Tag: Washington Wizards

  • Wizards fazem pegadinha de mal gosto e têm que pedir desculpas

    Wizards fazem pegadinha de mal gosto e têm que pedir desculpas

    Cara, eu pensei que já tinha visto de tudo na NBA, mas os Washington Wizards conseguiram superar todas as expectativas — e olha que não é por causa do basquete, porque nesse quesito eles tão mais perdidos que turista no centro de São Paulo.

    A parada foi assim: no intervalo do jogo contra o 76ers (que eles perderam de 22, óbvio), fizeram uma “pegadinha” de Dia da Mentira que deixou todo mundo constrangido. O esquema era simples — três fãs tentariam fazer uma cesta de meio de quadra vendados, e quem acertasse ganhava 10 mil dólares. Só que tinha um detalhe…

    A pegadinha que deu errado

    Antes dos caras tentarem, o apresentador avisou pra galera fingir que o terceiro cara tinha acertado. Mesmo que errasse. “Quando a bola bater no chão, vocês vão gritar como se ele tivesse ganhado os 10 mil”, disse ele no microfone — tipo, na cara dura mesmo.

    E foi isso que rolou. Os três erraram (surpresa nenhuma, né?), mas quando o terceiro tentou, a galera gritou, os mascotes correram pra abraçar o cara, e entregaram até um cheque de 10 mil pra ele! O coitado tava na nuvem.

    Aí que vem a parte cruel: mandaram ele olhar pro telão pra ver o replay da “cesta”. Quando mostrou que ele tinha errado, o mascote arrancou o cheque da mão dele. Mano, isso foi de uma maldade…

    “Todo mundo tava por dentro da brincadeira”

    Depois da bronca que tomaram nas redes sociais (e foi merecida), os Wizards vieram com aquela clássica: “foi só uma pegadinha, cara”. Segundo eles, todo mundo sabia que era encenação.

    “Pedimos desculpas pela piada de Dia da Mentira que deixou muita gente pensando se enganamos um fã”, disse o time no comunicado. “Todos os participantes estavam por dentro da brincadeira, mas erramos o tom.”

    Olha, sinceramente? Se o cara realmente tava por dentro, tudo bem. Mas a impressão que deu foi de humilhação pública mesmo. E convenhamos, os Wizards já humilham os próprios fãs o suficiente só de jogar basquete.

    O “prêmio de consolação” foi uma camisa autografada e dois ingressos na arquibancada premium pra próxima temporada. Cara, considerando como esse time joga, nem sei se isso é prêmio ou castigo.

    Quando você vai melhorar, Washington?

    Sabe o que seria uma boa pegadinha? Os Wizards ganharem uns jogos. Eles tão caminhando pra terceira temporada consecutiva com menos de 20 vitórias. Não vão pros playoffs desde 2021 e não ganham uma série desde 2017!

    A esperança agora é que as trocas pelo Anthony Davis e Trae Young rendam frutos na próxima temporada. Porque pegadinha de mau gosto os fãs já aguentaram o suficiente — tanto dentro quanto fora de quadra.

    E vocês, o que acham? Foi só uma brincadeira inofensiva ou os Wizards passaram dos limites mesmo?

  • PG explode com 39 pontos e Sixers atropelam Wizards sem Embiid

    PG explode com 39 pontos e Sixers atropelam Wizards sem Embiid

    Cara, quando o Paul George decide que é a noite dele, é melhor todo mundo sair da frente. Ontem à noite foi exatamente isso que aconteceu — PG meteu 39 pontos (recorde pessoal dele pelos Sixers) e literalmente carregou o time nas costas pra destroçar os Wizards por 153-131.

    E olha, não é qualquer vitória não. Com 42-34 no cartel, os Sixers tão na briga direta com Hawks, Magic, Heat e Raptors pela classificação. Cada jogo é uma final agora.

    Show do Paul George

    Mano, o PG tava inspirado mesmo. 15/22 nos arremessos de quadra, mais 6 assistências e 3 roubadas de bola. O cara começou dominando logo de cara com duas cestas de média distância e nunca mais parou. Foi um desses jogos que você vê e pensa: “pô, por que ele não joga assim todo jogo?”

    E não foi só ele não — Maxey também meteu os seus 28 pontos em 12/20 nos chutes, distribuindo 9 assistências. A dupla tá funcionando, galera. Quando esses dois tão afinados assim, dá pra sonhar alto mesmo.

    VJ Edgecombe também merece destaque. O moleque fez 23 pontos com 10/15 nos arremessos e ainda deu 10 assistências. Double-double no capricho! Tá crescendo no momento certo.

    Embiid fora, mas o time funcionou

    Olha, eu confesso que sempre fico com o pé atrás quando o Embiid não joga. Mesmo sendo por doença (e não lesão, graças a Deus), sempre bate aquele nervosismo. Mas ontem o time mostrou que pode funcionar sem o Big Man.

    Johni Broome também tava fora por causa do menisco, então a responsabilidade ficou toda nas mãos dos caras que estavam em quadra. E eles souberam responder.

    Do lado dos Wizards, eles tiveram seis desfalques, incluindo Alex Sarr e Kyshawn George. Anthony Gil foi o cestinha deles com 21 pontos, mas não teve jeito — quando o ataque dos Sixers tá funcionando desse jeito, é difícil acompanhar o ritmo.

    Corrida pelos playoffs esquenta

    Sinceramente, essa vitória veio em boa hora. A conferência leste tá uma loucura e cada vitória pode ser a diferença entre estar dentro ou fora dos playoffs. Com Hawks, Magic e companhia também jogando na mesma noite, era fundamental não vacilar.

    E vocês, acham que os Sixers conseguem manter essa pegada sem o Embiid? Porque uma coisa é certa: se o PG continuar jogando nesse nível e o Maxey mantendo a consistência, esse time pode incomodar muito na pós-temporada. Só não pode relaxar agora!

  • Wizards leva surra histórica: 153-131 pra Philly foi zero defesa

    Wizards leva surra histórica: 153-131 pra Philly foi zero defesa

    Cara, eu já vi muito jogo ruim do Washington Wizards na minha vida, mas o que aconteceu ontem contra o Philadelphia 76ers foi de outro nível. 153-131. Cento e cinquenta e três pontos! Parecia aqueles jogos de videogame quando você coloca no modo fácil só pra se divertir.

    O mais louco é que no primeiro tempo ainda deu pra sonhar. Os Wizards começaram até bem, com Tristan Vukcevic pegando fogo nos primeiros minutos — 10 pontos logo de cara. Mas aí o Paul George resolveu lembrar que ainda joga basquete e meteu 14 no primeiro quarto. Velho, o cara tem 36 anos e ainda consegue fazer isso.

    Anthony Gill teve a noite da vida dele

    No segundo quarto aconteceu uma coisa que eu nunca pensei que ia ver: o banco do Wizards jogou melhor que o time titular. Jamir Watkins e Jaden Hardy começaram um rally de 16-7 que me fez acreditar (por uns 5 minutos) que esse time podia fazer alguma coisa. E o Anthony Gill? Meu amigo, o cara estava INSPIRADO.

    Onze pontos no segundo quarto com três bolas de três. Gill acabou fazendo a melhor partida da carreira: 21 pontos acertando 8 de 9 arremessos! Seis rebotes, seis assistências. Performance completa. Vocês sabiam que ele acabou de atingir os 1.000 pontos na carreira? Merecido demais.

    Will Riley e a enterrada que não salvou nada

    No terceiro quarto, Will Riley fez uma enterrada que foi viral na hora — aquela cravada no Adem Bona foi coisa de maluco. Dezoito pontos no jogo, acertando 8 de 12. Riley tá crescendo a cada jogo, isso é inegável.

    Mas aquela enterrada também marcou o começo do fim pra Washington. Porque logo depois os Sixers simplesmente decidiram que o jogo tinha acabado e partiram pra cima sem dó. 120-103 no final do terceiro, e aí já era.

    Tre Johnson teve uma noite pra esquecer — 8 pontos em 3 de 11 arremessos. E na defesa? George e Tyrese Maxey fizeram o que quiseram com o garoto. Às vezes esquecemos que ele ainda tá aprendendo, né?

    Defesa? Que defesa?

    Sinceramente, assistir esse jogo me deu uma sensação estranha. Por um lado, ver caras como Gill e Riley jogando bem é massa. Por outro, 153 pontos sofridos é surreal. Não tem como ganhar jogo nenhum assim.

    Os Wizards têm uma chance de se redimir no sábado contra o Miami Heat. E olha, depois de uma surra dessas, qualquer coisa que não passe dos 120 pontos sofridos já vai ser progresso. Vocês acham que eles conseguem melhorar essa defesa antes dos playoffs? Porque do jeito que tá, vai ser complicado…

  • Lakers sem Doncic recebem os jovens dos Wizards hoje

    Lakers sem Doncic recebem os jovens dos Wizards hoje

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que o Lakers ia jogar sem o Luka Doncic hoje contra o Washington, minha primeira reação foi “eita, pode dar ruim”. Mas aí lembrei que estamos falando do Wizards (17-57), que basicamente já tá pensando na próxima temporada.

    O jogo rola hoje às 22h no horário de Brasília, lá na Crypto.com Arena. E cara, que situação interessante. Os Lakers (48-26) estão numa briga insana por uma vaga no top-3 do Oeste, vindo de oito vitórias seguidas em casa. Do outro lado, os Wizards tão usando esses jogos finais pra avaliar os jovens talentos como Alex Sarr e Bub Carrington.

    LeBron vai ter que carregar o piano

    Com o Doncic suspenso por acumular 16 técnicas (cara, 16!), o LeBron James vai precisar assumir ainda mais responsabilidade. Aos 41 anos, o cara ainda tá jogando num nível absurdo – 20.9 pontos, 6 rebotes e 6.9 assistências por jogo. É de outro planeta mesmo.

    Austin Reaves também vai ser peça-chave. O garoto tá tendo uma temporada monstruosa: 23.6 pontos por jogo com 48.2% de aproveitamento nos arremessos. Sinceramente, acho que ele pode explodir hoje com mais bolas na mão.

    Os jovens dos Wizards podem incomodar

    Agora, não subestimem os Wizards não. Alex Sarr, aquele franzão de 2,16m, tá mostrando por que foi uma das principais apostas do draft. 16.3 pontos e 7.4 rebotes por jogo – nada mal pra um rookie no garrafão da NBA.

    E tem o Tre Johnson também, que pode dar trabalho na transição. Washington joga num ritmo acelerado que às vezes pega times veteranos desprevenidos. Vocês acham que o Lakers consegue acompanhar esse pace frenético dos jovens?

    A questão é que os Lakers lideram a liga em aproveitamento de arremessos (50.0%) e têm o Deandre Ayton protegendo o garrafão. Vai ser difícil pros Wizards acharem espaços fáceis.

    Minha previsão? Lakers vencem, mas não vai ser esse passeio que todo mundo tá esperando. Time jovem sem pressão é sempre perigoso, principalmente quando não tem nada a perder. Ainda assim, a experiência e o talento individual do Lakers devem fazer a diferença no fim.

    O que vocês acham? Lakers dominam do começo ao fim ou os Wizards conseguem incomodar?

  • Gui Santos decidindo pro Warriors? Que fase absurda do brasileiro!

    Gui Santos decidindo pro Warriors? Que fase absurda do brasileiro!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite em São Francisco. O Gui Santos simplesmente resolveu ser o cara nos momentos decisivos pro Warriors contra o Wizards, e que jogaço foi esse — 131 a 126 numa partida que teve de tudo.

    Olha, vou ser sincero: quando vi que o Warriors tava há 24 jogos sem o Curry, pensei “vai ser mais uma derrota dolorosa”. Mas não, meu amigo. O time mostrou personalidade, e o Gui? O Gui tá vivendo um momento mágico na carreira.

    Santos nos clutch time, Porzingis dominando

    Os dois lances livres do Gui com 11.4 segundos no relógio foram de gelar a espinha. 27 pontos na partida — segundo jogo seguido com mais de 25. Quarta-feira ele tinha feito 31 contra o Brooklyn, ontem 27. Que sequência absurda!

    E o Porzingis? Monstro. 28 pontos e 8 assistências. O latviano tá mostrando por que os Warriors apostaram nele. Aqueles dois arremessos de 3 no primeiro quarto foram fundamentais pra abrir a vantagem inicial de 38 a 25.

    O Podziemski também merece os créditos — 22 pontos, 10 rebotes e 7 assistências. Double-double completo e ainda roubou a bola no final que praticamente selou a vitória. Que jogador inteligente esse cara é.

    Wizards quase conseguiu a virada

    Não vou mentir, por um momento pensei que o Washington ia conseguir a segunda vitória seguida. Eles chegaram a liderar 111 a 106 faltando 6 minutos e meio, e o Will Riley (rookie de 22 anos) tava jogando muita bola — 22 pontos, 5 rebotes e 5 assistências.

    O Bilal Coulibaly também fez bonito com 21 pontos. Esse time do Wizards tá tentando se recuperar daquela sequência terrível de 16 derrotas seguidas que eles quebraram contra o Jazz na quarta-feira.

    Mas a defesa de Washington falhou na reta final, e foi isso que custou o jogo. Quando você tem chance de bater o Warriors sem o Curry, tem que aproveitar, né?

    E aí, o que vocês acharam da atuação do Gui Santos? Tô começando a acreditar que ele pode ser uma peça importante nesse time mesmo quando o Curry voltar. Terceira vitória seguida dos Warriors — primeira vez em quase dois meses que eles conseguem isso.

  • Wizards tentam embalar após quebrar jejum contra Warriors

    Wizards tentam embalar após quebrar jejum contra Warriors

    Cara, finalmente o Washington Wizards conseguiu quebrar aquela sequência terrível de derrotas! Agora é torcer pra não começar outra maré de azar, né? Na sexta-feira eles encaram o Golden State Warriors fora de casa, e sinceramente, vai ser um belo teste pra ver se conseguem embalar.

    O cenário não tá fácil

    Olha só a situação dos desfalques — tá parecendo hospital esse negócio. Os Wizards vão sem Leaky Black, Anthony Davis, Kyshawn George, D’Angelo Russell, Cam Whitmore e Trae Young. Isso mesmo, o Trae Young fora. Alex Sarr e Tristan Vukcevic são dúvida até a hora do jogo.

    Do lado dos Warriors, a coisa também não tá moleza. Os dois Currys estão fora (imagino que seja Stephen e Seth), junto com Al Horford, Moses Moody e Jimmy Butler. Quinten Post e Malevy Leons também podem não jogar.

    Com tanto desfalque dos dois lados, vai ser interessante ver quem consegue se adaptar melhor e aproveitar as oportunidades que vão aparecer.

    Warriors vêm embalados

    Enquanto os Wizards acabaram de quebrar um jejum que tava doendo na alma de qualquer torcedor, o Golden State vem numa sequência de duas vitórias. A mais recente foi contra o Brooklyn Nets na quarta-feira.

    Jogar no Chase Center nunca é moleza, ainda mais quando você tá tentando encontrar um ritmo depois de tanto tempo perdendo. Mas às vezes é exatamente isso que um time precisa — uma pressão diferente, um ambiente hostil pra ver se realmente aprendeu a lidar com adversidade.

    E vocês, acham que os Wizards conseguem fazer valer a quebra do jejum ou vão tropeçar de novo logo no primeiro teste? A partir das 22h (horário de Brasília) a gente descobre. Vai passar na Monumental Sports Network pra quem tiver acesso, ou no League Pass como sempre.

  • Wizards quebram jejum HISTÓRICO de 16 derrotas com show dos rookies

    Wizards quebram jejum HISTÓRICO de 16 derrotas com show dos rookies

    Gente, eu não acreditei quando vi o placar. Os Wizards — sim, aqueles mesmos Wizards que estavam numa sequência TERRÍVEL de 16 derrotas — finalmente venceram. E que vitória! 133 a 110 contra o Jazz, com direito a show dos calouros.

    Juju Reese (irmão da Angel Reese, aquela monstro da WNBA) mandou um double-double absurdo: 26 pontos e 17 rebotes. Will Riley não ficou atrás, com 19 pontos e 10 rebotes. Cara, ver dois rookies fazendo isso juntos é coisa rara — não acontecia desde 2011, quando John Wall e Jordan Crawford fizeram a mesma coisa.

    O fim de um pesadelo

    Desde 20 de fevereiro contra o Indiana que Washington não ganhava nada. Dezesseis jogos! Eu como fã já estava com dó da torcida dos Wizards. Mas ontem foi diferente — eles nunca estiveram perdendo no jogo e chegaram a abrir 37 pontos no terceiro quarto.

    O Jazz até tentou uma reação no último período (fizeram uma sequência de 23-2 e chegaram perto), mas Reese e Sharife Cooper apareceram nos momentos decisivos. É isso que separa os bons jogadores dos medianos — saber a hora de aparecer.

    Tanking disfarçado?

    Olha, não vou ser hipócrita aqui. Todo mundo sabe que tanto Wizards quanto Jazz estão de olho no Draft. Mas mesmo assim, ver os calouros jogando dessa forma é animador. Reese está mostrando que tem futuro na liga, e Riley também não tá brincando.

    Washington dominou completamente o rebote (56-40) e mostrou que quando querem, conseguem jogar basquete de verdade. Do lado do Jazz, Cody Williams marcou 24 pontos e Blake Hinson fez recorde pessoal com 21, mas não foi suficiente.

    E aí, vocês acham que essa vitória pode dar uma animada no time pra terminar a temporada? Ou foi só um lampejo em meio à reconstrução? Próximo teste é contra os Warriors, sexta-feira — aí vamos ver se a coisa é séria mesmo.

  • Wizards podem quebrar recorde histórico de derrotas seguidas na NBA

    Wizards podem quebrar recorde histórico de derrotas seguidas na NBA

    Gente, vocês viram o que tá acontecendo com o Washington Wizards? O time simplesmente não consegue mais ganhar uma partida — são 16 derrotas consecutivas! Dezesseis! E olha que eu pensava que já tinha visto coisa ruim no basquete…

    A situação tá tão feia que agora rola uma discussão séria: será que os Wizards vão quebrar o recorde histórico de derrotas seguidas na NBA? Porque, matematicamente falando, a coisa pode ficar ainda mais absurda.

    A matemática cruel das derrotas

    Vamos aos números que assustam qualquer torcedor. Com 71 jogos disputados na temporada, o Wizards tem um cartel de 16-55. Se eles perderem todos os jogos restantes da temporada 2025-26 (o que, sinceramente, não me surpreenderia), vão fechar com 16-66.

    Isso significaria 27 derrotas consecutivas pra fechar a temporada. Mas aí que vem o mais louco: se começarem a próxima temporada perdendo os dois primeiros jogos, teremos 29 derrotas seguidas — o maior jejum de vitórias da história da NBA!

    Na minha visão, tá difícil ver como esse time vai conseguir quebrar essa sequência. O elenco tá completamente desorganizado, sem química, e parece que perdeu completamente a confiança. É daquelas situações que você assiste e pensa: “cara, como chegaram nesse ponto?”

    Quando a reconstrução vira demolição

    Olha, eu entendo que às vezes um time precisa passar por uma fase de reconstrução — afinal, é assim que se conseguem boas posições no Draft. Mas existe uma diferença entre reconstruir e simplesmente desmoronar em quadra.

    O que mais me incomoda é ver como isso afeta os jogadores jovens. Imagina você sendo um rookie ou um cara no segundo ano de carreira, e sua experiência na NBA é basicamente aprender a perder? Isso marca, monstro. Marca pra sempre.

    E aí, o que vocês acham? Os Wizards conseguem quebrar esse jejum ou vão mesmo entrar pra história pelos motivos errados? Porque, convenhamos, ninguém quer ser lembrado como o time que mais perdeu seguido na melhor liga de basquete do mundo.

    Sinceramente, torço pra que eles consigam pelo menos uma vitória. Nem que seja contra um time descansando titulares ou algo assim. Porque 29 derrotas seguidas é uma marca que nenhum torcedor merece carregar.

  • Bucks no limbo total — nem tankar conseguem mais

    Bucks no limbo total — nem tankar conseguem mais

    Cara, eu já vi muito time perdido na NBA, mas os Bucks conseguiram criar uma categoria própria de confusão. É tipo aquele amigo que não sabe se pede a menina em namoro ou se parte pra outra — só que com basquete e milhões de dólares em jogo.

    O co-proprietário Wes Edens soltou uma pérola na semana passada: Giannis tá entrando no último ano de contrato, então “ou ele vai renovar ou vai ser trocado”. Obrigado pelo insight, capitão óbvio! O problema é que Milwaukee tá nessa novela mexicana com o Greek Freak há tanto tempo que já perdeu qualquer credibilidade.

    A indecisão que custou caro

    E olha só que situação bizarra: a franquia quer que o Giannis fique no banco pelo resto da temporada (ele só jogou 36 partidas por causa de lesões), mas o cara quer jogar. Quando foi a última vez que jogador e organização concordaram em algo por lá? Eu sinceramente não lembro.

    A derrota por lavada pros Clippers na segunda garantiu que eles vão terminar com campanha negativa. Todos os modelos de projeção mostram Milwaukee fora até do Play-In — e não precisa de algoritmo pra saber disso, bastava assistir uns três jogos deles.

    O mais absurdo? Eles tinham a oportunidade perfeita de tankar depois que decidiram não trocar o Giannis no deadline. Mas aí foram lá e ganharam umas partidas inúteis em fevereiro, se iludindo (e iludindo o próprio Antetokounmpo) de que dava pra fazer uma arrancada. Pelo amor de Deus, né?

    Perderam o bonde do tank

    Agora tão brigando com os Bulls pra ver quem fica com a 9ª ou 10ª pior campanha. Se terminarem em 10º pior, têm 13,9% de chance de pegar um pick no top-4. Se ficarem em 9º, sobe pra 20,3%. Mas escuta essa: se tivessem tankado direito lá em fevereiro, poderiam ter despencado até a 7ª pior campanha, o que daria 32% de chance no top-4. Mais que o dobro!

    É muita incompetência junta, pessoal. Tanto que os Bucks foram oficialmente eliminados do Tank Watch — nem pra tankar eles servem mais.

    Enquanto isso, os Wizards seguem como os mestres supremos da arte de perder. Dezesseis derrotas seguidas (maior sequência ativa da liga) e ainda inventaram um jeito criativo: arrumaram briga com o Thunder e conseguiram expulsões no processo. Vocês acham que dá pra ser mais eficiente que isso no tank game?

  • Tank? Eu? Liga que lute: NBA vai endurecer contra jogar pra perder

    Tank? Eu? Liga que lute: NBA vai endurecer contra jogar pra perder

    Olha, se tem uma coisa que me irrita profundamente na NBA é ver time fazendo corpo mole pra conseguir pick melhor no draft. E pelo jeito o Adam Silver tá de saco cheio também — comissário falou que o comportamento dos times tá pior do que nunca e que mudanças estão vindo por aí.

    Cara, só pra vocês terem ideia do nível que chegou: três times tiveram sequências de 16 derrotas nesta temporada. DEZESSEIS. O Washington tá numa dessas agora mesmo, Sacramento teve uma fase que parecia time de várzea (perdeu 16 seguidas entre janeiro e fevereiro), e Indiana — que foi pras finais da NBA ano passado, gente! — também passou por isso.

    A matemática perversa do tanking

    E o pior é que essa estratégia funciona, né? Brooklyn tá aí com 17 vitórias em 72 jogos (um horror) e vai ter 14% de chance de pegar a primeira escolha do draft. O dono Joe Tsai nem disfarça: “Esperamos conseguir um bom pick”, disse ele. Sinceramente, pelo menos é honesto.

    Mas o Utah levou multa de 500 mil dólares mês passado por não usar seus melhores jogadores no último período — e olha que eles ganharam o jogo! O dono Ryan Smith até postou nas redes reclamando: “Ganhamos o jogo em Miami e fomos multados? Faz sentido isso?”. Cara, eu meio que concordo com ele nessa.

    Pascal Siakam falou tudo

    O que mais me marca é o desabafo do Pascal Siakam depois que Indiana quebrou a sequência de derrotas: “Temos que conseguir algumas vitórias, cara. Foi difícil pra nós. Isso testa seu caráter”. Mano, imagina você ser um jogador profissional e ter que aturar essa palhaçada?

    Na minha visão, a NBA criou esse monstro com a loteria do draft e agora não sabe como matar. Por um lado, você tem que dar chance pros times ruins se reconstruírem. Por outro, virou um incentivo pra jogar mal de propósito.

    Vocês acham que a liga consegue resolver isso? Porque sinceramente, enquanto existir draft lottery, sempre vai ter time fazendo joguinho. E o torcedor que se lasque, né?

    Silver disse que vão “olhar mais de perto todas as circunstâncias da temporada”. Espero que seja mais do que papo furado dessa vez, porque ver NBA virando teatro é de partir o coração de qualquer fã que se preze.