perceba.

  • Murray-Boyles faz história: primeiro Raptor premiado desde Barnes

    Murray-Boyles faz história: primeiro Raptor premiado desde Barnes

    Olha só que notícia massa chegou aqui do Canadá! Collin Murray-Boyles, aquele rookie dos Raptors que virou sensação na temporada, acabou de ser escolhido para o All-Rookie Second Team. E sabe qual é o mais legal? Ele é o primeiro jogador de Toronto a receber esse reconhecimento desde que o Scottie Barnes levou em 2022.

    Cara, eu confesso que não esperava isso no começo da temporada. O garoto chegou vindo da South Carolina meio que nas coxas, mas foi mostrando serviço aos poucos. Os números dele não gritam — 8.5 pontos, 5 rebotes, 2 assistências por jogo — mas quem assistiu os jogos sabe que o impacto vai muito além das estatísticas.

    A transformação nos playoffs foi absurda

    Agora, nos playoffs o bicho desandou mesmo. Murray-Boyles simplesmente virou outro jogador: 14 pontos, 6.4 rebotes e 2.4 assistências de média. No jogo 6 crucial, o moleque fez 5 roubadas + tocos (aqueles “stocks” que a galera ama acompanhar). Com apenas 2,01m de altura, estava jogando de pivô e segurando a parada contra caras bem maiores.

    “Isso me faz sorrir o tempo todo, só de poder fazer parte disso”, disse ele sobre jogar playoffs pelos Raptors. Mano, dá pra sentir a emoção do cara na fala, né?

    As comparações que estão rolando são interessantes

    Com o Jakob Poeltl machucado por várias semanas, Murray-Boyles assumiu a responsabilidade defensiva e começou a receber comparações com o próprio Scottie Barnes e até com o Draymond Green. Sinceramente acho que ele tá mais pro lado do Green — um especialista defensivo que sabe tocar a bola, mas não necessariamente um armador nato como o Barnes.

    O que me impressiona é como ele consegue fazer pump fake no garrafão e finalizar bem pertinho da cesta. Se melhorar os lances livres (que tá meio capenga ainda), vai ser difícil parar esse cara lá embaixo.

    Uma coisa engraçada: Murray-Boyles foi o que recebeu menos votos entre todos os escolhidos pro All-Rookie — apenas 66, enquanto o Ace Bailey teve 107. Mas olha, ele foi o único cara de time que chegou nos playoffs que não conseguiu entrar no First Team. Isso acontece porque ele saía do banco na maior parte dos jogos, enquanto outros rookies eram titulares absolutos em times mais fracos.

    E agora? O futuro promete muito

    Na minha visão, esse moleque tem potencial pra ser um dos melhores defensores da liga nos próximos anos. Lembram quando ele foi draftado em 9º lugar e ficou meio em choque quando chamaram o nome dele? Pois é, quem diria que em poucos meses estaria carregando os Raptors nos playoffs.

    Vocês acham que ele consegue evoluir o arremesso de 3 pontos também? Porque se conseguir esticar a marcação e forçar os pivôs adversários a saírem do garrafão… aí é que os Raptors vão ter uma arma perigosa mesmo.

    Enfim, parabéns pro garoto! Toronto tá de parabéns por ter apostado nele, e nós aqui do Sexto Homem vamos ficar de olho na evolução desse cara. Tem tudo pra ser uma peça fundamental nos próximos anos.

  • Ingram opera o calcanhar e promete voltar com tudo pros Raptors

    Ingram opera o calcanhar e promete voltar com tudo pros Raptors

    Brandon Ingram passou pela faca. O astro dos Raptors fez uma cirurgia no calcanhar direito e, sinceramente, era algo que já estava incomodando há um tempão.

    A equipe canadense confirmou que o cara removeu um esporão no calcanhar — aquela parada chata que fica cutucando e deixa qualquer um maluco de dor. A cirurgia foi feita pelo Dr. Martin O’Malley em Nova York, no Hospital for Special Surgery (que é tipo o Sírio-Libanês da NBA, só que pra osso).

    O que rolou nos playoffs?

    Olha, deu pra perceber que o Ingram não estava 100% na pós-temporada. O cara que fez média de 21.5 pontos na temporada regular despencou pra apenas 12 pontos por jogo contra os Cavaliers. E aquele aproveitamento de 32.8% nos arremessos? Doeu até em mim vendo.

    Teve um lampejo no Jogo 4 — 23 pontos numa vitória importante — mas no geral ficou claro que algo estava errado. Jogar apenas cinco dos sete jogos da série também não ajudou nada.

    Agora faz sentido, né? Imagina tentar fazer aquelas arrancadas explosivas dele com um esporão cutucando o calcanhar a cada passada. Deve ter sido um inferno.

    E agora, volta quando?

    A boa notícia é que os médicos estão otimistas. A expectativa é que ele esteja 100% recuperado pro training camp em setembro. Ou seja, temporada que vem ele volta com tudo — sem dor, sem limitação.

    E olha, precisava mesmo. Os Raptors têm ainda dois anos e US$ 81.9 milhões investidos nele. É muito dinheiro pra deixar um cara jogar mancando por aí.

    Vocês acham que ele consegue voltar ao nível de All-Star que mostrou na temporada regular? Eu tô confiante. Sem dor no calcanhar, o Ingram é um problema sério pra qualquer defesa da liga.

  • Ingram opera o calcanhar mas deve estar 100% pro camp dos Raptors

    Ingram opera o calcanhar mas deve estar 100% pro camp dos Raptors

    Olha, quando vi a notícia do Brandon Ingram indo pra cirurgia, confesso que bateu um friozinho na barriga. Mas calma aí — não é nada demais, galera.

    O ala dos Toronto Raptors passou por uma cirurgia na sexta-feira pra remover um esporão no calcanhar direito. O procedimento foi feito pelo Dr. Martin O’Malley no Hospital for Special Surgery, em Nova York — um dos melhores hospitais ortopédicos do mundo, então o cara tá em boas mãos.

    Timing perfeito pra recuperação

    A melhor parte? Ingram deve estar completamente recuperado até o training camp em setembro. Sinceramente, é o timing ideal pra fazer esse tipo de procedimento. Dá tempo de sobra pra ele se recuperar e chegar tinindo pro início da temporada.

    E olha que o cara merece descansar mesmo depois da temporada monstro que teve. Ingram foi All-Star pela segunda vez na carreira e liderou os Raptors com 21.5 pontos por jogo. Além disso, pegou 5.6 rebotes e distribuiu 3.7 assistências em 77 jogos como titular. Números absurdos pra um cara que muita gente ainda subestima.

    Investimento pesado dos Raptors

    Os Raptors não brincaram em serviço quando renovaram com Ingram na última offseason — três anos e 120 milhões de dólares. É grana pra caramba, mas depois da temporada que ele fez, tá mais do que justificado.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível na próxima temporada? Na minha visão, Ingram ainda tem muito pra mostrar e pode ser uma peça fundamental pros Raptors voltarem aos playoffs. Com 27 anos, tá no auge da carreira.

    Agora é torcer pra recuperação correr tudo certo e pro monstro voltar ainda mais forte em setembro!

  • Gradey Dick quer sair dos Raptors – e eu entendo o cara

    Gradey Dick quer sair dos Raptors – e eu entendo o cara

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi a notícia de que o Gradey Dick tá aberto pra uma troca dos Raptors, minha primeira reação foi “finalmente alguém teve coragem de falar isso”.

    O cara teve a pior temporada da carreira dele justamente quando jogou MAIS. Consegue ser mais frustrante que isso? Dick disputou 76 jogos – recorde pessoal – mas os números despencaram e o papel dele na rotação foi diminuindo conforme a temporada avançava. É aquela situação clássica: mais oportunidades, menos produção. Imagina a cabeça do moleque.

    Hora de buscar novos ares

    E aí que entra a parte interessante da história. Toronto tá considerando trocar o ala justamente pra ter mais flexibilidade com a luxury tax. Traduzindo: querem economizar uma grana. Dick vai receber 7,1 milhões de dólares na próxima temporada – último ano do contrato de rookie dele.

    Na minha visão, essa pode ser uma daquelas situações onde todo mundo sai ganhando. Os Raptors liberam espaço financeiro, e Dick consegue um fresh start em outro lugar. O moleque tem 1,98m, ainda é jovem, e às vezes só precisa de uma mudança de ambiente mesmo.

    O timing tá perfeito pra uma mudança

    A situação contratual dele é interessante também. Dick pode assinar uma extensão nesta offseason, mas se não rolar acordo, vira agente livre restrito em 2027. Isso dá uma certa urgência pra Toronto definir o futuro dele – ou renova, ou troca logo.

    Sinceramente? Acho que uma troca seria bom pra todo mundo. Dick claramente não tá se desenvolvendo como esperado em Toronto, e tem vários times por aí que poderiam usar um ala jovem com potencial. Às vezes o jogador só precisa encontrar o sistema certo, sabe?

    E vocês, acham que Dick consegue se reerguer em outro time? Ou acham que os problemas são mais profundos que uma simples mudança de cidade?

  • Cavaliers admite: Raptors quase nos derrubaram no jogo 7

    Cavaliers admite: Raptors quase nos derrubaram no jogo 7

    Cara, que série foi essa entre Cavaliers e Raptors! Cleveland conseguiu avançar nos playoffs da NBA depois de vencer por 114-102 no jogo 7, mas olha — foi sofrido pra caramba. E o melhor de tudo? O técnico Kenny Atkinson e os jogadores não fizeram corpo mole, assumiram que quase tomaram um baile dos canadenses.

    “Antes de qualquer coisa, quero dar os parabéns pros Raptors”, disse Atkinson logo no começo da coletiva. “Darko [Rajakovic] e sua comissão fizeram um trabalho absurdo. Eles nos deram trabalho pra todo lado. É um puta time, com um futuro brilhante.”

    E sinceramente? Ele tá certo. Cleveland entrou como favorito moleza, abriu 2-0 na série e… quase entregou tudo. Os Raptors empataram e levaram pro jogo 7. Imagina a pressão!

    Max Strus reconhece: “Galera não sabe o quão bons eles são”

    Max Strus foi na mesma linha do técnico: “Chapéu pros caras de Toronto. Eles eram muito bons mesmo. Acho que o pessoal não tem noção de quão boa é essa equipe deles.”

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo e é raro ver um time admitir publicamente que quase tomou uma rasteira assim. Geralmente é aquele papo furado de “sempre soubemos que seria difícil”. Mas não — os Cavs foram honestos.

    James Harden (que tá jogando em alto nível, diga-se de passagem) também elogiou: “Dá crédito pra Toronto. Time muito bom, especialmente na defesa. Eles vêm pra cima, fazem pressão na bola, forçam erros e saem no contra-ataque.”

    Série que quase virou pesadelo

    Pensa só: Cleveland ganhando os dois primeiros em casa, todo mundo já achando que era mamão com açúcar. Aí do nada os Raptors empatam a série e levam pro jogo 7. Eu teria infartado se fosse torcedor dos Cavs, não vou mentir.

    Evan Mobley, sempre na dele, viu o lado positivo: “Foi uma série difícil, e pode ficar ainda mais difícil. Mas ser testado assim, batalhar desse jeito… vai ser benéfico no longo prazo.”

    E ele tem razão. No ano passado, Cleveland passou fácil pelo Miami Heat na primeira rodada. Agora enfrentaram um adversário que realmente os fez suar a camisa. Isso tempera o time pra fases mais difíceis.

    Kenny Atkinson foi cirúrgico: “Essa série nos fortaleceu. A fisicalidade deles, a velocidade, o atletismo… nada estava perfeito pra gente. Ano passado tivemos uma série mais fácil. Esse tipo de série constrói o time.”

    Donovan Mitchell contou como até as coisas mais simples deram errado no começo do jogo 7: “Jarrett Allen perdeu uma enterrada logo no início. Nunca vi isso antes. Eu errei duas bolas de três abertas, Evan jogou uma na tabela… Mas ficamos calmos.”

    E aí, vocês acham que essa ‘quase zebra’ vai fortalecer os Cavaliers ou deixar cicatrizes? Porque uma coisa é certa: Toronto mostrou que não tem time fácil nos playoffs da NBA.

  • Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Cara, que noitaça do Jarrett Allen! O pivô dos Cavaliers simplesmente resolveu jogar o jogo da vida dele no primeiro Game 7 da carreira — 22 pontos e 19 rebotes na vitória por 114-102 sobre o Toronto. E olha que ele costuma ser mais na dele antes dos jogos, sempre de boa com a torcida no aquecimento.

    Mas ontem foi diferente. O cara estava pilhado de um jeito que eu nunca vi. “Foi uma experiência única dirigindo de casa”, disse o Allen depois do jogo. “É tipo, ‘eu vou pra um Game 7, tudo está em jogo’. É um sentimento diferente que nunca experimentei antes.”

    O terceiro quarto que mudou tudo

    Se você perdeu o terceiro período, perdeu o show. Allen literalmente destruiu — 14 pontos e 10 rebotes em 12 minutos. Primeiro jogador na história da franquia a fazer double-double em um quarto só de playoffs. Absurdo!

    O Cleveland entrou no intervalo empatado em 49, mas saiu do terceiro ganhando de 87-68. E o Allen jogou os 12 minutos inteiros, monstro. Cinco rebotes ofensivos, um steal, um toco — o cara estava voando pela quadra.

    “Só queria mostrar pros meus companheiros que podíamos ganhar esse jogo”, falou depois. “Energia e esforço: é isso que acredito que ganha jogos.”

    Entrando pra história dos Cavs

    Vocês sabem quem foi o último dos Cavaliers a fazer pelo menos 20 pontos e 15 rebotes num Game 7? LeBron James em 2018, contra o Boston, com 35 pontos e 15 rebotes. Cara, estar nessa lista junto com o King já é vitória.

    O técnico Kenny Atkinson ficou impressionado: “Ele realmente nos levou ao topo no terceiro quarto. Os rebotes ofensivos, as cestas por dentro. Estava voando por aí, entusiasmado, eu pensava: ‘o que deu nesse cara?’ Ele estava pronto pro momento.”

    E tem um detalhe: Allen tinha perdido quase todo março por causa de tendinite no joelho direito. Mas na série inteira contra Toronto, jogou uma média de 28,5 minutos, com 11,4 pontos e 8,3 rebotes por jogo.

    Time coletivo que emociona

    O que mais me impressiona nesse Cleveland é como todo mundo aparece na hora certa. Strus fez 24 no primeiro jogo, Mobley teve 23 no segundo e 25 no quinto, Dennis Schroder meteu 19 em apenas 21 minutos no jogo 5. Cada hora um herói diferente.

    “Quando Allen quer ir buscar 19 rebotes, é difícil parar”, admitiu RJ Barrett do Toronto, que fez 23 pontos na derrota.

    Agora é semifinal contra Detroit, começando terça-feira. E sinceramente? Se o Allen continuar jogando assim, os Pistons que se cuidem. O cara provou que quando a pressão aperta, ele cresce junto. Primeiro Game 7 da carreira e já entregou uma atuação histórica.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter esse nível contra um Detroit que tá voando também?

  • RJ Barrett detona críticos de Scottie Barnes: ‘Jogador vencedor’

    RJ Barrett detona críticos de Scottie Barnes: ‘Jogador vencedor’

    Olha, eu sei que a temporada dos Raptors acabou de forma dolorosa — perder no jogo 7 sempre dói. Mas tem uma coisa que me chamou atenção depois da eliminação para os Cavaliers: RJ Barrett simplesmente saiu em defesa do parceiro Scottie Barnes de uma forma que me arrepiou.

    “Acho que ele calou muita gente, e fico feliz que ele conseguiu fazer isso porque, cara, esse é um jogador vencedor. Só porque ele não é um cara que sai tentando fazer 30 pontos toda noite não significa que ele não é um dos melhores jogadores de basquete desta liga”, disparou Barrett após o jogo 7.

    Sinceramente? Barrett tem razão total.

    Barnes mandou bem quando precisava

    No jogo decisivo, Barnes fez 24 pontos, 9 rebotes, 6 assistências e 1 toco. Aproveitamento? Um absurdo: 8/14 dos arremessos de quadra, 1/1 do perímetro e 7/7 nos lances livres. Isso é eficiência, galera.

    O problema é que vivemos numa era obcecada por números individuais. Todo mundo quer ver 30+ pontos por noite, triple-doubles a rodo. Mas basquete não é só isso — e Barnes prova isso constantemente.

    Barrett também fez a sua parte com 23 pontos e 6 assistências, mas foi na defesa de Barnes que ele realmente brilhou. Essa parceria entre os dois está ficando cada vez mais sólida.

    O que vem pela frente?

    Toronto levou Cleveland até o jogo 7, primeira vez nos playoffs desde 2022. Para uma equipe jovem, isso é gigante. E o melhor: dá pra ver que Barnes e Barrett se entendem dentro e fora de quadra.

    A eliminação doeu — principalmente depois daquele terceiro quarto onde os Cavaliers meteram 38-19 e praticamente definiram a série. Mas olhando o panorama geral, os Raptors têm motivos para acreditar.

    E aí, vocês concordam com Barrett sobre Barnes? Na minha visão, jogadores que fazem a equipe funcionar são tão valiosos quanto os cestinhas. Às vezes até mais.