Tag: Toronto Raptors

  • Barnes brilha mas não consegue salvar os Raptors no Game 7

    Barnes brilha mas não consegue salvar os Raptors no Game 7

    Cara, que série foi essa entre Raptors e Cavaliers, hein? Sete jogos de pura emoção e no final, Cleveland levou a melhor por 114-102 no decisivo. Mas olha, considerando o que todo mundo esperava do Toronto nesta temporada, chegar até um Game 7 contra um time forte como os Cavs já foi um baita resultado.

    O show do Scottie Barnes

    E que atuação do Scottie Barnes no jogo decisivo! 24 pontos, 9 rebotes e 6 assistências. O moleque fez de tudo em quadra — defendeu desde o James Harden até o Evan Mobley. Sinceramente, com apenas 24 anos, esse cara já tá mostrando que pode ser uma estrela de verdade na liga.

    O técnico Darko Rajakovic não poupou elogios depois do jogo: “Para esta fase da carreira dele, acho que ele deu tudo. Fez um progresso enorme e melhorou muito durante esta série de playoffs, mas esta ainda não é a melhor versão do Scottie… Acho que vamos ver um Scottie ainda melhor no ano que vem.”

    A ausência que pesou

    A lesão do Brandon Ingram realmente complicou as coisas pro Toronto. Por mais que ele não tenha feito sua melhor série, a falta de poder de fogo ofensivo do cara fez muita diferença. Barnes tentou carregar o time nas costas, mas sozinho fica difícil contra uma equipe completa como Cleveland.

    Uma coisa que chamou atenção: o time da casa ganhou TODOS os jogos da série. Isso mostra como foi equilibrada a disputa, mas também como jogar fora de casa no decisivo é complicado demais.

    Futuro brilhante

    Na minha visão, os Raptors saíram dessa série com muito mais do que entraram. Barnes mostrou que pode ser a cara da franquia pelos próximos anos, e essa experiência de playoffs vai ser fundamental pro desenvolvimento dele.

    Claro que ainda faltam algumas peças pro Toronto brigar de igual pra igual com os grandes times do Leste. Mas com Barnes jogando nesse nível aos 24 anos, o futuro tá bem promissor. E aí, vocês acham que ele consegue dar o próximo passo e virar uma estrela All-Star na próxima temporada?

  • Barrett manda recado após Raptors cair no Jogo 7: ‘Vai ser briga’

    Barrett manda recado após Raptors cair no Jogo 7: ‘Vai ser briga’

    Cara, que decepção. Os Raptors estavam ali, literalmente na ponta dos dedos, e acabaram caindo no Jogo 7 pros Cavaliers por 114-102. Mas olha só a atitude do RJ Barrett depois da eliminação — o cara mandou um recado que me arrepiou todo.

    “Óbvio que essa derrota dói, mas acho que também mostra pro resto da liga, pro mundo todo, o que estamos construindo aqui. Quando vocês virem os Toronto Raptors, vai ser briga de cachorro”, disparou Barrett.

    E não é que ele tá certo? Sinceramente, eu não esperava que esse time dos Raptors fosse levar Cleveland até o Jogo 7. Sem o Brandon Ingram (lesão no calcanhar) e sem o Immanuel Quickley (problema no posterior da coxa), era pra ter sido um 4-0 fácil pros Cavs.

    Barrett e Barnes carregaram o piano

    O que me impressionou foi como o Barrett e o Scottie Barnes seguraram a bronca. Barrett fechou o Jogo 7 com 23 pontos, 4 rebotes, 6 assistências e 3 roubos de bola. Tá, ele errou muito (9/25 nos arremessos), mas quando seu time tá quebrado de lesão, alguém tem que assumir a responsabilidade.

    Barnes foi ainda melhor: 24 pontos, 9 rebotes e 6 assistências. Esses dois caras provaram que podem ser o futuro dos Raptors, cara.

    “Os caras chegaram e deram tudo de si. A gente sempre teve essa mentalidade de que o próximo da fila tem que estar pronto. Sempre acreditamos que podemos jogar nesse nível”, completou Barrett.

    E agora? Os Raptors voltam?

    Olha, na minha visão, esse time dos Raptors mostrou muito mais do que eu esperava. Chegar nos playoffs pela segunda vez em cinco temporadas já foi um baita avanço. E levar os Cavaliers até o Jogo 7? Isso é desenvolvimento, monstro.

    Barrett confessou que o que mais dói é saber que eles estavam ali: “Na maior parte da série, parecia que estávamos bem perto. Parecia que tínhamos eles na mão. Acho que é isso que vai doer”.

    E aí, vocês acham que os Raptors conseguem manter esse núcleo e brigar por algo maior na próxima temporada? Porque se conseguirem ter todo mundo saudável — Ingram, Quickley, Barrett, Barnes — esse time pode incomodar muita gente no Leste.

    Uma coisa é certa: depois dessas declarações do Barrett, os adversários já sabem que enfrentar Toronto não vai ser moleza. E eu gosto dessa atitude, cara. Basquete é isso aí — respeito se conquista na quadra, e esses caras mostraram que têm personalidade pra brigar com qualquer um.

  • Cavs destroem os Raptors no jogo 7 e seguem vivos nos playoffs

    Cavs destroem os Raptors no jogo 7 e seguem vivos nos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse! Os Cleveland Cavaliers simplesmente atropelaram o Toronto Raptors por 114 a 102 no jogo 7 da primeira rodada dos playoffs, e olha, não foi nem tão apertado quanto o placar sugere.

    O negócio pegou fogo mesmo no segundo tempo. Os Cavs abriram uma vantagem de dois dígitos no final do terceiro quarto e daí não teve mais volta. Os Raptors até tentaram reagir, mas sinceramente? Dava pra ver que Cleveland queria muito mais essa vitória.

    Jarrett Allen foi um monstro absoluto

    O pivô dos Cavs teve uma daquelas noites que a gente guarda na memória. Double-double com 22 pontos e 19 rebotes — dezenove rebotes, galera! Ainda distribuiu duas assistências, fez dois roubos de bola e três tocos. Simplesmente dominante dos dois lados da quadra.

    Donovan Mitchell também fez a sua parte com 22 pontos, enquanto James Harden contribuiu com 18 pontos, seis rebotes e três assistências. E o mais impressionante? Os Cavs pegaram 60 rebotes contra apenas 33 dos Raptors. No rebote ofensivo então foi 20 a 7. Uma surra no garrafão.

    Raptors lutaram, mas não foi suficiente

    Do lado de Toronto, Scottie Barnes foi o cara que mais brigou: 24 pontos, nove rebotes e seis assistências. RJ Barrett, que tinha sido o herói no jogo 6 com aquela cesta no final, fez 23 pontos mas não conseguiu repetir a mágica.

    O problema é que os Raptors jogaram sem Brandon Ingram por causa de uma lesão no calcanhar, e isso pesou demais. Faltou profundidade no elenco na hora H.

    Agora os Cavaliers vão enfrentar o Detroit Pistons na segunda rodada, e cara, eles tão com sede de vingança. Ano passado foram eliminados de forma vexatória pelos Indiana Pacers sendo o primeiro colocado do Leste — perderam em cinco jogos, que vergonha!

    Mitchell prometeu que seria diferente dessa vez, e até agora tá cumprindo a palavra. Vocês acham que os Cavs conseguem chegar nas finais de conferência pela primeira vez desde 2018? Eu tô começando a acreditar nesse time…

  • Darko se emociona após eliminação dos Raptors: ‘Amo demais esse grupo’

    Darko se emociona após eliminação dos Raptors: ‘Amo demais esse grupo’

    Cara, que momento mais emocionante. Darko Rajakovic simplesmente não conseguiu esconder a emoção depois da eliminação dos Raptors pelos Cavaliers no jogo 7 da primeira rodada dos playoffs. E olha, não é pra menos.

    “Aprendi o quanto eu amo esse elenco, o quanto eu amo meus jogadores… Esse é um grupo muito especial de pessoas”, disse o técnico sérvio após a derrota que encerrou a temporada de Toronto. Mano, dá pra sentir a sinceridade nas palavras dele.

    A evolução que ninguém esperava

    E tem que reconhecer — o trabalho do Darko tem sido absurdo. Na primeira temporada dele? 25 vitórias. Na segunda? 30. Agora? 46 vitórias e playoffs pela primeira vez desde 2022. Isso é progressão de verdade, não é sorte.

    Ainda mais impressionante foi como eles levaram os Cavaliers pro jogo 7. Sinceramente, quando vi o confronto no bracket, achei que seria uma varridinha fácil pra Cleveland. Mas não — os Raptors mostraram que têm personalidade e brigaram até o fim.

    O jogo decisivo foi dramático demais. Empatado 49 a 49 no intervalo, tudo em aberto. Aí veio aquele terceiro quarto maldito: Cavaliers 38 x 19 Raptors. Foi o nocaute técnico. Deu pra ver que Toronto nunca se recuperou daquela pancadaria.

    Scottie Barnes comandando a resistência

    Mesmo na derrota, Scottie Barnes foi monstro: 24 pontos, 9 rebotes, 6 assistências. O cara jogou com a pressão de ser a principal referência do time e entregou tudo que tinha. RJ Barrett também fez a sua parte com 23 pontos — dupla que promete muito pra próxima temporada.

    O que mais me chama atenção é como jogadores jovens como Jamal Shead (14 pontos e 7 assistências) e Ja’Kobe Walter (13 pontos) apareceram na hora do aperto. Isso mostra que o trabalho de desenvolvimento do Darko tá dando resultado.

    E vocês, acham que os Raptors conseguem dar o próximo passo na temporada que vem? Com essa base sólida e a experiência dos playoffs, eu tô otimista. O Darko mostrou que sabe o que tá fazendo, e quando um técnico fala com essa emoção sobre seus jogadores… é porque algo especial tá sendo construído em Toronto.

  • Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Cara, que reviravolta absurda! Por 6 jogos inteiros eu fiquei me perguntando onde diabos estavam os Cavaliers que a gente esperava ver. Aí no Game 7, quando a coisa apertou mesmo, eles simplesmente resolveram jogar basquete de verdade.

    O Cleveland estava perdendo por 9 pontos e parecia que ia dar zebra. Mas aí, nos últimos 27 minutos de jogo, os caras entraram numa sintonia que foi lindo de ver — 51.5% nos arremessos, 38.5% nas bolas de três, pegando rebote ofensivo e transformando em pontos. Enquanto isso, Toronto derreteu: 29.2% de aproveitamento e 1 de 8 nas tentativas de três.

    Jarrett Allen foi simplesmente brutal

    O cara que carregou esse time nas costas foi o Jarrett Allen. Sinceramente, eu não esperava uma performance dessas dele num jogo 7. Com o Evan Mobley em problemas de falta, o pivô assumiu a responsa de vez: 22 pontos, 19 rebotes (8 ofensivos!), 3 tocos e ainda roubou 2 bolas.

    Desde 2020, com o Nikola Jokić, ninguém tinha feito 20+ pontos, 15+ rebotes e 3+ bloqueios num Game 7. Allen entrou pra história, meu amigo.

    O Donovan Mitchell também fez a sua parte com 22 pontos, e até o James Harden acordou no segundo tempo pra contribuir com 18. Do lado de Toronto, o Scottie Barnes lutou até o fim (24 pontos), e o RJ Barrett até que tentou com 23, mas precisou de 25 arremessos pra chegar lá.

    A virada que ninguém viu vindo

    No primeiro tempo, parecia que ia ser mais do mesmo — Cleveland com 13 turnovers, errando de três (4 de 15) e correndo atrás do placar. Toronto comandava tranquilo, chegou a abrir 10 pontos de vantagem.

    Mas aí que tá: uma corridinha de 11-2 no final do segundo quarto empatou o jogo em 49-49, e foi ali que mudou tudo. No terceiro período, os Cavs abriram com um 9-0 devastador. Mitchell marcou 5 desses 9 pontos logo de cara.

    A partir daí foi um show à parte — Toronto começou errando tudo (3 de 12), cometendo turnover atrás de turnover, e Cleveland transformando cada erro em pontos fáceis. Max Strus roubou a bola do Barnes e tocou pro Allen cravar uma enterrada que praticamente decretou o fim do jogo.

    Quando a vantagem chegou aos 22 pontos, já era. Toronto ainda tentou uma reação no último quarto, mas nunca conseguiu chegar perto de empatar novamente. Final: 114-102 para Cleveland.

    Agora os Cavaliers vão enfrentar o Detroit Pistons, cabeça de chave número 1 do Leste, nas semifinais da conferência. E aí, vocês acham que esse Cleveland que apareceu no Game 7 consegue incomodar os Pistons? Porque se jogarem assim, a série promete ser boa demais!

  • Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Cara, que noite foi essa do Jarrett Allen! O pivô simplesmente decidiu que não ia deixar o Cleveland Cavaliers ser eliminado pelos Toronto Raptors no Jogo 7, e carregou o time nas costas pra uma vitória por 114 a 102. Foi lindo de assistir.

    Olha, não vou mentir — começou mal pra caramba. O próprio Allen perdeu uma enterrada livre no primeiro ataque dos Cavs. Imagina o desespero da torcida? Oito anos construindo esse elenco caríssimo, trocando por veterano na deadline, e o cara perde uma enterrada de graça logo no começo do Jogo 7.

    Primeira metade foi sofrimento puro

    Os Raptors vieram com tudo desde o início. Jamal Shead (que virou pesadelo recorrente dos Cavs nessa série) começou metendo pontos e Toronto abriu 10 de vantagem no primeiro quarto. A situação tava feia mesmo.

    No segundo quarto a coisa continuou complicada, mas aí que veio a virada. Com 2:41 pra acabar o primeiro tempo, Toronto ainda tava na frente por nove pontos. Só que os Cavs acordaram do nada: uma sequência de 11 a 2, com direito a bomba do Jaylon Tyson, e o jogo tava empatado no intervalo.

    Allen virou o Shaq no terceiro período

    E foi aí que o show começou de verdade. Terceiro quarto foi simplesmente um espetáculo do Jarrett Allen. O cara decidiu que ia resolver sozinho.

    Quando o Evan Mobley tomou a quarta falta logo no início do período, todo mundo pensou: “ferrou”. Mas na verdade foi a hora que Allen mostrou por que é um dos melhores pivôs da liga. Defendeu TUDO que apareceu pela frente, pegou rebote ofensivo como se fosse brincadeira, e atacou a cesta com uma autoridade que eu não via há muito tempo.

    Os números são absurdos: 14 pontos e 10 rebotes só no terceiro quarto, sendo 5 rebotes ofensivos. Enquanto isso, os Raptors INTEIROS fizeram apenas 19 pontos no período. Foi um massacre. Cleveland ganhou o terceiro por 38 a 19 — praticamente matou o jogo ali.

    Final com classe

    No último quarto Toronto ainda tentou uma reação, chegou a diminuir a diferença pra 11 pontos, mas não teve como. Allen já tinha quebrado o espírito deles no terceiro período.

    No final das contas: 22 pontos e 19 rebotes pra Allen, com 7/11 nos arremessos. Performance de gala quando mais precisava. Sam Merrill ajudou com 13 pontos vindos do banco, e Max Strus foi aquele cara que faz o trabalho sujo e termina com +20 de plus/minus.

    Sinceramente? Esse Cavs tem potencial pra ir longe nos playoffs. Quando o Allen joga nesse nível, fica difícil parar. E vocês, acham que eles conseguem manter esse ritmo na próxima fase? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho pra qualquer adversário.

  • Cavs desperdiçam chance de ouro e vão pro game 7 decisivo

    Cavs desperdiçam chance de ouro e vão pro game 7 decisivo

    Cara, que dor no peito foi essa sexta-feira. Os Cavaliers tinham TUDO nas mãos pra fechar a série contra os Raptors, mas conseguiram entregar de bandeja no overtime. 112 a 110 pro Toronto, com direito a buzzer-beater do RJ Barrett. Agora é tudo ou nada no game 7 em Cleveland.

    Olha, eu não vou mentir — dói ver um time desperdiçar uma oportunidade dessas. Os Cavs controlaram boa parte do jogo, ditaram o ritmo, criaram boas oportunidades… mas na hora H, simplesmente não conseguiram finalizar. E três caras foram fundamentais nessa derrocada: James Harden, Jarrett Allen e Max Strus.

    Harden sumiu quando mais precisavam dele

    O Barba teve números até razoáveis no papel — 16 pontos —, mas cara, que atuação decepcionante nos momentos decisivos. 5 de 14 nos arremessos, quatro turnovers, e o pior: tomou decisões horríveis no final do jogo.

    Quando o Cleveland mais precisava de controle e clareza, Harden forçou arremessos difíceis em vez de criar jogadas melhores pro time. Deixou a defesa do Toronto ditar o que ele ia fazer, sabe? Isso não pode acontecer com um cara da experiência dele. Sinceramente, esperava muito mais.

    Allen perdeu pontos cruciais na linha

    O pivô até jogou bem no garrafão — 6 de 8 nos arremessos de quadra, protegeu o aro como sempre. Mas meu Deus, que sofrimento na linha de lance livre. Converteu apenas 2 de 6 tentativas!

    Numa partida que foi decidida por dois pontinhos, deixar quatro pontos na mesa é inadmissível. Principalmente em playoff, onde cada posse vale ouro. Esses lances livres perdidos mantiveram o Toronto sempre grudado no placar, e no final das contas, fizeram toda a diferença.

    Strus praticamente invisível no perímetro

    E o Max Strus? Apenas 6 pontos na partida toda. Dois arremessos de 3 convertidos, mas cadê o volume? O Cleveland precisava de muito mais agressividade dele no perímetro.

    Sem pressão consistente de fora, os Raptors puderam se fechar no garrafão tranquilamente. Isso complicou as penetrações e forçou os Cavs a tentarem cestas muito difíceis. Na minha visão, o Strus tinha que assumir mais responsabilidade ofensiva.

    E não para por aí — o time como um todo cometeu 18 turnovers. Dezoito! Isso é presente de grego pro adversário, principalmente em playoff. Quando chegou o overtime, o Cleveland já não tinha mais ritmo ofensivo nenhum. Resultado: meros 6 pontos na prorrogação.

    Agora é game 7 em casa, com tudo em jogo. Vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar dessa? Porque olha, vai ter que ser uma atuação completamente diferente. Harden precisa assumir o controle de verdade, Allen tem que acertar os lances livres, e o Strus não pode mais ser coadjuvante.

    Domingo promete ser tenso demais. Quem aguenta a pressão melhor leva tudo.

  • RJ Barrett faz história nos playoffs com arremesso absurdo em casa

    RJ Barrett faz história nos playoffs com arremesso absurdo em casa

    Gente, eu ainda não acredito no que vi na sexta à noite. RJ Barrett simplesmente entrou pra história dos playoffs da NBA com um arremesso que vai ser lembrado pra sempre em Toronto.

    A situação: overtime contra Cleveland, segundos finais, Scottie Barnes acha o RJ na linha de três. E aí que vem a magia — o cara solta uma bomba lá do meio da quadra que bateu na tabela de um jeito cinematográfico. A bola subiu, subiu, subiu… e quando desceu, já tinha passado mais de um segundo no relógio. Cleveland nem teve tempo de reagir.

    O menino de casa que deu certo

    O mais emocionante? Barrett jogando praticamente em casa. Ok, tecnicamente ele é de Mississauga, que é subúrbio de Toronto, mas vai por mim — é casa. Imagina a sensação de fazer ESSE arremesso na frente da torcida que te viu crescer?

    Lembro que há uns anos atrás o RJ era criticado pacas por não acertar de três. Todo mundo falava que ele precisava melhorar o arremesso de fora. Pois então, o moleque foi lá, ralou na academia, refinrou o chute… e olha só o resultado. Não foi milagre não, foi trabalho duro sendo recompensado na hora certa.

    A reação foi épica

    As redes sociais foram à loucura depois da cesta. Teve gente medindo os decibéis da arena (deve ter quebrado recorde), o Tyrese Haliburton balançando a cabeça tipo “que absurdo é esse”, e até montagem com trilha do Titanic. É sério, os canadenses enlouqueceram — e com razão.

    Sinceramente, eu não esperava que o RJ pudesse fazer algo tão icônico assim nos playoffs. O cara sempre foi talentoso, mas esse momento… cara, isso define uma carreira. Vocês acham que esse arremesso vai dar aquela confiança extra pro resto da série? Porque eu acho que Cleveland acabou de ver um monstro nascer.

  • Haliburton trollou o Barrett depois da buzina beater absurda

    Haliburton trollou o Barrett depois da buzina beater absurda

    Cara, que noite maluca foi essa sexta-feira! O RJ Barrett mandou uma bomba de três no último segundo pra dar a vitória pros Raptors sobre os Cavs por 112 a 110. E adivinha quem tava assistindo de casa? O Tyrese Haliburton dos Pacers, que não perdeu tempo e trollou o canadense no Twitter.

    “That looked familiar” (“Isso pareceu familiar”), escreveu o Hali. Três palavras só. Simples, direto e certeiro como os arremessos dele.

    A conexão que só quem acompanha tudo entende

    Olha, eu lembro perfeitamente da cena que o Haliburton tava relembrando. Foi no Jogo 1 das Finais da Conferência Leste de 2025, quando os Pacers tavam perdendo e o Tyrese mandou uma de meia distância que bateu na parte de trás do aro, subiu bem alto, e caiu dentro pra forçar a prorrogação. Na época eu pensei “que sorte absurda”, mas o cara realmente tinha essa memória guardada.

    Agora o Barrett fez literalmente a mesma coisa. Chutou um triplo por cima do Evan Mobley, a bola bateu na ferradura, quicou alto e… ploft, caiu dentro. Sinceramente, às vezes o basquete é pura sorte mesmo, não tem como negar.

    Esse aro de Toronto é abençoado ou o quê?

    Cara, eu tô começando a suspeitar desse aro do Scotiabank Arena. Lembram do Kawhi Leonard em 2019? Aquela enterrada de três que quicou umas quatro vezes antes de cair? “The Shot” que até hoje dá arrepio? Foi no mesmo aro!

    Os Raptors ganharam os três jogos em casa nessa série. Coincidência? Eu acho que não. E vocês, acham que existe essa de “aro amigo” mesmo ou é só papo de torcedor?

    Barrett fechou a noite com 24 pontos em 8 de 21 arremessos – números nada espetaculares, mas quando importa é isso aí. O cara pode ter perdido 13 chutes, mas acertou o único que realmente valia.

    Agora é Jogo 7 no domingo. Cleveland em casa, pressão total. Na minha visão, quem ganhar essa vai longe nos playoffs – esses dois times tão jogando um basquete de altíssimo nível.

  • RJ Barrett copia o milagre do Kawhi e salva os Raptors na prorrogação

    RJ Barrett copia o milagre do Kawhi e salva os Raptors na prorrogação

    Cara, eu não acreditei quando vi. RJ Barrett simplesmente decidiu copiar um dos momentos mais icônicos da história dos Raptors — e funcionou perfeitamente.

    Na sexta-feira, com 1.2 segundos no relógio da prorrogação, Barrett acertou uma bomba de três que quicou igual aquela cesta histórica do Kawhi Leonard em 2019. Sabe qual? A que eliminou o Philadelphia 76ers e mandou Toronto pra final da Conferência Leste.

    O milagre da física aconteceu de novo

    A cena foi surreal. Barrett recebeu aberto na linha de três, soltou o arremesso por cima do Evan Mobley que chegou atrasado, e a bola fez exatamente o que a do Kawhi fez sete anos atrás: subiu uns dois metros no ar antes de cair na cesta.

    O Scotiabank Arena explodiu igual em 2019. Os torcedores canadenses devem estar pensando: “Será que é coincidência ou os Raptors têm algum pacto com o diabo?”

    Sinceramente, quando você vê os dois lances lado a lado, a semelhança é absurda. A diferença? O Kawhi fez no quarto período do jogo 7, já o Barrett mandou ver na prorrogação do jogo 6.

    Qual foi melhor? A comparação que todo mundo quer

    Olha, vou ser justo com os dois monstros. O lance do Leonard ainda é mais icônico — foi buzzer beater de verdade, no jogo 7, com três caras em cima dele. Mas o Barrett também merece crédito: estava perdendo por um, precisava da cesta pra sobreviver, e acertou de muito mais longe.

    A grande questão é: esses Raptors de 2026 conseguem repetir o feito de 2019 e ir longe nos playoffs? Porque uma coisa é certa — momentum agora eles têm de sobra.

    E vocês, acham que foi sorte ou o RJ estudou o filme do Kawhi antes do jogo? Porque essa semelhança não é coincidência não…

    Agora é Cleveland pro jogo 7 decisivo no domingo. Os Cavaliers devem estar com pesadelo pensando nessas cestas quicadas dos Raptors.