Tag: Washington Wizards

  • GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    Olha, quando você tem a primeira escolha do Draft depois de anos horríveis, cada detalhe importa. E os Wizards podem ter uma vantagem secreta que ninguém estava esperando.

    Will Dawkins, o GM de Washington, conhece AJ Dybantsa desde que o garoto tinha 14 anos. Isso mesmo — cinco anos de relacionamento com a família do cara que pode ser a primeira escolha geral. Ambos são de Massachusetts, e essa conexão pode fazer toda a diferença na decisão mais importante da franquia em anos.

    A conexão que pode mudar tudo

    “Esse cara tem um carisma único”, falou Dawkins no Combine da NBA. “Ele tem uma confiança especial. Conseguiu elevar seu jogo em cada nível que chegou.” E cara, quando você vê as estatísticas do moleque, entende o porquê dessa empolgação.

    Dybantsa liderou o país em pontuação como calouro — 25,5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento. Um cara de 2,03m que sabe pontuar, defender e ainda arma jogadas para os companheiros. É praticamente um unicórnio no basquete moderno.

    Wizards precisam acertar dessa vez

    Vamos ser honestos: Washington venceu apenas 50 jogos nas últimas três temporadas. Cinquenta! O Thunder, atual campeão, ganhou mais que isso só na última temporada. A situação é desesperadora, mas com Anthony Davis e Trae Young agora no elenco (se conseguirem ficar saudáveis), existe uma luz no fim do túnel.

    Sinceramente acho que essa conexão pessoal entre Dawkins e Dybantsa não é coincidência. No basquete, relacionamentos importam tanto quanto talento. Quando você conhece a família de um jogador há anos, você entende muito mais do que números podem mostrar.

    O GM vai ter cinco semanas para pesquisar a fundo todos os candidatos, mas convenhamos — ele já tem uma vantagem considerável com Dybantsa. E vocês, acham que essa história pessoal vai pesar na decisão final? Porque eu tenho a impressão de que os Wizards já sabem exatamente o que querem fazer com essa escolha.

  • Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Gente, saíram as medidas oficiais dos três primeiros do Draft da NBA no Combine e cara… confirma tudo que a gente já imaginava sobre esses monstros. AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Cam Boozer não decepcionaram nem um pouco.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall lá em 2010. E olha, que sorte a deles, porque esse top 3 é de dar inveja em qualquer franquia.

    Dybantsa: o ala perfeito para a NBA

    O cara do BYU veio com 2,03m descalço e 98kg. Envergadura? 2,13m. Alcance em pé? Absurdos 2,69m. Na minha opinião, essas são exatamente as medidas que você quer ver num ala moderno da NBA. Não é à toa que todo mundo fala dele como consenso para primeira pick.

    Jonathan Givony, que é referência no Draft Express, falou que são “dimensões de elite para um ala da NBA”. E tá certo, né? Com esse físico, o garoto consegue jogar de 2 até 4 sem problema nenhum.

    Peterson e Boozer: complementos perfeitos

    O armador do Kansas, Darryn Peterson, veio com 1,94m e 90kg — mas olha só a envergadura: 2,06m! Cara, isso é coisa de maluco para um armador. Com esse alcance, ele consegue roubar bola e defender alas pequenos numa boa. Givony chamou de “ferramentas físicas de elite”, e eu concordo totalmente.

    Já o Cameron Boozer, que todo mundo conhece por causa do pai (Carlos Boozer era um monstro), chegou nos 2,03m e 115kg. A surpresa boa foi o alcance de 2,74m — isso abre possibilidade dele jogar até de pivô pequeno quando necessário. Duke sempre produz jogadores prontos para a NBA, e esse não vai ser exceção.

    Sinceramente? Qualquer um desses três vai dar certo na NBA. O físico tá ali, o talento todo mundo já viu na faculdade. Agora é só escolher quem encaixa melhor em cada sistema.

    E aí, quem vocês acham que os Wizards vão escolher? Na minha visão, tanto faz — qualquer um desses três vai ajudar muito Washington a sair dessa fase ruim.

  • Os Wizards finalmente ganharam alguma coisa — a loteria do Draft!

    Os Wizards finalmente ganharam alguma coisa — a loteria do Draft!

    Cara, eu não acreditei quando vi. Os Washington Wizards — sim, aquele time que parecia ter sido abandonado por Deus nos últimos anos — ganharam a loteria do Draft da NBA no domingo. Depois de quase uma década sendo irrelevantes, finalmente algo de bom aconteceu com essa franquia.

    Olha, eu lembro como se fosse ontem do último momento em que os Wizards realmente importaram. Maio de 2017. John Wall com aquela cesta de 3 absurda contra o Boston, subindo na mesa dos narradores como um maluco. Era Game 7, segundo round dos playoffs. Eu achei que finalmente os caras iam chegar numa final de conferência.

    O sonho que virou pesadelo

    Naquela época, o time era uma máquina. Wall voando pela quadra, Bradley Beal começando a mostrar que seria estrela, Otto Porter Jr. e Kelly Oubre Jr. como promessas nas alas. O ataque era o sétimo melhor da liga, mano! Wall tinha 26 anos, Beal e Porter 23, Oubre só 21. O futuro parecia brilhante.

    Aí veio aquele Game 7 maldito. Isaiah Thomas e Kelly Olynyk destruíram os sonhos de Washington. E desde então? Só ladeira abaixo.

    Wall se machucou, fez cirurgia no joelho, voltou diferente. Em 2018 veio a lesão no calcanhar, depois uma infecção, e pra fechar com chave de ouro: rompeu o tendão de Aquiles em casa. Nunca mais jogou pelos Wizards. Sinceramente, foi de partir o coração.

    A queda livre mais dolorosa da NBA

    Os últimos três anos foram de dar pena mesmo. 50 vitórias em 196 jogos. Cinquenta! O segundo pior time do período, o Jazz, ganhou 70. É muita incompetência junta.

    E o pior de tudo? A torcida simplesmente parou de ligar. Quando você mora perto da arena e mal percebe que tem jogo em casa, é sinal de que a coisa tá feia. Capital One Arena virou um cemitério — bem diferente daquela explosão de alegria depois da cesta do Wall.

    Eu mesmo parei de assistir. Pagar mais de 100 dólares só pra ver o time apanhar todo jogo? Nem ferrando. E olha que eu era daqueles que não perdia nem aquecimento antes.

    A esperança voltou (será?)

    Mas ó, ganhar a loteria do Draft pode ser o começo de uma nova era. Finalmente os Wizards têm a primeira escolha geral pela primeira vez desde… nossa, desde quando mesmo? Faz tanto tempo que nem lembro.

    Claro, uma pick não resolve tudo. Mas pelo menos agora existe esperança de algo acontecer. E convenhamos: depois de quase dez anos de sofrimento, qualquer coisa positiva já é lucro.

    Vocês acham que os Wizards conseguem aproveitar essa oportunidade? Ou vão conseguir estragar até isso? Porque conhecendo a franquia… (risos nervosos)

    Uma coisa é certa: depois de tanto tempo sendo piada da liga, finalmente existe um motivo pra prestar atenção no que acontece em Washington. E isso, meus amigos, já é um baita progresso.

  • Wizards ganham a loteria e Jazz surpreendem no 2º lugar

    Wizards ganham a loteria e Jazz surpreendem no 2º lugar

    Gente, que draft lottery maluco foi esse! Os Washington Wizards acabaram de ganhar a primeira pick do Draft 2026, e olha que história bizarra: eles foram lá e contrataram ninguém menos que Trae Young e Anthony Davis no deadline — pra depois deixar os caras grudados no banco pelo resto da temporada.

    Sim, você leu certo. Pegaram dois All-Stars e basicamente os aposentaram pra garantir o tanking. E funcionou: terminaram com o pior record da NBA e agora têm a primeira escolha. Estratégia questionável? Com certeza. Mas deu resultado.

    Jazz também fizeram a mesma coisa

    O Utah Jazz saltou direto pro segundo lugar depois de uma temporada igualmente esquisita. Eles foram lá e pegaram o Jaren Jackson Jr. no deadline, aí fizeram igual aos Wizards — deixaram o cara esquentando banco enquanto colecionavam derrotas.

    Agora o Jazz pode montar algo interessante: imagina Keyonte George, provavelmente o Darryn Peterson (que deve ser a segunda pick), Lauri Markkanen, JJJ e Walker Kessler. Esse time vai incomodar no Oeste, pode anotar.

    Memphis subiu pro terceiro lugar (tinham apenas a sexta melhor chance) e Chicago deu um salto do nono pro quarto. Ou seja, quatro times que conseguiram se reposicionar bem na loteria.

    Os azarados da história

    Sinceramente, dó dos Sacramento Kings e Brooklyn Nets. Esses caras não fizeram tanking — eram ruins mesmo — e se deram mal na loteria. É aquela coisa: às vezes é melhor ser ruim de propósito do que ser ruim sem querer.

    Falando nos Wizards, eles não tinham a primeira pick desde 2010, quando escolheram John Wall. E advinha quem estava lá representando o time na loteria? O próprio Wall. Coincidência ou não, deu sorte.

    A galera está especulando que eles vão de AJ Dybantsa, do BYU, que tá no topo da maioria dos boards. Se for isso mesmo, imagina o quinteto: Young, Kyshawn George (ou Bilal Coulibaly), Dybantsa, Davis e Alex Sarr. Monstro demais pro Leste.

    E tem uma curiosidade engraçada: é o segundo ano seguido que um time com Anthony Davis ganha a primeira pick. O cara é um amuleto da sorte ou what?

    Vocês acham que essa estratégia de contratar estrela pra depois sentar vale a pena? Porque, convenhamos, é meio sujo, né? Mas se funciona…

    Ah, e uma informação importante: essa foi a última loteria nesse formato. A partir do ano que vem a NBA vai mudar o sistema — provavelmente pro tal do “3-2-1” com 18 times participando. Adam Silver já tá comemorando que vai diminuir o tanking, mas sinceramente, acho que tem mais a ver com a qualidade do draft mesmo.

  • Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Cara, que coincidência maluca é essa? ESPN e The Athletic fizeram mock drafts pós-loteria com o TOP-10 EXATAMENTE IGUAL. Tipo, idêntico mesmo. Zero diferença. Isso aí mostra que tem um consenso bem claro sobre quem são os melhores prospects de 2026.

    E olha só o presente que o Washington Wizards ganhou: a primeira escolha geral do Draft 2026! Foi a primeira vez desde 2010 que eles conquistaram o topo da loteria. Sinceramente? Mereceram. O time fez uma engenharia social absurda — trocaram por veteranos como Trae Young e Anthony Davis no deadline e depois perderam 26 dos últimos 27 jogos. É o tanking científico, meu amigo.

    AJ Dybantsa é consenso absoluto

    O cara que todo mundo tá de olho é AJ Dybantsa, freshman do BYU. Esse moleque é projetado como primeira escolha absoluta pelos dois veículos. E faz todo sentido — o cara tem 2,08m, joga de ala, e tem um potencial que dá água na boca de qualquer GM.

    Atrás dele vem Darryn Peterson (Kansas) pro Utah Jazz na segunda posição. Os Jazz conseguiram sua melhor colocação desde 2011, que sorte! Memphis pega Cameron Boozer (Duke) em terceiro — e olha que eles tinham só 9,4% de chance de ficar no top-3. Cameron é filho do Carlos Boozer, lembram? DNA de campeão aí.

    Bulls na zona de conforto

    O Chicago Bulls conseguiu entrar no top-4 com apenas 20,27% de probabilidade e deve escolher Caleb Wilson, de North Carolina. Quatro escolhas no topo significa quatro franquias que vão pegar caras com potencial de mudarem tudo.

    Uma coisa que me chamou atenção: os Clippers ficaram com a quinta escolha — uma pick que ORIGINALMENTE era dos Pacers, mas como Indiana perdeu a proteção top-4, Los Angeles herdou. Keaton Wagler de Illinois é o nome cotado. Considerando que os Clippers só vão controlar totalmente suas próprias escolhas a partir de 2030, essa foi uma tacada e tanto.

    Brooklyn aparece em sexto com Darius Acuff Jr. de Arkansas, e por aí vai. O que acham desse mock draft? Faz sentido pra vocês ou tem algum nome que deveria estar mais alto?

    O combine começa segunda-feira em Chicago e vai até o final da semana. Vai ser interessante ver se algum desses caras consegue mudar a percepção dos scouts nos workouts.

  • Wizards ganham a loteria! Jazz sobem e Pacers se deram mal

    Wizards ganham a loteria! Jazz sobem e Pacers se deram mal

    Galera, a loteria do Draft 2026 aconteceu e que rolê foi esse! O Washington Wizards conseguiu a primeira pick — sinceramente, depois da temporada horrorosa que eles tiveram, era quase uma obrigação do universo dar essa sorte pra eles.

    Mas o grande destaque mesmo foi o Utah Jazz subindo várias posições. Esses caras sabem trabalhar o sistema, viu? Não é à toa que sempre conseguem se dar bem nessas situações. E olha, considerando como eles vêm reconstruindo o elenco nos últimos anos, essa pick vai ser fundamental.

    Os grandes perdedores da noite

    Agora os coitados do Indiana Pacers… cara, que azar. Eles que estavam contando com uma pick alta pra tentar acelerar a reconstrução e acabaram caindo na loteria. É o tipo de coisa que deixa qualquer torcedor com vontade de socar a parede.

    O Kevin O’Connor já soltou o primeiro mock draft dele depois do sorteio, e tenho que dizer — algumas escolhas me deixaram meio “será mesmo?”. Mas é isso aí, né? Todo ano a mesma coisa: todo mundo vira especialista em draft até chegar junho e metade das previsões irem pro espaço.

    E agora, o que esperar?

    O que vocês acham? Wizards vão conseguir aproveitar essa oportunidade de ouro ou vão fazer mais uma escolha questionável como sempre? Porque, vamos combinar, o histórico deles no draft não é lá essas coisas.

    Uma coisa é certa: com essa primeira pick, Washington tem a chance de pegar um cara que pode mudar completamente os rumos da franquia. A questão é saber se eles vão escolher o jogador certo ou se vão inventar moda como já fizeram antes.

    O Jazz subindo é inteligente demais. Esses caras sempre conseguem tirar leite de pedra, e agora com uma pick melhor do que o esperado, podem acelerar ainda mais o processo de volta aos playoffs. Danny Ainge deve estar rindo até agora.

    E vocês, o que acham que vai rolar? Quem deveria ser a primeira escolha geral? Deixem aí nos comentários!

  • AJ Dybantsa é o favorito na 1ª posição do Draft 2026

    AJ Dybantsa é o favorito na 1ª posição do Draft 2026

    O Draft de 2026 da NBA já tem cara de definido no topo, pessoal. Washington Wizards conquistou a primeira escolha geral pela primeira vez desde 2010, e AJ Dybantsa, o fenômeno de BYU, é praticamente unanimidade para ser o número 1 segundo a ESPN.

    E olha que a estratégia dos Wizards foi… digamos, questionável. Eles trouxeram Trae Young e Anthony Davis no deadline (duas estrelas veteranas) e depois perderam 26 dos últimos 27 jogos para garantir uma boa posição no lottery. Tank descarado? Com certeza. Mas funcionou.

    O Top 4 tá interessante demais

    Utah Jazz ficou com a segunda pick — a mais alta desde 2011 — e deve escolher Darryn Peterson, armador do Kansas. Cara, esse Peterson tem tudo pra ser especial, um combo guard que sabe distribuir e finalizar.

    Memphis conseguiu a terceira posição (tinham só 9,4% de chance de ficar no top 3), e vão de Cameron Boozer, pivô do Duke. Filho do Carlos Boozer, né? Genética boa não mente.

    Chicago completou o top 4 com apenas 20% de probabilidade e deve pegar Caleb Wilson, de North Carolina. Ala-pivô sólido que pode ajudar muito os Bulls.

    Uma curiosidade: Indiana perdeu sua pick protegida para o Los Angeles Clippers, que ficaram com a quinta posição. Pra franquia que não tem controle total das próprias escolhas até 2030, foi um presente dos céus.

    Dybantsa é diferenciado mesmo?

    Sinceramente, acho que sim. O garoto de BYU tem 2,06m, joga de ala-armador, e tem um feeling absurdo para o jogo. Lembra um pouco o estilo de jogo do Kevin Durant — não que vá ser o KD, mas a versatilidade tá lá.

    Washington não termina uma temporada com aproveitamento positivo desde 2017-18. Será que Dybantsa consegue mudar isso? Eu tenho minhas dúvidas a curto prazo, mas o potencial é inegável.

    E vocês, acham que esses calouros vão conseguir impactar logo de cara ou vão precisar de tempo? O draft combine começa hoje em Chicago, então logo mais vamos ter mais informações sobre o condicionamento físico da galera.

    Uma coisa é certa: a classe de 2026 promete bastante. Vários nomes interessantes espalhados pela primeira rodada, incluindo alguns internacionais que podem surpreender.

  • Wizards e Jazz abertos pra trocar as picks 1 e 2 do Draft

    Wizards e Jazz abertos pra trocar as picks 1 e 2 do Draft

    Olha só que reviravolta interessante no Draft da NBA de 2025. Os Washington Wizards, que tiraram a sorte grande e pegaram a primeira pick geral, não estão nem aí pra esse “prêmio”. Michael Winger, presidente da franquia, foi bem direto: eles tão dispostos a trocar a pick número 1.

    “Estamos abertos”, disse Austin Ainge, do Utah Jazz, sobre a segunda pick. “Sempre vamos escutar ofertas.”

    Washington não tá desesperado

    A postura do Wizards faz sentido quando você para pra pensar. Cara, eles acabaram de pegar Trae Young e Anthony Davis (sim, você leu certo), além de terem acumulado várias picks altas nos últimos anos. Winger foi cristalino: esse não é um “momento salvador” pra franquia.

    Will Dawkins, o GM dos Wizards, não vai descartar trocar a pick se ele identificar dois ou três jogadores que valem a pena mais pra baixo no draft. Estratégia interessante, não acham?

    AJ Dybantsa continua sendo o prêmio

    A grande questão é: o Utah ainda consegue colocar as mãos no AJ Dybantsa? O moleque é considerado o consenso número 1 dessa classe, e complicou a situação do Jazz quando eles trocaram com Memphis pra pegar Jaren Jackson Jr. em fevereiro.

    Dybantsa mesmo não tá preocupado. Depois da loteria, ele falou pros repórteres: “Eu não tava nem aí pras picks de 14 a 3”. O cara já sabe que vai ser top 2. Confiança total.

    Memphis, com a terceira pick, deve ficar quietinho onde está. Zach Kleiman tem histórico de trocar pra CIMA, não pra baixo – fez isso no ano passado pra pegar Cedric Coward na 11. E olha, com Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina) provavelmente disponíveis na 3, os Grizzlies tão numa boa.

    O pessoal da liga acredita que o top 4 pode embaralhar entre si, mas ninguém vai querer sair dessa elite toda. Faz sentido – essa classe de draft tá recheada no topo.

    Sinceramente? Acho genial a postura de Washington e Utah. Por que se apressar se você pode conseguir mais valor trocando? Especialmente quando seu time já tem peças interessantes no lugar.

  • Dybantsa no 1º pick pro Wizards? Esse draft de 2026 vai ser insano

    Dybantsa no 1º pick pro Wizards? Esse draft de 2026 vai ser insano

    Galera, o Draft Lottery de 2026 acabou de definir uma das ordens mais empolgantes que já vimos nos últimos anos. E cara, que distribuição maluca! O Washington Wizards levou a primeira pick, seguido pelo Utah Jazz em segundo e Memphis Grizzlies em terceiro.

    Olha só: todas as apostas apontam pra AJ Dybantsa ser o cara escolhido em primeiro. O ex-BYU é uma máquina de fazer pontos — 25.5 por jogo, galera! — e tem tudo pra ser aquele jogador franchise que o Wizards tanto precisa. Com 2,06m de altura e uma versatilidade absurda, o moleque sabe criar jogadas do nada e tem atletismo de sobra.

    Peterson pode roubar a cena

    Mas vou te falar uma coisa: Darryn Peterson do Kansas pode muito bem ser o melhor jogador desse draft a longo prazo. Sério, esse cara era o número 1 saindo do ensino médio e já mostrou que consegue superar o próprio Dybantsa nos confrontos diretos — tanto na base quanto na faculdade.

    E tem uma parada interessante: Carlos Boozer, pai do Cameron Boozer (que tá em Duke), é scout do Jazz e tem essa segunda pick nas mãos. Imagina a pressão! Ele vai entre Peterson, o próprio filho ou Caleb Wilson da North Carolina. Que decisão, hein?

    Clippers deram a sorte grande

    Agora, quem realmente se deu bem nessa história foram os Los Angeles Clippers. Lembram daquela troca do Ivica Zubac? Pois é, eles pegaram uma pick protegida top-4 do Pacers, mas que cairia pra eles se ficasse entre 5-9. E adivinha só? Caiu exatamente na quinta posição!

    Os Pacers se ferraram bonito — tinham 52% de chance de ficar no top-4 e saíram sem pick nenhuma na loteria. Com Tyrese Haliburton machucado a temporada toda, fizeram apenas 19-63 e agora ficaram no prejuízo total.

    Sinceramente? Esse draft tá com uma cara de ser histórico. A profundidade de talentos é absurda, e praticamente qualquer pick no top-10 pode mudar uma franquia completamente. Peterson arremessou 38.2% de três em Kansas (mesmo com toda a polêmica), Dybantsa é um criador nato, e Wilson tem um potencial que pode ser o maior de todos.

    E aí, vocês acham que Dybantsa realmente vai ser o primeiro ou Peterson pode dar a virada? O Draft acontece em 23-24 de junho no Barclays Center, e eu já tô contando os dias!

  • Wizards ganha loteria do Draft e faz a festa! Pacers se dão mal feio

    Wizards ganha loteria do Draft e faz a festa! Pacers se dão mal feio

    Cara, a loteria do Draft da NBA de 2026 foi simplesmente histórica! O Washington Wizards ganhou a primeira escolha pela primeira vez desde 2010, quando pegaram o John Wall. E olha, depois de três anos horríveis (perdendo mais de 64 jogos por temporada), eles finalmente mereciam essa sorte.

    A ordem ficou assim: Wizards em primeiro, Utah Jazz em segundo, Memphis Grizzlies em terceiro e Chicago Bulls em quarto. E cara, que timing perfeito para o Washington!

    Por que essa loteria foi tão especial?

    Primeiro, essa turma de 2026 está sendo chamada de uma das mais profundas da história da NBA. Quatro caras são considerados talentos de estrela: AJ Dybantsa (BYU), Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina). Sinceramente, qualquer um desses quatro pode mudar uma franquia.

    Segundo — e isso é crucial — essa foi a ÚLTIMA loteria antes da reforma do sistema. A partir do ano que vem, vai ser muito mais aleatório. Os três piores times vão ser “punidos” e as chances vão ser mais equilibradas. Ou seja, era agora ou nunca para quem estava fazendo tanking.

    Os grandes ganhadores

    Os Wizards foram os grandes vencedores, óbvio. Depois de sofrer por três anos (levaram surra por mais de 11 pontos por jogo!), finalmente conseguem uma escolha que pode mudar tudo. E o melhor: eles acabaram de contratar Anthony Davis e Trae Young. Então ou voltam aos playoffs ou ainda se beneficiam das duas loterias (a antiga e a nova).

    O Memphis Grizzlies também se deu bem, conseguindo a terceira escolha. Para um time que estava esperando competir mas teve uma temporada complicada, é uma oportunidade de ouro.

    E os Clippers? Mano, eles conseguiram algo que ninguém esperava. Mesmo estando nos playoffs há anos, acabaram com uma escolha boa. Isso é basketball inteligente.

    Os azarados da história

    Agora, os Brooklyn Nets… coitados. Eles fizeram uma aposta gigantesca em 2024, trocando várias escolhas futuras para recuperar o controle das escolhas de 2025 e 2026. Em 2025 já não deu em nada, e agora caíram na loteria quando mais precisavam subir.

    O Sacramento Kings continua com a zica. Cara, esse time não consegue ter sorte na loteria de jeito nenhum. É impressionante como eles sempre se complicam nessa hora.

    E os Indiana Pacers? A estratégia deles também falhou. Apostaram em ser ruins para conseguir uma boa escolha, mas não rolou.

    Vocês acham que o Dybantsa vai mesmo para Washington? E será que essa reforma da loteria vai acabar definitivamente com o tanking? Eu tenho minhas dúvidas… time sempre dá um jeito de “gerenciar” a temporada quando precisa.