Tag: Toronto Raptors

  • Masai Ujiri quer voltar pra NBA e ganhar outro anel de campeão

    Masai Ujiri quer voltar pra NBA e ganhar outro anel de campeão

    Cara, o Masai Ujiri não consegue ficar parado. O cara que trouxe o primeiro título da história pros Raptors em 2019 tá longe dos escritórios da NBA, mas definitivamente não tá de férias. Agora ele entrou no grupo de investidores do Toronto Tempo, que vai estrear na WNBA, mas o que chamou mesmo atenção foi ele cravar: quer voltar pra NBA pra ganhar outro campeonato.

    “Eu tenho passado muito tempo estudando nosso jogo, a NBA, analisando tendências e o que podemos estar perdendo ao estudar outras ligas”, disse Ujiri. E olha só a motivação dele: “Um dos meus principais objetivos é ganhar outro campeonato. Quero ganhar com o Tempo, e quero outro título na NBA porque não consegui celebrar e ficar feliz por causa daquele incidente com a polícia que aconteceu comigo.”

    A celebração que nunca aconteceu

    Pra quem não lembra (ou tenta esquecer), quando os Raptors conquistaram aquele título histórico em 2019, o Ujiri foi impedido de entrar na quadra pra comemorar com o time por um segurança no Oracle Arena. Um absurdo total. Rolou processo de ambos os lados, que depois foram retirados, mas a marca ficou.

    “Tem uma fome em mim por causa do que aconteceu”, explicou o executivo. “Quero ganhar de novo para poder realmente aproveitar.”

    Sinceramente? Dá pra entender a frustração do cara. Imagina trabalhar anos pra montar um time campeão, ver tudo dando certo, e na hora H você é barrado de celebrar com seus jogadores. Monstro de injusto.

    Construindo o futuro do basquete africano

    Enquanto planeja o retorno, Ujiri não tá parado. Além de levar os filhos pros treinos (coisa que todo pai conhece), ele tá tocando projetos gigantescos de infraestrutura esportiva na África.

    “Acabamos de completar a cidade esportiva em Ruanda e agora estou fazendo coisas com a ONU na região do Sahel. E vamos abrir na Guiné, Serra Leoa e Mauritânia em algumas semanas. Fizemos uma promessa de construir os complexos esportivos, e eles são absolutamente incríveis”, contou.

    O cara tá literalmente mudando o panorama do esporte no continente. Quem acompanha basquete sabe que a África tá produzindo cada vez mais talentos pra NBA, e muito disso tem a ver com esse tipo de investimento em estrutura.

    E aí, vocês acham que algum time vai dar uma chance pro Ujiri voltar? Com o currículo que ele tem — incluindo aquela troca histórica que trouxe o Kawhi Leonard pros Raptors —, eu apostaria que não vai demorar muito pra alguém bater na porta dele.

  • Ujiri vira dono do Toronto Tempo: volta à WNBA tem sede de título

    Ujiri vira dono do Toronto Tempo: volta à WNBA tem sede de título

    Olha só que notícia interessante: Masai Ujiri, aquele cara que montou o time dos Raptors que ganhou o título em 2019, agora virou sócio do Toronto Tempo, a nova franquia da WNBA que estreia nesta temporada. E cara, as motivações dele são bem profundas.

    Ujiri saiu dos Raptors no ano passado e desde então tem focado em projetos na África com sua organização Giants of Africa. Mas quando surgiu a oportunidade de entrar como dono no Tempo, ele não pensou duas vezes.

    A sede de ganhar outro título

    “Eu quero ganhar outro campeonato da NBA porque não consegui celebrar e ficar feliz por causa daquele incidente policial que aconteceu comigo”, disse Ujiri pra ESPN. Ele tá se referindo àquela confusão toda que rolou quando os Raptors ganharam o título em 2019.

    Lembram da história? Quando Toronto venceu Golden State, Ujiri quis entrar na quadra pra comemorar mas um policial barrou ele, alegando que não tinha as credenciais certas. Rolou empurra-empurra, processo na justiça… Uma bagunça que estragou a comemoração do cara.

    “Tem uma fome em mim por causa do que aconteceu”, explicou. “Quero ganhar de novo pra poder aproveitar de verdade.” Sinceramente, dá pra entender a frustração dele.

    Aposta forte no basquete feminino

    Agora Ujiri vai trabalhar novamente com Larry Tanenbaum, com quem conquistou aquele título histórico dos Raptors. A dupla acredita muito no crescimento do esporte feminino.

    “Acho que o esporte feminino está crescendo de forma incrível. Você vê isso na WNBA, no futebol, no hockey”, disse Ujiri. E olha, ele não tá errado não. A WNBA vem ganhando cada vez mais atenção, especialmente depois da chegada de jogadoras como Caitlin Clark.

    O mais legal é que Ujiri não vai só investir dinheiro. Ele tá lançando o “Tempo Rising”, um programa de mentoria global para treinadoras que se identificam como mulheres e pessoas não-binárias. Cara que entende de desenvolvimento, né?

    De dirigente a motorista de Uber dos filhos

    Uma coisa engraçada que ele contou: depois de 12 anos tendo motorista porque vivia no telefone trabalhando, agora virou o “motorista de Uber” dos próprios filhos. Ficou levando eles pros treinos enquanto tocava os projetos na África.

    “Foi extremamente corrido”, disse sobre esse ano longe da NBA. “Consegui focar na minha família… mas também estive trabalhando em instalações e infraestrutura no continente.”

    E aí, vocês acham que Ujiri vai conseguir esse segundo título que tanto quer? Com Toronto Tempo na WNBA e quem sabe uma volta à NBA no futuro? O cara definitivamente tem fome de vitória.

  • Magic leva 52 pontos de diferença e sofre maior vexame da história

    Magic leva 52 pontos de diferença e sofre maior vexame da história

    Gente, eu vi muita coisa feia na NBA ao longo dos anos, mas o que aconteceu com o Orlando Magic ontem foi simplesmente surreal. 139 a 87 para o Toronto Raptors. Cinquenta e dois pontos de diferença!

    Mas o pior nem foi isso. O pior foi aqueles 7 minutos e 47 segundos em que o Magic simplesmente esqueceu como se joga basquete. 31 a 0 para o Raptors. Trinta e um a zero, cara. É o maior run sem resposta desde que a NBA começou a registrar esses dados play-by-play.

    Mosley assume a culpa toda

    Jamahl Mosley, técnico do Magic, foi direto ao ponto no pós-jogo: “A culpa é minha”. E olha, eu respeito isso. Quantas vezes a gente vê técnico jogando a responsabilidade só nos jogadores? Mosley assumiu que não preparou o time para a fisicalidade dos Raptors.

    “Tenho que fazer um trabalho melhor preparando eles para o que iriam enfrentar hoje à noite”, disse o cara. E sinceramente, ele tem razão. 28 turnovers — sendo 12 só no primeiro quarto, igualando um recorde negativo da franquia. Os Raptors fizeram 37 pontos só em cima dos erros de Orlando.

    Paolo Banchero, que é uma das poucas luzes desse time, não quis jogar toda a culpa no técnico: “É coletivo. Se você quer ser um time bom, não pode dar runs assim”. E ele tá certo também.

    O momento não podia ser pior

    A real é que essa derrota veio na pior hora possível. O Toronto estava sem Immanuel Quickley, sem Brandon Ingram (que é o cestinha deles) e ainda sem outros dois jogadores da rotação. Ou seja, era pra ser uma vitória “fácil” — se é que existe isso na NBA.

    O Magic entrou no jogo apenas duas posições atrás do Raptors na briga por vaga nos playoffs. Agora? Sete derrotas nos últimos oito jogos, incluindo vexames para Indiana Pacers (que é o pior time da liga) e Charlotte Hornets.

    Com oito jogos restantes, Orlando ainda está na oitava posição, mas corre sério risco de cair para a parte de baixo do play-in tournament. E olha que eles tinham tudo na mão para brigar por uma vaga direta nos playoffs.

    Vocês acham que o Magic consegue se recuperar a tempo? Porque do jeito que as coisas estão, essa temporada pode virar pesadelo rapidinho.

  • Raptors podem ter o pior cenário possível nos playoffs de 2026

    Raptors podem ter o pior cenário possível nos playoffs de 2026

    Olha, quem diria que os Raptors iam estar nessa situação? A temporada 2025-26 começou como um conto de fadas – time jogando bonito, Scottie Barnes evoluindo, Brandon Ingram chegando pra resolver o problema de pontuação. Mas agora, com os playoffs batendo na porta, o negócio ficou tenso. Muito tenso.

    Com 41 vitórias e 32 derrotas entrando no finalzinho de março, Toronto tá numa posição que pode ser tanto um sonho quanto um pesadelo. E olha que eu tô acompanhando esse time desde o começo da temporada – nunca vi uma situação tão na corda bamba assim.

    O que deu certo até agora

    Sinceramente? O que mais me impressiona nesse time é como eles mudaram o estilo de jogo. Darko Rajakovic conseguiu transformar um ataque pesado de isolações numa máquina de movimentação de bola. É lindo de ver, cara. Scottie Barnes virou o maestro dessa orquestra – o moleque tá jogando MUITO.

    A chegada do Ingram foi genial. Finalmente alguém que consegue criar arremesso quando a defesa aperta. RJ Barrett também se beneficiou disso, tendo mais espaço pra atacar a cesta. E defensivamente? Top 5 da liga por boa parte da temporada. Eles até fizeram uma varredura de 3-0 no Cleveland – coisa de monstro.

    Mas tem um ‘porém’ nessa história toda…

    Os fantasmas que assombram Toronto

    A situação das contusões tá preocupante. Immanuel Quickley batalhando contra fascite plantar, Ingram com problemas no calcanhar. Quando seu sistema depende de ritmo e precisão, qualquer peça fora de lugar complica tudo.

    E tem outra: nos playoffs, o jogo muda. Essas defesas elite como Boston e New York adoram forçar isolações e quebrar a movimentação de bola. É exatamente onde Toronto pode quebrar a cara. Por mais que o Ingram seja confiável, ainda falta aquele cara que pega o jogo pela garganta nos momentos decisivos.

    Ah, e o rebote? Terço inferior da liga. Contra times físicos nos playoffs, isso pode custar uma série inteira. Quantas vezes já vimos times perdendo por causa de segundas chances do adversário?

    O cenário do terror

    Aqui que a coisa fica feia de verdade. Toronto tá na quinta colocação agora, mas o Leste tá apertadíssimo. Uma escorregada de nada e eles despencam pro Play-In – ou pior.

    Imagina só: cair pra sétima ou oitava posição significaria pegar Detroit ou Boston na primeira rodada. Detroit tá voando a temporada toda, combinando defesa elite com um ritmo alucinante. Boston? Nem preciso falar, né? Experiência e versatilidade de sobra.

    Mas o pior cenário mesmo seria cair no Play-In. Imaginem ter que jogar mata-mata contra Philadelphia ou Orlando só pra classificar? Com Joel Embiid saudável (se estiver), os Sixers são capazes de qualquer coisa. E Orlando tem uma defesa que pode dar muito trabalho.

    Na minha visão, Toronto precisa segurar essa quinta posição a todo custo. Um confronto contra Miami ou Atlanta na primeira rodada seria muito mais gerenciável. Vocês acham que eles conseguem manter o foco até o final da temporada regular? Porque uma zebra agora pode estragar todo o trabalho do ano.

  • Magic vive vexame histórico: tomou 31 pontos seguidos dos Raptors

    Magic vive vexame histórico: tomou 31 pontos seguidos dos Raptors

    Olha, eu já vi muita coisa feia na NBA, mas o que o Orlando Magic aprontou contra o Toronto Raptors no domingo foi de outro mundo. E não no bom sentido.

    O jogo começou até bem pros caras do Magic — tavam ganhando 20-14 no primeiro quarto, tudo normal. Aí que veio a catástrofe: os Raptors fizeram 31 pontos SEGUIDOS. Trinta e um pontos sem o Magic conseguir acertar nem uma cesta. É história da NBA, pessoal. A maior sequência de pontos sem resposta já registrada na liga.

    Sete minutos de pesadelo absoluto

    Imaginem a cena: mais de 7 minutos vendo só o adversário fazendo cesta. Erro atrás de erro, bola perdida atrás de bola perdida. Na minha opinião, esse tipo de coisa mexe com o psicológico de um jeito que é difícil de recuperar.

    E não recuperaram mesmo. O placar final foi um massacre: 139 a 87 para Toronto. Cinquenta e dois pontos de diferença! O Magic jogou como se estivesse com cinco caras aleatórios que se conheceram no elevador.

    Os números não mentem (infelizmente)

    Os números contam a história toda dessa tragédia. Toronto acertou 57% dos arremessos e distribuiu 41 assistências — basquete coletivo do jeito que tem que ser. Orlando? 38% de aproveitamento, apenas 20 assistências e — segurem-se — 28 bolas perdidas. Vinte e oito!

    Desmond Bane foi o cestinha do Magic com míseros 17 pontos. Jalen Suggs contribuiu com 13, e Tristan da Silva completou com 12. Numa derrota de mais de 50 pontos, esses números são quase irrelevantes.

    Sinceramente, sem o Franz Wagner (que tá no departamento médico), esse time tá perdido. A ausência do cara está pesando muito mais do que eu imaginava no início da temporada.

    Com essa derrota constrangedora, Orlando caiu para 39-35 na temporada, ocupando a oitava posição no Leste. Tão na frente do Heat e do Hornets, mas atrás dos 76ers e Hawks na briga pelos playoffs.

    Vocês acham que o Magic consegue se recuperar psicologicamente dessa? O próximo jogo é em casa contra o Phoenix Suns na terça-feira. Vai ser interessante ver como eles respondem depois dessa humilhação histórica.

  • Mosley assume culpa por vexame histórico: Magic perde de 52!

    Mosley assume culpa por vexame histórico: Magic perde de 52!

    Cara, eu já vi coisa feia na NBA, mas o que rolou com o Orlando Magic ontem foi de chocar. Perderam de 52 pontos pro Toronto Raptors. CINQUENTA E DOIS. É o tipo de placar que você vê no basquete universitário quando um gigante pega um time pequeno, não na NBA profissional.

    O placar final? 139 a 87. Eu tive que ler duas vezes pra acreditar.

    Técnico assume a bronca toda

    Olha, tem que dar o braço a torcer pro Jamahl Mosley. O cara podia ter jogado a culpa nos jogadores (e convenhamos, eles também falharam), mas não. Assumiu a responsabilidade total pelo vexame:

    “Eu tenho que fazer um trabalho melhor preparando eles pro que iam enfrentar hoje à noite”, disse Mosley após o massacre. “Conversamos um pouco sobre isso, mas provavelmente não o suficiente.”

    O técnico continuou se culpando, falando que não preparou o time pra fisicalidade que os Raptors iam impor, pras pegadas, empurrões – enfim, todo aquele jogo mais casca grossa que a gente conhece bem.

    Sinceramente? Acho que ele tá sendo até generoso demais com os jogadores. 52 pontos de diferença não é só questão de preparo tático não, viu.

    Briga por playoffs esquenta

    E o timing dessa derrocada não podia ser pior. O Magic tá na briga brava por uma vaga direta nos playoffs – eles são o 8º colocado no Leste com 39-35, enquanto os Raptors subiram pra 42-32 e agora são o 5º.

    Com essa derrota humilhante, Orlando ficou dois jogos e meio atrás do Atlanta Hawks (6º lugar) na briga pra não ter que passar pelo play-in. Restam apenas oito jogos na temporada regular.

    Eu não sei vocês, mas acho que essa derrota pode ter acabado com as chances do Magic de escapar do play-in. Perder assim, desse jeito, nessa altura do campeonato? É o tipo de coisa que pode quebrar o psicológico de qualquer grupo.

    O Mosley vai ter que fazer um milagre pra recuperar a confiança desses caras. Porque 52 pontos de diferença não é algo que você simplesmente “vira a página” – isso fica na cabeça. E com oito jogos decisivos pela frente, não dá pra vacilar mais nem um pouquinho.

  • Raptors fazem sequência histórica e massacram o Magic por 52 pontos

    Raptors fazem sequência histórica e massacram o Magic por 52 pontos

    Gente, eu vi muita coisa bizarra na NBA ao longo dos anos, mas o que o Toronto fez ontem foi de outro mundo. 31 pontos seguidos. TRINTA E UM. Sem resposta nenhuma do Orlando Magic.

    Os Raptors estavam perdendo por 20-14 no primeiro quarto, aí do nada viraram o interruptor e simplesmente decidiram que o Magic não ia mais fazer cesta. E não fizeram mesmo — ficaram mais de 10 minutos sem pontuar enquanto Toronto enfiava 31 pontos consecutivos. É a maior sequência sem resposta da era moderna da NBA (desde 1997-98).

    Quando tudo desandou pro Magic

    O Orlando até começou bem, liderando por 18-11 depois de uma bola de três do Jalen Suggs. Aí o Paolo Banchero fez uma cesta com 5:30 no primeiro quarto e… pronto. Acabou. O próximo ponto do Magic só veio com 9:42 no segundo período.

    Mais de dez minutos de jogo sem fazer um ponto sequer. Cara, eu fico imaginando o que tava passando na cabeça dos caras. Deve ser desesperador.

    E não foi só a sequência histórica não — o Toronto dominou o jogo inteiro e aplicou uma goleada histórica: 139 a 87. Cinquenta e dois pontos de diferença! Foi a maior vitória da temporada pros Raptors.

    RJ Barrett e Scottie Barnes brilharam

    O RJ Barrett fez 24 pontos numa atuação bem sólida, mas quem realmente roubou a cena foi o Scottie Barnes. O cara cravou 23 pontos e ainda distribuiu 15 assistências — recorde pessoal na carreira dele.

    Quinze assistências! Sinceramente, o Barnes tá evoluindo de uma forma absurda. Quando ele chegou na liga, a gente sabia que tinha potencial, mas ver ele orquestrando o ataque assim é lindo de ver.

    Do lado do Magic, foi uma noite pra esquecer. 28 turnovers (que viraram 37 pontos pros Raptors), apenas 31 cestas convertidas no jogo inteiro. É a sétima derrota nas últimas oito partidas — esse time que chegou nos playoffs ano passado tá numa crise brava.

    E vocês acham que o Magic consegue se recuperar a tempo? Porque essa sequência negativa tá preocupante, especialmente considerando o potencial que esse elenco tem no papel.

    Com essa vitória, o Toronto se mantém na quinta posição do Leste. Não que isso mude muita coisa na classificação, mas pelo menos os fãs em Toronto tiveram uma noite pra lembrar. Quando você vê uma sequência histórica dessas ao vivo, é o tipo de coisa que fica marcado pra sempre.

  • Raptors recebem Orlando sem Quickley: momento decisivo

    Raptors recebem Orlando sem Quickley: momento decisivo

    Cara, cada jogo na Conferência Leste tá virando questão de vida ou morte pros Raptors. E hoje não é diferente — Orlando vem pro norte enfrentar Toronto numa partida que pode definir muito coisa sobre os playoffs.

    Olha só a situação: os Raps tão seguros de que não vão ficar fora da pós-temporada, mas esse quinto lugar que garante vaga direta nos playoffs tá mais disputado que apartamento com aluguel controlado em Toronto. Os quatro primeiros (Pistons, Celtics, Knicks e Cavaliers) parecem intocáveis, então sobra essa briga maluca pelo quinto posto.

    Orlando decepcionou depois do início promissor

    O Magic começou a temporada voando, mas esfriou rápido. Sinceramente, esperava mais desse time. Com 39 vitórias e 34 derrotas, eles ficaram naquele vai-e-vem de sequências boas e ruins que deixa qualquer torcedor maluco.

    Franz Wagner continua machucado desde o início da temporada (que saco, né?), e agora Anthony Black também tá fora. Resultado? Paolo Banchero tá carregando o piano sozinho. O monstro fez 30 pontos em três dos últimos jogos, incluindo uma vitória contra o Sacramento em casa. Quando o Banchero tá assim, o Orlando vira perigoso.

    Raptors sem munição no banco

    E aqui vem o problema: Quickley e Jamison Battle estão fora. Isso significa que Toronto vai ter bem menos opções de arremesso saindo do banco. A sorte é que Ja’Kobe Walter tá pegando fogo — 18 pontos no último jogo, tentou 10 bolas de três e acertou 40%. Quatro assistências também. O garoto tá aproveitando a oportunidade.

    A profundidade no perímetro dos Raptors sempre foi um ponto forte, mas perder Quickley dói. O cara é peça-chave na rotação, e num jogo equilibrado como esse promete ser, cada posse conta.

    Vocês lembram dos confrontos anteriores? Toronto ganhou em dezembro, perdeu em janeiro. Agora é a chance de fechar a série da temporada com vantagem sobre a galera da Flórida.

    Momento da verdade se aproxima

    Esse jogo (e os próximos até o fim da temporada regular) vai mostrar se os Raptors conseguem manter essa zona de conforto dos playoffs diretos ou se vão ter que suar no Play-In. Sinceramente? Prefiro mil vezes evitar essa loteria.

    RJ Barrett, Scottie Barnes e Jakob Poeltl vão ter que aparecer. Do lado do Orlando, além do Banchero em grande fase, Jalen Suggs sempre dá trabalho contra Toronto.

    E aí, pessoal — acham que os Raptors seguram a onda sem o Quickley? O Walter consegue manter esse nível? 18h00, na TSN. Jogo que pode valer muito mais do que parece.

  • Scottie Barnes comandou show e os Raptors atropelaram New Orleans

    Scottie Barnes comandou show e os Raptors atropelaram New Orleans

    Cara, o Scottie Barnes tá jogando um basquete de outro mundo! Ontem à noite em Toronto, o cara simplesmente decidiu que ia ser protagonista e comandou uma vitória convincente dos Raptors sobre os Pelicans por 119 a 106.

    23 pontos e 12 assistências. Double-double completíssimo do jovem que, na minha opinião, tá amadurecendo na velocidade da luz. E olha que ele teve uma ajuda e tanto — RJ Barrett, Sandro Mamukelashvili e J’Kobe Walter marcaram 18 pontos cada um. Quando um time tem essa distribuição de pontuação, fica difícil parar mesmo.

    Jakob Poeltl também brilhou no garrafão

    E não posso deixar de falar do nosso conhecido Jakob Poeltl. O cara fez 18 pontos e 11 rebounds — mais um double-double pra conta. Esse austríaco naturalizado canadense tá sendo fundamental pros Raptors na briga pelos playoffs.

    Do lado de New Orleans, o Zion Williamson até tentou. Fez 22 pontos com 9 acertos em 13 tentativas de campo e foi perfeito nos lances livres (4/4). Mas sinceramente, quando o time adversário tá numa noite inspirada como os Raptors estavam, fica complicado segurar sozinho. Saddiq Bey ajudou com 19 pontos, mas não foi suficiente.

    Situação na classificação esquenta

    Essa vitória deixa Toronto numa situação interessante na conferência Leste. Eles estão em sexto lugar, um jogo à frente do Philadelphia 76ers que não jogou ontem. E vocês sabem como funciona: os seis primeiros colocados de cada conferência garantem vaga direta nos playoffs, sem passar pelo play-in.

    Já os Pelicans… nossa, tá complicado. Quarta derrota seguida no geral e quinta consecutiva jogando fora de casa. E ainda por cima estavam sem Trey Murphy III (tornozelo) e Dejounte Murray (Aquiles). Toronto também tinha baixa importante, com Immanuel Quickley fora por lesão no tendão de Aquiles.

    O que mais me chamou atenção foi como os Raptors dominaram o segundo quarto. Fizeram uma corrida de 25-8 logo no início do período e foram pro intervalo ganhando de 59-44. Quinze pontos de vantagem que eles conseguiram manter até o final.

    Barnes foi especialmente letal no terceiro quarto, marcando 13 dos seus 23 pontos. E o Mamukelashvili? Saindo do banco e acertando três bolas de três. Isso é o que eu chamo de contribuição coletiva.

    Agora é aguardar os próximos jogos — tanto Pelicans quanto Raptors jogam no domingo. New Orleans recebe o Houston Rockets em casa, enquanto Toronto encara o Orlando Magic. E aí, acham que os Raptors conseguem manter esse embalo?

  • Ingram machucado? Rajakovic não tá preocupado (ainda bem!)

    Ingram machucado? Rajakovic não tá preocupado (ainda bem!)

    Olha, não vou mentir: quando vi que o Brandon Ingram foi cortado da escalação de última hora contra o Jazz ontem, meu coração já gelou. Inflamação no calcanhar. Qualquer fã dos Raptors sabe que lesão + playoffs = combinação perigosa, ainda mais com o histórico do cara.

    Mas calma aí. O técnico Darko Rajakovic tranquilizou todo mundo depois da vitória monstro por 143-127 em Salt Lake City. “Realmente não é uma grande preocupação por aqui. Só inflamou um pouco. Vamos dar uma olhada e ver como ele se sente amanhã, mas não acho que será nada sério”, disse o treinador sérvio.

    RJ Barrett assumiu o protagonismo

    E sabe de uma coisa? Os Raptors nem sentiram falta do Ingram nessa. O RJ Barrett simplesmente resolveu fazer um show particular: 27 pontos com 10 de 15 arremessos, sendo 4 de 5 do perímetro. Absurdo de eficiência.

    O Sandro Mamukelashvili também chegou junto com 23 pontos, 4 rebotes e 5 roubadas de bola. Ja’Kobe Walter, que entrou no lugar do Ingram no quinteto, marcou 20 pontos. Scottie Barnes? Também chegou na casa dos 20. Era festa canadense no Delta Center.

    Raptors voando alto rumo aos playoffs

    A estatística que mais me impressionou foi o aproveitamento de arremessos: 61% de campo geral e 20 de 37 do perímetro (54%!). Chegaram a abrir 35 pontos de vantagem. Foi um massacre técnico, desses que você assiste e fala “caraca, esses caras tão jogando muito”.

    Com essa vitória – a quarta em seis jogos – Toronto chegou aos 40-31 e se mantém firme na quinta colocação do Leste. Depois de três temporadas seguidas fora dos playoffs, os canadenses finalmente parecem ter encontrado o caminho.

    Sinceramente? Acho que essa inflamação do Ingram não deve ser nada demais mesmo. O cara já passou por coisa muito pior na carreira, e pelo jeito que o Rajakovic falou, parece mais precaução do que desespero. Ainda assim, torço para que ele esteja 100% na quarta-feira contra os Clippers.

    E vocês, acham que os Raptors conseguem manter esse ritmo até os playoffs mesmo com esses sustos de lesão?