Olha, eu preciso ser sincero com vocês: essa sequência de sete vitórias seguidas dos Knicks tá bonita no papel, mas… será que é tão impressionante assim?
Os caras de Nova York estão embalados mesmo, não dá pra negar. Sete jogos seguidos ganhando antes de encarar uma sequência pesada na estrada. Mas aqui que a coisa fica interessante — todos esses sete triunfos vieram contra times com campanha negativa. Todos mesmo!
Vitórias “fáceis” demais?
Seis dessas vitórias foram contra times com pelo menos 23 derrotas a mais que vitórias. A única exceção? Os Warriors, mas sem Curry e sem Draymond Green. Ou seja, praticamente um time reserva.
O Josh Hart falou uma coisa que faz sentido depois da vitória sobre os Pelicans na terça: “Times bons ganham os jogos que devem ganhar”. Verdade. Mas agora vem a parte complicada da temporada.
E vocês sabem como é — na NBA qualquer um pode te pegar desprevenido numa noite qualquer. Mas fazer isso contra times fracos é uma coisa, fazer contra os monstros da liga é outra completamente diferente.
Calendário de fogo pela frente
Quinta-feira já começa o teste de verdade contra os Hornets, que tão voando baixo — 22 vitórias em 28 jogos recentes. Isso é coisa de time que quer brigar sério pelos playoffs.
Depois vem o Thunder, atual campeão da NBA, e ainda por cima com o Jalen Williams de volta. Lembram quando os Knicks perderam apertado pra Oklahoma City no início do mês? Pois é, agora vai ser com time completo.
Na sequência tem os Rockets (que ninguém quer enfrentar agora) e só então um respiro contra os Grizzlies, que tão fazendo uma temporada pra esquecer.
Sinceramente? Esse vai ser o momento da verdade. Os Knicks tão brigando pela segunda colocação no Leste com os Celtics — diferença mínima na classificação. Uma sequência boa aqui pode garantir vantagem de mando na primeira rodada dos playoffs.
Hart admitiu que tá de olho na tabela: “Talvez um pouquinho. Ainda é meio cedo, tem vários times próximos. Daqui a quatro ou cinco jogos eu vou olhar melhor”.
E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter o ritmo contra adversários de verdade? Porque uma coisa é certa: playoff é outro campeonato, e chegar embalado faz toda a diferença.

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