Tag: Toronto Raptors

  • Raptors atropelam o Heat e praticamente enterram Miami no play-in

    Raptors atropelam o Heat e praticamente enterram Miami no play-in

    Olha, eu já imaginava que o Toronto ia dar trabalho para o Miami nessa reta final, mas 121 a 95? Isso foi um massacre mesmo. Os Raptors não deram chance nenhuma pro Heat ontem à noite, e o pior de tudo é que agora Miami tá praticamente condenado ao play-in pelo quarto ano consecutivo.

    Scottie Barnes foi simplesmente monstruoso com 25 pontos, e Brandon Ingram contribuiu com mais 23. Esses caras estão jogando um basquete bonito de se ver. Jakob Poeltl ainda colocou 17 pontos no placar — o pivô austríaco tá numa fase excelente.

    A virada que definiu tudo

    O jogo teve uma virada absurda no primeiro tempo. Toronto estava perdendo por dois pontos, aí do nada aplicaram um 19 a 2 no Miami. Pronto, game over. Quando você toma uma sequência dessa na NBA, é praticamente impossível se recuperar.

    RJ Barrett ainda fez 16 pontos e Jamal Shead distribuiu 11 assistências saindo do banco. Cara, esse banco dos Raptors tá funcionando muito bem. Eles conseguiram manter a intensidade o jogo inteiro.

    Miami na corda bamba

    Do lado do Heat, Andrew Wiggins até tentou com 24 pontos, mas foi insuficiente. Tyler Herro e Norman Powell fizeram 14 cada um, mas o que mais me chamou atenção foi o Bam Adebayo completamente apagado — apenas 7 pontos com 2 acertos em 14 tentativas.

    Gente, o mesmo cara que fez 83 pontos contra Washington no mês passado (sim, oitenta e três!) agora não conseguiu nem chegar aos dois dígitos. Basquete é isso mesmo — às vezes você está voando, às vezes não consegue acertar nem bandeja.

    Miami agora tem um record de 41-38 e precisa praticamente ganhar os três jogos restantes para ter alguma chance de escapar da 10ª posição no play-in. Nove derrotas nos últimos 12 jogos não é brincadeira não.

    Vocês acham que o Heat ainda consegue se recuperar para os playoffs? Sinceramente, eu tô com dúvidas. Toronto (44-35) tá a apenas um jogo do Atlanta para brigar pela quinta posição do Leste, e ainda lidera Philadelphia por um jogo na corrida pela sexta vaga — a última que garante playoff direto.

    Os times se enfrentam de novo na quinta-feira em Toronto. Se os Raptors ganharem, vão fazer o 4-0 na temporada contra Miami. Seria apenas a terceira vez na história que isso acontece entre essas equipes.

  • Nando De Colo anuncia aposentadoria: fim de uma era no basquete

    Nando De Colo anuncia aposentadoria: fim de uma era no basquete

    Cara, acabou de rolar uma notícia que me deixou meio nostálgico. Nando De Colo, aquele francês que passou pelos Spurs e Raptors lá no início da década de 2010, anunciou que vai pendurar as chuteiras no final desta temporada. O cara tá fechando a carreira defendendo o Fenerbahce, na Turquia.

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando o De Colo saiu da NBA em 2014, muita gente achou que ele tinha desistido cedo demais do sonho americano. Mas cara, que decisão inteligente foi essa! O francês voltou pra Europa e simplesmente dominou o basquete de lá.

    O reinado no CSKA Moscou

    Durante cinco temporadas no CSKA, o De Colo virou praticamente um deus do basquete europeu. E não tô exagerando não — o monstro levou o time russo ao título da EuroLeague em 2016. Quem acompanha basquete europeu sabe que isso aí é tipo ganhar um anel da NBA por lá.

    Depois rolou essa saga toda entre Fenerbahce e ASVEL (time francês), mas o importante é que o cara nunca parou de jogar em alto nível. E pela seleção francesa então? Duas medalhas de prata olímpicas (2020 e 2024), ouro no EuroBasket de 2013 e bronze na Copa do Mundo de 2019.

    Uma carreira que inspira

    Sabe o que mais me impressiona na história do De Colo? A humildade de reconhecer que talvez a NBA não fosse o lugar ideal pra ele naquele momento, e a coragem de apostar no basquete europeu. Quantos jogadores não ficam presos no sonho americano e acabam desperdiçando os melhores anos da carreira?

    O francês mostrou que dá pra ter uma carreira absurdamente bem-sucedida fora da NBA. Claro, todo jogador sonha em brilhar por lá, mas às vezes o caminho pra grandeza passa por outros lugares.

    Vocês acham que ele fez a escolha certa saindo da NBA quando saiu? Eu sinceramente acho que sim. O cara construiu um legado incrível no basquete mundial e vai ser lembrado como uma das maiores lendas do basquete francês e europeu.

  • Vucevic pode voltar hoje contra os Raptors após cirurgia

    Vucevic pode voltar hoje contra os Raptors após cirurgia

    Olha só, depois de um mês parado, o Nikola Vucevic pode estar de volta hoje mesmo no jogo contra os Raptors! O pivô dos Celtics foi listado como “questionável” para o confronto, o que já é uma evolução gigante considerando que ele passou por cirurgia no dedo anelar da mão direita.

    Um mês longe das quadras por causa de uma fratura no dedo. Parece bobagem, mas qualquer um que já jogou basquete sabe o quanto isso afeta o arremesso, o passe, literalmente tudo. E para um cara como o Vucevic, que vive da finalização próxima ao garrafão, deve ter sido um sufoco danado.

    Os números até agora

    Antes da lesão, o sérvio vinha fazendo um trabalho honesto pelos Celtics. Média de 10.4 pontos e 7.2 rebotes em 12 jogos — números que podem não impressionar quem lembra do auge dele em Orlando, but let’s be real, ele tá num papel diferente em Boston.

    A questão é: será que ele volta no ritmo? Um mês parado é tempo suficiente para perder um pouco da sincronização, ainda mais numa equipe que roda tanto a bola quanto os Celtics. Mas, sinceramente, eu acho que a experiência dele fala mais alto.

    Timing interessante

    E o timing não podia ser melhor. Os Celtics vêm de uma sequência irregular e precisam de toda ajuda possível, especialmente no garrafão. Vucevic pode não ser mais aquele monstro de duplo-duplo que era alguns anos atrás, mas ainda é um cara sólido para dar profundidade no banco.

    Vocês acham que ele consegue voltar no mesmo nível, ou vai precisar de alguns jogos para pegar o ritmo de novo? Eu aposto que o Joe Mazzulla vai com calma — melhor ter ele 100% em março do que forçar agora e ter problema maior depois.

  • Vucevic pode voltar! Pivô dos Celtics liberado após cirurgia

    Vucevic pode voltar! Pivô dos Celtics liberado após cirurgia

    Gente, parece que o Nikola Vucevic finalmente pode estar voltando! O pivô dos Celtics foi liberado como “questionável” para o jogo de domingo contra o Toronto Raptors — e olha, depois de um mês parado por causa de uma cirurgia no dedo, qualquer notícia boa já anima.

    Pra quem não lembra, o Vooch fraturou o dedo anelar da mão direita e teve que operar. Um mês longe das quadras. E cara, timing horrível, né? O cara mal tinha chegado em Boston vindo do Chicago Bulls numa troca e já se machucou.

    Números modestos, mas Boston precisa dele

    Olha, vou ser sincero: os números do Vucevic pelos Celtics não impressionam muito não. São só 10.4 pontos e 7.2 rebotes em 21 minutos por jogo — bem diferente do que ele fazia em Chicago. Mas vocês têm que lembrar que ele jogou apenas 12 jogos com a camisa verde!

    E convenhamos, Boston não trocou por ele pra ser protagonista. Com Jayson Tatum e Jaylen Brown dominando as ações, o Vooch tá ali pra dar aquela estabilidade no garrafão, pegar rebote e abrir espaço com aquele arremesso de média distância que ele tem.

    15 anos de NBA nas costas — o cara sabe jogar. Só precisa se entrosar melhor com o sistema dos Celtics.

    Harper Jr. renovado — aposta no futuro

    E por falar em movimentação, os Celtics também renovaram com Ron Harper Jr. por mais dois anos. O filho do lendário Ron Harper (aquele que jogou com Jordan no Bulls, lembram?) tá fazendo um trabalho interessante dividindo tempo entre Boston e o time da G-League no Maine.

    Sinceramente, acho uma jogada esperta dos Celtics. O cara tem potencial e, pelo jeito, está conquistando seu espaço aos poucos. Quem sabe não vira uma peça importante no futuro?

    E aí, vocês acham que o Vucevic volta com tudo ou vai precisar de mais tempo pra se readaptar? Domingo contra Toronto pode ser um bom teste!

  • RJ Barrett com 25 pontos lidera massacre dos Raptors contra Grizzlies

    RJ Barrett com 25 pontos lidera massacre dos Raptors contra Grizzlies

    Cara, que atropelo foi esse dos Raptors ontem à noite! Toronto simplesmente destruiu Memphis por 128 a 96, e RJ Barrett foi o cara da partida com 25 pontos bem distribuídos. O canadense mostrou que tá em casa jogando pelo Raptors — literalmente.

    Mas olha, não foi só o Barrett não. Brandon Ingram colaborou com 17 pontos e 7 rebotes, mostrando que essa dupla tá funcionando bem. E tem uma coisa que me chamou atenção: o rookie Collin Murray-Boyles, que foi a 9ª escolha do draft passado, fez 19 pontos com um aproveitamento absurdo de 7 em 10 arremessos.

    Rookie mostrando serviço

    Sinceramente, esse Murray-Boyles tá me impressionando. Dois jogos atrás ele fez 20 pontos contra Sacramento — recorde pessoal — e agora vem com mais 19. É assim que se aprende na NBA, jogando com confiança e ajudando o time.

    Os Raptors precisavam dessa vitória pra quebrar uma sequência de duas derrotas. Eles tão na briga pra fugir do play-in tournament do Leste, ocupando a 7ª posição com o mesmo recorde do Philadelphia, que tá em 6º.

    Memphis no hospital

    Do outro lado, cara… Memphis tá literalmente desmontado. Treze jogadores no departamento médico! Treze! O time tá jogando com uma mistura de caras com contrato de 10 dias, jogadores two-way e uns poucos regulares. É de dar dó.

    GG Jackson foi o destaque dos Grizzlies com 30 pontos (10 de 16 nos arremessos — o moleque sabe jogar), mas não teve jeito. Cedric Coward ajudou com 15, mas quando você tá com meio time machucado, fica difícil competir contra um Raptors motivado.

    A partida foi definida ainda no primeiro tempo. Toronto fechou os primeiros 24 minutos com uma corrida de 13 a 4 e foi pro intervalo ganhando por 59 a 41. No terceiro período, a vantagem chegou a 31 pontos. No último quarto? 33 de diferença. Foi um massacre mesmo.

    E aí, vocês acham que os Raptors conseguem fugir do play-in? Com Barrett jogando assim e o rookie ganhando confiança, eu acho que tem chance sim. Agora eles vão pra Boston domingo — vai ser um teste e tanto contra os Celtics.

  • Pistons x Raptors: duelo pelo playoff que pode definir tudo

    Pistons x Raptors: duelo pelo playoff que pode definir tudo

    Cara, que jogo temos pela frente nesta terça-feira! Os Detroit Pistons recebem o Toronto Raptors no Little Caesars Arena, e olha, não é qualquer partida não. Estamos falando de um confronto direto que pode mexer com toda a classificação do playoff na Conferência Leste.

    Os Pistons estão voando com 54 vitórias e apenas 21 derrotas — quem diria que veríamos Detroit brigar pelo primeiro seed geral da liga? Do outro lado, os Raptors (42-32) fizeram uma segunda metade de temporada absurda e agora querem garantir uma boa posição pra pós-temporada.

    O que torna esse jogo especial

    A série entre os times está empatada em 1-1, então hoje é literalmente o “vale tudo” do confronto direto. E que confronto de estrelas, meu amigo!

    Detroit vem com a dupla Cade Cunningham e Jalen Duren mandando muito. O Cade tá numa temporada monstro com 23.4 pontos e 8.1 assistências por jogo — o garoto evoluiu demais. Já o Duren no garrafão é uma máquina: 11.8 rebotes por partida e impressionantes 62.8% de aproveitamento nos arremessos.

    Mas os Raptors não vieram pra passear. A chegada do Brandon Ingram no meio da temporada mudou completamente o time. Ele tá fazendo 20.5 pontos por jogo desde que chegou, formando uma dupla letal com Scottie Barnes (21.2 pontos, 8.4 rebotes). Sinceramente? Esse Toronto virou um dos times mais perigosos no contra-ataque.

    Onde o jogo vai se decidir

    Na minha visão, vai ser uma guerra no rebote. O Duren e Isaiah Stewart vão tentar dominar Jakob Poeltl e companhia no garrafão. Mas olha, os Raptors têm uma vantagem nas alas — esse comprimento deles pode incomodar muito o ataque dos Pistons.

    O rookie Collin Murray-Boyles dos Raptors vai ter um teste de fogo contra a defesa veterana de Detroit. E vocês acham que ele aguenta a pressão?

    As odds colocam Detroit como favorito por 2.5 pontos, o que faz sentido jogando em casa com esse retrospecto absurdo. Mas cara, Toronto com Ingram e Barnes pode surpreender qualquer um — eles têm aquele fator “time jovem sem nada a perder”.

    O over/under tá em 219.5 pontos, mas eu acho que vai ser um jogaço mais truncado. Defesas sólidas dos dois lados, muita intensidade de playoff… não me surpreenderia se ficasse abaixo dos 215.

    Onde assistir: O jogo rola às 21h (horário de Brasília) nos canais Bally Sports Detroit e Sportsnet, além do streaming pelo Fubo.

    Olha, eu não esperava ver Detroit brigando pelo topo da conferência no início da temporada, mas aqui estamos. E os Raptors provaram que nunca devemos subestimar a cultura de basquete de Toronto. Vai ser um jogaço!

  • Masai Ujiri quer voltar pra NBA e ganhar outro anel de campeão

    Masai Ujiri quer voltar pra NBA e ganhar outro anel de campeão

    Cara, o Masai Ujiri não consegue ficar parado. O cara que trouxe o primeiro título da história pros Raptors em 2019 tá longe dos escritórios da NBA, mas definitivamente não tá de férias. Agora ele entrou no grupo de investidores do Toronto Tempo, que vai estrear na WNBA, mas o que chamou mesmo atenção foi ele cravar: quer voltar pra NBA pra ganhar outro campeonato.

    “Eu tenho passado muito tempo estudando nosso jogo, a NBA, analisando tendências e o que podemos estar perdendo ao estudar outras ligas”, disse Ujiri. E olha só a motivação dele: “Um dos meus principais objetivos é ganhar outro campeonato. Quero ganhar com o Tempo, e quero outro título na NBA porque não consegui celebrar e ficar feliz por causa daquele incidente com a polícia que aconteceu comigo.”

    A celebração que nunca aconteceu

    Pra quem não lembra (ou tenta esquecer), quando os Raptors conquistaram aquele título histórico em 2019, o Ujiri foi impedido de entrar na quadra pra comemorar com o time por um segurança no Oracle Arena. Um absurdo total. Rolou processo de ambos os lados, que depois foram retirados, mas a marca ficou.

    “Tem uma fome em mim por causa do que aconteceu”, explicou o executivo. “Quero ganhar de novo para poder realmente aproveitar.”

    Sinceramente? Dá pra entender a frustração do cara. Imagina trabalhar anos pra montar um time campeão, ver tudo dando certo, e na hora H você é barrado de celebrar com seus jogadores. Monstro de injusto.

    Construindo o futuro do basquete africano

    Enquanto planeja o retorno, Ujiri não tá parado. Além de levar os filhos pros treinos (coisa que todo pai conhece), ele tá tocando projetos gigantescos de infraestrutura esportiva na África.

    “Acabamos de completar a cidade esportiva em Ruanda e agora estou fazendo coisas com a ONU na região do Sahel. E vamos abrir na Guiné, Serra Leoa e Mauritânia em algumas semanas. Fizemos uma promessa de construir os complexos esportivos, e eles são absolutamente incríveis”, contou.

    O cara tá literalmente mudando o panorama do esporte no continente. Quem acompanha basquete sabe que a África tá produzindo cada vez mais talentos pra NBA, e muito disso tem a ver com esse tipo de investimento em estrutura.

    E aí, vocês acham que algum time vai dar uma chance pro Ujiri voltar? Com o currículo que ele tem — incluindo aquela troca histórica que trouxe o Kawhi Leonard pros Raptors —, eu apostaria que não vai demorar muito pra alguém bater na porta dele.

  • Ujiri vira dono do Toronto Tempo: volta à WNBA tem sede de título

    Ujiri vira dono do Toronto Tempo: volta à WNBA tem sede de título

    Olha só que notícia interessante: Masai Ujiri, aquele cara que montou o time dos Raptors que ganhou o título em 2019, agora virou sócio do Toronto Tempo, a nova franquia da WNBA que estreia nesta temporada. E cara, as motivações dele são bem profundas.

    Ujiri saiu dos Raptors no ano passado e desde então tem focado em projetos na África com sua organização Giants of Africa. Mas quando surgiu a oportunidade de entrar como dono no Tempo, ele não pensou duas vezes.

    A sede de ganhar outro título

    “Eu quero ganhar outro campeonato da NBA porque não consegui celebrar e ficar feliz por causa daquele incidente policial que aconteceu comigo”, disse Ujiri pra ESPN. Ele tá se referindo àquela confusão toda que rolou quando os Raptors ganharam o título em 2019.

    Lembram da história? Quando Toronto venceu Golden State, Ujiri quis entrar na quadra pra comemorar mas um policial barrou ele, alegando que não tinha as credenciais certas. Rolou empurra-empurra, processo na justiça… Uma bagunça que estragou a comemoração do cara.

    “Tem uma fome em mim por causa do que aconteceu”, explicou. “Quero ganhar de novo pra poder aproveitar de verdade.” Sinceramente, dá pra entender a frustração dele.

    Aposta forte no basquete feminino

    Agora Ujiri vai trabalhar novamente com Larry Tanenbaum, com quem conquistou aquele título histórico dos Raptors. A dupla acredita muito no crescimento do esporte feminino.

    “Acho que o esporte feminino está crescendo de forma incrível. Você vê isso na WNBA, no futebol, no hockey”, disse Ujiri. E olha, ele não tá errado não. A WNBA vem ganhando cada vez mais atenção, especialmente depois da chegada de jogadoras como Caitlin Clark.

    O mais legal é que Ujiri não vai só investir dinheiro. Ele tá lançando o “Tempo Rising”, um programa de mentoria global para treinadoras que se identificam como mulheres e pessoas não-binárias. Cara que entende de desenvolvimento, né?

    De dirigente a motorista de Uber dos filhos

    Uma coisa engraçada que ele contou: depois de 12 anos tendo motorista porque vivia no telefone trabalhando, agora virou o “motorista de Uber” dos próprios filhos. Ficou levando eles pros treinos enquanto tocava os projetos na África.

    “Foi extremamente corrido”, disse sobre esse ano longe da NBA. “Consegui focar na minha família… mas também estive trabalhando em instalações e infraestrutura no continente.”

    E aí, vocês acham que Ujiri vai conseguir esse segundo título que tanto quer? Com Toronto Tempo na WNBA e quem sabe uma volta à NBA no futuro? O cara definitivamente tem fome de vitória.

  • Magic leva 52 pontos de diferença e sofre maior vexame da história

    Magic leva 52 pontos de diferença e sofre maior vexame da história

    Gente, eu vi muita coisa feia na NBA ao longo dos anos, mas o que aconteceu com o Orlando Magic ontem foi simplesmente surreal. 139 a 87 para o Toronto Raptors. Cinquenta e dois pontos de diferença!

    Mas o pior nem foi isso. O pior foi aqueles 7 minutos e 47 segundos em que o Magic simplesmente esqueceu como se joga basquete. 31 a 0 para o Raptors. Trinta e um a zero, cara. É o maior run sem resposta desde que a NBA começou a registrar esses dados play-by-play.

    Mosley assume a culpa toda

    Jamahl Mosley, técnico do Magic, foi direto ao ponto no pós-jogo: “A culpa é minha”. E olha, eu respeito isso. Quantas vezes a gente vê técnico jogando a responsabilidade só nos jogadores? Mosley assumiu que não preparou o time para a fisicalidade dos Raptors.

    “Tenho que fazer um trabalho melhor preparando eles para o que iriam enfrentar hoje à noite”, disse o cara. E sinceramente, ele tem razão. 28 turnovers — sendo 12 só no primeiro quarto, igualando um recorde negativo da franquia. Os Raptors fizeram 37 pontos só em cima dos erros de Orlando.

    Paolo Banchero, que é uma das poucas luzes desse time, não quis jogar toda a culpa no técnico: “É coletivo. Se você quer ser um time bom, não pode dar runs assim”. E ele tá certo também.

    O momento não podia ser pior

    A real é que essa derrota veio na pior hora possível. O Toronto estava sem Immanuel Quickley, sem Brandon Ingram (que é o cestinha deles) e ainda sem outros dois jogadores da rotação. Ou seja, era pra ser uma vitória “fácil” — se é que existe isso na NBA.

    O Magic entrou no jogo apenas duas posições atrás do Raptors na briga por vaga nos playoffs. Agora? Sete derrotas nos últimos oito jogos, incluindo vexames para Indiana Pacers (que é o pior time da liga) e Charlotte Hornets.

    Com oito jogos restantes, Orlando ainda está na oitava posição, mas corre sério risco de cair para a parte de baixo do play-in tournament. E olha que eles tinham tudo na mão para brigar por uma vaga direta nos playoffs.

    Vocês acham que o Magic consegue se recuperar a tempo? Porque do jeito que as coisas estão, essa temporada pode virar pesadelo rapidinho.

  • Raptors podem ter o pior cenário possível nos playoffs de 2026

    Raptors podem ter o pior cenário possível nos playoffs de 2026

    Olha, quem diria que os Raptors iam estar nessa situação? A temporada 2025-26 começou como um conto de fadas – time jogando bonito, Scottie Barnes evoluindo, Brandon Ingram chegando pra resolver o problema de pontuação. Mas agora, com os playoffs batendo na porta, o negócio ficou tenso. Muito tenso.

    Com 41 vitórias e 32 derrotas entrando no finalzinho de março, Toronto tá numa posição que pode ser tanto um sonho quanto um pesadelo. E olha que eu tô acompanhando esse time desde o começo da temporada – nunca vi uma situação tão na corda bamba assim.

    O que deu certo até agora

    Sinceramente? O que mais me impressiona nesse time é como eles mudaram o estilo de jogo. Darko Rajakovic conseguiu transformar um ataque pesado de isolações numa máquina de movimentação de bola. É lindo de ver, cara. Scottie Barnes virou o maestro dessa orquestra – o moleque tá jogando MUITO.

    A chegada do Ingram foi genial. Finalmente alguém que consegue criar arremesso quando a defesa aperta. RJ Barrett também se beneficiou disso, tendo mais espaço pra atacar a cesta. E defensivamente? Top 5 da liga por boa parte da temporada. Eles até fizeram uma varredura de 3-0 no Cleveland – coisa de monstro.

    Mas tem um ‘porém’ nessa história toda…

    Os fantasmas que assombram Toronto

    A situação das contusões tá preocupante. Immanuel Quickley batalhando contra fascite plantar, Ingram com problemas no calcanhar. Quando seu sistema depende de ritmo e precisão, qualquer peça fora de lugar complica tudo.

    E tem outra: nos playoffs, o jogo muda. Essas defesas elite como Boston e New York adoram forçar isolações e quebrar a movimentação de bola. É exatamente onde Toronto pode quebrar a cara. Por mais que o Ingram seja confiável, ainda falta aquele cara que pega o jogo pela garganta nos momentos decisivos.

    Ah, e o rebote? Terço inferior da liga. Contra times físicos nos playoffs, isso pode custar uma série inteira. Quantas vezes já vimos times perdendo por causa de segundas chances do adversário?

    O cenário do terror

    Aqui que a coisa fica feia de verdade. Toronto tá na quinta colocação agora, mas o Leste tá apertadíssimo. Uma escorregada de nada e eles despencam pro Play-In – ou pior.

    Imagina só: cair pra sétima ou oitava posição significaria pegar Detroit ou Boston na primeira rodada. Detroit tá voando a temporada toda, combinando defesa elite com um ritmo alucinante. Boston? Nem preciso falar, né? Experiência e versatilidade de sobra.

    Mas o pior cenário mesmo seria cair no Play-In. Imaginem ter que jogar mata-mata contra Philadelphia ou Orlando só pra classificar? Com Joel Embiid saudável (se estiver), os Sixers são capazes de qualquer coisa. E Orlando tem uma defesa que pode dar muito trabalho.

    Na minha visão, Toronto precisa segurar essa quinta posição a todo custo. Um confronto contra Miami ou Atlanta na primeira rodada seria muito mais gerenciável. Vocês acham que eles conseguem manter o foco até o final da temporada regular? Porque uma zebra agora pode estragar todo o trabalho do ano.