Cara, que alívio! Arizona finalmente quebrou essa maldição que parecia eterna. Os Wildcats atropelaram Purdue no segundo tempo por 79-64 e estão de volta ao Final Four depois de 25 anos. Vinte e cinco anos, pessoal!
Olha, não foi fácil não. No primeiro tempo, os caras estavam perdendo por sete pontos — primeira vez que ficaram atrás neste March Madness todo. Purdue estava metendo bala de três (sete no primeiro tempo) e eu já tava começando a pensar “lá vamos nós de novo com Arizona”.
A virada monstro do segundo tempo
Mas aí que tá — esse time de Arizona é diferente. Eles eram 5-0 na temporada quando perdiam no intervalo. E fizeram 6-0 ontem.
Saíram do vestiário como se tivessem tomado energético. Uma arrancada de 16-3 logo no começo do segundo tempo e pronto — viraram o jogo e não olharam mais pra trás. Purdue simplesmente desapareceu, cara. Fizeram apenas uma bola de três no segundo tempo (contra sete no primeiro). Uma!
Os números falam por si: Arizona fez 48-26 no segundo tempo, com 51,6% de aproveitamento nos arremessos. Enquanto isso, Purdue murchou feio — só 32,1% de acerto.
Koa Peat foi o cara da partida
Koa Peat liderou a festa com 20 pontos e levou o prêmio de MVP da região Oeste. Quatro titulares fizeram double digits — essa profundidade toda que fez a diferença.
Sinceramente, eu não esperava que fosse esse time de Arizona que quebraria a maldição. Eles tiveram várias equipes com potencial ao longo dos anos, cheias de futuros craques da NBA, mas sempre dava errado no March Madness. Seis eliminações consecutivas no Elite Eight! Sendo duas como cabeça de chave número 1.
Agora é sonhar com o título
O mais louco é que eles vão jogar o Final Four em Indianapolis — a mesma cidade onde conquistaram seu único título nacional em 1997. Coincidência? Eu acho que não.
Purdue, coitados, voltam pra casa mais uma vez frustrados. Começaram a temporada como número 1 do país e não conseguem quebrar uma estatística horrível: 0-10 contra cabeças número 1 no March Madness. Zero em dez!
Pelo menos Braden Smith se despede como líder histórico em assistências da NCAA com 1.103 passes para cesta. Não é pouca coisa.
E aí, vocês acham que Arizona consegue ir até o fim dessa vez? Depois de 25 anos esperando, eles merecem pelo menos tentar, né?

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