Tag: Washington Wizards

  • Wizards levam sapatada dos Bulls: 129-98 em casa mesmo

    Wizards levam sapatada dos Bulls: 129-98 em casa mesmo

    Olha, eu já esperava que ia ser feio, mas 129 a 98? Em casa? Os Wizards conseguiram transformar o Capital One Arena numa casa de horrores ontem à noite contra o Chicago Bulls.

    A coisa começou até equilibrada — Washington chegou a abrir uma pequena vantagem no comecinho. Mas aí os Bulls resolveram que não era dia pra brincadeira. Acertaram 54% dos arremessos no primeiro quarto e fizeram 38 a 18. Pronto, era só questão de administrar o resto do jogo.

    Coulibaly tentou, mas não deu

    No meio dessa tragédia toda, Bilal Coulibaly pelo menos mostrou que tá vivo. 19 pontos do francês, que continua sendo uma das poucas coisas boas dessa temporada dos Wizards. Juju Reese também deu as caras com um double-double honesto: 17 pontos e 11 rebotes.

    Do lado dos Bulls, Rob Dillingham mandou 26 pontos e basicamente fez o que quis em quadra. Sinceramente, quando um time acerta mais da metade dos arremessos logo no primeiro período, você já sabe como a história vai terminar.

    Pelo menos tem o Draft…

    Tá, a derrota foi feia mesmo, mas tem um lado positivo nisso tudo (se é que dá pra chamar de positivo). Os Wizards vão manter a pick protegida do Draft de 2026! Com essa campanha desastrosa, pelo menos Washington vai ter munição pra tentar se reforçar na próxima temporada.

    E o pior? Ainda tem mais um jogo contra esses mesmos Bulls na quinta-feira, às 20h (horário de Brasília), no mesmo Capital One Arena. Vocês acham que vai ser diferente? Eu tenho minhas dúvidas…

    Essa temporada dos Wizards tá sendo um teste de paciência pra torcida. Pelo menos o tank tá funcionando direitinho pro Draft. É isso que sobra quando seu time perde de 31 pontos em casa.

  • Bulls quebram jejum humilhando os Wizards após demitir a cúpula

    Bulls quebram jejum humilhando os Wizards após demitir a cúpula

    Olha, eu não esperava isso mas… às vezes uma demissão na diretoria funciona mesmo como terapia de choque. Os Bulls acabaram com um jejum de 7 derrotas seguidas ontem à noite, massacrando os Wizards por 129-98 em Washington. E cara, foi um massacre mesmo.

    Rob Dillingham teve a noite da vida dele, cravando 26 pontos — recorde na carreira do garoto. Patrick Williams também resolveu aparecer pro jogo com 20 pontos, assim como Tre Jones que ainda distribuiu 9 assistências. Quando três caras diferentes explodem assim no mesmo jogo, você sabe que o time tava precisando desabafar.

    A mudança na direção surtiu efeito?

    Na segunda-feira, os Bulls demitiram Arturas Karnisovas e Marc Eversley — o famoso presidente de operações e o GM. Primeiro jogo depois disso? Vitória por 31 pontos de diferença. Coincidência? Eu acho que não.

    O time de Chicago tava numa situação bizarra: eram 23-22 lá em janeiro, ou seja, brigando por playoff. Daí despencaram e perderam 27 dos últimos 34 jogos. Sinceramente, demitir alguém era questão de tempo mesmo.

    Agora o CEO Michael Reinsdorf já saiu falando que quer manter o técnico Billy Donovan pra próxima temporada. Faz sentido — o cara pelo menos conseguiu essa reação imediata do time.

    Wizards fazendo tanking descarado

    Do outro lado, os Wizards nem disfarçam mais que tão jogando pelo pior recorde da liga. Escalaram dois caras com contratos two-way (Juju Reese e Leaky Black) de titulares, junto com Anthony Gill que normalmente nem sai do banco.

    Bilal Coulibaly, que é praticamente o único cara interessante que sobrou no time, fez 19 pontos. Reese teve um double-double com 17 pontos e 11 rebotes — pelo menos o garoto aproveitou a chance.

    Mas olha o cenário: Washington perdeu 23 dos últimos 24 jogos. Vinte e três! Isso não é azar não, gente. É projeto mesmo.

    E aí, vocês acham que os Bulls conseguem embalar agora ou foi só um alívio momentâneo depois da demissão? Quinta-feira tem jogo de volta entre os dois times, vai ser interessante ver se Chicago confirma ou se volta pro buraco.

  • Bulls favoritos contra os Wizards, mas será que vale a pena?

    Bulls favoritos contra os Wizards, mas será que vale a pena?

    Olha, eu vou falar uma coisa: ver Bulls e Wizards jogando nessa altura do campeonato é quase como assistir um jogo de veteranos no fim de semana. Os dois times estão numa situação bem complicada na temporada, mas ainda assim pode rolar um jogaço interessante na Capital One Arena.

    Os Bulls chegam com 29-49 na temporada e numa sequência terrível de sete derrotas consecutivas. A última foi uma surra de 120-110 para os Suns no domingo, e sinceramente, deu até dó de ver. Do outro lado, os Wizards estão ainda pior, com 17-61 no geral e seis derrotas seguidas. É aquela situação onde você não sabe quem quer menos perder, né?

    Desfalques pesam nos dois lados

    E aí que a coisa fica interessante (ou não). Chicago vai jogar sem Matas Buzelis (doença), Josh Giddey (posterior da coxa), Nick Richards (cotovelo) e Anfernee Simons (punho). Cara, é meio time inteiro no departamento médico! Já Washington não terá Kyshawn George (cotovelo), Alex Sarr (dedo do pé) e – pasmem – Trae Young (coxa).

    Espera aí, Trae Young nos Wizards? É, galera, essa notícia é de 2026 e aparentemente muita coisa mudou na liga. O que me deixa ainda mais curioso pra saber como essa temporada futura está rolando.

    As apostas dizem o quê?

    Os Bulls entram como favoritos por 6.5 pontos, o que até faz sentido considerando que estão um pouco menos pior que Washington na temporada. O over/under está em 250.5 pontos totais, o que me parece alto demais pra dois times que estão claramente sem ritmo.

    Na minha visão, essa é daquelas partidas onde você torce mais pela qualidade do jogo do que necessariamente pelo resultado. Ambos os times têm potencial pra surpreender – ou decepcionar completamente, dependendo do seu ponto de vista.

    Leonard Miller aparece como a esperança dos Bulls pra marcar uns 22.5 pontos, enquanto Will Riley deve liderar os Wizards com 16.7. Nomes que ainda não conhecemos direito, mas que em 2026 aparentemente estarão movimentando a liga.

    Vocês acham que vale a pena apostar no under? Com tantos desfalques dos dois lados, pode ser que o jogo seja mais truncado do que o esperado. Mas aí, né – sempre tem aquele jogador que resolve aparecer do nada e fazer 30 pontos.

  • Nets vencem Wizards numa batalha épica pelo último lugar

    Nets vencem Wizards numa batalha épica pelo último lugar

    Olha, eu sei que você tá pensando: “um jogo entre Nets e Wizards em abril, sério?”. Mas cara, esse 121-115 de domingo foi bem mais emocionante do que deveria ser. E o melhor? Foi uma verdadeira guerra pela primeira pick do Draft!

    Nolan Traore simplesmente decidiu que ia ser protagonista. Cinco bolas de três convertidas, 23 pontos no placar e ainda distribuiu 7 assistências. O cara tá jogando como se fosse estrela — e quem sabe não é mesmo? Jalen Wilson também apareceu com 19 pontos numa partida que os Nets precisavam muito vencer.

    A matemática cruel da tankagem

    Vamos falar do elefante na sala: os Wizards (17-61) ainda lideram essa “corrida” pelo pior recorde, com duas vitórias a mais que os Nets (19-59). Indiana aparece ali no meio com 18-58, mas o foco mesmo tá nesses dois times que se enfrentaram ontem.

    Washington perdeu seis seguidas e absurdos 22 dos últimos 23 jogos. Sabe o que é mais impressionante? Eles haviam tomado 305 pontos COMBINADOS nos dois jogos anteriores — 153 pro Philadelphia e 152 pro Miami. Mano, isso é desespero defensivo ou genialidade da tankagem?

    Will Riley continua voando

    Pelo lado dos Wizards, Will Riley segue impressionando. Depois dos 31 pontos contra o Heat no sábado, o cara cravou 30 ontem. Jamir Watkins ajudou com 20, e Julian Reese fez um double-double nervoso: 17 pontos e 16 rebotes.

    O final foi tenso pra caramba. Com 3min50 restando, Watkins acertou uma bomba de três que colocou Washington na frente por quatro. Aí os Nets responderam com um 8-0 devastador, culminando numa bandeja do Traore que virou o jogo: 109-105.

    Leaky Black ainda tentou diminuir com um arremesso do perímetro, mas Wilson e Traore acertaram duas bolas de três consecutivas que definiram tudo. Trevon Scott selou com uma bandeja: 117-108 faltando 42 segundos.

    E aí, vocês acham que os Nets conseguem “alcançar” os Wizards na reta final? Sinceramente, por mais estranho que pareça, essa pode ser uma das corridas mais importantes da temporada — só que pelo motivo errado!

  • Wizards quase estraga o tanque contra o Nets, mas perde do jeito certo

    Wizards quase estraga o tanque contra o Nets, mas perde do jeito certo

    Cara, que jogo bizarro foi esse entre Wizards e Nets. Quando vi as escalações, já sabia que ia ser uma dessas partidas que só quem gosta MUITO de basquete aguenta até o final. Dois times claramente fazendo de tudo pra perder, mas mesmo assim rolou uma partida até que divertida.

    A situação tava tão surreal que Washington tinha apenas OITO jogadores disponíveis. Oito! E mesmo assim quase conseguiu estragar todo o plano de tanque quando virou uma desvantagem de 17 pontos no primeiro período e chegou a liderar no último quarto.

    Sorte que o Brooklyn “acordou” nos minutos finais com uma sequência de 20-10 e entregou a derrota pros Wizards. Ufa! Tank mission accomplished.

    Will Riley brilhando no vazio

    O garoto Will Riley foi o destaque do Washington com 30 pontos. Olha, não vou mentir — foi legal ver ele atacando uma defesa que tava focada em pará-lo. Cometeu quatro turnovers, mas tá aprendendo. Teve até uns arremessos malucos, incluindo um que bateu no topo do backboard enquanto recebia falta e caindo fora da quadra, e uma bola de três que entrou no capricho. Conta tudo mesmo!

    JuJu Reese mais uma vez dominou no rebote contra um time sem pivô de verdade — 16 rebotes em 44 minutos de quadra. O cara é uma máquina no garrafão quando não tem resistência séria pela frente.

    Tanque honesto dos dois lados

    Sinceramente, foi engraçado ver como os dois técnicos estavam claramente priorizando desenvolvimento ao invés de vitórias. Brian Keefe mal colocou Sharife Cooper e Jaden Hardy pra jogar, mesmo com o elenco super reduzido.

    Do lado do Brooklyn, Nolan Traore mostrou que é rapidinho e parece estar evoluindo no arremesso. Chaney Johnson também deu uns flashes interessantes. Mas vamos ser honestos — não dá pra tirar muitas conclusões de uma partida dessas com tão pouco talento NBA real em quadra.

    E vocês, acham que esses jogos de tanque descarado são ruins pro espetáculo ou é interessante ver os jovens ganhando minutos? Eu tenho que admitir que me diverti assistindo, mesmo sabendo que nenhum dos dois queria ganhar de verdade. Restam só quatro jogos na temporada — a reta final do tanque tá chegando!

  • Nolan Traoré explode com 23 pontos e Nets vencem os Wizards

    Nolan Traoré explode com 23 pontos e Nets vencem os Wizards

    Cara, que noite do Nolan Traoré! O garoto simplesmente resolveu destruir os Wizards ontem, marcando 23 pontos e distribuindo 7 assistências na vitória do Brooklyn Nets por 121-115. E o melhor de tudo? Acertou cinco bolas de três. CINCO!

    Sinceramente, eu não esperava muito dessa partida. Os dois times estão brigando pra ver quem termina pior na temporada — os Wizards com 17-61 e os Nets com 19-59. É aquela briga pelo tanking mesmo, sabe? Mas o Traoré não tava nem aí pra isso e decidiu jogar bola de verdade.

    Show de horrores dos Wizards continua

    Os Wizards tão numa situação absurda. Perderam seis jogos seguidos e 22 dos últimos 23. Vinte e dois de vinte e três, gente! Nos últimos dois jogos, levaram uma surra histórica: perderam por 153-131 pro Philadelphia e 152-136 pro Miami. Somando os dois jogos, tomaram 305 pontos. Trezentos e cinco!

    Will Riley até tentou ajudar com 30 pontos (depois de fazer 31 no jogo anterior), Jamir Watkins fez 20 e Julian Reese cravou um double-double com 17 pontos e 16 rebotes. Mas não adiantou nada.

    Nets acordaram na reta final

    O jogo tava equilibrado mesmo. Os Wizards chegaram a abrir quatro pontos de vantagem faltando 3min50s, com uma bola de três do Watkins. Aí que o Brooklyn mostrou que ainda tem um pouco de orgulho.

    Partiram pra cima com tudo: 8-0 de parcial que culminou numa bandeja do Traoré que colocou eles na frente por 109-105. A partir daí, foi só administrar. Jalen Wilson (19 pontos) e o próprio Traoré acertaram bolas de três consecutivas que praticamente definiram a parada.

    Pra vocês terem uma ideia do desespero dos dois times, o Brooklyn havia vencido apenas uma vez nos últimos 14 jogos. Uma em catorze! Mas ontem foi noite de quebrar o jejum.

    E aí, quem vocês acham que vai terminar com as melhores chances no draft? Os Wizards ainda lideram essa “corrida” com dois jogos a menos de vitórias, mas o Indiana Pacers tá ali na cola com 18-58. Vai ser uma reta final emocionante… pro tanking!

  • Jaquez faz 32, Ware bloqueia 7 e Heat atropela Wizards por 152-136

    Jaquez faz 32, Ware bloqueia 7 e Heat atropela Wizards por 152-136

    Cara, que show o Miami Heat fez ontem contra o Washington! 152-136 — e olha que nem foi tão apertado quanto o placar sugere. O Jaime Jaquez Jr. simplesmente resolveu o jogo com 32 pontos antes de sair correndo pro aeroporto. Por quê? O maluco ia assistir a final do basquete feminino universitário porque a irmã dele, Gabriela, joga pela UCLA. Família é família, né?

    Mas o verdadeiro monstro da noite foi o Kel’el Ware. 24 pontos, 19 rebotes e — segurem-se — 7 tocos! Sete! O cara virou uma muralha no garrafão. Sinceramente, não lembro da última vez que vi um pivô dominar assim dos dois lados da quadra.

    Bam não precisou repetir os 83 pontos

    Lembram do jogo passado entre esses times quando o Bam Adebayo fez 83 pontos? Pois é, dessa vez ele “só” fez 14. Logo no primeiro ataque já veio tripla marcação — óbvio, né? Mas mesmo assim contribuiu com 9 rebotes e 7 assistências. O Andrew Wiggins também apareceu bem com 21 pontos.

    A coisa mais impressionante? O Heat chegou aos 150 pontos pela terceira vez na história da franquia. E duas dessas três vezes foram contra esses coitados do Washington. Deve ser trauma já.

    Wizards seguem na mesma sina

    Do lado dos Wizards, o Will Riley até tentou com 31 pontos, mas não teve jeito. O time chegou às 60 derrotas pela terceira temporada seguida. Cara, é de dar dó. O Sharife Cooper ainda colaborou com 20, mas quando você toma 35 pontos de diferença em alguns momentos do jogo, não tem muito o que fazer.

    Achei massa a história do Jaquez correndo pra Phoenix pra torcer pela irmã. O Spoelstra até comentou sobre como a família se apoia. “É lindo de ver”, disse o técnico. E realmente é — no meio de toda essa correria da NBA, o cara não esquece da família.

    O Heat ainda fez uma homenagem pro Michael Baiamonte, locutor que tá se aposentando depois de 35 anos. O cara viu três títulos, várias finais… deve ter sido emocionante mesmo.

    E aí, vocês acham que esse Heat pode incomodar nos playoffs? Com o Ware jogando assim e o Jaquez em boa fase, qualquer coisa pode acontecer.

  • Wizards levam sacolada HISTÓRICA do Heat: 152 a 136!

    Wizards levam sacolada HISTÓRICA do Heat: 152 a 136!

    Cara, eu já vi muito time ruim de defesa na NBA, mas o que os Wizards fizeram ontem em Miami foi de outro mundo. 152 pontos sofridos! CENTO E CINQUENTA E DOIS!

    Vocês lembram que há poucos dias o Philadelphia tinha feito 153 nos caras? Pois é, o Heat quase bateu essa marca também. No intervalo já eram 77 pontos — se mantivessem o ritmo, chegariam nos 154. Absurdo.

    Defesa? Que defesa?

    O terceiro quarto foi um pesadelo total: 45 pontos sofridos em 12 minutos. Sinceramente, eu não sei o que o técnico fala no vestiário, mas claramente não tá adiantando muito. Com 6 minutos pro fim, o placar mostrava 140 a 118 pro Heat.

    A única coisa que salvou os Wizards de uma humilhação ainda maior foi conseguirem limitar Miami a “apenas” 30 pontos no último período. Imaginem se não conseguissem nem isso…

    Will Riley brilhou no meio do caos

    No meio dessa bagunça toda, Will Riley foi praticamente o único que apareceu de verdade. O cara fez 31 pontos em 37 minutos, acertando 12 de 17 arremessos de quadra. Plus/minus de apenas -3 num jogo que o time perdeu por 16? Monstro!

    Sharife Cooper e Jamir Watkins também aproveitaram o garbage time pra mostrar serviço — 20 e 14 pontos respectivamente, ambos acertando bolas de três. Pelo menos teve isso né.

    Jaquez Jr. candidato a 6º homem?

    Do lado do Heat, Jaime Jaquez Jr. saiu do banco e meteu 32 pontos em 32 minutos. Trinta e dois em trinta e dois! Esse garoto tá pedindo passagem pro prêmio de melhor sexto homem da temporada, hein?

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que os Wizards conseguem melhorar essa defesa ou vai ser assim o resto da temporada? Porque do jeito que tá, qualquer time vai fazer festa contra eles.

    Próximo jogo é amanhã em Brooklyn. Será que os Nets também vão aproveitar pra fazer a festa?

  • Will Riley tá destruindo e o Wizards… perdendo de goleada de novo

    Will Riley tá destruindo e o Wizards… perdendo de goleada de novo

    Cara, vou ser sincero com vocês: assistir o Washington Wizards hoje em dia é tipo ver um acidente de carro em câmera lenta. Você não consegue desviar o olhar, mas também não dá pra gostar do que tá vendo.

    Na derrota de ontem pro Miami Heat por 16 pontos (que na real foi uma surra de 35 pontos disfarçada no final), o Wizards permitiu mais de 150 pontos pelo segundo jogo consecutivo. Sim, vocês leram certo — mais de 150 pontos. Duas vezes seguidas!

    Will Riley continua sendo um monstro

    Mas olha, se tem uma coisa que tá me deixando empolgado nessa temporada de sofrimento é o Will Riley. O moleque simplesmente não para de impressionar. Ontem foram 31 pontos com 12/17 nos arremessos e ainda roubou 5 bolas. Absurdo!

    O mais legal é que ele tá pontuando de todas as formas possíveis: jogada individual criando espaço, finalizando por cima dos grandões, atacando o garrafão e acertando de fora. Tem uma jogada específica no primeiro quarto que mostra a qualidade técnica do cara — ele recebe na lateral com marcação grudada e na mesma hora gira, arranca e faz a bandeja. Decisão instantânea, sem dar tempo pro help chegar.

    Sinceramente, Riley tá jogando num nível que eu não esperava ver tão cedo. O garoto tem apenas 19 anos e já tá carregando esse time nas costas.

    O resto do time pelo menos tentou

    Justin Champagnie teve um double-double discreto com 12 pontos e 10 rebounds em apenas 21 minutos. O maluco levou três tocos do Kel’el Ware (que tá virando uma máquina de bloquear arremesso), mas ainda assim acertou 4 de 9 do campo.

    Sharife Cooper contribuiu com 20 pontos e 7 assistências, enquanto JuJu Reese pegou 9 rebounds em só 11 minutos de jogo. Pelo menos alguns caras tão tentando, né?

    Mas vamos falar sério — como que você vai dar 100% sabendo que o time QUER perder? Todo mundo sabe que Washington tá mirando uma boa posição no Draft, e isso fica óbvio demais em quadra às vezes.

    As coisas que me deixam maluco

    Uma coisa que não entra na minha cabeça: por que diabos o Wizards insiste em tentar jogadas individuais contra o Bam Adebayo e o Davion Mitchell? Cara, esses dois são uns dos melhores defensores da liga nessas situações! Mitchell não é apelidado de “Off-Night” à toa.

    E outra — esse negócio de pegar o rebote e já meter um arremesso sem passar a bola pra ninguém me irrita profundamente. Beleza, numa transição rápida um chute de três faz sentido. Mas no meio-quadra, com a defesa organizada? Vamos trabalhar a bola, pessoal!

    Pelo menos teve alguns momentos bacanas. O Bilal Coulibaly fez uma jogada linda no segundo quarto, driblando o próprio Adebayo pela esquerda e convertendo uma bandeja espetacular. Ainda tenho esperança nesse moleque.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que Riley vai conseguir manter esse nível absurdo de jogo? Ou será que é só fase? Eu tô começando a sonhar com esse cara sendo nossa estrela do futuro, não vou mentir.

  • Wizards tem só 9% de chance contra o Heat — isso diz tudo

    Wizards tem só 9% de chance contra o Heat — isso diz tudo

    Cara, quando você lê que um time da NBA tem apenas 9% de chance de vencer uma partida, você já sabe que a coisa tá feia. E é exatamente essa a situação do Washington Wizards indo pra Miami enfrentar o Heat neste sábado.

    Olha, eu acompanho NBA há anos, mas essa temporada dos Wizards depois do All-Star Break foi de doer o coração. E o pior? Eles vão entrar em quadra com praticamente um time da G-League por conta das lesões.

    Quando a sala de fisioterapia vira vestiário

    Mano, seria mais fácil listar quem ESTÁ disponível do que quem tá machucado nesse Wizards. A lista de lesionados parece um censo populacional: Bilal Coulibaly, Alex Sarr, Trae Young, Anthony Davis… Pera aí, Anthony Davis? Algo me diz que essa lista tá meio confusa, mas enfim — o ponto é que metade do time tá no departamento médico.

    Do lado do Heat, a situação é bem melhor. Tyler Herro é dúvida, mas convenhamos — mesmo sem ele, Miami tem muito mais peças pra trabalhar.

    Sequência histórica (e triste)

    Sabe o que me deixa mais impressionado? Se não fosse pelo Utah Jazz existir, os Wizards já teriam emplacado uma sequência de 20+ derrotas seguidas. Isso é algo que só quem viveu os piores momentos do nosso basquete consegue entender — quando você torce pra simplesmente não passar vergonha.

    Por outro lado, e aqui vou fazer o papel do otimista, pelo menos os jovens estão ganhando minutos preciosos. Às vezes uma temporada perdida pode ser o trampolim pra algo maior no futuro. Será? Vocês acham que esse desenvolvimento forçado pode dar frutos?

    Nostalgia dos tempos de Beal

    Lembro quando os Wizards conseguiam vencer o Heat em casa com Bradley Beal comandando o ataque. Parece uma era geológica atrás, mas foi só alguns anos. Kyle Lowry ainda estava por lá, o time tinha uma cara completamente diferente.

    Sinceramente, essa partida de sábado às 15h (horário de Brasília) vai ser mais sobre desenvolvimento e preparação pra próxima temporada do que propriamente uma disputa competitiva. O Kaseya Arena pode até dar uma moral pro time visitante — quem sabe um milagre?

    Mas sendo realista: 9% de chance é generosidade. Ainda assim, é NBA — e no basquete qualquer coisa pode acontecer em 48 minutos de jogo.