Tag: Toronto Raptors

  • Quickley fora dos playoffs: lesão no posterior volta a assombrar

    Quickley fora dos playoffs: lesão no posterior volta a assombrar

    Que azar, mano. Immanuel Quickley não vai mais jogar nesta série de playoffs entre Toronto Raptors e Cleveland Cavaliers. O cara estava se recuperando da lesão no posterior da coxa direita, mas acabou se machucando de novo durante o processo de reabilitação.

    Sinceramente? Isso é de quebrar o coração. O Quickley estava tendo uma temporada fantástica pelos Raptors — média de 16.4 pontos por jogo, 5.9 assistências (recorde pessoal dele), 4.0 rebotes em 70 jogos. Todos como titular, imagina só.

    Números que impressionam

    O maluco marcou 20 pontos ou mais em 20 jogos diferentes nesta temporada. Oito double-doubles também. Para quem acompanha a NBA de perto, sabe que o Quickley virou peça fundamental no esquema do Toronto depois que chegou lá vindo do Knicks.

    E agora? Os Raptors vão ter que se virar sem um dos seus principais armadores numa série que já estava difícil contra os Cavs. Lesão no posterior é uma das mais chatas que existem — você acha que melhorou, força um pouquinho e pronto, volta tudo do zero.

    Toronto em situação complicada

    Olha, eu não vou mentir: sem o Quickley, fica muito mais difícil pro Toronto incomodar Cleveland. O cara era fundamental na criação de jogadas e na pontuação do time. Agora vai ter que ser no peito e na raça mesmo.

    Vocês acham que os Raptors conseguem compensar essa ausência? A série já estava equilibrada, mas perder um jogador desse nível nos playoffs é sempre um baque gigantesco. Vamos torcer pra que ele se recupere 100% pra próxima temporada — posterior é coisa séria, não dá pra brincar.

  • Rogers vai criar gigante esportivo de R$ 100 bi com os Raptors

    Rogers vai criar gigante esportivo de R$ 100 bi com os Raptors

    Olha, quando eu li essa notícia quase cuspi meu café. A Rogers Communications, empresa que controla 75% do Toronto Raptors, anunciou planos pra comprar a fatia restante da franquia e criar uma das maiores entidades esportivas do mundo — estamos falando de mais de 18 bilhões de dólares, pessoal. Isso é coisa de R$ 100 bilhões!

    O CEO Tony Staffieri confirmou na chamada de resultados da empresa que eles pretendem comprar os 25% restantes da MLSE (Maple Leaf Sports & Entertainment) que ainda pertencem ao Larry Tanenbaum. A ideia é fechar essa compra na segunda metade de 2025.

    Um império do esporte canadense

    Sinceramente, eu não esperava uma jogada dessas. A Rogers já tem uma posição absurda no mercado esportivo canadense — além dos Raptors da NBA, a MLSE controla o Maple Leafs (hockey) e o Toronto FC (futebol). E olha que a Rogers ainda tem o Blue Jays do baseball por fora.

    “Após o fechamento, planejamos combinar nossos ativos em uma das entidades de propriedade esportiva, mídia e entretenimento mais significativas globalmente”, disse o Staffieri. Cara, imagina só o poder que essa galera vai ter no esporte norte-americano.

    O mais interessante é que eles querem trazer investidores minoritários depois pra ajudar a reduzir a dívida da empresa. O CFO Glenn Brandt falou que esse processo de recapitalização deve rolar lá pro final de 2026 ou início de 2027.

    Quanto vale essa bagaça toda?

    Vamos aos números que fazem a gente ficar de boca aberta. Segundo a Sportico, os Raptors valem 4,66 bilhões de dólares hoje — nosso time brasileiro favorito tá valendo mais que muito PIB por aí. O Maple Leafs vale 4,25 bi, o Blue Jays 2,9 bi e o Toronto FC uns 730 milhões.

    Somando tudo isso dá 12,5 bilhões só nos times. Mas a entidade maior ainda vai incluir os ativos de mídia da Sportsnet, que é a rede de TV esportiva da Rogers.

    E olha, o mercado gostou da notícia — as ações da Rogers subiram quase 14% na quarta-feira, fechando em 37,48 dólares. Os caras devem estar comemorando pra caramba lá no Canadá.

    Vocês acham que isso vai mudar alguma coisa pro nosso Raptors? Eu tô curioso pra ver se eles vão investir ainda mais pesado no time de basquete. Quem sabe não rola uma contratação bombástica por aí…

  • Mitchell e Harden destroem os Raptors: Cavs abrem 2-0 nos playoffs

    Mitchell e Harden destroem os Raptors: Cavs abrem 2-0 nos playoffs

    Cara, que dupla monstruosa! Donovan Mitchell e James Harden simplesmente resolveram o jogo e os Cleveland Cavaliers saíram de quadra com uma vitória por 115-105 sobre os Toronto Raptors, abrindo 2-0 na série dos playoffs.

    E olha, não foi aquele jogaço bonito de se ver, mas foi eficiente pra caramba. Os Cavs fizeram o que sabem fazer de melhor: executaram nos momentos decisivos e mostraram porque são favoritos nessa série.

    A defesa ditou o ritmo no começo

    O técnico Kenny Atkinson estava preocupado se o time ia entrar com a mesma intensidade depois de ter goleado no Jogo 1. Mas essa preocupação durou uns 5 minutos só. Os caras abriram oito pontos logo de cara, e sabe por quê? Defesa, meu amigo.

    Dean Wade, Harden, Sam Merrill… todo mundo que guardou Brandon Ingram deu trabalho pro cara. Ingram ficou perdido no primeiro quarto – 0 de 4 do campo, zero pontos. Zero! Isso desorganizou completamente o ataque dos Raptors, que fizeram apenas 19 pontos no primeiro período. Sinceramente, foi uma clínica defensiva.

    A vantagem de sete pontos no final do primeiro quarto diminuiu pra seis no intervalo, com Harden contribuindo com 10 pontos no segundo período. O cara tá jogando um basquete inteligente demais.

    Rajaković tentou, mas não rolou

    No terceiro quarto, o técnico dos Raptors, Darko Rajaković, resolveu apostar numa formação pequena com Collin Murray-Boyles no centro. A ideia era neutralizar o pick-and-roll dos Cavs com mais velocidade. Na teoria fazia sentido, mas na prática? Criou mais problemas ainda.

    Sem proteção no garrafão, Mitchell e Harden tiveram campo aberto pra atacar isolados. E com Evan Mobley e Jarrett Allen em quadra, os Raptors não podiam deixar esses caras sozinhos. Resultado: mais espaço pro ataque de Cleveland. Os Cavs chegaram a abrir 16 pontos de vantagem!

    Toronto ainda conseguiu diminuir pra sete pontos no final do terceiro, mas aí veio o quarto período…

    A dupla de ouro decidiu

    Mitchell: 30 pontos, 5 assistências, 7 rebotes. Harden: 28 pontos, 4 assistências, 5 roubos de bola. Monstros!

    O mais impressionante foi como eles se complementaram. Mitchell fazendo as cestas difíceis nos momentos cruciais, Harden organizando o ataque e garantindo que sempre rolasse uma jogada boa. E aqueles 5 steals do Harden? O veterano tá com fome de título, galera.

    Mobley também merece destaque. Quando os Raptors tentaram jogar pequeno, ele puniu. Quando voltaram com a formação tradicional, puniu também. ‘Vai fazer o que, né?’, como diria qualquer torcedor dos Cavs assistindo de casa.

    Agora a série vai pra Toronto, e a pergunta é: os Raptors conseguem encontrar uma resposta pra essa dupla Mitchell-Harden? Porque até agora, em dois jogos, não acharam. E se não acharem nos próximos dois jogos em casa, essa série vai acabar mais rápido do que muita gente imagina.

    O que vocês acham? Os Raptors conseguem reagir jogando em casa ou os Cavs vão confirmar o favoritismo e fechar em quatro?

  • Ingram sumiu e os Cavs tão voando nos playoffs

    Ingram sumiu e os Cavs tão voando nos playoffs

    Olha só, os Cavs simplesmente atropelaram os Raptors em casa no Jogo 2 e agora lideram a série por 2-0. E cara, foi meio constrangedor de assistir.

    O Cleveland ganhou por 115-105 mesmo tendo produzido apenas 19 pontos vindos do banco, contra 45 dos canadenses. Quando o seu quinteto inicial é TÃO superior que compensa uma diferença dessas no banco, é sinal de que a coisa tá feia pro outro lado.

    Brandon Ingram virou problema

    Sinceramente, não sei o que houve com o Ingram. O cara foi pra Toronto nesta temporada como uma das grandes adições, mas tá parecendo fantasma em quadra. No Jogo 1 fez apenas 17 pontos e ainda reclamou do técnico por ter recebido só 9 arremessos.

    No Jogo 2? Zero pontos no primeiro tempo. ZERO. Terminou a partida com míseros 7 pontos, acertando apenas 3 de 15 tentativas. Mano, é playoffs da NBA! Você não pode simplesmente sumir assim quando o time mais precisa.

    O pior é que o Ingram sempre foi meio resistente ao arremesso de 3, e isso tá limitando demais o espaçamento ofensivo dos Raptors. Com um elenco que já não tem tantos atiradores assim, ter o seu principal ala evitando arremessos de longa distância é receita pro desastre.

    O trio dos Cavs tá monstruoso

    Do outro lado, Mitchell, Mobley e James Harden estão jogando um basquete lindo de se ver. Os três combinaram pra 83 pontos no Jogo 2 — é muita pancada.

    E sabe o que mais me impressiona? Não parece aquele basquete egoísta de “agora é minha vez, depois é a sua”. O Mobley especialmente tá sacando que precisa atacar a cesta quando o Mitchell e o Harden abrem espaço pra ele. Inteligência de jogo pura.

    Vocês acham que esse trio consegue manter esse nível durante toda a pós-temporada? Porque se conseguir, os Cavs podem fazer barulho mesmo no Leste.

    Quickley faz falta demais

    Os Raptors sentiram muito a ausência do Immanuel Quickley. O Jamal Shead até que se esforça, mas 22 turnovers em um jogo de playoffs? É amador demais.

    O problema é que sem o Quickley, a responsabilidade de criação de jogadas fica toda em cima do Ingram, RJ Barrett e Scottie Barnes. E quando esses caras estão sobrecarregados, tomam decisões apressadas e o negócio vira bagunça.

    O Quickley tá com uma lesão no tendão da coxa direita, e cara, ele precisa voltar urgente se os Raptors quiserem ter alguma chance nesta série.

    Jogo 3 é quinta-feira às 21h em Toronto. Será que jogando em casa eles conseguem reagir, ou os Cavs vão encaminhar a classificação de uma vez? Eu tô achando difícil pros canadenses, mas playoffs sempre reserva surpresas.

  • Mitchell e Harden arrebentam e Cavs abrem 2-0 contra os Raptors

    Mitchell e Harden arrebentam e Cavs abrem 2-0 contra os Raptors

    Cara, que jogaço foi esse dos Cavaliers ontem! Donovan Mitchell com 30 pontos, James Harden fazendo 28, e os Cavs simplesmente dominaram os Raptors por 115 a 105. Agora estão com 2-0 na série dos playoffs, e olha — eu não sei se Toronto consegue se recuperar disso.

    O que mais me impressiona é que essa sequência dos Cavs contra os Raptors já virou obsessão. Doze vitórias consecutivas nos playoffs! DOZE! Isso empata o recorde da NBA de vitórias seguidas contra um mesmo adversário na pós-temporada. A última vez que Toronto ganhou dos Cavaliers nos playoffs foi… bem, faz tanto tempo que nem lembro direito.

    Trio de fogo dos Cavaliers

    Evan Mobley também meteu os seus 25 pontos com 8 rebotes, completando um trio absurdo. Três caras com 25 ou mais pontos — isso é coisa de time grande, monstro. E o mais louco? Os Cavaliers nunca ficaram atrás no placar. Nunca! Controlaram o jogo do início ao fim.

    Sinceramente, essa dupla Mitchell-Harden está funcionando melhor do que eu imaginava quando rolou a troca. Harden ainda conseguiu 5 roubadas de bola (a quarta vez na carreira dele com pelo menos 5 nos playoffs) e chegou aos 1.139 assists na pós-temporada — agora é o sétimo da história.

    Toronto tentou, mas não foi o suficiente

    Não vou mentir, os Raptors não entregaram de graça não. Scottie Barnes fez 26 pontos (recorde pessoal dele nos playoffs) e RJ Barrett contribuiu com 22 pontos e 9 rebotes. Teve um momento no quarto período que Barnes meteu uma bandeja e deixou o jogo 99 a 90, aí você pensa ‘opa, será que vem a virada?’

    Mas aí que o Mitchell mostrou porque é craque. Sete pontos seguidos na sequência e matou qualquer sonho canadense. Foi cirúrgico.

    Agora a série vai pra Toronto na quinta-feira para o jogo 3, e a pergunta que não quer calar: será que os Raptors conseguem pelo menos ganhar um em casa? Porque do jeito que os Cavs estão jogando, essa série pode acabar em uma varrida histórica.

    E vocês, acham que Toronto tem alguma chance de reverter essa situação? Porque eu tô achando difícil…

  • Quickley continua fora e Raptors sofrem sem seu armador

    Quickley continua fora e Raptors sofrem sem seu armador

    Cara, a situação do Toronto Raptors tá complicada mesmo. Immanuel Quickley foi cortado novamente do Jogo 2 contra o Cleveland Cavaliers ontem, e sinceramente, isso pode custar caro pro time canadense.

    O armador machucou o posterior da coxa direita no último jogo da temporada regular e já perdeu os dois primeiros jogos dos playoffs. Olha, eu não esperava que fosse demorar tanto pra ele voltar — lesão muscular é sempre complicada, mas duas semanas já é bastante tempo.

    Quickley fez falta demais na estreia

    Quem acompanhou o Jogo 1 viu como os Raptors sentiram a ausência do cara. Quickley teve uma temporada regular monstro: 16.4 pontos e quase 6 assistências por jogo. É o tipo de jogador que faz a diferença na criação de jogadas e na pontuação vinda do banco.

    O técnico Darko Rajaković disse que o jogador participou do treino na manhã de segunda-feira e tá melhorando, mas óbvio que não dá pra forçar. A última coisa que Toronto precisa é perder o cara pro resto da série.

    Histórico de lesões preocupa

    O que me deixa meio preocupado é que Quickley já tinha perdido oito jogos entre março e abril por causa de uma fascite plantar no pé direito. Duas lesões seguidas assim não é coincidência — pode ser sobrecarga ou falta de preparo físico mesmo.

    Agora a pergunta que fica: será que ele consegue voltar pro Jogo 3, em casa, na quinta-feira? Os Raptors já saíram atrás no placar (1-0 pra Cleveland) e precisam MUITO da criatividade e pontuação que só o Quickley oferece no elenco deles.

    Na minha opinião, Toronto vai ter que encontrar soluções rápido. Os Cavaliers não são brincadeira nos playoffs, e ficar sem um dos principais jogadores logo no começo da série é pedir pra ser eliminado cedo. Vocês acham que os Raptors conseguem se virar sem ele?

  • Cavs domina Raptors no jogo 1 e Mitchell brilha com 32 pontos

    Cavs domina Raptors no jogo 1 e Mitchell brilha com 32 pontos

    Cara, que show do Donovan Mitchell no jogo 1! O cara simplesmente destruiu Toronto com 32 pontos e colocou Cleveland na frente da série por 1-0. Sinceramente, eu já esperava que os Cavs fossem superiores nessa primeira rodada, mas ver o Mitchell jogando nesse nível é sempre um espetáculo à parte.

    A vitória por 126-113 foi bem convincente. Cleveland mostrou por que teve uma campanha melhor na temporada regular (52-30 contra 46-36 dos Raptors) e deixou claro que não vai facilitar para ninguém nestes playoffs.

    Mitchell vs Barrett: o duelo de ex-companheiros

    O mais interessante é ver Mitchell enfrentando RJ Barrett, que não fez feio respondendo com 24 pontos pelos canadenses. Lembram quando esses dois jogavam juntos? Agora é guerra nos playoffs. Barrett até que se esforçou, mas quando Mitchell resolve aparecer desse jeito, não tem muito o que fazer.

    Os números da temporada regular já mostravam o que ia acontecer: Mitchell com média de 27.9 pontos por jogo é simplesmente monstruoso. Do lado dos Raptors, a dupla Barrett-Ingram (21.5 pontos de média) até que funciona, mas não foi suficiente para segurar o ataque de Cleveland.

    Cavs em grande fase no momento certo

    E olha só que timing perfeito: Cleveland chegou nos playoffs voando alto, com 8 vitórias nos últimos 10 jogos e uma média absurda de 124.1 pontos nesse período. Isso é coisa de time que quer ir longe mesmo.

    Toronto, por outro lado, oscilou bastante no final da temporada (5-5 nos últimos 10) e agora sente na pele a diferença de estar enfrentando um time mais regular. Scottie Barnes até lidera a equipe em assistências (5.9 por jogo), mas playoff é outra parada — precisa de pontuação também.

    Para o jogo 2, que rola segunda às 20h (horário de Brasília), Cleveland entra como favorito com -8.5 pontos. Será que Toronto consegue empatar a série jogando fora de casa? Na minha opinião, vai ser bem difícil. Mitchell tá com fome e os Cavs parecem decididos a não dar moleza.

    E aí, vocês acham que os Raptors conseguem uma reação ou Cleveland vai abrir 2-0? Eu tô achando que essa série pode ser mais rápida do que muita gente imagina.

  • Mitchell quebra próprio recorde da NBA com 9º jogo de 30+ em abridores

    Mitchell quebra próprio recorde da NBA com 9º jogo de 30+ em abridores

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente não para de impressionar quando se trata de estreias de séries nos playoffs. O cara acabou de quebrar o próprio recorde da NBA — agora são NOVE jogos consecutivos com 30+ pontos em jogos de abertura de série.

    Ontem, na vitória por 126-113 dos Cavaliers sobre o Toronto Raptors no Jogo 1 da primeira rodada do Leste, Mitchell marcou 32 pontos e mostrou mais uma vez por que é considerado um dos melhores clutch players da liga.

    A sequência histórica começou na bolha

    Olha só que loucura: essa streak histórica do Mitchell começou lá em 2020, quando ele ainda estava no Utah Jazz. Lembram da bolha da Disney? Foi lá que ele meteu 57 pontos contra o Denver Nuggets — um recorde de franquia do Jazz que ainda está de pé e é o terceiro maior desempenho da história dos playoffs da NBA.

    “Não é algo que eu fico procurando”, disse Mitchell sobre tentar fazer pelo menos 30 pontos pra começar uma série. “É só eu jogando meu jogo. Tentando dar o tom de agressividade, atacando a cesta, pegando os arremessos livres e fazendo a defesa reagir.”

    E vocês acham que é sorte? O cara tem 33.1 pontos de média em abridores de série — segunda melhor média da história da NBA pra jogadores com pelo menos 10 séries de playoffs. Monstro.

    Cleveland finalmente tem elenco pra apoiar Mitchell

    Uma coisa que me chamou atenção é que agora Mitchell tem muito mais suporte. A chegada do James Harden no deadline foi uma jogada genial dos Cavs. Harden contribuiu com 22 pontos e 10 assistências, sendo que 6 dessas assistências foram pro Jarrett Allen e Evan Mobley.

    “Esse é o trabalho dele. É pra isso que ele recebe os milhões — pra ser agressivo, arremessar e fazer o que sabe fazer”, disse Harden sobre Mitchell. “Nosso trabalho é cumprir nossos papéis e impactar o jogo de outras formas.”

    Max Strus também apareceu bem no terceiro período, ajudando Cleveland a abrir 21 pontos de vantagem entrando no último quarto. Foi um sufoco pro Toronto.

    Mitchell mudou o estilo de jogo

    O que mais me impressionou foi ver Mitchell atacando a cesta com mais frequência. Ele converteu 7 de 13 tentativas dentro do garrafão, e o técnico Kenny Atkinson ficou satisfeito com essa mudança de mentalidade.

    “Falei antes do jogo sobre como mudamos nossa mentalidade pra ser mais orientados ao aro e ao garrafão. O Don pode tentar aquelas piruetas de 3, mas acho que ele estava focado em chegar na cesta e tomou decisões muito boas”, explicou Atkinson.

    Sinceramente, acho que essa evolução do Mitchell é o que pode levar Cleveland longe nesses playoffs. O cara já provou que sabe fazer cestas malucas de fora, mas quando ele ataca a cesta assim, fica quase imparável.

    E aí, vocês acham que Mitchell consegue manter essa sequência histórica? Com esse elenco dos Cavaliers, eu não duvido nada que possam incomodar os favoritos no Leste.

  • Harden vira o jogo dos Cavs: domínio total contra os Raptors

    Harden vira o jogo dos Cavs: domínio total contra os Raptors

    Cara, eu não esperava que o James Harden fosse fazer TANTA diferença assim nos Cavs. Mas depois de ver a goleada de 132-126 sobre os Raptors no primeiro jogo da série, tenho que admitir: o Barba mudou tudo nesse time de Cleveland.

    O cara apareceu no pós-jogo todo de branco — camisa, blazer, gravata borboleta, bermuda (sim, bermuda formal) e os próprios tênis signature. Só um cara com essa confiança toda pra fazer um look desses funcionar numa tarde chuvosa de Cleveland. E essa confiança se traduziu em quadra de um jeito absurdo.

    O efeito Harden na defesa dos Raptors

    Olha, tem jogador All-Star e tem jogador que faz a defesa inteira se mexer só de tocar na bola. Harden é do segundo tipo. Toda vez que ele recebia, os Raptors precisavam ajustar a marcação — mandando ajuda no pick-and-roll, sombreando as linhas de passe. Era impressionante ver como eles estavam sempre de olho nele.

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, comparou o Harden com um quarterback preciso: “Ele faz a gente funcionar. É como um quarterback super certeiro, vai destruindo com passes curtos.” E cara, fez todo sentido quando vi o jogo.

    Jarrett Allen e Evan Mobley não tiveram números de destaque, mas jogaram com uma eficiência monstruosa. Seis das 11 cestas dos dois pivôs saíram de assistências do Harden. Isso que eu chamo de fazer os companheiros brilharem.

    Toronto sem resposta pro pick-and-roll

    O problema dos Raptors é que o Jakob Poeltl é daqueles pivôs tradicionais no pick-and-roll — fica mais recuado, não tem perna pra subir no nível da tela. Cleveland sacou isso na lata e começou as jogadas lá em cima, quase no meio da quadra. Genial.

    Com mais espaço pra trabalhar, quando a defesa vinha pra cima do Harden, ele simplesmente tocava pros gigantes embaixo da cesta. Se deixavam espaço, ele flutuava a bola por cima. Era um festival de basquete inteligente.

    A melhor resposta de Toronto era mandar ajuda extra no garrafão e forçar a bola a girar pras pontas. Mas aí você está convidando os arremessadores dos Cavs pra festa — e essa turma não perdoa.

    Mitchell liberado pra voar

    E tem outro monstro que se beneficiou absurdamente da presença do Harden: Donovan Mitchell. O cara sempre foi letal penetrando, mas às vezes sofria com as defesas carregando o garrafão só pra ele.

    Com a atenção dividida por causa do Harden, Mitchell teve muito mais espaço pra atacar. Resultado? 32 pontos, 7 de 13 nos arremessos na área restritiva, sete lances livres. Foi a nona vez consecutiva que ele abre uma série de playoffs com mais de 30 pontos no primeiro jogo. Simplesmente surreal.

    “É o trabalho dele”, disse Harden sobre Mitchell. “É pra isso que ele recebe o salário gordo.” A química entre os dois tá funcionando de um jeito que eu sinceramente não imaginava.

    Vocês acham que os Raptors conseguem se ajustar pra o próximo jogo? Porque do jeito que tá, Cleveland parece ter encontrado a fórmula perfeita. Harden ditando o ritmo, Mitchell aproveitando os espaços, e os pivôs dominando a área. Isso aí tem cara de série resolvida rápido.

  • Quickley fora do Jogo 1 dos Raptors com lesão muscular

    Quickley fora do Jogo 1 dos Raptors com lesão muscular

    E lá vamos nós para mais uma temporada de playoffs com lesão de jogador importante logo no primeiro jogo. Immanuel Quickley ficou de fora da estreia dos Toronto Raptors nos playoffs, que perderam por 126-113 para o Cleveland Cavaliers. Motivo? Lesão no músculo posterior da coxa direita.

    O cara se machucou no último jogo da temporada regular, no domingo passado. Timing perfeito, né? Justo quando a coisa fica séria é que o corpo resolve dar problema.

    Quickley pode voltar no Jogo 2

    A boa notícia é que o técnico Darko Rajakovic disse que o armador está evoluindo bem e pode pintar em quadra já na segunda-feira, no Jogo 2. Enquanto isso, Jamal Shead ganhou a oportunidade de ouro de começar como titular nos playoffs. Imagina a pressão no garoto.

    Olha, o Quickley já tinha dado trabalho para o departamento médico dos Raptors este ano. Ficou oito jogos fora por causa de fascite plantar no pé direito. Quando você soma tudo, fica claro que o físico dele tem sido uma preocupação constante.

    Números que fazem falta

    E não é qualquer jogador que está fora, não. Em 70 jogos na temporada regular, Quickley teve médias de 16.4 pontos, 4.0 rebotes e 5.9 assistências. Números sólidos de um cara que virou peça fundamental no esquema ofensivo dos Raptors depois que foi trocado pelo Knicks.

    Sinceramente, acho que a ausência dele fez diferença nessa primeira partida. Os Raptors precisam da criatividade e da velocidade dele para incomodar um time experiente como Cleveland. Vocês acham que ele consegue voltar 100% para o Jogo 2, ou é melhor não forçar a situação?

    De qualquer forma, Toronto já está com o pé atrás na série. Perder em casa nunca é bom, ainda mais sem um dos seus principais jogadores. Vamos ver se o Quickley consegue se recuperar a tempo — porque se não conseguir, essa série pode acabar mais rápido do que a gente imagina.