Tag: Washington Wizards

  • Wizards pescam a 1ª pick do Draft 2026 – e agora, quem vem?

    Wizards pescam a 1ª pick do Draft 2026 – e agora, quem vem?

    Galera, aconteceu o sorteio do Draft de 2026 e os Washington Wizards levaram a melhor! Com 14% de chance (as melhores odds), eles conseguiram a primeira escolha geral. Sinceramente? Era meio que esperado, mas sempre fica aquela tensão até saírem as bolinhas, né?

    O Jazz ficou com a segunda pick, seguido pelos Grizzlies em terceiro e os Bulls fechando o top 4. Uma coisa interessante: os Pacers eram a quinta escolha, mas vão ter que mandar ela pro Clippers por causa daquela troca do Ivica Zubac no deadline. Imagina a dor de cabeça…

    AJ Dybantsa ou não AJ Dybantsa? Eis a questão

    Todo mundo tá falando que as quatro primeiras picks vão ser alguma combinação de AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson. O Dybantsa, inclusive, já ultrapassou o Peterson na maioria dos mock drafts que eu acompanho. O garoto é simplesmente um monstro.

    O engraçado é que o Jazz era o time mais conectado com o Dybantsa. Agora eles ficaram na segunda posição — será que os Wizards vão mesmo com ele na primeira? Olha, considerando que Washington fez aquelas trocas malucas pelo Trae Young e pelo Anthony Davis essa temporada, eles podem estar pensando em alguém que se encaixe melhor no sistema.

    Draft com profundidade absurda

    Uma coisa que tá me empolgando nesse draft é a profundidade, principalmente nos armadores. Temos Darius Acuff Jr., Keaton Wagler, Kingston Flemings, Mikel Brown Jr. e Brayden Burries. É armador bom que não acaba mais!

    Vocês acham que os Wizards vão mesmo com o consensus número 1, ou será que eles podem surpreender? Com Young e Davis no elenco, talvez procurem um ala ou pivô que complemente melhor o time.

    O resultado completo ficou assim: Wizards, Jazz, Grizzlies, Bulls, Clippers (via Pacers), Nets, Kings, Hawks, Mavs, Bucks, Warriors, Thunder (via Clippers), Heat e Hornets fechando a loteria.

    Agora é esperar até junho pra ver se os scouts acertaram ou se vamos ter mais uma daquelas surpresas que só o draft da NBA sabe proporcionar. Uma coisa é certa: 2026 promete ser um ano interessante pra galera que tá começando a carreira na liga!

  • Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Olha, chegou a hora mais tensa do ano na NBA — a loteria do Draft 2026 acontece neste domingo em Chicago, e eu já tô ansioso pra ver quem vai dar sorte (ou azar, dependendo do ponto de vista).

    A briga tá acirrada lá em cima. Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets estão empatados com 14% de chance cada um de fisgar a primeira escolha geral. Logo atrás vêm Utah Jazz e Sacramento Kings, ambos com 11,5% de probabilidade.

    O Jazz que nunca dá sorte na loteria

    Tem um dado que me impressiona: o Utah Jazz NUNCA subiu de posição na loteria. Nunca, cara. Imagina a frustração da torcida… Enquanto isso, nas duas últimas temporadas, o time que ganhou a loteria subiu pelo menos nove posições. É muita sorte concentrada!

    Entre 2015 e 2019, antes da reforma na loteria, o time com as melhores odds sempre levava a primeira pick. Agora a coisa mudou — e isso deixa tudo mais imprevisível e emocionante, na minha opinião.

    Quem vai representar cada franquia

    A NBA já anunciou quem vai estar no palco representando cada time, e tem algumas escolhas bem interessantes. O Brooklyn vai com Vince Carter — lenda absoluta e Hall of Famer. John Wall vai representar Washington, o que faz total sentido considerando a história dele na capital.

    Dos Pacers, quem sobe no palco é T.J. McConnell — jogador que eu sempre respeitei pela raça. Charlotte escolheu Kon Knueppel, que é jogador atual. Miami vai com Alonzo Mourning, outro monstro dos anos 90.

    Sinceramente, acho genial quando as franquias colocam lendas pra representar nesses momentos. Traz aquela energia especial, sabe?

    Bastidores da loteria

    O que muita gente não sabe é que tem toda uma operação nos bastidores. Cada time também manda um representante pra “drawing room” — a sala onde acontece o sorteio de verdade. Ali ficam executivos, GMs e até donos como Joe Tsai do Brooklyn.

    A imprensa também vai estar presente na sala do sorteio. Tem nomes pesados como Zach Lowe (The Ringer), Brian Windhorst (ESPN) e até jornalistas internacionais como o Simone Sandri da Gazzetta dello Sport italiana.

    E aí, quem vocês acham que vai levar a primeira pick? Eu tenho um palpite que um desses times que nunca ganha nada vai acabar dando sorte. Seria típico da NBA, não acham?

    Uma coisa é certa: domingo vai ser tenso pra caramba. Esses GMs devem estar suando frio pensando no futuro das franquias.

  • Loteria do Draft 2026: Thunder pode ganhar mesmo sendo campeão!

    Loteria do Draft 2026: Thunder pode ganhar mesmo sendo campeão!

    Cara, vocês acreditam que o Oklahoma City Thunder — atual campeão da NBA — pode ganhar a loteria do draft? Pois é, essa loucura é possível graças ao pick do Los Angeles Clippers que eles herdaram na troca do Paul George lá em 2019.

    A loteria acontece no domingo, dia 10 de maio, às 16h (horário de Brasília), e vai passar na ABC antes do jogo 4 entre Knicks e Sixers nos playoffs. Três times estão empatados com 14% de chance cada um para a primeira escolha: Washington Wizards (17-65), Indiana Pacers (19-63) e Brooklyn Nets (20-62).

    A ironia do Thunder na loteria

    Olha só que situação absurda: o Thunder teve a MELHOR campanha da temporada regular pelo segundo ano consecutivo, é o atual campeão, e ainda assim pode ganhar a loteria. Como? Simples — eles têm o pick do Clippers (42-40) por causa daquela negociação histórica do Paul George.

    Sinceramente, se isso acontecer, vai ser o negócio mais injusto da história da NBA. Imaginem só: time campeão ganhando mais um talento de primeira linha no draft. Os outros 29 times devem estar torcendo contra com todas as forças.

    Os favoritos e as surpresas possíveis

    Washington, Indiana e Brooklyn são os azarões que mais precisam dessa primeira escolha. O Wizards especialmente — 17 vitórias apenas! É de dar dó, mas pelo menos agora têm uma boa chance de conseguir um futuro astro.

    Mas cuidado com as surpresas. Ano passado o Dallas Mavericks (que também estava mal) ganhou a loteria e pegou o Cooper Flagg, que virou Rookie of the Year. Esses saltos de posição acontecem mais do que a gente imagina.

    Utah Jazz e Sacramento Kings também têm chances interessantes (11,5% cada), e olha que curioso: os Kings continuam nessa de nunca conseguir se organizar direito. Será que dessa vez dá certo?

    O fim de uma era

    Esta deve ser a última loteria no formato atual. A NBA tá planejando mudar o sistema para reduzir o famoso “tanking” — aquela estratégia nojenta de perder de propósito para ter melhores chances no draft.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que vai levar? Eu torço para não ser o Thunder, porque convenhamos, seria sacanagem demais. Os Wizards merecem uma alegria depois desse sofrimento todo.

    Uma coisa é certa: esse draft de 2026 promete ser carregado de talentos, então quem conseguir uma escolha no top 5 vai estar muito bem servido.

  • Anthony Davis perdeu ligações de extensão milionária jogando Lego

    Anthony Davis perdeu ligações de extensão milionária jogando Lego

    Gente, essa história do Anthony Davis é muito boa pra ser verdade, mas é real. O cara simplesmente perdeu não uma, mas DUAS ligações do Rich Paul sobre extensões contratuais porque estava… montando Lego. Isso mesmo, Lego.

    Em um podcast que saiu essa semana, o AD contou que sua paixão pelos bloquinhos coloridos já custou alguns momentos tensos com seu agente. “É engraçado porque meu agente me ligou nas minhas duas últimas extensões e eu não atendia o telefone. Ele falou: ‘Cara, você acabou de receber a maior extensão da história da NBA e eu não consigo falar com você.’ ‘Desculpa, eu estava montando Lego.’”

    Extensões de quase 400 milhões no total

    E olha, não estamos falando de qualquer dinheiro não. Se a linha do tempo estiver certa, ele perdeu as ligações sobre a extensão de 5 anos e US$ 190 milhões em 2020 e a de 3 anos e US$ 175 milhões em 2023, ambas com os Lakers. Quase 400 milhões de dólares discutidos enquanto o homem estava lá, zen, montando seu castelo medieval ou sei lá o que.

    Sinceramente? Eu respeito demais isso. Num mundo onde todo mundo tá ansioso o tempo todo, o cara encontrou sua paz nos Legos. “Minha paz… onde eu escuto música e me desconecto, é montando Lego”, ele disse em outro podcast ano passado.

    Da glória aos Lakers até Washington

    E olha, talvez essa terapia com bloquinhos tenha ajudado o AD a passar pelos últimos anos malucos da carreira dele. Os Lakers chocaram todo mundo ao trocá-lo pro Dallas em fevereiro de 2025, e a passagem pelos Mavs foi uma sucessão de lesões e instabilidade organizacional. Um ano depois, lá estava ele sendo negociado de novo, dessa vez pra Washington.

    Agora o Wizards tá apostando todas as fichas nele ao lado do Trae Young, tentando montar um time competitivo com uma core jovem promissora e uma escolha garantida no top 5 do draft de 2026. Vocês acham que ele consegue se manter saudável e ajudar Washington a dar o salto que a franquia tanto precisa?

    Uma coisa é certa: se o telefone tocar durante a temporada, melhor torcer pra ele não estar no meio de uma construção épica. Rich Paul que o diga!

  • AJ Dybantsa é o favorito absoluto para ser #1 no Draft 2026

    AJ Dybantsa é o favorito absoluto para ser #1 no Draft 2026

    Gente, se vocês ainda não conhecem AJ Dybantsa, é melhor começar a prestar atenção. O freshman da BYU virou praticamente consenso entre os executivos da NBA como a escolha número 1 do Draft de 2026. E olha, não é pra menos.

    Os números do cara são simplesmente absurdos: 25.5 pontos, 6.8 rebotes e 3.7 assistências por jogo em 35 partidas nesta temporada. Mas não é só estatística não — os scouts estão babando no físico dele, no potencial ofensivo e principalmente na defesa. Na minha opinião, é exatamente esse tipo de jogador completo que faz a diferença na liga.

    Washington na pole position

    E quem deve ficar com essa joia? Tudo indica que será o Washington Wizards. Eles têm a melhor posição na loteria e, sinceramente, faz todo sentido. Com Trae Young e Anthony Davis já no elenco (imagina que time monstro), os Wizards estão claramente montando um time pra brigar de verdade no Leste.

    Vocês acham que Dybantsa aguenta a pressão de ser a primeira escolha? Eu acho que sim. O garoto tem tudo pra ser especial.

    Draft mais fraco, mas topo forte

    Uma coisa interessante: este ano só 71 jogadores se declararam para o draft — o menor número em mais de duas décadas! O NIL (Name, Image, Likeness) tá fazendo os caras ficarem mais tempo na faculdade, o que deixa o draft mais raso depois da loteria.

    Mas olha, o top 4 tá recheado de talento. Além do Dybantsa, temos Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina). Boozer, inclusive, é filho do Carlos Boozer — quem lembra dele no Bulls e no Jazz?

    O mais legal é ver como os times estão se posicionando. Indiana pega Peterson, Brooklyn fica com Boozer e Utah com Wilson. Cada um com seu estilo, cada um preenchendo uma necessidade específica.

    E aí, o que vocês acham? Dybantsa realmente merece ser o #1, ou tem algum outro nome que deveria estar na conversa? Pra mim, com esse físico e essa versatilidade toda, ele tem cara de futuro All-Star mesmo.

  • Draft 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira escolha

    Draft 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira escolha

    Cara, o Draft de 2026 tá prometendo ser ABSURDO. E olha só que situação interessante: três times dividindo as melhores chances (14% cada) de fisgarem a primeira escolha – Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets. É quase como se fosse um jogo de cara ou coroa triplo, só que com milhões de dólares em jogo.

    Sinceramente? Não lembro de ver uma loteria tão equilibrada assim no topo. Normalmente tem sempre aquele azarão que disparou na frente por ser muito ruim mesmo, mas dessa vez a coisa tá bem distribuída.

    A profundidade histórica da classe 2026

    Os scouts estão falando que essa turma de 2026 é uma das mais profundas da história recente. Sabe aqueles anos em que você pega um cara na 25ª escolha e ele vira All-Star? Pois é, pode ser um desses anos. E isso deixa a galera ainda mais nervosa porque qualquer posição no top 14 pode render um jogadoraço.

    O Utah Jazz e Sacramento Kings vêm logo atrás com 11,5% de chance cada um. Imagina o Kings finalmente acertando uma escolha alta depois de tanto sofrimento? Os fãs de Sacramento merecem, viu.

    Mas aqui que fica interessante: lembram do que aconteceu com o Dallas no ano passado? Eles tinham apenas 1,8% de chance e pescaram a primeira escolha. Então qualquer time entre os 14 pode sonhar alto, inclusive o Charlotte Hornets que fecha a lista com míseros 0,5%.

    As trocas que mudaram tudo

    Uma coisa que me chama atenção é a quantidade de picks trocados. O Atlanta Hawks tem a 7ª escolha (que era do New Orleans), o Oklahoma City Thunder aparece com a 12ª (via Clippers), e por aí vai. É impressionante como alguns GMs pensam anos à frente enquanto outros vivem só o presente.

    O Thunder, aliás, continua colecionando escolhas como se fosse cartinha do álbum da Copa. Eles têm picks na primeira E segunda rodada vindos de outras franquias. Sam Presti é um monstro mesmo.

    E vocês viram que o Chicago Bulls aparece duas vezes na primeira rodada? Têm a 9ª própria e a 15ª que veio do Portland. Pode ser a chance de ouro pra eles reconstruírem depois de anos meio perdidos.

    O que vem por aí

    A loteria acontece no dia 10 de maio, e eu já tô ansioso pra ver a cara dos dirigentes quando as bolinhas saírem. Sempre tem aquela cara de poker tentando disfarçar o desespero, né?

    Uma coisa é certa: com essa profundidade toda da classe 2026, até quem pegar lá na 20ª posição pode sair ganhando. Mas óbvio que todo mundo quer estar entre os primeiros. Afinal, quanto mais cedo você escolhe, maior a chance de pegar aquela peça que vai mudar sua franquia pros próximos 10 anos.

    E aí, quem vocês acham que vai dar sorte na loteria? Eu tenho um palpite de que um azarão vai surpreender, igual aconteceu com Dallas. Esses negócios de porcentagem às vezes não significam nada quando as bolas começam a rolar.

  • Wizards renova com Brian Keefe: aposta na paciência deu certo?

    Wizards renova com Brian Keefe: aposta na paciência deu certo?

    Então, parece que os Wizards decidiram mesmo que Brian Keefe é o cara. Oficialmente confirmado pra temporada 2026-27, o técnico que passou por duas temporadas brutais de rebuild vai continuar no comando de Washington.

    E olha, quando falo brutais, não estou exagerando não. O cara teve um cartel de 43-160 em duas temporadas e meia. Na real, 17-65 só neste ano. É um número que faz qualquer um pensar duas vezes, mas a diretoria dos Wizards vê algo que talvez a gente não esteja enxergando à primeira vista.

    A filosofia por trás dos números horríveis

    Porque se você só olhar os números, vai pensar que é loucura renovar com um técnico que teve o pior Net Rating da liga nas últimas duas temporadas. Mas Michael Winger, presidente da Monumental Basketball, foi claro em janeiro: “Brian fez um trabalho notável desenvolvendo jovens atletas e construindo uma cultura de competitividade”.

    Sinceramente? Eu entendo o raciocínio. Não é fácil desenvolver pivete numa liga onde a pressão por resultado é imensa. E pelo que parece, Keefe conseguiu acelerar o desenvolvimento de caras como Alex Sarr, Kyshawn George e Tre Johnson — todos nomes que podem ser o futuro da franquia.

    O mais interessante é que toda a cúpula do time tem história juntos no Thunder. Keefe, o GM Will Dawkins e o próprio Winger passaram tempo em Oklahoma City. Essa sintonia organizacional não é pouca coisa não.

    O lado humano que faz diferença

    Mas o que mais me chamou atenção foi uma história que mostra como Keefe é diferente. Quando o pai do Bub Carrington teve problemas de saúde durante a Summer League em Vegas — um coágulo no sangue —, o técnico não só foi pro hospital ficar com a família, como se ofereceu pra dirigir com eles de volta pra Baltimore quando o médico não liberou voo por causa da medicação.

    Cara, isso aí não tem preço. Num esporte onde tudo é negócio, ter um treinador que trata os jogadores como pessoas de verdade é ouro puro. E os jogadores sentem isso.

    E agora? A aposta pode dar certo?

    Agora vem a parte interessante. Com Trae Young e Anthony Davis — sim, vocês leram certo — supostamente chegando pra mudar o patamar do time, Keefe vai ter que provar que consegue não só desenvolver jovens, mas também ganhar jogos de verdade.

    Vocês acham que ele aguenta essa pressão? Porque uma coisa é ser técnico de desenvolvimento, outra é comandar um time que quer playoffs. A diferença é gritante.

    O que eu sei é que os Wizards garantiram pelo menos a quinta pick no draft de maio depois daquela sequência bizarra de 26 derrotas em 27 jogos. Estratégia pura pra tanking? Talvez. Mas pelo menos mantiveram a pick protegida que devem pros Knicks.

    Só o tempo vai dizer se apostar na continuidade foi a jogada certa. Mas considerando a bagunça que era Washington há alguns anos, ter uma filosofia clara e um técnico que os jogadores respeitam já é um baita começo.

  • Wizards mantém Keefe: apostar nos jovens ou loucura?

    Wizards mantém Keefe: apostar nos jovens ou loucura?

    Olha, eu confesso que quando vi a notícia sobre o Brian Keefe ficar no comando dos Wizards, minha primeira reação foi: “Sério mesmo?” O cara tem um cartel de 43-160 desde que assumiu em janeiro de 2024. Quarenta e três vitórias em 203 jogos, gente. É de doer o coração.

    Mas aí você para pra pensar na situação que o Will Dawkins, GM do time, colocou o treinador. “Lideramos a NBA em escalações de jogadores com menos de 21 anos”, disse ele na coletiva de fim de temporada. Cinquenta formações iniciais diferentes numa temporada só! Imagina o desespero do cara tentando montar um esquema tático com esse circo todo.

    O time mais jovem que eu já vi

    Sinceramente, esse roster dos Wizards parece mais uma escolinha de basquete do que um time profissional — mas no bom sentido. Alex Sarr, Tre Johnson, Bub Carrington, Bilal Coulibaly, Will Riley, Kyshawn George… são todos garotos! E todos foram primeiras escolhas do draft. É uma aposta gigante no futuro.

    A questão é: quanto tempo você dá pra esses meninos amadurecerem? Porque 17-65 no final da temporada é de arrepiar. Pior record da NBA, viu. Pelo menos garante 14% de chance na primeira escolha do draft — e pelo que andam falando, essa safra tá carregada de talento.

    As contratações que não deram certo (ainda)

    Ah, e não podemos esquecer das jogadas bombásticas no trade deadline. Trae Young do Atlanta Hawks e Anthony Davis do Dallas Mavericks (espera, Davis no Dallas? Essa linha do tempo tá estranha mesmo). Young jogou cinco partidas e pronto — contusão na coxa e nas costas. Davis nem entrou em quadra por causa de um dedo machucado.

    Davis pelo menos deu aquela declaração clássica segunda-feira: “Eu amo meu dinheiro”, brincando sobre ficar mais uma temporada. Pelo menos o cara é honesto, né?

    O que vocês acham? Keefe merece mais uma chance pra desenvolver essa molecada toda, ou os Wizards deveriam partir pra outro esquema? Na minha visão, com esse tanto de jovem talento, talvez valha a pena ter paciência. Mas 43 vitórias em duas temporadas… cara, é complicado defender isso.

  • AD quer plano de título dos Wizards ou vai vazar

    AD quer plano de título dos Wizards ou vai vazar

    Olha só que situação interessante: Anthony Davis basicamente deu um ultimato pros Wizards. O cara foi direto ao ponto e disse que quer ver um plano REAL pra brigar por título, senão… bem, vocês sabem como é essa história na NBA.

    Em entrevista na segunda-feira, o AD deixou claro que vai sentar com o presidente de basquete Michael Winger e o GM Will Dawkins nos próximos meses pra entender qual é a real. Traduzindo: “Me mostrem como vocês vão me tirar dessa situação de time perdedor”.

    Lealdade com prazo de validade

    Agora, o Davis foi esperto. Não pediu trade direto (ainda), mas deixou a porta bem escancarada. Disse que se não rolarem mudanças boas no verão, ele vai vestir a camisa dos Wizards em outubro mesmo assim – porque tem contrato e gosta dos jovens do time.

    “Se não conseguirmos resolver nada no verão, seja bom ou ruim, em outubro eu vou estar com o uniforme dos Wizards e vou fazer tudo que posso pra ganhar”, falou ele. Mas né, a gente sabe que jogador estrela falando assim já tá com um pé fora.

    Sinceramente? Eu entendo o cara. Imagina ter 33 anos, estar numa fase ainda boa da carreira e ficar num time que teve o PIOR recorde da liga. Por mais que ele goste dos meninos (e falou que sente como se fossem filhos dele), ninguém quer desperdiçar os últimos anos bons assim.

    A realidade crua dos Wizards

    O mais interessante foi o Davis sendo brutalmente honesto sobre a situação. Ele mesmo admitiu que é praticamente impossível sair do pior recorde da NBA pra ser candidato ao título numa temporada só. Citou os Celtics de 2008 como praticamente o único exemplo que conseguiu isso.

    “Estou há muito tempo nessa liga, já estive em times perdedores. É muito difícil pular de time perdedor pra candidato ao título”, disse ele. E tá certo, mano. Mesmo quando estava no Pelicans e saíram de duas temporadas ruins pra playoffs, já foi um salto absurdo.

    A questão financeira também complica tudo. O cara vai ganhar 58,5 milhões em 2026-27 e tem uma opção de jogador de 62,8 milhões pra 2027-28. Especulam que ele pode querer mais anos de contrato, mas será que os Wizards topam? Com o histórico de lesões dele e focando nos jovens?

    Mudou de ideia sobre a franquia

    Uma coisa curiosa: o Davis admitiu que tinha uma percepção negativa dos Wizards antes de chegar (quem não tinha?), mas que mudou de opinião depois da trade que veio do Dallas em fevereiro.

    “Posso dizer pessoalmente que não é o que as pessoas pensam. Sim, as derrotas fazem parte, então as pessoas meio que associam isso com a organização. Mas a organização em si é totalmente diferente do que as pessoas acham”, explicou.

    E aí, o que vocês acham? Os Wizards conseguem montar um plano convincente pro AD? Ou ele vai acabar pedindo trade mesmo? Pra mim, a não ser que façam umas contratações monstro no verão, é difícil segurar um cara desse nível numa situação dessas. O homem quer competir, não ser mentor eterno de jovem talento.

  • AD nos Wizards: ‘Eu amo meu dinheiro’ e quer competir em 2026

    AD nos Wizards: ‘Eu amo meu dinheiro’ e quer competir em 2026

    Olha só que situação curiosa: Anthony Davis falando sobre o futuro dele em Washington com aquela sinceridade que a gente não vê muito na NBA. Quando perguntaram se ele vai continuar nos Wizards na próxima temporada, o cara simplesmente soltou: “Claro, eu tenho contrato. Eu amo meu dinheiro”. E deu risada.

    Sinceramente? Adorei essa honestidade do AD. Nada de papo furado sobre “avaliar opções” ou “focar no presente”. O homem falou a real: tem contrato, vai cumprir, e ainda por cima quer fazer esse time competir.

    A aposta nos jovens de Washington

    Mas não é só questão de grana não. Davis, aos 33 anos, tá genuinamente empolgado com o núcleo jovem dos Wizards. E cara, depois de uma temporada 17-65 — a pior da liga —, qualquer otimismo já é bem-vindo, né?

    “Quando a trade aconteceu e eu cheguei aqui, eu disse que esse lugar não é o que as pessoas fazem parecer”, falou o Davis. E olha, considerando que Washington teve três temporadas seguidas perdendo 64+ jogos, essa confiança dele me impressiona.

    A chegada do Trae Young em janeiro (vindo do Hawks) e do próprio AD em fevereiro (numa trade maluca de 8 jogadores vindo de Dallas) mudou completamente a cara do time. Pelo menos no papel, porque os resultados ainda não vieram.

    Realismo de quem já viveu de tudo

    Aqui que o Davis mostrou por que ele é veterano. “Eu já estive nessa liga por muito tempo. Já estive em times perdedores, e é muito difícil sair de um time perdedor para um candidato ao título”, disse ele.

    E ele tá certo, pô. A gente viu isso com os próprios Lakers dele — levaram tempo pra engatar depois que ele chegou. Mas também vimos que quando deu certo, deu MUITO certo (oi, bolha de 2020).

    O que me chama atenção é que ele vai se reunir com a diretoria dos Wizards em breve pra discutir os planos de construir um candidato. “Eles sabem que eu quero ganhar. Tenho certeza que eles também querem. Ninguém quer perder”.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que Davis consegue transformar essa bagunça de Washington em algo competitivo? Com Young e essa promessa de investir nos jovens, pode ser que role uma surpresa na próxima temporada. Ou pode ser mais uma temporada de sofrimento no Leste.