Tag: Toronto Raptors

  • Magic vive vexame histórico: tomou 31 pontos seguidos dos Raptors

    Magic vive vexame histórico: tomou 31 pontos seguidos dos Raptors

    Olha, eu já vi muita coisa feia na NBA, mas o que o Orlando Magic aprontou contra o Toronto Raptors no domingo foi de outro mundo. E não no bom sentido.

    O jogo começou até bem pros caras do Magic — tavam ganhando 20-14 no primeiro quarto, tudo normal. Aí que veio a catástrofe: os Raptors fizeram 31 pontos SEGUIDOS. Trinta e um pontos sem o Magic conseguir acertar nem uma cesta. É história da NBA, pessoal. A maior sequência de pontos sem resposta já registrada na liga.

    Sete minutos de pesadelo absoluto

    Imaginem a cena: mais de 7 minutos vendo só o adversário fazendo cesta. Erro atrás de erro, bola perdida atrás de bola perdida. Na minha opinião, esse tipo de coisa mexe com o psicológico de um jeito que é difícil de recuperar.

    E não recuperaram mesmo. O placar final foi um massacre: 139 a 87 para Toronto. Cinquenta e dois pontos de diferença! O Magic jogou como se estivesse com cinco caras aleatórios que se conheceram no elevador.

    Os números não mentem (infelizmente)

    Os números contam a história toda dessa tragédia. Toronto acertou 57% dos arremessos e distribuiu 41 assistências — basquete coletivo do jeito que tem que ser. Orlando? 38% de aproveitamento, apenas 20 assistências e — segurem-se — 28 bolas perdidas. Vinte e oito!

    Desmond Bane foi o cestinha do Magic com míseros 17 pontos. Jalen Suggs contribuiu com 13, e Tristan da Silva completou com 12. Numa derrota de mais de 50 pontos, esses números são quase irrelevantes.

    Sinceramente, sem o Franz Wagner (que tá no departamento médico), esse time tá perdido. A ausência do cara está pesando muito mais do que eu imaginava no início da temporada.

    Com essa derrota constrangedora, Orlando caiu para 39-35 na temporada, ocupando a oitava posição no Leste. Tão na frente do Heat e do Hornets, mas atrás dos 76ers e Hawks na briga pelos playoffs.

    Vocês acham que o Magic consegue se recuperar psicologicamente dessa? O próximo jogo é em casa contra o Phoenix Suns na terça-feira. Vai ser interessante ver como eles respondem depois dessa humilhação histórica.

  • Mosley assume culpa por vexame histórico: Magic perde de 52!

    Mosley assume culpa por vexame histórico: Magic perde de 52!

    Cara, eu já vi coisa feia na NBA, mas o que rolou com o Orlando Magic ontem foi de chocar. Perderam de 52 pontos pro Toronto Raptors. CINQUENTA E DOIS. É o tipo de placar que você vê no basquete universitário quando um gigante pega um time pequeno, não na NBA profissional.

    O placar final? 139 a 87. Eu tive que ler duas vezes pra acreditar.

    Técnico assume a bronca toda

    Olha, tem que dar o braço a torcer pro Jamahl Mosley. O cara podia ter jogado a culpa nos jogadores (e convenhamos, eles também falharam), mas não. Assumiu a responsabilidade total pelo vexame:

    “Eu tenho que fazer um trabalho melhor preparando eles pro que iam enfrentar hoje à noite”, disse Mosley após o massacre. “Conversamos um pouco sobre isso, mas provavelmente não o suficiente.”

    O técnico continuou se culpando, falando que não preparou o time pra fisicalidade que os Raptors iam impor, pras pegadas, empurrões – enfim, todo aquele jogo mais casca grossa que a gente conhece bem.

    Sinceramente? Acho que ele tá sendo até generoso demais com os jogadores. 52 pontos de diferença não é só questão de preparo tático não, viu.

    Briga por playoffs esquenta

    E o timing dessa derrocada não podia ser pior. O Magic tá na briga brava por uma vaga direta nos playoffs – eles são o 8º colocado no Leste com 39-35, enquanto os Raptors subiram pra 42-32 e agora são o 5º.

    Com essa derrota humilhante, Orlando ficou dois jogos e meio atrás do Atlanta Hawks (6º lugar) na briga pra não ter que passar pelo play-in. Restam apenas oito jogos na temporada regular.

    Eu não sei vocês, mas acho que essa derrota pode ter acabado com as chances do Magic de escapar do play-in. Perder assim, desse jeito, nessa altura do campeonato? É o tipo de coisa que pode quebrar o psicológico de qualquer grupo.

    O Mosley vai ter que fazer um milagre pra recuperar a confiança desses caras. Porque 52 pontos de diferença não é algo que você simplesmente “vira a página” – isso fica na cabeça. E com oito jogos decisivos pela frente, não dá pra vacilar mais nem um pouquinho.

  • Raptors fazem sequência histórica e massacram o Magic por 52 pontos

    Raptors fazem sequência histórica e massacram o Magic por 52 pontos

    Gente, eu vi muita coisa bizarra na NBA ao longo dos anos, mas o que o Toronto fez ontem foi de outro mundo. 31 pontos seguidos. TRINTA E UM. Sem resposta nenhuma do Orlando Magic.

    Os Raptors estavam perdendo por 20-14 no primeiro quarto, aí do nada viraram o interruptor e simplesmente decidiram que o Magic não ia mais fazer cesta. E não fizeram mesmo — ficaram mais de 10 minutos sem pontuar enquanto Toronto enfiava 31 pontos consecutivos. É a maior sequência sem resposta da era moderna da NBA (desde 1997-98).

    Quando tudo desandou pro Magic

    O Orlando até começou bem, liderando por 18-11 depois de uma bola de três do Jalen Suggs. Aí o Paolo Banchero fez uma cesta com 5:30 no primeiro quarto e… pronto. Acabou. O próximo ponto do Magic só veio com 9:42 no segundo período.

    Mais de dez minutos de jogo sem fazer um ponto sequer. Cara, eu fico imaginando o que tava passando na cabeça dos caras. Deve ser desesperador.

    E não foi só a sequência histórica não — o Toronto dominou o jogo inteiro e aplicou uma goleada histórica: 139 a 87. Cinquenta e dois pontos de diferença! Foi a maior vitória da temporada pros Raptors.

    RJ Barrett e Scottie Barnes brilharam

    O RJ Barrett fez 24 pontos numa atuação bem sólida, mas quem realmente roubou a cena foi o Scottie Barnes. O cara cravou 23 pontos e ainda distribuiu 15 assistências — recorde pessoal na carreira dele.

    Quinze assistências! Sinceramente, o Barnes tá evoluindo de uma forma absurda. Quando ele chegou na liga, a gente sabia que tinha potencial, mas ver ele orquestrando o ataque assim é lindo de ver.

    Do lado do Magic, foi uma noite pra esquecer. 28 turnovers (que viraram 37 pontos pros Raptors), apenas 31 cestas convertidas no jogo inteiro. É a sétima derrota nas últimas oito partidas — esse time que chegou nos playoffs ano passado tá numa crise brava.

    E vocês acham que o Magic consegue se recuperar a tempo? Porque essa sequência negativa tá preocupante, especialmente considerando o potencial que esse elenco tem no papel.

    Com essa vitória, o Toronto se mantém na quinta posição do Leste. Não que isso mude muita coisa na classificação, mas pelo menos os fãs em Toronto tiveram uma noite pra lembrar. Quando você vê uma sequência histórica dessas ao vivo, é o tipo de coisa que fica marcado pra sempre.

  • Raptors recebem Orlando sem Quickley: momento decisivo

    Raptors recebem Orlando sem Quickley: momento decisivo

    Cara, cada jogo na Conferência Leste tá virando questão de vida ou morte pros Raptors. E hoje não é diferente — Orlando vem pro norte enfrentar Toronto numa partida que pode definir muito coisa sobre os playoffs.

    Olha só a situação: os Raps tão seguros de que não vão ficar fora da pós-temporada, mas esse quinto lugar que garante vaga direta nos playoffs tá mais disputado que apartamento com aluguel controlado em Toronto. Os quatro primeiros (Pistons, Celtics, Knicks e Cavaliers) parecem intocáveis, então sobra essa briga maluca pelo quinto posto.

    Orlando decepcionou depois do início promissor

    O Magic começou a temporada voando, mas esfriou rápido. Sinceramente, esperava mais desse time. Com 39 vitórias e 34 derrotas, eles ficaram naquele vai-e-vem de sequências boas e ruins que deixa qualquer torcedor maluco.

    Franz Wagner continua machucado desde o início da temporada (que saco, né?), e agora Anthony Black também tá fora. Resultado? Paolo Banchero tá carregando o piano sozinho. O monstro fez 30 pontos em três dos últimos jogos, incluindo uma vitória contra o Sacramento em casa. Quando o Banchero tá assim, o Orlando vira perigoso.

    Raptors sem munição no banco

    E aqui vem o problema: Quickley e Jamison Battle estão fora. Isso significa que Toronto vai ter bem menos opções de arremesso saindo do banco. A sorte é que Ja’Kobe Walter tá pegando fogo — 18 pontos no último jogo, tentou 10 bolas de três e acertou 40%. Quatro assistências também. O garoto tá aproveitando a oportunidade.

    A profundidade no perímetro dos Raptors sempre foi um ponto forte, mas perder Quickley dói. O cara é peça-chave na rotação, e num jogo equilibrado como esse promete ser, cada posse conta.

    Vocês lembram dos confrontos anteriores? Toronto ganhou em dezembro, perdeu em janeiro. Agora é a chance de fechar a série da temporada com vantagem sobre a galera da Flórida.

    Momento da verdade se aproxima

    Esse jogo (e os próximos até o fim da temporada regular) vai mostrar se os Raptors conseguem manter essa zona de conforto dos playoffs diretos ou se vão ter que suar no Play-In. Sinceramente? Prefiro mil vezes evitar essa loteria.

    RJ Barrett, Scottie Barnes e Jakob Poeltl vão ter que aparecer. Do lado do Orlando, além do Banchero em grande fase, Jalen Suggs sempre dá trabalho contra Toronto.

    E aí, pessoal — acham que os Raptors seguram a onda sem o Quickley? O Walter consegue manter esse nível? 18h00, na TSN. Jogo que pode valer muito mais do que parece.

  • Scottie Barnes comandou show e os Raptors atropelaram New Orleans

    Scottie Barnes comandou show e os Raptors atropelaram New Orleans

    Cara, o Scottie Barnes tá jogando um basquete de outro mundo! Ontem à noite em Toronto, o cara simplesmente decidiu que ia ser protagonista e comandou uma vitória convincente dos Raptors sobre os Pelicans por 119 a 106.

    23 pontos e 12 assistências. Double-double completíssimo do jovem que, na minha opinião, tá amadurecendo na velocidade da luz. E olha que ele teve uma ajuda e tanto — RJ Barrett, Sandro Mamukelashvili e J’Kobe Walter marcaram 18 pontos cada um. Quando um time tem essa distribuição de pontuação, fica difícil parar mesmo.

    Jakob Poeltl também brilhou no garrafão

    E não posso deixar de falar do nosso conhecido Jakob Poeltl. O cara fez 18 pontos e 11 rebounds — mais um double-double pra conta. Esse austríaco naturalizado canadense tá sendo fundamental pros Raptors na briga pelos playoffs.

    Do lado de New Orleans, o Zion Williamson até tentou. Fez 22 pontos com 9 acertos em 13 tentativas de campo e foi perfeito nos lances livres (4/4). Mas sinceramente, quando o time adversário tá numa noite inspirada como os Raptors estavam, fica complicado segurar sozinho. Saddiq Bey ajudou com 19 pontos, mas não foi suficiente.

    Situação na classificação esquenta

    Essa vitória deixa Toronto numa situação interessante na conferência Leste. Eles estão em sexto lugar, um jogo à frente do Philadelphia 76ers que não jogou ontem. E vocês sabem como funciona: os seis primeiros colocados de cada conferência garantem vaga direta nos playoffs, sem passar pelo play-in.

    Já os Pelicans… nossa, tá complicado. Quarta derrota seguida no geral e quinta consecutiva jogando fora de casa. E ainda por cima estavam sem Trey Murphy III (tornozelo) e Dejounte Murray (Aquiles). Toronto também tinha baixa importante, com Immanuel Quickley fora por lesão no tendão de Aquiles.

    O que mais me chamou atenção foi como os Raptors dominaram o segundo quarto. Fizeram uma corrida de 25-8 logo no início do período e foram pro intervalo ganhando de 59-44. Quinze pontos de vantagem que eles conseguiram manter até o final.

    Barnes foi especialmente letal no terceiro quarto, marcando 13 dos seus 23 pontos. E o Mamukelashvili? Saindo do banco e acertando três bolas de três. Isso é o que eu chamo de contribuição coletiva.

    Agora é aguardar os próximos jogos — tanto Pelicans quanto Raptors jogam no domingo. New Orleans recebe o Houston Rockets em casa, enquanto Toronto encara o Orlando Magic. E aí, acham que os Raptors conseguem manter esse embalo?

  • Ingram machucado? Rajakovic não tá preocupado (ainda bem!)

    Ingram machucado? Rajakovic não tá preocupado (ainda bem!)

    Olha, não vou mentir: quando vi que o Brandon Ingram foi cortado da escalação de última hora contra o Jazz ontem, meu coração já gelou. Inflamação no calcanhar. Qualquer fã dos Raptors sabe que lesão + playoffs = combinação perigosa, ainda mais com o histórico do cara.

    Mas calma aí. O técnico Darko Rajakovic tranquilizou todo mundo depois da vitória monstro por 143-127 em Salt Lake City. “Realmente não é uma grande preocupação por aqui. Só inflamou um pouco. Vamos dar uma olhada e ver como ele se sente amanhã, mas não acho que será nada sério”, disse o treinador sérvio.

    RJ Barrett assumiu o protagonismo

    E sabe de uma coisa? Os Raptors nem sentiram falta do Ingram nessa. O RJ Barrett simplesmente resolveu fazer um show particular: 27 pontos com 10 de 15 arremessos, sendo 4 de 5 do perímetro. Absurdo de eficiência.

    O Sandro Mamukelashvili também chegou junto com 23 pontos, 4 rebotes e 5 roubadas de bola. Ja’Kobe Walter, que entrou no lugar do Ingram no quinteto, marcou 20 pontos. Scottie Barnes? Também chegou na casa dos 20. Era festa canadense no Delta Center.

    Raptors voando alto rumo aos playoffs

    A estatística que mais me impressionou foi o aproveitamento de arremessos: 61% de campo geral e 20 de 37 do perímetro (54%!). Chegaram a abrir 35 pontos de vantagem. Foi um massacre técnico, desses que você assiste e fala “caraca, esses caras tão jogando muito”.

    Com essa vitória – a quarta em seis jogos – Toronto chegou aos 40-31 e se mantém firme na quinta colocação do Leste. Depois de três temporadas seguidas fora dos playoffs, os canadenses finalmente parecem ter encontrado o caminho.

    Sinceramente? Acho que essa inflamação do Ingram não deve ser nada demais mesmo. O cara já passou por coisa muito pior na carreira, e pelo jeito que o Rajakovic falou, parece mais precaução do que desespero. Ainda assim, torço para que ele esteja 100% na quarta-feira contra os Clippers.

    E vocês, acham que os Raptors conseguem manter esse ritmo até os playoffs mesmo com esses sustos de lesão?

  • Garland meteu 41 pontos e agora os Clippers recebem Toronto

    Garland meteu 41 pontos e agora os Clippers recebem Toronto

    Cara, o Darius Garland simplesmente resolveu virar o Michael Jordan ontem à noite. 41 pontos na vitória dos Clippers sobre Dallas na prorrogação por 138 a 131. Quarenta e um! Eu tô aqui ainda processando esse número.

    E o melhor? Agora os Clippers (35-36) recebem o Toronto Raptors (40-31) hoje à noite, em Inglewood, às 23h30 (horário de Brasília). Depois de uma performance dessas do Garland, dá pra imaginar que a confiança tá lá em cima.

    Clippers em casa são outros 50

    Os caras de LA têm feito um trabalho decente jogando em casa – 20 vitórias em 35 jogos. Não é espetacular, mas dá pro gasto. O problema é que eles não conseguem fechar jogos apertados: apenas 6-8 em partidas decididas por uma posse. Isso me incomoda, sinceramente.

    Do outro lado, Toronto tá bem melhor na estrada (21-15) do que eu esperava. Os Raptors são o oitavo melhor time da liga pontuando no garrafão – 51.9 pontos por jogo. Scottie Barnes é o cara que mais machuca lá dentro, com 10.5 de média. Esse moleque é um monstro mesmo.

    Guerra das bolas de três

    Olha só que interessante: os Clippers acertam 12.3 bolas de três por jogo, enquanto Toronto permite 12.8. Quase empatados! Já os Raptors fazem 11.5 de três por partida, contra 13.4 que LA costuma tomar. Ou seja, pode rolar um festival de arremessos de longa distância hoje.

    Os times já se enfrentaram essa temporada e foi aquele jogaço. Clippers ganharam na prorrogação por 121 a 117, lá em janeiro. Jordan Miller foi o cestinha com 19 pontos naquela noite.

    Os protagonistas

    Kawhi Leonard segue sendo o cara dos Clippers – 28.3 pontos, 6.3 rebotes e 3.7 assistências de média. E depois da explosão de ontem, Garland tá empolgado (16.9 pontos nos últimos dez jogos, mas esse número deve subir depois dos 41 de ontem).

    Pelo Toronto, Scottie Barnes continua mostrando por que foi uma das melhores escolhas do draft: 18.6 pontos, 7.8 rebotes, 5.4 assistências e 1.5 tocos. RJ Barrett também tá mandando ver – 22.7 pontos nos últimos dez.

    Vocês acham que os Clippers conseguem embalar depois dessa performance absurda do Garland? Ou Toronto vai estragar a festa?

  • Jazz apanha de 143-125 pros Raptors e volta pra idade da pedra

    Jazz apanha de 143-125 pros Raptors e volta pra idade da pedra

    Cara, se você assistiu esse jogo na segunda à tarde, provavelmente foi porque não tinha nada melhor pra fazer — tipo eu mesmo, navegando no League Pass procurando qualquer coisa pra passar o tempo entre os jogos do March Madness.

    E olha, que espetáculo deprimente foi esse Jazz 143 x 125 Raptors. Uma surra que deixou Utah de volta aos dinossauros, como diz o título original que eu li. Sinceramente? Era o que a gente esperava mesmo.

    O Jazz não consegue nem com 8 jogadores

    A situação do Utah tá tão dramática que eles foram pro jogo com apenas 8 caras disponíveis. Cody Williams foi “descansar” na praia — ops, digo, fazer fisioterapia no ombro (claro, né). E os veteranos Svi Mykhailiuk e Kevin Love continuam encostados no banco, aparentemente pra não “infectar” os outros com velhice. Monstro isso aí.

    Do outro lado, Toronto também poupou peças importantes como Ingram, Quickley e Poeltl, que tinham acabado de tomar 22 pontos de diferença do Phoenix na noite anterior. Mesmo assim, foi suficiente pra passar o rodo no Jazz em casa.

    Começou bem, terminou mal (como sempre)

    O primeiro quarto até enganou. John Konchar — que virou artilheiro por uns 12 minutos — começou perfeito, 2/2 nos arremessos e 8 pontos. Jazz chegou a abrir 5 pontos de vantagem e eu pensei: “será que hoje vai?”. Claro que não ia.

    Toronto virou com uma sequência de 8-0, acertando 57% dos chutes e distribuindo 11 assistências em 12 cestas convertidas. Kennedy Chandler ainda contribuiu com 3 pontos e 2 roubadas em 5 minutos. Fechou o primeiro quarto 31-25 pros canadenses.

    Aí no segundo quarto a coisa desandou de vez. Utah fez um bonito 0-4 nas bolas de três e mal conseguiu respirar em quadra. Ace Bailey até tentou com seus 13 pontos no jogo, mas não dava conta sozinho. O cara ainda meteu uma enterrada absurda que viralizou no Twitter, mas que não mudou o rumo da partida.

    Sandro virou o Giannis grego

    Vocês viram o que o Sandro Mamukelashvili fez? 15 pontos só no primeiro tempo, 4 roubadas (recorde da carreira) e 1 toco em 15 minutos. O cara virou literalmente o “verdadeiro Greek Freak” da noite. Jamal Shead também distribuiu 8 assistências e comandou o show.

    No terceiro quarto foi o enterro definitivo. Toronto fez 18-3 nos primeiros quatro minutos e abriu 24 pontos de diferença. Game over. Os Raptors terminaram o terceiro quarto com 117 pontos (!!) — recorde da franquia até ali — e incríveis 38 assistências coletivas.

    E aí, vocês ainda acreditam nesse Jazz ou já desistiram também? Porque eu tô achando que eles vão precisar de muito mais que força de vontade pra sair dessa situação. Pelo menos Ace Bailey tá dando uns sinais de vida…

  • Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Cara, a história do Markelle Fultz é de dar dó mesmo. O cara foi primeira escolha do draft de 2017 — PRIMEIRA ESCOLHA! — e agora tá aí mendigando um contrato de 10 dias com os Raptors. É de quebrar o coração de qualquer fã de basquete.

    Os Raptors acabaram de anunciar a contratação do armador, que não jogava na NBA desde a temporada passada quando fez uns jogos apagados pelo Kings. E quando digo apagados, é apagado mesmo: 2.9 pontos por jogo em 21 partidas. Praticamente um fantasma em quadra.

    De promessa a decepção

    Vocês lembram da expectativa em cima do Fultz? O Philadelphia trocou a terceira escolha E MAIS uma primeira rodada só pra subir duas posições no draft e pegar ele. Imaginem o desespero dos caras hoje em dia vendo onde ele chegou.

    As lesões perseguiram o moleque desde o começo. Nos dois primeiros anos na NBA, jogou menos de 20 partidas por temporada. Menos de vinte! É como se ele fosse um jogador fantasma no roster dos Sixers.

    Sinceramente, eu sempre torci pra esse cara dar a volta por cima. Ele até teve uns momentos em Orlando — na temporada 2022-23 chegou a fazer uma média de 14 pontos com 51.4% de aproveitamento nos arremessos. Nada mal pra quem tava praticamente morto e enterrado.

    Última chance nos playoffs?

    O timing da contratação não é coincidência. O Immanuel Quickley tá com fasceíte plantar no pé direito (que lesão chata, meu Deus), e os Raptors precisam de profundidade na posição. Eles tão em quinto no Leste e querem brigar nos playoffs.

    O mais interessante é que o Fultz pode jogar na pós-temporada porque não tava em roster da NBA depois de 1º de março. Regra meio estranha, mas enfim.

    Antes de voltar pra NBA, ele tava jogando no Raptors 905 (o time da G League). Os números não eram absurdos — 9.4 pontos e 6.2 assistências em cinco jogos — mas pelo menos mostrou que ainda sabe jogar basquete.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar dessa vez? Ou vai ser mais uma tentativa frustrada de ressurreição? Eu, na moral, torço pra que ele consiga. Todo mundo merece uma segunda (terceira, quarta…) chance.

  • Raptors meteu 143 no Jazz com show de bolas de 3

    Raptors meteu 143 no Jazz com show de bolas de 3

    Mano, que pancada foi essa dos Raptors no Jazz ontem! 143 a 127 — praticamente um massacre em Salt Lake City. E o mais impressionante? Foi um verdadeiro festival de arremessos de 3 pontos que deixou qualquer fã de basquete babando.

    RJ Barrett foi o cara da noite com 27 pontos, mas sinceramente? O time todo estava inspirado. Sandro Mamukelashvili (que nome é esse, cara?) cravou 23, Ja’Kobe Walter fez 21 e o Scottie Barnes quase fechou um triple-double com 20 pontos, 10 assistências e 7 rebotes.

    Chuva de bolas de 3 que deu até dó

    Agora vem a parte absurda: Toronto acertou 20 das 37 tentativas de 3 — isso é 54% de aproveitamento, gente! Barrett estava com o braço quente (4 de 5 do perímetro) e Walter simplesmente não errava: 6 de 8 de três pontos. Quando o time está assim, não tem defesa que segure.

    A pancada mesmo veio no terceiro quarto, quando os Raptors fizeram 49 pontos contra apenas 30 do Jazz. Virou passeio técnico depois disso. Barrett jogou apenas 25 minutos — nem precisou se esforçar muito — e ainda distribuiu 6 assistências sem cometer nenhuma bola perdida.

    Ace Bailey brilhou em vão pelo Jazz

    Do lado de Utah, o rookie Ace Bailey mostrou que tem futuro na liga: 37 pontos em uma noite perdida. Cara, 37 pontos sendo calouro e o time perdendo de lavada? Isso é personalidade. Brice Sensabaugh ainda ajudou com 24 saindo do banco, mas quando o adversário acerta 61% dos arremessos gerais, não tem muito o que fazer.

    O Jazz já estava matematicamente eliminado dos playoffs mesmo, então pelo menos serviu pra dar experiência pros jovens. E que experiência, né? Levar 143 pontos deve ensinar alguma coisa sobre defesa (risos).

    Curiosidade da noite: Markelle Fultz voltou à NBA depois de um tempo sumido! O cara que foi primeira escolha geral do draft de 2017 assinou contrato de 10 dias com Toronto e jogou 16 minutinhos saindo do banco. Dois pontos, 5 assistências — nada demais, mas é bom ver ele de volta às quadras.

    Com essa vitória, os Raptors (40-31) pararam uma sequência negativa de 2 derrotas e seguem brigando por uma vaga direta nos playoffs. Estão meio jogo à frente do Atlanta na briga pelo 5º lugar do Leste. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo ofensivo nos próximos jogos?