Tag: Washington Wizards

  • Gilbert Arenas bate o martelo: quer Peterson no Draft, não Dybantsa

    Gilbert Arenas bate o martelo: quer Peterson no Draft, não Dybantsa

    Olha só que bomba que rolou! Gilbert Arenas, o lendário Agent Zero, saiu da toca pra dar sua opinião sobre quem os Washington Wizards deveriam escolher na primeira pick do Draft. E pasmem — ele não quer AJ Dybantsa, que todo mundo tá cotando como número 1.

    O cara quer Darryn Peterson.

    Agent Zero tem suas razões

    “Vamos lá Wizards! Eu aprovo! Esse é o cara! Tô observando ele há três anos. Profissional profissional. Só basquete, nada de brincadeira”, postou Arenas nas redes sociais. E vocês sabem que quando o Gilbert fala, a galera escuta né?

    Sinceramente, essa escolha me surpreendeu um pouco. Dybantsa vem sendo tratado como consenso absoluto — 25.5 pontos por jogo em BYU, aproveitamento de 51% nos arremessos. O moleque é um fenômeno de 2,06m que joga em qualquer posição do garrafão pra frente.

    Mas Peterson… cara, os números do garoto em Kansas são de outro mundo também. 20.2 pontos, 38.2% nas bolas de três em 24 jogos. E Arenas destacou exatamente o que eu acho que mais importa: a mentalidade profissional.

    Contexto que muda tudo

    Os Wizards não são mais aquele time perdido de anos atrás. Eles trouxeram Trae Young do Hawks numa troca que envolveu CJ McCollum, e ainda pescaram Anthony Davis no deadline. Quando todo mundo estiver saudável na próxima temporada, esse time pode brigar por playoffs no Leste tranquilamente.

    Com esse contexto, a escolha fica ainda mais interessante. Você pega o talento bruto maior (Dybantsa) ou vai no cara que parece mais NBA-ready desde o primeiro dia (Peterson)? E aí, o que vocês acham que faz mais sentido pros Wizards?

    Gilbert jogou oito temporadas em Washington e conhece a pressão que é vestir essa camisa. Quando ele fala que Peterson é “all hoop no play”, tá valorizando algo que todo técnico da NBA ama: jogador que não dá dor de cabeça e só quer trabalhar.

    Draft de luxo chegando

    O Draft vai ser nos dias 23 e 24 de junho no Barclays Center, e essa primeira pick dos Wizards promete ser uma das mais debatidas dos últimos anos. Duas opções sensacionais, estilos diferentes, mas ambos com potencial All-Star.

    Na minha opinião, Arenas pode ter um ponto válido aqui. Às vezes é melhor pegar o cara que vai render desde o primeiro ano do que apostar no teto mais alto mas que pode demorar pra desenvolver. Especialmente com um time que já tem peças prontas pra competir agora.

    Mas e vocês? Time Dybantsa ou time Peterson? A torcida dos Wizards deve estar dividida — e que problema bom de se ter, né?

  • Jazz quer trocar até a 1ª escolha do Draft – e o cara toparia ficar!

    Jazz quer trocar até a 1ª escolha do Draft – e o cara toparia ficar!

    Gente, que situação interessante está rolando em Utah! O Jazz não está satisfeito com a 2ª escolha do Draft 2026 e quer subir para a 1ª posição. E sabe o que é mais louco? AJ Dybantsa, que todo mundo considera o principal nome dessa safra, aparentemente toparia ficar por lá mesmo.

    Olha, eu entendo perfeitamente o Jazz nessa. Quando você tem a chance de pegar o cara que pode mudar sua franquia pelos próximos 10-15 anos, você faz de tudo, né?

    Dybantsa quer ficar em casa

    O mais interessante dessa história toda é que o próprio Dybantsa, que jogou em Brigham Young (ali pertinho de Salt Lake City), sinalizou que gostaria de continuar em Utah. Cara, isso é praticamente um presente dos céus para o Jazz! Quantas vezes você vê um prospecto top 1 querendo ficar na região onde já está?

    Segundo o pessoal da CBS Sports, isso foi confirmado durante o Combine em Chicago. E Danny Smith, do Jazz, já deixou claro que “tudo deve estar em cima da mesa” quando perguntado sobre a possibilidade de negociar para subir. Traduzindo: eles vão fazer qualquer negócio necessário.

    Washington pode aceitar a proposta?

    Do outro lado temos o Washington Wizards, que tem a 1ª escolha. O presidente da equipe, Michael Winger, já disse que está pelo menos “aberto” a trocar a escolha. Mas vamos combinar – na teoria todo mundo está aberto, na prática é bem diferente.

    Sinceramente? Eu acho bem difícil o Wizards abrir mão da primeira escolha, ainda mais para um time da mesma conferência que pode virar rival nos próximos anos. Mas o Jazz tem algumas peças interessantes e escolhas futuras que podem fazer Washington pensar duas vezes.

    A questão é: o que exatamente Utah estaria disposto a oferecer? Lauri Markkanen? Múltiplas escolhas de primeira rodada? Vai ser interessante ver se eles conseguem montar um pacote irresistível.

    E aí, vocês acham que o Jazz consegue fazer essa troca acontecer? Ou o Washington vai segurar a primeira escolha mesmo? Eu tô na torcida para ver esse drama todo se desenrolar até junho!

  • AJ Dybantsa vai abandonar o Celtics: ‘Último ano sendo fã’

    AJ Dybantsa vai abandonar o Celtics: ‘Último ano sendo fã’

    Cara, imagina só a ironia dessa história. AJ Dybantsa, o cara que deve ser a primeira escolha do Draft 2026, cresceu torcendo pro Celtics em Massachusetts e agora vai ter que abandonar o time do coração.

    “Este é meu último ano sendo fã do Celtics”, disse o garoto de 2,06m no Combine da NBA em Chicago essa semana. “Vou ser draftado este ano, então… quer dizer, ainda pode estar em mim, mas definitivamente não vou torcer tanto.”

    Mano, que situação mais louca. O moleque cresceu em Brockton, Massachusetts, vendo os jogos do Celtics, sonhando um dia jogar na NBA, e agora pode muito bem ser escolhido pelo Washington Wizards com a primeira pick geral.

    De fã a rival?

    E olha só que plot twist absurdo: se ele for mesmo pro Wizards, vai jogar na mesma conferência que o Celtics. Ou seja, de torcedor virou possível rival. A última vez que Washington chegou longe nos playoffs, inclusive, foi eliminado justamente pelo Boston numa série que foi até o jogo 7 em 2016-17.

    Na temporada passada em BYU, o garoto mostrou porque é considerado o prospecto número 1 da sua classe. Médias de 25,8 pontos, 6,9 rebotes e 3,6 assistências, com 50,7% nos arremessos de quadra. Números de monstro, sem dúvida.

    “Significaria muito [ser a primeira escolha]”, disse Dybantsa. “Significaria que todo meu trabalho duro está valendo a pena, e que todas as horas incontáveis e todos os sacrifícios que fiz valeram a pena.”

    Encaixe perfeito em Washington?

    Quando perguntaram sobre como ele se encaixaria nos Wizards, o cara não hesitou nem um segundo. “Obviamente eles têm um armador All-Star [Trae Young] e um pivô All-Star no Anthony Davis. Eles têm Tre Johnson, Will Riley, que são joias. Têm Bub Carrington também.”

    Sinceramente? Esse time de Washington tá montando algo interessante. Trouxeram Young e Davis pra complementar o núcleo jovem, e se conseguirem Dybantsa, pode ser que tenham algo especial nas mãos.

    “Acho que seria um bom núcleo jovem. Posso me encaixar e realmente jogar rápido”, completou o prospecto.

    É claro que ele tem concorrência pesada pela primeira pick. Essa classe de Draft tá recheada de talentos como Darryn Peterson (ex-Kansas), Cameron Boozer (ex-Duke) e Caleb Wilson (ex-North Carolina). Mas pelo que vimos dele em BYU, Dybantsa parece ser a escolha mais segura.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele vai conseguir esquecer a paixão pelo Celtics quando estiver jogando contra eles? Porque uma coisa é certa: deixar de torcer pro time que você amou a vida toda não é nada fácil, mesmo quando você vira profissional.

  • Boozer aposta na cabeça pra ser o número 1 do Draft

    Boozer aposta na cabeça pra ser o número 1 do Draft

    Olha, eu sempre acreditei que basquete se joga primeiro na cabeça. E pelo jeito, Cameron Boozer entendeu essa lição muito bem. O pivô do Duke chegou no Combine da NBA ontem falando grosso sobre suas chances de ser o primeiro escolhido do Draft — e a justificativa dele me impressionou.

    “Acho que é minha mente, com certeza”, disse Boozer pros repórteres quando perguntaram o que ele traz pra NBA. “Minha leitura de jogo é elite. Minha competitividade, minha vontade de vencer, acho que essas são as maiores coisas que vão se traduzir.”

    Cara, isso é exatamente o que você quer ouvir de um prospecto. Não foi papo de estatística ou físico — foi inteligência de jogo.

    A briga pelo topo tá insana

    Boozer tá disputando a primeira escolha com mais três monstros: AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Caleb Wilson. O Washington Wizards tem a primeira pick, seguido por Jazz, Grizzlies e Bulls. Sinceramente? Qualquer um desses quatro pode ir primeiro.

    Mas os números do Boozer falam por si só. O cara teve o maior PER entre todos os prospectos elegíveis pro Draft: 34.7. Pra vocês terem ideia, o segundo colocado foi Wilson com números bem menores. Em Duke, Boozer mandou médias de 22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.1 assistências.

    Essas assistências me chamam atenção — um pivô que distribui mais de 4 por jogo não é comum. Mostra exatamente essa visão de jogo que ele tá falando.

    Por que a inteligência faz diferença

    Olha, já vi muito atleta físicamente absurdo se perder na NBA por não ter cabeça. A liga é rápida demais, inteligente demais. Você precisa processar informação numa velocidade insana.

    Boozer vem de uma família que entende de basquete — o pai dele, Carlos, jogou 13 anos na NBA. Essa vivência conta muito. E pelo que vi em Duke, o garoto realmente tem uma leitura diferenciada pra idade dele.

    Claro que físico e técnica importam. Mas se o cara consegue pensar o jogo dois lances à frente? Isso não tem preço na NBA atual.

    E aí, vocês acham que essa aposta na inteligência vai dar certo pro Boozer? Ou preferem um prospecto mais físico pra primeira escolha?

  • AJ Dybantsa quebra silêncio sobre reação viral no Draft da NBA

    AJ Dybantsa quebra silêncio sobre reação viral no Draft da NBA

    Olha, vocês lembram da cara de paisagem que o AJ Dybantsa fez quando os Wizards ganharam a loteria do Draft? Pois então, o moleque finalmente falou sobre aquela reação que virou meme na internet toda.

    “Eu literalmente não tive reação nenhuma, e o pessoal arruma um jeito de dizer que eu não queria ser escolhido por eles. Mas eu queria sim”, disse Dybantsa durante o Combine da NBA. E sinceramente? Eu acredito nele. Às vezes a gente fica sem reação mesmo quando acontece algo muito importante.

    Vestindo a camisa do profissionalismo

    Uma coisa que me chamou atenção foi ele aparecer de terno completo — terno xadrez cinza, camisa azul escura, gravata. Enquanto a maioria dos caras chega de moletom e tênis, o garoto estava parecendo que ia fechar negócio no Faria Lima.

    “Nunca tive um emprego antes. Comecei a levar o basquete a sério quando tinha 13 anos. Mas isso aqui é tipo minha primeira entrevista de emprego. Meu pai falou: ‘Cara, essa é sua entrevista. Então vai profissional, vai de terno’”, explicou.

    E o pai dele tem razão, né? O moleque de 18 anos tá disputando ser a primeira escolha do Draft. É literalmente a entrevista de emprego mais importante da vida dele.

    Rodada de reuniões com os times

    Até quarta-feira, AJ já tinha se encontrado com Wizards, Jazz, Grizzlies, Bulls, Clippers, Hawks e Mavericks. Basicamente uma maratona de convencimento para mostrar que ele é o cara.

    E quando perguntaram por que deveria ser a primeira escolha, a resposta foi direta: “Acho que consigo marcar do 1 ao 4, jogar do 1 ao 4. Jogo do jeito certo. Mas sou super empolgante como jogador, explosivo. Eu encho estádio”.

    Cara, essa confiança é absurda — mas é exatamente isso que você quer ouvir de um possível número 1 do Draft, não acham? O garoto sabe que tem talento e não tem medo de falar sobre isso.

    Agora é esperar pra ver se Washington vai mesmo cravar nele ou se vai rolar alguma surpresa. Mas uma coisa é certa: depois dessa explicação, aquela cara sem expressão faz muito mais sentido. Às vezes o choque é tão grande que a gente só congela mesmo.

  • Quem vai ser o primeiro pick? Os 4 monstros do Draft 2026

    Quem vai ser o primeiro pick? Os 4 monstros do Draft 2026

    Cara, que Draft vai ser esse de 2026! Estamos falando de quatro caras que são simplesmente absurdos: Darryn Peterson, AJ Dybantsa, Cameron Boozer e Caleb Wilson. E o mais louco? Qualquer um deles pode ser o primeiro pick.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall em 2010. Imagina a pressão? O time fez uma temporada horrorosa (17-65), mas pode estar prestes a mudar completamente de patamar.

    A rivalidade épica que virou lenda

    Olha, eu tenho que contar essa história porque é surreal. Peterson e Dybantsa já se enfrentaram no ensino médio num jogo que entrou pra história do basquete americano. O Peterson fez 58 pontos pelo Prolific Prep e acertou a bola de 3 da vitória nos segundos finais. O Dybantsa? 49 pontos pelo Utah Prep.

    “Se você estava nesse jogo, provavelmente é uma memória central de toda sua experiência assistindo basquete”, disse o próprio Dybantsa. E ele tá certo — imaginem presenciar isso ao vivo!

    O louco é que eles se reencontraram na faculdade quando Kansas bateu BYU. Peterson fez 18, Dybantsa 17. A rivalidade continua, né?

    Cameron Boozer: DNA de campeão

    Filho do Carlos Boozer (lembram dele no Bulls?), Cameron foi eleito o melhor jogador universitário do país pela AP. Os números são de monstro: 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo, empatado na liderança nacional com 22 double-doubles.

    “Para mim, é sobre encontrar a situação certa”, disse Boozer. E faz sentido — o cara entende que onde você é draftado pode definir toda sua carreira. Imaginem ele no Bulls como o pai? O próprio Carlos “adoraria” ver o filho em Chicago.

    Wilson e as lesões que assombram

    Caleb Wilson tava tendo uma temporada dominante (19.8 pontos, 9.4 rebotes) quando quebrou a mão esquerda. Voltou, treinou um pouco e… quebrou o polegar direito num treino sem contato. Que azar, bicho!

    Mas ele garante que tá 100%: “Vão ter um vencedor”, disse. “Alguém dedicado à franquia, que vai mudar a cidade para melhor.” Gosto dessa confiança.

    E Peterson? O cara foi hospitalizado por câimbras no corpo todo antes da temporada e perdeu 11 jogos por várias lesões. Mas quando jogou, foi absurdo: 20.2 pontos convertendo 38.2% das bolas de 3 em apenas 24 jogos.

    Sinceramente, qualquer um desses quatro pode revolucionar uma franquia. O Wizards tem uma decisão difícil pela frente — e nós vamos acompanhar cada segundo dessa escolha. Vocês acham que o Dybantsa vai mesmo em primeiro? Eu tenho minhas dúvidas…

  • Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Galera, eu tô aqui acompanhando o Combine da NBA em Chicago e vocês não vão acreditar no que tô ouvindo pelos corredores. Sabe aquela história de que o AJ Dybantsa seria primeira escolha absoluta do Washington? Pois é, não é bem assim.

    Quando saiu o resultado da loteria no domingo, todo mundo — e eu digo TODO MUNDO — botou o Dybantsa direto pro Wizards na posição #1. Parecia mais garantido que morte e imposto. Mas conversando aqui com scouts, a coisa não tá tão amarrada quanto parecia.

    A bomba que ninguém esperava

    Um scout de outro time da loteria foi direto ao ponto quando perguntei se considerava a escolha do Dybantsa pelo Washington uma certeza: “Absolutamente não. Ficamos surpresos que a transmissão fizesse parecer algo tão óbvio”.

    Cara, isso me pegou de jeito. E olha que não é qualquer pessoa falando — é gente que tá lá dentro, que sabe das coisas.

    O próprio Dybantsa deu uma cutucada na noite da loteria, falando que tava aberto pra fazer workout com mais times (dois, pra ser exato). E aqui que a coisa fica interessante…

    Utah no coração

    O papo que mais rola aqui em Chicago é que o Dybantsa quer mesmo é ficar em Utah. Faz sentido, né? O cara já tá lá há dois anos — um no Utah Prep, outro em Provo na BYU. A família dele se mudou pra lá e gostaram do lugar.

    Agora me diz: será que a gente vai ver aquelas “pegadinhas” de workout onde o jogador simplesmente se recusa a treinar pro time que tem a primeira escolha? O próprio Wizards já fez isso recentemente com Alex Sarr e — pasmem — com Ace Bailey, que ironicamente tá justamente em Utah agora.

    Sinceramente, eu acho que se rolar alguma troca entre as posições 1 e 2, vai ter que partir do pessoal do Dybantsa. Utah provavelmente não vai ser o primeiro a ligar pro Washington oferecendo troca.

    Mas ó, até o final de terça-feira os boatos meio que esfriaram. O pessoal do Dybantsa indicou que não tão interessados nessa jogada política toda, mesmo preferindo Utah.

    E o que rola na segunda posição?

    Se o Dybantsa realmente for pro Washington, o Jazz pega quem na segunda? A maioria aqui fala do Darryn Peterson, armador do Kansas. E olha, tem uma coincidência interessante: Carlos Boozer (pai do Cameron Boozer que pode ser a terceira escolha) trabalha como scout pro Utah.

    Peterson faz todo sentido pro elenco atual do Jazz. E tem gente aqui sussurrando que alguns dentro da organização podem até considerar ele melhor jogador que o Dybantsa. Os Ainge (Danny e Austin) sempre acompanharam os principais prospects desde o colegial, então conhecem bem o jogo do Peterson antes dos problemas de disponibilidade dessa temporada.

    E aí, vocês acham que o Dybantsa vai mesmo tentar forçar uma troca pra Utah ou vai acabar no Wizards mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai acabar.

  • Jazz pode trocar tudo pelo pick #1 e pegar AJ Dybantsa no Draft

    Jazz pode trocar tudo pelo pick #1 e pegar AJ Dybantsa no Draft

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que temporada de Draft é igual novela — nunca falta drama. E o maior boato rolando por aí agora? O Utah Jazz pode estar disposto a dar qualquer coisa pro Washington Wizards pra trocar de posição no Draft 2026 e pegar AJ Dybantsa com a primeira escolha.

    Ryan Smith, dono do Jazz, não tá brincando em serviço quando o assunto é Dybantsa. Em entrevista pro Deseret News, o cara foi direto: “tudo deve estar na mesa” quando perguntaram se ele toparia negociar pra subir da segunda pra primeira posição. Monstro.

    A conexão Utah faz todo sentido

    E convenhamos, faz total sentido essa obsessão do Jazz pelo garoto. Dybantsa não é qualquer um — o cara jogou o último ano do ensino médio no Utah Prep e depois brilhou na BYU. É praticamente um filho adotivo do estado. Imagina a pressão (boa) que seria ter esse moleque jogando profissionalmente onde tudo começou?

    “A gente não controla isso”, disse Smith. “Estamos tentando ganhar um campeonato. Então tudo deveria estar na mesa. Austin e Danny (Ainge) também são conhecidos por fazer umas loucuras na noite do Draft.”

    E quando ele fala de “loucuras”, não tá exagerando. Lembram de 2017? Danny Ainge, que hoje tá no Jazz como executivo, estava no Celtics e fez aquela troca histórica — desceu da primeira pra terceira posição, trocou com o Sixers, e no final das contas pegou Jayson Tatum enquanto Philly ficou com Markelle Fultz. Genial.

    Mas calma, não tá garantido nada

    Agora, antes de todo mundo do Jazz começar a sonhar acordado, tem um detalhe importante: Dybantsa no Wizards não é certeza. Diferente do ano passado, quando Cooper Flagg era consenso absoluto pra primeira escolha, esse Draft tá bem mais aberto.

    Um olheiro falou pro Adam Finkelstein da CBS Sports que a ida do Dybantsa pra Washington “absolutamente não” é garantida. “Ficamos surpresos com a transmissão fazer parecer que era algo certo”, disse o cara.

    Sinceramente? Acho que isso deixa tudo ainda mais interessante. Além do Dybantsa, tem nomes como Peterson e Cameron Boozer (sim, filho do Carlos Boozer) na conversa pro pick número um.

    E aí, vocês acham que o Jazz consegue fazer essa troca acontecer? Porque se rolar, vai ser um dos movimentos mais ousados que a gente já viu em Draft da NBA. O Ryan Smith parece disposto a apostar todas as fichas — e olha que ele não é de brincadeira quando quer alguma coisa.

  • GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    Olha, quando você tem a primeira escolha do Draft depois de anos horríveis, cada detalhe importa. E os Wizards podem ter uma vantagem secreta que ninguém estava esperando.

    Will Dawkins, o GM de Washington, conhece AJ Dybantsa desde que o garoto tinha 14 anos. Isso mesmo — cinco anos de relacionamento com a família do cara que pode ser a primeira escolha geral. Ambos são de Massachusetts, e essa conexão pode fazer toda a diferença na decisão mais importante da franquia em anos.

    A conexão que pode mudar tudo

    “Esse cara tem um carisma único”, falou Dawkins no Combine da NBA. “Ele tem uma confiança especial. Conseguiu elevar seu jogo em cada nível que chegou.” E cara, quando você vê as estatísticas do moleque, entende o porquê dessa empolgação.

    Dybantsa liderou o país em pontuação como calouro — 25,5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento. Um cara de 2,03m que sabe pontuar, defender e ainda arma jogadas para os companheiros. É praticamente um unicórnio no basquete moderno.

    Wizards precisam acertar dessa vez

    Vamos ser honestos: Washington venceu apenas 50 jogos nas últimas três temporadas. Cinquenta! O Thunder, atual campeão, ganhou mais que isso só na última temporada. A situação é desesperadora, mas com Anthony Davis e Trae Young agora no elenco (se conseguirem ficar saudáveis), existe uma luz no fim do túnel.

    Sinceramente acho que essa conexão pessoal entre Dawkins e Dybantsa não é coincidência. No basquete, relacionamentos importam tanto quanto talento. Quando você conhece a família de um jogador há anos, você entende muito mais do que números podem mostrar.

    O GM vai ter cinco semanas para pesquisar a fundo todos os candidatos, mas convenhamos — ele já tem uma vantagem considerável com Dybantsa. E vocês, acham que essa história pessoal vai pesar na decisão final? Porque eu tenho a impressão de que os Wizards já sabem exatamente o que querem fazer com essa escolha.

  • Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Gente, saíram as medidas oficiais dos três primeiros do Draft da NBA no Combine e cara… confirma tudo que a gente já imaginava sobre esses monstros. AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Cam Boozer não decepcionaram nem um pouco.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall lá em 2010. E olha, que sorte a deles, porque esse top 3 é de dar inveja em qualquer franquia.

    Dybantsa: o ala perfeito para a NBA

    O cara do BYU veio com 2,03m descalço e 98kg. Envergadura? 2,13m. Alcance em pé? Absurdos 2,69m. Na minha opinião, essas são exatamente as medidas que você quer ver num ala moderno da NBA. Não é à toa que todo mundo fala dele como consenso para primeira pick.

    Jonathan Givony, que é referência no Draft Express, falou que são “dimensões de elite para um ala da NBA”. E tá certo, né? Com esse físico, o garoto consegue jogar de 2 até 4 sem problema nenhum.

    Peterson e Boozer: complementos perfeitos

    O armador do Kansas, Darryn Peterson, veio com 1,94m e 90kg — mas olha só a envergadura: 2,06m! Cara, isso é coisa de maluco para um armador. Com esse alcance, ele consegue roubar bola e defender alas pequenos numa boa. Givony chamou de “ferramentas físicas de elite”, e eu concordo totalmente.

    Já o Cameron Boozer, que todo mundo conhece por causa do pai (Carlos Boozer era um monstro), chegou nos 2,03m e 115kg. A surpresa boa foi o alcance de 2,74m — isso abre possibilidade dele jogar até de pivô pequeno quando necessário. Duke sempre produz jogadores prontos para a NBA, e esse não vai ser exceção.

    Sinceramente? Qualquer um desses três vai dar certo na NBA. O físico tá ali, o talento todo mundo já viu na faculdade. Agora é só escolher quem encaixa melhor em cada sistema.

    E aí, quem vocês acham que os Wizards vão escolher? Na minha visão, tanto faz — qualquer um desses três vai ajudar muito Washington a sair dessa fase ruim.